bloguei
  Eu blogo, tu blogas, ele bloga, nós blogamos e todos dão opinião.
bloguei Ribeirão Preto Dicas, Notícias e Muito mais...
 
 Neste século, judô é o esporte que mais deu medalhas olímpicas ao Brasil
Com nove conquistas, modalidade esportiva é a principal esperança de medalhas do país para os Jogos Olímpicos Rio 2016; vôlei de praia aparece em segundo lugar

A virada de século representou o início de uma nova fase no esporte olímpico brasileiro. Após deixar os Jogos Olímpicos de Sydney, em 2000, sem ter conquistado uma medalha de ouro sequer, as três edições seguintes registraram campanhas inéditas. Em Atenas 2004, o país levou cinco ouros, sua melhor marca até hoje. Já em Pequim 2008 e Londres 2012, o Time Brasil atingiu seus resultados mais expressivos no quesito total de medalhas: 15 e 17, respectivamente.

Para 2016, a expectativa do Comitê Olímpico do Brasil (COB) é ainda maior: conquistar 27 medalhas e terminar a competição entre os dez países mais bem classificados. Por isso, a entidade dividiu as modalidades esportivas em quatro subcategorias: vitais, que serão os carros-chefes no Rio; potenciais, devido ao seu histórico olímpico; contribuintes, nas quais o Brasil possui um único atleta com condições de trazer medalhas; e legado, cuja meta é o longo prazo.

Essa divisão feita pelo COB é baseada, sobretudo, nos resultados recentes. Tomando apenas os Jogos Olímpicos como referência, é possível identificar com clareza os esportes nos quais o Brasil deve ganhar mais medalhas.
Neste século, nenhum esporte conseguiu mais pódios do que o judô: nove. O vôlei de praia aparece logo atrás, com seis, seguido por vela e vôlei, ambos com cinco. Em uma comparação com as modalidades que mais deram medalhas ao Brasil na história das Olimpíadas, nota-se que praticamente 50% do total das conquistas do judô (19), líder dessa lista, vieram nas últimas três edições. Ou seja, o esporte apresentou uma grande evolução em termos de resultados.
O atletismo, por sua vez, vive situação oposta. Das 14 medalhas brasileiras nos Jogos, apenas duas foram obtidas no século 21. Isso significa que a modalidade, apesar de continuar sendo a terceira que mais deu conquistas ao país, ocupa apenas a oitava posição no levantamento que contabiliza somente os resultados de Atenas 2004, Pequim 2008 e Londres 2012.


Fonte: http://sportv.globo.com/
 
 
 Ministro do Esporte defende legado de consolidação da prática esportiva
George Hilton participou de conferência que definiu educação física como direito fundamental

A revisão da Carta Internacional de Educação Física, Atividade Física e Esporte foi aprovada nesta quarta-feira (11), em Paris, por todos os 195 estados-membros da Unesco (Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura). O Brasil foi representado pelo ministro do Esporte, George Hilton.

A Carta Internacional de Educação Física, Atividade Física e Esporte surgiu em 1978. Entretanto, o documento jamais havia sido revisado. O novo texto referendado pelos países recomenda aos governos que invistam no ensino da educação física nas escolas por considerar a prática desportiva um direito fundamental.

A sessão final da Comissão de Ciências Humanas e Sociais da 38ª Conferência-Geral da Unesco decidiu também criar o Dia do Esporte Universitário, a ser comemorado em 20 de setembro. 

Hilton lembrou que o Brasil está na reta final dos preparativos para sediar a próxima Olimpíada, na cidade do Rio de Janeiro. "É simbólico para nós, brasileiros, que este trabalho esteja sendo realizado justamente quando nosso país finaliza os preparativos para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016", afirmou.

"Mais do que o legado físico dos Jogos Rio 2016, queremos um legado cultural, de consolidação da prática esportiva. Esta revisão da Unesco demonstra, de maneira clara, universal, que o ensino de educação física nas escolas é fundamental para a construção de pátrias esportivas", acrescentou o ministro do Esporte.

O apoio brasileiro à renovação da Carta recebeu os cumprimentos de Hadidja Youssouff, presidente da Comissão de Ciências Humanas e Sociais da Unesco. À camaronesa, Hilton reiterou que o momento da atualização do documento coincide com a formulação do Sistema Nacional do Esporte, que deve chegar ao Congresso Nacional até o final do ano.

Fonte: Portal Brasil, com informações do Ministério do Esporte
 
 
 Campanha vai reforçar combate ao racismo no Esporte
Com a aproximação dos Jogos Olímpicos Rio 2016, governo prepara ação para combater a intolerância nos estádios, ginásios e quadras de esporte

A criação de um grupo de trabalho interministerial para combater o racismo foi tema debatido nesta terça-feira pelos ministros do Esporte, George Hilton; e das Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos, Nilma Lino. "Esse grupo trabalhará ações que envolvam a política de igualdade racial com o esporte, para  assim trabalharmos com uma grande ferramenta contra o racismo, contra a intolerância", disse George Hilton.

"Neste momento em que o País se afirma como sede do maior evento esportivo do mundo nada melhor do que ter as duas pastas trabalhando de maneira integrada para que a gente possa ecoar um grito contra todo tipo de racismo, todo tipo de intolerância e promover inclusão social, utilizando os estádios, ginásios, tatames, quadras", reforçou o ministro do Esporte.

Hilton afirmou que será editada uma portaria para definir as frentes de atuação do grupo, que contará com a participação de representantes da sociedade civil, dos clubes, das confederações, das instituições que trabalham com a promoção da Igualdade Racial.

Reitor da Faculdade Zumbi dos Palmares, José Vicente, participou da reunião. "Foi uma conversa que abriu horizontes importantes na tratativa desse tema do combate ao racismo no esporte, da tolerância. É necessário que o esporte se debruce sobre esse assunto, seja para prevenir ou pra reprimir quando esse tipo ocorrência acontecer. Nós temos procurado comunicar que a sociedade precisa sair da neutralidade, assim como entidades que estão relacionadas ao esporte, como confederações e clubes".

Segundo José Vicente, o País deve deixar um legado olímpico também no combate à discriminação racial.

Fonte: Portal Brasil, com informações do Ministério do Esporte
 
 
 Ciclismo de Ribeirão Preto domina 100km de Brasília e coloca três atletas no pódio
O ciclista Antoelson Dornelles, da equipe de ciclismo de Ribeirão Preto, venceu a 34ª edição dos 100 km de Brasília, que aconteceu no último domingo (1º), na capital federal. Além dele, outros dois ribeirão-pretanos subiram ao pódio: Rodrigo Nascimento em terceiro e Mário Veríssimo em quarto. A segunda colocação da prova foi de Elton Pedrozo, da Memorial/Santos e em quinto ficou Raphael Mesquita, da UFF.

