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 Tecnologia com luz ultravioleta está pronta para salvar a Lei de Moore
Você já deve ter ouvido falar na Lei de Moore, criada pelo fundador da Intel, que determina que, em linhas gerais, que os processadores precisam ficar duas vezes melhores a cada dois anos. A norma ditou o ritmo de inovação da indústria de chips, mas finalmente começou a demonstrar sinais de exaustão neste ano, quando a Intel anunciou a adoção de um novo modelo de produção de três etapas em vez de apenas duas.

A tecnologia de produção de processadores está chegando ao limite, mas ainda há algumas propostas que podem permitir a manutenção da Lei de Moore. Uma dessas ferramentas acabou de entrar em fase de testes pelas grandes empresas, e se chama litografia com luz ultravioleta extrema (EUV). A ideia é que ela esteja pronta para uso em grande escala já em 2018.

Como funciona a técnica? A litografia funciona mais ou menos como a fotografia à moda antiga. A luz é projetada através de uma máscara com padrões em uma superfície com substâncias sensíveis à luz. Quanto menor o comprimento de onda da luz, maior é a resolução possível dos padrões. A indústria levou a tecnologia atual aos 193 nanômetros em comprimento de onda, o limite. Para continuar crescendo, seria necessário usar múltiplos passos de padrões para cada camada em um chip, o que tornaria muito complexa a sua produção. O uso da luz ultravioleta extrema alivia a situação, com um comprimento de onda menor.

Em 2011, a Intel decidiu investir pesado nesta área. A companhia investiu US$ 4 bilhões em uma empresa holandesa chamada ASML, que finalmente está rendendo os frutos. Recentemente, a equipe anunciou que conseguiu driblar a última e maior barreira tecnológica para o EUV, que eram fontes de luz muito fracas, o que significaria um tempo maior de exposição das substâncias fotossensíveis. Como sabemos na máxima capitalista: tempo é dinheiro.

Com o avanço tecnológico, foi possível aumentar a potência da fonte de luz em cinco vezes, saltando de 40 Watts no ano passado para 200 Watts neste ano, o que dobra a velocidade de produção de 400 pastilhas por dia para 800. Ainda está longe da velocidade da tecnologia atual, que é capaz de produzir 3 mil pastilhas, mas a expectativa é que o ritmo da tecnologia usada atualmente caia conforme os obstáculos dos limites técnicos forem se acumulando, tornando a técnica com UEV mais viável.


http://olhardigital.uol.com.br/
 
 
 Uber para mulheres começará a operar nos EUA
Chariot for Women terá só motoristas e passageiras mulheres.
Serviço de transporte alternativo funcionará em Boston.

Uma empresa norte-americana planeja colocar na rua o Chariot for Women, que funciona igual ao Uber, mas restringe os postos de motoristas e a solicitação do serviço apenas às mulheres. Segundo os criadores da empresa, ela deve começar a operar 19 de abril na cidade de Boston, em Massachusetts.

Michael Pelletz, o fundador, é um ex-motorista do Uber. Já a presidente é Kelley Pelletz, esposa de Michael. Enquanto ele ainda dirigia pelo aplicativo de transporte alternativo que virou polêmica no mundo todo, sua esposa pensava em aderir, mas se preocupava com a segurança. A desconfiança da mulher o fez pensar em uma alternativa.

Apesar de gostar do trabalho como condutor do Uber, Michael decidiu abandonar a empresa após ter transportado um passageiro com comportamento estranho. Em janeiro de 2016, um homem com idade em torno de 20 anos entrou em seu carro. Enquanto balbuciava algo sobre sua vó, o jovens acordava, contorcia-se violentamente. Após chamar a polícia, Michael pensou que, se fosse um mulher no lugar, poderia estar em maus lençóis. “Como uma mulher lidaria com essa situação, especialmente quando eu mesmo fiquei nervoso?”, conta.

Daí surgiu a ideia de um serviço de caronas provido por mulheres e fornecido apenas a mulheres. Assim como o Uber, o passageiro pode ver pelo app a foto do motorista, o tipo do carro e a placa do veículo.

Além disso, o app vai contar com outros parâmetros de segurança. Quando se conectarem pelo app, motorista e passageiros recebem a mesma palavra-chave para se identificarem.

Mesmo com o intuito de transportar apenas mulher, o Chariot for Women possui exceções: crianças com menos de 13 anos também podem solicitar corridas, assim como transgêneros.

Outra promessa do serviço é que 2% das taxas cobradas pelo serviço sejam destinadas a ONGs que auxiliem mulheres. As entidades que receberão os recursos serão escolhidas pelos passageiros no aplicativo.

Fonte: http://g1.globo.com/
 
 
 Conferimos de perto a tecnologia que pode ter hackeado o iPhone para o FBI
Conferimos de perto a tecnologia que pode ter hackeado o iPhone para o FBI

Durante as quase duas horas em que fiquei frente a frente com Felipe Oliveira, gerente de vendas da Cellebrite para a América Latina, o assunto polêmico só foi posto à mesa uma única vez – e da forma mais discreta possível. Afinal, foram eles que ajudaram o FBI a hackear o iPhone do caso San Bernardino ou não? Eu sabia que o executivo não iria me responder, já que ele estaria quebrando o sigilo de uma investigação federal.

“Tudo o que eu posso dizer é que, se existe uma empresa no mundo capaz de invadir um iPhone e extrair seus dados, essa empresa é a Cellebrite”, me respondeu, enfim. Ali, no pequeno escritório brasileiro da empresa israelense, eu estava sendo apresentado ao sistema de computação forense e perícia digital mais incrível que eu já vi – e minha reação foi um estranho misto de admiração e incredulidade.
Usada por agências de inteligência do mundo inteiro – incluindo a Interpol, a CIA e o próprio FBI –, a solução da Cellebrite é composta por um aparelho capaz de extrair dados de um smartphone e softwares especiais para analisar essas informações sob o ponto de vista investigativo. Recentemente, a Polícia Federal divulgou ter usado tal produto durante a operação Lava Jato, com o intuito de “hackear” celulares de figuras suspeitas.

Abrindo a maleta
O UFED Touch (sigla para Universal Forensics Extraction Device) é um dispositivo pequeno, mais ou menos do tamanho de um tablet de 7 polegadas, mas com um corpo bem mais robusto e resistente. Ele vem dentro de uma maleta estilo James Bond, na qual também estão organizados mais de 150 cabos de marcas e modelos diferentes para conectar o smartphone que será invadido.
“Temos cinco cabos mini USB”, afirma Felipe. “Hoje a Cellebrite atende mais de 18 mil telefones, e precisaremos enviar esse kit para o resto da vida. A polícia ainda apreende vários celulares antigos, e cada conector tem um bootloader próprio”, complementa. Além de conectores, a maleta inclui leitores de cartões de memória e um HD externo para armazenar as informações extraídas de smartphones em operações de campo.

A interface do UFED é bem simples e intuitiva. Após ligar o dispositivo, é preciso selecionar o smartphone analisado navegando por uma biblioteca absurda de marcas e modelos. A solução da Cellebrite é capaz de trabalhar com praticamente qualquer celular já lançado no mercado, inclusive aqueles fabricados por manufaturadoras obscuras. São nomes que até mesmo eu — um jornalista especializado no assunto — desconhecia.

São dois tipos de extração: a lógica e a física. A primeira alcança apenas os dados salvos no gadget, enquanto a segunda vai além e faz uma varredura aprofundada para encontrar arquivos que foram deletados pelo usuário. “A extração lógica pode ser de dez a quinze vezes mais rápida do que a física”, comenta Felipe. “Se o policial tem um aparelho em mãos e não pode ficar com o celular por muito tempo, ele precisa optar pelo método mais rápido. ”

Uma análise minuciosa
Uma vez terminada a extração, é gerado um arquivo que pode ser aberto pelo UFED Physical Analyzer, programa para Windows que faz a leitura e a análise dos dados forenses. Presenciamos o executivo explorando todo o conteúdo de um iPhone 4 equipado com o iOS 7.1.2 que tinha sido usado por um criminoso em um caso real de sequestro.

É possível ter acesso a absolutamente tudo: apps instalados, contas de usuário, histórico de navegação, mensagens SMS, senhas, conversas em softwares de comunicação instantânea, emails, ligações, agenda de contatos, eventos com energia (que horas o indivíduo ligou e desligou o aparelho, por exemplo) e até dados de GPS.
O software é curiosamente intuitivo, e qualquer pessoa – mesmo sem a menor experiência na área forense – consegue ler as conversas do WhatsApp e ver as fotografias que o acusado mantinha em seu celular. Usando filtros de palavras, o usuário é capaz de encontrar rapidamente mensagens incriminatórias e conteúdos suspeitos. Em um mapa do Google Maps, pudemos até mesmo ver por onde o meliante andou e em qual rua ele esteve no horário do crime.


De acordo com Felipe, a Cellebrite conta com nada menos do que 800 funcionários ao redor do globo – desse total, cerca de 600 são responsáveis por trabalhar o tempo todo analisando novos smartphones, aplicativos e sistemas operacionais que são lançados diariamente. Isso é necessário para que a empresa sempre tenha em mão as vulnerabilidades necessárias para invadir os aparelhos e extrair os dados requisitados pelos seus clientes.
“A Cellebrite não deixa de ser uma empresa de hacking. Tudo o que nós fazemos poderia ser feito através de outros métodos ilegais. Nosso diferencial é que somos uma companhia forense. Nosso equipamento é homologado e usado pelas principais agências de segurança do mundo”, explica Felipe. “Por isso, hoje, o que conseguimos extrair com nossa solução pode ser usado em juízo e são provas válidas para investigações criminais”, adiciona.
A marca opera no Brasil há dois anos, sendo que o escritório tupiniquim também é responsável pelas operações em outros países da América Latina. O gerente de vendas não pôde revelar nomes de clientes aqui na região, mas destacou que 95% das agências de segurança de nosso país (tanto as públicas quanto as privadas) utilizam a solução da Cellebrite.

Indícios e suspeitas
Novamente, os executivos da Cellebrite não podem dizer e não revelaram nada a respeito do polêmico caso do iPhone envolvido nos ataques de San Bernardino. Os rumores de que a gigante israelense estava trabalhando ao lado do FBI são baseados em indícios fortes, incluindo um contrato firmado no dia 21 de março de 2016 entre as duas instituições e um aumento de 9,8% no preço das ações da Sun Corporation (dona da Cellebrite) no mesmo dia em que os federais anunciaram ter invadido o smartphone sem a ajuda da Apple.

De qualquer forma, após presenciar essa apresentação, ficou mais do que claro que a companhia tem toda a capacidade de extrair dados de qualquer iPhone, se assim ela desejar – se houve uma parceria ou não entre ela e o Governo dos EUA, não será hoje que teremos a resposta definitiva.


Fonte: tecmundo.com.br/
 
 
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 O Impacto da tecnologia em nossas vidas
Entenda o impacto que a tecnologia promoveu em nossas vidas. Veja o que mudou e como nos habituamos com as novidades.

Estamos vivendo o ápice da influência tecnológica em nossas vidas, nunca antes na história deste país, tínhamos o hábito de pegar o celular quando acordávamos ou quando deitávamos. Ainda pior, um estudo feito pelo The Guardian, apontou que mais de 50% das pessoas levam o aparelho para o banheiro, dentre estes, 16% saíram com o celular infestado de bactérias fecais. Não vamos tão afundo nos novos hábitos, aliás, que tal voltarmos a meados da década de 90, para quem tem idade. Lembram-se de como era a sua infância? Já contei noutro post, se não houvesse internet, como foi a minha, confesso que fui uma criança feliz, tive oportunidade de brincar na rua, jogar futebol quase todos os dias, andar de bicicleta pela cidade, sem que meus pais se preocupassem. Você deixaria seus filhos a solta por qualquer que seja o município? Aí está. Muitas pessoas questionam, por que as crianças de hoje em dia não andam mais de bicicleta, jogam futebol, não estão mais na rua brincando como “crianças normais”. O medo, a insegurança nos trouxe isto, não foi apenas o avanço tecnológico e seus videogames, ou foi? Não vejo assim.


Voltando aos dias atuais, já pensou como seu cotidiano é modificado pela presença da tecnologia? O que está mudança de hábitos nos trouxe de benefícios e malefícios que vamos explanar um pouco, no final deste post, quero muito ouvir sua opinião sobre o texto, sua história de infância e também o que pensa para o futuro, vamos debater, temos muito o que aprender um com os outros. Quais foram os benefícios da era tecnológica as nossas vidas? Você ainda pensa que não houveram benefícios? Acha que os aparelhos que estão a sua volta são mera futilidades que não são necessários na sua vida? Penso que não.


Uma televisão de LED, muitas vezes mais leve, fina e esbelta consome em média ⅕ do que as antigas telas de tubo, agora imagine quantas novas TVs tem no mundo e o quanta energia foi poupada. Tudo bem, diversas outras tecnologias estão consumindo o que não consumíamos antes, mas a TV foi um caso de sucesso. Acha que um smartphone é apenas para você passar o tempo e quiçá telefonar? Usamos o telefone como parte integrante de nosso corpo, você o leva de lá pra cá, está com ele sempre a postos, para qualquer novidade ser absorvida. Quem gosta de manter a segurança familiar pode usar aplicativos para saber onde seus filhos estão, basta configurar no smartphone. A comunicação ficou muito mais fácil, a transmissão de notícias e informações a alguns toques na tela. Lembram do telefone fixo? O fulano não está em casa, como fazíamos para encontrá-lo? Hoje, você tem um telefone fixo? A comunicação foi uma das categorias que mais se beneficiaram com a tecnologia. Notícias que só eram entregues em papel jornal, um dia após terem acontecido, hoje estão minutos na rede mundial de computadores. Seu pai lia o jornal diário, talvez ainda o faça, mas e você?

Fotografias, ah como eram as fotos. Lembro que minha família pouco era de revelar “os retratos”. Tínhamos um álbum e outro de fotos de quando éramos crianças, mas nada comparado com as milhares de poses que acumulam nos discos virtuais. Notou a diferença? As fotos hoje velhas tiradas por verdadeiras máquinas fotográficas hoje são raridades. Todo mundo com seu celular, por mais barato que seja, já consegue fazer imagens de qualidade melhor do que alguns anos atrás. Não sei se você é como eu, mas também não revelo tantas fotos. Meu método de armazenamento é o seguinte: tenho integração de meu celular com minha conta de disco virtual, toda foto nova, ao conectar em uma rede sem fio, é enviada para este disco. Quando tenho um tempo, vou lá e separo as melhores, destas eu classifico-as em pastas, e vou acumulando, como meu álbum virtual. Ao receber visitas, antigamente chegam os álbuns todos empoeirados para que as pessoas pudessem apreciar, era lindo. Hoje, as imagens ficam tocando na tela da TV. Confesso que o método atual é melhor. Nunca mais perdi fotos, pode o celular, computador ou qualquer outro dispositivo parar de funcionar, mas elas estão lá, para eu acessá-las quando e onde quiser. E você como faz com suas fotos?

Outro grande aliado da tecnologia, por não dizer o que mais influenciou na vida das pessoas é o computador. Ele adentrou os lares brasileiros de forma incontrolável a partir dos anos 2000, quando popularizou a venda. Lembro do nosso primeiro computador, todo branco, gigantesco, processador 200 Mhz, com leitor de CD e kit multimídia (aquelas caixas de som), uma fortuna na época. Fazíamos pouco com aquilo, rodando MS-DOS e Windows 95. Meu pai até usava a trabalho, eu com cerca de 15 anos obviamente estava interessado pelos joguinhos. Foi uma mudança de hábito quando o computador passou a ser parte de nossas vidas. Comecei a fazer alguns trabalhos de escola, redigia trabalhos de conclusão que naquele tempo escreviam a mão. De tanto redigir trabalhos aperfeiçoei minha técnica de datilografia, hoje consigo teclar de forma mais rápida e usando mais dedos, não o famoso cata milho. 


O uso do computador se intensificou quando surgiu a bendita internet. Na cidade em que morava a internet era discada, isto por volta de 2002. Conectávamos às 14 hrs de sábado e desligava só domingo a noite, para contar apenas 1 pulso e a internet não custar muito. Lembro do primeiro e-mail, @bol. Sei que você já teve um bol, não teve? A internet de fato foi algo que mudou a minha vida, passava muito tempo ligado nela, aprendendo coisas, conversando com amigos, baixando coisas. Tenho certeza que para muitas pessoas aconteceu o mesmo. Hoje, passamos mais tempo ligados a rede mundial de computadores do que à frente da televisão. Escute o nosso podcast sobre o que mudou com a chegada da internet. A internet me possibilitou abrir uma porta do mercado de trabalho, diversas novas vagas de emprego surgiram por causa dela. E-commerce é outro ponto benéfico trazido com a enxurrada tecnológica, a comodidade de comprar online, receber o produto sem sequer precisar sair de casa é um ponto bastante positivo a meu ver. A facilidade de comparar preços e pagar um valor mais justo só existe por causa da internet.  A internet trouxe além das comodidades, empregos, redes sociais, entretenimento. Você pode se entreter na internet facilmente navegando por redes sociais, assistindo vídeos, conversando com amigos, enfim, uma infinidade de coisas. Mas o que vejo de mais interessante no entretenimento que surgiu muito tempo após o surgimento da internet, foram os canais de TV por streaming. A Netflix é algo fabuloso. Mudou mais uma vez a forma de como monto meu cotidiano. Dificilmente passo um dia sem assistir “apenas um episódio” de alguma série. Até assinar tinha aversão à Netflix. Dizia que eu não iria assinar, achava supérfluo. Que tonto. Quem tiver a oportunidade, assine, não irá se arrepender. Vai realmente mudar a sua vida. A tanto conteúdo interessante para assistir lá dentro, desde documentários a filmes. Aliás aqui no site, temos um especial onde acompanhamos os lançamentos e saídas da Netflix, você deveria acompanhá-lo também. A tecnologia nos presenteou ainda na saúde. Aliás, a saúde sempre foi uma área com muita pesquisa. O envolvimento da tecnologia com o setor de saúde é maior que até mesmo o surgimento do computador. Os aparelhos que usamos hoje, nos mostram onde um osso foi quebrado, onde estamos com células “apodrecendo”, onde possamos estar feridos, mostram o quanto de sal, açúcar, e outros existem em nosso sangue, e quanto isto afeta em nosso bem estar. Cirurgias feitas por braços mecânicos, tão precisos, milimetricamente. Não dá para dizer que a tecnologia não nos beneficiou com a saúde, talvez este o maior feito. Malefícios que o impacto tecnológico causou em nossas vidas Mas, a enxurrada de novidades não é um mar de rosas. Tivemos problemas provindos deste avanço, que podemos citar. A quantidade de informações que absorvemos todos os dias tem nos tornado mais desatentos. Parece que não podemos ficar sem encontrar coisas novas, jamais deixar o celular de lado, essa dependência de estar conectado. Escute o nosso podcast sobre dependência em internet, ouvirá muitas verdades nele. Não é comprovado, mas alguns estudos apontam que as pessoas tem criado mais problemas de visão que o habitual, pelo frequente uso de computadores e smartphones, em que os olhos ficam vidrados, sem mudar o ponto de foco, por muito tempo. Posso ter sido uma estatística neste argumento. Faz 10 anos que uso óculos, tenho 1,75 graus de miopia, provavelmente pelo excessivo uso de telas. Seria este o mal da minha profissão? Talvez não só este. Obesidade é outro fator que vem encadeando as nossas mudanças de hábito. As pessoas ficam a maior parte de seu tempo sentadas, a comodidade de comprar online, não precisamos mais ir até a loja é um dos fatores. Passarmos tempo nas redes sociais ao invés de encontrar com as pessoas, trabalhar em frente ao computador, são estes e outros diversos fatores que nos trouxeram o sedentarismo. Quais outros malefícios e benefícios você vê com a tecnologia, que influenciaram as nossas vidas. Confira também o ONCAST #20, onde falamos sobre isto com Rene de Paula Jr. 


Fonte: oficinadanet.com.br/post/
 
 
 Além de tecnologia, cinema e música, até Obama estará no SXSW
Presidente dos EUA estará na abertura de um dos eventos mais esperados sobre tendências e indústria criativa

O que começou com um grupo quase secreto de discussão sobre o futuro do entretenimento e da mídia nos escritórios do jornal The Austin Chronicle há 30 anos e que se transformou em um dos eventos mais esperados sobre tendências e indústria criativa entra nesta sexta-feira na agenda de Barack Obama. 

O presidente estará presente na abertura do South by SouthWest (SXSW), festival de música, cinema e tecnologia que ocorre na cidade de Austin, Texas, nos Estados Unidos, até o dia 20. É a primeira vez que um chefe de Estado do país vai ao SXSW.

Por 10 dias, a cidade, de cerca de 900 mil habitantes, será um centro de encontro de marcas, produtores de cinema, músicos, aficionados por tecnologia ou simplesmente pessoas estilosas que querem comer e beber em meio a um grande encontro de ideias. Dia e noite, palestras, shows, mostras e apresentações preenchem a programação. De start-ups que buscam um empurrão a grandes empresas que querem se aproximar de um público mais conectado, o SXSW é relativamente democrático. 

Como o comunicador e colunista Marcos Piangers, um dos entusiastas sobre o festival, descreveu no ano passado, a rotina por lá se resume a ¿ouvir palestras com o Al Gore pela manhã, ver a estreia do filme do Al Pacino à tarde e assistir a um show do Wyclef Jean à noite. Ou conferir shows de bandas desconhecidas de manhã, discutir a melhor câmera para filmar documentários à tarde e acompanhar um painel sobre um novo aplicativo à noite.¿ 

Todos os anos, uma tendência de lá é exportada para o resto do mundo. Em 2007, era a vez do Twitter deslanchar, que até hoje é considerado um dos grandes cases de sucesso atrelados ao festival. Dois anos depois, foi o Foursquare, aplicativo de geolocalização que funciona como um guia de lugares. No ano passado, o Meerkat, app de transmissão ao vivo, foi o mais comentado da edição. 

Presença brasileira cresce nesta edição 

A cada edição, o festival ganha mais notoriedade global e mais participação do Brasil. No ano passado, o grupo Apanhador Só se apresentou no festival de música e, desta vez, mais bandas brasileiras da cena independente estão com shows confirmados. Entre elas, o grupo Cabezas Flutuantes e o músico gaúcho Jéf, conhecido pelo estilo folk. 

Neste ano, dois filmes nacionais integram a programação. Um deles é a comédia sobre o sumiço da taça da Copa do Mundo de 1983. O Roubo da Taça, com estreia marcada para o festival, tem no elenco Taís Araujo e o funkeiro Mr. Catra. O lançamento no Brasil fica para o segundo semestre. 

Em 2014, a Agência Brasileira de Promoção de Exportação e Investimentos (Apex) levou, pela primeira vez, 57 empresas para participarem do Trade Show – parte do evento reservada a empresas para rodas de negócios e networking. Neste ano, serão 37 empresas, mas a expectativa é de que a presença brasileira seja produtiva. Segundo a Apex, no ano passado, foram US$ 18,9 milhões em negócios no festival e nos 12 meses seguintes ao evento. 

Fonte: http://zh.clicrbs.com.br/
 
 
 Vazamentos expõem milhões de chamadas de call center
Alguns arquivos de áudio continham dados pessoais como RG e CPF. 
Empresa diz desconhecer caso e ter ‘rigorosos sistemas de segurança de dados’.

Dois vazamentos expuseram na internet milhões de gravações de um call center. No dia 17 de fevereiro, hackers publicaram na web uma lista de 9,5 milhões de arquivos de áudio que afirmam ser de um call center. Os dados ficaram on-line pelo menos até o dia 19, data da última verificação feita pelo G1.
Outros 180 mil áudios de MP3 podiam ser acessados até o dia 23 de fevereiro em uma pasta no site “ofertaclaro.com.br”, de uma empresa que presta serviço de call center.
Os arquivos expostos pelos hackers estavam em "pastas" abertas em um servidor web. A conversa mais antiga datava de 9 de julho de 2013. A última havia sido gravada minutos antes do acesso da reportagem. Já as ligações no site eram de 2015.

Clientes confirmam
Dois clientes que tiveram suas gravações expostas confirmaram ao G1 terem falado por telefone com atendentes do call center; A reportagem ouviu dezenas das gravações. Em todas elas, o atendente fazia uma oferta comercial. Ele buscava agendar instalações ou alterar dados de planos do cliente.
Apesar do grande volume de arquivos, muitas das gravações estavam vazias ou pareciam ser de telefones esquecidos fora do gancho, com o registro de ruído do ambiente. Algumas registravam conversas pessoais de funcionários do call center.
Outras, porém, continham dados pessoais de consumidores que, ao aceitar uma oferta, informavam CPF, RG, endereço e e-mail.

Claro 'desconhece o caso'
Questionada sobre a brecha no servidor apontada pelos hackers, a Claro afirmou "desconhecer o caso".
Ela disse dispor "de rigorosos sistemas de segurança e monitoramento, com objetivo de prevenir o acesso ilegal aos dados pessoais e sigilosos de seus clientes".
Procurada também para comentar as gravações acessadas no site “ofertaclaro.com.br”, a empresa, após informar que responderia por meio da terceirizada, não enviou resposta ao G1 até a última atualização da reportagem. A Claro é a terceira maior operadora de telefonia móvel do Brasil, com base de 65,9 milhões de linhas de celular.

Resposta do Procon
O Procon-SP informou que, de forma geral, “a empresa que coletou os dados é responsável pela guarda e segurança dessas informações, podendo ser acionada para reparar prejuízos do consumidor”.
“A divulgação de informações, vazamento ou compartilhamento dos dados sem autorização do titular configura infração ao Código de Defesa do Consumidor”, afirma o Procon.
Hackers só divulgaram links
No primeiro vazamento, um arquivo de texto com 500 MB que listava vários links foi hospedado no site "Chunk.io", que se descreve como "serviço de envio de arquivos para hackers". Cada link levava a uma gravação armazenada no servidor.
O link para o download da lista foi publicado no "Pastebin", um repositório de texto usado por hackers. Segundo comunicado anônimo que acompanhava a postagem, uma configuração vulnerável do servidor permitiu que as gravações fossem acessadas.
Ao digitar os endereços da lista em um navegador, os arquivos de áudio eram abertos sem nenhum tipo de solicitação de senha.
As pastas no servidor possuíam arquivos de configuração do software Asterisk, usado por centrais de telefonia, com gravações de atendimento.

Gravações em site
O site “www.ofertaclaro.com.br” podia ser acessado pelo endereço “netuno.oxmundi.com.br”, porque os dois levam ao mesmo endereço IP – que serve como identificação na internet. Isso indica que o site “ofertaclaro.com.br” é operado pela Oxmundi. Após o G1 procurar a Claro, o endereço “www.ofertaclaro.com.br” foi retirado do ar.

‘Assustado’
O G1 entrou em contato com dois clientes que tiveram suas gravações expostas. Adão Martins não quis informar sua profissão, mas confirmou a legitimidade dos dados e da chamada após ouvir um trecho da gravação. Martins ficou com receio de ter suas informações divulgadas.
"A gente se sente inseguro. Vai que alguém faz alguma coisa? Esses dias até recebi uma ligação de uma mulher que tinha meu nome pedindo para eu confirmar meu CPF e não confirmei", diz.
O técnico de informática do Ministério Público da União Lucivaldo Costa confirmou ter feito uma ligação na data indicada no arquivo no servidor. A chamada de Costa ouvida pelo G1 tinha apenas o endereço de e-mail, mas, segundo ele, é possível que outras chamadas com mais dados também tenham sido gravadas, já que ele teve outros contatos com a Claro.
"Essa situação me deixa assustado. Não sei quantas vezes isso já aconteceu e quais informações vazaram dessa forma. Não sei também se isso foi causado por incompetência ou, pior, má-fé. Um recurso que deveria servir para minha segurança de repente se vira contra mim e me deixa exposto, vulnerável", diz Costa.


