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 FBI tenta novamente obrigar Apple a destravar um iPhone
Você achava que o embate entre a Apple e o FBI tinha chegado ao fim depois do caso de San Bernardino? Parece que ele foi apenas o começo. Depois que a agência do governo revelou que não precisava mais da ajuda da Apple para acessar iPhones criptografados, ela ajudou no destravamento de outro celular no Arkansas. 

Porém, na sexta-feira (8), o FBI informou à um juiz federal em Nova York que era necessário compelir a Apple a destravar um celular apreendido num caso de tráfico de drogas no Brooklyn. 

O caso novaiorquino tem uma aparência similar ao que aconteceu em San Bernardino. Assim como o caso do terrorista, a corte ficou do lado da Apple e julgou que o FBI exagerou ao tentar forçar a colaboração da Apple para destravar o iPhone de um traficante de Nova York. 

Segundo as afirmações do diretor do FBI, James Comey, a ferramenta de hacking da agência funciona apenas no iPhone 5c e modelos anteriores do celular, por isso o FBI precisaria da ajuda da Maçã para acessar os dados do iPhone 5s com o iOS 7 instalado. 

Para especialistas, não é claro se o FBI realmente precisa da ajuda da Apple, uma vez que o iOS 7 não tem a "trava de segurança" que foi o grande entrave do FBI para acessar o iPhone de San Bernardino. 

O que se sabe no momento é que existem pelo menos uma dúzia de outros casos em que a Apple é chamada para ajudar a destravar iPhones. A caminhada será longa. 

Via The Next Web
Fonte: http://canaltech.com.br/
 
 
 Bird alerta que impacto da tecnologia digital é menor do que o esperado.
O custo da tecnologia diminuiu, mas o custo do acesso ao consumidor ainda é muito variável, alerta o Banco Mundial.

O Banco Mundial divulgou hoje,7, em Brasília, em seminário promovido pelo governo, o Relatório sobre o Desenvolvimento Mundial do Dividendo Digital. Algumas das conclusões do estudo são preocupantes.

Entre elas, alerta o Bird,  a internet ainda não está universalmente acessível e nem economicamente viável para a maioria da população mundial.  ” O custo da tecnologia diminuiu, mas o custo de acesso do consumidor ainda varia muito. Em 2013, o preço dos serviços típicos de telefonia celular no país mais caro era 50 vezes o do país mais barato. No caso da banda larga, o custo varia 100 vezes. Razão principal: políticas fracassadas, tais como privatização conturbada; tributação excessiva; e controle de monopólio de portais internacionais”, aponta o relatório.

O banco relata ainda que, “embora haja muitos relatos de sucesso, os impactos das tecnologias digitais em seu conjunto até agora têm sido menores do que o esperado. As empresas estão mais conectadas do que nunca, mas tem diminuído o ritmo de crescimento da produtividade global”.

Ele apontou também que as tecnologias digitais estão” mudando o mundo do trabalho, mas os mercados de trabalho ficaram mais polarizados, e a desigualdade está aumentando em muitos países. E embora a internet facilite um amplo discurso, alguns indicadores de governança – tais como a parcela de eleições livres e justas – estão piorando. Novos empregos estão sendo criados, mas a automação de empregos de nível médio tem contribuído para um esvaziamento dos mercados de trabalho”.

Em síntese, conclui o relatório, as estratégias de desenvolvimento digital precisam ser muito mais amplas do que as estratégias de TIC. “A “Conectividade para Todos” continua a ser uma meta importante e um enorme desafio. Mas para proporcionar os maiores benefícios, os países também precisam criar o ambiente certo para a tecnologia”.


Fonte: telesintese.com.br/
 
 
 Conferimos de perto a tecnologia que pode ter hackeado o iPhone para o FBI
Conferimos de perto a tecnologia que pode ter hackeado o iPhone para o FBI

Durante as quase duas horas em que fiquei frente a frente com Felipe Oliveira, gerente de vendas da Cellebrite para a América Latina, o assunto polêmico só foi posto à mesa uma única vez – e da forma mais discreta possível. Afinal, foram eles que ajudaram o FBI a hackear o iPhone do caso San Bernardino ou não? Eu sabia que o executivo não iria me responder, já que ele estaria quebrando o sigilo de uma investigação federal.