Assim como na etapa da Copa América, também realizada em Brasília, a estratégia da equipe funcionou. Na fuga, Ribeirão Preto teve três ciclistas, levando vantagem sobre os outros competidores.

“Deu tudo certo na corrida. A gente seguiu à risca o que propomos, nos posicionamos bem e vencemos. Estou muito contente com a vitória, já que é uma prova importante no calendário nacional”, disse Dornelles.

A prova teve pontuação válida para o ranking nacional. Até o momento, Ribeirão Preto aparece na terceira posição, com 1310 pontos, atrás de São José dos Campos com 1595 e Taubaté, que lidera com 2083. Como a equipe joseense não foi para Brasília, existe uma possibilidade de o time ribeirão-pretano diminuir a distância na classificação geral.

O próximo compromisso da equipe é o Desafio Ciclístico de Salvador, que será realizado neste domingo, dia 8, na capital baiana. “Vamos para Salvador com pensamento positivo e tentar fazer o melhor para fechar o ano com chave de ouro”, afirma o campeão dos 100 km.

Depois, os ciclistas seguem se preparando para a etapa final da Copa América de Ciclismo, em Botucatu, no próximo dia 15. O cubano Michel Fernandez tem chances de título, já que está na terceira colocação, a sete pontos do líder.



Fonte: Prefeitura de Ribeirão Preto
 
 
 Empresas assinam acordo e comemoram dia histórico para o esporte brasileiro
Um dia histórico para o esporte brasileiro. Assim foi classificado o evento realizado nesta quarta-feira em São Paulo em celebração à assinatura de 20 empresas ao Pacto pelo Esporte.

O fato foi comemorado e exaltado pois, pela primeira vez no país, a iniciativa privada lançou mão de forma conjunta de um artifício para levar mais transparência a confederações, federações e clubes.

Por meio deste documento, as empresas que atuam no esporte almejam que o dinheiro investido em patrocínios e outros projetos seja melhor utilizado pelas entidades esportivas. Em outras palavas: elas exigirão práticas de gestão e governança mais eficazes como pré-requisito para estabelecer parcerias.

Com o pacto, imagina-se que escândalos como desvio de recursos e má utilização de dinheiro diminuam no âmbito esportivo, já que o cerco estará mais fechado.

- Não podemos mais correr o risco de nos associar a entidades ligadas a práticas de má gestão - falou Paulo Nigro, presidente da empresa farmacêutica Aché, durante o evento.

Uma das signatárias é o Banco do Brasil, que recentemente retirou (mas retomou depois) seu aporte à Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) após as denúncias de pagamentos indevidos de comissões durante a presidência de Ary Graça.

Nesta quarta-feira, representantes destas empresas e das entidades Atletas pelo Brasil e Instituto Ethos, que farão parte do corpo diretivo do Pacto pelo Esporte, se reuniram na capital paulista para o anúncio. Diversos ex-atletas, membros das empresas participantes e o ministro do Esporte, George Hilton, estiveram presentes.

- Hoje é um dia importantíssimo para o esporte. O incentivo ao esporte tem que ser mais do que uma política de estado, deve envolver todos os setores - disse o ministro em seu discurso.

Veja a lista das 20 empresas signatárias do Pacto pelo Esporte 
Aché 
Banco do Brasil 
Bradesco 
BRF 
Carrefour 
Centauro 
Coca Cola 
Construtora Passarelli 
Correios 
Decathlon 
Estácio 
EY 
Gol 
Itaú 
Johnson & Johnson 
McDonald's 
P&G 
Somos Educação 
TAM 
Vivo



Fonte: esportes.terra.com.br/
 
 
 Indígenas reivindicam reconhecimento como precursores de esportes olímpicos
Entre as 11 modalidades disputadas nos Jogos Mundiais dos Povos Indígenas (JMPI), em Palmas, capital do Tocantins, três são chamadas de "esportes ocidentais". É o caso da natação, atletismo e futebol de campo. Todas as outras são encaradas como "jogos nativos".

Alguns desses esportes nativos, no entanto, são disputados nos Jogos Olímpicos e conhecidos pelo público esportivo mundo afora. Os mais disseminados são canoagem, arco e flecha (tiro com arco) e arremesso de lança (lançamento de dardo).

Por que, então, da separação?

"Os esportes ocidentais dominaram o mundo, foi uma forma de globalização dos povos ocidentais, só que cada povo indígena tem seu esporte nativo", explica à reportagem Lucio Xavante, liderança do povo homônimo.

A prática do arco e flecha, canoagem e arremesso de lança, por exemplo, faz parte até hoje do cotidiano das comunidades indígenas. São esportes que aliam entretenimento à sobrevivência. Através deles, além de se divertirem, os povos originários se locomovem, caçam, pescam e guerreiam.

"Não sei se algum dia nós vamos ter o direito reconhecido dos esportes nativos dos povos indígenas, mas a gente tem que lutar por isso. Há várias modalidades que já existiam. A gente tem que buscar esse direito da autoria dos esportes nativos", conta Lucio Xavante ao UOL Esporte.

Nos Jogos Mundiais dos Povos Indígenas, o arco e flecha é o esporte mais badalado. Na prova da modalidade, os participantes têm direito a três tentativas. O alvo - moldado com o desenho de um peixe - fica a 10 metros de distância.

Etnias brasileiras como Karajá, Wai Wai e Javaé, além de representantes da Argentina, Guiana Francesa e Mongólia, participaram da prova. Para Olivier Auguste, guerreiro da etnia Kalinâ, da Guiana Francesa, o nível do arco e flecha é elevado.

"Estou impressionado com o nível dos meus irmãos, que estão usando diferentes tipos de arco e flecha. Sou o melhor na minha aldeia, e estou feliz por ver que vou competir com um nível mais alto do que o meu. Essa é a primeira vez que estou participando de uma competição mundial", disse Olivier.

Para o indígena Paulo Manoel, da etnia brasileira Wai Wai, do Pará, o importante da prova de arco e flecha é justamente a simbologia que a prática traz consigo. "É com isso que nós caçamos, precisamos dele para buscar nosso alimento e acertar um alvo traz muita alegria para nós. Estou feliz em participar desse momento junto com os parentes do Brasil e de povos de outros países", explicou Manoel. É este o significado de esporte nativo.

Tradição e Olimpíada
Alguns dos esportes nativos dos povos indígenas são modalidades indispensáveis nos Jogos Olímpicos. Afinal, quem imagina a Rio-16 sem o atual campeão mundial de canoagem, o brasileiro Isaquias Queiroz? Ele é natural de Ubaitaba, na Bahia, cujo significado em Tupi-Guarani é "cidade das canoas". Pura coincidência?

