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 Quatro novos serviços de moda que vão fazer você repensar seu guarda-roupa
Impulsionado por jovens fashionistas e empreendores, novas formas de consumo começam a dar as caras em meio à crise econômica. De guarda-roupa compartilhado a aluguel de bolsas de grife, veja como aderir a essa nova onda

Novas formas de consumo de moda começam a ganhar espaço no Brasil. Projetos que estimulam troca, aluguel e compartilhamento de roupas e acessórios, assim como a compra de peças sob medida se tornaram a nova febre entre fashionistas e novos empreendedores. “O hiperconsumo está ultrapassado”, diz Giovanna Nader, do Projeto GAVETA.

De olho nisso, reunimos quatro serviços que você precisa conhecer – e explorar - diante desse novo cenário.
Projeto GAVETA
Sabe quando aquela amiga que tem o guarda-roupa dos sonhos diz não ter nada para vestir? Pois foi diante de uma cena como essa que as amigas Giovanna Nader e Raquel Vitti Lino decidiram criar o Projeto Gaveta, uma rede de troca de roupas e acessórios que acontece anualmente em São Paulo, mas tem planos de expansão.
A iniciativa foi inspirada na cultura dos brechós e das feiras de troca de Barcelona, cidade onde as duas se conheceram. “Diante da ‘reclamação’ da nossa colega, a Raquel sugeriu uma troca entre amigas e foi assim que o projeto surgiu”, conta Giovanna. “A ideia começou a crescer, assim como o número de pessoas interessadas. A primeira edição aberta rolou em 2013.” O próximo está marcado para o dia 28 de novembro, e vai acontecer no MIS (Museu da Imagem e do Som).

Há um mês, 200 pessoas se inscreveram para participar e entregaram nas mãos das idealizadoras 50 peças em perfeito estado, mas que já não usavam mais. Todos os itens foram avaliados e se transformaram em uma “moeda” interna, que será usada para as trocas. O que sobra é doado para instituições de caridade.
“A parte mais interessante do projeto é a curadoria das roupas, que precisam sempre carregar uma informação de moda”, explica. “O GAVETA virou um movimento de moda mais humana, de um estilo mais autêntico, para provar que não necessariamente as pessoas precisam seguir tendência. Estilo é uma forma de expressão.”
O sucesso das primeiras edições motivou as meninas a expandirem o projeto. Neste ano, além das trocas, ele contará com palestras sobre consumismo, barracas de brechós e marcas sustentáveis, workshop de customização, festival de fashion films e exposição de arte. “A nossa intenção é conseguir organizá-lo duas vezes ao ano e realizá-lo em mais uma capital, Belo Horizonte ou Rio de Janeiro.”
Serviço:
MIS (Museu de Imagem e do Som), em São Paulo
Sáb. (28), das 12h às 22h


House of Bubbles
Roupateca: é assim que as sócias e consultoras de estilo Daniela Ribeiro e Nathalia Roberto, ao lado do empresário Wolf Menke, definem o projeto recém-inaugurado em São Paulo. Esqueça a ideia de brechó, o espaço localizado em Pinheiros abriga um guarda-roupa compartilhado. “A gente queria algo sustentável e que não estivesse atrelado à venda de peças”, conta Daniela.

O acesso ao acervo construído de maneira colaborativa se dá por meio de uma assinatura. O plano permite tirar uma, três ou seis peças por R$ 100, R$200 e R$300, respectivamente. Cada associado pode ficar com cada item por no máximo dez dias. “Mas se o cliente quiser, ainda pode trocá-lo todos os dias. Nesse caso, um vira 30, três viram 90 e seis viram até 180 peças no mês”, explica.  Na hora da entrega, tudo o que for retirado precisa estar lavado e em perfeito estado. Por isso, a casa contempla também uma lavanderia self-service.

A princípio, a House of Bubbles trabalha com um limite de 50 assinantes. Mas a ideia é que esse grupo cresça, a medida que o closet se torne mais numeroso. Por isso, eles abrem espaço também para quem deseja contribuir com a seleção de roupas e para marcas parceiras, como Flavia Aranha, Kimonaria, Reserva e Insecta Shoes. Tudo para atender mulheres e homens dos mais variados tamanhos.

Serviço:
Rua Doutor Virgílio de Carvalho Pinto, 61 – Pinheiros
Seg. a sex., das 11h às 20h. Sáb., até às 17h

056
Neste caso, o que está em jogo é a praticidade. Depois de anos à frente de uma loja de roupas, Mônica Carvalho trocou a vitrine física pelo Instagram, e a sacolinha descartável por uma malinha. Nasceu assim a 056, que faz roupas sob medida e entrega na casa da cliente, sem custo de frete.

“Depois que a cliente identifica a peça que gostou, ela preenche um cadastro no site com o pedido”, explica Monica, que é também responsável pela criação e confecção de cada item. “Em seguida, preparo uma mala não só com aquilo que foi solicitado, mas também com algumas peças extras, que sugerem uma boa combinação.” Quem comprou tem até quatro dias para experimentar os produtos e devolver o que não deseja.

O diferencial fica por conta do atendimento personalizado. O delivery pode ser acompanhado de uma vendedora, que além de dar algumas lições de estilo, marca todos os ajustes necessários para a roupa cair como uma luva. Desta maneira, a empresária garante que consegue trabalhar com menos estoque – sem desperdício – e ajuda as consumidoras a se sentirem mais seguras ao comprar online.

O serviço costuma se concentrar na cidade de São Paulo e região. Encomendas feitas para fora dessa área são entregues via Sedex.

Serviço:
@zerocincomeia e zerocincomeia.com.br


BagMe
Já pensou em ter todo mês uma bolsa de grife diferente para usar? Essa expectativa virou realidade nas mãos das empresárias Luiza Nolasco e Elisa Melecchi, fundadoras da BagMe. Inspiradas no e-commerce norte-americano “Bag, Borrow or Steal”, elas criaram seu próprio brechó online, que tem como diferencial, além da compra e venda, o aluguel de bolsas luxuosas de segunda mão.

Chanel, Louis Vuitton, Prada, Gucci... O acervo é recheado de modelos grifados, sonho de consumo de muitas mulheres. E a locação se divide em três categorias: um final de semana, uma semana e um mês. “Para isso, fazemos um acordo de cobrança online, que nos garante receber o valor da bolsa integram, caso ela não seja entregue dentro do prazo estabelecido”, explica Elisa. “Esse preço total costuma ser 30% menor do que o da loja da marca, já o de aluguel varia entre R$ 70 e R$ 390, que é o caso de uma Chanel clássica.”
A autenticidade das peças é certificada pelas próprias idealizadoras, que se especializaram no assunto para garantir segurança às consumidoras.  E a entrega é feita no Brasil todo.

Serviço:
www.bagme.com.br



Fonte: http://revistamarieclaire.globo.com/
 
 
 Desenvolver lideranças está mais do que na moda
Prática não está relacionada apenas com chefes, mas inclui todos os colaboradores, que devem contar com a capacidade de influenciar

Não é tendência passageira: desenvolver capacidades de liderança dos funcionários é vital para preparar melhores profissionais e pessoas, acredita Ruy Shiozawa, presidente do Great Place to Work Brasil. Segundo ele, as companhias que encontram essa fórmula saem à frente e, junto com práticas como comunicação, mantêm um excelente ambiente para trabalhar.

Shiozawa destaca, no entanto, que o aprimoramento de líderes não transita apenas no âmbito dos gestores. "Vai além. É o desenvolvimento de pessoas com capacidade de influenciar e isso não é ensinado nas universidades", conta.

Na entrevista que segue, o executivo ressalta as práticas das Melhores Empresas para Trabalhar em TI, como elas gerenciam seus talentos e até o que podem aprender com o Google, que pelo sétimo ano consecutivo configura no topo do ranking.

Revista IT Forum - o que faz das empresas listadas no ranking As Melhores para Trabalhar em TI?

Ruy Shiozawa - Se pudéssemos resumir em um item, o que faz dessas empresas as melhores para trabalhar é como elas desenvolvem a liderança. Isso não está no campo do chefe, vai além: é o desenvolvimento de pessoas com capacidade de influenciar e isso não é ensinado nas universidades, que têm uma preocupação maior com a formação técnica. Fui por mais de 20 anos da área de TI, estudei na melhor escola de engenharia do Brasil e não tive nenhuma disciplina comportamental. Esse é o desafio e as melhores empresas perceberam que têm de preparar essas pessoas antes que elas virem gestores, apostando em ‘so skills’. A boa notícia é que essa preocupação não é tão complexa quanto parece, porque pode-se colocar em prática ações simples. A Radix, por exemplo, descobriu essa fórmula. Todos os dias, o presidente consome uma hora, do momento que chega à empresa até a sua sala, porque ele faz questão de andar pela companhia, conversar com os funcionários e mostrar o lado humano da organização. Quando ele faz isso, conhece as pessoas e passa a dar o exemplo, desenvolvendo lideranças. Esse mecanismo prepara melhores líderes para a empresa e para a sociedade.

Revista IT Forum - Já que você citou o desenvolvimento, uma das práticas consideradas essenciais em excelentes ambientes de trabalho, qual outra iniciativa as companhias estão mais empenhadas em conduzir neste ano?

Ruy Shiozawa - Falar e escutar, promovendo uma verdadeira proximidade com o funcionário. Isso leva à transparência. Esse item é vital nos tempos atuais, de crise financeira Esse cenário pode causar muitas dúvidas nos colaboradores, que se sentem receosos. Uma empresa que fala abertamente que está imaginando um ano difícil conquista a confiança e mantém a transparência. É importante saber que na hora que se compartilha, a organização tem mais aliados.

Revista IT Forum - Falar e escutar promove um feedback constante entre os times. Como você avalia esse quesito entre as melhores?

Ruy Shiozawa - A média geral das empresas premiadas é de 85% de satisfação, algo muito relacionado ao número de feedbacks que o funcionario recebeu. Quando o colaborador não tem nenhum feedback ao longo do ano, essa taxa cai para 69%. Quando a pessoa recebeu quatro ou mais feedbacks sobe para 90%. O feedback significa proximidade entre líder e funcionário e, como consequência, desenvolvimento. Suponhamos que alguém tem de ciência em espírito de equipe, o líder ajuda a desenvolver. Nos questionários do GPTW, os colaboradores citam que esperam mais comentários sobre seus trabalhos.


Fonte: http://itforum365.com.br/
 
 
 Museu Les Arts Décoratifs, em Paris, revisita 300 anos de moda
O museu Les Arts Décoratifs, em Paris, completa em 2016 30 anos de vida. Para comemorar, vai apresentar uma exposição que homenageia os 300 anos de história da moda, marcando a primeira vez que roupas serão exibidas no salão principal do museu, que já recebeu a coleção de carros antigos de Ralph Lauren e um desfile da marca francesa Berluti.

““Fashion Forward — Three Centuries of Fashion” traça a evolução da moda de 1715 até 2015, através de 300 peças que pertencem ao acervo de costumes do Les Arts Décoratifs, que soma mais de 150 mil itens que variam de tecidos antigos a roupas de alta-costura e prêt-à-porter, acessórios , desenhos, fotografias e arquivos de designers como Elsa Schiaparelli e Madeleine Vionnet.

A direção artística da exposição fica a cargo de Christopher Wheeldon, nomeado pelo Tony Awards como “Um Americano em Paris”. A cenografia é de Jérôme Kaplan, a direção criativa de Marc Ascoli e a curadoria de Pamela Golbin, que responde também pelas retrospectivas de Valentino (2008),  Hussein Chalayan(2011) e Louis Vuitton (2012).  A mostra ficará em cartaz entre os dias 07 de abril e 14 de agosto. Promete!

Fonte: glamurama.uol.com.br/
 
 
 Cearense é eleito melhor novo estilista de moda masculina do Canadá
Culturas de todos os locais do globo se encontram na maior cidade do Canadá, Toronto, que sedia uma das mais importantes fashion weeks do mundo. Em fevereiro deste ano, a cidade se tornava a oitava do mundo a promover uma semana dedicada exclusivamente à moda masculina.

Seguindo a diversidade cultural, profissionais de várias nacionalidades participaram da edição de estreia e desfilaram suas coleções na Toronto’s Official Men’s Fashion Week. Entre eles, ganhou destaque um nome saído de Quixeramobim que, no evento, dava seu primeiro grande passo. Foi então que o nome de João Paulo Guedes, do interior do Ceará, começou a ecoar pelo mundo.

Antes de desfilar coleções em grandes eventos, João Paulo teve que enfrentar as dificuldades de chegar a um novo país apenas com um sonho e malas na mão. Publicitário de formação, foi ao Canadá sem falar uma só palavra em inglês, a fim de estudar a língua, e dois anos se passaram até começar a seguir a ambição de se tornar estilista.

“Como não falava a língua, tive que fazer todo tipo de trabalho. Para ser sincero, limpei muito chão no início (risos). Trabalhava como zelador de um prédio super chique. Trabalhei também muito como garçom, até conseguir o visto permanente. Foi um grande aprendizado na minha vida. Após me estabilizar, comecei a procurar outros trabalhos e voltar a estudar”, lembra. Mesmo com as dificuldades, o cearense persistiu e cursou Fashion Design em uma das melhores escolas de Toronto, a George Brown College.

Primeiros passos como estilista
Em Fortaleza, João trabalhava como artista gráfico e analista de marketing para uma empresa de software. O ramo da moda sempre foi de seu interesse, mas até então se resumia apenas ao costume de assistir aos desfiles do Dragão Fashion Brasil. Ainda em terras alencarinas, chegou a desenhar roupas femininas para uma uma loja na qual trabalhou. Só no Canadá, porém, deu seus primeiros passos como estilista profissional.

Após o término do curso de Fashion Design foi selecionado em um projeto da província de Ontario, onde se encontra a cidade de Toronto, que oferece bolsas a estudantes locais para estagiar fora do país. Seu destino foi a Índia, conhecida pelo ramo têxtil, onde passou três meses trabalhando para grandes estilistas contemporâneos. O cearense foi aprendiz de um dos maiores nomes da moda indiana, Shantanu & Nikhil, e no país vivenciou as mais diversas experiências profissionais.

“Foram dois meses bem intensos, mas de muito aprendizado. Após acabar o meu estágio, viajei pelo país, para conhecer um pouco mais da cultura indiana, viajei de Norte a Sul. E o melhor de tudo foi a oportunidade que tive de criar os meus próprio tecidos e estampas, que acabei trazendo para o Canadá”. Na Índia, João reforçou sua identidade enquanto estilista, com criações carregadas de estampas exclusivas.

Destaque nas semanas de moda
De volta à Toronto, João Paulo desenvolveu uma coleção inspirada nas experiências vivenciadas na Índia. “Criei várias estampas baseadas nos templos indianos que visitei. Mas estava esperando o momento certo para apresentar esta coleção. Foi quando fui selecionado para competir na primeira Semana de Moda Masculina de Toronto como um novo estilista”, conta. Cinco estilistas do país foram selecionados para a competição, oportunidade para apresentar a nova coleção, que garantiu ao cearense o título de melhor novo estilista de moda masculina do Canadá.

Sua estreia no Brasil foi dentro de casa, no Dragão Fashion Brasil 2015. Convidado para desfilar sua coleção Outono/Inverno 15, foi o único estilista a apresentar uma coleção inteiramente masculina na edição do evento. Há dois anos no mercado da moda, João Paulo criou três coleções durante sua trajetória e vende suas peças em lojas do Canadá, além da loja virtual recém-inaugurada, na qual venderá também para os Estados Unidos.

“No início tudo é difícil, principalmente por ser uma marca nova no mercado, mas posso dizer que cresci bastante nestes últimos anos. Em 2015, o retorno financeiro foi bem maior”, revela. Além da marca autoral o estilista trabalha para a Canada Goose, uma das maiores produtoras de casacos de frio. O plano para 2016, porém, é dedicar-se a seu próprio negócio. Sua próxima coleção será lançada também na Semana de Moda Masculina de Toronto, em fevereiro do ano que vem.

“Acho que nesta vida você precisa trabalhar com algo que você goste, algo que você tenha uma grande paixão, independente da área, porque no final a recompensa aparece”, finaliza o estilista, de Quixeramobim para o mundo.

Fonte: cidadeverde.com
 
 
 Dez dicas para vender mais no varejo da moda
Os seis primeiros episódios tratam sobre as lojas fast fashion, termo que significa moda rápida em português e utilizado para designar a renovação constante das peças comercializadas no varejo de moda. Nos últimos anos, diversas lojas de departamento aderiram ao sistema fast fashion, inclusive no Brasil; Mas o conceito, que em geral implica um negócio bastante lucrativo e dinâmico, pois a troca de coleções é feita a cada 25 dias, não se aplica somente à grandes corporações; As quatro dicas restantes podem ser aplicadas para qualquer loja de roupas e acessórios, independente do público ao qual se destina

Agência Sebrae - O mundo da moda é muito dinâmico e o varejista que atua no segmento precisa estar sempre atento às novidades e tendências. Para ajudar os cerca de 800 mil pequenos negócios ligados ao varejo da moda no Brasil, o Sebrae elaborou dez dicas para os esses empresários que vendem roupas, calçados e acessórios. A nova temporada da série 10 dicas está disponível gratuitamente no canal do Youtube da instituição. 

Cada episódio traz, em cerca de dois minutos, informações-chave para os varejistas da moda conquistarem mercado e aumentarem a lucratividade. Os seis primeiros episódios tratam sobre as lojas fast fashion, termo que significa moda rápida em português e utilizado para designar a renovação constante das peças comercializadas no varejo de moda. Nos últimos anos, diversas lojas de departamento aderiram ao sistema fast fashion, inclusive no Brasil. Mas o conceito, que em geral implica um negócio bastante lucrativo e dinâmico, pois a troca de coleções é feita a cada 25 dias, não se aplica somente à grandes corporações. Micro e pequenas empresas têm investido nesse modelo como diferencial competitivo.

As quatro dicas restantes podem ser aplicadas para qualquer loja de roupas e acessórios, independente do público ao qual se destina. De forma didática, o Sebrae ensina como planejar uma vitrine, oferecer um bom mix de produtos e identificar nichos de mercado. “Estabelecer e investir em um nicho é uma forma de agregar valor no varejo de moda. Mas, antes, o empresário deve conhecer a fundo o gosto, o comportamento e o estilo do seu público-alvo”, ressalta a coordenadora nacional de Varejo da Moda do Sebrae, Wilsa Sette.