“Tudo o que eu posso dizer é que, se existe uma empresa no mundo capaz de invadir um iPhone e extrair seus dados, essa empresa é a Cellebrite”, me respondeu, enfim. Ali, no pequeno escritório brasileiro da empresa israelense, eu estava sendo apresentado ao sistema de computação forense e perícia digital mais incrível que eu já vi – e minha reação foi um estranho misto de admiração e incredulidade.
Usada por agências de inteligência do mundo inteiro – incluindo a Interpol, a CIA e o próprio FBI –, a solução da Cellebrite é composta por um aparelho capaz de extrair dados de um smartphone e softwares especiais para analisar essas informações sob o ponto de vista investigativo. Recentemente, a Polícia Federal divulgou ter usado tal produto durante a operação Lava Jato, com o intuito de “hackear” celulares de figuras suspeitas.

Abrindo a maleta
O UFED Touch (sigla para Universal Forensics Extraction Device) é um dispositivo pequeno, mais ou menos do tamanho de um tablet de 7 polegadas, mas com um corpo bem mais robusto e resistente. Ele vem dentro de uma maleta estilo James Bond, na qual também estão organizados mais de 150 cabos de marcas e modelos diferentes para conectar o smartphone que será invadido.
“Temos cinco cabos mini USB”, afirma Felipe. “Hoje a Cellebrite atende mais de 18 mil telefones, e precisaremos enviar esse kit para o resto da vida. A polícia ainda apreende vários celulares antigos, e cada conector tem um bootloader próprio”, complementa. Além de conectores, a maleta inclui leitores de cartões de memória e um HD externo para armazenar as informações extraídas de smartphones em operações de campo.

A interface do UFED é bem simples e intuitiva. Após ligar o dispositivo, é preciso selecionar o smartphone analisado navegando por uma biblioteca absurda de marcas e modelos. A solução da Cellebrite é capaz de trabalhar com praticamente qualquer celular já lançado no mercado, inclusive aqueles fabricados por manufaturadoras obscuras. São nomes que até mesmo eu — um jornalista especializado no assunto — desconhecia.

São dois tipos de extração: a lógica e a física. A primeira alcança apenas os dados salvos no gadget, enquanto a segunda vai além e faz uma varredura aprofundada para encontrar arquivos que foram deletados pelo usuário. “A extração lógica pode ser de dez a quinze vezes mais rápida do que a física”, comenta Felipe. “Se o policial tem um aparelho em mãos e não pode ficar com o celular por muito tempo, ele precisa optar pelo método mais rápido. ”

Uma análise minuciosa
Uma vez terminada a extração, é gerado um arquivo que pode ser aberto pelo UFED Physical Analyzer, programa para Windows que faz a leitura e a análise dos dados forenses. Presenciamos o executivo explorando todo o conteúdo de um iPhone 4 equipado com o iOS 7.1.2 que tinha sido usado por um criminoso em um caso real de sequestro.

É possível ter acesso a absolutamente tudo: apps instalados, contas de usuário, histórico de navegação, mensagens SMS, senhas, conversas em softwares de comunicação instantânea, emails, ligações, agenda de contatos, eventos com energia (que horas o indivíduo ligou e desligou o aparelho, por exemplo) e até dados de GPS.
O software é curiosamente intuitivo, e qualquer pessoa – mesmo sem a menor experiência na área forense – consegue ler as conversas do WhatsApp e ver as fotografias que o acusado mantinha em seu celular. Usando filtros de palavras, o usuário é capaz de encontrar rapidamente mensagens incriminatórias e conteúdos suspeitos. Em um mapa do Google Maps, pudemos até mesmo ver por onde o meliante andou e em qual rua ele esteve no horário do crime.