A canoagem de velocidade, especialidade de Isaquias, está presente na Olimpíada desde os Jogos de 1936, em Berlim. A modalidade slalom foi introduzida depois, em 1972, em Munique. Mas, como sugere o nome da cidade do maior canoísta brasileiro, cuja ocupação dos Tupis data do ano 1000, a canoagem já estava presente na vida dos povos originários muito antes de ser alçado à condição de esporte olímpico.

O tiro com arco - que se assemelha ao arco e flecha – apareceu pela primeira vez nos Jogos de 1990, em Paris. Mas a prática moderna da modalidade, com novos equipamentos e regras, foi inaugurada apenas em 1972, em Munique.

O lançamento de dardo (que é uma lança reta, ou seja, pode ser entendido como arremesso de lança) está presente no imaginário olímpico desde 700 antes de Cristo. O esporte fazia parte do pentatlo nos Jogos Olímpicos da Antiguidade e era disputado em duas modalidades: alvo e distância. Foi integrado à Olimpíada moderna em 1908, em Londres.

Além destes, outros esportes nativos presentes no JMPI se assemelham às modalidades olímpicas, como é o caso das lutas corporais, que lembram o wrestling, cuja prática também remonta aos Jogos Olímpicos da Antiguidade.

"A luta corporal é uma simbologia que nossos avós e tataravós relatavam milenarmente. Isso é uma história que vai passar de pai para filho", finaliza Lucio Xavante, sobre o esporte nativo de seu povo.



Fonte: olimpiadas.uol.com.br
 
 
 São Paulo terá mais de 34 horas de esporte na Virada Esportiva 2015
Prevista para acontecer no próximo final de semana (dias 24 e 25), a 9ª Virada Esportiva, organizada pela Prefeitura de São Paulo e também pela Secretaria de Esportes, Lazer e Recreação do município, promete não deixar o paulistano parado. E opções para isso não faltarão: no total, estão programadas mais de 34 horas de atividades físicas, clínicas e oficinas de esporte espalhadas por mais de 400 endereços. Cerca de dois mil eventos irão transformar São Paulo no maior centro esportivo do mundo.

A programação da Virada Esportiva 2015 estará dividida por grupos específicos de atividades: aquáticos, artes marciais, atletismo, clínicas e oficinas, corrida e caminhada, dança, digitais, esportes com bola, esportes de arremesso, esportes sobre rodas, exercícios aeróbicos, ginástica, modelismo, radicais de aventura, raquetes e tacos, recreativos, saúde/estética, simuladores, skate, tabuleiro/jogos de mesa, Terceira Idade e virada paraesportiva. O link completo da programação você pode acessar aqui: http://viradaesportiva.prefeitura.sp.gov.br/#programacao

A Virada trará para o público atividades mais tradicionais aos praticantes de modalidades esportivas, como futebol, vôlei, futsal, handebol, basquete, beisebol, futebol americano e rúgbi, entre outros. Mas também haverá espaço para modalidades bastante populares nas escolas, por exemplo, como a queimada, que está prevista para acontecer em três locais: CEE Rubens Pecce Lordello (dia 24, das 10h às 11h, na Av. Lins de Vasconcellos, 804); CE Raul Tabajara (dia 24, das 11h às 13h, na R. Anhanguera 484, Barra Funda) e Centro Esportivo Juscelino Kubitschek (dia 24, Rua Inácio Monteiro 55, Cidade Tiradentes).

O grupo de esportes radicais e de aventura também promete ser uma atração à parte na Virada Esportiva. O Centro Esportivo e de Lazer Tietê (Av. Santos Dumont, 843) receberá nos dias 24 e 25 atividades de bungee jump, entre 10 e 18h. No mesmo local, também irão acontecer atividades de asa delta, sábado e domingo.

A exemplo do que aconteceu em 2014, também haverá este ano a Virada Paraesportiva, com diversas atividades voltadas para atletas com deficiência física. Estão previstos eventos adaptados de bocha, futsal, basquete, tênis, judô, golfe, capoeira, vôlei e atletismo, além de uma palestra sobre audição.


Fonte: esportes.terra.com.br/
 
 
 Jóquei brasileiro é campeão em esporte tradicional britânico
Silvestre de Sousa, do Maranhão, teve 132 vitórias na temporada de turfe. Rainha Elizabeth II é presença garantida nas famosas corridas.

Um brasileiro do Maranhão é o novo campeão de uma das competições mais tradicionais e charmosas do Reino Unido.

No país das tradições, essa é uma das mais antigas e um prazer declarado da Rainha Elizabeth II, que monta, cria e torce. A monarca é presença garantida nas famosas corridas de Ascot, onde as mulheres se enfeitam e os jóqueis se exibem.
No turfe britânico, os melhores atletas e seus cavalos, são tratados como semi-deuses. O esporte, que injeta quase 4 bilhões de libras na economia todos os anos, só perde pro futebol em números de espectadores. E existem até dois canais de televisão dedicados exclusivamente às corridas.
Nos últimos anos, os locutores ingleses tiveram que aprender um novo nome: Silvestre de Sousa. E agora o brasileiro levantou o troféu de campeão. Um reconhecimento às 132 vitórias na temporada - bem mais do que o segundo colocado, que só ganhou 96. A conquista foi comemorada ao lado de quem mais importa: o filho, a mulher e a mãe.
“É muito orgulho. Quando eu penso na minha carreira, da onde eu comecei pra onde eu estou hoje, é uma história muito longa”, diz o jóquei Silvestre de Sousa.
História que começou no Maranhão, ao lado de nove irmãos. Silvestre só foi montar o primeiro cavalo de corrida aos 17, em São Paulo. Logo depois, veio o convite para treinar na Europa. A língua foi uma barreira, o frio, também. Mas Silvestre gosta de superar obstáculos. E a saga do jóquei que prefere montar cavalos azarões está apenas começando.
“Nunca desista dos seus sonhos. Quem sonha tem capacidade de chegar a qualquer lugar. Talvez eu nunca sonhei tão grande que nem onde eu estou hoje. Mas eu sempre sonhei em ser alguém”, afirma Silvestre.


Fonte: g1.globo.com
 
 
 Incentivo para o esporte paralímpico
Acontece até Domingo, 25, a Copa CAIXA Loterias de Futebol de 5 - Série A, no Rio de Janeiro. Diversas equipes estaduais estão disputando a principal competição brasileira da modalidade, entre elas, a Associação Gaúcha de Futsal para Cegos - AGAFUC/RS, que tem no seu time o medalhista de ouro, Emerson de Carvalho (foto). O paratleta, que é patrocinado pela marca Furukawa, é um exemplo de perseverança.

