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 Ribeirão Preto tem 30 mil vivendo em ocupações irregulares, diz Prefeitura
Número de invasores cresceu 50% desde janeiro e favelas já chegam a 50.
Casa Civil diz que 18 assentamentos foram regularizados no governo atual.

O aumento das ocupações irregulares em áreas públicas tem sido motivo de preocupação para a Prefeitura de Ribeirão Preto (SP). Segundo estimativa do secretário da Casa Civil, Layr Luchesi Junior, cerca de 30 mil pessoas vivem atualmente em terrenos invadidos: crescimento de 50% em oito meses.
Em janeiro desse ano, em entrevista à reportagem da EPTV, Luchesi Junior afirmou que 20 mil moravam em 40 núcleos de favelas em Ribeirão. Nesta terça-feira (29), o secretário disse calcular que total de assentamentos em áreas invadidas já chegue a 50.

“Nós temos um projeto de habitação popular. Nós, há um bom tempo, estamos trabalhando para a erradicação das favelas. Só que, com as proximidades do período eleitoral, cresce o período de invasões”, afirmou o secretário, destacando que entre os invasores foram relacionados inclusive estrangeiros.
Uma das comunidades mais recentes foi erguida há cinco meses em uma área que pertence à Secretaria de Patrimônio do governo federal, no bairro Jóquei Clube. Uma das 60 famílias que vivem no local é a do borracheiro Francisco de Assis dos Santos Paiva, que está desempregado.
Paiva contou que decidiu se mudar para a favela porque não tinha condições de continuar pagando R$ 700 de aluguel em uma casa no bairro Vila Mariana. “A gente está aqui por necessidade. Não é um mar de rosas, mas, pelo menos, meus dois filhos e minha esposa não estão pegando nem chuva, nem sol”, disse.

Dentro da lei
O secretário da Casa Civil de Ribeirão explicou que 18 assentamentos foram regularizados desde o início do atual governo, como a instituição do Jardim Progresso. Desde 2009, cerca de 10 mil já deixaram áreas ocupadas e passaram a morar em casas e apartamentos populares.
“A gente entende a necessidade de as pessoas terem moradia, mas também temos que entender que a Prefeitura precisa manter suas propriedades para a cidade crescer de maneira organizada”, afirmou.
O secretário destacou também que as famílias interessadas em casas populares devem seguir os procedimentos legais, como a inscrição na Cohab-RP. “As novas ocupações não conseguem burlar a barreira estipulada pela lei. Não dá para a pessoa invadir uma terra, esperando uma casa. Isso não acontece e não vai acontecer.”
 
 
 
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