De acordo com Felipe, a Cellebrite conta com nada menos do que 800 funcionários ao redor do globo – desse total, cerca de 600 são responsáveis por trabalhar o tempo todo analisando novos smartphones, aplicativos e sistemas operacionais que são lançados diariamente. Isso é necessário para que a empresa sempre tenha em mão as vulnerabilidades necessárias para invadir os aparelhos e extrair os dados requisitados pelos seus clientes.
“A Cellebrite não deixa de ser uma empresa de hacking. Tudo o que nós fazemos poderia ser feito através de outros métodos ilegais. Nosso diferencial é que somos uma companhia forense. Nosso equipamento é homologado e usado pelas principais agências de segurança do mundo”, explica Felipe. “Por isso, hoje, o que conseguimos extrair com nossa solução pode ser usado em juízo e são provas válidas para investigações criminais”, adiciona.
A marca opera no Brasil há dois anos, sendo que o escritório tupiniquim também é responsável pelas operações em outros países da América Latina. O gerente de vendas não pôde revelar nomes de clientes aqui na região, mas destacou que 95% das agências de segurança de nosso país (tanto as públicas quanto as privadas) utilizam a solução da Cellebrite.

Indícios e suspeitas
Novamente, os executivos da Cellebrite não podem dizer e não revelaram nada a respeito do polêmico caso do iPhone envolvido nos ataques de San Bernardino. Os rumores de que a gigante israelense estava trabalhando ao lado do FBI são baseados em indícios fortes, incluindo um contrato firmado no dia 21 de março de 2016 entre as duas instituições e um aumento de 9,8% no preço das ações da Sun Corporation (dona da Cellebrite) no mesmo dia em que os federais anunciaram ter invadido o smartphone sem a ajuda da Apple.

De qualquer forma, após presenciar essa apresentação, ficou mais do que claro que a companhia tem toda a capacidade de extrair dados de qualquer iPhone, se assim ela desejar – se houve uma parceria ou não entre ela e o Governo dos EUA, não será hoje que teremos a resposta definitiva.


Fonte: tecmundo.com.br/
 
 
 Uber para mulheres começará a operar nos EUA
Chariot for Women terá só motoristas e passageiras mulheres.
Serviço de transporte alternativo funcionará em Boston.

Uma empresa norte-americana planeja colocar na rua o Chariot for Women, que funciona igual ao Uber, mas restringe os postos de motoristas e a solicitação do serviço apenas às mulheres. Segundo os criadores da empresa, ela deve começar a operar 19 de abril na cidade de Boston, em Massachusetts.

Michael Pelletz, o fundador, é um ex-motorista do Uber. Já a presidente é Kelley Pelletz, esposa de Michael. Enquanto ele ainda dirigia pelo aplicativo de transporte alternativo que virou polêmica no mundo todo, sua esposa pensava em aderir, mas se preocupava com a segurança. A desconfiança da mulher o fez pensar em uma alternativa.

Apesar de gostar do trabalho como condutor do Uber, Michael decidiu abandonar a empresa após ter transportado um passageiro com comportamento estranho. Em janeiro de 2016, um homem com idade em torno de 20 anos entrou em seu carro. Enquanto balbuciava algo sobre sua vó, o jovens acordava, contorcia-se violentamente. Após chamar a polícia, Michael pensou que, se fosse um mulher no lugar, poderia estar em maus lençóis. “Como uma mulher lidaria com essa situação, especialmente quando eu mesmo fiquei nervoso?”, conta.

Daí surgiu a ideia de um serviço de caronas provido por mulheres e fornecido apenas a mulheres. Assim como o Uber, o passageiro pode ver pelo app a foto do motorista, o tipo do carro e a placa do veículo.

Além disso, o app vai contar com outros parâmetros de segurança. Quando se conectarem pelo app, motorista e passageiros recebem a mesma palavra-chave para se identificarem.

Mesmo com o intuito de transportar apenas mulher, o Chariot for Women possui exceções: crianças com menos de 13 anos também podem solicitar corridas, assim como transgêneros.

Outra promessa do serviço é que 2% das taxas cobradas pelo serviço sejam destinadas a ONGs que auxiliem mulheres. As entidades que receberão os recursos serão escolhidas pelos passageiros no aplicativo.

Fonte: http://g1.globo.com/
 
 
 Tecnologia com luz ultravioleta está pronta para salvar a Lei de Moore
Você já deve ter ouvido falar na Lei de Moore, criada pelo fundador da Intel, que determina que, em linhas gerais, que os processadores precisam ficar duas vezes melhores a cada dois anos. A norma ditou o ritmo de inovação da indústria de chips, mas finalmente começou a demonstrar sinais de exaustão neste ano, quando a Intel anunciou a adoção de um novo modelo de produção de três etapas em vez de apenas duas.