Com sua história de vida, Emerson, que já fez parte da equipe que conquistou o tricampeonato brasileiro nas Paralimpíadas de Londres/2012 e conquistou as taças da Copa Cidade de Saitama e do Torneio de Yokohama, no Japão em 2013, objetiva servir de motivação para outras pessoas com necessidades especiais para que se envolvam com a prática esportiva. 

"Sempre sonhei com uma medalha olímpica e este sonho foi realizado. Temos que perseverar e nunca desistir, mesmo enfrentando momentos muito difíceis", diz o paratleta. “Com meu exemplo busco motivar outras pessoas como eu a encontrar no esporte de alto nível mais alegria de viver, fazendo novos amigos e abrindo cada vez mais portas para as grandes oportunidades”, acrescenta ele.

Emerson destaca que, sem o apoio de patrocinadores que contribuem desde o período de preparação para as competições, seria difícil a sua permanência no esporte de alto rendimento. Por isso, ele pede que as empresas, a exemplo da Furukawa, invistam mais em paratletas. “O esporte para nós é mais que o simples competir, é o modo mais incrível de podermos estar incluídos socialmente”, finaliza.

SERVIÇO: 
Para saber mais sobre a Copa CAIXA Loterias de Futebol de 5 - Série A, acesse: http://cbdv.org.br/evento/copa-caixa-loterias-de-futebol-de-5-serie-0


Fonte: noticias.r7.com/
 
 
 Ciclistas de Ribeirão Preto vencem etapa da Copa São Paulo e se aproximam do título
A etapa de Gavião Peixoto da Copa São Paulo de Ciclismo aproximou ainda mais os ciclistas João Henrique Scaranti e Gabriela Martins, da Equipe de Ribeirão Preto do título da temporada. Liderando as categorias juvenil feminina (até 16 anos) e infanto-juvenil masculino (até 14 anos), a dupla não decepcionou e venceu mais uma prova do campeonato. Com o resultado, Scaranti soma sua sexta medalha de ouro no ano, enquanto Gabriela chega a sua quarta.

“Eles estão cada vez mais próximos de serem campeões. É claro que temos que manter o foco para as outras etapas, mas as chances de títulos são enormes. A Gabriela, inclusive, vai para o tricampeonato consecutivo”, disse o técnico das categorias de base da Equipe de Ciclismo de Ribeirão Preto, Fernando Bassanezi.

Ainda na prova de Gavião Peixoto, a Equipe de Ribeirão Preto subiu ao pódio mais quatro vezes. Na categoria júnior masculino (até 18 anos), o quarto lugar foi de Filipe Tetslaff e o quinto de Vítor Tavares. Já na juvenil masculino (até 16 anos), João Pedro Rossi ficou com o bronze e Luiz Guilherme Tempesta conquistou a quarta posição.

“Nossos atletas foram guerreiros. Conseguiram superar um circuito muito duro, que tinha uma subida de 12% de inclinação, além do forte calor que fez na cidade. Eles nos ajudaram a somar mais pontos no ranking geral da Copa”, afirma Bassanezi. A penúltima etapa da Copa São Paulo acontece no próximo domingo (25), em Brodowski. A largada está prevista para as 9h, na Avenida Rebouças.


Fonte: Prefeitura de Ribeirão Preto
 
 
 Skate na Base Projeto da PMJP usa o esporte como ferramenta de inclusão social
Mais do que andar sobre rodas, o skate também é um estilo de vida. Seja pelo jeito de se vestir ou pela forma de se comunicar, é fácil identificar quem é adepto do esporte das manobras radicais. Mas o que pouca gente sabe é que o skate também vem sendo usado em João Pessoa como instrumento de promoção da cidadania e inclusão social.

Essa é a aposta da Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP), que por meio da Secretaria de Juventude, Esporte e Recreação (Sejer), desenvolve o projeto ‘Skate na Base’ para cerca de 100 crianças da cidade. São aulas gratuitas funcionando em quatro polos – Praça da Juventude, no Bairro das Indústrias; Praça do Coqueiral, em Mangabeira; Praça da Amizade, no Rangel; e no Centro de Treinamento Ivan Tomaz, no Valentina Figueiredo.

Para participar, a garotada precisa apresentar declaração comprovando um bom desempenho escolar e termo de responsabilidade concedido pelos pais ou responsáveis. “Trabalhar lado esportivo é importante, mas a responsabilidade social é o que move o projeto”, afirma Jason Alexander, coordenador de Esportes Radicais da Sejer.

Em pouco mais de três meses de atividade, o projeto tem avançado nos dois aspectos e já começa a colher os primeiros frutos. Para o esporte, despontam futuros campeões. Para a sociedade, bons cidadãos, como se vislumbra nos garotos Jan Carlos Romão, 12 anos, e José Almir Feitosa, 14 anos.

“É uma oportunidade que a gente tem de aprender um esporte diferente e fazer novas amizades”, afirma Jan, que divide um dos skates cedidos pela Sejer para as aulas no projeto com o colega José Almir.

“Se não tivesse a praça e o projeto, talvez estivéssemos na rua jogando bola como fazíamos antes. Hoje não me arrependo de trocar o futebol pelo skate, e mesmo que não se torne um atleta profissional no futuro, as lições que se aprendem, os amigos que fiz, e tudo que estamos vivenciando já valem a pena”, afirma José Almir.

Promessas sobre quatro rodas – Na mesma praça, o jovem Stephannio Antas, 15 anos, desponta como uma promessa no skate. As aulas no projeto são levadas tão a sério que ele não pensa duas vezes quando perguntado sobre qual carreira seguir no futuro. “Skatista”, diz com firmeza. “É meu sonho. Pode está longe de se concretizar, mas acredito que estou no caminho certo”, concluiu.

Mas é na Praça do Coqueiral, no bairro de Mangabeira, que o ‘Skate na Base’ guarda a sua maior jóia. Treinando sob os olhares do professor Carlos Eduardo (Dudu) e do pai Jair Bezerra, Jailton Silva, 15 anos, impressiona nas manobras radicais. Campeão do circuito das praças em 2012, o jovem atleta ver no projeto a possibilidade de aprimorar a técnica para disputar competições futuras.

“Cara, esse é o esporte que eu amo e seria muito bacana viver do skate. Já faz quatro anos que pratico, e vejo que consegui evoluir muito desde que o professor me convidou para fazer parte do projeto”, afirma o jovem atleta.

Orgulhoso do filho, Jair Bezerra valoriza o caráter social do Skate na Base que, segundo ele, possui a fórmula ideal. “Esporte com foco nos estudos. É como falo sempre pra ele: se quiser levar o skate a sério, precisa levar os estudos também a sério, assim terá sempre o meu apoio”.

