bloguei
  Eu blogo, tu blogas, ele bloga, nós blogamos e todos dão opinião.
bloguei Ribeirão Preto Dicas, Notícias e Muito mais...
 
 Eles querem medalhas
Todos os anos, olimpíadas de ciências engajam estudantes do Brasil em diferentes áreas da ciência – uma maneira divertida e eficaz de envolver os jovens em disciplinas como matemática e física, entre outras.

Das muitas iniciativas que estimulam o contato de estudantes com a ciência, talvez possamos colocar as olimpíadas científicas entre as mais importantes e divertidas. Matemática, história, neurociência: no Brasil e no mundo, esses eventos cobrem as mais diversas áreas de pesquisa para despertar, desde cedo, o interesse de jovens de escolas públicas e privadas pelo conhecimento científico. Não raro, revelam entre os estudantes um talento especial para esta ou aquela área da ciência – um exemplo recente foi a performance da equipe brasileira na IX Olimpíada Internacional de Astronomia e Astrofísica (IOAA, na sigla em inglês). Em agosto, o grupo voltou da Indonésia, que sediou a competição, com quatro menções honrosas.

A IOAA é uma competição de astronomia que reúne alunos do ensino médio com até 21 anos. Após resolver exercícios sobre temas como a astronomia do Sistema Solar, os participantes investigam o céu com a ajuda de grandes telescópios e avaliam os dados colhidos por esses equipamentos, em tarefas que incluem identificar a localização de corpos celestes específicos.

Acostumada a retornar da competição com prêmios na mochila, a delegação brasileira comemorou duplamente as menções honrosas, já que, segundo o astrônomo Gustavo Rojas, pesquisador da Universidade Federal de São Carlos e um dos líderes da equipe, a disputa deste ano foi mais difícil do que as anteriores. “As menções honrosas vieram como prova de que nossos alunos são destaque na competição: mesmo com um nível mais elevado das provas, não nos decepcionaram”, conta Rojas. “Alguns países que geralmente fazem bonito na Olimpíada não se saíram tão bem desta vez devido à maior dificuldade dos exercícios”, completa. O Brasil terminou a competição no 20º lugar entre os 41 países participantes.

 
Olimpíadas no Brasil
Todos os anos, olimpíadas científicas movem centenas de milhares de estudantes brasileiros, de escolas públicas e privadas. Além de participar de eventos internacionais, os estudantes tomam parte nas muitas competições realizadas em âmbito nacional, estadual ou municipal. Este movimento não é novo – a Olimpíada Paulista de Matemática, uma das mais antigas, foi criada em 1977 –, mas parece estar ganhando cada vez mais força por aqui. O portal Olimpíadas Científicas, organizado por estudantes de graduação, lista 26 competições principais. No entanto, é difícil mapear com precisão todas as iniciativas.

Uma das mais conhecidas é a Olimpíada Brasileira de Matemática, organizada pelo Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada, em que alunos a partir do 6º ano do ensino fundamental tentam resolver problemas criativos que cubram as áreas de álgebra, geometria, análise combinatória e teoria dos números. Para preparar os 500 mil estudantes que se inscrevem todos os anos, a revista Eureka distribui nas escolas participantes material de auxílio aos alunos, com exercícios e provas anteriores corrigidas.

“Nosso objetivo é aliar a matemática a temas do cotidiano, estimulando um ensino menos burocrático, como o que geralmente se vê nas escolas”, aposta Carlos Gustavo Moreira, coordenador do evento. “Não queremos repetição de fórmulas e nem memorização de ‘macetes’ – a ideia é fazer o aluno pensar”.
 

Pensar fora da caixa
Para o neurocientista Alfred Sholl, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, o maior mérito deste tipo de competição é incentivar a curiosidade científica além dos conteúdos curriculares. “As olimpíadas querem criar o interesse pela descoberta, tratando de uma ciência que não é vista em sala de aula”, afirma. “Por isso, as provas dessas competições geralmente são práticas ou possuem problemas criativos, que abordem temas estimulantes”, explica.

Sholl é coordenador nacional e um dos criadores da Olimpíada Brasileira de Neurociência, cuja primeira edição foi realizada  em 2013. A competição aborda conteúdos interdisciplinares, que tratam de temas nem sempre estudados na escola – nas provas, os alunos devem, por exemplo, descrever as partes do cérebro responsáveis pela linguagem e comunicação. Para o neurocientista, o grande desafio de se criar comitês olímpicos sobre ciência no Brasil é a falta de investimento. “O que existe é um grande interesse e esforço por parte de professores e pesquisadores, que esbarra com o pouco recurso financeiro oferecido para tirar do papel projetos como esses”, aponta.


Fonte: cienciahoje.uol.com.br/
 
 
 
posts bloguei Posts
Setembro de 2010 5  postagens    
Fevereiro de 2011 5  postagens    
Março de 2011 26  postagens    
Maio de 2011 19  postagens    
Julho de 2011 11  postagens    
Agosto de 2011 11  postagens    
Janeiro de 2012 19  postagens    
Julho de 2012 8  postagens    
Outubro de 2012 1  postagens    
Novembro de 2012 8  postagens    
Maio de 2013 4  postagens    
Junho de 2013 16  postagens    
Outubro de 2013 1  postagens    
Novembro de 2013 1  postagens    
Dezembro de 2013 1  postagens    
Janeiro de 2014 4  postagens    
Junho de 2014 9  postagens    
Agosto de 2014 1  postagens    
Setembro de 2014 1  postagens    
Novembro de 2014 1  postagens    
Dezembro de 2014 5  postagens    
Janeiro de 2015 7  postagens    
Fevereiro de 2015 36  postagens    
Março de 2015 19  postagens    
Abril de 2015 17  postagens    
Maio de 2015 29  postagens    
Junho de 2015 16  postagens    
Julho de 2015 44  postagens    
Agosto de 2015 73  postagens    
Setembro de 2015 214  postagens    
Outubro de 2015 238  postagens    
Novembro de 2015 198  postagens    
Dezembro de 2015 125  postagens    
Janeiro de 2016 70  postagens    
Fevereiro de 2016 125  postagens    
Março de 2016 126  postagens    
Abril de 2016 28  postagens    
Junho de 2016 1  postagens    
Todos os Posts
Categorias
0
Cemitérios
Cidades
Ciência
Cultura e Lazer
Dicas
Economia
Educação
Esporte
Gastronomia
Iphone
Meio Ambiente
Moda
Mundo
Natureza
Notícias
Parques
Planeta Bizarro
Política
Prefeituras
Saúde
Tecnologia
windows 10
 
Untitled Document