Fonte: http://g1.globo.com/t
 
 
 11 tecnologias extraordinárias criadas por mulheres
Resultado de pesquisas longas e complexas, estas criações salvaram e melhoraram vida de milhões de pessoas; no Dia Internacional da Mulher, conheça as inventoras por trás delas.

Se você olhar ao seu redor, com certeza as encontrará. São invenções que revolucionaram o mundo. Em alguns casos, salvaram vidas. Em outros, simplesmente as melhorou. No Dia Internacional da Mulher, apresentamos 11 inventos ou tecnologias desenvolvidos por elas.

1) Teste de urina para monitorar diabetes

O trabalho no campo da química realizado pela cientista americana Helen Free, de 93 anos, revolucionou os exames para diagnosticar doenças e detectar gravidez.

Free desenvolveu, junto com seu marido, Alfred, as tiras que são usadas em todo o mundo para monitorar a diabetes ao revelar a presença de glucose na urina no paciente.
Dotadas de substâncias químicas, essas tiras de alguns milímetros de largura apresentam uma reação ao entrar em contato com compostos presentes na urina.
Nascida em 1923, a pesquisadora lançou seu invento no mercado com o nome de Clinistix, uma tecnologia que representou um grande avanço em testes rápidos e eficazes não só de urina, como também de sangue.

2) Medicamento contra leucemia
Segundo o Salão da Fama dos Inventores dos Estados Unidos, a americana Gertrude B. Ellion (1918-1999) inventou o medicamento contra leucemia conhecido como 6-mercaptopurina e inovações farmacêuticas que facilitaram o transplante de rim.
Nascida em uma família de imigrantes lituanos, a bioquímica começou a investigar a doença. Suas pesquisas levaram ao desenvolvimento não só da 6-mercatopurina, como também de outro fármaco, a 6-tioguanina.

"A expansão de sua pesquisa a conduziu ao Imuran, um derivado da 6-mercatopurina que impedia a rejeição pelo corpo de tecidos externos. Usado com outros medicamentos, o Imuran permitiu os transplantes renais entre pessoas que não eram parentes", destaca o Salão da Fama de Inventores.

Ellion também liderou a equipe que desenvolveu medicamentos para tratar gota e um antiviral para combater infecções causadas pelo vírus da herpes.

Em 1988, o prêmio Nobel de Fisiologia e Medicina foi concedido a ela, James W. Black e George H. Hitchings "por suas descobertas sobre princípios-chave de tratamentos a base de medicamentos".
"Por casualidade, conheci um químico que buscava um assistente de laboratório. Ainda que não pudesse me pagar um salário nesta época, decidi que a experiência valia a pena", disse a cientista em um texto autobiográfico publicado no site do prêmio Nobel.

"Fiquei ali um ano e meio, e finalmente passei a ganhar o incrível montante de US$ 20 (em valores atuais, US$ 338, ou R$ 1278) por semana. Já havia economizado um pouco de dinheiro e, com a ajuda de meus pais, entrei na escola de pós-graduação da Universidade de Nova York no outono de 1939. Era a única mulher na classe de química, mas ninguém parecia se importar."


3) Método para melhorar negativos fotográficos

Em 1978, a Associação para o Avanço de Invenções e Inovações dos Estados Unidos elegeu a química Barbara S. Askins, hoje com 77 anos, como a inventora do ano por ter criado um processo para recuperar os detalhes de negativos que haviam sido subexpostos.
No mesmo ano, a pesquisadora patenteou sua invenção, que permitia melhorar fotografias usando materiais radioativos. A Nasa a havia contratado em 1975 para encontrar uma forma melhor de revelar fotos astronômicas e geológicas feitas a partir do espaço e obter imagens em que os detalhes pudessem ser vistos com clareza em vez de borradas ou com pouca definição.
Sem sua tecnologia, diz a Nasa em seu site oficial, estas imagens seriam inúteis. Seu invento foi "tão bem sucedido que seu uso se expandiu para além da agência espacial e foi aproveitado na obtenção de melhorias em raios-X e na restauração de fotos antigas".

4) 'Calculadora gráfica' para resolver problemas de transmissão de energia

Edith Clarke (1883- 1959) é considerada uma pioneira da engenharia elétrica e da computação. Ela foi a primeira engenheira elétrica a ser empregada profissionalmente nos Estados Unidos e a primeira professora em tempo integral desta área no país.
"Inventou uma calculadora gráfica que simplificou para determinar as características elétricas de longas linhas de transmissão de eletrecidade", indica o Salão da Fama de Inventores dos Estados Unidos.
Clarke foi uma autoridade na manipulação de funções hiperbólicas, circuitos equivalentes, análise gráfica e sistemas elétricos. A cientista patenteou a calculadora Clarke em 1925.
"Sua carreira teve com tema central o desenvolvimento e a disseminação de métodos matemáticos que simplificaram e reduziram o tempo empregado em cálculos complicados para resolver problemas de design e operação de sistemas de energia elétrica", explica James E. Brittain no ensaio Do Computador à Engenharia Elétrica: a extraordinária carreira de Edith Clarke.
"Ela traduziu o que muitos engenheiros viam como métodos matemáticos esotéricos em gráficos ou em formas mais simples, em uma época em que os sistemas de energia se tornavam mais complexos."

5) Vidro sem reflexo

s pesquisas de Katharine Blodgett (1898-1979) e Irving Langmuir criaram uma nova disciplina científica ao experimentarem com películas orgânicas com uma só molécula de espessura que tiveram aplicações práticas em campos tão variados como a conversão de energia solar e a fabricação de circuitos integrados.

"Como assistente de Langmuir na General Electric, Blodgett deu prosseguimento à descoberta de Langmuir, que consistia em uma capa única de superfície de água que podia ser transferida para um substrato sólido. Anos depois, ela verificou que o processo podia ser repetido para criar uma pilha de capas múltiplas de qualquer espessura", explica o Salão da Fama dos Inventores dos Estados Unidos.
Primeira mulher a obter um PhD em Física na Universidade de Cambridge, no Reino Unido, Blodgett aprofundou seu trabalho e criou revestimentos anti-refletores para superfícies de vidro. Isso fez com que produzisse, como destaca o Salão, o primeiro vidro "verdadeiramente invisível".
Sua invenção, conhecida como filme Langmuir-Blodgett, foi patenteada nos Estados Unidos em 1940. "O vidro sem reflexo eliminou a distorção de luz que existia em vários equipamentos ópticos, incluindo lentes de sol, telescópios, microscópios, câmeras e projetores."

6) Peneiras moleculares para refino de petróleo
Não há como falar de Edith Flanigen sem mencionar a descoberta de formas mais eficientes, limpas e seguras de refinar petróleo. De fato, seu invento foi uma peça-chave na produção de gasolina em todo o mundo.
Em 1956, a química americana "começou a trabalhar na tecnologia emergente de peneiras moleculares, estruturas cristalinas microporosas", explica o Salão da Fama de Inventores dos Estados Unidos.
"Esses compostos podem ser usados para purificar e separar misturas complexas e catalisar ou acelerar o ritmo das reações dos hidrocarbonetos e têm uma ampla aplicação no refinamento de petróleo e nas indústrias petroquímicas."
Em 2004, o Instituto de Tecnologia de Massachussets (MIT, na sigla em inglês) conferiu a ela o prêmio Lemelson-MIT pelos efeitos revolucionários desta tecnologia.
Flanigen liderou uma equipe de inventores que descobriu "mais de uma dezena de estruturas de peneiras moleculares e 200 composições, muitas das quais foram comercializadas no refinamento de petróleo e nos processos petroquímicos para reduzir os custos de energia e o desperdício industrial", destacou o MIT.

Aos 87 anos, Flaningen detém hoje 108 patentes nos Estados Unidos, e, entre suas pesquisas foram aplicadas na purificação de água e no saneamento ambiental.

7) Máquina para fazer sacolas de papel
Dona de 26 patentes, concedidas entre 1870 e 1915, a americana Margaret Knight (1838-1914) entrou para a história por ter inventado uma máquina para fabricar sacolas de papel de fundo plano.
"A invenção revolucionou a indústria de sacolas de papel ao substituir o trabalho de 30 pessoas pelo de uma única máquina", diz o Salão da Fama dos Inventores dos Estados Unidos.
De forma automática, a máquina cortava o papel, o dobrava e unia suas partes para criar a sacola. "Antes de sua invenção, as sacolas de fundo plano só podiam ser feitas manualmente e com um alto custo."
Seu invento foi usado em todo o mundo e permitiu a produção em massa desse tipo de sacola. Uma variação de sua máquina ainda era usada no fim do século 20.

8) Fralda descartável
Em 1951, foi concedida à arquiteta americana Marion Donovan (1917-1998) a patente de uma cobertura impermeável para fraldas, o que fez com que ficasse reconhecida mundialmente como a "mãe das fraldas descartáveis".
Quando ela faleceu, o jornal The New York Times escreveu em seu obituário: "Tinha 81 anos e havia ajudado a encabeçar uma revolução industrial e doméstica ao inventar o precursor da fralda descartável".
"Motivada pela tarefa frustrante e repetitiva de trocar as fraldas de pano sujas, a roupa e os lençóis de seu filho, Donovan criar uma capa para a fralda que permitia manter seu bebê seco", conta o Salão da Fama de Inventores dos Estados Unidos.
"Diferentemente de outros produtos no mercado, o seu foi feito com uma tela que permitia que a pele do bebê respirasse e também incluía botões em vez de alfinetes."
Donovan batizou seu invento como "Boater", mas, num primeiro momento, ele foi recusado por fabricantes. Por essa razão, ela começou a comercializar a capa por conta própria e, após receber a patente, a vendeu para uma companhia por US$ 1 milhão em valores da época.
Anos depois, o engenheiro industrial Victor Mills, da Procter & Gamble, lideraria a equipe que fez a primeira fralda descartável como a conhecemos hoje.

9) Sinalizadores marítimos
"Em uma época em que as mulheres pareciam não fazer nada além de arrumar a casa e criar os filhos, Martha Coston estava ocupada salvando vidas ao aperfeiçoar os sinalizadores marítimos noturnos", destaca o livro As Invenções de Martha Coston, de Holly Cefrey.
Coston (1826-1904) desenvolveu um sistema de luzes pirotécnicas vermelhas, brancas e verdes com base em esboços deixados por seu marido antes de ele morrer, para que os barcos pudessem se comunicar entre si e com o pessoal em terra em meio à escuridão e a grandes distâncias.
Ela passou dez anos desenvolvendo a tecnologia antes de patenteá-la e a vendeu para a Marinha americana. "O sistema deu uma vantagem decisiva à União na Guerra Civil e a empresa Coston, fundada para produzir os sinalizadores, operou até o fim do século 20", explica o Salão da Fama de Inventores dos Estados Unidos.
"O sistema de códigos e sinalização foi usado pelo serviço de emergência e o serviço meteorológico dos Estados Unidos, instituições militares na Inglaterra, França, Holanda, Itália, Áustria, Dinamarca e Brasil, navios mercantes e iates privados."

10) Limpador de para-brisa
Mary Anderson (1866-1953) teve a ideia de criar o limpador de para-brisa quando viajava em um bonde por Nova York em um dia de neve no início do século 20.
"Anderson observou que os condutores tinham que abrir frequentemente suas janelas para poder enxergar em meio ao clima impiedoso. Muitas vezes, eles tinham de parar o bonde e descer do carro para limpar a janela", conta o Salão da Fama de Inventores dos Estados Unidos.
"Sua ideia consistia em uma alavanca dentro do veículo que controlava um braço mecânico equipado com uma escova de borracha. A alavanca movia a escova pelo para-brisa para eliminar a chuva ou a neve." Segundo o Salão, com a patente concedida em 1903, a invenção tornou-se o primeiro dispositivo eficaz de limpeza do para-brisa.

11) A superfibra Kevlar
Stephanie Kwolek (1923-2014) foi uma química americana de origem polonesa que, em 1965, descobriu uma variedade incrível de polímeros cristalinos líquidos.
Dona de 17 patentes, a cientista "se especializou em processos a baixas temperaturas para a criação de longas cadeias moleculares, o que a conduziu à descoberta de fibras sintéticas a base de petróleo de grande rigidez e resistência", indica o Salão da Fama de Inventores dos Estados Unidos.
A fibra mais famosa resultante dessas pesquisas foi a Kevlar, um polímero cinco vezes mais forte que o aço. Trata-se de um tecido de alta resistência que é usado para fabricar centenas de produtos, como coletes à prova de balas, cabos de fibra ótica, peças de avião e cascos de navio.
"Sabia que tinha feito uma descoberta", disse Kwolek em uma entrevista. "Não gritei 'eureka', mas fiquei muito emocionada, assim como todos no laboratório, por estarmos diante de algo novo e diferente." Além de salvar vidas, o poderoso tecido gera centenas de milhares de dólares por ano em vendas de produtos derivados em todo o mundo.

Fonte: http://g1.globo.com/
 
 
 Microsoft implanta projeto de acesso a tecnologia para startups em Fortaleza
Foi assinado na manhã de hoje (8) acordo de intenções entre a empresa e a Prefeitura de Fortaleza, para disponibilizar serviços voltados para educação e empreendedorismo

A Microsoft Informática irá disponibilizar acesso a tecnologias de ponta e capacitação em Tecnologia da Informação (TI) para pequenos empreendedores, ONGs e rede municipal de educação (posteriormente, a particular) de Fortaleza. O serviço está previsto em acordo de intenções assinado na manhã de hoje (8) pela empresa e pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico (SDE).
 
De acordo com o titular da pasta, Robinson de Castro, as negociações começaram há seis meses, e o contrato não prevê desembolso de nenhuma das partes. "(Nós estávamos) carentes de parcerias dessa natureza. O acordo vem trazer ferramentas e tecnologia a uma cidade com vocação para a área de tecnologia e inovação", resume.  

Executivo de Serviços da Microsoft, João Thiago mostra o ecossistema que traz a empresa a voltar os olhos para o Brasil e para o Ceará, começando com um projeto que pode ser o caminho para fechar negócios com empresas e startups locais, para além do projeto inicial.
 
Segundo Thiago, há no Brasil cerca de 8 mil startups, que apresentam o 3º crescimento mais rápido da América Latina e é onde 71% da juventude quer empreender. "A cidade de Fortaleza é um ambiente propício para que a gente possa desenvolver ações de startups e de fomento ao empreendedor", diz o executivo.

Ele explica que a parceria contempla, no setor de educação, conteúdos de capacitação em TI gratuitos. São cursos envolvendo desde noções básicas de computação, segurança, privacidade e Internet até módulos avançados, para estudantes do Município que estejam matriculados no Ensino Médio. Entre outros pontos, serão dois os programas principais do convênio.

Sotftwares
O DreamSpark, voltado para educação, poderá ser aderido pelas instituições de ensino médio do município, a partir de cadastrar no site do programa. Assim, as instituições terão acesso a software de desenvolvimento e design de programas gratuitamente para desenvolver habilidades em TI. O BizSpark será voltado para o fomento ao empreendedorismo e desenvolvimento de empresas iniciantes (startups), que inclui acesso a software Microsoft de alta tecnologia, suporte técnico, treinamento de negócios e gerenciamento e visibilidade para startups que se enquadrem no regulamento do programa que tem duração de três anos.

Como o acordo de intenções foi assinado ontem, a princípio, o projeto voltado para o setor empresarial vai começar atuando em 12 empresas que já estão incubadas. Todas com renda anual inferior a US$ 1 milhão. Posteriormente, novas empresas poderão se candidatar. "A ideia é que a gente faça, através da SDE, a validação das novas empresas", explica Milton Larsen Burgese, diretor de setor público da Microsoft Brasil. Segundo ele, ainda em março, devem começar os planejamentos voltados para o setor de educação, para que possam ser implantados em breve. Contudo, ainda não há data específica para a implantação dos projetos nos colégios.  

"A Microsoft escolheu dois grandes temas para entregar a contrapartida maior para a sociedade aqui no Brasil. Primeiro tem a educação, segundo tem o empreendedorismo. A tecnologia, sem dúvida nenhuma, é uma das ferramentas mais inclusivas hoje em dia", diz Larsen. Segundo o diretor, a empresa tem projetos de educação e de empreendedorismo em diversas cidades do País, como Recife, São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Mas é no Ceará onde tem um programa que interligue os dois setores de forma mais íntima.

App
Também será lançado o aplicativo “Microsoft Cidadão Conectado”, que deve permitir interação entre a população e o poder público sobre fiscalização de serviços, da proposta de soluções, avaliando os serviços públicos e acompanhando o desempenho na execução de políticas públicas.  


Fonte: opovo.com.br/
 
 
 As dez mulheres mais importantes da história da tecnologia
Lugar de mulher é onde ela quiser, inclusive, na indústria da tecnologia. Seja programando, desenvolvendo produtos ou criando inovações, elas sempre estiveram por aí, por mais que nem sempre sejam reconhecidas por seus feitos ou tenham histórias que se confundam ou são ofuscadas pelas dos homens. Elas podem até ser pouco lembradas, mas jamais esquecidas. Por isso, nesse Dia Internacional da Mulher tão simbólico, que acontece em meio a um esforço cada vez maior para trazer inclusão e representatividade ao Vale do Silício, tradicionalmente um “Clube do Bolinha”, o Canaltech volta seus olhos para o passado. E, por incrível que pareça, em uma indústria que carrega essa carga masculina tão forte, foi difícil selecionar apenas dez mulheres para compor essa lista. Confira agora alguns dos principais nomes do passado, mas com forte influência no presente: 


Ada Lovelace

Quando se fala no passado da tecnologia, não há como ir muito mais para trás. Em 1843, Augusta Ada King, a Condessa de Lovelace, traduzia os textos de Luigi Menabrea, um matemático italiano, sobre as ferramentas analíticas usadas por Charles Babbage, um matemático inglês. Esse trabalho derivativo resultou no que, para muitos especialistas, é o primeiro algoritmo criado na história, muito antes da existência de máquinas que pudessem processá-lo. Única filha legítima de Anne Isabella Milbanke e do poeta Lord Byron, ela foi uma das precursoras das ciências da computação. Seu trabalho estava relacionado à metodologia de cálculo de uma sequência de números de Bernoulli, sequências de racionais com operações altamente complexas. O único problema encontrado por Lovelace, na época, é que ela simplesmente não possuía o maquinário necessário para colocar seus estudos à prova. Seu algoritmo, entretanto, foi provado como correto anos depois de seu falecimento, quando finalmente chegaram os equipamentos necessários para essa verificação. Hoje, ela dá nome a um prêmio da Sociedade Britânica de Computação que contempla avanços significativos em sistemas de informação. “As garotas do ENIAC”

Antes de linguagens de programação e sistemas computadorizados para cálculos matemáticos como os que já citamos aqui, entretanto, os primeiros computadores dependiam da influência humana e de aparatos mecânicos para funcionarem, e dependiam bastante dos nossos cérebros. Quando se falava em trajetórias de mísseis e bombas, então, a coisa se tornava ainda mais complicada. Foi aí que entraram as “garotas do ENIAC”, um grupo de seis mulheres que foram as primeiras “computors” da história da informática. Trabalhando em um dos primeiros supercomputadores criados, na Escola de Engenharia Moore, no estado americano da Pennsylvania, Betty Snyder (a única que não aparece na foto acima), Marlyn Wescoff, Fran Bilas, Kay McNulty, Ruth Lichterman e Adele Goldstine eram responsáveis pela configuração do ENIAC, dando a ele as instruções para realizar os cálculos necessários. Isso significava que elas lidavam, diariamente, com mais de três mil interruptores e botões que ligavam um hardware de 80 toneladas, tudo manualmente. Mais do que operar o maquinário, elas foram responsáveis por dar o pontapé inicial em muitos protocolos usados até hoje. Goldstine, por exemplo, criou o primeiro manual do ENIAC, com instruções de uso e melhores práticas, enquanto Goldstine e Jennings tiveram influência fundamental em sistemas de “salvamento” de configurações e preferências. Fora do supercomputador, ainda, Snyder criou o primeiro sistema informatizado para o censo americano, inventou o teclado numérico para facilitar na programação e, curiosamente, foi uma das percursoras dos computadores na cor “gelo”, totalmente comuns nos anos de 1990. 


Irmã Mary Kenneth Keller 

Considerada a primeira mulher a receber um doutorado em ciências da computação, Keller se formou na Universidade Washington, na cidade de St. Louis, nos Estados Unidos. O diploma veio em 1965, mas desde 1958, ela já trabalhava em oficinais de informática enquanto a indústria ainda era menos do que incipiente. Sua contribuição, entretanto, foi fundamental na criação da linguagem de programação BASIC, criada com fins didáticos e utilizada por décadas, até ser substituída pelo Pascal, mais arrojado, seguro e seguir de melhores práticas. Ela enxergou desde cedo o potencial dos computadores como uma ferramenta educacional e voltada para o desenvolvimento humano, seja por meio de um maior acesso à informação ou simplesmente como suporte na sala de aula. Tanto que sempre trabalhou na área do ensino, fundando um departamento de ciências da computação na Universidade Clarke, no estado americano do Iowa, o qual permaneceu dirigindo até seu falecimento, em janeiro de 1985. Mary Kenneth Keller escreveu quatro livros sobre computação e programação, e as obras são, até hoje, uma referência. Ela também foi uma das primeiras vozes pela inclusão das mulheres no ramo da informática. Hoje, batiza o Centro de Ciências da Computação da universidade onde atuou por 20 anos, além de ter uma bolsa de estudos na área que também leva o seu nome. 



Jean Sammet

Erroneamente chamada de primeira mulher a obter um PhD em ciências da computação – ela obteve o diploma apenas em 1968, três anos depois da Irmã Keller –, Sammet foi a criadora de uma das primeiras linguagens computadorizadas existentes. O FORMAC, que entrou em uso no final dos anos 1960 pelas mãos da IBM, era utilizado para manipular fórmulas matemáticas e auxiliar em cálculos complexos. Nada mais justo vindo das mãos de uma mulher que, antes de se tornar doutora em ciências da computação, trazia consigo duas formações distintas em matemática, uma pela Universidade de Illinois e outra pelo Mount Holyoke College. Por causa disso e de seus conhecimentos em informática, ela trabalhou durante 27 anos na IBM, que por muito tempo foi a empresa símbolo dessa indústria em todo o mundo. Ela também teve influência importante na criação do COBOL e participou de diversas entidades voltadas à inclusão das mulheres na indústria da tecnologia. Sammet também presidiu a ACM (Associação para Maquinaria de Computação, na tradução do inglês), uma iniciativa voltada para o uso da informática em projetos científicos e educacionais, com mais de 70 mil membros. 



Grace Hopper

Quando se fala em pioneirismo, Grace Hopper tem diversos títulos para chamar de seus. Ela foi a primeira mulher a se formar na prestigiosa Universidade de Yale, nos Estados Unidos, com um PhD em matemática, além de ter sido a primeira almirante da marinha dos EUA. No campo da tecnologia, ela foi uma das criadoras do COBOL, uma linguagem de programação para bancos de dados comerciais. Entretanto, sua história mais famosa é a que remonta à popularização do termo “bug” para indicar problemas em software. 

Em uma anedota jamais confirmada, ela teria resolvido um problema de processamento de dados ao remover uma mariposa que estava criando ninho dentro de um computador, indicando que um “debugging”, ou a remoção de um “inseto” é o melhor caminho para resolver falhas de funcionamento. Uma de suas principais frases se tornou não apenas um bastião feminista, mas também o principal mote para as mulheres que lutam por representatividade na indústria da tecnologia:  “é mais fácil pedir perdão do que permissão”. 

Além do COBOL, Hopper também criou linguagens de programação para o UNIVAC, o primeiro computador comercial fabricado nos Estados Unidos. 



Karen Sparck Jones

Mais uma daquelas mulheres que você provavelmente nem sabia que existiram, mas cuja influência permeia o seu dia a dia até hoje, Jones realizou um trabalho focado em processamento de linguagem. Ela foi uma das criadoras do conceito de “inverso da frequência em documentos”, a base do que hoje são os sistemas de busca e localização de conteúdo e pedra fundamental de companhias como o Google, por exemplo. Trata-se de um sistema de recuperação de informações que minera de forma extremamente veloz os dados em um conjunto de documentos. A busca é feita pelos termos que mais aparecem nos textos, que quando cruzados com um sistema de filtragem, mostram a relevância de diferentes temas. É o que define, de forma básica, se uma página, por exemplo, está falando sobre a influência das mulheres no mundo da tecnologia ou se apenas cita as palavras “mulheres” e “tecnologia”, mas em um contexto completamente diferente. Os estudos de Karen Sparck Jones foram desenvolvidos no laboratório de computação da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, onde ela trabalhou por quase 30 anos, entre 1974 e 2002. Ela se aposentou naquele ano, mas continuou se dedicado a causas de inclusão das mulheres no mundo da tecnologia até seu falecimento, em 2007. 


Carol Shaw

Citada como a primeira mulher a trabalhar na indústria dos games, Carol Shaw foi uma das funcionárias originais da Atari. Apesar disso, ela passou pouco tempo na empresa, sendo contratada rapidamente pela Activision e participando do desenvolvimento de um dos maiores clássicos dos games, River Raid. Seu cartão de visitas a atribuía a função de “engenheira de software para microprocessadores”, o que significava que ela atuava também nos sistemas do próprio console. E trabalhando com uma máquina com apenas 128 bytes de memória RAM, ela foi a responsável por criar o primeiro sistema de geração procedural de conteúdo, o que significava que, em River Raid, uma fase nunca era igual à outra. Oponentes, itens e objetos do cenário apareciam de forma randômica, em uma prática que é utilizada até hoje. Em seu currículo, também estão games clássicos como 3D Tic Tac Toe, Super Breakout e Happy Trails, seu últmo game com a Activision. Ela se aposentou em 1990 e mora na Califórnia, nos Estados Unidos, onde realiza trabalho voluntário. 


Roberta Williams

E já que estamos falando de video game, não há como não citar, também, a influência de Roberta Williams nesse segmento. Ela, ao lado de seu marido, Ken, foi a fundadora da On-Line Systems, que mais tarde, se tornaria a Sierra, um dos maiores nomes da indústria de jogos eletrônicos, tendo participado do desenvolvimento e/ou distribuição de grandes nomes como King’s Quest, Phantasmagoria, Half-Life e Counter-Strike. A história de Roberta com os games começa quando ela foi apresentada, pelo marido, a Adventure, um game de aventura baseado unicamente em texto. Até hoje citado por ela como um de seus preferidos, o título a levou a pensar que os games poderiam ter um incrível potencial visual, o que a levou a desenvolver, ao lado do marido, Mistery House. O título com linhas simples foi a base fundamental da Sierra, que se tornou uma das empresas mais icônicas do mercado. Aos poucos, a empresa foi acumulando estúdios e passando por diversas reestruturações, vendas e organizações internas. Em meados dos anos 2000, a companhia foi adquirida pela Vivendi, que mais tarde, se uniu à Activision para criar o que hoje é a maior empresa de games do mercado. Em 2008, entretanto, a Sierra deixou de existir, voltando à vida em 2014 e existindo até os dias de hoje. Esse retorno também garantiu a Roberta e Ken Williams um prêmio honorário na cerimônia dos The Game Awards de 2014. No evento, eles foram considerados “ícones da indústria” e aproveitaram a ocasião para anunciar o reboot de King’s Quest, com episódios ainda a serem lançados. A honraria foi apresentada com um relato emocionado de Neil Druckmann, produtor de The Last of Us e Uncharted 4: A Thief's End, afirmando que aprendeu a falar inglês e decidiu trabalhar na indústria devido à influência de King's Quest e das obras da Sierra. 