Quebrando paradigmas – O skate chegou ao Brasil por volta da década de 70, teve grande ascensão a partir das décadas de 80 e 90, quando tomou conta dos grandes centros urbanos, local em que nasceu também o preconceito em torno da figura do skatista, comparado até mesmo com marginais.

Quem comprova essa realidade são dois dos professores do Skate na Base que enfrentaram o preconceito como adversário quando eram atletas. “Diziam que era coisa pra quem não liga para os estudos, para família, entre outras coisas. Mas o importante é que a coisa mudou. Hoje os pais deixam os filhos no projeto e veem como o skate é uma família”, afirma Márcio Alexandre, professor do núcleo que funciona na Praça da Juventude, no Bairro das Indústrias.

Uma das primeiras lições que se aprende no skate é levantar quando cair. O ensinamento encorajador não deixa dúvidas: é um esporte de superação e para quem tem atitude, seja para erguer troféus ou para vencer na vida.

“O skate é responsável por tudo que sou hoje. Como atleta tive a oportunidade de viajar o país inteiro. Passar essa experiência para a molecada é algo que não tem preço. Skate na Base resume bem a importância desse esporte na vida de uma criança ou adolescente”, disse Carlos Eduardo (Dudu), professor do núcleo da Praça do Coqueiral, em Mangabeira.

Programação do Projeto Skate na Base:

Praça da Juventude (Bairro das Indústrias)

Aulas – Terças, quintas e sextas, das 15h 30 às 17h

Professor Márco Alexandre

Praça do Coqueiral (Mangabeira)

Aulas – Terças e quintas, das 17h às 19h

Professor Carlos Eduardo (Dudu)

Praça da Amizade (Rangel)

Aulas – Segundas, quartas e sextas, das 15h às 17h

Professor Jonharly Geninho

Centro de Treinamento Ivan Tomaz (Valentina)

Aulas – Quintas e sextas, das 14 às 17h

Professora Luana Barros




Fonte: joaopessoa.pb.gov.br
 
 
 Ciclista de Ribeirão Preto é prata na última etapa do Paulista de Resistência
O ciclista  Michel Fernandez, da Equipe de Ciclismo de Ribeirão Preto, conquistou o segundo lugar na etapa de Boituva do Campeonato Paulista de Resistência, realizada na última segunda-feira (12). O campeão da prova foi Márcio Biagi, de Suzano.

A quarta e última fase do Paulista aconteceu no Portal Castelo Branco – Condomínio Industrial Guerino. Os ciclistas percorreram 11 voltas em um circuito de 5,7 quilômetros, totalizando 62,7 km.

O equilíbrio na prova foi marcante do início ao fim e a definição do vencedor foi apenas no sprint final. Com a medalha de prata, Fernandez somou 12 pontos na classificação geral e terminou o campeonato na sexta colocação. O título paulista ficou com Lauro César Chaman, da equipe Memorial/Santos.

Agora, a Equipe de Ribeirão Preto foca a preparação para a segunda etapa da Copa América de Ciclismo, que será em Brasília, no dia 25 de outubro. Michel Fernandez, que esteve na etapa de São Paulo, deve fazer parte do time que vai à capital nacional.

Fonte: ribeiraopretoonline.com.br
 
 
 Ribeirão Preto receberá a Quinta Corrida Kids no final deste mês
A 5ª edição da Corrida Kids em Ribeirão Preto acontecerá no dia 31 de outubro, às 9h.

As crianças entre 2 e 12 anos poderão participar do evento que será realizado pela academia Wellness Sport Club, no campo de futebol da UNAERP (Universidade de Ribeirão Preto). O projeto tem como objetivo motivar o interesse das crianças pelo esporte.

O espaço será dividido em percursos de 50 a 200 metros, de acordo com a idade das crianças participantes. O local também contará com uma área de lazer, com brinquedos e oficinas de arte. “Buscamos também promover a interação social, oferecendo atividades que envolvem respeito, colaboração de equipe e contato com a arte”, explica Lucilene Timóteo, gerente técnica da Wellness e organizadora do evento.

O número de inscrições é limitado e custa R$ 55. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (16) 3965-2000.

Fonte: gcn.net.br/
 
 
 Esporte motiva crianças de BH e de SP que sonham em ser profissionais
São meninos e meninas super focados e dedicados aos esportes.
Muitos deixaram a família atrás do sonho de ser atleta profissional.

Seja treinando dribles com a bola ou braçadas largas na piscina tem uma criançada empenhada em virar atleta profissional quando crescer. Em Minas e São Paulo, meninos e meninas são super focados, dedicados, mas sem perder a ternura de criança, jamais.

O sonho de James de Almeida, que tem 15 anos, o fez viajar de Brasília até Santos, no litoral de São Paulo. Ele quer ser goleiro e depois de muitas peladas pelas ruas do bairro onde morava, finalmente ele foi visto por um olheiro.

Hoje, James vive sozinho no alojamento do Santos Futebol Clube. Sozinho, não, com outros 45 meninos, mas a 1.100 quilômetros de casa, do pai e da mãe.

Quando os meninos da vila contam suas histórias, elas vêm carregadas de sotaques do Brasil inteiro. Kaio Ramos veio de Recife e como tem só 13 anos, não pode ficar no alojamento, que só aceita quem tem 14 anos ou mais. Mas ele conseguiu um jeito de vir atrás do sonho. “Meu pai e minha mãe vieram para cá para cuidar de mim e abriram mão de tudo”, diz.

Ivonei Rabelo é de Rondonópolis, uma cidade em Mato Grosso, e está impressionado com a estrutura do centro de treinamento do Santos.

Caio Xavier não se esquece da emoção que sentiu quando recebeu a carta-convite para treinar no Santos e é para se emocionar mesmo. A concorrência é grande! Por isso, além do talento, para se manter por dentro é preciso dedicação e entrega.  E prestar bastante atenção no que diz o técnico.
“Não tem vaga definida. Aqui a gente sabe que mesmo os que estão no banco têm potencial para estar jogando de titular, então eles estão ali atrás querendo uma vaga. Se o titular bobear, o que está no banco vem e pega”, explica Gustavo Roma Feliciano, técnico do sub-13.

Humildade e responsabilidade de gente grande, isso tudo eles têm. E, por isso, muitas vezes é preciso abrir mão da diversão própria da idade para não se desviar do caminho do sucesso na carreira.

Mas não é só o esporte mais famoso no Brasil que tem fãs e atletas mirins tão esforçados. Em Belo Horizonte, confira no vídeo com a reportagem completa, a dedicação da garotada que curte uma piscina.

Fonte: g1.globo.com
 
 
 Onde está o problema do esporte no Brasil
Espaço Aberto: 'Onde está o problema do esporte no Brasil?'