Veja as dez dicas:

1 – Entenda o conceito de fast fashion

O varejo padrão quer consolidar sua marca como criadora de tendências para o mercado consumidor, em que se oferece um produto de alta qualidade com preços um pouco acima da média. Já as fast fashions querem ser lembradas como marcas seguidoras das tendências da moda que estão em alta no momento. Priorizam a competitividade e reduzem os preços de seus produtos. Também trabalham com o conceito de minicoleções: em média a troca de produtos precisa ser feita a cada 25 dias. Para garantir que as peças sejam trocadas com rapidez, é importante ter várias opções de fornecedores e fazer compras com regularidade. O varejista precisa aliar preços competitivos, novidades que atraem a clientela e um pequeno estoque de peças.

2 – Esteja ciente das vantagens e desvantagens desse modelo de negócios

A principal vantagem das fast fashions é a variedade. A cada semana, o cliente encontra produtos novos na loja. Para isso, a reposição de peças precisa ser constante, até diária em algumas lojas. A ideia é vender ao máximo os produtos expostos na loja e liquidar rapidamente os que não tiveram saída. Porém, o modelo também tem suas desvantagens. Como o foco das fast fashions está na variedade, e não na quantidade, nem sempre será possível suprir as necessidades de todos os clientes. Portanto, observe bem o seu nicho e ofereça peças que vendam rapidamente. Fique atento: ao oferecer o que está na moda, é preciso ter muito cuidado com peças parecidas com as de grife. Verifique sempre os registros de produtos, marcas e modelos para não ter problemas legais.

3 - Conheça seus clientes

Uma loja fast fashion está sempre renovando suas coleções, de olho nas últimas tendências da moda. Portanto, se você trabalha com esse modelo, é fundamental conhecer seus clientes. Faça pesquisas de opinião para saber o que seus clientes procuram. Com uma simples entrevista, você pode descobrir se as peças estão sendo bem aceitas. A partir daí, defina requisitos para as próximas microcoleções. No ato da compra, registre informações sobre preferências de estilo, de cores, temas das estampas, medidas, entre outros detalhes. Com essas informações valiosíssimas em mãos, ofereça exatamente o que seus clientes buscam.

4 – Estreite o relacionamento com o fornecedor

Procure aqueles fornecedores que possuem canais de comunicação diretos com o varejista. Assim, os produtos serão entregues de forma correta e no tempo certo. Trabalhe com distribuidores que consigam dar respostas rápidas e flexíveis. O lead-time na produção dos artigos precisa ser reduzido, principalmente quando se trata de produtos que estão em tendência no momento. Faça uma análise minuciosa dos seus fornecedores e se certifique de que eles são capazes de entregar produtos com grande variedade de estilos e com boa qualidade, que o custo de logística permite oferecer ao seu cliente um preço final justo e que o prazo de entrega é curto e atende às suas necessidades. Também é importante ter um bom número de fornecedores e garantir a variedade que a loja precisa.

5 – Ofereça serviços diferenciados

Para aumentar a competitividade do modelo fast fashion, ofereça serviços diferenciados, que vão além das roupas. Dessa forma, você melhora a experiência da compra para o cliente e garante a sua fidelidade. Uma delas é fazer parcerias com oficinas de reparos de roupas e que possam buscar e devolver as peças para reparo na sua loja. Todos saem ganhando. O cliente, por não precisar se deslocar a outro local para fazer os ajustes na roupa, e o empresário, que tem mais chance de vender uma peça que não se ajustou perfeitamente ao corpo do cliente. Ao oferecer esse serviço, a loja cria uma oportunidade para retorno do cliente e mais uma chance de venda. Outro serviço que pode ser oferecido é o de personal stylist, profissional que ajuda o cliente a fazer compras mais específicas, direcionadas ao seu estilo e corpo.

6 – Invista em marketing e nas redes sociais

Divulgue sua marca. As mídias sociais atingem um público jovem e antenado em moda. Poste fotos, apresente novidades, personalize suas páginas e conquiste a atenção do seu futuro cliente. É assim que as pessoas vão ter interesse pela loja. Faça promoções que são a cara da clientela. Ofereça outros produtos e serviços ligados à moda e fisgue o comprador. Um total de 44% das pessoas que compram pela primeira vez em uma loja, por conta de uma promoção, tornam-se fieis à marca. Organize sua loja para que itens relacionados fiquem perto um do outro. Daí, o cliente lembra que aqueles produtos combinam e pode levar os dois.

7 – Proporcione uma experiência de compra agradável

O cartão de visitas da sua loja é a fachada. Deixe o seu nome em destaque e use a iluminação para expor a marca à noite. Isso aumenta as chances do local ser visto pelos clientes. E se a fachada causa a primeira impressão, é na vitrine que a venda começa a ser feita. Procure dar destaque às peças com maior procura e, caso haja uma novidade, ressalte-a já na vitrine. No interior da loja, o espaço deve ser agradável para o cliente. Separe um bom espaço para circulação e crie locais para descanso. A loja deve refletir a proposta da marca. Limpeza, iluminação adequada e decoração atrativa fazem o cliente se sentir em casa. Cartazes e sinalizações indicando mostruário, provadores e caixa são sempre bem-vindos. No entanto, cuidado com a quantidade de avisos. As sinalizações devem ser discretas e de acordo com a decoração da loja. Atente também para a organização dos produtos. O gerenciamento por categorias, roupas sociais separadas das esportivas, por exemplo, é uma facilidade para o cliente na hora de escolher. E, dentro das categorias, a disposição por cores facilita a visualização dos produtos.

8 – Planeje a vitrine

A vitrine pode contribuir com até 80% das vendas. O importante é mudar a vitrine toda semana, ou, no máximo, de 15 em 15 dias. Identifique seu público-alvo, fique  de olho na concorrência e nas tendências do momento e desenvolva o projeto da vitrine. Uma boa ideia é contratar um designer para criar um modelo em 3D que permitirá visualizar como a vitrine ficará após sua conclusão. Calcule o quanto você irá gastar para comprar o material e montar a vitrine e avalie o projeto como um todo, reveja os elementos, preços e materiais. Se precisar, faça adequações.

9 – Identifique nichos

A moda plus size, ou GG, atende clientes que usam roupas acima do padrão convencional das lojas. Formado principalmente por mulheres, é um segmento exigente e sofisticado. Procure oferecer roupas caprichadas, que valorizem as curvas delas. Já a moda gestante, formada por um público restrito, também pode ser uma ótima oportunidade. Ofereça peças elegantes e confortáveis, que acompanhem as mudanças do corpo durante a gravidez. Um nicho bem abrangente é o de moda ecológica, formado por consumidores conscientes que buscam produtos feitos de materiais reciclados e orgânicos. Ainda no campo da sustentabilidade, a moda brechó é uma boa pedida. Seus clientes buscam peças exclusivas, a preços acessíveis e que são reaproveitadas. Quem também está sempre na moda são os adeptos da religião evangélica. As mulheres, público-alvo da moda gospel, buscam roupas com decote fechado, além de saias e vestidos mais longos que a média. A moda streetwear valoriza as roupas largas, descombinadas e descomplicadas. É direcionado principalmente aos jovens que se identificam com a cultura do skate. Já a moda country é bem popular entre os fãs de música sertaneja.

10 – Faça um mix de moda adequado

É importante saber que o mix em uma loja pode ser dividido em três tipos: Mix de Produtos, Mix de Moda e Mix de Coleção. O mix de produto é definido como a variedade de peças oferecidas pela loja. Ele pode ser abrangente, se você quer ter várias linhas de produtos e vender outros itens além de roupas; pode ser extenso, se dentro de cada linha você tiver vários artigos disponíveis, ou pode ser profundo, caso você opte por oferecer vários tamanhos, cores e tecidos para um produto. O Mix de Moda é definido de acordo com o ciclo de vida do produto. O básico é composto por peças com pouco diferencial inovador, mas que têm uma probabilidade de venda mais alta, como calças jeans e camisetas simples. Deve representar pelo menos 10% da coleção. Ofashion é formado por modelos que seguem as tendências da estação e têm cores, cortes e tipos de tecido bem específicos. Esses produtos devem representar certa de 70% do mix. O ciclo conceitual se compromete com tendências futuras. O apelo comercial não é o mais importante nesse caso, os produtos devem causar impacto e chamar a atenção do cliente. O mix de coleção é definido pelos tipos de produtos, quantidade de peças por cada modelo, além da matéria-prima e os tamanhos oferecidos. Os tops, ou a parte de cima das roupas devem ser responsáveis por 50% do mostruário, enquanto os bottoms, a parte de baixo, compõem 25%. 


Fonte: http://www.brasil247.com/pt/247/empreender/205446/Dez-dicas-para-vender-mais-no-varejo-da-moda.htm
 
 
 Consultoras pregam desintoxicação de consumidores de moda
Closet Detox, de Porto Alegre, auxilia na reorganização do guarda-roupa. Objetivo é combater o consumismo, doando ou vendendo peças. 

“Menos é mais” – um dos lemas da Bauhaus, escola alemã de design, artes e arquitetura – é a ideia que guia as consultoras de moda Milena Faé, 26 anos, e Bruna Holderbaum, 29, sócias da Closet Detox. Com o objetivo de reduzir o consumismo e o desperdício de roupas, a dupla iniciou, em julho deste ano, um serviço de consultoria que se propõe a otimizar o uso das peças que já estão no guarda-roupa e repassar o que não vai mais ser usado.

Formadas em Moda pela Universidade Feevale, Milena e Bruna trabalharam com grandes marcas de roupas e calçados, mas não ficavam confortáveis com a insistente pressão por vendas.  “As pessoas pensam que têm de ter a sandália preta, a rosa, a azul, a de tirinha, a de lacinho. Nunca fui de gastar muito. Sempre busquei roupas em brechós, mas nunca tive ‘cara de hippie’. Minhas amigas frequentemente tinham dúvidas e me pediam dicas. Tornei isso minha profissão”, afirma Milena.
A primeira etapa da “desintoxicação”, como elas chamam, é a avaliação do guarda-roupa. “Identificamos o estilo dos clientes a partir das peças que têm. Não dizemos ‘isso está errado’ ou ‘isso está certo’”, explica Milena. O objetivo é decidir o que fica, o que vai embora e o que pode ser ajustado. A quantidade de roupa que levam varia de acordo com cada cliente, mas geralmente é grande. “Em geral, os clientes se desfazem de, pelo menos, 50 peças”, diz Bruna. Depois disso, as consultoras criam um guia de estilo, em que fotografam as peças remanescentes e montam um determinado número de looks, conforme o serviço contratado.

Peças podem ser vendidas ou doadas
As peças descartadas podem ter dois destinos. As que têm valor comercial são postas à venda no Brick de Desapegos e pela internet – e a Closet Detox fica com um percentual de comissão. “Já teve uma cliente que recebeu de volta a metade do que nos pagou pelo serviço”, lembra Milena.
As outras são encaminhadas para doação. Segundo Bruna, a ideia é variar a entidade que recebe as roupas. Nos últimos dias, as peças foram levadas para o Ginásio Tesourinha, para ajudar os desabrigados pela chuva de outubro no Rio Grande do SUl.

Serviços oferecidos
A Closet Detox tem cinco pacotes de serviços. “Acho que nosso nome é bem explicativo. Propomos fazer uma limpeza, tirando o que não faz bem e deixando somente as peças que o cliente gosta”, diz Bruna.
No Detox Premium, são feitas duas visitas para analisar o estilo do cliente e organizar o roupeiro. As peças selecionadas são catalogadas em um guia com 40 sugestões de looks. O arquivo pode ser baixado no celular. O Detox Express é uma versão mais enxuta.
No pacote Armário-cápsula, a ideia é criar um guarda-roupa funcional, utilizando de 30 a 40 peças, suficientes para três meses – ou uma estação do ano. Também vem com um guia sugerindo looks. O pacote Tenho Festa! ajuda a pensar a combinação entre traje, cabelo, maquiagem, esmalte, sapato, bolsa e acessórios. Já no Fazendo a Mala, o objetivo é auxiliar a preparar a bagagem conforme o destino, o tempo da viagem e as atividades que serão feitas.


Fonte: g1.globo.com/
 
 
 Idosas que tatuaram rosto por moda no passado relatam arrependimento
Tatuagens eram sinal de beleza feminina entre povos tradicionais na Argélia.
Algumas foram obrigadas por pais e maridos a marcarem a pele.

Em um povoado remoto da Argélia, uma geração inteira de mulheres idosas convive com as tatuagens faciais que fizeram quando eram adolescentes.
Para o povo berber da região de Chaouia, nas montanhas Aures, a beleza das mulheres era julgada no passado por suas tatuagens. Segundo a tradição, quanto mais tatuagens elas tivessem, mais cotadas eram entre os homens locais.

Hoje, muitas se arrependem, principalmente por motivos religiosos. Algumas pessoas têm dito a elas, que são muçulmanas, que ao se tatuarem elas cometeram um pecado de acordo com o Islã.
A crença local é de que elas serão punidas após a morte e uma cobra comerá seu cadáver. Para tentar compensar, muitas estão doando suas joias e bens de valor para as mulheres mais pobres que conhecem. No ritual que seguem, elas esfregam essas joias nas tatuagens, para simbolizar que estão se livrando delas.
Apesar disso, uma das mulheres entrevistadas acredita que as tatuagens lhe trouxeram sorte e a ajudaram a ter filhos, “salvando seu casamento”. Outra acredita que apenas seguiu um costume local e por isso não será punida.

Muitas ainda se lembram da dor que sentiram na época em que foram tatuadas por parentes ou por pessoas da comunidade. Veja a seguir o depoimento de algumas delas:

Fatma Tarnouni, 106
Ela foi tatuada aos 10 anos por um homem da região do Sahara. “Era a regra. E era moda também. Todas as garotas eram tatuadas. Para ser bonita, você tinha quer ter tatuagens, então eu fiz”, conta.
Ela se arrepende. “Serei punida por Deus e serei comida pela cobra no meu túmulo. Se eu soubesse que não era permitido pela minha religião, claro que eu não teria feito isso”, afirma.

Fatma Badredine, 94
Badredine foi tatuada aos 13 anos por um mulher nômade de região. “Tive que encarar uma dor terrível só para parecer bonita”, diz. “Agora queria remover a tatuagem, mas o médico me disse que na minha idade não seria possível”, completa.


Djemaa Daoudi, 90
Djemaa foi forçada a fazer a tatuagem por seu marido logo depois do casamento deles, quando ela tinha 15 anos. Uma mulher da cidade a tatuou. Ela se arrepende. “Mesmo não tendo sido uma decisão minha, peço perdão a Deus. Doei tudo o que considero precioso, como minhas joias de prata e minhas roupas de lã, como oferenda para tentar ser perdoada”, diz.


Khamsaa Hougali, 68
O caso de Khamsaa é diferente de muitas outras. “Minha sogra me sugeriu que eu me tatuasse para me trazer sorte depois da morte dos meus três primeiros filhos”, conta. “Meu primo e minha cunhada me tatuaram. Eu tinha a intuição de que Deus me daria uma criança que eu queria e salvaria meu casamento. Não era aceitável que uma esposa não desse filhos ao marido.”
Ela garante que deu certo “Acredite ou não, depois que fui tatuada eu tive seis filhos e estão todos vivos”, relata.
Por tudo isso, ela não se arrepende. “Eu apenas segui a tradição dos meus ancestrais e foi por um bom motivo, já que salvou meu casamento.”


Djena Benzahra, 74
Djena foi forçada a se tatuar quando tinha nove anos por sua mãe, que queria que ela parecesse bonita. Todas as garotas de sua idade tinham tatuagens, disse sua mãe. “Ainda lembro, foi tão dolorido. Eu chorava, me recusava”, diz. Ela hoje se arrepende de ter permitido que fizessem as tatuagens nela.


Aisha Djelal, 73
Arrependida de suas tatuagens, Aisha chorou enquanto fazia as oferendas para tentar se livrar da suposta punição divina que receberia após a morte. "Senti que cada lágrima lavava um pouco das minhas tatuagens", diz.

Khadra Kabssi, 74
Kabssi foi tatuada aos 21 anos por seu primo logo depois da independência da Argélia em relação à França. “Fiz isso para ficar bonita para a independência do meu país. E todas as meninas da minha idade tinham tatuagens”, diz.
Ela não se arrepende e não acredita que será punida por Deus. “Não acredito no que dizem. Se uma cobra quer comer meu corpo, tudo bem, já estarei morta mesmo. Não vou sentir nada.”



Fonte: g1.globo.com
 
 
 Para grandes ateliês, moda 'fit slim' masculina é passado
Para grandes ateliês, moda 'fit slim' masculina é passado

A moda "fit slim", de roupas justas, para homens é passado. Para 2016, as apostas são que paletós e jaquetas masculinas voltarão a ser mais macios, terão um comprimento que cobrirá os quadris e não estarão grudados no corpo, mas sim seguirão levemente a sua silhueta. Por isso, os típicos blazers de três botões ou de duplo peito voltam com tudo. As calças muito justas e desconfortáveis, que muitas vezes dificultam movimentos, também irão ceder a novos modelos, mais contidos e menos extremos. Já a cor da moda será o azul royal e as estampas voltarão às clássicas, como de riscas e a príncipe de gales.   


Após estações de "total white", as camisas que estarão na moda no próximo ano serão com estampas listradas. É este o novo cavalheiro desenhado pelo Atelier Panetta em Roma, fundado pelo estimado Vito Panetta, em 1949.   

"Para nós, a palavra de ordem é 'tailoring'. Deste conceito foi criado o estilo do novo homem de negócios, com as peças-chave do guarda-roupa do trabalhador", afirmou o advogado Rocco Panetta, neto do famoso estilista.   

Como para as mulheres, os homens também se importam em saber qual será a cor da moda das novas estações. "Em 2016, o azul royal é, para nós, uma tonalidade que veste todos os tamanhos e alturas e se adapta melhor a eventos elegantes e esportivos. À diferença da cor caramelo, sempre presente, porém mais adaptado para os homens altos, o azul royal é uma cor perfeita para todos", disse Panetta.   


Além disso, em relação ao "fit slim" das vestes masculinas, há anos muito utilizado, o advogado também explicou que "os blazers de um homem devem simplesmente acompanhar o corpo". "Os modelos muito justos podem ser incômodos, já que o homem precisa colocar tudo na parte interna, do celular aos óculos escuros, e não quer ver [os objetos] externamente", continuou o italiano.   

"Sempre vejo nos paletós e blazers a tendência [dos modelos] de três botões, ainda melhor se forem com [a estampa] príncipe de gales. [Já] as calças ideais devem sempre acompanhar as pernas, mas nunca grudar nelas e tampouco deixarem muito espaço nos movimentos. Não há muito o que fazer, é preciso um pouco de passarelas para avaliar a largura certa", afirmou Panetta.   