Radia Perlman

Se Tim Berners-Lee é o pai da internet, Radia Perlman pode ser considerada como a mãe. Designer de software e engenheira de redes, ela foi a responsável pela criação do protocolo STP (Spanning Tree Protocol), que melhorou a performance de sistemas conectados ao evitar a realização de loops de dados, garantindo que as informações trafeguem mesmo em caso de problemas, sem ficarem perdidas tentando firmar uma conexão inexistente. Imagine que você precise chegar ao outro lado de um rio e possui diversas alternativas para fazer isso – uma ponte de madeira frágil, uma com elevações, outra que desce até a água para depois subir e, finalmente, aquela em linha reta, a mais eficiente, feita de concreto. O protocolo de Perlman permite que os dados, como você, saibam que aquele é o caminho mais rápido para chegar ao destino. Caso algo dê errado, ele também permite mensurar qual é o segundo melhor, e assim por diante. Ela também é uma das pioneiras no ensino de programação e arquiteturas de redes para crianças, além de ter sido uma das criadoras do TORTIS, uma linguagem de programação com fins também educacionais, só que de robótica. Ela também foi a responsável por diversos protocolos de segurança de rede e, hoje, trabalha na Intel, além de ser dona de mais de 50 patentes relacionadas a tecnologias de conexão. 


Frances Allen
A primeira mulher a ganhar o prestigiado Turing Award, Allen trabalhou durante 45 anos na IBM, onde esteve no centro de muitos dos avanços da computação e, principalmente, na chegada dessas máquinas às casas das pessoas comuns. É dela, por exemplo, algumas das principais bases de sistemas de otimização de código e paralelização, permitindo que softwares avançados rodassem de maneira melhor até mesmo nos computadores mais fracos. Além disso, seu conhecimento em programação a levou a criar alguns dos primeiros sistemas de segurança da NSA, a agência de segurança nacional do governo dos EUA. Seus trabalhos no setor de inteligência, claro, nunca foram conhecidos completamente por questões de sigilo, mas garantiram a ela uma influência fundamental no estado da segurança da informação como a conhecemos hoje.


Fonte: http://canaltech.com.br/
 
 
 Como a tecnologia ajudou O Menino e o Mundo chegar ao Oscar
São Paulo – Alê Abreu foi o representante brasileiro no Oscar 2016 com sua animação chamada O Menino e o Mundo. O diretor levou às telas do cinema mundial uma história sobre autodescobrimento que parece ir contra o exibicionismo tecnológico de animações da Disney, como Divertidamente.

Em entrevista a EXAME.com, ele conta que sua ideia inicial era traduzir em imagens o mundo do personagem do longa. “Durante a produção do filme, tentei exercer a liberdade de uma criança ao desenhar, sem a autocrítica do adulto”, explica Abreu.

Para criar os cenários e os personagens, o diretor usou giz de cera, colagem e muito lápis de cor. “Misturei materiais de desenho, sobrepondo tudo de uma maneira muito livre, como fazem as crianças”, diz.

São Paulo – Alê Abreu foi o representante brasileiro no Oscar 2016 com sua animação chamada O Menino e o Mundo. O diretor levou às telas do cinema mundial uma história sobre autodescobrimento que parece ir contra o exibicionismo tecnológico de animações da Disney, como Divertidamente.

Em entrevista a EXAME.com, ele conta que sua ideia inicial era traduzir em imagens o mundo do personagem do longa. “Durante a produção do filme, tentei exercer a liberdade de uma criança ao desenhar, sem a autocrítica do adulto”, explica Abreu.

Para criar os cenários e os personagens, o diretor usou giz de cera, colagem e muito lápis de cor. “Misturei materiais de desenho, sobrepondo tudo de uma maneira muito livre, como fazem as crianças”, diz.

No entanto, para colocar tudo isso na tela do cinema, o diretor brasileiro precisou da ajuda da tecnologia. Ele explica que, após o uso de elementos manuais, quase toda a animação foi feita usando uma caneta digital.

Depois, os desenhos eram impressos e redesenhados numa mesa de luz para ganhar traços e texturas mais reais. Finalmente, eles eram ”scaneados e retornavam ao computador, para retoques e criação de desenhos intermediários, muitas vezes reutilizando partes das reproduções principais”, conta.

Uma das ferramentas utilizadas pelo diretor foi o Photoshop, apesar de o programa da Adobe não ser voltado para a produção de animações. Como O Menino e o Mundo precisou de muito tratamento gráfico e retoques digitais minuciosos, Abreu precisou improvisar com o recurso.

“Descobrimos um atalho que permite deslocar a visualização das camadas, possibilitando desta forma checar com facilidade os movimentos de uma animação, quadro a quadro”, diz o diretor. Assim, "a possibilidade de usar o programa para animação praticamente resolveu esta etapa do trabalho". 


Tecnologia e mão na massa

Abreu conta que quando começou, nos anos 80, as animações eram feitas de uma maneira mais artesanal. “Os desenhos no papel eram xerocados para folhas de acetato transparente que eram pintados no verso”. Além disso, os cenários eram feitos com tinta e lápis de cor.

Segundo o diretor, tudo isso foi sendo substituído pela computação gráfica devido ao desenvolvimento da tecnologia. Contudo, ele sente que “há um movimento de resgate que traz um bom equilíbrio ao uso de todas as ferramentas”.

Foi essa harmonia que Abreu tentou alcançar em O Menino e o Mundo. De acordo com ele, quando a produção chegou na etapa da utilização de um computador, a regra era imaginar o monitor como uma folha de papel. “Poderíamos usar as ferramentas digitais desde que conseguíssemos esta sensação de texturas e cores do papel”, finaliza.

Quando questionado se ele esperava que essa mistura se transformaria em uma indicação ao Oscar, Abreu se mostra humilde: “Nunca imaginei isso”. Porém, quanto à vitória, o diretor foi esperançoso. “Acreditei até o fim, mesmo sabendo que eram 95% de chances de Divertidamente ganhar”.


Fonte: http://exame.abril.com.br/
 
 
 App para Android promete recarga de crédito e rouba dados de usuários
Um app falso para Android infectou o celular de milhares de usuários brasileiros. Chamado de Recarga Celular, o aplicativo malicioso estava no ar na Google Play Store desde novembro de 2015 e foi baixado cerca de 5 mil vezes durante o período. A denúncia sobre o golpe foi feita pela empresa de segurança Kaspersky Lab, na última terça-feira (1).

O programa fraudulento prometia fazer recargas em smartphones de várias operadoras do Brasil. Com isso, o objetivo principal era clonar os cartões de créditos das pessoas que baixavam o serviço. Para atrair usuários, o Recarga Celular oferecia o dobro de créditos no primeiro pagamento de cada cliente. 

Aparentemente, o Recarga Celular era um app comum de recarga de créditos, apresentando telas em que era preciso inserir o número do chip e a quantidade de créditos. Logo em seguida, outros dados eram exigidos, como número do cartão de compras, data de validade, código de segurança (CVV), CPF e nome completo.

Todas as informações iam para um site registrado no Brasil, sem qualquer relação com as operadoras de telefonia, como Oi, TIM, Vivo e Claro. Depois de conseguir as informações das vítimas, o desenvolvedor do aplicativo conseguir clonar os cartões de crédito.
O golpe foi reconhecido quando os usuários passaram a comentar na loja do Google, informando que não tinham recebido os créditos e que, ainda por cima, tiveram problemas com seus cartões. Ao descobrir a fraude, a Kaspersky Lab fez a denúncia ao Google que, enfim, retirou o aplicativo do ar.

“Alertamos aos usuários de Android que baixem e utilizem somente os apps oficiais das operadoras de telefonia na hora de recarregar o celular. Desconfie de supostas promoções oferecidas pelo apps, isso é um claro sinal de que se trata de um golpe”, alertou o analista sênior de segurança da Kaspersky, Fábio Assolini.
A dica pode ser útil, considerando que não é a primeira vez que esse tipo de golpe ocorre no sistema operacional do Google. Em 2014, por exemplo, foram encontrados os dois primeiros trojans bancários para dispositivos móveis desenvolvidos no Brasil. Ainda em outubro de 2015, um outro aplicativo falso de recarga de celular fez algumas vítimas, sendo retirado do ar pouco tempo depois.


Fonte: techtudo.com.br/
 
 
 Empresa ajuda profissionais a conseguir trabalho em tecnologia no exterior
Conseguir um emprego na Apple, Google, Microsoft e outras empresas de tecnologia é o sonho de muitos profissionais. O grande problema é que muitas dessas empresas estão nos Estados Unidos ou em países da Europa ocidental, enquanto talentos estão sendo desperdiçados em outros locais do mundo.

Pensando nisso, foi criada a Jobbatical, uma startup com o objetivo de ajudar as pessoas que querem trabalhar no setor de tecnologia. O nome da empresa vem da mistura das palavras "job" (emprego, trabalho) e "sabbatical" (de período sabático), porque a proposta não é oferecer empregos fixos, mas sim "freelas" temporários, para que pessoas possam ter a experiência de trabalhar em outro país

A empresa combina as habilidades e aspirações de profissionais de todo o mundo que estão começando a carreira com companhias que estão em busca de novos talentos. A plataforma permite que grandes empresas listem suas vagas de emprego, onde as pessoas que estão dispostas a se mudarem para perto da companhia podem se candidatar. 

“O Vale do Silício e outros grandes centros tecnológicos se desenvolveram graças ao fluxo constante de indivíduos altamente qualificados que eles atraem”, explica Karoli Hindriks, co-fundadora da startup. “Nosso objetivo é ajudar a construir a próxima geração do Vale do Silício através de suas habilidades, sem usar a localização do candidato como decisão de contratação”.

Recentemente, a Jobbatical, que foi fundada em 2014, recebeu um investimento de US$ 2 milhões durante uma rodada de financiamento da LocalGlobe, um fundo de venture que já apoiou o Twitter, SoundCloud e Funding Circle.

A plataforma já conta com 30 mil pessoas em busca de emprego, além de 1.200 empresas cadastradas no seu primeiro ano de funcionamento. Nesse período, foram registrados 7 mil vagas e mais de 300 pessoas que saíram do seu país para ocupar um cargo.

A startup informou que vai usar o financiamento para desenvolver ainda mais o seu produto e melhorar a experiência geral do usuário, além de aumentar a equipe.


Fonte: olhardigital.uol.com.br/
 
 
 WhatsApp deixará BlackBerry e outros 4 sistemas até o fim de 2016
App de chat não oferecerá versões para sistemas antigos; veja quais são.
Serviço recomenda migração para smartphones com sistemas atualizados.

O WhatsApp deixará até o fim do ano de funcionar em cinco plataformas, como BlackBerry, versões antigas do Android (2.1 e 2.2), da Nokia (S40 e Symbian S60) e Windows Phone 7.1.
O encerramento foi anunciado pelo aplicativo de mensagem que pertence ao Facebook em seu blog na sexta-feira (26), na semana em que o serviço completou sete anos. A empresa pondera que as maneiras como as pessoas usam o celular – e os aparelhos preferidos – mudaram desde 2009.

“Cerca de 70% dos smartphones vendidos na época, possuíam sistemas operacionais desenvolvidos pela BlackBerry e Nokia. Os sistemas operacionais móveis oferecidos pela Google, Apple e Microsoft -- o que totaliza hoje em torno de 99,5% das vendas atuais -- estavam dentro de menos de 25% dos aparelhos celulares vendidos naquela época”, informa o WhatsApp.
Segundo a companhia, os aparelhos que rodam os cinco sistemas já não possuem capacidade para sustentar as melhorias que devem chegar ao aplicativo. A lista surpreende ao incluir o BlackBerry 10, lançado em 2013 como a aposta da BlackBerry de retomar posição de destaque no mundo dos smartphones.
O WhatsApp sugere que quem ainda usar um aparelho que rode um desses sistemas opte por um smartphone com iOS ou versões mais recentes de Windows Phone e Android.


Fonte: http://g1.globo.com/
 
 
 Seis quedas de braço entre a Justiça brasileira e empresas de tecnologia
Causou polêmica a prisão de um no Brasil nesta terça-feira, por desobedecer uma decisão judicial, mas não é a primeira vez que isso ocorre no país.

Desde 2007, quando o YouTube ficou fora do ar após se recusar a retirar um vídeo da modelo e apresentadora Daniela Cicarelli em momento íntimo com o então namorado em uma praia da Espanha, políticos e a polícia fizeram pedidos para derrubar empresas de tecnologia no Brasil.



Veja outros seis casos em que empresas de internet travaram uma queda de braço com a Justiça brasileira:

WhatsApp bloqueado em dezembro de 2015:
Em dezembro passado, a Justiça de São Bernardo do Campo (Grande São Paulo) determinou que as operadoras de telefonia fixa e móvel bloqueassem o aplicativo de mensagens WhatsApp por 48 horas.

A decisão ocorreu após a empresa negar a quebra de sigilo de mensagens trocadas por investigados por meio do aplicativo. Na época, a Justiça autorizou o retorno do funcionamento do WhatsApp em todo o país após 11 horas de bloqueio.

WhatsApp bloqueado em fevereiro de 2015:
Um juiz do Piauí determinou o bloqueio do WhatsApp em todo o Brasil em fevereiro de 2015, com o objetivo de forçar a rede social a colaborar com investigações policiais de casos de pedofilia no Estado.

A decisão foi suspensa por um desembargador do mesmo Estado após analisar o mandado de segurança contra representantes da empresa.

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Diretor-geral do Google preso por desobediência em 2012:
O diretor-geral do Google foi detido pela Polícia Federal em São Paulo sob suspeita de desobediência em setembro de 2012. A ordem ocorreu após a empresa desrespeitar uma decisão da Justiça para retirar vídeos com ataques ao então candidato a prefeito de Campo Grande pelo PP, Alcides Bernal, de canais do YouTube e sites do Google.

Ele foi ouvido e liberado no mesmo dia após a polícia entender que se tratava de um crime com baixo potencial ofensivo.

Executivo do Google com mandado de prisão em 2012:
Também em setembro de 2012, um juiz de Campina Grande (PB) mandou prender outro executivo do Google no Brasil. O motivo foi a empresa ter se negado a retirar do ar e excluir todos os compartilhamentos de um vídeo contra o candidato à prefeitura Romero Rodrigues, do PSDB.

O Google recorreu e conseguiu reverter o pedido de prisão.

Facebook retirado do ar em agosto de 2012:
Em agosto de 2012, um juiz eleitoral do Estado de Santa Catarina determinou que o Facebook fosse tirado do ar no Brasil durante 24 horas. A determinação ocorreu após a empresa descumprir ordem para remover uma página com “material depreciativo” contra o vereador candidato à reeleição Dalmo Deusdedit Menezes (PP).

Também foi aplicada uma multa diária de R$ 50 mil porque o Facebook descumpriu decisão liminar (temporária). A decisão foi suspensa dois dias depois pelo mesmo juiz.

YouTube fora do ar em 2007:
O YouTube ficou temporariamente fora do ar em janeiro de 2007 após a apresentadora Daniela Cicarelli ganhar uma ação judicial contra a empresa.

O motivo foi a rede social ter se negado a tirar do ar um vídeo no qual a apresentadora aparece em momentos íntimos com o então namorado Renato Malzoni em uma praia espanhola. Após a decisão, Cicarelli foi alvo de protestos de grupos que pediram a saída da apresentadora da MTV.

Em 2015, a Justiça determinou que a empresa pagasse uma indenização de R$ 500 mil à apresentadora.


Fonte: http://noticias.terra.com.br/
 
 
 Brasil e União Europeia atuarão em parceria na tecnologia 5G
Cooperação prevê definição de normas e aplicações para a tecnologia móvel nos próximos anos

O Brasil e a União Europeia assinaram, nesta terça-feira (23), um acordo de cooperação para desenvolver a tecnologia 5G, a próxima geração de redes de comunicação. O acordo prevê o trabalho conjunto na definição de normas comuns e padronização do 5G, além de identificar faixas do espectro harmonizadas globalmente.

O ministro das Comunicações, André Figueiredo, e o comissário europeu, Günther Oettinger, formalizaram a declaração conjunta durante o Congresso Mundial de Tecnologia Móvel, em Barcelona, na Espanha.

Os dois parceiros também vão atuar na elaboração de projetos envolvendo academia, empresas de tecnologia e indústria.

"Hoje nós conectamos o nosso futuro, pois é disso que trata o 5G. A Europa e o Brasil são agora oficialmente parceiros estratégicos no avanço da banda larga móvel", declarou André Figueiredo.

Nos próximos anos, a tecnologia será utilizada pelas indústrias, serviços públicos e em aplicações inovadoras, como automóveis conectados, casas inteligentes e serviços de saúde móveis.

A cooperação prevê ainda a implantação do 5G em temas como cidades digitais, agrobusiness, saúde, educação, transporte, indústria, serviços públicos, energia e distribuição de conteúdo de vídeo.

Parceria

A colaboração em tecnologias da informação e comunicação entre Brasil e União Europeia teve início em 2008. Ao longo dos últimos anos, foram realizados oito Diálogos Setoriais em Tecnologias da Informação e Comuinicação (TICs). No ano passado, a Telebras anunciou uma joint venture para conectar os dois continentes por meio de um novo cabo submarino.

"Estamos convencidos de que um projeto tão importante como a próxima revolução móvel tem de ser um esforço conjunto coordenado", ressaltou o ministro das Comunicações.

Ele explicou que o Brasil tem 180 milhões de acessos de banda larga móvel, e esse número está crescendo rapidamente. "Precisamos de tecnologias que possam superar os desafios atuais: maiores taxas de download e upload, melhor cobertura e conexões mais confiáveis", disse Figueiredo.


Fonte: brasil.gov.br/
 
 
 Toda tecnologia que você usa na verdade vem do Governo
“Toda tecnologia que você usa na verdade vem do Governo” 

Chomsky explicou como os "pagadores de impostos" na verdade financiam o desenvolvimento na tecnologia e o "setor privado" acaba capturado todos os lucros ao criar os produtos com essa tecnologia para o consumo dos próprios pagadores de impostos

O iPhone é um aparelho impressionante. Mas e se um dos principais intelectuais americanos te falassem que ele, na verdade, é derivado de pesquisa estatal?

Essa é a teoria do linguista Noam Chomsky, que explicou como os “pagadores de impostos” na verdade financiam o desenvolvimento na tecnologia e o “setor privado” acaba capturado todos os lucros ao criar os produtos com essa tecnologia para o consumo dos próprios pagadores de impostos.


Fonte: startse.infomoney.com.br/
 
 
 Aplicativos e tecnologia mudam a mobilidade urbana
Aplicativos e tecnologia mudam a mobilidade urbana
Estudo mostra que ferramentas contribuirão para tirar até 65% dos carros das ruas

Rio - Aplicativos para celular e outros avanços tecnológicos têm transformado as formas de ir e vir da população e podem ser grandes aliados na melhoria da mobilidade urbana. A terceira e última reportagem da série ‘Tendências dos Transportes’ mostra o potencial dessas novas ferramentas, sobretudo as de compartilhamento de carros, bicicletas e caronas, para criar cidades inteligentes e mais conectadas.

Segundo a União Internacional dos Transportes Públicos (UITP), simulações feitas nas capitais de países da União Europeia mostram que a combinação de transporte público de alta capacidade e o compartilhamento de carros e caronas poderia remover até 65 de cada 100 carros nos horários de pico.

“Nos últimos sete anos, temos visto novas formas de utilizar os carros, graças aos smartphones, apoiados pela tendência emergente para uma economia de colaboração e participação de investidores”, declara Fabienne Herlaut, especialista em mobilidade inovadora, no último relatório anual da UITP. “Esses serviços ajudam a tirar a pressão do transporte público sobrecarregado em determinados momentos do dia. Eles também cobrem áreas e viagens que não são servidos pelo transporte público”, acrescentou.

Conceitos como tecnologia, economia compartilhada e inovação dos modelos de negócio definem a ideia de cidades inteligentes (‘smart city’). Na visão de Eleonora Pazos, presidente da UITP para América Latina, o Brasil avançar na discussão sobre os novos modelos de mobilidade. “Debate-se muito a questão de o Uber ser ou não ser legal (por concorrer com os táxis, regulamentados). E se surge aqui um sistema de carona e todo mundo resolve combinar carona? Isso é legal? Não é legal? Como pode ser regulado? É preciso avançar nessa discussão”, ressalta Eleonora.

Com ou sem regulação, a tecnologia para compartilhamento de caronas já chega ao Brasil. Com mais de 2 milhões de viagens compartilhadas por mês, no mundo, o aplicativo BlaBlaCar já funciona no país. De acordo com a UITP, mais de 17 milhões de usuários de sistemas de compartilhamento de caronas foram registrados na Europa em 2014 (último dado disponível). A estimativa da UITP é de que esse número duplique até 2020.

Sistemas de carona contam com diversos programas

O aplicativo BlaBlaCar, presente em 20 países, incluindo o Brasil, conecta motoristas que têm lugares vagos em seus automóveis com pessoas interessadas em dividir os custos de viagens previamente programadas.

O interessado em pegar uma carona através do BlaBlaCar precisa baixar o aplicativo em um celular Android ou iOS. O segundo passo é informar o ponto de encontro desejado, escolher data e o condutor para a viagem. Depois, é preciso fazer uma reserva online. O condutor é notificado imediatamente da reserva e a pessoa que deseja a carona recebe o contato do motorista para combinar os últimos detalhes.

O dono do carro negocia o preço da carona com o “cliente”. Na noite desta segunda-feira, por exemplo, uma viagem de São Paulo ao Rio programada para hoje estava custando a partir de R$ 50.

Outros números da BlaBlaCar apontam para o impacto da ferramenta no mundo para a mobilidade e o meio ambiente: mais de 20 milhões de membros, 15 milhões de downloads e 700 mil toneladas de gás carbônico poupadas no ar. A ocupação média por automóvel é de cerca de três pessoas. Os dados são da empresa.

O compartilhamento corporativo também está surgindo com iniciativas como o TwoGo, serviço de caronas inteligente para empresas. O aplicativo é oferecido em países como Brasil, Áustria, Argentina, Canadá, Chile França, Grã-Betanha e Estados Unidos.

Basta inserir uma proposta de carona no aplicativo que ele encontra o parceiro ideal de viagem. “Economize tempo, divida as despesas e dê o seu apoio à sustentabilidade com o serviço de carona diária”, convida o site da empresa. 

O TwoGo considera fatores como dados de tráfego em tempo real para calcular com precisão rotas e horário de chegada. Assim que a carona é confirmada, o app informa por SMS, e-mail ou notificação. Se algo atrapalhar os planos da viagem, são sugeridas alternativas imediatamente. 

O polêmico Uber, que oferece motoristas particulares e tem sido alvo de discussões sobre a legalidade do serviço ao redor do mundo, está disponível não só no Rio como em outras 383 cidades no mundo. A empresa já registrou mais de 1 bilhão de conexões através do aplicativo. 

Cada bicicleta do Bike Rio faz cinco viagens por dia

O Bike Rio — concessão pública municipal em parceria com uma operadora privada — é o maior sistema de compartilhamento de bicicletas na América do Sul, segundo a prefeitura. A utilização do Bike Rio é maior do que o do serviço semelhante em Paris (Velib’) e se aproxima ao de Barcelona (Bicing). No Rio, é de 4,99 a média diária de viagens por bike compartilhada, enquanto a média na capital francesa é de 3,48, e, na cidade espanhola, de 5,62.

“O compartilhamento é um facilitador, porque oferece uma opção ao cidadão. Quando o trânsito está intenso, o passageiro pode ir de bicicleta pagando barato e ainda chega mais rápido”, diz o presidente da Federação de Ciclismo do Estado do Rio, Cláudio Santos. Ele lembra que, no estado, o sistema só é oferecido na cidade do Rio e defende que seja expandido para outros municípios.

O Bike Rio registrou cerca de 7,6 milhões de viagens desde sua estreia, em 2011, e 760 mil usuários. Segundo a prefeitura, 2.735 toneladas de CO² deixaram de ser emitidos.

O Rio também conta com tecnologia para os passageiros de transporte público. A Fetranspor lançou, em 2014, o aplicativo “Vá de Ônibus”, que indica as opções de linhas de ônibus de acordo com o destino do passageiro. Em 2015, o app contabilizou 6,37 milhões de acessos. Cerca de 800 cidades no mundo possuem sistemas de compartilhamento de bicicletas. 


Fonte: http://odia.ig.com.br/
 
 
 Terminal investe em tecnologia para reduzir emissão de poluentes
Empresa ADM está usando tecnologias ainda inexistentes no Brasil. 
Objetivo é reduzir em até 80% a emissão de pó no meio ambiente.

Terminal investe em tecnologia para reduzir emissão de poluentes
Empresa ADM está usando tecnologias ainda inexistentes no Brasil. 
Objetivo é reduzir em até 80% a emissão de pó no meio ambiente.

O armazém mais antigo da ADM, empresa instalada no Porto de Santos, estava sem utilização há muito tempo e, por isso, o espaço de 11 mil metros quadrados será ocupado por um dos mais modernos armazéns de grãos do cais santista. O terminal está investindo em tecnologia a favor do meio ambiente.
Segundo Eduardo Rodrigues, diretor de logística e portos da ADM, a tecnologia usada ainda não existe no Brasil. “A ADM correu o mundo inteiro para achar o que tinha de melhor na tecnologia do shiploaders, uma tecnologia inglesa que é utilizada para cimento e reduz ao máximo a emissão de pó para o meio ambiente. E nós estamos trazendo isso para os grãos”, conclui.

Dois shiploaders, equipamentos que levam os produtos até o navio, vão operar no terminal de Santos. Além disso, os locais que descarregam os vagões e os caminhões também serão fechados com cortinas automáticas, o que evitará uma grande emissão de pó em contato com o meio ambiente.

Rodrigues afirmou também que serão utilizadas ‘lamelas inteligentes’. “Estamos confinando toda a emissão de pó no terminal, porque entendemos que é uma necessidade da sociedade e é um dever nosso como empresa”, completa.

O consultor portuário Sérgio Aquino afirma que as obras de expansão vieram em ótima hora. “Esses investimentos são fundamentais para a sobrevivência e competitividade do Porto de Santos. É uma forma de superar a crise com investimento em infraestrutura portuária, que gera resultados a médio e longo prazo”, disse ele.

O objetivo principal é reduzir em 70% ou 80% a redução de pó no terminal santista. O processo de modernização começou em janeiro deste ano e vai ser concluído em fevereiro de 2017. Mil empregos indiretos serão gerados durante a obra. A expectativa é aumentar também o quadro de funcionários quando o novo armazém estiver funcionando.


Fonte: http://g1.globo.com/
 
 
 Samsung anuncia novos monitores compatíveis com a tecnologia FreeSync via HDMI
A  Samsung anunciou três novos monitores com design curvado que suportam a tecnologia FreeSync, da AMD, através do HDMI. Todos os modelos serão de 1080p, com uma configuração apropriada para multi-screen ao mesmo tempo que possuem a tela curvada. Com o FreeSync via HDMI, os monitores podem apresentar uma taxa de atualização de 60 Hz na resolução de 1080p. Segundo a empresa, o desempenho do monitor pode ser mais eficaz se combinado com GPUs como a R9 380 ou 380X, da AMD.

