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 Moda afro no centro de SP ou na internet, a negritude ganha força fashion
As ruas do centro da cidade de São Paulo estão mais coloridas. Os estampadíssimos tecidos africanos têm ganhado espaço no comércio popular graças ao aumento de vendedores destes artigos, em sua maioria imigrantes do Senegal, Angola e Moçambique.

Bastante tímidos e desconfiados, eles não gostam de muita conversa. Uma parte está no país legalmente, com o visto de turista, mas outra entrou de forma ilegal pela fronteira do Acre. "A mídia fala bastante da crise de refugiados na Europa, mas o mesmo está acontecendo aqui. Muito africano está morrendo no Acre de febre amarela e de fome", lamenta a senegalesa Adji Ba, 41, dona de uma das barracas que ficam na região da Praça da República.

Já acostumada com os brasileiros neste ano e meio que está no país, ela conta que veio para cá em "busca de uma vida melhor". Para isso, os panos que vende por cerca de R$ 20 o metro são comprados em uma espécie de cooperativa organizada por imigrantes. "A gente junta um pessoal e importamos todos juntos", explica.

Além dos tecidos, peças como camisas, vestidos e batas também estão disponíveis. Há dois anos no Brasil, o senegalês Cheikh Cieye, 27, diz, em português mais aprimorado, que os itens são costurados por eles mesmos. "Meu irmão me dá o tecido e eu faço tudo", diz. Em outros casos, eles mandam os tecidos importados para confecções já conhecidas, que fazem camisetas que podem custar desde R$ 50 até R$ 80.

O copari, como o senegalês chama o chapéu muçulmano, também é um item bastante procurado, tanto por motivos estéticos quanto religiosos. "O pessoal do candomblé também usa", fala Cheikh. Porém, o item favorito dos brasileiros, de acordo com os vendedores, são os tecidos com estampas étnicas, que podem ser usados para decoração e como acessório.

Na internet
O estilo afro não está ganhando força apenas com a presença dos imigrantes no centro das cidades. Lojas online estão conquistando clientela ao atender uma demanda até pouco tempo esquecida: uma moda inclusiva que atenda o corpo da afro-descendente. "É um nicho de mercado", diz Ana Paula Xongani, 27, dona da marca que recebe seu sobrenome. "Como sabemos que vivemos em um país racista, a gente não via itens que contemplassem o nosso corpo".


Fonte: mulher.uol.com.br/
 
 
 
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