"E a propósito das lapelas, tão em moda ultimamente, elas devem ser de 4 centímetros, ou, para não errar, devem ser de corte inglês, ou seja, retas", afirmou o profissional. Já nas camisas, as listras são sempre indispensáveis, perfeitas com o blazer de duplo peito e que combinam com todas as gravatas.   

Além disso, Panetta disse que "basta com os colarinhos à francesa ou à italiana por que nenhuma gravata combina com eles". "Melhor um colarinho com uma lapela curta, que dá um apelo mais moderno. Já em relação aos pulsos, os que estão na moda são os de ângulos retos", explica ele.   

E por fim, o neto do fundador do Atelier Panetta também fala sobre gravatas. "As sutis de 4 centímetros vão melhor com os jovens, e as de 8 centímetros tem a largura atual". Sobre os nós de gravatas, eles nunca devem estar muito longos. (ANSA)

Fonte: noticias.uol.com.br/
 
 
 Moda afro no centro de SP ou na internet, a negritude ganha força fashion
As ruas do centro da cidade de São Paulo estão mais coloridas. Os estampadíssimos tecidos africanos têm ganhado espaço no comércio popular graças ao aumento de vendedores destes artigos, em sua maioria imigrantes do Senegal, Angola e Moçambique.

Bastante tímidos e desconfiados, eles não gostam de muita conversa. Uma parte está no país legalmente, com o visto de turista, mas outra entrou de forma ilegal pela fronteira do Acre. "A mídia fala bastante da crise de refugiados na Europa, mas o mesmo está acontecendo aqui. Muito africano está morrendo no Acre de febre amarela e de fome", lamenta a senegalesa Adji Ba, 41, dona de uma das barracas que ficam na região da Praça da República.

Já acostumada com os brasileiros neste ano e meio que está no país, ela conta que veio para cá em "busca de uma vida melhor". Para isso, os panos que vende por cerca de R$ 20 o metro são comprados em uma espécie de cooperativa organizada por imigrantes. "A gente junta um pessoal e importamos todos juntos", explica.

Além dos tecidos, peças como camisas, vestidos e batas também estão disponíveis. Há dois anos no Brasil, o senegalês Cheikh Cieye, 27, diz, em português mais aprimorado, que os itens são costurados por eles mesmos. "Meu irmão me dá o tecido e eu faço tudo", diz. Em outros casos, eles mandam os tecidos importados para confecções já conhecidas, que fazem camisetas que podem custar desde R$ 50 até R$ 80.

O copari, como o senegalês chama o chapéu muçulmano, também é um item bastante procurado, tanto por motivos estéticos quanto religiosos. "O pessoal do candomblé também usa", fala Cheikh. Porém, o item favorito dos brasileiros, de acordo com os vendedores, são os tecidos com estampas étnicas, que podem ser usados para decoração e como acessório.

Na internet
O estilo afro não está ganhando força apenas com a presença dos imigrantes no centro das cidades. Lojas online estão conquistando clientela ao atender uma demanda até pouco tempo esquecida: uma moda inclusiva que atenda o corpo da afro-descendente. "É um nicho de mercado", diz Ana Paula Xongani, 27, dona da marca que recebe seu sobrenome. "Como sabemos que vivemos em um país racista, a gente não via itens que contemplassem o nosso corpo".


Fonte: mulher.uol.com.br/
 
 
 Camiseta com jeito esportivo é tendência no street style
Sabe aquelas camisetas de futebol americano? Amplas, com números e o nome dos times? Então, elas estão com tudo fora dos campos também, viu? É a sport fever, minha gente!

O estilo esportivo vai entrar em campo, cara leitora! Depois de os tênis invadirem a moda, agora é a vez das camisetas com jeito de uniforme de futebol americano dominarem a cena. Duvida? A gente te mostra. Durante o SPFW as influencers Mariah Bernardes e Martha Graeff apostaram na peça – que pode ser chamada de jérsei, ok?

A dica é “quebrar” o clima esportivo, então deixe o tênis de lado. Vá de peças com mood sexy (aproveite que a camiseta é comprida e faça um jogo de mostra-esconde com short míni). Pra arrematar a produção, sapatos delicados são a pedida: vale investir em sandálias de tiras finas ou no bom e velho escarpim. É vitória na certa!


Fonte: revistaglamour.globo.com
 
 
 De olho em moda da barba longa, empresários investem em barbearia
Irmãos investiram R$ 250 mil em negócio no interior de São Paulo.
Mercado de higiene pessoal para homens cresceu 25% nos últimos anos.

Uma nova moda entre os homens é usar longas barbas, estilo conhecido como lumbersexual. A expressão é uma variação da palavra lumberjack, que significa lenhador em inglês, conhecidos por usarem barbas compridas. Para cuidar desse novo visual dos homens, empresários investem em produtos e serviços só para o público maslino.

Os irmãos Rogério Lima e José Lima montaram uma barbearia há um ano, em Jundiaí, interior de São Paulo, voltada para atender aos clientes que querem cuidar da barba de lenhador. O investimento foi de R$ 250 mil para reformar, equipar e decorar o salão. Hoje, os irmãos faturam R$ 40 mil por mês e a barbearia cresce 40%, mesmo num ano de crise econômica.
Nos últimos cinco anos, o mercado de higiene pessoal para homens cresceu 25% em todo o mundo. No Brasil, os melhores desempenhos vieram dos produtos para banho, cabelos e barba.
Para a barbearia em Jundiaí, quem oferece os produtos é o empresário Danilo Mendes. Ele começou a produzir cosmético para homens quando percebeu o crescimento da demanda e a falta de produto nacional no mercado.
A empresa de Mendes fatura R$ 60 mil por mês. Pra captar dinheiro para o negócio, Danilo trabalha com o investidor Wellington, que já vende 1200 unidades de cosméticos por mês para o Brasil, Europa e Estados Unidos.


CONTATO:

BARBEARIA DO VAVA
Av. Nove de julho, 1717 – Anhangabaú
Jundiaí/SP – CEP: 13208-056
Telefone: (11) 3964-6080
Email: luziranterini@ig.com.br
Site: www.barbeariadovava.com.br
 
 
 O que está em alta e o que saiu de moda depois da SPFW de inverno
Encerrada na última sexta-feira, a semana de desfiles trouxe uma moda inverno viável (poucas loucurinhas, muito pé no chão), alguns bons conceitos e uma ou outra surpresa. Para o bem e para mal. Primeiro as boas: o número de modelos negras requisitadas pelas marcas aumentou, o desfile mais lindo da temporada falou de amor e, com o dólar em alta, as matérias-primas nacionais voltam à cena com bordados artesanais e estampas alegres e coloridas. Por outro lado, o dinheiro está curto. O evento, apesar de ter voltado para o prédio da Bienal, no Parque do Ibirapuera, encolheu. E as principais modelos brasileiras não vieram desfilar, com exceção de Carol Trentini, que se apresentou para a Ellus.
Muitos estilistas pareceram focados e trouxeram coleções melhores do que as anteriores. Os grandes nomes nacionais brilharam. Reinaldo Lourenço fez um desfile muito inspirado, com a azulejaria portuguesa como mote. Alexandre Herchcovitch resgatou seu lado underground e sua série de looks pretos era fetichista, sensual e intrigante. Oskar Metsavaht voltou à velha forma trazendo roupas esportivas muito chiques. Gloria Coelho, partindo de referências recorrentes (guerreiros, anos 1960, nórdicos), fez uma coleção poderosa com casacos de couro elegantes e golas modernas de pele de carneiro e coelho.

Ronaldo Fraga acertou a mão com peças femininas e desejáveis. E com uma performance poética, na qual um casal de modelos se despiu e se vestiu na passarela - ela colocou a roupa dele; ele, a dela. Um ato delicado, que fala sobre um dos assuntos mais em alta na moda atualmente, o "sem gênero". No começo do século passado, as mulheres romperam a fronteira do guarda-roupa masculino e adotaram a calça comprida, o terno e o pulôver. Agora, é a vez deles. No desfile de Ronaldo, homens apareceram de saia. Mas não é só isso. Encabeçado na Europa pelo estilista italiano Alessandro Michele, da Gucci, o conceito propõe uma moda que transita entre os gêneros, com roupas que parecem femininas demais para os homens e masculinas demais para as mulheres.

Em tempos em que subverter e chocar é tão difícil porque todo mundo já viu de tudo, a nudez foi banalizada e a liberdade para se vestir é quase que total, Ronaldo Fraga apostou no sentimento mais universal e nobre: o amor. Como não se emocionar com um desfile que começa ao som de Teresinha e termina com Tanto Mar, duas das mais românticas músicas de Chico Buarque?

Ao insistir em um trabalho artesanal, criativo e nem sempre tão comercial, Fraga é um sobrevivente no mundo do fast fashion. A moda rápida da era das redes sociais, em que tudo é para ontem, inclusive o sucesso de vendas, tem um calendário apertado de coleções e desfiles a ser cumprido. A moda é para os fortes. E, na semana passada, um dos mais geniais e festejados estilistas da atualidade no mundo sucumbiu a ela. Na quinta, 22, a Dior anunciou a saída de seu diretor criativo, Raf Simons, que estava há apenas três anos e meio no cargo. O assunto dominou as rodas de fashionistas do mundo todo e de São Paulo também. O estilista belga vinha fazendo um trabalho marcante à frente da maison e o processo criativo de seu desfile de estreia foi registrado no documentário Dior e Eu, que estreou nos cinemas nacionais em agosto.

O filme mostra toda a aflição durante o desenvolvimento de sua primeira coleção de alta costura. "As pessoas que sofrem mais com essa velocidade atual da moda são, sem dúvida, os criativos que são o coração e a alma da indústria", escreveu a jornalista inglesa Suzy Menkes, crítica de moda respeitada que hoje trabalha para a Vogue. "Sem eles, não há moda - apenas uma série de ideias que ecoam; nada muito novo; apenas a repetição vestida de algo inventivo."

Hoje, as principais grifes lançam cerca de oito coleções por ano. Com o mercado voltado para a produção ininterrupta de moda, com linhas que chegam semanalmente às lojas, e marcas de fast fashion dominando o varejo, a velocidade imposta aos criadores de prêt-à-porter é desafiadora. Uma prática cada vez mais comum são as parcerias amarradas entre redes e criadores conceituados. No Brasil, a Riachuelo vem promovendo esse tipo de jogada com apresentações na fashion week. Nesta temporada, a estilista Lethicia Bronstein, famosa entre as atrizes de novela e influente nas redes sociais, assina uma linha para a empresa com 78 modelos. Todos eles foram colocados à venda nas lojas da rede no mesmo dia do desfile, enquanto as coleções das demais marcas deverão ir para as vitrines só em março do ano que vem.

É um mundo novo, ao qual os antigos criadores, que trabalham ainda seguindo os antigos modelos de negócio, precisam se adaptar. Uma surpresa chata dessa vez foi a notícia de que Alexandre Herchcovitch ainda não renovou seu contrato com a InBrands, empresa proprietária da marca Herchcovitch; Alexandre. Seu desfile sombrio, cheio de referências às suas antigas coleções, abriu a semana de moda levando provocações fetichistas para a passarela, montada em pleno saguão da Prefeitura Municipal de São Paulo. Ele pode ter sido o último do estilista à frente da marca que criou, há 20 anos, ajudando a estabelecer a cultura de moda nacional contemporânea. No Brasil e na moda, as coisas estão assim, em suspenso. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


Fonte: dgabc.com.br
 
 
 Sem os holofotes do SPFW, Moda Recife promove três dias de desfiles na capital pernambucana
Versão pernambucana das semanas de moda ocorre no Paço Alfândega até o sábado (24), enquanto estilistas reclamam mais incentivos no ramo

Enquanto o São Paulo Fashion Week promove, desde o último domingo, os desfiles da temporada de Inverno 2016, estilistas da capital pernambucana exibem no Recife, a partir de hoje, coleções para o próximo verão. Apesar do delay - o Verão 2016 ganhou as passarelas da capital paulista em abril passado - o Moda Recife, que segue até o sábado, chega à oitava edição como principal evento do ramo na cidade. Reúne, em três noites de programação, no Paço Alfândega, Centro do Recife, 12 desfiles, assinados por nomes como Flávia Azevedo (Club Noir), Jan Souza e Frederico Ferreira (Frederico F.) - são quatro apresentações a mais, em relação à edição passada. Não tem, porém, a dimensão de outras semanas de moda, como o Minas Trend (Minas Gerais) e o Dragão Fashion (Ceará). 

Para o produtor do evento, Ricardo Coller, a captação de recursos é o principal entrave à projeção do Moda Recife, cujo tema deste ano é Não faça roupa, faça moda. “Há poucos incentivos nas esferas pública e privada, como ocorre em outros eventos culturais das áreas de música ou teatro, o que restringe a estrutura do projeto”, explica. Este ano, todo o aporte financeiro do Moda Recife vem de instituições particulares, com orçamento total estimado em R$ 400 mil. Coller aponta, ainda, a ausência de canais destinados exclusivamente à moda na imprensa local como obstáculo para a divulgação. O Funcultura, principal edital de fomento público, no entanto, prevê a inclusão do ramo entre os beneficiados desde o fim do ano passado - por força de lei. Coller garante, porém, a continuidade do projeto. E antecipa: no próximo ano, os desfiles estão marcados para a última semana de setembro, provavelmente no mesmo local.  

>> SERVIÇO
Moda Recife 2015
Quando: 22 a 24 de outubro, das 17h às 22h
Onde: Paço Alfândega (Rua da Alfândega, 35 - Bairro do Recife)
Quanto: Entrada franca
Informações: 3053.9858

>> ESTILISTAS
Flávia Azevedo
Formada em nutrição e pós-graduada em neurologia, e estilista Flávia Azevedo ingressou no ramo da moda há sete anos, quando criou a marca Club Noir. Nesta sexta, desfila cerca de 40 peças da coleção Curvas, inspirada nos traços do arquiteto Oscar Niemeyer. Preto e branco dominam os looks, com toques de amarelo, azul e vermelho. Cetim, voil e tricoline estão entre os tecidos, além de recortes manuais em renda e couro, simulando as curvas de Niemeyer. “Nos faltam incentivos públicos voltados para a moda, além de mais projetos no ramo. Paulo Borges [idealizador do São Paulo Fashion Week] já cogitou organizar algo por aqui, mas faltam recursos, estrutura. Há mais obstáculos do que facilidades.”, diz Flávia.

Fernando Perdigão
Alagoano convidado para o evento, o estilista autodidata Fernando Perdigão desenvolve, desde a década de 1980, projetos envolvendo o filé alagoano (técnica local de bordado). Coordena organização voltada à capacitação e ao emprego de mulheres carentes na produção dos bordados. No Moda Recife, desfila a coleção Urbanos 2, encerrando o line-up do evento. Todos os looks são produzidos à mão, em tonalidades de branco, preto e cinza, com pinceladas coloridas. “Para alavancar a moda no Recife, precisamos de patrocínio e de mais espaço especializado na mídia. É necessária uma vitrine para mostrarmos nossas ideias. Só assim os patrocinadores apostarão nelas”, declara. 

an Souza
Capixaba radicado há 35 anos em Pernambuco, Jan é conhecido no mercado local de casamentos - ele produziu mais de 3 mil vestidos de noiva. No Moda Recife, dá continuidade à tríade de desfiles em comemoração aos 45 anos de carreira, com coleção toda confeccionada em seda pura e pintada à mão pela artesã Fátima Motta. Cássio Bonfim abre o desfile com performance, vestindo look assinado por Jan. “Paris vive da moda e do turismo. Nós precisamos aproveitar melhor esse ramo. Ficamos esperando incentivos públicos e privados e, quando vemos, se passaram 30 anos. São muitas dificuldades nos bastidores”, avalia. 

Frederico Ferreira
Frederico desfilou com marca própria (Frederico F.) pela primeira vez em 2011, no Moda Recife. Este ano, dá sequência à coleção Beleza roubada, inspirada no filme de Bernardo Bertolucci, com peças de estilo balneário. Os looks remetem ao clima da Itália, em tons de azul e com tecidos leves, já visando o revéillon do Recife, incluindo peças de banho feitas à mão. “O Recife precisa de uma injeção de capital no ramo da moda, as pessoas precisam ser convidadas para acompanhar os eventos locais. Não temos veículos voltados para o setor. E, por fim, ainda precisamos combater o preconceito em relação ao que é produzido no Nordeste”, analisa Frederico. 


Fonte: diariodepernambuco.com.br/
 
 
 De jogadora de vôlei a promessa da moda nacional. Conheça a modelo Ariane Norbel
Com o cabelo à la Mica Arganaraz, top argentina que recentemente conquistou o mundo da moda mundial, a fresh face Ariane Norbel, 21 anos, é a grande aposta da Way Model Management. Mineira natural de Belo Horizonte, Ariane faz uma ótima temporada nacional e já desfilou para marcas como GIG Couture, Lilly Sarti, Ellus, Reinaldo Lourenço e Alexandre Herchcovitch, para quem desfilou com os seios à mostra. Confira a entrevista com a modelo:



Ariane, como foi seu início de carreira e onde foi a sua estreia?

Quando eu fiz 15 anos e comecei a modelar, faltava uma semana para o Minas Trend Preview. Eu já caí direto na semana de moda! Dois dias antes eu já tinha alguns desfiles e fui bem na temporada. A partir disto, começaram a fluir outros trabalhos como catálogos e editoriais. Eu era muito focada no vôlei e acabei caindo de paraquedas no mundo da moda, mas depois eu fui aprendendo, procurando conhecer as pessoas. Logo após, fui pra Nova York, onde peguei oito desfiles e foi ótimo.



O que você fazia antes de iniciar sua carreira no meio da moda?

Eu joguei vôlei por seis anos. Sempre fui muito focada no esporte. Pratiquei a vida inteira. Já joguei handebol, basquete, vôlei e, se não fosse modelo, seria jogadora profissional! Até consegui uma proposta para jogar em Nova York. Aí caí nesse meio da moda, que amo hoje em dia. Às vezes dá até vontade de chorar… não de tristeza mas de felicidade porque é tanta emoção. Eu gosto muito! A moda é uma família muito grande.



O que mudou em você desde o seu começo?

A personalidade é a mesma! Alegre, sou a Ariane espontânea! Eu era mais tímida, e agora eu tenho mais atitude. Eu não tenho mais vergonha. Eu tinha vergonha de mostrar quem eu era,e agora não tenho mais.



Você mudou seu corte de cabelo recentemente, certo?

Sim! Eu tinha um cabelo comprido e reto. O mesmo corte de sempre. Há uns 3 meses eu comecei a cortar e repicar e foi ficando mais conceitual e fashionista. Cortar a franja transformou muito! Parece que começou do zero! É mais a minha cara, meu estilo. Todo mundo está comentando e adorando!