AMD anuncia FreeSync via HMDI, DisplayPorts 1.3 e linha Radeon com HDMI 2.0 

Os modelos são: CF591 (27") e os CF390 (24" e 27"). Todos possuem painéis VA, taxa de atualização de 60 Hz e tempo de resposta de 4ms. Os modelos apresentam uma curvatura de 1800R - 1,800 milímetros. Isto significa que todos eles podem ser utilizados em conjunto (multi-screen), pois têm a mesma curvatura.

AMD FreeSync: Entenda o que é e como funciona

Uma das funcionalidades dos dispositivos é o Eye Saver Mode da Samsung. Esse modo reduz a intensidade da cor azul e diminuiu o brilho da tela automaticamente dependendo da quantidade de horas que o usuário está em frente à tela. A Samsung ainda não anunciou os preços dos produtos. Os novos monitores estarão disponíveis em março nos EUA, Europa e Ásia. Em outras regiões, eles chegam em abril.

O AMD FreeSync é uma tecnologia que sincroniza o desempenho dos monitores com as placas de vídeo. O objetivo é eliminar imperfeições na experiência em jogos e filmes geradas pela diferença de frames entregue pela placa e exibida pelo monitor. Para operar, a tecnologia precisava de um monitor e placas compatíveis, além de utilizar a conexão DisplayPort 1.2a. Com a chegada da tecnologia via HDMI, 70% dos monitores atuais serão capazes da compatibilidade.


Fonte: http://adrenaline.uol.com.br/
 
 
 Facebook libera cinco novos botões alternativos ao curtir
São 5 'reações', emojis em forma botão: 'Amei', 'Haha', 'Uau', 'Triste' e 'Grr'.
Em teste desde outubro em 7 países, novidade chega ao resto do mundo.

Não se assuste se as publicações no Facebook começarem a serem bombardeadas por carinhas amarelas com nomes engraçados como "Uau", "Amei" e "Grr". A partir desta quarta-feira (24), os usuários do Facebook no Brasil poderão fazer mais do que “curtir” um post na rede social. O site começa a liberar as “reações”, botões em forma de emoji que expressam mais do que só a aprovação do “joinha”.

Em inglês, os cinco novos botões se chamavam: "Love", "Haha", "Wow", "Sad" e "Angry". No Brasil, as “reações” passarão a ser "Amei", "Haha", "Uau", "Triste" e "Grr", respectivamente. “As pessoas vão ao Facebook para compartilhar todo tipo de coisa, coisas que as deixam felizes, tristes ou bravas”, diz Sammi Krug, gerente de produto do Facebook, ao G1. A novidade será liberada gradualmente.

'Grr'
Para as novas opções aparecerem, o usuário tem de manter pressionado o ícone do botão “curtir”. Ao passar o dedo sobre as imagens, elas interagem, cada um conforme a sua emoção. O “Triste” olha cabisbaixo e chora enquanto o “Grr”, já vermelho de raiva, mexe a cabeça para o lado em sinal de desaprovação.
“Muitas pessoas compartilhavam com a gente que gostaria de mais formas de se expressarem”, diz Sammy.
 
Ela ecoa o que disse Mark Zuckerberg, presidente-executivo da rede social, quando comentou que o Facebook estava trabalhando em opções ao botão “curtir”. "É importante dar às pessoas mais opções do que apenas o 'curtir' para ajudá-las a expressar empatia", disse, reconhecendo que "nem todos os momentos são bons".
Os novos botões serão usados apenas para avaliar publicações, ou seja, não poderão ser incluídos em comentários, posts ou em conversas pelo bate-papo. Dessa forma, não substituirão as outras opções de imagens animadas da rede.

'Amei'
Lançadas em outubro, as alternativas ao “curtir” eram testadas em sete países (Espanha, Irlanda, Chile, Portugal, Filipinas, Japão e Colômbia). Quando surgiram, eram seis e não cinco “reações”. Antes da expansão mundial, o Facebook eliminou o “Yay”, um emoji com funções parecidas com as do “Haha”. “Não tinha apelo”, explica Sammy. “Nós temos uma comunidade global e gostaríamos que todo mundo se sentisse confortável em usar essas ‘reações’.” O lançamento ocorre para todo o mundo.
Assim como já houve a exclusão de uma “reação”, a inclusão de novas não é descartada. “Uma vez que o mundo inteiro tiver acesso, nós vamos aprender como estão usando e vamos procurar as pessoas e perguntar como podem melhorar”, diz Sammy, comentando que as funções de um botão “não curti” podem ser desempenhadas pelos novos botões “Triste” e “Grr”.
Essas duas opções, no entanto, parecem que não tem tido muita vez. “A reação mais popular no mundo é o ‘Amei’”, conta Sammy.

Fonte: g1.globo.com/
 
 
 Samsung alfineta iPhone 6S à vontade em anúncio do Galaxy S7 na MWC 2016
A disputa entre as gigantes da indústria é algo que, a nossos olhos, pode ser conferido de camarote, com um baldão de pipoca à mão, refrigerante e muita emoção. Nesse contexto, Apple e Samsung despontam como dois importantes players do mercado: uma faz parte da liderança do Android, enquanto a outra é dona do iOS. Dois sistemas distintos, visados a públicos diferentes, mas com um único propósito: ser a escolha do consumidor. Eventos como a MWC 2016 mostram o quão acirrada essa disputa é.

Durante a apresentação da Samsung para anunciar os vindouros Galaxy S7 e S7 Edge, a empresa coreana não poupou a dose de alfinetadas e, sem papas na língua, comparou diversos quesitos técnicos de seus novos aparelhos com relação ao iPhone 6S.

A câmera foi o elemento mais citado na comparação - que colocou duas imagens lado a lado para mostrar como a ambientação noturna desfavorece a qualidade das fotos capturadas no iPhones 6S Plus, enquanto aquelas tiradas num S7 mantêm um patamar de luminosidade. A foto no escuro com qualidade foi um dos aspectos mais citados na apresentação da Samsung.

"Isso é o que vocês conseguem ver no Galaxy S7, e isso é o que vocês veem no iPhone 6S Plus", disse o apresentador, sustentado posteriormente por DJ Koh, presidente de negócios de comunicações mobile da empresa. É a imagem que você confere na abertura desta notícia.
Além disso, a empresa falou sobre a resistência à água, algo que o iPhone nunca teve. "O Galaxy S7 pode ficar 30 minutos submerso", afirmou o apresentador. "E o iPhone 6S?", provocou.

O mesmo se aplica ao armazenamento. O Galaxy S7 terá um slot para MicroSD e, assim, dará continuidade à tendência dos aparelhos da família Android: flexibilidade. A natureza mais fechada da Apple também foi alfinetada. "Com o Galaxy S7, você pode ampliar a sua memória, existe essa possibilidade. Não é preciso se preocupar com espaço o tempo todo", pontuou.

Esse cenário só mostra que concorrência sadia nunca é demais, e quem ganha com isso somos nós, consumidores. A apresentação do Galaxy S7 foi parcialmente conduzida no Gear VR, com a presença de Mark Zuckerberg, dono da Oculus e do Facebook.


Fonte: tecmundo.com.br/
 
 
 Entenda a importância da tecnologia HDR nas TVs e monitores
O HDR é um novo padrão tecnológico que permite ganhos de qualidade de imagem mais sutis do que a alta resolução. A sigla indica "grande alcance dinâmico" e já é conhecida por fotógrafos e quem usa câmeras de maior qualidade. Mas onde encontrá-la e quais as vantagens? 

Para entender melhor a importância da tecnologia, principalmente em TVs 4K e monitores, veja o que o recurso oferece e em quais aparelhos está disponível. As fabricantes criaram um selo especial para certificar os usuários da performance do padrão. 

Qualidade de cor
O HDR é um recurso desenvolvido para que dispositivos eletrônicos gerem ou reproduzam imagens que apresentem cores mais vivas, com melhores níveis de contraste, tons claros com mais brilho e tons pretos mais escuros.

É por esse detalhe – gerar e reproduzir – que o mesmo termo pode se referir à câmeras de foto e vídeo, capazes de registrar imagens com grande alcance dinâmico, ou a televisores e monitores, habilitados em aceitar esse padrão e reproduzir as imagens com maior qualidade de cor.

A ideia, portanto, é que uma tela com suporte a esse padrão, exibindo imagens com HDR, vá apresentar um resultado muito mais bonito esteticamente e com cores mais vivas e próximas à forma pela qual os olhos as veem naturalmente. O HDR funciona preservando detalhes de cor na imagem que, do contrário, acabariam perdidos nos padrões atuais de conversão de imagem.

TV de LED ou OLED?

A princípio, o recurso HDR deverá ser mais comum, ao menos nos próximos anos, em televisores LED. A razão é que a tecnologia OLED ainda é um pouco restritiva a implementação dessa técnica. Com o tempo, isso deve mudar: a LG, durante a CES 2016 , apresentou televisores OLED com HDR. No entanto, não espere que esses produtos sejam baratos e que exista grande oferta de TVs e monitores OLED com HDR no curto prazo.

Como saber se o que assisto é HDR?
Não adianta ter uma TV, ou um monitor HDR se o conteúdo que você assiste não foi produzido com atenção a essas especificações. Atualmente, canais de TV aberta e paga do Brasil não veiculam produtos com essa tecnologia e só é possível encontrar imagem com o recurso em plataformas como o Netflix.  

Há, também, outra opção: games. Jogos de computador já apresentam essa tecnologia há algum tempo e os consoles PS4 e Xbox One são capazes de aproveitar o HDR na hora de reproduzir as imagens de games desenvolvidos para tirar proveito do grande alcance dinâmico.

Selo Ultra HD Premium
Grandes fabricantes de televisores e monitores apresentaram um selo que foi criado para determinar padrões mínimos de qualidade e performance para TVs 4K. Entre os pontos que um produto precisa atingir para ganhar o selo, está o HDR.

Isso significa que, daqui em diante, bastará encontrar TVs e monitores com a certificação para ter certeza de que o dispositivo conta com suporte à reprodução de imagens em HDR.

HDR só em TV 4K?
Como você pode perceber, o HDR está profundamente vinculado com TVs e monitores 4K, já que é esse o caminho que a indústria vem trilhando. No entanto, isso não impede que exista modelos com resolução Full HD e HDR.

Tecnicamente, não há motivos para que isso não ocorra e o argumento para que esse tipo de produto eventualmente surja é bastante sólido, já que TVs Full HD ainda despertam grande interesse e a presença do HDR nessas telas agregaria valor ao produto.

Tendência
Para quem, com alguma razão, ainda não vê motivos para comprar TVs 4K, a má notícia é que na CES 2016 nenhum fabricante apresentou unidades com resolução 1080p e HDR. Como a feira não só antecipa lançamentos do ano todo, mas também aponta tendências para a indústria, o HDR pode não chegar aos televisores Full HD.


Fonte: techtudo.com.br/
 
 
 Tecnologia desenvolvida em BH identifica dengue, zika e chikungunya no mosquito
Na luta contra as epidemias dos vírus transmitidos pelo Aedes aegypti no Brasil, a inovação pode ser uma grande aliada. E uma tecnologia desenvolvida por uma empresa de Belo Horizonte é capaz de identificar a presença desses vírus em mosquitos por meio de uma técnica mais rápida e que fornece informações mais precisas e ágeis do que apenas o diagnóstico em humanos.

Hospedados no Bh.tec, o parque tecnológico de Belo Horizonte, a Ecovec desenvolveu uma 'autópsia' que usa mosquitos mortos capturados em campo para avaliar a presença de um desses vírus. ""Nosso método é assim: colocamos armadilhas para o mosquito adulto. Treinamos o agente de campo para identificar quando o mosquito que queremos é pego nelas. Com isso o material do vírus chega perfeitinho no laboratório. Aqui nós trituramos o mosquito e colocamos uma amostra complementar do vírus que queremos identificar", explicou Cecília Marques, diretora executiva da Ecovec. "Trabalhamos com o mosquito transmissor da dengue nos últimos dez anos. E há dois anos estamos expandindo para outas duas doenças que ele transmite (Chikungunya e Zika)", completou.


O objetivo da técnica é conseguir informações rápidas e precisas para o cliente final, que são secretarias municipais de saúde "Com o nosso monitoramento, é possível para gestores e autoridades de saúde identificar a epidemia, os locais da cidade em que existe contaminação e tomar rapidamente as ações necessárias para combater a doença. A informação é apresentada em gráficos, tabelas e mapas, o que ajuda a tomada de decisão do poder público", explicou Cecília. E apesar de estarem em Belo Horizonte e hospedados no Bh.tec, não houve interesse da secretária de saúde de Belo Horizonte na técnica. "Infelizmente não fazemos nenhum monitoramento em BH", lamentou.


Como a tecnologia da Ecovec permite a identificação dos locais de contaminação, o esforço do poder público seria mais eficaz no combate ao mosquito – muitas vezes o paciente diagnosticado não sabe se foi contaminado em casa ou no trabalho, por exemplo. Ao encontrar o vírus no mesmo local do mosquito, é certeiro afirmar que a área é foco e precisa de atenção especial. Com esse tipo de informação, é possível focar ações de combate onde realmente elas vão fazer a diferença.


Um mesmo mosquito poderia, ao mesmo tempo, transmitir dengue, chikungunya e zika em uma única picada. A boa notícia é que até hoje a Ecovec nunca esbarrou em um caso desses: "Nós nunca vimos, mas é possível sim. Já encontramos uma vez dois tipos de dengue em um mesmo mosquito. O Aedes Aegypti é capaz de transmitir 23 vírus diferentes – com a nossa patente, é possível identificar todas eles, basta adaptar um pouco a metodologia para cada tipo de vírus", disse Cecília.


Fonte: em.com.br
 
 
 Tecnologia e conscientização são armas contra Aedes aegypti, apontam especialistas
Há armas disponíveis na batalha contra o Aedes aegypti, mas investir em mais pesquisa para ganhar a luta é essencial. Essas são algumas das conclusões apresentadas por especialistas e senadores durante audiência pública promovida nesta quinta-feira (18) pelas comissões de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) e Senado do Futuro (CSF). Para o senador Wellington Fagundes (PR-MT), que propôs o debate, o país está diante do maior desafio da saúde pública nas últimas décadas.

Os debatedores apontaram que bioinseticidas, mosquitos geneticamente modificados e bactérias que infectam insetos, são algumas das armas disponíveis no mercado para combater o Aedes aegypti. Mas, segundo eles, para contar com essa artilharia em seu arsenal é preciso que o Brasil invista em pesquisa e estimule parcerias entre universidades, instituições de pesquisa e empresas. Também é fundamental a continuidade dos métodos tradicionais de combate ao inseto e mais ainda: a promoção permanente de ações e campanhas contra o mosquito transmissor da dengue, zika, chicungunha.

O presidente da Comissão Senado do Futuro e outros participantes do debate, como a presidente da CRA, senadora Ana Amélia (PP-RS), criticaram o relaxamento de medidas de contenção do mosquito nos últimos anos, o que teria levado à multiplicação de casos de dengue. Problemas de saneamento básico também foram levantados.

— Precisamos de uma política constante não só hoje, mas de médio e longo prazo de combate ao mosquito — disse Wellington.

Tecnologias

Durante a audiência, a pesquisadora da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia Rose Monnerat apresentou o Inova-Bti,  uma nova geração de bioinseticidas. De acordo com ela, o produto é capaz de matar as larvas do mosquito Aedes aegypti sem prejudicar a saúde das pessoas e dos animais domésticos. Todos os testes laboratoriais e de eficácia já foram concluídos pela Embrapa, mas o produto precisa ainda ser registrado junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) antes de ser produzido em larga escala.

Esse é o segundo inseticida biológico desenvolvido pela Embrapa com o objetivo de combater as larvas do mosquito. Desde 2005, está no mercado o Bt-horus, feito em parceria com a empresa Bthek Biotecnologia. Segundo Rose Monnerat, ambos os produtos são eficazes contra o mosquito.

O Bt-horus foi usado pela primeira vez em 2007 em São Sebastião, no Distrito Federal, em uma campanha que uniu a Embrapa, o governo distrital e a população local no combate ao mosquito transmissor da dengue.

Os resultados de acordo com a pesquisadora foram excelentes: o índice de infestação na região, que era de 4% caiu para menos de 1%, considerado aceitável pela Organização Mundial de Saúde (OMS).  Ela enfatizou, contudo, que o produto em si não resolve o problema: é preciso engajar a população no combate ao vetor das doenças.

— A vantagem do produto é que é específico para matar a larva do mosquito. Ele tenta equilibrar uma praga que está desequilibrada, mas não é só o produto. É preciso trazer a população para perto. Fazer campanhas — apontou.

Esforço conjunto

Para João Manuel Cabral, chefe-geral da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, a audiência pública promovida pelo Senado deixa claro que ferramentas contra o mosquito transmissor da zika existem, mas falta coordenar os esforços.

— Nós temos as ferramentas e podemos desenvolvê-las e integrá-las de forma inteligente para obter o resultado imediato no controle dos vetores. Mas o grande sucesso que foi a experiência em São Sebastião foi devido ao envolvimento da população — avaliou.

Várias frentes

Para Bergmann Morais Ribeiro, pesquisador da Universidade de Brasília, é preciso atacar o mosquito em várias frentes. Além do uso de bioinseticidas, ele defendeu o uso de mosquito transgênico e de uma bactéria como armas contra o zika.

Ele mencionou o sucesso de testes com o mosquito transgênico, tecnologia da empresa britânica Oxitec. A fêmea fecundada pelo inseto geneticamente modificado produz um ovo infértil. A técnica teria conseguido reduzir em mais de 80% a quantidade de larvas do mosquito Aedes aegypti espalhadas por um bairro de Piracicaba (SP). Outros testes já foram feitos no Brasil e no mundo.

O uso de uma bactéria — Wolbachia — também foi exaltado por Ribeiro. Essa técnica faz com que ovos de mosquitos fêmeas infectados não choquem. Mas é preciso dinheiro para desenvolver as tecnologias.

— As várias balas de prata vão aparecer e você pode atacar em várias frentes. Mas precisamos de apoio, de editais competitivos e direcionados para trabalhar com Aedes — argumentou.

O diretor-presidente do Instituto Agronômico do Paraná (Iapar), Florindo Dalberto, elogiou as iniciativas e defendeu o estímulo a parcerias entre instituições públicas de pesquisa, empresas e setor produtivo no combate ao mosquito.

Fonte: senado.leg.br
 
 
 Tecnologia do MIT facilita trabalho colaborativo entre humanos e robôs
Pesquisadores desenvolveram modelo para que humanos e robôs se comuniquem. Tecnologia poderia ser aplicada em situações de resgate

Uma das preocupações sobre o desenvolvimento da inteligência artificial é de que robôs poderiam roubar nossos empregos.

No entanto, uma nova pesquisa do Laboratório de Ciências da Computação e Inteligência Artificial do MIT propõe que esse cenário futuro não precisa ser tão apocalíptico se humanos e robôs "aprenderem" a trabalhar em conjunto. Pesquisadores disseram chegar a um novo modelo de como humanos poderiam se comunicar de forma efetiva com robôs.

Essencialmente, tudo se resume a proteger os seres humanos da sobrecarga de informação, já que robôs podem ser programados para recolher grandes quantidades de dados - muito mais do que qualquer humano poderia processar confortavelmente.

Vamos dizer que há uma emergência como um terremoto e robôs estão trabalhando para coletar informações do cenário. Eles conseguem enviar atualizações contínuas como “eu estou passando através de uma porta e dobrando para a direita em ângulo de 90 graus” ou “estou avançando alguns metros, eu encontrei uma parede”.

É uma informação importante para oficiais de resgate que tentam entender o que está acontecendo em solo.

É aí que o novo modelo para comunicações do MIT entra. Trata-se de um algoritmo que ajuda a determinar a informação que precisa ser compartilhada, gerando uma eficiência na comunicação entre as partes de 60%.

Eventualmente, poderá tornar mais fácil para projetar sistemas que permitem que humanos e robôs trabalhem em conjunto, como em equipes de resposta a emergências.

Os pesquisadores testaram o sistema em mais de 300 simulações de computador para tarefas de resgate em ambientes não familiares. O próximo teste envolverá humanos.

“O que eu poderia apostar é que uma equipe formada de robôs e homens falharia se o sistema apenas disser a pessoa todos os tipos de informações falsas o tempo todo”, disse Julie Shah, professor associado de aeronáutica e astronáutica e um dos autores da pesquisa.

“Para equipes mistas, eu penso que o algoritmo fará a diferença entre uma equipe que consegue funcionar efetivamente contra uma equipe que simplesmente não conseguirá”.

Fonte: computerworld.com.br/
 
 
 Tecnologia sem fio substitui chaves por smartphones para abrir portas
Um conjunto de dispositivos e softwares desenvolvidos por pesquisadores egressos da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) dispensa as tradicionais chaves e o intermédio de recepcionistas para permitir acesso de convidados a espaços físicos restritos, bastando que seja enviado um convite por meio de um aplicativo de smartphone e que o aparelho seja aproximado das portas para abri-las.

Desenvolvida com o apoio do Programa FAPESP Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE), no âmbito do projeto Airkey: controle de acesso social utilizando dispositivos móveis, a tecnologia foi batizada comercialmente como Magikey e faz com que smartphones funcionem como “chaves virtuais” para portas, portões, catracas e afins.

O anfitrião usuário do sistema pode controlar o acesso de pessoas ao ambiente remotamente, permitindo que algumas, como funcionários, entrem e permaneçam em horários específicos ou, no caso de visitantes, liberando o acesso na chegada e monitorando sua permanência.

“A partir da autorização feita por meio do aplicativo, é estabelecida uma comunicação direta entre o visitante e o local de acesso, sem intermediários. É possível controlar a porta segundo agendamentos e definir as pessoas que estão autorizadas a entrar e em quais horários, conforme a necessidade do anfitrião. É como se a porta soubesse exatamente quem está passando por ela e, mais importante, quem pode passar”, explica Raul Mariano Cardoso, cofundador da Advance Soluções em Informática Ltda., responsável pelo desenvolvimento do produto.

Compatível com os sistemas Apple iOS e Android, o Magikey possibilita o controle, por exemplo, de portas de escritórios, fazendo com que o usuário saiba em tempo real quando e por quem elas foram abertas. Por meio do aplicativo, são criadas e distribuídas chaves de acesso para visitantes e empregados.

O sistema tem três componentes principais: os smartphones em que são instalados o Magikey, os dispositivos nas portas e um software na nuvem que contém um banco de dados. Os dispositivos embarcados se conectam a esse aplicativo centralizado na nuvem e a interface dos usuários com o sistema é realizada por meio de dispositivos inteligentes.

A comunicação do smartphone com os dispositivos que abrem e fecham as portas é feita por near field communication (NFC), tecnologia que permite a troca de informações sem fio e de forma segura entre dispositivos compatíveis que estejam próximos um do outro. Dessa forma, logo que os dispositivos se aproximam, a comunicação é estabelecida automaticamente, sem a necessidade de configurações adicionais. Também é possível estabelecer a comunicação por bluetooth.

Por meio de notificações de push, enviadas do aplicativo para o celular, o anfitrião pode ainda se comunicar diretamente com o visitante, solicitando, por exemplo, que aguarde ou se dirija a outro ambiente.

Internet das coisas

De acordo com Cardoso, a capacidade de criar e gerenciar chaves virtuais é essencial para novas tecnologias de acesso que têm como base a chamada “Internet das coisas”, conceito utilizado para designar a tendência de objetos inteligentes se comunicarem para executar tarefas específicas, de eletrodomésticos a equipamentos de uso comum espalhados pela cidade. Estima-se que 50 bilhões de dispositivos estarão conectados à Internet até 2020.

“Essa tecnologia permite levar a inteligência a esses objetos para que eles se comuniquem e gerem dados que seus usuários possam utilizar para automatizar processos e aumentar a inteligência dos sistemas. Essa inovação chega agora ao modo como abrimos as portas e acessamos espaços físicos. A tecnologia mais utilizada para controlar esse acesso tem mais de 4 mil anos de idade”, conta, referindo-se às chaves e fechaduras convencionais, utilizadas desde a civilização egípcia antiga.

Mesmo a versão “moderna” das chaves, patenteada em 1841, tem mais de 150 anos no mercado. Desde então surgiram outras tecnologias de acesso, como o controle remoto de portões, em 1970, que usa radiofrequência, e os códigos de barra. Para o pesquisador, as chaves virtuais são o próximo passo.

“O Magikey unifica todas as formas de acesso no smartphone, compartilhando as chaves virtuais num aplicativo social. O objetivo é fazer com que a experiência de acesso seja o mais simples e natural possível.”

Caso não tenha o aplicativo instalado, o usuário convidado recebe uma mensagem solicitando que se cadastre, dispensando o papel do recepcionista. O anfitrião tem todas as informações em uma página na internet, em tempo real e a qualquer momento. 

O protótipo do Magikey foi instalado em quatro empresas de Campinas e os desenvolvedores pretendem lançar o produto comercialmente em julho. Uma nova versão em desenvolvimento deverá contar com novos recursos para monitoramento.

Um artigo com os resultados da pesquisa que deu origem ao produto foi publicado na InternationalJournal of Computer Science and Network Security e pode ser acessado em paper.ijcsns.org/07_book/201508/20150802.pdf.

Mais informações em www.magikey.com.br.


Fonte: ebc.com.br
 
 
 Entenda a tecnologia radioativa que promete conter o Aedes aegypti
Uma tecnologia que esteriliza mosquitos por meio da exposição à radioatividade é uma nova arma dentro dos esforços para combater o Aedes aegypti, vetor de transmissão dos vírus da dengue, chikungunya e zika no Brasil.

A proposta vêm do órgão das Nações Unidas que coordena energia nuclear, a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), e deverá ser debatida em um encontro em Brasília nos dias 22 e 23 deste mês.

A agência da ONU está oferecendo a transferência de conhecimento e espera ver a aplicação da técnica dar resultado dentro de um ano após sua adoção, explicou à BBC Brasil o vice-diretor da organização e chefe do departamento de Ciências Nucleares e Aplicações, o brasileiro Aldo Malavasi.
Na esterilização proposta pela AIEA, os mosquitos machos do Aedes aegypti são expostos à radiação eletromagnética ionizante de raios gama. A radiação danifica aleatoriamente o material genético contido no sêmen do inseto, gerando infertilidade. Quando os machos irradiados acasalam com as fêmeas, os filhotes gerados são ovos que não vingam.

"Você solta insetos são normais no seu comportamento, só que o esperma não é normal, ele tem pedaços quebrados. Quando o óvulo da fêmea recebe o esperma, o embrião não consegue se desenvolver e esses óvulos são maculados", explicou Jorge Hendrichs, chefe do departamento de controle de pestes da AIEA.

A tecnologia está sendo testada em Fernando de Noronha pela Fiocruz Pernambuco e pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Já foram liberados 27 mil mosquitos na ilha. Com o uso da técnica em testes de laboratório, apenas 30% dos ovos dos mosquitos se tornaram larvas. Os pesquisadores, agora, querem saber se esta diminuição se repetirá na natureza.

Uma pesquisa do Centro de Energia Nuclear na Agricultura (Cena) da USP também iniciou testes com a tecnologia em 2012, mas foi interrompida por falta de verbas. Segundo o pesquisador Valter Arthur, coordenador da pesquisa, ela será retomada neste ano, após aumento do interesse no tema devido à associação apontada entre zika e malformações em bebês.
O método é uma alternativa que faz parte do conceito SIT (Sterile Insect Technique, ou Técnica dos Insetos Estéreis). O SIT é uma definição abrangente, que engloba várias técnicas de esterilização, que em comum empregam a estratégia de combater uma população "inundando" o meio ambiente com indivíduos estéreis.

