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 Levy compara nota do Brasil a rebaixamento no futebol
‘Sempre é possível voltar para a divisão que você acha que pertence’, diz.
Ministro minimizou consequências de possível novo corte na nota do país.

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, recorreu ao futebol nesta quinta-feira (10) para comentar o iminente rebaixamento do Brasil e perda de grau de investimento por uma segunda agência de classificação de risco.

“A questão do rebaixamento é reflexo da realidade. É que nem campeonato de futebol, se você não se reorganiza, você não consegue ter união e o resultado é sério”, disse. “Evidentemente depois você tem que trabalhar e tentar voltar. Sempre se é possível voltar para a divisão que acha que você pertence”, completou Levy, que participou de almoço anual de confraternização dos dirigentes de bancos (Febraban), em São Paulo.

O ministro é torcedor do Botafogo - time que garantiu o retorno à Série A em 2016, após o rebaixamento que levou o clube a disputar este ano a Série B do campeonato brasileiro.
Na véspera, a agência Moody's deixou o país mais perto de perder o selo de bom pagador ao colocar o rating "Baa3" em revisão para rebaixamento.
Questionado se a Fazenda já avalia como certa a perda do grau de investimento por uma segunda agência internacional, o ministro não respondeu, dizendo apenas que “o governo não está achando que é normal ter isso [rebaixamento]”.
Levy minimizou, porém, as consequências de um eventual novo corte da nota do Brasil, destacando que a maior parte da dívida brasileira é doméstica.
“Nossa dívida externa, que é aquela que tem o rating, é relativamente pequena. É uma proporção de 1 quinze avos das nossas reservas internacionais. Então, obviamente, não há risco de a gente não poder ou não querer pagar essa dívida”, disse.
O ministro reconheceu, entretanto, que a dívida doméstica do país vem crescendo a um ritmo “desconfortável”, o que “aponta para importância de fazer uma série de reformas para permitir o Brasil ter tranquilidade e voltar a crescer”.

Disciplina e imaginação
Em sua fala para os dirigentes de bancos, Levy classificou o ano de 2015 como "atípico" e procurou passar uma mensagem de otimismo, mesmo diante dos “muitos desafios” que se impõem para 2016 como a necessidade de uma reforma na Previdência.

Segundo o ministro, o país precisa tanto de disciplina como de imaginação para enfrentar os problemas. “Imaginação é ter ideias originais para alcançar objetivos. É um negócio que dói à beça”, disse.

“Como que a gente não pode se organizar? Como que a gente não pode estabelecer bases para em vez de estarmos discutindo downgrades, estarmos discutindo upgrades? Como que o Brasil não pode ser um país A?”, questionou.

Perguntado mais tarde, em entrevista, sobre o fracasso do governo no cumprimento das metas lançadas ao longo do ano e o impacto disso na confiança dos agentes econômicos, Levy disse que os indicadores têm sido afetados sobretudo por fatores de natureza política e que “as sementes do crescimento” já foram colocadas ao longo de 2015.

“Na medida que houver clareza, em que a gente não procure resolver as coisas com fantasia, mas estudar cenários, ver realmente o que precisa ser feito, se unir e superar evidentes divergências que possam haver, acho que a gente consegue superar os desafios de agora e estar crescendo”, completou.

Pagamento de pedaladas
Levy disse ainda que o governo deverá apresentar nos próximos dias um plano para o pagamento das chamadas pedaladas fiscais. Na véspera, o Tribunal de Contas da União (TCU) fixou o prazo de 30 dias para que o governo apresente um cronograma de pagamento de valores devidos a bancos públicos.
"O Congresso já deu um espaço fiscal para a gente tratar dessas situações. Estamos organizando as coisas dentro das melhores práticas", disse.
Atraso no ajuste afeta inflação, diz Tombini
Também presente no evento, o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, disse que o atraso no ajuste e reequilíbrio das contas públicas contribuiu para postergar a convergência da inflação rumo ao centro da meta.

Fonte: g1.globo.com
 
 
 
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