Você se inspira em alguma modelo, tem algum ícone?

Eu gosto da Izabel Goulart e da Freja Beha Erichsen! Inclusive estão falando que eu estou parecendo com ela, por causa da franja. Também gosto de acompanhar as revistas de moda e o Instagram!



O que você quer para o futuro? Quais são teus sonhos?

Eu tenho um foco. Eu quero ser Angel da Victoria’s Secret. Desde que comecei, sempre me falam que eu tenho rosto e corpo de Angel. Em 2016, quando eu voltar para Nova York, vou focar nisso!



E o que você faz quando não está trabalhando?

Eu gosto de estar com minhas amiga, ir ao parque e aproveitar o tempo! Conversar e ler livros. Agora eu estou aprendendo a tocar bateria! Está sendo bem legal!



Fonte: ffw.com.br
 
 
 O que faz uma produtora de moda
Todos sabem que o mercado da moda é um segmento em desenvolvimento, e algumas funções associadas a esse ramo são desconhecidas do grande público, uma delas é a da produtora de moda. A produtora de moda deve ter um vasto conhecimento do mundo da moda e daquilo que se envolve, direta ou indiretamente com a moda, como tendências, estilistas, materiais, arte, cinema, maquiagem, música, etc.
 

Quem explica tudo e Priscilla Pontes. 
Para Priscila, ser produtora de moda é quem busca as referências, cria uma imagem e opina no resultado final da produção. A ideia é montar looks e produções confortáveis os quais colabore com o tipo de corpo, com a tonalidade da pele com o estilo da locação e com a desenvoltura das poses.


A produtora executa com facilidade os trabalhos de produção. É comunicativa, articulada, objetiva e clara. Responsabilidade, organização e comprometimento são essenciais para esse trabalho. A criatividade é o segredo para escolher boas peças de roupas. Favorecer os pontos fortes e esconder os pontos fracos é a solução para um bom trabalho de styling.


Trabalhos executados pela Produtora de Moda:

→ Montar de 5 a 7 looks para o ensaio.
→ Levar objetos de cena adequados com a locação.
→ Acompanhar durante todo o ensaio.
→ Divulgar nas redes sociais.
→ Ajudar a cliente a se comportar leveza e espontaneidade diante as fotos.
→ Levar fotos para inspirar a cliente.
→ Escolher os acessórios de cada produção.


Fonte: clickpb.com.br/
 
 
 Veja o que vai rolar no SPFW Inverno 2016, que começa neste domingo, 18
A 40ª edição da semana de moda acontece até sexta-feira, 23, na Bienal, no Parque Ibirapuera. Confira detalhes da programação.

O São Paulo Fashion Week chega em sua 40ª edição e comemora 20 anos de muita moda e tendência. Para celebrar a temporada de inverno 2016, os desfiles voltam a acontecer no prédio da Bienal, no Parque Ibirapuera, cenário que já serviu de palco para as grandes estrelas do mundo fashion brilharem. O evento, que começa neste domingo, 18, e só termina no próxima sexta-feira, dia 23, promete muito agito.

Apesar de não ter Gisele Bündchen na passarela - ela fez o último desfile de sua carreira em abril, na edição de verão do SPFW -, 29 grifes apresentam suas coleções. Nos corredores, além de modelos e celebridades, haverá muita badalação. Uma marca de energético irá montar estúdio de tatuagem com Rico Fogaça, o tatuador queridinho dos famosos, para quem quiser levar uma recordação eterna na pele.
Pela primeira vez, fotos do britânico Miles Aldridge (irmão das modelos Lily e Ruby Aldridge) irão colorir as paredes de concreto da Bienal. Aos todo, são 50 imagens de cores saturadas e cenários surreais que retratam temas universais femininos. Confira o line-up e veja quais as atrações de cada dia. Separe o look e capriche no carão!

Domingo (18/10)
O estilista Alexandre Herchcovitch mostrará sua coleção na abertura do SPFW, na Prefeitura de São Paulo. O desfile está marcado para as 17h.
Segunda-feira (19/10)
Desfilam as marcas Animale, Uma por Raquel Davidowicz, Ronaldo Fraga e Lilly Sarti.
A atriz Sophie Charlotte, que está grávida de seu primeiro filho com o ator Daniel Oliveira, é presença confirmada no desfile da Animale, que também terá as atrizes Isabel Wilker e Priscila Sol na plateia. Aliás, a marca vai apostar na silhueta soft com o heavy: muitos casacos de lã e tricô. À noite, é a vez da grife francesa Chanel receber convidados vips um coquetel privé no Terraço Itália Para lançar a coleção de inverno 2016 no Brasil, a maison contará com a presença de sua fidèle Laura Neiva e show de Tiago Iorc para agitar a pista de dança.

Terça-feira (20/10)
É a vez dos desfiles das marcas Vitorino Campos, Iódice, GIG Couture, João Pimenta, PatBo e Ellus.
A atriz Camila Queiroz vai dar rasante no evento e participar do lançamento de uma marca de sorvete. Depois, a Angel da novela “Verdades Secretas” tem lugar na fila A da PatBo. Para fechar a noite, a top Carol Trentini desfilará com exclusividade para a Ellus, que também terá na catwalk a modelo Isis Bataglia, atual queridinha do estilista Ricardo Tisci, da Givenchy, e musa de Donatella Versace.

Quarta-feira (21/10)
Reinaldo Lourenço, Samuel Cirnansck, Apartamento 03, Coven e Hêlo Rocha apresentam suas coleções.
A atriz e modelo Jéssica Córes, a Lyris de “Verdades Secretas”, será uma das estrelas no desfile de alta-costura de Samuel Cirnansck, que buscou na transparência e na luz sua inspiração. Na fila A para ver cada detalhe da coleção e dar muita pinta no evento, famosas como Ana Paula Siebert, Juju Salimeni e a cantora sertaneja Thaeme Marioto. 

Quinta-feira (22/10)
É o dia dos desfiles de Lethicia Bronstein para Riachuelo, Glória Coelho, Fernanda Yamamoto, Juliana Jabour, Lolitta, Lino Villaventura e Osklen.
Estilista queridinha das it girls e das famosas, Lethicia Bronstein vai mostrar coleção de vestido, jeans e camisetas na Galeria Baró, na Barra Funda. A atriz e cantora Sophia Abrahão e as blogueiras Camila Coelho e Thássia Naves já deram o R.S.V.P.

Sexta-feira (23/10)
É a vez das grifes Giuliana Romanno, Patrícia Viera, Wagner Kallieno, Ratier, Colcci e Amapô.
A atriz Paloma Bernardi, que está de férias em Fernando de Noronha, desembarca no último dia do evento para lançar sua coleção cápsula de sapatos e bolsas em parceria com a marca de Fellipe Krein. O evento será na loja do estilista no Shopping Anália Franco. O estilista Wagner Kallieno vai apresentar coleção bem street style. Com pegada punk rock dos anos 1980, os ombros pontuados e cintura marcada prometem ser os hits da estação. Estampas de boca, rosto de Vivienne Westwood e cartazes de banda serão os destaques da coleção. A única grife estreante do SPFW é a Ratier, criada em 2014 pelo DJ Renato Ratier. Ícone da noite paulistana, a marca apresentará coleção cosmopolita e com looks monocromáticos.

Fonte: ego.globo.com/
 
 
 Encontro reúne sustentabilidade, moda, design e inovação em Rio Preto
Durante três dias haverá desfiles, exposições, workshops e intervenções.
Além de novidades da área, evento abordará luta contra o câncer de mama.

Um dos maiores eventos de moda de São José do Rio Preto (SP) e região, que promove o encontro entre moda, design, inovação, talento e sustentabilidade, começa nesta quinta-feira (15) e vai até o próximo sábado (17), no Riopreto Shopping. Neste ano, além de falar sobre as principais novidades da área, o Riopreto Shopping Weekend vai abordar a luta de mulheres contra o câncer de mama, já que este é o mês de combate á doença.
De acordo com a organização do evento, a Praça 3 de Eventos do shopping será transformada em um palco com desfiles, exposições, workshops, tutoriais, intervenções e palestras. Tudo de graça.

Além de moda, assuntos como sustentabilidade, design, inovação, comportamento, estilo e saúde vão ser abordados. Um dos principais focos deste ano será a luta de mulheres contra o câncer de mama. Na grade de atividade haverá oficinas de auto-maquiagem, uso de turbantes e exposições de fotos sobre como as mulheres podem lidar melhor com a doença durante o tratamento. Todas as atividades são gratuitas.



Confira a programação:

Quinta-feira (15/10) 
Das 13h às 17h - Workshop Tutorial de Amarração de Turbantes com Alain Monteiro e Válter Luís, do Senac Rio Preto.
Das 13h às 17h – Workshop Automaquiagem: inspiração temática Outubro Rosa, com Caio Toledo e Alain Monteiro, do Senac Rio Preto.
Às 13h - Palestra Auto estima: como enfrentar os desafios e defender interesses, com a professora Juliana Ferrari, do Senac Rio Preto. Ela vai fazer debate sobre como confiar em si.
Às 20h - Palestra Outubro Rosa, Turbantes e Trajetória Profissional com o estilista Dudu Bertholini. O estilista falará sobre o turbante como ornamentos religiosos de várias culturas e de que forma foi inserido na moda e se tornou símbolo estético de apoio às mulheres em tratamento oncológico
Das 21h às 22h - Desfiles de lojas do shopping

Sexta-feira (16/10)
Das 13h às 17h - Workshop Customização Camisetas e Tênis: dicas e ideias para personalizar com Natália de Souza Vianna, do Senac Rio Preto. Participantes devem levar camisetas e tênis para customizar.
Das 17h às 21h - Workshop Toy Art Brinquedo de Arte com o objetivo de ensinar a contemporânea prática que produz arte usando brinquedos misturando design e moda, com Aline Eloá Bernardi de Souza, professora do Senac Rio Preto.
Das 14h às 18h - Módulo Design com Leandro Marcato, fundador da Veromobili, que traz um time de designers expoentes desta área. O time de designers cria móveis bem-humorados e com preço justo, pensados nos mínimos detalhes para que o consumidor final consiga montar tudo em menos de 30 minutos, usando apenas uma chave phillips que acompanha o produto. Todos os produtos têm design assinado por brasileiros e feito à mão em uma fábrica no interior paulista. Muitos profissionais deste time estarão em Rio Preto. Entre os participantes está o designer Hugo Sigaud, um coletivo carioca formado por Caio Bahout, Lucas Portes e Vinicius Mesquita, a designer Má Nieyama, a dupla formada pelos irmãos Luis Gustavo e Giselle Boacnin e a jornalista Paula Queiroz.
Às 19h - Palestra Moda Sustentável com Cássia Guimarães, estilista, e profissionais envolvidos com o tema meio ambiente.
Às 20h - Desfile de Moda Jardim do Éden, projeto Moda Sustentável.
Às 21h - Desfiles de lojas do shopping.
Às 21h15 - Palestra e lançamento do livro "A construção do Corset: da modelagem até o acabamento", da especialista em comunicação em moda Ana Laura Marchi Berg.


Sábado (17/10)
Das 13h às 17h - Workshop Toy Art Brinquedo de Arte com o objetivo de ensinar a contemporânea prática que produz arte usando brinquedos misturando design e moda, com Aline Eloá Bernardi de Souza, professora do Senac Rio Preto.
Das 17h às 21h - WWorkshop Customização Camisetas e Tênis: dicas e ideias para personalizar com Natália de Souza Vianna, do Senac Rio Preto. Participantes devem levar camisetas e tênis para customizar.
Das 17h às 18h - Palestra Temas e Produções/Inverno 2016 com Dalva Ferrari, coordenadora de moda e design do Senac Rio Preto.
Das 18h às 19h - Mesa Redonda “Processo Criativo com Alain Monteiro, Maria Fernanda Guarniero, Mariah Arantes e Mayra Nagy.
Às 19h - Palestra Moda Sustentável com Cássia Guimarães, estilista, e profissionais envolvidos com o tema meio ambiente.
Às 20h - Desfile de moda Jardim do Éden, projeto moda sustentável.
Das 20h às 21h – Desfiles delojas do shopping


Todos os dias
Das 10h às 22h - Mostra de móveis assinados por jovens designers - Veromobili
Das 10h às 22h - Exposição Moda Consciente - com mostra de equipamentos antigos de tecer, produtos naturais usados para tingimentos de fios, matérias primas orgânicas destinadas à produção de tecidos e amostras de tecidos: orgânicos, alternativos e sustentáveis.
Das 10h às 22h - Exposição Ecobags - inspirados pelo livro “Ecobags - Moda e Meio Ambiente” da estilista, jornalista e apresentadora do programa GNT Fashion, Lilian Pacce, alunos da gradução em Moda do Centro Universitário Senac, Campus Santo Amaro, fizeram 105 ecobags que fazem parte do acervo permanente da Modoteca da Biblioteca do Centro Universitário Senac.
Das 10h às 22h - Exposição fotográfica Outubro Rosa em Turbantes - exposição de 20 fotografias clicadas pelos alunos do curso Formação Básica em Fotografia, exibindo turbantes produzidos pelos funcionários do Sanac Rio Preto na Campanha do Voluntariado 2015 em prol da campanha Outubro Rosa para o Instituto do Câncer (ICA) do Hospital de Base de Rio Preto.
Das 10h às 22h - Exposição de amarração de tecidos com temas do inverno 2016, com 15 looks criados pelo estilista Alain Monteiro, professor do Senac, inspirados nos temas Vitoriano Gótico, Boho 4ever e Je Suis Moderna.
Das 10h às 22h - Exposição Crie Moda Inclusiva - Com trabalhos do grupo Deficientes Olimpienses Associados (D.O.A), que mostra por meio da arte e da fotografia que as pessoas com deficiência estão inseridas no mesmo contexto que toda a sociedade, com Mariah Arantes, vencedora do concurso regional de Moda Inclusiva em Araçatuba e realizador do mundo fashion com deficientes da região.

Fonte: g1.globo.com
 
 
 Saiba tudo o que rolou em desfile de moda que reuniu famosos no Rio
Adriane Galisteu, Claudia Leitte, Bruna Marquezine e Anitta foram destaque na madrugada desta quinta-feira, 15, na 4ª edição do Elle Fashion Preview.


A madrugada desta quinta-feira, 15, foi marcara pela passagem de muitos famosos pela 4ª edição do Elle Fashion Preview, que apresentou par aum público de seletos convidados, uam sequência de desfiles de moda, com modelos que cruzaram a pista de pouso do Aeroporto Santos Dumont, no Centro do Rio

Adriane Galisteu foi a primeira estrela a desembarcar no hangar que recebia os convidados da festa. Logo na entrada, a apresentadora atraiu muitos olhares usando uma blusa de renda com ombro único e pantalonas. Ao lado do seu marido, o estiliosta Alexandre Iódice, ela falou sobre a sua ligação com a moda e também comentou sobre a saudade que fica quando está longe do filho, Vittório. Ele fica em casa e e eu morro de saudades dele. Já ficamos nove dias afastados e foi muito ruim", disse.

Em seguida foi a vez de Bruna Marquezine fazer uma aparição relâmpago e monossilábica pelo hangar que era utilizado como ponto de encontro do evento. Com frases curtas e respostas objetivas sobre o seu figurino, do estilista Michael Corbs, ela adotou o silêncio em definitivo quando questionada sobre as declarações do ex-namorado, o jogador Neymar, ao relembrar o passado na web: "Nunca foi e nem será mais uma", declarou o jogador.

A sensação do evento foi Claudia Leitte, que arrancou suspiros dos marmanjos ao surgir com um modelito assinado pela estilista Giuliana Romano, que levantava dúvidas sobre o uso ou não de lingerie por baixo do figurino elegante. "Antes de sair de casa, meu marido pediu que eu mandasse uma foto minha para ele ver como eu estava vestida. Disse para ele que estava com um aperto no peito, mas enviei assim mesmo", comentou Claudinha.

Na lista dos apressadinhos que evitaram falar com a imprensa na entrada, estava o ator Henri Castelli - que chegou com sua assessora e preferiu permanecer quase anônimo no Desfile, dizendo que só posaria para fotos e não daria entrevistas - e o marido da atriz Luana Piovanni, o surfista Pedro Scooby, que em aparições rotineiras em eventos noturnos, está sempre acompanhado por uma legião de amigos sorridentes, festivos e muito expressivos.

Reunindo quase 2 mil pessoas, o desfile de modas encerrou com um Show da cantora Anitta, que trouxe no seu set list clássicos da sua carreira, do funk carioca e o novo sucesso "Bang", que já atingiu a marca de mais de 5 milhões de views no seu canal no Youtube.
"A gente não esperava que fosse esse estouro todo. É o resultado de muito trabalho, de um trabalho de qualidade em equipe. O clipe foi lançado em um dia e minutos depois, de repente, ganhou uma projeção enorme. Estamos com certeza todos em festa e eu só posso agradecer ao carinho e a cumplicidade dos meus fãs", disse Anitta ao EGO em entrevista no seu camarim.

Fonte: ego.globo.com
 
 
 Esporte chique. Looks e peças-chave com pegada esportiva para ir da academia ao trabalho
Esporte chique! Looks e peças-chave com pegada esportiva para ir da academia ao trabalho

O estilo esportivo definitivamente conquistou o street style. E não pense que isso é resultado apenas da febre do tênis. Algumas peças-chave, de tão versáteis, passaram a se adaptar a diversas produções e ocasiões. No guarda-roupa do momento não podem faltar tops, moletons e camisetas, mesmo que malhar não faça muito o seu estilo. Nas ruas das principais capitais da moda, fashionistas põem à prova essa tendência.

Para adotar, a primeira dica é evitar a dupla legging e camiseta. Essa parceria só dá certo mesmo dentro da academia. Fora dela, o ideal é agregar peças statement para dar um up no visual esportivo.

A camiseta branca é sem dúvida o item essencial, mas na hora de usar, combine com saias assimétricas ou jeans rasgados. Nos pés, os tênis brancos, coloridos ou metalizados entram em cena como acessório indispensável.

Os moletons oversized também podem fazer uma grande diferença na produção final. O segredo está nos contrastes. Combine os modelos larguinhos com saias ou shorts de tamanho mini ou mais ajustados ao corpo para equilibrar as proporções. Um shortinho de corrida fica lindo com uma blusa mais estruturada.

Os tops também merecem um espacinho no closet e podem ser usados com jeans boyfriend ou saias ladylike. Modelos com logos e elásticos aparentes funcionam perfeitamente para o jogo contraste. Camisetões estampados, tênis e óculos sporty entram na lista dos must-haves.