A AIEA possui há anos um programa em conjunto com a FAO, agência da ONU para alimentação, para desenvolver aplicações de radioatividade contra pragas rurais.

Segurança
Malavasi afirma que a técnica é inofensiva às pessoas, apesar de lidar com radiação. Segundo ele, não se trata de uma radiação com risco de contaminação, mas sim de algo semelhante a uma onda eletromagnética.
"Se você faz um raio-X no dentista, você volta para casa radioativo? O raio passou por você e foi embora. (…) Quando você cozinha com o micro-ondas a comida fica com radiação? Não. Aqui é a mesma coisa. É totalmente seguro", afirma Malavasi.

Existem diversas formas de radiação eletromagnética. Eles apenas diferem em frequência e comprimento de onda. Entre essas formas estão ondas de calor, ondas de rádio, luz infravermelha, luz, luz ultravioleta, raios-X e raios gama.
Somente a alta frequência do espectro eletromagnético é considerada ionizante. É nessa parte da escala que estão os raios gama e "X", capazes de gerar alterações genéticas.

Mas, para o pesquisador Marcelo Firpo, da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, da Fundação Oswaldo Cruz, a nova técnica demanda atenção.
"Eu não conheço a técnica profundamente, mas em princípio todo uso de tecnologia envolvendo radiação ionizante é problemática, porque toda radiação ionizante é potencialmente cancerígena", diz ele.

Firpo, que é coordenador do Grupo de Saúde e Ambiente da Abrasco (Associação Brasileira de Saúde Coletiva), defende que o foco não deve ser a "eliminação do mosquito, mas sim a eliminação contínua dos criadouros do mosquito".

Isso, afirma, passa por medidas de saneamento básico, melhoria de fornecimento de água e redução da pobreza.

Outras críticas ao método passam pela quantidade de mosquitos que devem ser liberados para que a medida seja eficiente.

A técnica SIT requer que o número de machos modificados liberados no meio ambiente seja muito superior à de selvagens. Só com a "inundação" de 20 machos estéreis para cada selvagem é que as fêmeas têm boas chances de copular com o inseto maculado.

Malavasi reconhece que o uso da SIT é um complemento às técnicas de controle de vetor tradicional e sozinho não pode acabar com o Aedes aegypti. Por isso, a AIEA recomenda que ela seja utilizada em comunidades pequenas e em conjunto com os métodos tradicionais de controle sanitário.


Solução limpa
De acordo com Hendrichs, o emprego da SIT é uma solução limpa porque não deixa marcas no meio ambiente, em comparação ao fumacê a aos mosquitos geneticamente modificados.
"Não há persistência no meio ambiente. É o método mais amigável porque na hora em que você quer interromper, (o impacto) acaba. Em algumas outras abordagens, algo permanece na população. Nós, enquanto Nações Unidas, não promovemos isso", disse Hendrichs à BBC Brasil.
Segundo os pesquisadores, outra vantagem em comparação aos pesticidas é que a SIT só impacta uma espécie específica. Com a fumigação, os produtos químicos exterminam diversas espécies ao mesmo tempo.
Malavasi reforçou que os mosquitos transgênicos se diferem da técnica SIT por terem genes externos inseridos no seu código.
Além disso, a aplicação de transgênicos é mais complexa porque envolve legislação e controle. No caso do Brasil, mosquitos geneticamente modificados estão sendo produzidos na Bahia em uma fábrica das empresas Moscamed e Oxitec. Antes de servir nas ONU, Malavasi era diretor dessa operação.

História
A técnica SIT vem sendo estudada há mais de 60 anos e já foi testada em diversas espécies de moscas, borboletas, mosquitos e outros insetos.
Foi aplicada em larga escala pela primeira vez no sul dos EUA em 1950, no combate à Cochliomyia hominivorax, mosca parasitária cuja larva ataca animais vivos de sangue quente, o que gera grandes perdas em rebanhos de gado.
Testes anteriores com o Aedes aegypti ocorreram na Índia, em 1975, e no Quênia, na mesma década.

Em Nova Délhi os mosquitos foram esterilizados por meio da exposição a Thiotepa, um agente alcalino utilizado em quimioterapia, segundo o livro Sterile Insect Tecnique: Principles and Practice in Area-Wide Integrated Pest Management, editado por V.A.Dyck, J.Hendrichs e A.S.Robinson.

À BBC Brasil, a IAEA afirmou que testes com o Aedes aegypti por meio de radiação por raios gama já ocorreram na Indonésia e os resultados foram "encorajadores". Testes com uma espécie semelhante, o Aedes albopictus, e os mesmos raios estão ocorrendo na Itália e nas ilhas Maurício.


Fonte: bbc.com/
 
 
 OMS apoia que países usem tecnologia para conter avanço da zika
Técnicas inovadoras citadas pela OMS já são desenvolvidas no Brasil.
Novas técnicas não eliminam importância dos métodos tradicionais.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) defendeu nesta terça-feira (16) que os países que lutam contra o vírus da zika, como o Brasil, devem buscar novas maneiras para acabar com o mosquito Aedes aegypti. As técnicas inovadoras citadas pela OMS já estão sendo desenvolvidas e testadas no Brasil, e estão sendo debatidas por cientistas e autoridades de saúde no mundo todo.

Um dos testes que a OMS declarou que apoia é o que libera mosquitos geneticamente modificados na natureza. A OMS disse também ser a favor dos testes com uma bactéria que impede o mosquito de chegar à fase adulta e citou, ainda, a esterilização de machos por meio de irradiação nuclear como mais um meio de combate.

No Brasil, todas as técnicas já estão sendo testadas. A filial de um laboratório britânico, em Piracicaba, no interior de São Paulo, já teve sucesso com uma delas. Os cientistas soltaram 23 milhões de mosquitos geneticamente modificados.

Os machos procriam e geram descendentes que morrem antes de chegar à vida adulta, reduzindo assim a população total. As análises em laboratório já mostraram que na região onde os mosquitos transgênicos foram soltos, houve uma redução de 82% nas larvas do mosquito comum.

Mas segundo a OMS, as novas técnicas não eliminam a importância dos métodos tradicionais de combate ao Aedes aegypti. Que, a essa altura, todo mundo já deveria conhecer: a eliminação dos focos de procriação do mosquito e o uso de inseticidas.


Fonte: g1.globo.com/
 
 
 Área de Tecnologia será o futuro das empresas
A relevância da área faz com que a empresa traga todas as soluções de projetos de TI para o Brasil.
Cloud, internet das coisas, big data, business intelligence são alguns dos termos cada vez mais comuns no nosso dia a dia. Para que tudo isso funcione é determinante ter uma área de tecnologia robusta e estratégica. “O investimento em tecnologia tornou-se vital para empresas. Não estou falando somente de equipamentos e sistemas, mas da tecnologia do futuro. Aquela analítica, capaz de transformar uma grande diversidade de dados em diferencial competitivo”, afirma Fabio Saad, Gerente Sênior da Divisão de Tecnologia da Robert Half.

De olho nesse cenário, a Robert Half Technology traz para o Brasil em 2016 sua linha completa de soluções em profissionais de Tecnologia. Para isso, o executivo Fábio Saad, que atua na companhia desde o início da operação brasileira, assume a liderança da divisão, e se dedicará exclusivamente a este negócio, que já conta com sete especialistas. “O potencial de crescimento da divisão é exponencial, pois a demanda por profissionais de tecnologia só tende a aumentar. Agora podemos ajudar os profissionais de TI tanto em sua carreira quanto em seus projetos”, afirma Saad.

A operação brasileira da Robert Half segue o posicionamento global da companhia ao concentrar esforços nas posições de tecnologia. “A divisão já representa um quinto do faturamento global da empresa”, destaca Saad. “As posições de TI são peça chave no nível de digitalização que vivemos e da necessidade de ganho de produtividade, performance e em muitos casos para as transformações dos negócios”, explica.

À frente da Divisão de Tecnologia, Saad tem o desafio de liderar o recrutamento para projetos temporários, consultorias e posições permanentes nas áreas de digital, business transformation, infraestrutura e interim management. No foco de seu time está a busca por talentos aptos a ocupar cargos de CIOs, Gerentes, Coordenadores, Especialistas e Analistas de TI, com agilidade, qualidade, especialização, segurança e flexibilidade, de maneira assertiva. “Nosso propósito é ajudar empresas a terem os melhores profissionais de TI. O mercado é carente de qualidade neste serviço e seremos a melhor solução em pessoas para mercado de Tecnologia”, explica Saad.

Para a divisão de permanentes, a metodologia da Robert Half Technology permite resolver a necessidade do cliente em até 48 horas. “Conseguimos conciliar qualidade pela expertise em recrutamento, velocidade e uma amostragem relevante graças ao constante trabalho de identificação e relacionamento com os melhores candidatos de maneira proativa”, completa. Já para as posições de Projetos de TI a velocidade é ainda maior. A empresa tomadora pode contar com o profissional solicitado em até 24 horas.

Saad acumula em seu histórico os startups das divisões de Mercado Financeiro e de Finanças e Contabilidade com foco em analistas, além da gestão de Finanças e Contabilidade para média e alta gerência. O executivo possui graduação em Engenharia Mecânica, pela Escola de Engenharia Mauá, com extensão em Business Economics, pela Universidade de Toronto.

Sobre a Robert Half
A Robert Half é a primeira e maior empresa de recrutamento especializado no mundo. Fundada em 1948, a empresa opera no Brasil, selecionando profissionais temporários e permanentes nas áreas de finanças, contabilidade, mercado financeiro, seguros, engenharia, tecnologia, jurídico, RH, marketing e vendas e cargos de alta gestão. Ao todo são 340 escritórios na América do Norte, Europa, Ásia, América do Sul e Oceania. A Robert Half foi eleita “A Empresa Mais Admirada do Mundo”, na categoria prestadora de serviço, de acordo com pesquisa 2015 da Revista Fortune. Há 16 anos, a empresa está presente em um dos mais importantes rankings do mundo

Fonte: jornalcontabil.com.br
 
 
 Cientistas criam tecnologia para superinternet
Conexão pode ficar 100 mil vezes mais rápido do que a tradicional

Cientistas da Universidade de Londres desenvolveram uma tecnologia capaz de criar uma superinternet. Para isso, foram usados cabos de fibra óptica, que permitem atingir a velocidade de 1,1 terabyte por segundo.

Para se ter uma ideia dessa velocidade, a taxa de dados obtida com a tecnologia permite o donwload de uma temporada completa de Game of Thrones em alta definição em cerca de um segundo, como explica o pesquisador Robert Maher. 

O especialista afirma, ainda, que são utilizados equipamentos bastante sofisticados nos laboratórios para projetar a próxima geração de redes e sistemas de comunicação, as quais podem trabalhar com taxas acima de 1 terabyte por segundo - 100 mil vezes mais rápido que a tradicional.

A parte ruim é que, por enquanto, esse sistema ideal só pode ser conseguido no laboratório. Mas o trabalho está sendo desenvolvido para que transmissões de longas distâncias sejam possíveis sem que sinais fiquem distorcidos.

Fonte: itforum365.com.br/
 
 
 Nova tecnologia permite baixar 500 filmes em um segundo
As longas horas de espera para que a sua série preferida seja baixada estão contados. 

Cientistas da Universidade de Londres desenvolveram uma tecnologia que deixa a internet mais rápida. Extremamente mais, na verdade: "Para dar um exemplo, a taxa de dados que nós alcançamos permitiria o download de uma temporada inteira de Game of Thrones em menos de um segundo e em alta definição", diz o pesquisador Robert Maher.

São usados cabos de fibra ótica, que conseguem atingir a velocidade de 1,1 terabyte por segundo. Isso é 100 mil vezes mais rápido que uma conexão convencional (e já bem veloz) de 10 Mbps.

"Estamos trabalhando com um equipamento sofisticado em nosso laboratório para projetar a próxima geração de redes e sistemas de comunicação que podem lidar com sinais de dados a taxas acima de 1 terabyte por segundo", diz Maher. As longas horas de espera para que a sua série preferida seja baixada estão contados.

Atualmente, a velocidade impressionante só pode ser atingida em condições de laboratório, mas os pesquisadores já estão trabalhando para que, em breve, o sistema esteja acessível para boa parte da população. A demanda pelo desenvolvimento de uma internet mais rápida nasceu com a explosão dos conteúdos digitais.

No estudo, o transmissor foi conectado diretamente aos aparelhos para atingir a taxa máxima de dados. Em breve, o sistema será testado em transmissões de longa distância, já que os sinais podem ficar distorcidos enquanto viajam por milhares de quilômetros de fibras ópticas.


Fonte: 24horasnews.com.br
 
 
 Samsung, a gigante de tecnologia abraçou os carros nos anos 90
Samsung SM3
Kun Hee Lee era o presidente da sul-coreana Samsung no começo dos anos 90. Ele percebeu que o mercado automotivo seria uma oportunidade para a gigante de eletroeletrônicos. Para fazer frente aos concorrentes mais proeminentes do país, entre eles Hyundai, Kia e Daewoo, a empresa decidiu alocar recursos e tecnologias de outros setores.

Samsung – fábrica em Busan
Mas, mesmo assim, era quase impossível criar uma divisão de automóveis do zero. Por isso, Hee Lee partiu para a aquisição da Kia Motors. No entanto, a disputa com outros interessados e a burocracia envolvida, acabaram por fazer a Samsung desistir. No final dos anos 90, a Hyundai conseguiu o controle acionário da marca rival.

Samsung Motors – Busan
Samsung Motors
Em 1994, Kun Hee Lee partiu para criar a Samsung Motors para automóveis e uma divisão de veículos comerciais. Um acordo com a Nissan foi estabelecido. Busan era sede da divisão de carros, enquanto os caminhões eram feitos em Daegu. Mas, por volta de 1996, a crise econômica da Ásia bateu forte na empresa.

Samsung SM5
Por conta disso, Kun Hee Lee decidiu vender a divisão de caminhões. A Daewoo eraa principal interessada, mas foi a GM que levou a companhia. Nessa época, o principal produto da marca era o sedã SM5, uma variante dos Nissan Cefiro e Maxima. No entanto, não levou muito tempo para que as dificuldades colocassem a Samsung Motors com a placa de vende-se.

Samsung SM7
Em 1998, começaram as negociações com a Renault, que só encerraram com a compra da Samsung Motors em 2000, mas agora já sob o controle da Renault-Nissan. Cerca de 70% da companhia foi vendida por US$ 560 milhões. A partir daí, todos os carros passaram a ter maior sinergia com o novo controlador, especialmente os projetos da Nissan.

Samsung QM3
Renault Samsung
Dois anos depois, surge o SM3, derivado do Nissan Almera. Em 2004, o SM7 aparece como versão local do Renault Talisman. Mais três anos e o Renault Koleos – feito localmente – passa a ser vendido como QM5.

Samsung SM3 ZE (elétrico)
Com a sinergia entre Renault e Nissan cada vez maior, os sedãs grandes mesclam mais elementos da japonesa, enquanto o médio SM3 (Fluence) tem mais DNA francês. Recentemente o QM3 apareceu como versão local do Captur. Apesar do foco no mercado sul-coreano, a Renault Samsung tem alguns clientes no exterior, com destaque para o Chile.


Fonte: noticiasautomotivas.com.br
 
 
 Microsoft compra SwiftKey, criadora de teclados virtuais inteligentes
Aplicativo roda em mais de 300 milhões de iPhones, iPads e Androids.
Empresa ainda não desenvolveu uma versão para os sistemas da Microsoft.

A Microsoft anunciou nesta quarta-feira (3) a compra da SwiftKey, empresa que desenvolve teclados virtuais inteligentes que funcionam em mais de 300 milhões de iPhones, iPads e smartphones Android.

Harry Shum, vice-presidente de tecnologia e pesquisa da Microsoft, diz que a companhia manterá as versões do aplicativo para os sistemas de Google e Apple. Ironicamente, até a aquisição, a companhia não havia criado uma versão de seu teclado para os sistemas operacionais móveis da Microsoft.

O teclado da SwiftKey aprende a forma dos usuários digitarem e quais as palavras e expressões mais usadas por eles. Para ajudar o sistema a memorizar, é possível salvar termos. Com isso, o aplicativo completa frases antes de os usuários os escreverem até o fim. Segundo a SwiftKey, já foram salvas 10 trilhões de expressões de mais de 100 diferentes línguas.

Segundo o "Financial Times", a transação girou em torno de US$ 250 milhões.

“A tecnologia da SwiftKey se alinha com nossa visão para mais experiências computacionais pessoais que antecipem nossas necessidades ver responder aos nossos comandos e diretamente apoia nossa ambição de reinventar a produtividade ao alavancar a inteligência na nuvem”, afirmou Shum, em nota publicada no blog da Microsoft.

“Nossa missão é aumentar a interação entre pessoas e tecnologia. Nós pensamos que isso é uma combinação perfeita, e nós acreditamos que nos unir à Microsoft é o próximo estágio da nossa jornada”, afirmam Jon Reynolds e Bem Medlock, os fundadores do aplicativo, em uma nota conjunta.


Fonte: g1.globo.com/
 
 
 Facebook Messenger permite mandar fotos e arquivos para si mesmo
Mandar mensagens para si mesmo no Facebook Messenger é uma maneira prática de salvar fotos, arquivos e links no celular. A situação é comum: você se depara com um link interessante e deseja ver mais tarde. Normalmente, nesse caso, os usuários guardam recados em apps de notas, como Evernote ou Pushbullet.

A funcionalidade do mensageiro do Facebook economiza o tempo das pessoas, salvando notas sem exigir instalação de outros aplicativos no smartphone. Depois de abrir um chat com você mesmo, é possível enviar documentos, fotos, vídeos, links e textos. Veja neste tutorial como mandar mensagem para si mesmo. 

Passo 1. Para os testes, uma foto foi enviada para mim mesmo no Facebook Messenger. O início do procedimento é idêntico ao envio para outras pessoas: abrir a foto, tocar no ícone de compartilhamento e selecionar o app.

Passo 2. Depois de abrir a lista de chats recentes, vá até a lupa no canto superior direito. Em seguida, digite o seu próprio nome e, quando a sua foto de perfil aparecer, marque a caixa dee seleção. 

Passo 3. O aplicativo voltará para a tela anterior, com as conversas recentes. Vale notar que a foto estará no campo de envio. Depois disso, clique na seta azul e veja que a imagem foi enviada para um novo chat de título “Apenas você”.

Passo 4. A partir de agora, a tela principal do Facebook Messenger vai exibir o bate-papo com você mesmo. Caso o atalho se perca, devido às demais conversas, basta tocar na lupa e repetir o processo de busca pelo próprio nome. 

Passo 5. Agora você já sabe como enviar lembretes, links e documentos a si mesmo de uma forma fácil com o Facebook Messenger, sem precisar instalar outros programas. 

Fonte: techtudo.com.br/
 
 
 ICQ chega ao Windows 10 renovado
O WhatsApp, o Skype e o Hangouts já podem voltar a se preocupar com o ICQ, que começou os testes da nova versão do mensageiro para o Windows 10. O destaque desta nova versão é que agora o software está mais leve e mais rápido, nada que lembre o velho mensageiro no Windows 7. O ICQ também oferece os mesmos recursos da versão disponível para dispositivos móveis como celulares e tablets, sejam eles Android, iOS (iPhone) ou Windows Phone.

A interface do ICQ Messenger para desktop ganhou uma repaginada, deixou ter aquele visual de programa para Windows e agora traz um design similar aos aplicativos móveis para celulares e tablets. Isso garante uma experiência mais uniforme para os usuários que também aproveitam o ICQ mobile.

Novo ICQ no PC
A nova interface destaca os novos recursos de chamadas de voz e de vídeo. O visual também foi adaptado para telas de alta resolução, garantindo que a interface não fique quebrada em telas grandes e com resolução Full HD, usadas em PCs com grandes monitores, como no Facebook Messenger.
As chamadas de vídeos feitas em grupo agora contam com uma janela sem bordas e você pode rotacionar a imagem se a gravação ou stream vier na vertical ou horizontal. Mesmo em conexões ruins, as chamadas de vídeo e de áudio mantém a qualidade, pois usam a tecnologia VoIP (Voice over IP).

ICQ no celular
Os aplicativos do ICQ para desktop e dispositivos móveis possuem sincronia total. Tudo que você conversar ou compartilhar no smartphone ou tablet também aparecerá na versão para desktop (PC). 
O programa também possui uma aba específica para os emoticons (emojis). Há emoticons de todos os tipos e para todos os gostos. Os mais usados ficam em uma aba separada. Com a nova versão do ICQ para Windows você pode desligar as notificações e ativar o modo particular.

A nova versão do programa está disponível apenas para usuários do ICQ no Windows 10
 
 
 Mercado de tecnologia no Brasil terá avanço de 2,6% em 2016, prevê IDC
O mercado de tecnologia no Brasil terá crescimento de 2,6% em dólares da receita em 2016. O percentual é metade do avanço registrado em 2015 e representa um dos piores desempenhos na história do setor, segundo a IDC. A consultoria ainda não fechou os números de 2015, mas a estimativa inicial era que a receita chegasse a US$ 165,6 bilhões.

Com a economia em recessão, consumidores e empresas estão adiando a troca de produtos antigos e a compra de novas tecnologias, o que tem afetado o desempenho dos fornecedores. Entre os principais responsáveis pela desaceleração do setor estão a queda nas vendas de celulares, tablets e PCs e a migração das empresas para serviços de dados, o que reduz a receita das operadoras com ligações de voz (queda de 0,5%).


Na avaliação de Pietro Delai, gerente de pesquisa para empresas da IDC, apesar do crescimento fraco, o mercado de tecnologia no Brasil ainda está saudável, entre os dez maiores do mundo em diversas categorias. “O Brasil ainda é importante em tecnologia”, disse. De acordo com ele, na medida em que o uso de tecnologia permeia mais o dia a dia das empresas, algumas dinâmicas passam a gerar demanda de forma natural, como mais espaço para guardar informações e novos equipamentos para processar informações, o que movimenta o mercado. Mas o cenário de crescimento mais lento gera algumas mudanças na forma como a tecnologia é comprada. Segundo Denis Arcieri, presidente da IDC, uma tendência é a compra de projetos de menor porte, que são entregues mais rapidamente.


“O comprador não vai mais fazer um proposta e analisar as ofertas de dez fornecedores. Ele vai procurar os três principais da área que ele lembra. A referência de marca nunca foi tão importante”, disse. E isso não significa que só os grandes fornecedores terão vez. Na verdade, se uma empresa pequena tiver uma oferta que seja reconhecida como a melhor em uma determinada área, ela também pode se beneficiar disso, afirmou Delai.

Entre os segmentos que vão sustentar o segmento de tecnologia em 2016, a IDC destacou os sistemas de análise de dados em tempo real (analytics), a conexão de diversos dispositivo à internet (internet das coisas, ou IoT, na sigla em inglês) e os pagamentos móveis.


Fonte: valor.com.br
 
 
 Feira em SP aposta em tecnologia para acabar com o medo de dentista
Medo de dentista atinge três em cada 10 adultos, aponta pesquisa. 
Mistura química promete dar fim à cárie dispensando o motorzinho.

A maior feira de odontologia do país aposta nas novidades tecnológicas para acabar com o medo de ir ao dentista.
Os pesquisadores já criaram até uma mistura química que promete acabar com a cárie e sem o tal do motorzinho. Essa é uma das novidades que está sendo apresentada em uma feira odontológica em São Paulo.
Uma pesquisa da Sociedade Americana de Odontologia aponta que de cada dez adultos, três têm medo de ir ao dentista.
Na feira em São Paulo, profissionais e fabricantes se esforçam para deixar os pacientes mais, digamos, à vontade.

Fonte: g1.globo.com/
 
 
 Tecnologia facilita negociação de insumos agrícolas
Ferramenta pode ampliar o volume de negociações e a necessidade de um intermediário

A negociação entre compradores e vendedores de produtos agrícolas ganhou uma tecnologia que encurta distâncias e agiliza o processo. Uma empresa de Curitiba (PR), criou uma plataforma que permite comparar propostas comerciais do setor agrícola e fechar transações comerciais.

“Existem muitos fatores que definem o momento certo da venda de insumos agrícolas, como a variação do preço, a necessidade de caixa e a capacidade de armazenamento dos grãos de cada produtor”, diz Antonio Carlos Bentin, fundador e sócio da OSalim.

Antes de criar a empresa, Bentin trabalhou como corretor do mercado de grãos. “Presenciei muitas transações que não tiveram prosseguimento por conta de entraves com intermediários. A informatização vai ajudar muito setor”, afirma.

O uso da plataforma amplia o volume de negociações, elimina distâncias geográficas e a necessidade de um intermediário e reúne todas as informações em um único banco de dados, que fica estruturado no servidor do cliente, segundo Bentin.  “Percebemos a necessidade de integrar a plataforma com os sistemas de gestão das empresas para garantir mais segurança aos compradores. Por isso, o software é customizado para atender às necessidades de cada organização”, afirma.

Produtores rurais e algumas cooperativas estão entre os que já utilizam a plataforma. A maior parte delas fica no Paraná. Um exemplo é a Sementes Mutuca, premiada duas vezes como a produtora de soja mais produtiva do país. Outros são as cooperativas Sementes Castrolanda e Sementes Agrária. Agora, a empresa está desenvolvendo um aplicativo.

A previsão é que o lançamento aconteça no início de 2016. “A ferramenta terá mais funções. O objetivo é atender cada vez mais setores do agronegócio”, diz Bentin.

Fonte: http://revistagloborural.globo.com/
 
 
 Terrorismo. Empresas de tecnologia defendem criptografia.
Terrorismo. Empresas de tecnologia defendem criptografia.

Associação que reúne Apple, Google, Microsoft, Twitter e Samsung diz que colocar backdoors em sistemas de criptografia vai beneficiar os bandidos, em vez de ajudar as autoridades a combater a violência.


O Conselho da Indústria de Tecnologia da Informação (ITIC) divulgou nota na última semana em que critica a posição de diferentes governos de cobrar dos desenvolvedores formas de acessos a informações criptografadas para facilitar o combate ao terrorismo. A entidade representa empresas de tecnologia do mundo inteiro, entre as quais, Apple, Dell, Ericsson, Facebook, Google, Microsoft, Nokia e Twitter.

Em nota, Dan Garfield, presidente da entidade, lembra que a criptografia é usada no dia a dia para impedir criminosos de invadir contas bancárias e sistemas de carros ou aviões, garantindo a segurança dos usuários. “Enfraquecer as ferramentas de criptografia ou criar backdoors para dispositivos que usam a criptografia para facilitar o acesso dos mocinhos criaria, na verdade, brechas que poderiam ser exploradas pelos bandidos”, diz.

Esta não foi a primeira vez que o ITI se posiciona contra a proposta de facilitar o acesso de autoridades aos dados protegidos que transitam na rede. A entidade já havia criticado a proposta do governo norte-americano de pedir a criação de backdoors em dispositivos em julho deste ano. Desta vez, Garfield volta a repetir: “Enfraquecer a segurança com o objetivo de avançar em segurança é algo que não faz o menor sentido”.

Com os atentados terroristas ocorridos recentemente em Paris, o governo dos EUA volta a cogitar a aprovação de leis que obriguem as desenvolvedoras de tecnologias seguras a garantir formas de acessos para agências de inteligência. No começo do ano, o primeiro-ministro inglês David Cameron foi duramente criticado ao sugerir que aplicativos sem backdoors fossem banidos do Reino Unido.

Fonte: telesintese.com.br/
 
 
 Vistas com curiosidade, lavanderias self service ganham espaço no Brasil
Inovação e baixo investimento atraem empresários para o segmento.