A tecnologia de produção de processadores está chegando ao limite, mas ainda há algumas propostas que podem permitir a manutenção da Lei de Moore. Uma dessas ferramentas acabou de entrar em fase de testes pelas grandes empresas, e se chama litografia com luz ultravioleta extrema (EUV). A ideia é que ela esteja pronta para uso em grande escala já em 2018.

Como funciona a técnica? A litografia funciona mais ou menos como a fotografia à moda antiga. A luz é projetada através de uma máscara com padrões em uma superfície com substâncias sensíveis à luz. Quanto menor o comprimento de onda da luz, maior é a resolução possível dos padrões. A indústria levou a tecnologia atual aos 193 nanômetros em comprimento de onda, o limite. Para continuar crescendo, seria necessário usar múltiplos passos de padrões para cada camada em um chip, o que tornaria muito complexa a sua produção. O uso da luz ultravioleta extrema alivia a situação, com um comprimento de onda menor.

Em 2011, a Intel decidiu investir pesado nesta área. A companhia investiu US$ 4 bilhões em uma empresa holandesa chamada ASML, que finalmente está rendendo os frutos. Recentemente, a equipe anunciou que conseguiu driblar a última e maior barreira tecnológica para o EUV, que eram fontes de luz muito fracas, o que significaria um tempo maior de exposição das substâncias fotossensíveis. Como sabemos na máxima capitalista: tempo é dinheiro.

Com o avanço tecnológico, foi possível aumentar a potência da fonte de luz em cinco vezes, saltando de 40 Watts no ano passado para 200 Watts neste ano, o que dobra a velocidade de produção de 400 pastilhas por dia para 800. Ainda está longe da velocidade da tecnologia atual, que é capaz de produzir 3 mil pastilhas, mas a expectativa é que o ritmo da tecnologia usada atualmente caia conforme os obstáculos dos limites técnicos forem se acumulando, tornando a técnica com UEV mais viável.


http://olhardigital.uol.com.br/
 
 
 Empresa garante estar próxima de desbloquear também o iPhone 6
A empresa de tecnologia de Israel Cellebrite, a mesma que ajudou o FBI a hackear o iPhone 5c no caso dos disparos em San Bernardino, se diz otimista quanto ao processo de desbloqueio do iPhone 6, que é ainda mais seguro que o primeiro modelo desbloqueado por ela.

A história por trás deste caso, no entanto, é um tanto diferente do primeiro. O italiano Leonardo Fabbretti queria acessar as fotos, notas e mensagens do iPhone de seu filho adotivo, Dama, que faleceu de câncer ósseo em setembro do ano passado aos 13 anos de idade.

Naturalmente, Fabbretti enviou uma carta à Tim Cook, CEO da Apple, no dia 21 de março, explicando sua situação e pedindo para que a empresa o ajudasse. O pessoal da Apple tentou acessar os dados de Dama pelo iCloud, mas descobriram que não conseguiriam ultrapassar as barreiras da empresa. Ainda que tenham expressado a natural simpatia, os atendentes da Apple disseram que não seriam capazes de ajudar Fabbretti neste caso.

Após ver a história dele nas notícias, a Cellebrite se ofereceu para desbloquear gratuitamente o iPhone 6 para o rapaz, que e encontrou com alguns funcionários da empresa na última semana no norte da Itália.

Segundo Fabbretti, a reunião com os funcionários da Cellebrite "correu bem" e que o grupo está otimista sobre as chances de conseguir desbloquear o aparelho. "Eles foram capazes de baixar os diretórios com o conteúdo do iPhone, mas ainda há trabalho a ser feito, a fim de acessar estes arquivos".

O FBI conseguiu desbloquear o iPhone 5c com ajuda da Cellebrite em março, mas ainda existem alguns pequenos detalhes no processo. De acordo com uma informação revelada recentemente, apenas o modelo 5c pode ser desbloqueado graças às medidas de segurança adotadas pela Apple nos últimos modelos.

Enquanto a Apple tem sido muito pró-criptografia desde revendo as medidas de segurança do iOS em 2015 , a empresa também reconheceu que há, provavelmente, nunca será um pontoquando um dispositivo é completamente unhackable.