Fonte: revistamarieclaire.globo.com
 
 
 A moda das caveiras
A caveira pode simbolizar a vontade de voltar ao essencial, sem máscaras

Quando eu tinha uns 11, 12 anos, não sabia se queria ser escritor ou pintor. Cheguei a ousar umas horrendas paisagens a óleo. Mais tarde fiz cursos de desenho criativo. Enfim, as artes plásticas me acompanharam ao longo da vida. Há algum tempo, resolvi fazer caveiras. Fazer é modo de falar, já que os escultores nem sempre são os realizadores finais das obras, mas idealizadores. Comprei caveiras de resina de uma empresa que fornece para uso em escolas. Descobri com dificuldade um ateliê que faz roupas para carnavalescos. Comprei cristais Swarovski. E “fiz” caveiras de cristais colados um a um, pretas, brancas, e até ousei outras cores. Todos que vêm a minha casa adoram, cheguei a dar algumas de presente. Um sucesso. Tanto que um amigo, Luiz Carlos Began, dono de um antiquário e da Baccarat, convidou-me para expor as caveiras, em edição limitada e numerada. Coquetel, lançamento. Eu me senti o máximo e já me via nas páginas da Casa Vogue. Faz uns dois anos. Mas aí fui para Amsterdã. Caminhava por uma rua repleta de galerias quando numa vitrine eu vi... as minhas caveiras! Voei para dentro.

Não eram exatamente as mesmas. Muito parecidas. Cobertas por um tecido brilhoso, de acabamento, juro, inferior às minhas. Mas a assinatura, ah, a assinatura! Era do Damien Hirst, considerado um dos maiores artistas vivos. Sim, eu me havia inspirado nele, que criou uma absurdamente milionária caveira coberta com brilhantes. Creio que a obra de arte atual mais cara do mundo. As caveiras do Damien vinham acompanhadas de um livrinho, sobre seu trabalho com crânios. Custavam uma grana em euros. O esperto havia popularizado sua caveira original! Eu não podia mais fazer meu coquetel. Diriam que estava copiando!

Só então descobri que as caveiras entraram na moda. Fui para a França e comprei a obra de outro artista, uma caveira negra coberta de mariposas. Lindíssima, embora a descrição aqui possa parecer assustadora. Uma outra de cristal. Meu amigo Began, ele de novo, me presenteou com um aparelho de som em forma de uma gigantesca caveira. Incrível. Outro amigo me deu uma caveira de pedra, encontrada na internet.

É fascinante como algo entra na moda. Caveiras sempre foram prestigiadas em grupos de rock. Entre os góticos, darks, punks. É a primeira vez que uma moda iniciada num nicho tão especial conquista as diversas classes sociais. Flávio, outro amigo, me trouxe uma camiseta com caveira, que eu sei que não custou muito. Mas que fica ótima. Em compensação, numa coleção deste ano, a Dolce & Gabbana lançou uma camisa polo coberta de caveirinhas. Comprei. Um amigo me deu uma bijuteria com uma caveirazinha negra. Outro usa um anel com uma enorme caveira, que toma o dedo todo. Caveiras são chiques, estéticas. A dona de uma importante galeria de São Paulo me disse:

– Caveiras estão com tudo.

Outro dia na aula de ioga fiz uma posição estranha, mas na qual me achei muito confortável. O professor explicou.

– Essa é a posição de Kali. Uma deusa que usa um colar de caveiras.

Kali é também uma deusa da destruição. A palavra destruição em si parece assustadora. Mas, quando usada no sentido esotérico, pode significar o fim para o novo começo. Nem sempre a carta da Torre sendo destruída por um raio no tarô, considerada péssima para os iniciantes, é de fato ruim. A Torre pode ruir, para depois se fazer um edifício melhor. É assim que se interpreta o mito da destruição, não como o fim, mas como a chance de um recomeço.

A moda das caveiras pode simbolizar algo assim. A vontade de voltar ao essencial, sem máscaras. Em Hamlet, de Shakeaspeare, quando o príncipe olha uma caveira, numa cena antológica, pergunta:

– Ser ou não ser? Eis a questão.

Na caveira, resta a grande verdade sobre todos nós. Temos um tempo para existir. Para realizar. Tudo termina, desaparece. Grandes questões de ego, vaidades, desaparecerão como pó, como já se foram civilizações inteiras.

Talvez a moda das caveiras, que a princípio pode parecer aterrorizante, até doentia, seja na verdade salutar. As pessoas estão, mesmo que através da arte (e não é para isso que existe a arte, afinal?) e da moda, fazendo um grande questionamento íntimo.

Seja como for, eu aderi. Se tivesse brinquinho de caveira, usava. É uma moda, uma estética. Mas o mundo se renova. Em breve, talvez sejam anjos. Por via das dúvidas, também comprei uma camiseta com umas asas desenhadas. De caveira a anjo, nunca se sabe.

Fonte: epoca.globo.com/
 
 
 Paris sedia desfile de moda de anãs para estimular inclusão
Dwarf Fashion Show seguirá para Dubai e Tóquio

Engana-se quem pensa que, para ser modelo, é preciso ser alta e magra. Em Paris, a terceira edição do Dwarf Fashion Show mostrou que a moda pode ser muito mais inclusiva, e levou às passarelas dez anãs de diferentes nacionalidades vestindo roupas especialmente desenhadas pela agência Creative Business House, de Nova York.

O evento, realizado no Ministério da Cultura da França, já ocorreu também em Nova York e seguirá para Dubai e Tóquio.

"Mais do que um evento, se trata de uma organização que pretende ajudar as pessoas de tamanho pequeno a encontrar um lugar no mundo da moda“, contou uma das porta-vozes do desfile, em declaração reproduzida pelo Hypeness.


Fonte: noticiasaominuto.com.br
 
 
 Utilize os desenhos das crianças para criar almofadas originais
Ideia é ótima para deixar a obra de arte do seu filho eternizada

As crianças adoram rabiscar, desenhar e colorir. Muitas vezes, os desenhos ficam guardados como recordação, mas também podem ser expostos na decoração. Que tal colocá-los nas almofadas da sua casa e deixá-las ainda mais original?

Os desenhos das crianças são estampados em tecido 100% algodão por meio de impressão direta. A confecção da peça é feita com costura simples ou patchwork. A técnica utilizada mantém a maciez do tecido e permite lavar a passar a peça sem que ela seja danificada.

Marion Creutzberg, proprietária da empresa CRiações em Família e Cia., especializada no trabalho de peças personalizadas, conta que os produtos que são confeccionados a partir dos desenhos de crianças estão entre os preferidos.

“Nos encanta a ideia de valorizar e eternizar o desenho infantil, que expressa o que ela vê, sente e imagina, e constitui uma etapa fundamental no desenvolvimento da criança”, comenta Marion.

Para fazer a sua almofada com os desenhos do seu filho, basta enviá-los em papel ou digitalizado por meio da loja virtual (http://www.criacoesemfamilia.com.br). Uma almofada em patchwork, que é uma técnica mais elaborada de costura, custa em torno de R$ 140. Já um boneco feito a partir de uma garatuja custa R$ 58.

Além de almofadas, a empresa também produz fronhas, bonecos-garatuja, cestos organizadores e outras peças de uso pessoal. “As possibilidades são diversas, desde que sejam peças confeccionadas em tecido. A pessoa pode, inclusive, solicitar apenas a impressão e ela mesma confeccionar seus produtos”, diz Marion.

O dia das crianças está chegando e essa é uma ideia original para deixar o quarto dos pequenos e a casa mais alegres.

Fonte: revista.zapimoveis.com.br/
 
 
 Na moda praia o que vale mais, conforto ou elegância?
Final de semana se aproxima e a previsão do tempo indica sol e calor. Legal, vai dar praia! Ir ao cabeleireiro, fazer o pé e a mão e comprar o biquíni. Poxa, o biquíni... 

Não existe uma só mulher que não tenha diversos modelos guardados no armário, mas que saíram de moda. É aí que a gente pergunta: Biquíni sai de moda? E a resposta não poderia ser outra: Claro que sai! 

A cada ano que passa os lojistas lançam novidades que ditam o tom da estação da chamada “beachwear”, ou moda praia, para os que preferirem. Os biquínis costumam chegar junto com a coleção primavera-verão e, acreditem se quiser, eles são responsáveis por quase 40% das vendas durante as estações de calor, segundo a FECOMERCIO. 

Mas o que vale mais? Elegância ou conforto? O ideal é sempre unir os dois, mas isso nem sempre é possível. E na dúvida, pasmem: elas optam pela elegância! 

Grandes magazines como C&A e Renner possuem uma área dedicada à moda praia em suas lojas físicas e virtuais e as chamadas “lojinhas de biquínis” não param de crescer pelo país.

Pensando nesse fato, muitas lojas virtuais criam modelos especiais para diversos gostos e estilos e apostam alto nesse segmento, como é o caso da For Night.

A grife lançou no início da primavera uma bela coleção de biquínis com as cores da estação aliando conforto e elegância para as “passarelas de areia” que vai desde os mais básicos modelos “cortininha” até os mais sofisticados modelos “3D”. As clientes não cansam de elogiar a qualidade dos produtos e a rapidez na entrega, além do frete ser grátis para todo o Brasil, elas garantem: os biquínis da For Night conseguem unir conforto e elegância.

E para você? O que vale mais na hora de escolher seu biquíni, conforto ou elegância? Caso sua resposta seja – “os dois”, não deixe de dar uma passadinha na loja virtual da For Night para conferir a nova coleção; afinal as estações de calor já chegaram e prometem temperaturas altíssimas.


Fonte: noticias.r7.com/
 
 
 Estampas da moda na decoração
Os ambientes residenciais — e por que não os comerciais? — podem se vestir com as tendências da moda e se tornarem ainda mais atrativos, charmosos e bonitos

Moda e decoração volta e meia se esbarram, se completam e dividem tendências. Afinal, cores, formatos, texturas e padronagens podem ser aplicados nas duas áreas. Atualmente, duas estampas, que fazem sucesso na moda há muito tempo como as cinco mais famosas do mundo, estão em alta também no décor, são elas: Pied de Poule e Chevron, com seus padrões geométricos irreverentes.

A Pied de Poule foi eternizada pela Coco Chanel em 1920, já a Chevron é símbolo da marca Missoni, nascida em 1950. Em comum, as duas têm a sofisticação. “Estampas em padrões geométricos são clássicos e podem valorizar o projeto e criar um diferencial. Elas quebram a rigidez e a monotonia”, conta a arquiteta Marina Dubal, do escritório DAD Arquitetura.

A profissional destaca alguns projetos em que utilizou estampas da moda: “Apliquei a Pied de Poule nas paredes e almofadas de um loft contemporâneo. O conceito era realmente singular e permitia ousar. Já em um projeto comercial, usei a Chevron em tapetes do piso em preto e branco. Assim, criei um contraponto com o imóvel antigo”.

Para a arquiteta Carmen Calixto, “as estampas da moda podem renovar os ambientes e atualizar a decoração”. Ela recorreu a esse recurso no projeto de um quarto inspirado em um blogueira de moda. “Usei um papel de parede Chevron para trazer referências do mundo da moda. Essa escolha deixou o ambiente mais moderno e com mais personalidade”, garante Carmen.

Os arquitetos Bruno Vianna e Ivana Seabra também gostam de trazer o frescor da moda para seus projetos. “Nós usamos a estampa Pied de Poule na poltrona porque queríamos usar uma estampa que fosse sofisticada e que pudesse ser usada no ambiente de trabalho também”, comentam.

Projetos diferentes, mas em todos as estampas da moda se destacam e roubam a cena. Isso mostra como o diálogo entre moda e decoração é algo natural. “Como as duas áreas são usadas pelo homem para comunicar seus desejos e necessidades é muito comum que haja mesmo essa troca e parceria”, defendem Bruno e Ivana.


Fonte: arede.info/mulher
 
 
 Brincos com formas arredondadas são tendência absoluta para o verão
De Prada a Isabel Marant, passando por Mugler e Christian Dior, diversos estilistas de renome levaram a trend para as passarelas

Depois da argola, do choker e do mix de anéis, chega a vez do maxibrinco voltar a triunfar no mundo das bijoux fashionistas – ainda mais se ele tiver uma bola de paetês, acrílico ou metal em sua composição.

Tudo começou na semana de moda de Milão, quando Miuccia Prada propôs, para o verão 2016 da Prada, uma beauté futurista (com direito a batom feito com pó de ouro) combinada a brincões compostos por enormes bolas de lantejoulas coloridas. Uma combinaçao de beleza e acessórios forte, que causava estranheza no início, mas que ficou no imaginário coletivo durante todos os desfiles seguintes.

Semanas depois, Raf Simons (responsável por modernizar as pérolas há algumas estações) levou as formas arredondadas para a joalheria da Dior, na semana de moda de Paris. Desta vez, ao invés de utilizar-se das pérolas em seus mais variados tamanhos, Raf apostou em brincos e gargantilhas com círculos de metal e acrílico colorido.

Por outro lado, Salvatore Ferragamo bebeu da mesma fonte que Raf Simons se inspirou em estações passadas, levando maxipérolas para brincos compridos e colares. Ainda chique, ainda atual.

Isabel Marant apostou em versões de brincos muito conhecidas pelas brasileiras, que contam com um grande círculo de metal acoplado a uma pequena corrente. Quem nunca teve um brinco nesse shape, que atire o primeiro choker; e é hora de trazê-lo de volta para o closet!

Na Sacai, uma versão semelhante ao brinco de Ferragamo e Prada surge em formato menor, mais delicado.

Na Mugler, a argola é preenchida e vira um disco de metal – ótima opção para quem quer aderir à trendsem ficar com o look datado.

Fonte: vogue.globo.com/
 
 
 Ensaio de moda inspirado em refugiados gera polêmica
Fotos mostram modelo com cerca de arame farpado ao fundo.
Fotógrafo húngaro diz que foi mal interpretado.

Um ensaio de moda inspirado na crise migratória feito por um fotógrafo húngaro gerou polêmica e está sendo acusado nas redes sociais de ser ofensivo e de glamourizar um problema social.

As imagens mostram uma modelo com roupas de marca, celular com capa da marca Chanel e lenço no cabelo em frente a uma cerca de arame farpado. Em algumas fotos, ela aparece “sendo presa” por um policial. Ela também aparece com parte dos seios à mostra em algumas cenas.
O ensaio, batizado de “Der Migrant” (O migrante, em alemão), foi chamado de “oportunista” e “doentio” e por usuários das redes sociais.

O fotógrafo, Norbert Baksa, enviou uma mensagem ao G1 com suas explicações sobre o trabalho. Ele diz que os críticos não entenderam a mensagem e estão "tirando conclusões baseadas em informações parciais e tendenciosas".
“O ensaio não pretende glamourizar essa situação claramente ruim, mas chamar a atenção para o problema e fazer as pessoas pensarem sobre ele”, afirmou.

Baksa afirma que normalmente se recusa a abordar tópicos políticos, mas escolheu o tema desta vez por ser uma situação que “afeta a rotina diária de praticamente todo mundo na Hungria”.

“Nós nunca pretendemos ofender ninguém, apenas chamar a atenção para a complexidade desse problema. Durante a sessão, demos o nosso melhor para respeitar a fé e a convicção das pessoas e não cruzar certas barreiras”, escreveu, acrescentando que as fotos mostram “uma mulher sofrendo, que é também bonita apesar da sua situação, usa roupas de alta qualidade e smartphone”.

Por enquanto o ensaio foi publicado apenas em suas contas no Twitter e no Instagram, mas o fotógrafo afirma ter recebido convites de publicações em vários países com interesse nas imagens.

Fonte: g1.globo.com/
 
 
 Moda em Paris cores vivas e plissados para o próximo verão
O próximo verão terá plissados e cores vivas na composição do look feminino, segundo adiantaram as coleções apresentadas nesta segunda-feira em Paris por Hermés, Stella McCartney, Sonia Rykiel e Sacai.

- Hermès: o toque esportivo
Em seu segundo desfile para a maison Hermès, a diretora artística Nadège Vanhee-Cybulski quis dar um toque de "audácia". Após tons de preto, creme e cinza quartzo dos primeiros modelos, surgem azuis, vermelhos e laranjas, realçados por acessórios que incluem pulseiras com ágatas encrustadas.

"Quis destacar a sensualidade do prêt-à-porter feminino", disse a estilista em entrevista à AFP. "É uma elegância sofisticada, mas ao mesmo tempo liberada, com certa audácia, que pode combinar um blazer com uma roupa de banho, um short com uma bolsa de cashmere".

Uma pantalona ampla de seda aparece com tênis e regata de algodão ou uma saia longa com um toque esportivo.

As saias plissadas aparecem com cinto largo. "É uma peça icônica da Hermès, mas às vezes causa medo nas mulheres porque é um pouco clássico. Quis empurrar a atenção para algo que gere mais desejo.", comenta.

O desfile aconteceu nos estábulos do quartel da Guarda Republicana e foi assistido por celebridades como Janet Jackson, Jane Birkin e Kris Jenner.

- O verão colorido de Stella McCartney
A estilista britânica segue fiel a um guarda-roupa que combina feminilidade e conforto em uma coleção cheia de movimento e cores vivas.

São vestidos longos de malha fina e gola polo com estampas grandes que acompanham o movimento do corpo. Apareceram também regatas e saias midi com transparência e sobreposição de listras amarelas, brancas e vermelhas.

Em tons mais neutros de branco, preto e rosa, a alfaiataria inspira Stella McCartney em diferentes variações, desde um conjunto fluido de calça e blazer sem mangas até um vestido tomara que caia com abotoamento duplo e saia longa com fendas.

- Sacai: viva a bandana!
Os plissados também apareceram na coleção da marca japonesa Sacai, se integrando em sobreposições de materiais e silhuetas assimétricas.

Aparecem em look de saia leve e vestido sem manga com listras verticais. Ou em lamê dourado sob um bordado de flores azuis e douradas.

A mulher imaginada pela Sacai usa botas pontiagudas e bandanas nessa coleção de Chitose Abe, com variações em torno da bandana como acessório, presente em bordados sobre túnicas transparentes, estampadas em saias longas ou os dois ao mesmo tempo.

- As novas amazonas de Giambattista Valli
No Grand Palais desfilaram as amazonas de Giambattista Valli. Durante o dia usam minissaias com jaquetas bordadas ou estampadas com temas florais ou gráficos, em um estilo bohemian-chique. Sandálias gladiadoras amarradas até os joelhos dão um toque de segurança à essas amazonas.

À noite a mulher de Valli é mais lânguida, com looks mais longos e fluidos, de seda e em cores vivas.

Assistiram ao desfile na primeira fila a atriz mexicana Salma Hayek e Lee Radziwill, irmã de Jackie Kennedy, que aplaudiram freneticamente o estilista.