Especialista afirma que para ter público fiel é preciso apostar em diferencial.

Sempre vistas em filmes americanos, as lavanderias self service ainda são consideradas novidade no mercado brasileiro. Embora não tenha estimativas sobre os números desse segmento no país, a Associação Brasileira de Lavanderias (Anel) aponta que o baixo custo de investimento e a inovação do modelo fez com que essa modalidade crescesse nos últimos cinco anos.
“Foi feito um grande esforço para a implantação deste tipo de lavanderias há 20 anos, (...) mas das muitas que abriram, a maioria fechou. Recentemente, de cinco anos para cá, uma nova investida vem sendo feita. É um novo ciclo, num mercado diferente de 20 anos atrás”, afirma Othon Barcellos, presidente da Anel.
Para Barcellos, o que deu errado nos empreendimentos que abriram duas décadas atrás foi o alto custo para manter uma lavanderia de autoatendimento, mas hoje há uma demanda real para esse serviço. “Lavar roupas em casa já é um autosserviço. Portanto essas lavanderias são como a extensão do que se faz em casa”, explica.
O surgimento de franquias de lavanderias self service facilitou no crescimento da modalidade, com empresários que se mostraram dispostos a apostar no modelo. “Eu passei um tempo na Califórnia e lá esse modelo de lavanderias automáticas é muito popular”, conta Alexander Porto, que abriu uma franquia da rede Prima Clean há 7 meses na região da Avenida Paulista, em São Paulo.

O investimento inicial em uma franquia dessa rede é de R$ 200 mil (somando taxa de franquia e capital de giro), com previsão de retorno em até 36 meses. Quando foi abrir o negócio próprio, Porto já sabia que seria uma lavanderia, mas tinha dúvidas sobre adquirir uma franquia. A assistência oferecida foi um dos fatores decisivos.
Outro novato no ramo de lavanderias self service é Fernando Simas, que há seis meses abriu uma franquia da rede Laundromat dentro de um supermercado na zona norte do Rio de Janeiro. “Eu queria investir em novo empreendimento, começamos a analisar os modelos de negócio e eu achei que [lavanderia de autoatendimento] tinha a ver com a tendência do mercado, porque as pessoas estão tendo um custo maior com domésticas e as casas estão cada vez menores”, conta Simas.
Abrir uma lavandeira da rede Laundromat custa entre R$ 115 mil a R$ 315 mil, contando o capital de instalação e de giro, além da taxa de franquia. Tendo em mente o quanto poderia gastar para abrir o próprio negócio, André Volpe abriu uma lavandeira da rede há um há um ano e cinco meses na Vila Madalena, em São Paulo.
“Eu era usuário desse tipo de lavandeira há cinco anos e comecei a prestar atenção no movimento que ela tinha e fiquei interessado”, lembra Volpe. O empresário não sabia da existência de franquias self service e escolheu adquirir uma pela possibilidade de um público diversificado. “Minha loja tem máquinas de autosserviço e é uma lavanderia tradicional ao mesmo tempo. Tenho clientes que trazem a roupa da família toda e aqueles que, semanalmente, só utilizam o autoatendimento”, afirma.

Mudança de hábito
Embora pareça atraente, é preciso ter cautela antes de investir no modelo self service de lavanderias. “É um mercado bem enigmático. Já teve outras ondas desse tipo de negócio no Brasil e, em momentos anteriores, isso não deu certo”, afirma Marcelo Nakagawa, professor de empreendedorismo da Insper.
Para Nakagawa, lavar roupas em casa já é um costume brasileiro e seria necessária uma mudança de hábitos para que as lavanderias de autoatendimento emplacassem. “O empreendedor está apostando fortemente numa mudança de atitude que já é um costume nos Estados Unidos, onde os jovens lavam suas roupas nas lavanderias das universidades e já levam isso para o resto da vida”.


Fonte: globo.com
 
 
 Alemães criam tecnologia de realidade virtual que permite sentir impactos
Pesquisadores do Instituto Hasso Plattner, na Alemanha, criaram um tipo de pulseira que torna a experiência de uso da realidade virtual mais imersiva. Batizada de Impacto, ela tem a função dela é dar ao usuário sensações físicas de impacto durante o uso de um headset, como o Oculus Rift. Usando retorno háptico e estímulo elétrico muscular, o protótipo já permite a simulação de diversos tipos e intensidades de impacto.

O principal mecanismo de ação da Impacto é o estímulo elétrico que age nos músculos do usuário. Com a aplicação de uma corrente elétrica pequena, o dispositivo pode causar a contração muscular do braço para simular um golpe mais intenso. Com retorno háptico simples, o dispositivo reproduz sensações mais sutis

No processo de desenvolvimento, os pesquisadores da instituição alemã usaram um jogo de computador de boxe e uma unidade do Oculus Rift. A meta foi criar uma simulação que desse ao usuário variadas intensidades de impactos físicos, sempre em compasso com aquilo que o jogador vê nas telas do headset de realidade virtual.
De acordo com as observações dos cientistas, assim que o jogador sente o impacto, em conjunto com a simulação que ele vê pelo Oculus Rift, sua reação natural é a de mover o braço para longe, como seria natural numa luta de verdade.

Por consistir apenas num tipo de pulseira, o Impacto reproduz sensações físicas apenas na área de contato, no braço. Simulações mais complexas dependeriam de acessórios que cobrissem outras áreas do corpo.
O Impacto foi criado como um exercício no interior do instituto alemão. Não há previsão para que o protótipo seja tornado um produto comercial, mas vale ressaltar que todas as tecnologias empregadas no seu funcionamento já existem, o que tornaria a criação de versões comerciais mais complexas possível no médio prazo.

Fonte: techtudo.com.br/
 
 
 Jovens e gosto pela ciencia, Expo Física em Cabo Verde
O Ministério cabo-verdiano de Ensino Superior, Ciência e Inovação (MESCI) quer multiplicar parceiros visando a criação de um programa de extensão científica animado e poder assim atrair mais jovens para a área da ciência.

Esta intenção foi manifestada quinta-feira passada pelo ministro do Ensino Superior, Ciência e Inovação, António Correia e Silva, durante uma visita à “expo-física” no Liceu Domingos Ramos, na cidade da Praia; uma exposição itinerante trazida para Cabo Verde pela Comissão Nacional da UNESCO de Portugal e que está permitindo aos alunos a realização de experiências.

O ministro considera de importante as ações do género já que, conforme indicou, as mesmas acabam por complementar o ensino formal das salas de aulas, permitindo que a ciência seja bem aprendida.

Para tal quer criar uma rede de circulação de exposição por forma a alunos e professores terem a possibilidade de experimentar, brincar e jogar com a ciência. Cabo Verde tem uma relação muito forte com a Universidade de Aveiro que ajudou a montar a Casa da Ciência da Praia e está a montar a Casa da Ciência do Mindelo.

Uma parceira está também a ser desenvolvida com a Fundação Francesa “Main à la Pâte”, que também está virada para a divulgação da ciência, disse António Correia e Silva.

O Ministério cabo-verdiano do Ensino Superior, Ciência e Inovação, António Correia e Silva, num som da Rádio Nova, Emissora Católica Cabo-verdiana a quem agradecemos.


Fonte: http://pt.radiovaticana.va/
 
 
 Mulheres criam tecnologia para combater assédio sexual
Mulheres criam tecnologia para combater assédio sexual
Apps e aparelhos recebem dinheiro de apoiadores em 'vaquinhas na web'.
Para jovens, somente educação pode barrar manifestações de machismo.

Cansadas de andarem pelas ruas com medo do próximo “fiu fiu”, jovens mulheres passaram a recorrer à tecnologia para combater o assédio sexual. De aplicativo a “computador vestível”, as invenções vêm unindo uma legião de admiradores, que chegam a doar altas quantias para vê-las funcionando.

“As estatísticas de violência contra as mulheres são assustadoras, e se tornou evidente que nada que existia no mercado eram ferramentas de que as mulheres realmente precisavam”, afirmou Yasmine Mustafa, presidente-executiva da empresa Roar for Good.

A empresa criou a Athena, um aparelhinho do tamanho de uma moeda que, quando acionado, envia pedidos de ajuda a conhecidos. Para ser carregado dentro do bolso, o dispositivo também emite um barulho para afastar possíveis agressores.
Depois de encabeçar o movimento “Vamos Juntas?”, que incentiva mulheres a andarem juntas para afastar o assédio, a gaúcha Babi Souza, de 24 anos, quer levar a ideia para o mundo dos celulares. Com a ajuda de uma empresa, ela desenvolve um aplicativo que servirá como uma espécie de “Waze do abuso”.

Nele, as mulheres são convidadas a relatar ameaças encontradas pelos caminhos que percorrem – da falta de iluminação a homens que frequentemente as assediam na rua. A partir daí, quando uma rota for traçada, os possíveis itinerários serão acompanhados das fontes de assédio que possuírem. A expectativa é que o app chegue a celulares Android e iOS em janeiro de 2016.

Outra iniciativa é a da estudante paulista Catharina Doria, de 17 anos. Ela usou o dinheiro com que pagaria sua viagem de formatura para custear a criação do “Sai Pra lá”. O app mapeia as manifestações de assédio sexual contra mulheres, da buzinada a contatos físicos.

Apoio
Depois de estrear na primeira semana de novembro, o “Sai pra lá” foi inundado por acessos, o que sobrecarregou seus servidores. Na hora do rush, por volta das 18h, recebia 250 envios. Para melhorar a infraestrutura do app, Catharina iniciou uma campanha de financiamento coletivo na internet. Com 54 dias para o fim, já arrecadou 112% da meta inicial, de R$ 5 mil.

O Athena também é desenvolvido com dinheiro arrecadado online. A pouco mais de dez dias para o fim da campanha, o projeto já recebeu cinco vezes o valor estipulado, de US$ 40 mil. “Nós queríamos criar algo que atendesse às necessidades da mulher moderna ao mesmo tempo que fosse uma ferramenta contra o abuso”, diz Yasmine.


Assédio
Em geral, todas as ideias surgiram depois de as mulheres se depararem com casos de violência sexual ou encararem o medo de ser a próxima vítima.
Após ouvir muitas mulheres contarem histórias de abuso em uma viagem à América do Sul, em 2013, Yasmine retornou à Filadélfia (EUA), mas a violência bateu à sua porta. “Uma semana depois de voltar pra casa, uma mulher da minha vizinhança foi brutalmente estuprada apenas a um quarteirão de onde eu estava morando”, afirmou.
Já Babi cansou de ficar apreensiva ao andar sozinha pelas ruas em um dia que saiu do trabalho tarde da noite. “Eu pensei, ‘Bah que merda ser mulher, chega a hora de voltar pra casa e, em vez de tu ficar feliz, fica com medo por ser tarde’."
Catharina foi chamada de “gostosa” por um homem muito mais velho, que disse que queria levá-la para casa. Não respondeu, mas levou o incômodo de não ter feito nada para casa. Quatro meses depois, o aplicativo foi lançado.


Não é suficiente
Apesar de recorrer à tecnologia, as desenvolvedoras acreditam que criar aplicativos ou aparelhos não é um esforço suficiente. “Definitivamente, a tecnologia tem potencial de ajudar a focar essas questões. Enquanto dispositivos como o Athena são capazes de ajudar a deter ataques e conseguir ajuda instantaneamente, ele não foca na raiz da causa de abusos e violência”, diz Yasmine.
A Roar for Good, destina uma percentagem do dinheiro arrecadado com a venda dos aparelhos para organizações que trabalham na conscientização de jovens. Um décimo da grana arrecadada na campanha de financiamento coletivo no site “Indiegogo” vai para a One Love Foundation, que se dedica a criar programas de educação para acabar com a violência doméstica. “Nosso objetivo é que aparelhos como o Athena um dia não sejam mais necessários. Até lá, nós faremos tudo que pudermos empregando a tecnologia para ajudar a diminuir os abusos”, comenta Yasmine.
A criadora do “Vamos Juntas?” recorreu ao financiamento coletivo para criar um portal de informações sobre o que é feminismo.
Para Catharina, levar a discussão da violência contra mulher para o mundo digital não resolve o problema. “A questão é essa: a tecnologia é suficiente? É tipo uma semente. Para uma plantinha crescer, você tem que regar com água. Nesse caso, essa água é a educação. A gente tá apenas tentando podar a situação. O aplicativo faz com que a gente mapear os assédios para depois as instituições colocarem cartaz, colocar mais luz, falar com as faculdades. Mas o certo seria a educação desde pequeno: o homem ser conscientizado desde pequenininho que ele não pode fazer isso.”


Fonte: g1.globo.com
 
 
 Exoplaneta rochoso, muito perto da Terra, pode ter atmosfera
O GJ1132b é o exoplaneta do tamanho da Terra mais próximo já observado.
Ele é muito quente para ter água líquida, mas parece ter atmosfera.

Um novo exoplaneta rochoso que pode ter uma atmosfera foi descoberto a "apenas" 127 anos-luz da Terra, segundo um estudo publicado nesta quarta-feira (11) na revista científica britânica "Nature".
Batizado de GJ 1132b, trata-se do exoplaneta do tamanho da Terra mais próximo jamais observado. Ele está a 127 anos-luz - no canto da rua, na escala do Universo.
"Nossa galáxia cobre cerca de 100.000 anos-luz", ressalta em comunicado Zachory Berta-Thompson, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) nos Estados Unidos e co-autor do estudo. "É um vizinho realmente próximo do sol".
Rochoso como a Terra
O exoplaneta, 1,2 vezes maior que nossa Terra, orbita uma pequena estrela. Após ter medido a oscilação da última, os pesquisadores puderam estimar a massa do exoplaneta em 1,6 vezes a da Terra. Tomando como base o tamanho e a massa, acredita-se que o GJ 1132b é rochoso, como a Terra.

Mas as semelhanças com o nosso mundo, infelizmente, terminam aí, pois lá faz muito calor, 226ºC, segundo estimativas dos pesquisadores. "O planeta é tão quente quanto um cookie que acabou de sair do forno", explica Berta-Thompson.
Devido às temperaturas escaldantes, o GJ 1132b provavelmente não pode ter água em forma líquida, o que o torna incompatível com a vida como a conhecemos.
Mas os cientistas acreditam que estas temperaturas permitem a presença de uma atmosfera.
Calor demais para ser habitável
"Faz muito calor para ser habitável, mas as temperaturas ainda são muito mais amenas do que em outros planetas rochosos que conhecemos", afirmou Zachory Berta-Thompson.
"A maioria dos exoplanetas rochosos são bolas de fogo, quentes demais para terem uma atmosfera", acrescentou.
Os investigadores esperam que a nova geração de telescópios possa descobrir a composição química da atmosfera.


Fonte: g1.globo.com
 
 
 Corte de verba faz Marinha suspender projeto para defesa do pré-sal
Falta de dinheiro fará submarino nuclear atrasar 4 anos, diz comandante.
Orçamento ficou 30% menor em 2015 e 200 trabalhadores serão cortados.

O corte de recursos devido à crise econômica levou a Marinha a suspender o projeto para monitorar o mar territorial do país e proteger os recursos do pré-sal, avaliado por possuir ao menos 176 bilhões de barris de recursos não descobertos e recuperáveis de petróleo e gás natural, de acordo com um estudo da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ).

Também foi afetado pelo corte o projeto do submarino nuclear brasileiro, cuja previsão inicial de entrada em operação, avaliada para 2025, sofrerá um atraso de três a quatro anos, segundo o comandante da Marinha, almirante Eduardo Bacellar Leal Ferreira.

“Com orçamento 30% menor do previsto neste ano, tivemos que refazer o cronograma físico e financeiro de uma série de projetos. Todos os projetos sofreram redução de ritmo em diferentes graus”, informou Leal Ferreira a jornalistas em São Paulo. "Temos que enfrentar esta realidade e dar nossa contribuição para se adaptar [à crise econômica no país]. Não podemos desistir e nos desesperar", acrescentou.

O governo federal bloqueou em maio R$ 69,9 bilhões em gastos para 2015. Pela Lei Orçamentária, a Marinha teria disponíveis R$ 3,85 bilhões para custeio e R$ 2,1 bilhões para investimentos neste ano. Com o corte, porém, de R$ 2 bilhões, restou para investimento R$ 1,3 bilhão. Sobraram quase mais R$ 2,6 bilhões para custeio.

O projeto para controlar e vigiar a a zona econômica exclusiva brasileira do Oceano Atlântico, chamado de Sistema de Gerenciamento da Amazônia Azul (Sisgaaz), uma área de 4,5 milhões de quilômetros quadrados, tem investimento estimado de R$ 13 bilhões e tinha previsão inicial de estar concluído em 2027.
A interrupção ocorreu no dia 29 de outubro “devido às restrições orçamentárias impostas”, quando uma carta, comunicando oficialmente a decisão, foi enviada aos três consórcios concorrentes. O documento não foi divulgado.

 Segundo a Marinha, o alerta foi enviado às candidatas a contratante principal, sendo elas: Embraer Defesa & Segurança, Odebrecht Defesa e Tecnologia e Orbital Engenharia. Não há previsão de quando o programa será retomado, o que pode ocorrer “assim que as condições financeiras 

Invasões
Semelhante ao projeto que o Exército possui para vigiar as fronteiras terrestres, o Sisgaaz tem como missão garantir maior segurança marítima e a defesa no Atlântico Sul, gerando maior eficiência dos órgãos brasileiros para a fiscalização de narcotráfico e contrabando pelo mar, operações de busca e salvamento e também impedir que embarcações de outros países invadam as águas jurisdicionais brasileiras.

Em 30 de outubro, o jornal “Folha de S. Paulo” divulgou que navios de guerra dos Estados Unidos realizaram operações marítimas na costa brasileira em 2014 sem avisarem às autoridades e sem terem sido percebidas. Segundo o comandante da Marinha, o ocorrido se deve a uma diferença de entendimento sobre como o Brasil e os Estados Unidos analisam cláusulas da convenção da ONU sobre os direitos do mar. Ele minimizou suspeitas de que outras invasões podem ter ocorrido.

“Eu considero estes meus direitos, de autorizar manobras militares, em especial com emprego de armas, em nossa zona econômica exclusiva. O americano tem uma posição diferente, ele acha que a navegação ali é livre e não inclui qualquer restrição a operações militares. É a interpretação que ele tem e ele tenta forçar a ideia de que o ponto de vista dele está coerente”, afirma Leal Ferreira sobre o tema.

“Este é um assunto para ser discutido no ponto de vista diplomático e não no âmbito militar”, diz. “São pequenos pontos divergentes que não podemos transformar em grandes contendas”.

O Sisgaaz, quando introduzido plenamente, permitirá ao Brasil identificar navios invasores em toda a sua área de controle, afirma o comandante. Com a suspensão do programa, não há previsão de quando isso irá acontecer.


Submarino a ver navios
A construção do submarino nuclear, que também servirá como fator de dissuasão para impedir a invasão de embarcações estrangeiras e impor o poder militar brasileiro no mar, também foi atingida pelo corte de recursos.

Além do atraso em até 4 anos para a sua finalização, haverá corte de 200 funcionários civis em São Paulo e Iperó entre o fim de 2015 e início de 2016. Hoje são 3 mil pessoas trabalhando no desenvolvimento - 1.200 são profissionais qualificados, como cientistas, que não podem ser desvinculados do projeto por possuírem informações estratégicas.
O projeto do submarino nuclear brasilerio teve início em 1979 e já consumiu mais de R$ 1 bilhão de recursos. "Fomos afetados pelo corte orçamentário e tivemos que reduzir o ritmo, mas não paralisou. Em 2015, o esperado era de R$ 320 mil para custeio, e recebemos R$ 250 mil. Esta redução significativa deve se manter em 2016", afirmou Leal Ferreira.

A Marinha também vem emperrando em adversidades para desenvolver a propulsão nuclear, pois os países que detêm o conhecimento – o seleto grupo com assento permanente no Conselho de Segurança da ONU (EUA, Rússia, China, Inglaterra e França) – não desejam repassá-los ao Brasil.

"Com certeza, vai atrasar. Há duas dificuldades. A primeira é financeira, temos que ter um fluxo de dinheiro constantemente. Porque fazemos contratos para daqui a três, quatro anos, e repactuar um contrato destes sempre fica muito difícil, os próprios fornecedores ficam desconfiados. A outra é dificuldade técnica, porque estamos desenvolvendo tudo sozinho, sozinho, sozinho. Mas nós estamos avançando", diz Leal Ferreira.

“Quando eles (outros países) tomam conhecimento que nós vamos usar aquele determinado equipamento no programa nuclear, eles proíbem a venda. Tudo nós temos que descobrir por nós mesmos. Apesar das dificuldades técnicas, nós estamos sempre avançando, até agora não teve nada intransponível. Mas com a redução dos recursos, tivemos que reduzir mais", salientou o comandante da Marinha.


Fonte: g1.globo.com
 
 
 Volkswagen contrata ex-executivo da Apple para nova área digital
Em meio a crise, montadora aponta que apostará em novas tecnologias.
Johann Jungwirth foi diretor de pesquisa e desenvolvimento na Mercedes.

A Volkswagen contratou um ex-executivo da Apple para atuar em um novo departamento chamado de Estratégia Digital pela montadora. Johann Jungwirth ficou apenas 1 ano na empresa que fabrica o iPhone e estaria ligado ao projeto de carros da marca, afirma o jornal "The New York Times". Oficialmente, era diretor de engenharia de sistemas Mac.

Antes, o romeno trabalhou na Mercedes-Benz, chegando a chefiar a área de Pesquisa e Desenvolvimento da montadora alemã na América do Norte, tendo responsabilidade sobre tecnologias de carros autônomos e elétricos, além de ter sido vice-presidente de sistemas multimídia ("infotainment").
Jungwirth, de 42 anos, responderá diretamente ao novo presidente do grupo Volkswagen, Matthias Müller, que assumiu em setembro, logo após o estouro do escândalo da fraude em motores a diesel.

O grupo está sob investigação após assumir ter instalado um programa de computador em 11 milhões de carros com esse tipo de motor para fraudar testes de emissão de poluentes.
Um dos principais reflexos do caso foi a renúncia do então presidente, Martin Winterkorn. Müller assumiu, prometendo resgatar a confiança dos clientes e algumas mudanças na organização do grupo foram realizadas.
A Volkswagen tem sinalizado que apostará em novas tecnologias. No Salão de Tóquio, há 15 dias, em sua primeira apresentação nesse tipo de evento depois do escândalo estourar, a montadora pediu desculpas pela fraude e destacou carros elétricos (veja mais no vídeo abaixo).
No mesmo dia foi divulgado que a empresa sofreu o primeiro prejuízo trimestral em pelo menos 15 anos, no período referente a julho e setembro últimos.
"Com a contratação de Jungwirth, a Volkswagen reforça sua posição em digitalização, que será um campo muito importante para indústria automotiva no futuro", disse o comunicado da companhia.

Fonte: g1.globo.com
 
 
 Post ofensivo a mulher, negro, LGBT e indígena entra na mira do governo
Ferramenta buscará agressões e manifestações de ativistas em rede social.
Serviço será apresentado por ministério até o fim de novembro.

Hoje submersos no mar de posts das redes sociais, os comentários ofensivos contra negros, mulheres, indígenas e à comunidade LGBT estão prestes a entrar no radar do governo federal.
A pedido da antiga Secretaria de Direitos Humanos (SDH), da Presidência da República, o Laboratório de Imagem e Cibercultura (Labic), da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) criou um serviço que funcionará como uma peneira. Irá vasculhar de forma automatizada Twitter, Facebook e Instagram em busca de manifestações de ativistas, apoio a vítimas de discriminação e, principalmente, agressões aos direitos humanos.
O chamado Monitor dos Direitos Humanos exibirá as mensagens compiladas na íntegra, mas não trará a identidade dos autores. Os links originais serão incluídos. A ferramenta ainda está inacabada e em fase de testes.
Segundo a SDH, a ferramenta foi criada “para que os órgãos do governo que trabalham com a temática [dos direitos humanos] tenham conhecimento do que circula publicamente”. A pasta foi fundida com outras duas pastas em outubro, na reforma ministerial promovida pela presidente Dilma Rousseff, para dar origem ao Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos.
De acordo com Fábio Malini, um dos coordenadores do Labic, nem todas as publicações reunidas serão indicativos de crimes de ódio. “Na modelagem de dados, a gente separa, dentre os milhões de citações ao racismo, o que é ameaça, o que é ‘empoderamento’ negro, intolerância religiosa e o que é expressão de violência contra o negro.” As mensagens poderão ser crivada por tempo (15 minutos, 24 horas, 7 ou 30 dias).
Algoritmos serão responsáveis pela coleta, filtragem e exibição das mensagens. Por trás do Monitor, há 15 desses programas. Cada um possui uma função específica. O Marta, por exemplo, nomeado em homenagem à jogadora de futebol, coleta o histórico de um perfil no Twitter.

#SomosTodosTaisAraújo
No fim de outubro, a atriz Taís Araújo foi alvo de comentários racistas no Facebook. A campanha de apoio a ela criou a hashtag #SomosTodosTaísAraújo, que foi um dos temas mais discutidos no Twitter.
Para evitar que casos de grande repercussão dominem os resultados, o Monitor não peso somente aos assuntos que viram “trending topics”. Por isso, as mensagens são filtradas por meio de palavras-chave e não apenas pela popularidade nas redes.
Por ser uma ferramenta de acompanhamento, destinada a militantes, jornalistas, gestores públicos e jornalistas, terá poder apenas para jogar luz sobre o que é dito nas redes sociais, mas não para responsabilizar possíveis criminosos. Ele indicará os canais atuais de denúncia, como Disque 100 e Humaniza Redes.
O Monitor é uma ferramenta de que a SDH ainda não dispõe. Essa lacuna acabará no fim de novembro, para quando está prevista a apresentação oficial. Malini diz que os planos são de entregá-lo a tempo do Dia da Consciência Negra, em 20 de novembro.


Fonte: g1.globo.com/
 
 
 Somos reféns não da tecnologia, mas da energia elétrica
Somos reféns não da tecnologia, mas da energia elétrica

Dia desses, fiquei parada por horas num aeroporto porque perdi uma conexão devido ao atraso no primeiro voo. Tive tempo pra observar o comportamento das pessoas na sala de embarque e percebi um dos critérios preferidos para escolher onde sentar: a proximidade da tomada. O mundo que gira nos smartphones não alivia a vida da bateria. Portanto, hoje, tomada virou artigo de primeira necessidade.

Na sala de embarque do aeroporto Afonso Pena, em Curitiba, há várias delas. De todos os tipos, em vários lugares. Num cantinho meio escondido, pessoas isolavam-se nos seus smartphones presos à parede pelos cabos enquanto, na mesma parede, havia um orelhão solitário e vazio. Com meu iPhone na mão, devo ter chamado alguma atenção (se é que algo chama a atenção quando estamos imersos no celular) ao chegar lá, tirar o fone do gancho e checar se funcionava. Sim, tinha linha.

Numa outra parte da sala de embarque, percebi diversas pessoas sentadas ao lado umas das outras enquanto havia cadeiras vagas bem perto. Procurei o motivo e, de novo, energia elétrica. Uma operadora de celular colocou um painel destacando que oferecia cabos para carregar o celular. Eles surgiam dos cantos com várias opções de conexão. Bastava plugar o telefone.

Por mais tecnologia que já tenha sido inventada, a força de algumas coisas segue imbatível. Temos internet, apps, redes sociais. E vivemos nesse mundo muitas vezes mais do que gostaríamos. Nos tornamos refém dele? Pode ser. Mas, antes disso, somos reféns de algo que não tem nada de moderno: a energia elétrica.