As dificuldades enfrentadas no esporte refletem os nossos traços culturais como sociedade. No esporte fica clara a nossa falta de capacidade de pensar e agir coletivamente, realizar planejamentos de longo prazo, avaliar impacto e entender a função social do que fazemos.

Muitos de nós não compreendemos que nossa atuação profissional tem uma função social primordial e não se resume apenas em trabalhar para receber um salário. Se existem professores é porque precisamos de alguém para ajudar os alunos a entenderem o que realmente é fundamental na sua formação. Assim como os médicos que entendem o funcionamento do corpo e como estabilizá-lo quando algo o desequilibra. No esporte, a sua função social não é compreendida com tamanha clareza.

Por que queremos sediar os maiores eventos esportivos do mundo? Qual a razão em investir milhões de reais em patrocínios? Para que transmitir horas de competições e programas esportivos? Por que produzir tantos conteúdos sobre atividades esportivas? Será que tudo se resume só aos aspectos financeiros?

Então, por que ficar triste quando a seleção é eliminada na Copa do Mundo? Ou quando o Brasil está em 25º lugar no quadro de medalhas? Ou se seu time não está no G4?

É porque precisamos de inspiração para superar nossas barreiras diárias, necessitamos de ídolos que nos representem como nação, como time. Precisamos nos motivar a ter uma vida mais saudável e experimentar situações nos jogos e brincadeiras que nos permitirão assimilar valores fundamentais, que somente o esporte nos transmite. Esta é a função social do esporte, que muitas vezes passa despercebida.

O primeiro passo para alguma transformação neste cenário é conseguirmos ver oportunidade na dificuldade. A oportunidade está posta! Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016.

Acreditar que apenas o Estado Brasileiro ou qualquer outro segmento isoladamente é capaz de conduzir esta transformação é um erro. Muitas tentativas já fracassaram neste sentido. Para que esta oportunidade seja aproveitada, precisamos articular diversos setores para que cada um possa se enxergar neste cenário e entender seu papel de transformação. Por isso surgiu o Pacto do Rio. Uma iniciativa que pretende articular seis segmentos (Iniciativa Privada, Poder Público, Organismos Internacionais, ONG's, População e Academia) e criar um modelo de governança participativo, que permita a proposição coletiva de projetos de longo prazo, transparência total na sua execução, monitoramento constante e avaliação de impacto.

A partir dessa semana usaremos este espaço para falar sobre as iniciativas na área do esporte no âmbito do Pacto do Rio.


Fonte: esportes.terra.com.br/
 
 
 Ministério do Esporte vai regulamentar o pôquer no Brasil
São Paulo – O Ministério do Esporte criará um grupo de trabalho para regulamentar o pôquer como esporte no Brasil. A informação foi dada com exclusividade à EXAME.com pela Confederação Brasileira de Texas Hold’em (CBTH).

Com 4 milhões de praticantes no país, o esporte terá toda sua legislação analisada pelo ministério para ser reconhecida como esporte, assim como já é feito pela Federação Internacional dos Esportes da Mente (IMSA). 

A regulamentação é briga antiga das confederações nacionais para que o círculo competitivo ganhe o mesmo apoio e credibilidade que qualquer esporte tem no país, gere confiança em investidores e atraia novos atletas para a formação de uma liga profissional. Desde 2011 há diálogos entre CBTH e governo para a criação de uma legislação.

Em entrevista a EXAME.com, o presidente da CBTH, Igor Trafane Federal, comemorou a decisão. “O pôquer é uma atividade legal, mas precisa de um regulamento claro para crescer. Só assim poderemos atrair grandes empresas para investir”, afirma. “É algo que vai gerar receita para o governo, um plano de carreira ou regimento civil para os jogadores e dar suporte aos trabalhadores que ingressarem nesse segmento.”

Para o campeão mundial e principal nome do esporte no país, André Akkari, a regulamentação é um grande passo para que o pôquer seja aceito no Brasil como esporte. “Vai haver novos investimentos, mais mercado e jogadores”, afirma. “Agora, cabe à habilidade, ao conhecimento e inteligência daqueles que vão aprovar o regimento em fazer o melhor possível para o esporte.”

Processos parecidos de regulamentação já foram concluídos em países como Canadá, Espanha, França, Grécia, Itália, Noruega e Reino Unido. O grupo vai analisar as regras definidas nestes países, além de estudar também quais regras serão aplicadas para o jogo em plataformas online e ao vivo.

Ainda não há previsão de quando o processo termina.


Fonte: exame.abril.com.br/
 
 
 Pegada do Bem arrecada tênis para jovens corredores de Ribeirão Preto‏
A Pegada do Bem vem revelando o lado mais solidário dos corredores, no Brazil Run Series/Circuito de Corridas CAIXA. Criada para incentivar a prática do atletismo com a doação de tênis para jovens de regiões socialmente vulneráveis, a campanha tornou a mobilizar os atletas, durante a prova realizada em Ribeirão Preto, neste domingo (27). Um total de 58 pares de calçados foi arrecadado para o Clube de Atletismo de Serrana, o CAS.

O empenho de Abel Elias Rahal, professor da USP de Ribeirão Preto e idealizador do CAS, foi um dos fatores responsáveis pelo sucesso da campanha. Um dia antes da corrida, Abel fez questão de participar da entrega dos kits para pedir a ajuda de cada inscrito. Na manhã da prova, tirou fotos e agradeceu, pessoalmente, cada par recebido. E a estratégia deu certo. A gratidão e a satisfação estavam estampadas nos olhos do professor quando ele subiu ao palco, acompanhado por dois atletas do projeto, para receber os tênis arrecadados. 

"Fazemos do atletismo uma ferramenta para a educação e a inclusão social. Essa doação, com certeza, mudará a vida de nossas crianças e jovens, pois muitos não têm condição e treinam descalços na pista de pedriscos", afirmou.

Companhia Athletica premiada - Com 30 inscritos, a unidade da Companhia Athletica em Ribeirão Preto formou o maior pelotão de corredores da etapa local do Circuito CAIXA e foi a assessoria esportiva premiada na prova. "É gratificante receber esse reconhecimento. A corrida da CAIXA é uma das mais tradicionais da cidade e, por isso, ficamos felizes em ver que nossos alunos sempre participam. O novo trajeto também serviu como estímulo para essa presença, pois é importante encarar novos desafios sempre", salientou Eduardo Visentini, um dos coordenadores do Grupo de Corrida da Companhia Athletica.

Estreia com gosto de superação - Cruzar a linha de chegada em último lugar entre os atletas amadores não foi motivo para tirar o sorriso do rosto do auxiliar de Produção Junior Moreira e da técnica em Enfermagem Marineide Lourenço, participantes da etapa de Ribeirão Preto do Circuito CAIXA. A dupla, integrante do grupo Runner de Cravinhos, é mais um exemplo de superação e realização pessoal. Os dois decidiram encarar seus próprios limites e enfrentaram o trajeto de 10 km.