- As criaturas noturnas de Sonia Rykiel
O desfile da maison Sonia Rykiel foi dedicado aos pássaros noturnos que começam a viver quando o sol se põe. Para essa criaturas noturnas, Julie de Libran imaginou looks de linhas muito fluidas.

A paleta vai do preto ao branco, passando pelo azul marinho e o laranja. Plissados ou não, os vestidos deixam um ombro à mostra ou até os dois. Pulôveres com mangas amplas aparecem combinados com saias curtas ou longas e sandálias nos pés.

- Saint Laurent: é dia de rock
Com tiara nos cabelos e botas Wellington, a jovem Saint Laurent, concebida por Hedi Slimane, está pronta para assistir ao festival de rock de Glastonbury, na Inglaterra, um dos mais famosos do mundo.

Ela usa jeans e impermeável ou um delicado vestido de renda preta sob uma jaqueta esportiva militar ou de couro, calça jeans ou com estampas de leopardo.

Os seios ficam nus debaixo das transparências ou de devido a alças oportunamente frouxas.

Fonte: zh.clicrbs.com.br/
 
 
 Estilistas disputam likes de olho no futuro da moda
PARIS, FRANÇA  - Há um clima de despedidas e recomeços nesta semana de moda de Paris. E isso não tem a ver com o último desfile de Alexander Wang à frente da grife Balenciaga.  O grande assunto desta temporada de verão 2016 é o papel da moda  e dos estilistas no futuro próximo.

Não cabe mais aos designers definir as "tendências da temporada", mas, sim, mostrar diferentes visões sobre o que a mulher pode querer usar de sua grife predileta. A passarela se transformou num emaranhado de referências à "roupa do futuro", e talvez a melhor definição dessa lógica tenha sido a da Dior, sob a batuta de Raf Simons.

Nas roupas do estilista belga não há referência clara a décadas específicas, apenas uma memória distante da era vitoriana, quando as mulheres usavam camadas e mais camadas de tecidos. Essas camadas apareceram em pequenas obras de arquitetura -um complexo  jogo de alfaiataria difícil de ser copiado.

O ponto entre o masculino e o feminino, fundamental no novo manual da moda, está representado por jaquetas que remetem ao clima militar adotado nas ruas, um provável  reflexo do noticiário sobre a guerra síria e a crise dos refugiados na Europa. Parcas de cetim recebem linhas sólidas e se sobrepõem a delicados shorts de linho com recortes geométricos na barra. Os vestidos, nada simples apesar de minimalistas, têm fendas ovais preenchidas com um delicado trabalho em renda.

A imagem de feminilidade proposta nos looks parece frágil e romântica, mas o estilista se distancia do ideal adocicado do tema. O desfile é muito mais de Simons do que da Dior, manobra perigosa quando a moda vive a era das marcas, na qual estilistas se transformaram em arquitetos a serviço de empresas que precisam gerar burburinho. Wang não conseguiu e pagará com o cargo na  Balenciaga.

BALMAIN NA REDE

Talvez por isso o exibicionismo de Kim Kardashian, socialite americana e rainha das "selfies", seja o mote implícito no verão da Balmain.
Alheio à cartilha das tendências, embora na coleção haja alguns ombros de fora, truque de estilo que já vem desde a semana de moda de Nova York, o estilista Olivier Rousteing investe em decotes geométricos, comprimentos mídi e rendas com pedrarias.

Mestre na arte de causar furor nas redes sociais, o estilista potencializa a noção de "cada grife no seu lugar" ao criar um clube particular de estrelas da internet que postam tudo relacionado à marca em suas contas no Instagram. Kim Kardashian, Kendall  Jenner (meia-irmã de Kim) e a "bombshell" Gigi Hadid estão na caldeirada da Balmain. No atual jogo da moda, ganhará quem tiver mais 'likes'.

Fonte: hojeemdia.com.br
 
 
 Os anos 90 estão de volta na moda
Para quem está atento as araras das marcas deve estar com a sensação de ter entrado na máquina do tempo e carimbado o passaporte direto para a década de 90. O guarda-roupa da época está de volta. Separamos dicas com base na expertise de Ana Paula Petribú e de Sylvia Távora, da Sianinha, e Carol Fernandes, do .UP.

“Jardineira, top, macacão, gola rolê, peças amplas e tudo que tenha uma pegada esportiva está de alta. Porém, é preciso saber combinar as peças para a produção não ficar sem graça, já que a moda dos anos 90 era mais minimalista. Aposte nos acessórios para trazer o look ao século 21”, indica Ana Paula. No que se refere, ao mix de tendências, as combinações continuam, contudo mais limpas.

Carol Fernandes, do.UP, também sugere a repaginação como melhor forma de aderir a essa tendência. “Se nos anos 90, o corte da calça era mais reto com cós alto e solta do corpo, nos dias atuais temos a ‘boyfriend’, que tem um padrão masculino, a ‘skinny’, que ficam mais justinha na perna, além da ‘oversized’, de silhueta ampla. São várias opções para agradar os diversos estilos de cada mulher”, explica.

Outra peça que dominou o guarda-roupa daquela década foi o macacão jeans e a jardineira, que tinham bolsos enormes e modelagem reta. Segundo Ana Paula, da Sianinha, hoje há uma versão atualizada dessas peças com lavagens mais contemporâneas, que não lembram em nada a cara escolar que tinha o modelo 90’s. “Em vez do tênis, combinação típica daquela época, pode-se optar pelo scarpin. A bolsa carteiro também é uma boa pedida”, recomenda.

De acordo com Carol Fernandes, a jaqueta oversized, aquela roupa que de tão grande parece ser do irmão mais velho, é um dos itens que retorna de maneira repaginada com a cava mais alta e a parte dos ombros mais simétricas. Nesse caso, a combinação deve ser feita com peças mais justas. Outra peça editada é a camiseta xadrez, herdada do grunge, e feita com diferentes materiais, permitindo combinações com tecidos nobres, como por exemplo, uma regata de seda. Não importa se sua preferência é jeans com jeans, saia jeans longa, blusa ombro a ombro, entre tantas opções, o que vale desta onda anos 90 é aproveitar o momento para arriscar uma moda mais despretensiosa, mas não menos charmosa.

Fontes: blogs.ne10.uol.com.br/
 
 
 Mulheres que tiveram câncer de mama realizam desfile de moda em Maceió
Ação faz parte das atividades da campanha "Outubro Rosa".
Atividade aconteceu no Maceió Shopping, na Mangabeiras.

Um desfile com mulheres mastectomizadas, que se submeteram à cirurgia para retirada da mama, buscou chamar a atenção para a campanha "Outubro Rosa" em Maceió. Na noite deste sabado (3), no Maceió Shopping, em Mangabeiras, a ação atraiu olhares de muitas pessoas que passavam pelo local e pararam para assistir ao desfile.

Neste ano, o desfile traz como tema "Flor do Sertão" em alusão a planta mandacaru. A presidente do Grupo de Mama Renascer, Naydja Reis, destacou que o tema remete a força da planta que consegue florescer em meio às dificuldades do Sertão.

“O desfile tem como objetivo mostrar a superação e a autoestima recuperada de mulheres que tiveram a mama ou parte dela retirada. As modelos irão desfilar com sutiãs de fuxico confeccionados por elas mesmas”, explicou Naydja.

O desfile de abertura da campanha contou com a presença de 12 mulheres mastectomizadas. Uma delas foi Jeane Roberto Vieira Santos, 50.
“A sensação é de vitória. Estamos aqui para mostrar que o câncer não é nenhuma sentença de morte. Descobri a doença logo no início, há 9 anos, e hoje vivo muito bem”, diz Jeane, ao fazer um alerta “As pessoas têm que se cuidar e se conhecer melhor”.
Maria das Neves Silva, 65, é voluntária do projeto há 5 anos e diz que a iniciativa é muito importante em sua vida e proporciona muitas alegrias. “Todo ano eu desfilo, mas neste não vou poder por motivo de um trombose. Mesmo assim, faço questão de vir aqui ajudar”, falou.
A presidente do grupo informou que neste domingo (4) o desfile acontece em Arapiraca. Além do Grupo de Mama Renascer, a Rede Feminina de Combate ao Câncer em Alagoas também promove ações neste mês da campanha Outubro Rosa.
Com o tema “Para todas as Marias”, a campanha quer chamar atenção das mulheres para as leis que já garantem exames para a prevenção e o prazo para o início do tratamento contra a doença. Além disso, a campanha quer enfatizar que desde abril de 2010, a Lei 11.664 já assegura a realização da mamografia a todas as mulheres brasileiras a partir dos 40 anos.

Programação
Dia 4/10 - Panfletagem na orla marítima, na Ponta Verde e Pajuçara, pela equipe da Secretaria Municipal de Saúde, às 9h.
Dia 15/10 - Panfletagem no Centro da cidade pelas equipes da Rede Feminina, Grupo Renascer e Secretaria Municipal de Saúde, às 9h.
Dia 18/10 - Panfletagem na orla marítima, na Ponta Verde e Pajuçara, além de posto de coleta de corte de cabelo, pelas equipes da Rede Feminina e Grupo Renascer, às 9h.
Dia 24/10 - Praia Acessível Rosa, com equipes da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer e da Secretaria Municipal de Saúde, às 9h.
Dia 26/10 - Manhã com o Grupo de Mulheres Vitoriosas - pacientes que se trataram da doença e conseguiram vencê-la, às 8h30.
Dia 31/10 - Corrida Maceió Rosa, na orla marítima, às 7h.

Fonte: g1.globo.com/
 
 
 Terno, um clássico sempre pronto a transgredir
Hoje ele é visto como básico no closet de qualquer mulher, principalmente se ela circular por ambientes que exijam certa elegância clássica, sem resquícios de sensualidade. Sim. Sem dúvida, o terno é o bom moço que faz bonito no ambiente profissional, mas nem sempre foi assim – e nem precisa ser. Com as combinações e os acessórios certos, o terno pode resgatar sua essência deliciosamente transgressora, que o fez marcar a história da moda como o espelho de um novo comportamento feminino, independente, audacioso, poderoso.

Embora tenha nascido na França do século 18 como uma roupa informal masculina, o terno (paletó, calça e colete) só ganhou o mesmo tecido, virando um conjunto, em 1860, e foi durante a Revolução Industrial, principalmente na virada do século 19 para o 20 na Europa, que se tornou cotidiano.

Já para elas, o processo foi bem mais manso e pontuado por audácias. Nos anos 1920, a atriz alemã Marlene Dietrich adotou, de forma pioneira, calças combinadas a paletós, o que acabou como característica marcante do seu polêmico estilo. Mas não foi desta vez que terno feminino vingou.

Anos mais tarde, na década de 1940, ele voltou à cena, desta vez pelas escolhas de outra atriz de muita personalidade, Katherine Hepburn. E novamente, mesmo em certa harmonia com a moda contida e rígida devido às restrições provocadas pela guerra, passou desapercebido do uso comum.

Em 1966, período de grandes mudanças comportamentais, com os jovens passando a ditar tendências e a mulher conquistando cada vez mais espaço na sociedade intelectual e de consumo, o estilista francês Yves Saint Laurent lança uma coleção que tem o terno, mais precisamente o smoking, como essência, reflexo da uma nova atitude feminina. Como bem diz Suzy Menkes, editora internacional da Vogue: “hoje as mulheres andam normalmente de terno e calça comprida, mas, na época, a mulher era proibida de entrar em um restaurante ou em um hotel. O smoking foi uma provocação sexual, dirigido à mulher que queria ter um outro papel”. E foi a partir daqui que tudo começou a mudar.

Os anos 1970, com seu espírito unissex e revolucionário, abraçaram esta provocação sexual, mas ainda de forma restrita a mulheres avant-garde, por assim dizer, que não temiam ser rechaçadas por qualquer escolha, seja ela uma roupa ou um emprego. Mas essas poucas viraram muitas, ganharam eco na década seguinte, os anos 1980, quando a mulher passou a brigar, ombreira a ombreia, por um lugar ao sol profissional – e o terno se tornou uniforme perfeito para essa batalha. Alguém aqui assistiu a Uma Secretária de Futuro?! Pois é exatamente essa imagem sofisticadamente masculina que busca a personagem título do filme, interpretada pela atriz Melanie Griffith, que, podemos dizer, sintetiza o estilo da mulher oitentista. Sim. O terno foi parceiro perfeito para a mulher se igualar ao homem visualmente, mostrando que não estava no jogo para seduzir, mas, sim, para competir.

E nos 1990, o terno tornou-se um básico, um clássico, um atemporal, título que permanece seu. Hoje vestir um terno é algo normal, por vezes quase careta. Uma pena. O terno é um clássico, mas tem a transgressão no seu DNA, coisa que vale lembrar sempre. E pode ser usado de mil formas, inclusive subvertendo o visual tradicional, o que é o mais interessante. Aposte em modelos de cores vibrantes. Use com uma sandália avassaladora, um tênis confortável, um acessório espetacular. Deixe o paletó sozinho sob a pele. Invista em um corte alongado e justo. Combine com peças despojadas. Use um modelo de tecido com brilho ou com estampas extravagantes. Sim. Não pense que o terno é um bom velhinho que deixou as inquietudes de lado, afinal, uma vez revolucionário, revolucionário pra sempre – e resgate já esse caráter, cara amiga!


Fonte: revistadonna.clicrbs.com.br/
 
 
 Ralph Lauren deixa o comando de seu império da moda
Ralph Lauren, criador da marca Polo e figura importante da indústria da moda, deixará a presidência de seu grupo, anunciou a empresa.

Lauren, de 75 anos, será substituído em novembro por Stefan Larsson, um estilista sueco, de 41 anos, que até agora comandava a rede de roupas Old Navy, uma filial do grupo Gap no segmento de preços baixos, segundo um comunicado oficial.
Ralph Lauren não vai se aposentar, pois continuará como presidente executivo e diretor de criação.

"Meu papel é pensar permanentemente no futuro desta empresa e na maneira de fazer com que avance", afirmou.

Fonte: em.com.br/
 
 
 Esqueça os iates, a moda agora é ilhas móveis sob medida
São Paulo - Se você acha que já viu de tudo no que diz respeito a luxo, é porque não conhece a Kokomo Ailand - uma ilha flutuante desenvolvida pela Migaloo Private Submersible Yachts.  

Trata-se se uma ilha móvel com todos os atrativos que um resort de luxo oferece aos seus hóspedes.

Movida por oito motores, a ilha possui ginásio de esporte, salão de massagem, salão de beleza, jacuzzi com fundo de vidro, um clube com diversas piscinas e até um heliponto para chegadas e partidas.  

O preço projeto não é revelado pela Migaloo, mas qualquer encomenda pode ser adaptada ao gosto do cliente.  

Fonte: exame.abril.com.br/
 
 
 Cidade do Rock vira desfile de moda em fim de semana pop
Looks do público são um espetáculo à parte do festival

A preparação para o figurino do Rock in Rio é tão importante quanto decorar as letras das músicas que serão apresentadas no festival. Neste sábado, o início do fim de semana pop, que trouxe Rihanna como atração principal, a Cidade do Rock foi invadida por diversos estilos e produções, planejadas com semanas de antecedência pela plateia. De boho chic misturado com rock até looks minimalistas, as roupas e acessórios se tornaram um complemento na decoração do evento.
 
 
 Grife exagera na transparência durante semana de moda de Milão
Modelos ficaram com os seios à mostra durante desfile primavera-verão 2016 da Gucci, que aconteceu na tarde desta quarta-feira, 23, na Itália.

Tudo bem que a temperatura não para de subir e os termômetros registram calor recorde em pleno inverno nos trópicos e em parte da Europa. Abusar da transparência e dos tecidos leves foram as apostas da grife italiana Gucci para o próxima temporada.

Nesta quarta-feira, 23, a marca apresentou sua coleção primavera-verão 2016 durante a semana de moda de Milão e causou a maior polêmica. É que boa parte dos look deixa à mostra os seios das modelos. Será que essa moda livre, leve e solta vai pegar?


Fonte: ego.globo.com/
 
 
 Make azul vira tendência na semana de moda de Nova York. Inspire-se
Em estilos que vão do romântico ao ultrassexy, as sombras e delineadores nesta cor foram aposta em pelo menos três desfiles diferentes. Confira.

Por um longo tempo, sombra azul era algo banido aos anos 1980. Mas, como tudo na moda é cíclico, parece que a tendência está de volta! Durante a semana de moda de Nova York, as grifes Diane von Furstenberg, 3.1 Phillip Lim e Jenny Packham foram algumas das que apostaram na cor, que apareceu em forma de sombra ou delineador, puro ou mais esverdeado, e em versões que vão do romântico ao ultrassexy.
No desfile de Diane von Furstenberg, modelos como Kendall Jenner, Karlie Kloss e Gigi Hadid usaram uma make com foco total nos olhos, com sombra metalizada e delineadores azuis e verdes, criando um efeito dramático, meio sereia, meio anos 70. Se quiser seguir o estilo sem corrrer o risco de exagerar, opte por uma boca bem neutra.

Na versão da estilista Jenny Packham - que é a mais fácil de copiar, a tendência veio na forma de um delineador azul claro aplicado na pálpebra móvel e com puxada no estilo gatinho, que dá um ar mais romântico ao visual.
A mais discreta e conceitual foi a make desfilada pela grife 3.1 Phillip Lim, que consistia apenas em pequenos traços de delineador azul no canto externo do olho (no caso da pálpebra superior) e no canto interno do olho (no caso da pálpebra inferior). Gostou do visual? Então aproveite que a primavera está chegando e já pode ir treinando em casa!
 
 
 Mochila vira o acessório da vez na moda
Mochila vira o acessório da vez na moda: veja modelos de R$ 170 a R$ 12.500

Considerada bolsa de segunda categoria por muito tempo, só perdendo em prestígio para a polêmica pochete (que, aliás, está por aí em versões da Louis Vuitton, Gucci e Chanel, mas, definitivamente, não veio para ficar), a mochila recebeu tratamento especial de nove entre dez marcas de high fashion nesta temporada. Com algumas exceções menos interessantes, em que a peça mais parece uma bolsa de mão com duas alças atrás, o modelo em si não muda muito: a diferença é o material (o couro é a maneira mais eficaz de elevá-la a um outro status) e, principalmente, as estampas e acabamentos.  No último desfile da Burberry, nesta segunda (21), a marca inglesa apresentou uma mochila (batizada de Rucksack) feita de náilon com gabardine, o mesmo tecido de seu famoso trenchcoat, que pode ser customizada com as iniciais do nome do cliente bordadas (Cara Delevingne apareceu na mesma noite usando uma). Foi uma das peças mais comentadas da coleção.

