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 Biólogos alertam para consequências gravíssimas no Rio Doce
Segundo especialistas, a mortandade visível é só o começo de uma série de danos ao ecossistema da região.

Na foz do Rio Doce, o maior risco é que a lama quebre a cadeia alimentar das espécies.
A presença de urubus já é um triste sinal de tem bicho morto nas praias de ondas marrons. Boiando no rio de lama, caídos na areia suja.

Os técnicos recolhem tudo para exame. Enquanto isso, os biólogos alertam que a mortandade visível é apenas uma ''pontinha do iceberg''. O problema maior, e de mais longo prazo, é a extinção de plâncton e outros micro-organismos que formam a base da cadeia alimentar - principalmente na foz do Rio Doce, reduto de reprodução de animais aquáticos.

“Afetando o plâncton, vai estar afetando quem diretamente? As larvas e peixes que nascem, que se alimentam desses plânctons. Essas larvas sevrem de alimento para peixes um pouco maiores, que servem de alimentação pra todas espécies de peixes carnívoras, pra quase todas a aves que se alimentam de peixes e depois cobras, lontras, ariranhas, jacarés. Até chegar na onça”, conta Paulo Ceccarelli.

Paulo Ceccarelli é analista ambiental do CEPTA, Centro de Pesquisa de Biodiversidade Continental e do Instituo Chico Mendes. Ele diz que nem precisa fazer testes para comprovar a presença da lama nos igarapés que formam o manguezal.

Paulo mostra uma prova irrefutável da presença de rejeitos de mineração: a lama marrom que deixa resíduos depositados na margem.

Além do estuário, está o mar. A equipe do Jornal Nacional foi exatamente à barra do Rio Doce, na foz, onde o rio marrom muda a cor do Atlântico. E essa é uma das grandes preocupações dos ambientalistas: descobrir como o oceano vai reagir ao mar de lama.

“É difícil prever, porque depende de movimento de maré, de onda, de vento e do próprio sedimento. Quanto mais ele adentrar o mar, melhor pra essa vida aqui”, diz Carlos Sangália, vice-presidente do Comitê da Bacia do Rio Doce.
O Tamar, programa de conservação de tartarugas marinhas, declarou que a média de desova nas praias ao sul e ao norte da foz do Rio Doce caiu de 40 pra menos de 20 por dia. Outras mudanças irão acontecer. Mas quais serão as consequências dessas alterações? Quanto tempo elas vão durar? Por enquanto, só a natureza e o tempo têm as respostas.

Fonte: http://g1.globo.com/
 
 
 
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