"Sou iniciante na corrida, mas resolvemos testar nosso limite e realizar um desejo da Marineide, que era fazer os 10 km. Ao avistarmos a chegada, após 1 hora e 28 minutos de prova, demos as mãos e atravessamos a faixa juntos. Terminamos mais felizes do que começamos, pois a superação é o maior prêmio", afirma Moreira. Marineide diz que sempre foi adepta da caminhada, mas seu sonho mesmo era praticar corrida de rua. "O trajeto da competição foi sensacional. Um pouco difícil nas subidas, mas é isso que o torna mais emocionante. Além disso, esse clima maravilhoso de Ribeirão Preto nos motivou bastante para irmos além do que esperávamos", ressalta.

Moreira passou, em 2012, por uma cirurgia no estômago. Incomodado com o peso elevado e preocupado com sua qualidade de vida, percebeu que era o momento de investir seu tempo em exercícios físicos. Ao lado da namorada, começou a frequentar a equipe Runner, criada em 2013, em Cravinhos, e que, atualmente, já conta com mais de 100 integrantes. Em novembro, o grupo realizará a 1ª corrida de rua da cidade, em uma ação social de conscientização pela prevenção ao câncer.

Doze anos de Brazil Run Series/Circuito CAIXA - Realizado desde 2004, o circuito conta com a chancela da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt), e passa por quatro das cinco regiões brasileiras. A competição já teve nove etapas neste ano, em Uberlândia (30/5), Goiânia (7/6), Salvador (28/6), Campo Grande (12/7), Fortaleza (2/8), Recife (9/8), Porto Alegre (30/8), Brasília (13/9) e Ribeirão Preto (27/9). Na sequência, vai a Curitiba (18/10), Belo Horizonte (15/11) e São Paulo (22/11). As 12 corridas somam pontos para o Ranking CBAt/CAIXA de corredores de rua. Os dez primeiros colocados no ranking, no masculino e no feminino, garantem o patrocínio da CAIXA para 2016.

O Circuito CAIXA é uma realização da HT Sports, com patrocínio da CAIXA Econômica Federal e co-patrocínio da Centauro. Em Ribeirão Preto, conta ainda com o apoio da Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto, Secretaria de Esportes e da Empresa de Trânsito e Transporte Urbano de Ribeirão Preto (Transerp), além da supervisão técnica da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) e Federação Paulista de Atletismo. 


Fonte: esporte.surgiu.com.br/
 
 
 Ciclista de Ribeirão Preto mantém liderança da Copa São Paulo
 A ciclista Gabriela Martins, das categorias de base da Equipe de Ciclismo de Ribeirão Preto conquistou o segundo lugar na etapa de Mococa da Copa São Paulo, realizada no último domingo (27). Com o resultado, a ribeirão-pretana mantém-se na liderança da categoria juvenil (até 16 anos), a três etapas do fim.

Além de Gabriela, Ribeirão Preto subiu ao pódio com outros três atletas. Na categoria júnior masculino (até 18 anos), Felipe Montana ficou na quarta colocação e Vitor Tavares foi o quinto.

Já na juvenil masculino (até 16 anos), João Pedro Rossi também foi o quinto colocado. “A prova deste domingo foi complicada. Estava muito calor, nossos atletas sentiram bastante, mas conseguimos pódios em todas as categorias que disputamos”, disse o técnico da equipe Fernando Bassanezi.

Os ciclistas disputam, já no próximo domingo (4), a nona etapa da Copa São Paulo, em Brodowski. 

Fernandez fica entre os 10 na Copa América

Também no último domingo, a equipe de elite de Ribeirão Preto disputou a primeira etapa da Copa América de Ciclismo, na Cidade Universitária (USP), em São Paulo.

O cubano Michel Fernandez foi o melhor do time na prova na oitava colocação, ficando apenas a 150 centésimos do líder Francisco Chamorro, argentino tricampeão da competição, que defende a equipe de São José dos Campos.

A próxima etapa da Copa América será na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, no dia 25 de outubro.

Fonte: Ribeirão Preto Online
 
 
 Ribeirão desiste dos Jogos Abertos
Justiça mantém proibição do uso de escolas e creches para alojar atletas

Acabou, de forma melancólica, a novela envolvendo Ribeirão Preto e a realização dos Jogos Abertos do Interior.

Faltando um pouco mais de um mês para o início da competição, o pedido de efeito suspensivo enviado para o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) foi indeferido mais uma vez, forçando a Secretaria de Esportes da cidade a desistir da organização da “Olimpíada Caipira”.

Com o imbróglio judicial iniciado por uma ação civil pública proferida pelo promotor Ramon Lopes Neto e confirmado pelo juiz da Vara da Infância e Juventude, Paulo César Gentile, Ribeirão não poderá utilizar escolas municipais e estaduais, e também creches, como alojamento para os mais de 20 mil atletas oriundos de 240 municípios.

Com isso, no dia 17, quinta-feira passada, o secretário de Esportes do Estado de São Paulo, Jean Madeira da Silva, já havia envia entrado em contato com a prefeita Dárcy Vera (PSD), por meio de um comunicado, “entendendo ser desaconselhável, por hora, a manutenção do município como sede dos 79º Jogos Abertos”.

“Recebi um ofício avisando que, se desrespeitarmos a ação, deveríamos pagar multa diária de R$ 50 mil. Já havia conversado com o Luchesi Júnior [secretário de Esportes de Ribeirão] e o deputado Campos Machado (PTB) sobre a possibilidade de transferir os Jogos para outra cidade, pois estávamos em cima da hora e, desde a semana passada, conseguimos com o prefeito Luiz Marinho, de São Bernardo do Campo, para não correr o risco de ficar brigando e buscando liminares e, com isso, emperrar ainda mais uma competição tão importante”, disse a prefeita Dárcy, durante entrevista coletiva nesta segunda-feira (21).

Assim, o Estado de São Paulo articulou com a Prefeitura de São Bernardo do Campo para antecipar a organização dos Jogos no Grande ABC, que aconteceria apenas no ano que vem. A expectativa, porém, é que o evento seja adiado, para que a cidade tenha condições de fazer as adequações finais, como alterar o calendário escolar estadual.

“As tratativas entre a Prefeitura de São Bernardo do Campo e o Estado de São Paulo já definiram a nossa cidade como a sede para os Jogos Abertos deste ano. A única pendência fica por conta da liberação das escolas estaduais para alojar os atletas. O parque esportivo, que seria utilizado na edição de 2016, não está 100% pronto, mas está em excelentes condições de receber as disputas”, comentou o secretário de Esportes de São Bernardo do Campo, José Alexandre Pena Devesa. Com a solução desta questão, os Jogos devem ser adiados para o dia 23 de novembro.