Em alta, a influência do streetwear na moda é antiga, e desde que ele atravessou a rua e pisou na passarela, o high fashion nunca mais foi o mesmo. Fonte de inspiração do estilo das ruas no mundo das marcas de luxo, o hip hop empresta, desde o começo dos anos 80, seus principais códigos de estilo para as versões com design assinado de calças baggy, t-shirts, tênis de basquete, bonés, agasalhos esportivos. Na mesma época, os movimentos do surf e do skate na Califórnia faziam o mesmo. Em Londres, Vivienne Westwood radicalizava a relação da moda com o gueto e colocava o punk para sempre no mainstream fashion (uma outra cultura, mas também vindo das ruas).
Nos anos 2000, o streetwear ganhou a companhia do streetstyle, elevado ao status de influenciador do high fashion graças a registros de fotógrafos  como Scott Shchuman e seu blog The Sartorialist.

A relação, aí, já era simbiótica, e as versões fashionistas do streetwear (não mais as roupas e acessórios originais, sem interferência de um designer de moda conhecido) eram usadas pelas pessoas comuns das ruas, cada vez menos comuns e mais produzidas para serem fotografadas. Num passado bem recente, as peças de streetwear hits da moda foram muitas: primeiro surgiu a febre da camiseta, com interpretações variadas, das intencionalmente surradas com o melhor dos algodões às bordadas e luxuosas. Depois chegou a vez do tênis, com direito até a versões couture, como os modelos da Dior e da Chanel desfilados há dois anos. Agora, o acessório da vez é a mochila.


Fonte: ffw.com.br/
 
 
 Delineador desce para pálpebra inferior na NYFW de verão 2016
Se depender da semana de moda de Nova York, o delineador que você usará no verão 2016 será diferente no quesito localização. Ao invés do tradicional risquinho logo acima dos cílios, dessa vez as marcas optaram por descer com o traçado até a pálpebra inferior. 

Na apresentação de Derek Lam, por exemplo, Tom Pecheux escolheu um tom de amarelo quase ocre para fazer um traço opaco de expessura generosa nos olhos das modelos. O mesmo recurso foi aplicado na beleza da Tracy Reese, só que com bronze metálico.

Já na Ohne Titel, o make up artist Kabuki usou quatro tons do Chromaline, da M.A.C, para enfeitar os olhos: o pink foi criado a partir da mistura do Process Magenta com o Pure White, enquanto o azul foi feito com mix de Hi-Def Cyan e Marine Ultra.

Na passarela de Tadashi Shoji a proposta foi outra: ao invés de cores fortes como nos shows de Derek Lam e Ohne Titel, o maquiador Pep Gay usou finas lâminas metálicas para dar vida à beleza de um desfile inspirado em memórias antigas do Japão.

Na 3.1 Phillip Lim, a make up artist Francelle Daly usou apenas o canto interno inferior (e o externo superior) para destacar os olhos do casting.


Fonte: vogue.globo.com/
 
 
 Modelo com Síndrome de Down desfila na Semana da Moda de NY
A modelo tem outros sete desfiles agendados para 2015 nos Estados Unidos, na Austrália e também na Suécia.

Uma adolescente com Síndrome de Down foi a estrela de um dos palcos mais importantes da moda.
“Não vou aceitar pessimismo”, disse Rosanne quando a filha nasceu com síndrome de Down, 18 anos atrás.
Madeline passou por uma cirurgia do coração na Austrália e os médicos disseram que ela tinha poucas chances de sobreviver.
Hoje, fala pouco. Em compensação, pega onda, treina pesado, faz ginástica. Um ano atrás, ela decidiu que queria ser modelo. Entrou em forma, aprendeu as manhas da passarela. E acaba de desfilar na Semana da Moda de Nova York, uma das mais importantes do mundo.
Ela começou meio tímida, mas depois se soltou. Cumprimentou o público. E recebeu os aplausos ao lado do estilista. A comemoração antecipada do aniversário foi no topo de um dos prédios mais altos da cidade.
Nova York é só um trampolim para a carreira de Madeleine, que tem outros sete desfiles agendados para 2015 nos Estados Unidos, na Austrália e também na Suécia. E assim, nas ruas, e também nas passarelas, ela vai fazendo o mundo repensar o conceito de beleza.
Entre uma pose e uma parada pra atender os fãs, ela diz que desfilar é a coisa que mais gosta. E conta que tem um namorado, o Robi.
Nas redes sociais, Madeline tem mais de 400 mil seguidores. Muitos são parentes de pessoas com algum tipo de deficiência, que agradecem a ela pela coragem e pelo exemplo.
O dinheiro que ganha com os desfiles profissionais, Madeleine usa para participar de eventos de caridade e conscientizar as pessoas sobre a Síndrome de Down.
"As coisas mais importantes da vida eu aprendi com ela", diz a mãe. "Não é um carro novo, uma casa. É amor e compaixão”.
E quem conhece a Madie retribui.
 
 
 A moda se abre um pouco às diferenças na Fashion Week de Nova York
Frequentemente criticada por sua visão idealizada da mulher, refletida em modelos ultra magras, a moda se abre um pouco para as diferenças: Madeline, uma jovem com síndrome de Down, e Rebekah, que nasceu sem um braço, desfilavam neste domingo em Nova York.

Madeline Stuart tem apenas 18 anos mas já tem uma bolsa que leva seu nome. Originária da Austrália, passou 28 horas em um avião para desfilar na Grande Maçã para o coletivo FTL Moda, que representa jovens criadores italianos.

Não é a primeira mulher com síndrome de Down em uma passarela novaiorquina. A atriz americana Jamie Brewer a precedeu, no início do ano. Mas sua mãe acredita que é a confirmação que o mundo da moda está se abrindo progressivamente para a diferença.

"Madeline está muito emocionada", explica Rosanne Stuart durante os ensaios para o desfile de domingo no Vanderbilt Hall, um dos monumentais salões da famosa estação Grand Central.

"É formidável que lhe ofereçam esta oportunidade. É uma plataforma fantástica para transmitir nossas ideias sobre integração e a deficiência", comemora a mãe de Madeline.

Duas organizações participam do acontecimento, a Fundação Christopher e Dana Reeve Foundation, criada pelo ator tetraplégico e sua esposa, e Models of Diversity, uma associação britânica que milita a favor da diversidade na indústria da moda.

Stuart fala em nome de sua filha, explicando que é difícil entendê-la quando acabam de conhecê-la. No entanto, Madeline, uma jovem ruiva de olhar cintilante, parece estar em sua área.

"Ela adora ser o centro das atenções, que as pessoas a olhem e de ser alguém 'cool'", comenta sua mãe.

- "Hoje nada se esconde" -
O destino de Madeline mudou em um dia de maio passado, quando colocou na internet imagens que posava como uma modelo. Rapidamente obteve 20.000 "curtidas" no Facebook, que hoje somam quase meio milhão.

As marcas então colocaram seus olhos nela: a jovem empresa americana EverMaya batizou com seu nome uma bolsa e o que é arrecadado com sua venda é doado à associação nacional de síndrome de Down.

Também tornou-se a embaixadora de uma pequena marca californiana de cosméticos, Glossgirl.

Há um mês, o FTL Moda a contactou para convidá-la para desfilar em Nova York.

Rosanna recorda o caminho percorrido desde o nascimento de Madeline, frequentemente deixada de lado quando era criança.

"As pessoas são muito mais abertas atualmente", defende. "As redes sociais abriram tudo. Hoje nada se esconde".

Rosanna Stuart acredita que o exemplo de Madeline possa convencer os pais de filhos com síndrome de Down que podem ter uma existência feliz.

Para promover ainda mais a diversidade, o FTL Moda também convidou uma jovem vendedora de automóveis de Nova Jersey (leste), Rebekah Marine. Nascida sem o antebraço direito, esta moça de 28 anos se mostra orgulhosa ao ser chamada de "modelo biônica" porque utiliza uma prótese mecânica.

"Isso dá um pequeno 'plus' ao que faço e acho muito mais 'cool'. Agora muitas crianças acreditam que sou uma super heroína", declara com um sorriso.

Apesar de sua deficiência, Rebekah sonhava em ser modelo quando criança. Foi a muitas seleções e sessões fotográficas, sem sucesso.

"O setor da moda percorreu um longo caminho", disse à AFP.

"Muitas marcas ainda duvidam em chamar para desfilar modelos que não meçam necessariamente 1,70 metros e que não sejam magras, loiras e de olhos azuis. É um desafio, mas tem ocorrido avanços e é genial fazer parte deste movimento", afirma.

Fonte: zh.clicrbs.com.br
 
 
 Em tempos de crise, consultoras de moda ensinam como estar na moda gastando menos
Guarda-roupa sem crise: Com os brasileiros mudando seus hábitos de consumo, é importante se reinventar para estar elegante e antenado.

A crise econômica tem feito muitos brasileiros mudarem seus hábitos. O discurso de reinvenção está na moda, e já faz parte dela também. Atualmente, o investimento em peças coringas - aquelas neutras que comportam diversas combinações - é a preferência dos consumidores que optam cada vez mais por menor endividamento.

Para a consultora de imagem, Karen Leão, o momento atual sentido pelos brasileiros é ideal para repensar o consumo e adquirir novos hábitos na hora de se vestir. O conceito - criado por ela - de que “roupa não é descartável” fez com que a mesma realizasse o desafio de montar sete “looks” utilizando uma peça chave do guarda-roupa: um vestido básico preto.
 

“Uma opção é fazer combinações que você não está acostumado a fazer. Aqueles conjuntos que você usa sempre da mesma forma, pode substituir somente uma das peças, criando novas combinações. De repente uma blusa vinho com uma calça azul, que você acharia que não combinaria”, destaca Karen Leão.
 

“No verão, a tendência é se apropriar das cores. Antes eu procurava as peças com estampas. Atualmente eu tenho investido em peças de cor única. Isso inclui as fortes. No período de verão, não me desfaço das peças, como fazia anteriormente, mas busco alternar o uso delas, para que não dê a aparência de que já usamos em outra ocasião. Isso eu faço com auxílio de cintos, nós dado na cintura, ou bolsas, que naturalmente já modificam a essência do look”, destaca a consumidora e seguidora de moda pelas redes sociais, Carla Almeida.
 

Ana Paula Olímpio do Santos, amazonense e consultora de moda em São Paulo, destaca o uso dos acessórios. “Eles dão uma nova cara ao look. Você pode trabalhar de manhã com uma camisa branca e blazer, e à noite ir a um happy hour com os amigos colocando um colar bem trabalhado, um batom mais forte e você está pronto para a próxima jornada”, sugere a consultora.


Segundo Ana Paula, o conforto é o primordial na hora de escolher as peças, isso inclui em saber qual o tecido que atende o clima da região. “Em Manaus, devido ao calor, evitar tecidos que inibem a transpiração”, destaca. Para Karen Leão, o consumidor deve atentar que “nem sempre pouca roupa significa menos calor. O ideal é você escolher o tecido ideal onde você usará”, enfatiza.
 

Moda masculina
A reinvenção também se aplica à moda masculina. Homens que usam ternos durante o dia, podem tirá-los à noite para um encontro com os amigos depois do expediente. “Ou então a utilização de blusas sociais com bermudas e sapatênis também podem compor o look para encontros nos finais de semana”, destaca a especialista Karen Leão.

Consumo  sustentável
Ainda que a atual condição financeira esteja impactando diretamente o consumo, a maior parte da população demonstra manter a intenção de compra de roupa e sapato novos, segundo apontamento do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), que avaliou o impacto da crise econômica no bolso dos brasileiros.

No entanto, o conceito de sustentabilidade está caminhando junto a essa sociedade consumista. Atualmente, esse conceito ainda é tímido, mas vai ganhando mais adeptos à medida em que as campanhas de marketing utilizam essa política para as empresas. “Mudar sempre o guarda-roupa não é um consumo consciente, temos que entender que as peças não são descartáveis, e há muitas maneiras de utilizar-se da mesma roupa em diferentes vezes, nas diferentes ocasiões. É uma política que eu uso na minha consultoria”, destaca Karen Leão.

Acompanhando essa mesma concepção, a consultora Ana Paulo utiliza a customização para transformar o perfil estético das peças antigas. “Utilizo bordados, pinturas e cortes, tudo isso para aproveitar uma das essências do mundo e da moda - a responsabilidade ambiental”, enfatiza.


Fonte: acritica.uol.com.br
 
 
 Pessoas com deficiência quebram tabus e conquistam espaço na moda
Pessoas com deficiência quebram tabus e conquistam espaço na moda

Desde que a sua mãe criou uma página no Facebook, em maio deste ano, o nome de Madeline Stuart tem sido falado em todo o mundo. A garota australiana perdeu 20 quilos para realizar o sonho de ser modelo. Várias fotos da moça mostram, nas redes sociais, o feito, que vem rendendo bons frutos, como a oportunidade de desfilar no maior evento de moda dos Estados Unidos, o “New York Fashion Week”.
 
Ela tem 18 anos, cabelos longos e ruivos e é portadora da síndrome de Down. Sim, a deficiência é meramente uma característica da modelo. A perseverança, com certeza, fez a diferença, não somente pela condição genética, mas, também, por ser mesmo uma carreira difícil – e que exige sacrifícios e empenho.
 
E, para quem ainda não sabe, Madeline não é exclusiva no meio. No exterior, outras garotas que fogem ao padrão convencional de beleza têm sido fonte de inspiração e modelo a ser seguido.
 
No Brasil, porém, há um campo imenso a ser explorado, como aponta Adriana Buzelin, 36 anos. Ela é a primeira modelo cadeirante de Minas Gerais.
 
É preciso investir
 
Antes de sofrer o acidente automobilístico que a deixou, inicialmente, tetraplégica, aos 19 anos de idade, Adriana era modelo fotográfica. Com a vida transformada, este plano foi deixado de lado. Anos mais tarde, por pura vaidade pessoal, como conta, ela teve a oportunidade de fazer uma sessão de fotos.
 
O resultado do trabalho foi apresentado a Kica de Castro, proprietária da única agência de modelos com deficiência (leia mais na página 28). A resposta? Não. “Ela não gostou, mas não desisti. Um tempo depois, a Kica percebeu que eu poderia, sim, ser modelo”, recorda Adriana.
 
“Mas não é todo mundo que pode ser modelo. Existe um padrão de beleza e é preciso estudar para isto”, continua. Por isto, antes de tudo, como toda modelo, Adriana investiu em cursos como expressão artística e postura em frente à câmera. E adquiriu uma cadeira de rodas bonita esteticamente. “A cadeira é como um acessório de moda, assim como as muletas, por exemplo, e não pode ser feia”, opina.
 
Mercado
 
Segundo Adriana, os eventos de moda convencionais de Minas ainda não abriram as portas para as modelos que, por algum motivo, não seguem todos os padrões estabelecidos pela indústria da moda contemporânea.
 
Por enquanto, a maior parte das oportunidades vem de eventos segmentados, isto é, exclusivamente para quem tem deficiência. “Isso acontece não só por preconceito, não; mas por falta de informação também. Então, cabe a nós, modelos e agências, batalharmos por este espaço”.
 
Apesar das dificuldades, Adriana avalia que o mercado abriu um pouco nos últimos dois anos, especialmente em São Paulo. “É legal apostar na igualdade, está na moda. Só espero que esta moda não passe”.
 
Miss cadeirante prova que toda diversidade é bela
 
Em 2007, depois de trabalhar num centro de reabilitação, a fotógrafa Kica de Castro atinou para um nicho a ser explorado no Brasil: agência de modelos com deficiência. Oito anos depois, ela continua sendo a única no mercado.
 
Verdadeiro filão, a empresa tem obtido bons resultados. Contudo, Kica considera que há muito preconceito a ser quebrado, pois a maioria dos trabalhos ainda é para eventos segmentados.
 
Outro problema é a tentativa de mascarar a deficiência, ao retirar os aparelhos ortopédicos de cena. “Os modelos têm que ser vistos como são, sem o olhar de piedade e de que são heróis. São pessoas batalhando no mercado de trabalho”, pontua.
 
Cadê os homens?
 
Atualmente, Kica agencia 83 modelos. A grande maioria, mulheres. “Existe a cultura na qual a mulher é uma ‘escrava’ da ditadura da moda. Então, a procura delas é maior. E os homens, em geral, têm preconceito com isto”, diz.
 
Mesmo que tenha um número representativo de modelos no portfólio, Kica afirma que poucos conseguem se sustentar apenas com este trabalho. “Eles possuem outras atividades para completar a renda”, informa.
 
Primeira miss
 
Caroline Marques, 34 anos, agenciada por Kica, é uma das exceções, já que consegue viver apenas da carreira. Desde pequena ela pensava em ser modelo. Porém, em 1991, ficou paraplégica num acidente automobilístico e quase viu o sonho escorregar pelas mãos. “Achei que este sonho tinha acabado”.
 
No entanto, em 2007, ela começou a fazer editoriais, campanhas e desfiles – inclusive, subiu na passarela do São Paulo Fashion Week em 2011 – e despontou. A grande surpresa ainda estava por vir: foi nomeada a primeira Miss Brasil Cadeirante (2015). “Fiquei em êxtase. A honra de representar o nosso país, ser coroada e receber a faixa, não tem explicação”.
 
Sucesso alcançado, Caroline conta que, hoje, quem falou “não” a ela, no passado, pede desculpas por não ter visto além das “aparências”. “A sociedade determina o que é belo, mas estamos aqui para mostrar que o belo é toda a diversidade humana. Mesmo levando não, nunca desisti de lutar pelos meus sonhos. Busquei orientações, estudei, fiz a minha parte e nunca fiquei no papel de vítima”.
 
Nos palcos
 
Há pessoas com deficiência conquistando espaço também na dramaturgia. Envolvida com a causa da inclusão social desde o início da adolescência, a paulista Tathiana Piancastelli, 31 anos, tem Síndrome de Down, o que nunca a impediu de mostrar o seu talento em peças de teatro e como apresentadora de TV, do programa “Ser Diferente”.
 
Entre os seus trabalhos, está a peça “Menina dos Meus Olhos”, escrita e protagonizada por ela, na qual atua com 10 atores sem a síndrome. Sucesso em Nova York, o espetáculo deve seguir para Inglaterra e Holanda no próximo ano. “Agora, estamos trabalhando para trazê-la para o Brasil também em 2016”.
 
Modelo surda é destaque
 
A brasileira Brenda Costa arranca suspiros por onde passa. Linda, alta e magra, ela tem os atributos perfeitos de uma modelo de passarelas. No entanto, por ser surda enfrentou preconceitos no mundo da moda. Em entrevista ao site Terra, ela contou que todos falavam da sua beleza, contudo, um “mas” sempre vinha após o elogio. Segundo Brenda, devido à deficiência questionavam o seu potencial, com perguntas do tipo: “mas como consegue trabalhar, saber o que o fotógrafo precisa? Na passarela, também duvidavam que eu pudesse andar no ritmo”, disse. Apesar dos obstáculos, ela nunca desistiu. Com 32 anos, casada com o bilionário Karim Al-Fayed (herdeiro da Harrods e do Hotel Ritz, e também deficiente auditivo), mãe da pequena Antônia, ela é, hoje, uma referência no universo da moda.
 