Na mesma viagem, experimentei o app de Entretenimento da TAM durante o voo. Falarei dele em outro post.


Fontes: http://wp.clicrbs.com.br/
 
 
 Reino Unido anuncia projeto de lei para 'espionar' uso da internet
Se lei passar, provedores guardarão histórico de navegação de usuários.
Policiais poderão acessar a dados sem mandado judicial. 

O Reino Unido anunciou nesta quarta-feira (4) um projeto de lei para aumentar seu poder de vigilância, que inclui o direito de identificar quais sites usuários visitam na internet.
Consideradas vitais pelos ministros para manter o país seguro, as medidas são criticadas por ativistas que julgam se tratarem de um ataque às liberdades individuais.
As operadoras de telefonia e provedores de conexão terão de guardar durante 12 meses os dados de navegação de internet de seus clientes.

Sem a necessidade de mandados judiciais, policiais e outros agentes de forças do governo, como espiões, terão acesso apenas ao "histórico de conexão à internet", quais sites foram visitados por usuários. Isso exclui informações a respeito das ações dos usuários nessas páginas, como, por exemplo, o conteúdo de mensagens.
O projeto tem ainda de ser aprovado pelos parlamentares. A ministra do Interior, Theresa May, disse aos congressistas que o novo documento detalha pela primeira vez o que membros do governo podem fazer e como serão supervisionados.
"[O documento] tornará as garantias e as medidas de supervisão mais fortes", comentou. "E dará aos homens e mulheres de nossas agências de segurança e de inteligência... os poderes que precisam para proteger nosso país."
A secretária garantiu que muitas das medidas da nova lei só atualizam os poderes existentes ou explicam melhor suas atribuições, já que a legislação vigente é tida como pré-internet.

Fonte: g1.globo.com
 
 
 Bolsas nos EUA sobem, puxadas por ações de energia e tecnologia
Dow Jones subiu 0,5%, S&P 500 avançou 0,27%, Nasdaq ganhou 0,35%.
Nasdaq 100 superou pela 1ª vez patamares do boom da Internet em 2000.

Os papéis de grandes empresas de tecnologia e do setor de energia impulsionaram os ganhos das bolsas dos Estados Unidos nesta terça-feira (3), com o índice que engloba as 100 maiores empresas do Nasdaq fechando em patamar recorde de alta.
Os três principais índices acionários dos EUA mantiveram-se no terreno positivo neste início de novembro, depois de registrarem seu melhor desempenho mensal em quatro anos em outubro.

O índice Dow Jones fechou em alta de 0,5%, a 17.918 pontos, o S&P 500 avançou 0,27%, para 2.109 pontos, e o Nasdaq subiu 0,35%, a 5.145 pontos.
O índice Nasdaq 100 subiu 0,32%, para 4.719 pontos, superando pela primeira vez os patamares atingidos durante o boom da Internet em 2000.
O índice setor de energia do S&P subiu 2,5%, no quinto avanço diário seguido, acompanhando a alta dos preços do petróleo.

As grandes petrolíferas Exxon e Chevron subiram 1,8% e 3,3%, respectivamente, exercendo grande influência na alta do Dow e do S&P.
Embora os papéis de energia tenham subido cerca de 22% desde o fim de agosto, o setor ainda acumula perda de cerca de 10% no ano.
"As pessoas estão em busca de ações baratas em setores que podem representar valor", disse Robert Pavlik, estrategista-chefe da Boston Private Wealth, em Nova York. "Caminhando para o fim do ano, o mercado começa a subir e as pessoas ficam receosas de ficarem para trás."
Seis dos 10 índices setoriais do S&P fecharam em alta, incluindo o setor de tecnologia que subiu 0,6%. A Apple subiu 1,1%, e Microsoft avançou 1,7%, com os dois papéis exercendo a maior influencia positiva para o S&P e o Nasdaq.


Fonte: g1.globo.com
 
 
 Apaixonados por tecnologia retrô se reúnem em Jaú
Modelos de computadores das décadas de 80 e 90 chamaram a atenção.
MSX, um misto de computador e videogame lançado em 1983, foi atração.

Um encontro realizado em Jaú (SP) no domingo (1) reuniu vários apaixonados por tecnologia de décadas atrás, a chamada tecnologia retrô. Os modelos antigos de computadores chamaram a atenção no 18º encontro de admiradores do MSX, um misto de computador e videogame lançado em 1983.

A terapia em forma de jogos e programas transportou os fanáticos de volta para os anos 1980 e 1990.  A máquina fez história e significou um avanço em uma época em que poucas pessoas tinham acesso ao computador. "É uma paixão que marca uma época e que essas pessoas têm como terapia", conta o representante do Rankbrasil, Luciano Cadari.
O MSX parou de ser fabricado por volta de 1993 no Japão, mas ainda existe no mercado o desenvolvimento de softs e hards, devido a milhares de pessoas apaixonadas por este computador clássico, muito usado para jogos e desenvolvimento de programas que exploram o máximo de um 8 bits.


A admiração é tanta que um grupo de Ribeirão Preto fez uma versão mais moderna do MSX sem deixar nenhuma característica do antigo computador de lado. O técnico em eletrônica Luciano Sturaro ajudou a colocar a ideia em prática. "Esse tipo de montagem de máquina, hoje em dia, é feito pelo pessoal que é aficionado. Você não vai encontrar comercialmente pessoas que se proponham a fazer esse serviço. Então é como se fosse um hobby, na verdade."
Além de expor modelos originais e “tunados”, o MSX também constrói novas histórias. Cristina Simões e Sérgio Vladisauskis se conheceram por meio da informática, mas a paixão e a cumplicidade aumentaram nas telas do antigo computador. “Uniu porque desde que eu apresentei para ela o MSX, ela ficou fascinada", conta Sérgio.



Fonte: g1.globo.com
 
 
 WhatsApp vs rivais, veja quais funções não estão no mensageiro popular
O WhatsApp é o aplicativo de mensagens mais popular do país, mas não significa que seja o líder também em quantidade de recursos. Concorrentes como Skype, Viber e Facebook Messenger trazem inúmeras funcionalidades que ainda não chegaram ao mensageiro (mantido pelo Facebook), deixando-o para trás na hora, por exemplo, de fazer uma videochamada ou compartilhar arquivos de todo tipo. 

Confira uma lista de funções que rivais têm e o WhatsApp não tem.

O WhatsApp demorou algum tempo para implementar as chamadas de voz, então pode-se dizer que haverá certamente uma espera grande para que a função e videochamadas chegue ao aplicativo. Com isso, concorrentes saem na frente ao oferecer videoconferências gratuitas pela web, celular e tablet, seja Android ou em dispositivos da Apple com o FaceTime. A funcionalidade é encontrada no Skype, Messenger e Hangouts, entre outros.


Compartilhar stickers
Emojis são cada vez mais populares, mas há momentos em que os stickers são mais úteis para revelar um sentimento a alguém. Esses adesivos digitais, porém, ainda não estão disponíveis no WhatsApp, obrigando o usuário a lançar mão de alternativas como Line, que tem um pacote próprio com várias opções, além de Telegram, Viber e Messenger – no chat do Facebook para Android e iOS, é comum encontrar stickers comemorativos do carnaval ou de filmes, por exemplo.


Deletar mensagens depois de um tempo
O Snapchat é o app mais famoso com mensagens que se autodestroem, mas alternativas como o SIMSme dão um passo além: é possível até programar quanto tempo suas conversas ficarão disponíveis antes de sumirem do seu telefone e do seu amigo. Além disso, o aplicativo criptografa fotos, vídeos e outros conteúdos multimídia, em um conjunto de funções oferecidos também pelo Telegram.
O WhatsApp, por outro lado, não oferece nada disso.


Traduzir mensagens automaticamente
Apesar de o Android Marshmallow (6.0) já possuir recurso de tradução rápida praticamente em qualquer lugar, só apps como o WeChat oferecem essa função no iPhone. Assim, é possível usar o app chinês para conversar com estrangeiros sem maiores problemas, aproveitando a tradução simultânea dentro do próprio app, algo que o WhatsApp não tem no iOS ou em versões anteriores do Android.



Usar outros apps para melhorar o chat
O Facebook lançou, em março de 2015, uma plataforma que permite ao Messenger obter extensões para melhorar o chat. Assim, por meio do app oficial para dispositivos móveis, é possível acessar o Giphy, para criar GIFs, o PicCollage, para fazer montagens de fotos, ou o Talking Tom Cat, para mudar sua voz em uma mensagem de áudio. Para isso, basta abrir o menu e escolher entre as várias opções. Apesar de ser detido pelo Facebook, o WhatsApp não aproveita esta plataforma de extensões.



Compartilhar qualquer arquivo
O compartilhamento de arquivos no WhatsApp é restrito a áudio, vídeo, fotos, contatos e localização, algo ultrapassado facilmente por apps como o Telegram. O app russo usa sua poderosa nuvem para transmitir qualquer arquivo guardado no celular, tablet ou desktop, desde que tenha até 1,5 GB, tornando-o uma poderosa ferramenta de trabalho colaborativo.



Fazer ligações para fixo e celular
O WhatsApp já tem chamadas de voz, mas só via internet para outro amigo que também está disposto a gastar o pacote de dados para receber a ligação no celular. Se você precisar chamar números fixo ou celulares, terá que usar opções como Skype e Viber, que cobram planos mensais ou pacotes de minutos para efetuar ligações para telefones comuns.



Fonte: techtudo.com.br/
 
 
 Cientistas do MIT desenvolvem tecnologia que permite "ver" atrás de paredes
Tecnologia RF Capture usa frequências de rádio para ver pessoas do outro lado da parede. Solução poderia ser aplicada no cinema e computação gráfica

Pesquisadores do Laboratório de Ciência da Computação e Inteligência Artificial do MIT estão trabalhando em uma tecnologia chamada RF Capture, que usa frequências de rádio para ver pessoas do outro lado da parede. 

A equipe por trás da RF Capture tem trabalhado em uma tecnologia semelhante desde 2013. Eles a usaram para rastrear movimentos sutis de corpos humanos atrás das paredes, como respiração, mas o novo sistema já é capaz de ver detalhes ainda mais refinados. 

De fato, a RF Capture é tão precisa que consegue identificar indivíduos dentro de certos limites, rastrear pequenos gestos manuais e mesmo ver silhuetas de pessoas do outro lado da parede. 

O estudante de PhD Fadel Adib é o principal autor do estudo que descreve a tecnologia que será apresentada na conferência de computação SIGGRAPH Asia no próximo mês. Ele indicou que a tecnologia poderia ser aplicada na indústria cinematográfica e video games. 

“Hoje em dia atores precisam usar marcadores em seus corpos e se movimentarem em uma sala específica cheia de câmeras”, disse a MIT por meio de anúncio. 

“A RF Capture permitiria a captura de movimentos sem os sensores e poderia rastrear movimentos mesmo atrás de móveis e paredes”, completou. 

Fora isso, a equipe já começou a trabalhar em um produto que usa a RF Capture para ajudar a prever e prevenir quedas para pessoas idosas. Chamado de Emerald, o sistema é desenhado para identificar padrões de movimentos como queda e analisar seu gatilho para descobrir se há ou não risco de uma queda iminente.



Fonte: idgnow.com.br
 
 
 Feira de tecnologia começa nesta quarta-feira em Campina Grande
'Inovação Colaborativa e Sustentável' é o tema deste ano do evento.
Feira acontece na UEPB, em Campina Grande, até sábado (31).

Começa nesta quarta-feira (28) a 13ª Feira de Tecnologia (Fetech) no Centro de Integração Acadêmica da Universidade Estadual de Campina Grande (UEPB) em Campina Grande. O evento propõe um diálogo entre universidades, empresários e população sobre os problemas e inovações na preservação do meio-ambiente.
O tema deste ano da feira é ''Inovação Colaborativa e Sustentável" e acontece até o sábado (21). Segundo a organização, o evento vai reunir pesquisadores das áreas de Tecnologia da Informação, Saúde, Tecnologias Limpas, Ciências Ambientais, Sustentabilidade, Tecnologia Social, Agronegócio e Economia Criativa.

Já nesta quarta-feira, ocorre a 1º Rodada de Negócios da Economia Digital com 10 empresários paraibanos para debater os assuntos. Além deste, acontece também outros eventos dentro da feira, como a Olimpíada da Inovação da Paraíba, uma maratona de jogos digitais , uma Feira de Artesanato Sustentável, o Congresso de Inovação e Ciências Ambientais e Sustentabilidade.
De acordo com a diretora do Parque Tecnológico de Campina Grande, Veruska Brasileiro, a Fectech já considerada um "celeiro de inovação". "Temos a presença de dois laboratórios de referência, um deles produz próteses em 3D, reduzindo o tempo cirúrgico, e o outro é o único que produz próteses mamárias no estado", conta. Ela também destaca a programação voltada para os amantes dos games. "Tivemos um grande número de inscrições e os desenvolvedores vão estar criando seus jovgos dentro da Fetech em tempo real", promete.


Fonte: g1.globo.com/
 
 
 5 tecnologias brasileiras que transformam o agronegócio
São Paulo – O EXAME Fórum Agronegócios, que aconteceu nesta segunda-feira (26), em São Paulo, teve foco no desenvolvimento da tecnologia no agronegócio. Os palestrantes falaram do uso de drones, computação em nuvem e da biotecnologia para aumentar a produtividade.

“A avenida de tecnologia e de bioeficiência ainda vai crescer muito no Brasil. A enormidade de dados, o poder computacional e o monitoramento 24 horas ajudarão a aumentar a produção”, disse Roger Ingold, presidente da Accenture, empresa de consultoria em gestão e serviços de tecnologia.

Paulo Herrmann, presidente da John Deere Brasil, compartilha do mesmo ponto de Ingold. Segundo ele, a biotecnologia para o agronegócio avançou muito e as empresas não estão explorando todo o potencial do que já existe.

“Não devemos fazer tecnologia pela tecnologia. Precisamos gerenciar o que já temos para aumentar a produção agrícola”, acrescenta Herrmann.

Mas quais são essas tecnologias? Quem respondeu essa pergunta, durante o evento, foram startups brasileiras que oferecem produtos e serviços que facilitam o trabalho de agricultores e proprietários de agronegócios.

Rastreamento de carne

Uma das startups que se apresentaram no EXAME Fórum foi a Safe Trace. Com o lema “do pasto ao prato”, a companhia criou um aplicativo de rastreamento de carne.

O acompanhamento do produto é feito desde a identificação do boi na fazenda, quando ele recebe um brinco eletrônico. Depois disso, quando o animal atinge os sete meses, um chip é colocado nele. Desse modo, o histórico genético, sanitário e de manejo dos animais é armazenado e atualizado por um software.

Após o abatimento, a carne do boi recebe um selo da empresa e um código de barras. “Com o selo da Safe Trace e o código, o consumidor tem acesso total ao processo por que a carne passou”, contou Vasco Picchi, sócio fundador da Safe Trace.

Segundo Picchi, a vantagem de utilizar o software é que a produção fica mais eficiente e o cliente sente-se mais seguro.

Tablet amigável

Outra startup que desenvolveu um aplicativo para o agronegócio é a Strider. O produto oferecido pela empresa é, basicamente, um tablet com um programa que pode ser usado em modo offline. Com ele, o produtor pode manejar pragas, controlar aplicações e monitorar indicadores de fertilidade e umidade.

“Nós queremos ser a peça que falta no ecossistema do agronegócio, que é a tecnologia da informação”, disse Luiz Tângari, fundador e presidente da Strider.

Segundo Tângari, existem quatro fatores que tornam a tecnologia de sua empresa importante: ela é barata e focada na segunda geração de agricultores. “Os nossos aplicativos são voltados para os filhos dos produtores, que serão os donos das fazendas no futuro. Por isso, nossa plataforma é amigável e parecida com o WhatsApp e o Facebook.”

Drones contra as pragas

O rastreamento de áreas agrícolas é o foco da XMobots, uma startup especializada no desenvolvimento, fabricação e operações de drones. De acordo com Giovani Amianti, fundador e presidente da empresa, o foco da XMobots é na agricultura de precisão.

“Com os nossos produtos, o agricultor consegue saber mais sobre a topografia de suas terras, as linhas de plantio e também detectar pragas e fazer a contagem do gado”, disse. Ele ainda conta que é possível fazer o controle do desmatamento em áreas de preservação.

Os veículos da XMobots já têm certificado da ANAC e prestam seus serviços para empresas de agronomia e grandes cooperativas. “A nossa ideia é internacionalizar a empresa e abrir o capital em 2016 ou 2017”, finalizou Amianti.

Agentes biológicos

A BUG aposta no mercado da biotecnologia para ajudar no desenvolvimento do agronegócio brasileiro. A empresa foi criada em 2001 e produz agentes, como vespas, ovos e parasitoides para o controle biológico de pragas.

De acordo com Alexandre Pinto, sócio da BUG, o controle biológico é vantajoso para as empresas, pois visa a sustentabilidade. Com o uso de agentes, o agricultor não precisa utilizar inseticidas, o que diminui as chances de poluição do ecossistema e intoxicação de funcionários.

As vespas e outras pragas são criados nos laboratórios da startup. Mas também são introduzidos insetos selvagens na criação, para que a variabilidade genética aumente.

Plataforma online

O Osalim é um site para realização de negócios no setor agrícola. A partir da plataforma, agricultores e clientes promovem a compra e a venda de grãos de consumo, sementes e insumos agrícolas.

Segundo Antônio Carlos Bentin, sócio fundador da Osalim, as negociações e as transações comerciais feitas pelo site são rápidas e seguras. Até agora, quatro empresas utilizam a plataforma online.

Fonte: exame.abril.com.br/
 
 
 Powerline, entenda como essa tecnologia vai revolucionar suas redes WiFi
Começou ontem (26) em São Paulo capital a edição 2015 da Futurecom, evento que visa discutir novas tecnologias de telecomunicações e prever tendências para esse mercado. O TecMundo esteve presente e pôde acompanhar alguns seminários pré-feira que serviram como ponto de partida para o congresso.

Uma dessas apresentações foi a da HomePlug Alliance, consórcio formado por 44 empresas cujos objetivos são certificar e desenvolver novos protocolos para a tecnologia de Power Line Communication (PLC). Já falamos sobre esse conceito aqui no TecMundo; trata-se daqueles extensores que utilizam a rede elétrica para expandir o alcance de sua rede de internet.

Rob Ranck, diretor da aliança, prevê que o Brasil logo se tornará um grande mercado para esse tipo de dispositivo, ressaltando que se trata de uma tecnologia complementar ao bom e velho WiFi. Com o advento do conceito de Internet das Coisas, é cada vez mais comum vermos televisores inteligentes e eletrodomésticos que precisam estar conectados à rede para funcionar de forma eficiente.

Avanços no setor

Essa mesma visão é compartilhada por Purva Rajkotia: o diretor de produto da Qualcomm Atheros comenta que os roteadores (certificados pela WiFi Alliance) são essenciais para dispositivos móveis, enquanto os dispositivos HomePlug podem ser usados para conectar aparelhos que naturalmente precisam estar sempre plugados em uma tomada. O executivo também ressalta o crescimento desse mercado ao longo dos últimos anos, afirmando que mais de 180 milhões de powerlines já foram vendidos desde 2011.

Rajkotia destaca que a HomePlug Alliance conta atualmente com três especificações para seus produtos: a Green PHY é otimizada para consumir menos energia elétrica, a AV representa a tecnologia “padrão”, e a recém-anunciada AV2 possui um desempenho até três vezes maior do que o protocolo original. Dispositivos com tal especificação possuem suporte a beamforming, ou seja, direcionam sua rede WiFi especificamente para os dispositivos conectados.

Além disso, embora os powerlines geralmente sejam vistos como um item de varejo, o executivo comenta que muitas provedoras de banda larga ao redor do mundo (especialmente aquelas que oferecem serviços de IPTV, ou seja, televisão por internet) têm adotado esses gadgets para oferecer uma melhor experiência para seus assinantes. Na América Latina, a principal companhia a adotar essa postura é a Telmex, do México.

Atendendo às novas demandas

Nelson Ito, gerente de negócios ISP da TP-LINK, subiu ao palco e exemplificou por que os powerlines são necessários nos dias de hoje. “Para assistir a um filme na Netflix em resolução HD, por exemplo, você precisa de uma rede de 5 Mbps, sendo necessária uma conexão de 25 Mbps para vê-lo em Ultra HD”, comentou, ressaltando o aumento do número de conteúdos na qualidade 4K.

De acordo com testes feitos pela própria TP-LINK com dispositivos próprios disponíveis no mercado, a taxa de transferência média alcançada por um repetidor comum é de 10 Mbps, enquanto os powerlines podem alcançar 50 Mbps com facilidade. Embora a companhia só ofereça dois modelos de extensores PLC nas gôndolas brasileiras (ambos com especificação AV), Nelson ressalta que a marca vem fazendo um amplo trabalho para educar o país a adotar essa tecnologia, participando inclusive de eventos de grande porte como a BGS 2015.

Mas, afinal, como funciona?

Vale a pena explicar novamente como os powerlines funcionam para quem ainda não conhece essa tecnologia. Trata-se de um pequeno gadget que, ao ser conectado ao seu roteador e em uma tomada comum, transforma toda a sua rede elétrica em uma rede de internet, puxando a conexão do router através de um cabo RJ45.

A partir daí, coloca-se uma segunda peça em qualquer tomada em outra parte de sua residência e ela se transforma em um segundo roteador, podendo também ser usada como ponto de internet cabeada através da porta ethernet. A ideia é usar a fiação de cobre já estabelecida em sua casa para aumentar o alcance de sua rede WiFi, sem ter que se preocupar com interferências físicas como paredes. Com a tecnologia PLC, todos os cômodos de uma construção são interligados de forma simples e eficiente.

Embora ainda seja difícil encontrar powerlines aqui no Brasil, eles já fazem um sucesso absurdo lá fora. No mercado estrangeiro, é possível achar até mesmo modelos que são equipados com sockets, para que você não perca aquela tomada onde o dispositivo está ligado. Na China, já são comuns também os roteadores com módulos PLC integrados, que já transformam sua rede elétrica em uma rede de internet assim que ele for eletrizado. Infelizmente, não há previsão para a chegada desse tipo de aparelho no Brasil.


Fonte: tecmundo.com.br
 
 
 5 novas tecnologias que podem revolucionar o mundo em breve
O mundo está mudando rapidamente, e todos os anos novas tecnologias são apresentadas ao mercado e às nossas vidas. Muitas parecem ousadas demais, um tanto estranhas e verdadeiramente inovadoras – o fato é que é difícil acompanhar tudo o que é criado, já que avanços são feitos em diferentes áreas, que vão da medicina à agricultura.

Determinadas tecnologias são capazes de realmente transformar as nossas vidas, impactando milhões de pessoas e modificando o modo como nos relacionamos em sociedade. Hoje, vamos falar aqui no TecMundo sobre algumas dessas invenções e avanços que podem revolucionar o mundo que conhecemos muito em breve. Então, vamos lá:

1 – Impressoras 3D
As impressoras 3D estão longe de se tornarem extremamente populares, porém as projeções para esse campo são enormes, sem falar das múltiplas aplicações que elas oferecem. Os preços já estão diminuindo, e impressoras que antes custavam US$ 30 mil já podem ser encontradas por US$ 3 mil – modelos mais rápidos, baratos e eficientes que estão em desenvolvimento.

É um campo que cresce aproximadamente 35% todos os anos: em 2011, o valor de mercado das impressoras 3D estava cotado em US$ 1,7 bilhão e pode atingir US$ 6,5 bilhões em 2019. De acordo com James Ross, gerente sênior da Alliance Bemstein, o modo tradicional de produção será diretamente afetado e, por exemplo, não precisaríamos de tantas fábricas na China. Próteses médicas, acessórios variados, peças mecânicas – inúmeros itens podem ser feitos por essas máquinas e com igual qualidade.

2 – Edição dos genes humanos
Existem várias doenças resultantes de problemas genéticos, predisposições que carregamos conosco desde que nascemos. Graças ao melhor entendimento do genoma humano e das mutações genéticas, médicos e cientistas já podem detectar sinais de Alzheimer e outras doenças com antecedência. E se nós pudéssemos modificar esses genes ou identificá-los muito mais cedo para lutarmos contra o declínio mental de um indivíduo?

Esses estudos têm ganhado bastante destaque nos últimos anos, crescendo continuamente. Com o avanço tecnológico desse campo, poderemos tratar dezenas de doenças que possuem raízes no genoma humano. Várias empresas de biotecnologia já receberam fundos para pesquisar possíveis tratamentos, como a Bluebird Bio e a Juno Therapeutics, que já ganharam US$ 116 e US$ 120 milhões respectivamente.

A capacidade de editar ou substituir genes específicos depende de vírus modificados, como o vírus adenoassociado (AAV), que pode entrar no organismo de alguém e substituir os genes defeituosos por bons. Outro método consiste em remover algumas células, tratá-las com um vírus modificado, e, depois, recolocá-las no corpo de um paciente. Por exemplo, a diabetes do tipo I pode ser totalmente evitada. Esses métodos podem se mostrar um tanto caros, porém à medida que mais empresas investem os preços tendem a baixar.

3 – Estoque e produção de energia solar
Há tempos sabemos que novas fontes de energia precisam ser criadas e aperfeiçoadas conforme a população mundial cresce e a demanda aumenta. Os painéis solares fotovoltaicos já estão presentes em muitos países, porém eles não a nossa fonte primordial de energia – não funcionam no período noturno e não podem estocar energia.

A maioria dos painéis solares só atinge 44% de eficiência e muitos nem ficam próximos desse número. Muito deve ser aperfeiçoado para o boom dos painéis solares realmente ocorrer, algo previsto para 2025. De acordo com o cientista David Mills, a energia solar tem potencial para competir diretamente com os combustíveis fósseis em um futuro muito próximo.

Além disso, o preço dos painéis tem diminuído drasticamente, o que contribui para a popularização. Segundo Mills, os painéis solares podem realmente mudar o modo como o mundo consome energia. Em breve será possível que um proprietário comum compre os seus próprios equipamentos e os instale, tornando-se completamente independente de energia.

4 – Um processo mais barato de dessalinização
Países do Oriente Médio já utilizam as tecnologias de dessalinização há muitos anos, transformando água do mar em água doce. Em um mundo dominado por oceanos, é no mínimo irônico que nós enfrentemos um futuro seco e que a água seja tão escassa em muitas regiões.

Apesar de a dessalinização já existir, é um processo extremamente caro, bancado principalmente por países ricos, como Israel e Emirados Árabes (alguns países africanos, por exemplo, não têm condições de custear tais valores). Contudo, esse quadro está mudando e pode transformar o mundo em um futuro breve.

Quando a água salgada é convertida em água doce, o material restante é jogado fora. No entanto, além de estar cheio de sal, também existem muitos tipos de metais que podem ser extraídos desse resíduo em vez de desperdiçá-los. Se fosse possível coletar os minerais durante o ato de dessalinização, os custos do procedimento se tornariam muito menores, já que teríamos um novo produto no final do processo.

5 – A internet das coisas
O conceito da internet das coisas diz que passaremos por um tipo de revolução tecnológica que une computação e comunicação, dependente dos sensores wireless e da nanotecnologia. É esperado que até 2025 os carros, as casas e vários tipos de aparelhos estejam diretamente conectados, de modo popular, em inúmeros países – até 2022, estima-se que mais de 50 bilhões de objetos se liguem à internet desse modo (de acordo com a Intel).

Quando tudo estiver conectado, imagina-se que teremos um grande avanço no campo de inteligência artificial e robótica – e os robôs se tornarão muito mais possíveis. Os objetos se ligarão de modo sensorial e inteligente, trazendo todos os benefícios da informação integrada.