Autor da ação civil pública, o promotor Ramon Lopes Neto comemorou mais uma vitória do seu processo, garantindo que pensa exclusivamente na educação da população de Ribeirão Preto.

“A Justiça indeferiu os efeitos suspensivos dos agravos enviados pelo Estado e por Ribeirão Preto. O desembargador vai definir o julgamento nos próximos dias. Fiz e vou continuar fazendo a minha parte de defender a educação dos jovens ribeirão-pretanos”, declarou.


Fonte: jornalacidade.com.br
 
 
 Ministério prorroga prazo para Lei de Incentivo ao Esporte
Atletas, empresários e entidades interessadas em apoiar o esporte têm até 31 de outubro para apresentar propostas

O ministro do Esporte, George Hilton, assinou uma portaria que prolonga o prazo para a utilização de um dos programas que mais têm ajudado na evolução esportiva no País: a Lei de Incentivo ao Esporte (LIE). O prazo para apresentar projetos era até esta terça (15), mas foi prorrogado para 31 de outubro, aumentando a possibilidade de ingressar na LIE ainda este ano. O diretor do Departamento da Lei de Incentivo ao Esporte, Marcos Cesar Ponce Garcia, elogiou a postura do ministério. 

“O ministro George Hilton foi muito feliz ao estender o prazo para entrada dos projetos, já que neste ano passamos por uma prorrogação da própria lei, com a aprovação do PROFUT. O ministro pessoalmente conduziu a MP do Futebol, em que estava inserida a LIE”, resumiu.

Ponce Garcia ainda falou da importância da prorrogação para as entidades que estão conhecendo a Lei de Incentivo de forma mais aprofundada, por meio de seminários que o Ministério do Esporte vem realizando.

“Estou recebendo ligações sem parar justamente porque seria o último dia. São centenas de projetos entrando hoje. Agora, os proponentes que estavam com o projeto quase pronto, mas haviam desistido por conta do fim do prazo, poderão retomar o trabalho.”

Segundo o diretor, essa ampliação do período de envio de projetos poderá influenciar em um melhor resultado do Brasil nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016.

“A lei tem colaborado bastante com o êxito do esporte brasileiro. Os Jogos Pan-Americanos foram uma prova disso. Vários atletas começaram com a Lei de Incentivo. Temos entidades, confederações, clubes que a usam justamente para isso. Essa prorrogação dará mais um fôlego para que os atletas consigam estrutura ainda melhor”, concluiu ele.

Fonte: Ministério do Esporte
 
 
 Atleta de Ribeirão Preto vai ao Mundial do Chile
Mesa-tenista Heverton Guedes já está em Santiago

O mesa-tenista ribeirã-pretano Heverton Guedes embarcou nesta terça-feira (15) para Santiago, no Chile, onde defenderá a Seleção Brasileira que participará do Campeonato Mundial adulto da modalidade entre os dias 23 e 27 deste mês. Mesmo atuando pela equipe de Jundiaí, o atleta de 22 anos utilizou a estrutura da Recreativa de Ribeirão Preto, a Recra, para intensificar os treinamentos para a disputa desta temporada.

No Chile, Guedes passará os dias que antecedem as disputas enfrentando os principais mesa-tenistas do continente, para adquirir ritmo de jogo e como forma de ambientação para a competição. “Vou treinar com algumas seleções da América Latina para ganhar mais ritmo de competição e conhecer alguns dos adversários. Será uma boa chance de se preparar ainda mais para o torneio, pois serão os países que com certeza vão se destacar na competição”, afirmou, destacando a qualidade dos competidores argentinos, peruanos e chilenos.

“Hoje em dia, eles são referência no esporte e ter o contato direto com atletas deste nível será muito importante para desenvolver ainda mais minhas habilidades. Será uma grande experiência e espero colocá-las em prática”, disse.

O ribeirão-pretano garante que está preparado para conquistar bons resultados em Santiago e vislumbra fazer carreira no tênis de mesa. “Estou fazendo uma preparação muito intensa para o Mundial, que é o meu principal foco deste ano. Tenho me exigido muito para conseguir um bom resultado. Esse é o terceiro mundial consecutivo que disputo na vida, mas neste ano estou no meu auge, primeiro colocado do Estado e com uma expectativa muito boa. Estou trabalhando duro para marcar o nome no esporte”, afirmou.

Equipe do Brasil

Além de Heverton Guedes, a Seleção Brasileira masculina de tênis de mesa é composta por Massao Kohatsu e Thiago Monteiro. Na equipe feminina, o Brasil estará representado por Bruna Takahashi, Lígia Silva e Letícia Nakada.
 
 
 
Categorias
0
Cemitérios
Cidades
Ciência
Cultura e Lazer
Dicas
Economia
Educação
Esporte
Gastronomia
Iphone
Meio Ambiente
Moda
Mundo
Natureza
Notícias
Parques
Planeta Bizarro
Política
Prefeituras
Saúde
Tecnologia
windows 10
posts bloguei Posts
Setembro de 2010 5  postagens    
Fevereiro de 2011 5  postagens    
Março de 2011 26  postagens    
Maio de 2011 19  postagens    
Julho de 2011 11  postagens    
Agosto de 2011 11  postagens    
Janeiro de 2012 19  postagens    
Julho de 2012 8  postagens    
Outubro de 2012 1  postagens    
Novembro de 2012 8  postagens    
Maio de 2013 4  postagens    
Junho de 2013 16  postagens    
Outubro de 2013 1  postagens    
Novembro de 2013 1  postagens    
Dezembro de 2013 1  postagens    
Janeiro de 2014 4  postagens    
Junho de 2014 9  postagens    
Agosto de 2014 1  postagens    
Setembro de 2014 1  postagens    
Novembro de 2014 1  postagens    
Dezembro de 2014 5  postagens    
Janeiro de 2015 7  postagens    
Fevereiro de 2015 36  postagens    
Março de 2015 19  postagens    
Abril de 2015 17  postagens    
Maio de 2015 29  postagens    
Junho de 2015 16  postagens    
Julho de 2015 44  postagens    
Agosto de 2015 73  postagens    
Setembro de 2015 214  postagens    
Outubro de 2015 238  postagens    
Novembro de 2015 198  postagens    
Dezembro de 2015 125  postagens    
Janeiro de 2016 70  postagens    
Fevereiro de 2016 125  postagens    
Março de 2016 126  postagens    
Abril de 2016 28  postagens    
Junho de 2016 1  postagens    
Todos os Posts
 
Untitled Document