Fonte: tudocelular.com/
 
 
 iPhone 7 poderá ter apenas 6 mm de espessura
Em março vimos as primeiras informações sobre a bateria do iPhone 7, sendo alegado um componente com capacidade máxima de 1.826 mAh, isso é 111 mAh extras comparado ao que é oferecido no iPhone 6s. Um aumento de 6,5% pode parecer muito pouco de uma geração para a outra, mas como foi informado anteriormente, Apple continua na sua ânsia em deixar o iPhone anoréxico.

Agora foi revelado pelo site Slashgear, a partir de um compilado de rumores recentes sobre o iPhone 7, que o novo smartphone da Apple deve ser lançado com medidas que vão entre 6 a 6,5 mm de espessura. O iPhone 6s conta com 7,1 mm, sendo considerado um smartphone bem fino, apesar de ligeiramente mais ‘gordinho’ que o iPhone 6, com medidas de 6,9 mm de espessura. Mesmo a empresa reduzindo as medidas consideravelmente, será possível aumentar a bateria graças a mudanças na estrutura do chipset Apple A10.

Os rumores sobre um iPhone 7 extremante fino não vem de hoje. No início do mês passado foi informado que Apple tinha planos de remover o conector padrão para fones de ouvido, isso daria liberdade para a fabricante enxugar ainda mais as medidas do aparelho. Mesmo sendo bastante fino, o smartphone ainda é cogitado a vir com sensor duplo para a câmera, além de contar com estabilização óptica de imagem e módulo fabricado pela Sony com capacidade máxima de 12 megapixels. O segundo cuidaria de aumentar o ângulo de visão ao estender o caminho que precisa ser percorrido pela luz, carregando a estabilização óptica de imagem, reduzindo os tremidos e ruídos, e zoom óptico, capaz de aproximar imagens em duas ou três vezes.

Parece que tudo indica para mudanças mais significativas no próximo iPhone. Será que os clientes da empresa fazem tanta questão de ter um smartphone com apenas 6 mm de espessura, ou seria melhor um mais espesso com bateria acima de 2.000 mAh?

Fonte: tudocelular.com/
 
 
 Microsoft publica roadmap do Windows 10
O Windows 10 Anniversary Update deve ser lançado pela Microsoft em julho deste ano. A primeira grande atualização para o sistema operacional, codinome Threshold 2, foi lançada em novembro de 2015.

A Microsoft publicou recentemente no site Windows For Business uma página com roadmap do Windows 10. Entre os itens listados alguns recursos e funcionalidades que serão introduzidos com o Windows 10 Anniversary Update

Roadmap do Windows 10
De acordo com a Microsoft, a página com o roadmap do Windows 10 lista recursos e funcionalidades que já estão disponíveis, em testes via Windows Insider Program e em desenvolvimento.

Entre os recursos e funcionalidades já disponíveis, a página lista o BitLocker, Device Guard, Credential Guard, Windows Hello, modo Continuum para smartphones e mais.

A lista com recursos e funcionalidades já em testes via Windows Insider Program inclui itens como o suporte para extensões no navegador Microsoft Edge e autenticação multifatorial para sites e aplicativos.

Já a lista de recursos e funcionalidades em desenvolvimento inclui itens como Windows Defender Advanced Threat Protection, integração entre a Cortana e a Central de Ações e o uso do smartphones para desbloquear o PC.

