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 Laudo definirá futuro da Florêncio de Abreu e Estação Catedral
Prefeitura tem prazo até final de março para provar que estação não vai causar danos à igreja

O futuro da Estação Catedral e da rua Florêncio de Abreu, no ponto em frente à Catedral Metropolitana de São Sebastião, no Centro de Ribeirão Preto, será decidido até o final de março. Esse é o prazo para que um laudo sobre as vibrações causadas pelo trânsito, em especial a circulação de ônibus, seja finalizado.

A análise servirá de base para as futuras ações da igreja católica, Transerp, Ministério Público, Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico) e as 22 entidades reunidas na Ferp (Fórum das Entidades de Ribeirão Preto), protagonistas do embate envolvendo as obras das plataformas de embarque na Catedral.

Em 20 de outubro, esse laudo foi exigido pelo Condephaat para liberar a Estação Catedral. A empresa responsável por realizar o estudo, entretanto, deve ser contratada apenas esta semana – e terá um prazo de até 45 dias para entregar o estudo.

O laudo ganhou ainda mais importância na última sexta-feira. O vereador Rodrigo Simões (PP), acompanhado do pároco Francisco Jaber Zanardo Moussa, conhecido como padre Chico, e do engenheiro Cantídio Maganini, representante da Ferp, foi a São Paulo e ouviu, dos técnicos do Condephaat que, sem o laudo, qualquer obra na Praça das Bandeiras está proibida, conforme informou o A Cidade na edição de ontem.

Caso o estudo mostre que as vibrações do trânsito são prejudiciais à Catedral, o promotor de Justiça Ramon Lopes Neto diz que pretende entrar com ação civil pública para proibir veículos de trafegarem neste trecho.

Laudos
A Transerp espera que o laudo repita o que foi verificado em 2013 pela empresa Falcão Bauer, contratada pela própria igreja para verificar as condições estruturais da Catedral.

Foram feitas medições em cinco pontos do prédio em quatro horários diferentes - inclusive de pico no trânsito -, sem que fosse constatado dano à Catedral. Apesar disso, o relatório diz ser “desejável evitar fontes de vibração excessiva”.

É com base nessa ressalva que a Ferp e a igreja criticam não apenas a nova estação, mas a continuidade do tráfego de ônibus.

‘Coringa’ entra na mira do MP
Considerada a carta na manga da prefeitura para conseguir a liberação da Estação Catedral, a troca da pavimentação das ruas ao entorno da igreja entrou na mira do Ministério Público.

O promotor Ramon Lopes Neto quer que o Palácio Rio Branco comprove que a obra, por si só, não causará danos à estrutura da igreja.

A secretaria de obras incluiu, no PAC da Mobilidade, a retirada de cerca de 50 cm do asfalto de aproximadamente 6,4 mil m² de ruas próximas a igreja.

O objetivo é reforçar a estrutura com concreto armado, já que o asfalto atual está sob o chão de paralelepípedos - que, por ser mais flexível, é mais propício a vibrações.

“Afirmo com toda a segurança, que essa obra irá diminuir ao máximo qualquer vibração existente”, diz Abranche Abdo, secretário de Obras. A licitação será encerrada em 19 de fevereiro.

A diretoria da Transerp considera a troca de asfalto um trunfo se o laudo de vibrações que for contratado apontar danos à Catedral - outro estudo seria feito, agora com o novo pavimento.

Especialistas pedem preservação
Para o professor de arquitetura e urbanismo Domingos Guimarães, especialista em patrimônio histórico, “os problemas da Catedral são bem visíveis”.

Ele ressalta a importância histórica e cultural do prédio para o município, como as pinturas do artista Benedito Calixto em seu interior - boa parte delas sofrendo com rachaduras.

“A Catedral deve receber a mesma atenção que o Theatro Pedro II e o Hotel Palace, faz parte da identidade da população”, afirma.

Para o professor, se for necessário, o trânsito deve ser evitado no local. “O centro histórico de cidades como Outro Preto e Diamantina, por exemplo, é preservado com essa medida”, explica.

Presidente da AEAARP (Associação de Engenharia e Arquitetura de Ribeirão Preto), João Paulo Figueiredo cobra também investimentos dos órgãos públicos.

“O tombamento dos locais históricos está sendo no sentido de vir ao chão mesmo. É necessário preservar, mas mantendo suas características e acessível à população”, diz.

Fonte: Jornal A Cidade.
 
 
 
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