Canadense com vitiligo se torna top
 
A canadense Chantelle Brown-Young, 21 anos, é a primeira modelo com vitiligo (doença de pele caracterizada por perda localizada da pigmentação) do mundo. Conhecida como Winnie Harlow, a top quebrou tabus e tem feito desfiles e campanhas publicitárias. Em seu site, ela conta que sempre sonhou se tornar uma super modelo internacional, porém, teve que enfrentar muito preconceito. “Apesar de ter sido rejeitada por todas as agências de modelagem de Toronto, os designers, fotógrafos e diretores da área começaram a ver a beleza que o resto do mundo deveria ver”, diz o site.

Fonte: hojeemdia.com.br/
 
 
 Semana da Moda de Nova York começa com ponchos de Nicholas K
Com os grandes ponchos de Nicholas K e o ambiente californiano de BCBG Max Azria, começou nesta quinta-feira, sob chuva, a Semana de Moda em Nova York, uma maratona de cerca de 300 desfiles e eventos.
Nicholas K abriu a série de desfiles na Big Apple na Clarkson Square - um dos novos cenários do evento - com uma coleção elegante e ampla, basicamente monocromática (branco, terra e preto) com grandes ponchos, drapeados, vestidos longos, meias com sandálias e grandes pulseiras douradas que cobrem todo o antebraço.
Enquanto isso, a BCBG Max Azria apresentou uma coleção boêmia inspirada na Califórnia, com alegres vestidos floridos leves, tops com estampas geométricas, jaquetas douradas usadas com shorts curtos e carteiras com franjas.
A Desigual também mostra nesta quinta-feira sua coleção primavera-verão 2016, junto com Tadashi Shoji, Tome, Ulla Johnson e Rodebjer.
Nova York, com suas estrelas, seu brilho e suas surpresas abre tradicionalmente a temporada de moda, seguida por Londres, Milão e Paris.
Entre os estilistas renomados estarão Alexander Wang, Jason Wu, Marc Jacobs, Tommy Hilfiger, Ralph Lauren, Calvin Klein, Diane Von Furstenberg, Vera Wang, Victoria Beckham e Carolina Herrera.
A aguardada Givenchy
Para esta edição dos desfiles de primavera-verão 2016, grande parte da atenção é centrada na maison francesa Givenchy, que apresenta sua coleção na sexta-feira à noite em uma apresentação da artista sérvia Marina Abramovic, famosa por seus shows experimentais.
Em uma decisão pouco habitual nesse mundo seleto, foram distribuídas mais de 800 entradas para o público e 200 para estudantes de moda, que poderão assistir ao desfile ao lado das celebridades e jornalistas especializados.
O evento, que será transmitido ao vivo em seis lugares em Manhattan, terá como tema a "celebração do amor", impulsionado pelo diretor artístico Riccardo Tisci, que festeja dez anos à frente das coleções feminina, masculina e de acessórios da Givenchy.
A semana de moda novaiorquina tem como grande novidade na parte logística o fim das barulhentas e comerciais tendas montadas no Lincoln Center, próximo do Central Park, já que os desfiles se mudaram para o sul da cidade, a Moynihan Station na rua 33 e a Clarkson Square, no Soho.
Alguns estilistas continuam a apresentar suas coleções em outras partes da cidade, como se tornou costume nos últimos anos.
O evento também mudou de nome após a saída de sua principal patrocinadora, a Mercedes-Benz, e passou de "Mercedes-Benz Fashion Week" para "New York Fashion Week: the shows".
O calendário, propriedade agora do CFDA (conselho americano de criadores de moda), é menos carregado desde a criação da semana de moda masculina: 308 desfiles, apresentações e festas privadas contra 362 da última edição.
Modelos especiais
A número um mundial do tênis, Serena Williams, que busca conquistar o Grand Slam no Aberto dos Estados Unidos que termina nesse fim de semana, vai apresentar sua coleção na próxima terça-feira.
No domingo, FTL Moda e a fundação Christopher e Dana Reeve vão mostrar modelos com necessidades especiais.
"Espero que desfilando possa mudar a visão das pessoas sobre os deficientes", disse Madeline Stuart, uma australiana de 18 anos com Síndrome de Down.
Rebekah Marine, uma americana de 28 anos com um braço ortopédico, também vai desfilar, mas pela segunda vez.
Não faltarão celebridades, lideradas por Kim Kardashian, grávida, e seu marido Kanye West, que pode lançar uma nova coleção de tênis em colaboração com a Adidas.
A grande dúvida é com certeza a presença de Caitlyn Jenner, o ex-atleta de decatlo Bruce Jenner (padrasto de Kim Kardashian), que mostrou sua nova identidade feminina em junho após viver 65 anos como homem.
Entre as ausências desta edição estarão Donna Karan, que deixou a direção artística da marca em julho, e Marc by Marc Jacobs, que anunciou em março a fusão de suas duas marcas.


Fonte: br.noticias.yahoo
 
 
 Vestidos longos em alta
Tendências para a primavera verão.

Entre as dicas estão os vestidos longos, com fendas e recortes. Peças com botão dão um charme a mais e combinadas com max colares ficam perfeitas. Se colocar um salto alto o look pode ser usado para ir a festas e até para um casamento mais informal.

Outra sugestão é o macaquinho com saia alongada. Se for branco é ideal para ensaio de casamento.Um chapéu complementa a produção e pode ser usado pelas piauienses sem medo.

Também são hits da estação as calças pantalonas bem amplas e as franjas, que enriquecem a roupa e vem sendo usadas pelas celebridades.

As estampas com flores e folhagens também estão em evidência. E ainda tem o mix, que é super indicado e mistura listras com estampa colorida.

Fonte: cidadeverde.com
 
 
 Na contramão da crise, brechós voltam à moda e geram lucro
Economia é de até 80% em relação a produtos novos, diz Sebrae nacional. Nos últimos cinco anos, varejo de usados cresceu 210% no Brasil.

Não é todo o mundo que está perdendo com a crise. Sempre tem um setor ou outro que consegue sobreviver melhor. É o caso dos brechós, que vendem roupas de segunda mão e estão dando muito lucro para quem vende e aliviando o bolso de quem compra.
A crise só não atingiu em cheio o comércio da Nathalie França, porque ela apostou num segmento que está voltando à moda: o brechó. “O público que está frequentando agora o brechó é um público que não frequentava. Eu nunca vendi tão bem como estou vendendo bastante agora", garante.
O que até um tempo era considerado cafona, caiu muito bem no momento em que o dinheiro anda sumido da carteira. Os preços no brechó são bem acessíveis. Em um deles, as peças vão de R$ 2 a R$ 20.
A reportagem montou dois kits para que se entenda como é possível fazer economia nesse tipo de compra: um de roupas novas e outro de roupas usadas. Tem macacão, manta, sapato, gorro, fralda. Um não sai por menos de R$ 700 e o outro, com a mesma quantidade de peças, só que de segunda mão, em média, R$ 100.

De acordo com o Sebrae nacional, nos brechós o consumidor economiza até 80% em relação a produtos novos. “Eu montei o meu enxoval aqui no brechó, comprei tudo. Com o dinheiro que sobrou, eu consegui montar o quarto do bebê", conta a professora Daniela Simões.

Nos últimos cinco anos, o comércio varejista de usados cresceu 210% no Brasil. A maioria desses negócios está no estado de São Paulo.
E não é preciso sair de casa para comprar seminovos. Os brechós online fazem o maior sucesso. Camila Catujo montou um só de brinquedos. "Tem bastante procura. Hoje o brechó está sendo uma alternativa para um pai de família, então eu acho que tem bastante resultado sim", afirmou. 
Se o momento exige cuidado na hora de comprar, quem está bem no negócio segue a boa e velha sabedoria popular, como diz a dona de brechó Dolores Laurito:“Sempre tem um sapatinho usado para um pé cansado, isso é verdade!".
 
 
 Hipertensão, cigarro e obesidade são vilões da saúde global em ranking
Esses três fatores de risco causaram 20 milhões de mortes em 2013.
79 fatores de risco mataram 30 milhões de pessoas em 188 países.

A hipertensão (pressão alta), o tabagismo e a obesidade são os três mais preocupantes fatores de risco para a saúde global, causando 20 milhões de mortes por ano, afirma o Instituto para Métrica e Avaliação em Saúde (IHME). No Brasil, 545 mil mortes em um ano podem ser atribuídas a essas três causas.
Entre os dez fatores de risco mais abrangentes no planeta (veja lista abaixo), seis estão direta ou indiretamente relacionados à alimentação. Os números se referem a 2013, último para o qual o IHME compilou os dados. A pesquisa estima que 79 diferentes fatores de risco causaram a morte de 30 milhões de pessoas em 188 países analisados.
A hipertensão lidera o ranking dos fatores de risco desde 1990, mas seu impacto na mortalidade ainda cresceu 50% desde então. Em 2013, 10 milhões de mortes no planeta podem ser diretamente atribuídas a esse fator de risco, afirma o IHME. A lista difere um pouco entre as populações dos dois sexos, com o consumo de álcool e cigarro tendo um impacto maior entre homens.

A revista médica “The Lancet”, que publica nesta quinta os dados da pesquisa, destaca o fato de que a maioria dos fatores de risco listados entre os mais graves são problemas considerados "evitáveis". Muitos são ligados a alimentação e drogas.
 A combinação de 14 diferentes fatores de risco ligados à alimentação está por trás de doenças como derrames, diabetes e arterosclerose. Esses comportamentos estão ligados a 21% das mortes no planeta. O problema de dieta pode ser resumido como excesso no consumo de carne vermelha e bebidas adocicadas, associado ao baixo consumo de frutas, cereais integrais e verduras.

Problemas respiratórios
A lista global também se destaca por três dos dez maiores fatores de risco estarem associados a problemas respiratórios. O tabagismo e dois tipos de poluição são listados: a poluição atmosférica particulada geral e a poluição doméstica por uso de lenha e carvão e forno e lareiras. Juntos, esses três fatores são juntos responsáveis por mais de 10 milhões de mortes anuais.
Diferenças regionais continuam existindo na lista dos fatores de risco. Na Ásia, por exemplo, a poluição do ar doméstica por uso de lenha e carvão em fornos ainda é uma das principais causas de problemas respiratórios. Na África subsaariana, a desnutrição infantil ainda está entre os maiores problemas. Na América Latina como um todo, a obesidade já supera a hipertensão como principal fator de risco.

Saúde brasileira
No Brasil, a lista é similar à do cenário global, mas a obesidade já supera o tabagismo. No país, os dez itens no topo da lista incluem dois elementos que não aparecem como fatores mais relevantes em países mais pobres: problemas renais e sedentarismo. Esses fatores substituíram a relevância de problemas como desnutrição infantil e poluição doméstica, que ainda estavam entre os dez mais preocupantes do país nos anos 1990.
O IHME também divulgou ontem o ranking dos principais fatores de risco levando em conta a chamada "esperança de vida saudável", que calcula a expectativa de anos vividos sem sequelas, limitações ou incapacidades. Ao levar em conta esses fatores, problemas como água contaminada e o sexo desprotegido ainda aparecem entre os dez maiores fatores de risco à saúde, por seu impacto em países pobres.

MUNDO - maiores fatores de risco à saúde

1. Hipertensão
2. Tabagismo
3. Obesidade (alto IMC)
4. Glicose elevada (pré-diabetes)
5. Dieta rica em sódio (sal)
6. Dieta pobre em frutas
7. Poluição atmosférica externa
8. Poluição do ar doméstica
9. Colesterol alto
10. Consumo de álcool


MULHERES - maiores fatores de risco à saúde

1. Hipertensão
2. Obesidade (alto índice de massa corpórea)
3. Glicose elevada (pré-diabetes)
4. Dieta rica em sódio (consumo de sal)
5. Dieta pobre em frutas
6. Tabagismo
7. Colesterol alto
8. Poluição do ar doméstica
9. Poluição atmosférica externa
10. Baixa função renal



HOMENS - maiores fatores de risco à saúde

1. Hipertensão
2. Tabagismo
3. Obesidade (alto índice de massa corpórea)
4. Dieta rica em sódio (consumo de sal)
5. Glicose elevada (pré-diabetes)
6. Consumo de álcool
7. Dieta pobre em frutas
8. Poluição atmosférica externa


BRASIL - maiores fatores de risco à saúde

1. Hipertensão
2. Obesidade (alto índice de massa corpórea)
3. Tabagismo
4. Glicose elevada (pré-diabetes)
5. Dieta rica em sódio (sal)
6. Consumo de álcool 
7. Colesterol alto
8. Baixa função renal
9. Dieta pobre em frutas
10. Sedentarismo
9. Poluição do ar doméstica
10. Colesterol alto


Fonte: g1.globo
 
 
 A mochila é o acessório indispensável nessa temporada
Estilo nas costas: A mochila é o acessório indispensável nessa temporada; veja diferentes modelos
Novos modelos invadem as ruas e podem ser usados em diversasocasiões, do trabalho à balada. Aprenda a combinar a peça com o seu estilo e carregue essa tendência!

Foi-se o tempo que a mochila estava restrita ao ambiente escolar ou aos guarda-roupas geeks. A peça apareceu nas passarelas da última temporada de moda em diferentes versões, ganhou ares descolados e já caiu no gosto das fashionistas. O conforto é uma vantagem irresistível dessa tendência: na mochila você carrega o que precisa para o dia inteiro, tornando-se um item ideal  no dia a dia para combinar estilo e praticidade.

ELEGÂNCIA PRÁTICA
Não é porque o dia a dia no escritório exige uma bolsa statement que você não pode apostar na mochila. Peças em couro de cores neutras podem ser muito elegantes, além do modelo grande ser prático para quem passa o dia fora e precisa carregar muita coisa, e certamente bem mais confortável do que essa bolsa gigante que você está carregando em um ombro só.

STREET CHIC
Surpreenda carregando uma mochila despojada em um look casual. A peça dá um toque cool em produções femininas com saia e sapatos de couro, deixando o visual com uma pegada street inusitada.

MOCHILA FASHIONISTA
Modelos grifados, estampados, com penduricalhos e até franjas roubam a cena e são protagonistas nas produções mais modernas. Vale ressaltar que, sendo um acessório grande, a mochila é um item de destaque e por isso é essencial levar em conta as demais peças da produção e coordená-las de acordo.

MINIMALISMO ESSENCIAL
Monocromático e sem muitos detalhes, o modelo minimalista é garantia de versatilidade. A peça em preto ou branco não interfere em produções estampadas e complementa com estilo looks mais sóbrios em cores neutras, sendo um item básico e utilitário, um coringa daqueles que de cara se tornam indispensáveis.

TAMANHO COMPACTO
Se a ocasião pede um bolsa pequena ou você normalmente não carrega muitas coisas, não significa que ficará de fora da tendência. Peças em tamanho mini são fofas e atualizam o look do final de semana ou mesmo da balada. A mochilinha ainda pode ser uma grande parceira em viagens, quando você não quer sair com nada além dos documentos e de uma câmera fotográfica.

ESTILO NAS COSTAS
Há modelos que combinam o estilo das bolsas femininas com a praticidade de levar tudo nas costas e são ideias para quem não quer mergulhar de cabeça na tendência. Alguns permitem ainda prender as alças de diferentes maneiras, possibilitando que a peça também seja usada a tiracolo!
 
 
 Mulheres transformam sacola plástica em peça de roupa
'Moda descartável': mulheres transformam sacola plástica em peça de roupa

Muitas pessoas utilizam peças do guarda-roupa que já não são usadas para serem transformadas em outros itens. Assim, uma calça jeans pode virar uma bolsa ou até mesmo um shorts e uma camiseta velha em um pano de chão ou um top.

As mulheres asiáticas levaram a customização de roupas a outro nível. Isso porque jovens do Taiwan estão publicando fotos nas redes sociais em que elas aparecem usando apenas sacolas plásticas de supermercado.

A ideia é reciclar as sacolas e transformá-las em peças de roupa, como vestidos e regatas. O que você acha dessas peças inusitadas? 
 
 
 Coleção de moda inclui saias e sapatos de salto feitos em casa com impressora 3D
(SÃO PAULO) – A impressão 3D existe há quase 30 anos. Estilistas como Iris van Herpen – uma das preferidas de Lady Gaga – e Francis Bitonti a colocaram nas passarelas. Mas ninguém antes da estilista israelense Danit Peleg tinha imprimido em 3D uma coleção inteira em casa. 

A estilista de 27 anos usou exclusivamente impressoras 3D destinadas a pequenos consumidores para criar sua coleção de conclusão de curso. De sapatos de salto vermelhos a uma saia longa e listrada, todas as peças foram impressas em pequenos pedaços do tamanho de uma folha A4 e coladas. O processo é extremamente demorado – algumas peças levaram mais de 300 horas para ficarem prontas – e, portanto, muito caro.

Apesar disso, Peleg acha que este é o futuro do setor, em parte por causa da velocidade cada vez maior com que as impressoras operam e também porque os preços estão caindo rapidamente. Uma impressora 3D Witbox, como uma das que Peleg usou, custa cerca de US$ 2.000 – um preço razoável considerando­se que algumas das peças criadas por Peleg chegam a custar 2.500 libras (US$ 3.856).

Futuro do mercado
Mas as impressoras 3D não estão se saindo tão bem quanto se esperava. Um dos maiores players do setor, a 3D Systems Corporation, não atingiu as estimativas do segundo trimestre – como informou a empresa no começo de agosto– devido a um “contexto operacional desafiador”. O diretor de tecnologia e ex­presidente da 3D Systems Corporation é Chuck Hull, o inventor da estereolitografia, mais comumente conhecida como impressão 3D. O futuro do mercado parece incerto. De acordo com um relatório publicado em 27 de outubro pela
Gartner, os gastos dos consumidores em impressoras 3D chegarão a US$ 13,4 bilhões até 2018; um relatório publicado no mesmo dia por analistas da CCS Insight sugeriu que o mercado será menos valioso, com um crescimento para US$ 4,8 bilhões até 2018. Diversos fatores, como os custos altos dos materiais de impressão e questões de direito autoral, estão dificultando o avanço do setor. Parece que ainda faltam alguns anos para poder acordar de manhã e imprimir as nossas roupas em 3D antes de sair para o trabalho.


Fonte: infomoney.com.br - Por Martina Andretta
 
 
 
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