Fonte: http://noticias.r7.com/
 
 
 Todoist anuncia lançamento oficial do seu aplicativo universal para Windows 10
Depois de passar algum tempo em testes de prévia, o Todoist anunciou que oficialmente lançará seu app para Windows 10 hoje, 5 de abril. O conhecido serviço de gerenciamento de tarefa deu a notícia no Twitter.
O Todoist lançou seu preview para Windows 10 originalmente em 2015, e já era um app muito eficaz no momento. A empresa também lançou o preview no Windows 10 Mobile em meados de fevereiro, e também parecia polido do mesmo modo.
Em todo o caso, se você perdeu o período de pré-visualização do aplicativo, você terá sua primeira chance de verificar a liberação completa do Todoist. Curiosamente, a empresa parece que vai manter a visualização ainda ativa, para aqueles que buscam ser os primeiros a testar as próximas novas funcionalidades (mas não sem contar com a possibilidade de encontrar alguns bugs, como de praxe).
Com Todoist você pode:
- Facilmente adicionar, visualizar e gerenciar suas tarefas do seu celular, tablet, desktop, navegador, caixa de emails e muito mais - inclusive, pode fazer tudo offline!
- Mantenha-se em dia com os seus deadlines mais importantes criando tarefas com datas recorrentes como ""todo primeiro dia do mês”
- Colabore sem interrupções em projetos compartilhados - facilmente delegando tarefas e compartilhando atualizações com colegas de trabalho, família e amigos
- Adicione comentários, faça o upload de arquivos e receba notificações instantâneas do progresso em projetos compartilhados de modo que você sempre esteja por dentro do que está acontecendo
- Organize-se com subtarefas, níveis de prioridade, subprojetos e códigos coloridos de projetos
Traga seus projetos mais importantes para Todoist Premium:
- Receba lembretes automáticos das suas tarefas via notificações push, email ou mensagens de texto SMS baseadas em sua localização ou no dia e em hora em que precisa executá-las
- Organize-se ainda mais com anotações em tarefas, etiquetas e filtros poderosos
- Faça o upload de arquivos, grave mensagens de voz e anexe fotos às suas tarefas diretamente do seu computador ou celular
O app está disponível gratuitamente no link abaixo, e ocupa espaço de 11,84mb.
Todoist: To-Do List and Task Manager:
https://www.microsoft.com/pt-br/store/apps/todoist-to-do-list-and-task-manager/9nblggh1rl1k
 
 
 Como limpar dados de localização do Windows 10 e desligar o dedo duro
Para ajudar a manter sua privacidade, a Microsoft permite que o usuário desative o recurso de localização no Windows 10. Além disso, é possível dar permissão para apenas alguns aplicativos acessar ou desativar essa informação em um mapa. Dessa forma, você mantém o controle de quais recursos estão utilizando sua localização, como navegadores, redes sociais e mapas online e sites, nas configurações do sistema. Saiba como desligar o 'dedo duro' e limpar o seu histórico de localização em PCs com Windows 10.

Passo 1. Clique no menu iniciar do Windows e selecione “Configurações”;
Passo 2. Na janela que abrir no computador, selecione “Privacidade”;
Passo 3. Clique em “Localização” no menu da esquerda e para desativar o recurso selecione a chave logo abaixo de “localização”, na parte direita da tela. Note que quando desligada, mostrará a palavra “Desativado”. Para ativar, basta clicar na chave novamente;
Passo 4. Para alterar os ajustes de localização em aplicativos específicos, role a tela e veja quais itens acessam essa ferramenta. Clicando na chave, ative e desative o que preferir. A mudança é salva automaticamente;
<b>Como limpar o histórico de localização do Windows 10</b>
Nesta mesma tela é possível limpar o histórico de localização do Windows 10, caso prefira excluir os dados já captados. Confirme em “Limpar” e quando o procedimento acabar, você verá um ícone de “check”.
Repita o procedimento quando precisar e desative recursos que você acha melhor para sua privacidade.
 
 
 Personalize e edite a tela inicial do seu Windows 10 com o app Win Screens
Tornar seus próprios dispositivos ainda mais personalizáveis é o desejo de praticamente todos os usuários. O Windows 10 Mobile chegou com algumas novidades neste sentido, incluindo a possibilidade de tornar os live tiles mais transparentes, por exemplo. Mas se você quer dar uma nova cara ao seu dispositivo com Windows 10, seja ele móvel ou PC, o Win Screens poderá ajudá-lo. O aplicativo foi desenvolvido para a plataforma universal da Microsoft e permite que o usuário modifique a tela inicial do sistema e a lockscreen com imagens predefinidas ou mesmo criadas pelo próprio usuário. As edições podem ser feitas para incluir mensagens, ícones e vários outros itens.
Através do Win Screens, você também pode editar papéis de parede com efeito blur, aquele conhecido borrão, e aproveitar sua tela de bloqueio com informações ou comandos práticos, como inserir notas. Também, o app permite que você utilize imagens diárias do Bing, que são sempre desejadas por muitos dos usuários da plataforma. A edição dos papéis de parede também pode ser feita utilizando várias outras ferramentas, como iluminação, escala de cinza, rotação, saturação, gamma e opacidade.  O Win Screens é um aplicativo bastante prático e fácil de utilizar, com uma interface amigável e limpa tanto na versão para dispositivos móveis quanto para PCs. O app está disponível gratuitamente na Windows Store para devices com Windows 10 ou Windows 10 Mobile.
 
 
 Usuários poderão fazer downgrade do Windows 10 mobile para o Windows Phone 8.1 indefinidamente
Embora que inicialmente se acreditasse que a Microsoft iria seguir a estratégia da Apple e não ofereceria a possibilidade de retornar ao sistema operacional anterior, por questões de segurança, aconteceu o contrário. Recentemente, a Microsoft informou que os usuários poderão fazer downgrade do Windows 10 mobile para o Windows Phone 8.1 indefinidamente.
Se você é um dos poucos sortudos que recebeu a atualização OTA para atualizar seu smartphone para Windows 10 mobile, aproveite as novas funcionalidades do sistema operacional. Caso contrário, se você não está gostando, um membro da equipe da engenharia do Windows Insider confirmou no Twitter que os usuários poderão fazer downgrade e ainda terao essa opção de retornar para o sistema operacional anterior.
Considerando que o Windows 10 mobile ainda está sendo polido para oferecer uma funcionalidade completa e estável, é interessante oferecer aos usuários que possam efetuar downgrade do Windows 10 Mobile para o Windows Phone 8.1. Assim, a empresa poderá obter mais usuários ao novo sistema operacional, pois não haverá a preocupação em ficar preso a um sistema operacional que possa acabar não gostando.
Se você já está usando o Windows 10 Mobile e não está gostando, faça o downgrade pelo nosso tutorial, para o Windows Phone 8.1.
 
 
 Como formatar um computador com Windows 10
No Windows 10 é muito mais fácil formatar o computador, pois não tem a necessidade de baixar toda a plataforma novamente. Fazendo isso, é possível resolver inúmeros problemas, como travamento, erros e até vírus que você não consegue tirar do seu PC. Esse procedimento reinstala o software, deixando como se fosse novo.
Importante ressaltar que você precisa salvar todos os seus arquivos, pois todos os programas e arquivos serão deletados do computador.
A função de restauração pode ser encontrada nas configurações do seu computador.
Agora, siga nosso tutorial:

Passo 1: Clique no botão iniciar, que se localiza no canto esquerdo da tela e selecione “Configurações”.
Passo 2: Escolha a opção de “Atualização e Segurança” na janela que será exibida, conforme a imagem logo abaixo.
Passo 3: No menu à esquerda clique em “Recuperação”.
Passo 4: Selecione o botão “Introdução” na categoria “Restaurar o PC”.
Passo 5: Selecione “Remover tudo” para fazer a formatação completa.
Passo 6: Aguarde.
Passo 7: Leia a imagem a seguir em que são listados todos os programas que serão removidos e clique em “Avançar”.
Passo 8: Agora, clique em “Restaurar”. Depois desse passo, não será possível desfazer as alterações, e vai ser iniciada a formação do computador com Windows 10.

O computador será reiniciado e a reinstalação do Windows 10 irá começar. É estritamente necessário manter a máquina ligada até o fim do processo e caso seja um notebook, mantenha com a bateria ligada na tomada. Qualquer interrupção pode gerar erros no sistema.
O procedimento de formatação é completamente automático e o usuário só precisa esperar. Quando finalizar, o computador estará como novo e será necessário preencher informações básicas de acesso, como a senha da rede, criar um código de acesso e adicionar idioma e fuso horário.
Pronto! Viu como foi fácil? Caso esse procedimento não tenha resolvido seu problema, será necessária uma instalação limpa. Para isso, você precisa baixar o Windows 10.
 
 
 Whatsapp recebe atualização que corrige bugs no Windows 10 Mobile e no Android
m dia após anunciar a criptografia de ponta a ponta, o Whatsapp lançou uma nova atualização para o aplicativo do sistema WIndows 10 Mobile. Aparentemente, trata-se de pequenas correções de bugs, já que a versão saltou apenas da 2.16.10 para a 2.16.2. No entanto, pelo que os usuários estão reportando, a pequena correção melhorou o modo como o aplicativo trata a escala de texto. E uma boa melhora, já que muitos usuários estão reparando e comunicando a mudança.
No Android, o aplicativo também foi atualizado para uma nova versão, também publicada no dia 6 de abril. A versão 2.16.16 também não aparenta grandes modificações, apenas algumas correções de bugs, estabilidade e performance. Alguns dispositivos ainda podem estar recebendo versões mais antigas, já que o sistema operacional do robozinho apresenta muitas variações.
Ainda na versão de Android, assim como no iOS, os usuários agora podem receber e enviar textos formatados com negrito, itálico e riscado. Novamente, tudo depende da versão do sistema instalado. Quem quer testar, basta enviar a palavra que deseja formatar da seguinte maneira:
- Negrito: colocar entre asteriscos. Exemplo: *negrito* ficará negrito.
- Itálico: colocar entre underline. Exemplo: _itálico_ sai itálico.
- Riscado: colocar entre dois tils. Exemplo: ~riscado~ vai ficar riscado.
A formatação deverá funcionar em qualquer dispositivo que receber o texto formatado. No entanto, dispositivos Android aparentemente não formatam mensagens enviadas, apenas as recebidas.
Lembrando, ainda, que o Whatsapp segue bloqueado no Brasil, mas funciona por liminar, mantida nesta quarta-feira (6) pelo Tribunal de Justiça de São Paulo. O caso começou em dezembro do ano passado, quando foi determinado pela Justiça que o mensageiro deveria ter as atividades suspensas no país por descumprimento de ordem judicial, mesmo após a aplicação de uma multa. O serviço chegou a parar por algumas horas, mas foi liberado por liminar. Ainda assim, houve novas tentativas de suspender o WhatsApp no Brasil, seguido pelo episódio da prisão de executivo do Facebook, que serviu apenas para a empresa responder que "Não vamos mudar nosso produto no Brasil". O processo segue em segredo.
 
 
 Como desativar a notificação de fone de ouvido no Windows 10
Usuários do Windows 10 estão enfrentando com experiências desagradáveis com som: notificações ao conectar um fone de ouvido no PC. Isso acontece porque os aplicativos que controlam o driver de áudio, como o Realtek HD, exibem banners constantes e alertas sonoros cada vez que um acessório é inserido ou desconectado. Entretanto, é possível resolver esse problema de maneira simples e rápida, determinando o tipo de notificação que deseja receber ou não, eliminando-as completamente. Confira o tutorial.
Via Configurações do Windows 10

Passo 1. Abra as configurações do Windows 10 no Menu Iniciar;
Passo 2. Na janela que aparece, clique em “Sistema”;
Passo 3. Depois em “Notificações e ações”;
Passo 4. Deslize a tela até que o programa que controla o som do seu computador apareça. Nesso caso, trata-se do “Gerenciador de áudio HD Realtek”. Se estiver duplicado, repita os procedimentos a seguir duas vezes;
Passo 5. Se quiser desativar totalmente a notificação, apenas desligue a chave à direita do programa;
Passo 6. Se quiser personalizar a notificação toque sobre o nome do aplicativo;
Passo 7. Para ter apenas notificações sonoras, desative a opção “Mostrar barras de notificação”. Se preferir ter apenas o alerta em banner, desative “Emitir um som quando uma notificação chegar”.
Agora você já sabe como desativar ou minimizar os incômodos da notificação de fone de ouvido do Windows 10.

Via controlador Realtek HD
Passo 1. Abra o painel de controle e toque sobre “Hardware e sons”;
Passo 2. Clique no aplicativo de controle de som do PC. Nesso caso, “Gerenciador de áudio HD Realtek”;
Passo 3. No aplicativo que se abre, toque sobre o “i” localizado na parte inferior da tela;
Passo 4. Uma pequena janela será aberta. Desmarque a opção “Exibir ícone na área de notificação” e em “OK”;
Passo 5. Na guia “Microfone”, toque sobre o ícone da pasta acima da palavra “Analógico”;
Passo 6. Desmarque a opção “Ativar o diálogo pop-up quando o dispositivo for conectado” na janela que aparece;
Passo 7. Toque em OK para finalizar.
Agora você já sabe como desativar via controlador de áudio. Essa opção tende a funcionar em outras versões do Windows, mas tome cuidado para não desativar nenhum controle além do citado.
 
 
 
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