FONTE(S): WT Vox, CNBC, Make Use Of.
tecmundo.com.br/
 
 
 Kumbh Mela, a maior peregrinação do mundo, testa tecnologia ao máximo
Nashik (Índia), 27 out (EFE).- As novas tecnologias encontraram no festival hindu Kumbh Mela na Índia, a maior peregrinação do mundo com milhões de pessoas, o banco de testes ideal para experimentar aplicativos de informática que ajudem a organizar a multidão.

O Kumbh mela ou Kumbhamela acontece de forma rotatória a cada certo número de anos, dependendo de cálculos astronômicos, em quatro pontos do país asiático, em Allahabad, Haridwar, Ujjain e Nashik, para onde milhões de hindus vão durante várias semanas para se banhar em rios sagrados para purificar seus pecados.

A maior "mela" (feira ou reunião em híndi) ocorre a cada 12 anos no Ganges em sua passagem por Allahabad, no norte da Índia, e em sua edição de 2013 reuniu cerca de cem milhões de pessoas.

O Instituto de Tecnologia de Massachusetts (EUA) realizou então o projeto Kumbhathon, para estudar como as novas tecnologias podem ajudar na organização da cidade temporária montada para essa imensa quantidade de gente durante o mês e meio que aproximadamente dura o festival.

"O Kumbh Mela é uma coisa previsível, mas incontrolável", declarou à Agência Efe Ramesh Raskar, um dos pesquisadores do projeto.

Há dois anos em Allahabab morreram 36 pessoas em um corre-corre e pensando nisso, o Kumbhathon desenvolveu uma rede informática e de telecomunicações que permita controlar a multidão, com medidores de passagem de peregrinos em pontos conflituosos e aplicativos para telefones celulares que avisam sobre incidências.

"Através do Kumbhathon, nossa equipe levou a inovação tecnológica para o Kumbh Mela. Fomentamos que gente inovadora tenha ideias para enfrentar os grandes problemas que surgem e os guiamos para que desenvolvam protótipos que podem ser testados no mercado", ressaltou outro dos pesquisadores, John Werner.

Membros da equipe acudiram ao último Kumbh Mela, realizado durante os últimos dois meses em Nashik, no oeste da Índia, para provar estes protótipos.

Os aplicativos de informática desenvolvidos permitem às autoridades supervisionar o movimento de peregrinos, desde que cheguem por estrada ou ferrovia a Nashik até a margem do rio Godawari em sua passagem pela cidade.

Ali, milhares de peregrinos de todas as idades abarrotam os acessos ao rio no meio de um coro de assobios de centenas de policiais, obcecados com que ninguém pare para evitar engarrafamentos, nem corra provocando uma correria.

"É o momento mais crítico e são necessários todos os dados em tempo real da multidão para prevenir qualquer problema", comentou a pesquisadora Margarete Church.

Os aplicativos com as quais a equipe trabalha informam além dos alojamentos disponíveis para os fiéis em grandes carpas, dos pontos de distribuição de comida a cargo de entidades beneficentes ou de onde ficam as assistências médicas.

"O trabalho não está de todo feito, por isso que seguiremos trabalhando entre os empreendedores locais e os pesquisadores de nossa equipe na busca de mais soluções inovadoras", disse Church.

Nashik é um desses quatro lugares nos quais a lenda conta que se derramou o néctar da imoralidade de um "kumbh" ou jarro disputado entre deuses e demônios, após lutar por ele 12 dias, equivalentes a 12 anos terrenos.

Por isso, banhar-se em seu rio durante o Kumbh Mela, algo que só é permitido durante o festival, liberta dos pecados de toda a vida até aquele momento.

Embora a maioria dos fiéis entrem vestidos, muitos "sadhus" (santos) com a testa pintada e o cabelo trançado ao estilo rastafári o fazem nus.

"Há muita gente porque é o último banho, cerca de 780 mil pessoas calculam", disse Yayesh Shrivastan, morador de Nashik, em referência à última oportunidade de se submergir até o Kumbh Mela de 2016 em Ujjain. 



Fonte: noticias.uol.com.br/
 
 
 Mercedes-Benz terá van futurista autônoma no Salão de Tóquio
Modelo foi chamado de Vision Tokyo pela fabricante alemã.
Evento começa no próximo dia 28, no Japão.

A Mercedes-Benz anunciou que mostrará uma van autônoma com ares futuristas no próximo Salão de Tóquio 2015, que começa em 28 de outubro, no Japão. Ainda sem detalhes técnicos, o Vision Tóquio também foi classificado como "luxuoso e progressivo" pela fabricante alemã.

Fonte: g1.globo.com/
 
 
 Conheça os teclados mais caros do mundo e veja o que eles têm de melhor
O teclado é uma peça importante para os usuários que curtem passar um bom tempo no computador, como é o caso dos gamers. Com isso, escolher bem este dispositivo é importante não só para garantir a realização dos comandos com fluidez, mas também para o conforto de uso. Apesar de existirem versões mais simples, com preços mais acessíveis, também há modelos mais rebuscados, com valores bem “salgados” e diversos tipos de material. Veja a lista com os teclados "ostentação" mais caros do mundo.

1. Happy Hacking Keyboard HP Japan
O Happy Hacking Keyboard é um teclado compacto de até 65 teclas e 30 cm de largura, mas mantém as mesmas funcionalidades de um dispositivo padrão de 104 teclas. A ideia é que, por ser menor, os usuários consigam mais agilidade na hora de utiliza-lo e digitar. Esse pequeno detalhe, além da mudança do Control para o lugar do Caps Lock, fazem o teclado ter uma ótima fama entre os usuários. O produto, projetado pela Fujitsu, está disponível em diferentes modelos e o preço pode chegar a US$ 4.400 (o que em conversão direta pode passar de R$ 10 mil).

2. Optimus Popularis Keyboard
Pode parecer estranho, mas os teclados também podem ser símbolo de status, e o Optimus Popularis Keyboard é um bom exemplo disso. Apelidado como “o paraíso dos geeks”, o teclado conta com 113 teclas, sendo que cada uma delas contêm um pequeno monitor colorido de OLED de 48×48 pixels. Além das letras e números, o aparelho pode representar ícones, animações GIF, desenhos, entre outras opções. Além disso, também é possível colocar um mostrador de carga de CPU ou um relógio analógico em uma das teclas do dispositivo, por exemplo. O acessório pode chegar a custar em torno de R$ 4 mil.

3. Optimus Maximus Keyboard
Criado pela empresa russa Art Lebedev Studio, este dispositivo é totalmente customizado de acordo com o que as preferências do usuário. O Optimus permite maior interação por exibir dinamicamente a função atual de teclas. Quando o usuário pressiona a tecla shift, as imagens mudariam para versões de maiúscula. O preço é de R$ 2.400.

4. 2000-IS-DT Keyboard
Criado pelo Stealth Computer, o 2000-IS-DT Keyboard é um teclado de aço inoxidável, com uma barreira óptica isolada que garante proteção 4X de NEMA (National Electrical Manufacturers Association). O teclado é um dos mais caros do mundo e pode custar até R$ 2.200.

5. Fingerworks Keyboard Touchstream
O Fingerworks é um teclado com uma proposta bem diferente. O aparelho funciona apenas com TouchStream. O aparelho é ideal para pessoas com dificuldades ou problemas de saúde, pois não exige força nem esforço dos pulsos para digitar. Isso devido a forma e a posição das teclas, que permitem uma redução na pressão dos tendões. O aparelho pode custar até US$1500, o que pode significar até R$ 5 mil.

6. Datamancer Custom Keyboard
Apesar de ter um design antigo, ele não tem nada de antiquado. O teclado tem luzes LED com jóias, molduras de bronze e teclas de cromo. Disponível em preto e branco, o aparelho pode ser usado via USB, e é aceito pelos sistemas Mac e PC. Tem um custo de US$1500 (o que dá aproximadamente R$ 5 mil).

8. Professional II DataHand Keyboard 
Criado em 1992, pela empresa Industrial Innovations, o aparelho tem uma proposta bem diferente dos demais: são 2 teclados completamente separados. Isso porque um deles é para a mão esquerda e outro para a mão direita, o que permite ao usuário colocar cada mão onde quer que seja mais confortável no momento da digitação. Para comprar um desses, você pagará nada menos que US$ 675, o que daria aproximadamente R$ 2.500.

9. Kirameki Pure Gold Keyboard
Produzido no Japão pela empresa Wazakura Studios, este teclado tem um brilho revestido com 100% de ouro puro. Porém, o modelo está disponível apenas em japonês, com  86 teclas, 2 portas USB, opções de esquerda, direita e centro para o cabo conector e uma base ajustável. O preço para ostentar um desses é de US$360, aproximadamente R$ 1.300.
 
 
 Produtores de feijão preto mesclam tecnologia com técnicas antigas
Região de Prudentópolis deve colher 19 mil toneladas de feijão preto.
Conheça as técnicas usadas pelos maiores produtores do grão.

A região de Prudentópolis é a maior produtora de feijão preto do Brasil - aproximadamente 12% da produção brasileira vêm do Paraná. Para atingir este índice, produtores de feijão aliam o uso de tecnologia com a tradição das técnicas antigas, aumentando a produtividade.

As velhas matracas possibilitam o cultivo do grão em terrenos íngrimes e cheios de pedras. Um serviço braçal que, nos dias de hoje, permite tornar toda terra produtiva. "Se eu botasse uma máquina, um trator, no meio das pedras, não daria para trabalhar", explica o produtor José Lessi. 

Já Alisson Junior Fabri planta 120 hectares com auxílio de máquinas agrícolas mais modernas. Este ano a sua área de produção cresceu. "O clima favorece, o solo ajuda. Esperamos uma produtividade de uns 50 sacos por hectare", diz. 
A estimativa do Deral - Departamento de Economia Rural é colher na região de Prudentópolis, nesta safra, 19 mil toneladas. Sendo que 85% da produção é feijão preto.

Fonte: g1.globo.com
 
 
 Comandos de voz distraem motorista por até 27 segundos, diz estudo
Estudo comparou diversos sistemas multimídia nos EUA.
Dificuldades com comandos não são questão de prática.

Cada vez mais presentes nos automóveis novos, as centrais multimídia levantam diversas questões sobre segurança. Os comandos de voz foram introduzidos para permitir que o motorista continue com os olhos na estrada ao mesmo tempo em que faz uma ligação telefônica, muda o rádio de estação ou dá coordenadas ao GPS.
No entanto, dois estudos divulgados na quinta-feira (22) pela fundação americana para segurança no trânsito (AAA Foundation for Traffic Safety) mostram que usar a voz para acessar o sistema ainda coloca o motorista em risco.


Segundo informou a agência Associated Press (AP), o estudo feito pela Universidade de Utah apontou que o condutor leva até 27 segundos para retomar a atenção total ao tráfego depois de usar os comandos de voz.
A pesquisa comparou diversos sistemas multimídia das principais marcas. O resultado mostrou que os equipamentos do Chevrolet Equinox, Buick Lacrosse e do Toyota 4Runner são os que menos atrapalham os motoristas, por serem mais intuitivos e com maior compreensão da fala.
Os sistemas do Ford Taurus, Chevrolet Malibu, Volkswagen Passsat, Nissan Altima, Chrysler 200 e Hyundai Sonata ficaram pouco abaixo, mas o pior de todos foi o do Mazda6. Segundo o estudo, no Mazda6 os motoristas precisavam de mais etapas e de mais repetições para serem entendidos.
A Mazda afirmou que o modelo 2016 terá um sistema mais avançado, que deve minimizar as dificuldades. "Estamos sempre em busca de novas maneiras para fazer com que a interface entre usuário e máquina seja mais simples e intuitiva", afirmou a fabricante japonesa em comunicado.

Não é questão de prática
Na pesquisa, 257 motoristas ficaram com o veículo por 5 dias, mas as tarefas que foram complicadas no primeiro dia continuaram sendo problemas nos dias seguintes. Os melhores sistemas ainda tiravam a atenção do condutor por pelo menos 15 segundos.

Motoristas com mais idades levaram mais tempo para retomar a atenção no trânsito do que os mais jovens.
Para Joel Cooper, professor-assistente de psicologia e um dos autores dos estudos, os sistemas exigem comandos muito específicos para cada função, e, mesmo que o motorista use os comandos corretos, ele pode não ser compreendido.
Os condutores se distraem mais quando tentam entender o problema. "Os sistemas não são bons o suficiente. Eles prometem ser uma alternativa segura, mas nem sempre cumprem o prometido", afirmou Cooper à AP.
Celulares
Um outro estudo com 65 participantes comparou os sistemas de comandos de voz de aparelhos celulares. A conclusão foi de que o Google Now, presente nos telefones Android, é mais intuitivo que a Siri, da Apple, e a Cortana, da Microsoft.


Fonte: g1.globo.com/
 
 
 Sucessor do Renault Clio é flagrado no interior de São Paulo
Kwid já é vendido na Índia, partido do equivalente a R$ 15,3 mil.
Por aqui, deve chegar apenas em 2017, com motor 1.0 de três cilindros.

Recém-lançado na Índia, o Renault Kwid foi flagrado pela primeira vez no Brasil, pelo internauta Marcio Rogerio Roncaglia. As fotos foram feitas na cidade de Valinhos (SP). O subcompacto aparece com camuflagem leve, adesivado e com o logotipo da Renault coberto.
De acordo com Roncaglia, o modelo possuia direção do lado direito, assim como os modelos que rodam na Índia. "Já havia visto ele uma vez neste condomínio empresarial. Algumas empresas ali são fornecedoras de montadoras", comentou.

Mesmo com o disfarce, é possível ver traços da carroceria, portas e maçanetas, claramente inspirados no Sandero.
A maior diferença, contudo, está nos faróis, mais esguios e na traseira, com lanternas menores.

Nota da redação: o Kwid é a opção mais barata da Renault na Índia. Apresentado em maio, ele já é vendido por lá, a partir de 256 mil rúpias, o equivalente a R$ 15,3 mil, na cotação desta terça-feira (20).

Esta versão mais básica, porém, é extremamente despojada. A lista de ausências é maior do que a de itens de série. Se há ar-condicionado, faltam assistência na direção, vidros e travas elétricos, rádio, para-choques na cor do veículo, calotas e até saídas de ar centrais.  

A opção mais completa, RXT, custa o equivalente a R$ 21.011, e traz direção elétrica, vidros elétricos, faróis de neblina, airbag para o motorista, quadro de instrumento em dois tons, bagagito do porta-malas e até central multimídia MediaNAV. 

Em todos os casos, o conjunto mecânico é o mesmo. O motor 0.8 litro de três cilindros desenvolve 54 cavalos. A transmissão é manual de cinco marchas. O compacto tem 3,68 m de comprimento, 2,42 m de entre-eixos e 1,58 m de largura. Em uma comparação com veículos de entrada no Brasil, ele é 7 cm mais comprido do que o Volkswagen Up, porém, 13 cm menor do que Fiat Uno e Renault Clio. No entre-eixos, fica na média do segmento. 

Procurada pela reportagem, a Renault não comentou o assunto. O G1 apurou que o modelo chega apenas no início de 2017, como sucessor do veterano Clio. Atualmente, o hatch é vendido em versão única, com ar-condicionado, direção hidráulica, vidros e travas elétricos, por R$ 35.397.

O Kwid, no entanto, não deve ser tão equipado nas versões de entrada. Com objetivo de ser um modelo de volume, deve começar na casa dos R$ 30 mil, para brigar com as versões mais simples do Volkswagen Up e com o subcompacto que a Fiat deve lançar no ano que vem.

Mesmo com a proposta do baixo custo, o Kwid nacional deve ser mais refinado do que a opção indiana. Os retrovisores da versão indiana, por exemplo, com visual extremamente simplório, não devem ser utilizados no carro nacional.

Rodas presas com apenas três parafusos devem ganhar um reforço. Entre os equipamentos, o Kwid certamente ganhará airbags frontais e freios ABS para atender a legislação nacional. A central deve equipar apenas versões mais caras, no entanto.
A principal mudança, porém, será no "coração" do carro. O pequeno tricilíndrico de 799 cm³ deve dar lugar a um novo três cilindros, mas de 1 litro. Este motor, contudo, será desenvolvido pela Renault. Isso descarta a possibilidade da marca utilizar o motor semelhante que a Nissan adota na dupla March/Versa. Vale lembrar que a montadora francesa é dona da japonesa.

Fonte: g1.globo.com/
 
 
 Vant produzido em São Carlos, SP, vai monitorar a Floresta Amazônica
Aeronave vai carregar sensores para proporcionar 'viagem ao passado'. 
Objetivo é tentar entender efeito de populações antes da colonização.

Uma aeronave não tripulada vai ajudar o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) a monitorar a Floresta Amazônica. O vant está sendo produzido em São Carlos (SP), em uma parceria com a University of Exeter, da Inglaterra, e vai carregar diversos sensores para proporcionar uma “viagem ao passado”.
“[O objetivo é] Tentar entender o efeito de populações passadas, antes da colonização das Américas, na vegetação da Amazônia e, com o entendimento de como eles utilizaram essas florestas antigamente, produzir melhores informações do que a gente está observando no presente, do comportamento dessas florestas no presente, e também, a partir daí, produzir modelos para a previsão dos efeitos de mudanças climáticas nas florestas tropicais”, contou Luiz Aragão, pesquisador do Inpe.
Os sensores também são capazes de captar imagens em infravermelho e medir a quantidade de clorofila das plantas, dados que podem ajudar a prevenir e combater queimadas como as que têm destruído a floresta.
“A gente consegue calcular o balanço de carbono, que é o quanto ela absorve menos o que ela está emitindo, para produzir informações que possam ser colocadas dentro de modelos para fazer previsões a longo prazo”, afirmou o pesquisador. “E aí políticas públicas podem ser implementadas baseadas nesse tipo de informação”, disse.

Aeronave
O modelo tem quase dois metros de comprimento por quatro de envergadura e possui um sistema de segurança para casos de emergência. “Algum sistema dele deu uma falha, automaticamente ele vai disparar um dispositivo que vai abrir o pára-quedas. Quando abre o pára-quedas, ele corta todo o sinal de transmissão da aeronave. Ele tem um localizador, um spot, e onde ele cair a gente localiza”, explicou o piloto Ney Souza.
A aeronave conta ainda com um motor três vezes mais potente do que o convencional e é composta com fibra de aramida, material usado em coletes à prova de bala. Tudo para que consiga cumprir com os objetivos do estudo.
“Essa aeronave vai voar em várias regiões do país, na região Amazônica, Vale do Paraíba, o Estado de São Paulo como um todo, e nós precisamos coletar dados em vastas áreas. Imagens de alta definição, em que você consegue ver carros, pessoas”, detalhou o pesquisador Thiago Batista dos Santos.
Outra característica do modelo é a autonomia de voo, maior do que a de outras aeronaves. “Ela foi projetada para voar entre quatro horas e meia e cinco horas, e em uma altitude de 300 metros do solo. Com outras aeronaves isso não é possível”, completou Santos.


Fonte: g1.globo.com
 
 
 Semana Nacional de Ciência e Tecnologia 2015 é aberta oficialmente em Brasília
Durante evento, ministra em exercício elogia esforço do País para desenvolver setor

O Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade, em Brasília, recebeu nesta terça-feira (20) a abertura oficial da 12ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT), com presença de diversos estudantes. A temática da edição deste ano é Luz, Ciência e Vida, em referência ao Ano Internacional da Luz, estabelecido pela Organização das Nações Unidas (ONU) para 2015. 

Em discurso, a ministra em exercício da Ciência, Tecnologia e Inovação, Emília Ribeiro Curi, ressaltou o comprometimento do Estado brasileiro com o desenvolvimento do setor. 

"Na edição de 2015, contamos com mais de 2 mil instituições participantes, com 640 cidades, totalizando cerca 850 eventos e 26 mil atividades em todo o Brasil", comemorou. "Com essa dimensão, a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia constitui evento de fundamental importância, não só para a divulgação da produção científica do País, mas também para despertar interesse pela pesquisa e pela inovação tecnológica", acrescentou Curi. 

A meta do evento é mobilizar a população, em especial crianças e jovens, em torno do universo da Ciência e Tecnologia (C&T), para estimular a criatividade e a atitude científica. Além disso, todos podem conhecer e discutir os resultados alcançados pelos projetos apresentados e a relevância e o impacto das pesquisas. 

"Esta edição da Semana é de especial importância para o MCTI, pois coincide com a comemoração dos 30 anos da criação do Ministério. Trata-se, portanto, de reviver uma história de três décadas, que marcam o despertar de uma consciência acerca da importância da ciência e da inovação tecnológica para o desenvolvimento econômico do País e para a oferta de melhores condições de vida à sua população", disse a ministra em exercício.  

Abóbada

Uma das atrações que mais chamaram a atenção do público foi o Visualdome, um espaço inflável de 200 m2, em formato de planetário. Na abóbada acima dos visitantes, projetores de alta potência compõem um verdadeiro cinema em 360º. Por meio da tecnologia trazida pelo MCTI, os espectadores podem conhecer um pouco da história da relação do homem com a luz. A 12ª SNCT vai até 25 de outubro.


Fonte: brasil.gov.br/
 
 
 Toyota Mirai vira carro do filme De volta para o futuro
Empresa reuniu atores da trilogia para lançar modelo nos Estados Unidos.
Em vídeo, veículo utiliza hidrogênio proveniente de lixo para rodar.

Aproveitando a data em que McFly desembarca em "De volta para o futuro 2", exatamente 21 de outubro de 2015, a Toyota preparou um lançamento especial do Mirai no mercado norte-americano.

O modelo se transformou em carro do filme, substituindo o DeLorean DMC-12, original máquina do tempo da película.
A empresa aproveitou e comparou os dois veículos, mostrando a capacidade de ser movido com energia proveniente do lixo.

No caso do DeLorean fantasioso do filme, o lixo era diretamente transformado em combustível, enquanto o Mirai utiliza hidrogênio, que poderia ser proveniente de lixo coletado por usinas.

O Mirai pode percorrer cerca de 650 quilômetros com um tanque de hidrogênio, que demora 3 minutos para ser recarregado totalmente.
A partir da mistura entre hidrogênio e oxigênio, se produz a eletricidade que movimenta o veículo.

O carro emite apenas vapor de água ao invés de gases poluentes para o efeito estufa.

Marcas aproveitam data
Se a montadora americana que fazia o DMC fechou as portas há quase três decadas, outras marcas aproveitaram a data em que McFly desembarca em "De volta para o futuro 2", 21 de outubro de 2015, e criaram ações homenageando o filme.
Antes do lançamento do Mirai, a Toyota convocou os atores Michael J. Fox (Martin)  e Christopher Lloyd (Dr. Brown), protagonistas do filme, para comentar as previsões do filme que se passa em 1985, para o, na época, longínquo ano de 2015.
Na conversa, em uma lanchonete, eles comentam sobre filmes 3D, uma realidade nos dias de hoje, e sobre trocar mensagens por meio de aparelhos de fax, aparelho já ultrapassado. Em outro vídeo, a montadora japonesa anunciou que irá anunciar uma novidade na data.
Já a marca de luxo do grupo, a Lexus, apesar de não ter relacionado sua criação ao filme, desenvolveu um skate voador, chamado de Hoverboard. Um equipamento similar foi mostrado no filme, como algo comum em 2015.
O skate, que é construído com blocos supercondutores, é apenas um protótipo, e não deve ser comercializado.


Mercedes-Benz
Outra montadora sem relação com o filme, a Mercedes-Benz criou uma série de filmetes para promover o conceito de veículo autônomo F 015. São três vídeos, que mostram algumas previsões do filme para este ano: robôs que passeiam com cães, a trilha de fogo em que o DeLorean chega ao futuro e o skate voador.
Em todos, o F 015 aparece como parte comum da cena, que sempre termina com os créditos da marca alemã agradecendo do Dr. Brown pela inspiração aos engenheiros da montadora.



Ford
A Ford, conterrânea da extinta DeLorean, criou um vídeo no YouTube, no qual anuncia um novo "acessório" para os modelos Fiesta e Focus. Trata-se de um capacitor de fluxo, o mesmo equipamento que faz com que o DMC-12 viaje no tempo.
No vídeo, a marca ainda faz algumas referências ao filme. Uma delas, é a necessidade de 1,21 gigawatts para que o aparelho funcione. A outra, é que, para que a viagem seja completada, o veículo precisa estar a 88 milhas por hora (141 kn/h). Tudo exatamente como em 'De volta para o futuro'.
A propaganda ainda adverte aos possíveis compradores, de que o capacitor deve ser utilizado apenas com fins recreativos, e que, interferir em eventos históricos importantes é ilegal e pode trazer consequências inesperadas para toda a humanidade.



Fonte: g1.globo.com
 
 
 Tecnologia de 2015 superou invenções do filme De volta para o futuro II
Público de 1989 não podia imaginar que aparelhos como o smartphone integrariam cotidiano dos nossos tempos.

Quando Marty McFly e "Doc" Brown chegam ao ano de 2015 com a ajuda de uma máquina do tempo, direto de 1985, eles encontram um admirável mundo novo de carros voadores movidos a lixo, sapatos auto-amarráveis e garçons-robôs. Para o público em 1989, quando os CDs eram o mais recente lançamento tecnológico, a comédia de ficção científica De volta para o futuro II retratou um mundo excitante 30 anos à frente no qual as pessoas iriam voar em hoverboards que desafiam a gravidade, vestindo roupas autoajustáveis e que secam sozinhas, enquanto os cachorros eram levados para passear por um drone.

Lamentavelmente, muitos dos dispositivos previstos pelos roteiristas que enviaram a dupla excêntrica do filme - e seu carro DeLorean transformado em máquina do tempo - para o futuro, especificamente 21 de outubro de 2015, não se concretizaram.

No entanto, em muitos aspectos, o 2015 da realidade é ainda mais diferente do que os cineastas Robert Zemeckis e Bob Gale poderiam ter imaginado, dizem futuristas que estudam e projetam tendências. O que as pessoas podem fazer atualmente com os smartphones era quase inconcebível na época. 

"Suas capacidades atualmente, incluindo o acesso a todas as informações do planeta, teria certamente surpreendido até mesmo os mais futuristas de 30 anos atrás... que não imaginaram que um telefone poderia se tornar algo além de falar e escrever mensagens", declarou Ross Dawson, futurista baseado em Sydney.

"Na época em que o filme foi feito, as pessoas olhando para a realidade de hoje em dia a considerariam bastante impressionante", disse. Tecnologias que atualmente as pessoas não conseguem viver sem - como Google e Wikipedia, redes sociais como Facebook e Twitter, smartphones com GPS e sistemas de compras on-line - teriam sido difíceis de prever quando o filme foi lançado.

Mundo sem e-mail
No filme, Marty, interpretado por um jovem Michael J. Fox, recebe um aviso de demissão em casa por fax - uma tecnologia agora ultrapassada que parecia de ponta na década de 1980. A revolução da internet estava chegando e o mundo ainda não havia conhecido os e-mails. 

Em 1985, apenas um quarto das casas nos Estados Unidos possuía um forno micro-ondas, e os aparelhos de videocassete eram um dispositivo que todos queriam ter. Atualmente as pessoas podem comprar para suas casas uma impressora 3D na internet por algumas centenas de dólares, que pode produzir qualquer coisa, de uma arma que esguicha água a uma que atira balas.

As pessoas de 2015 podem fazer downloads de músicas e assistir a filmes em "streaming" - termos que nem mesmo existiam em 1985.
 
Hoje em dia é possível modificar o genoma humano para corrigir um problema no DNA que provoca uma doença, criar carne de hambúrguer a partir de células-tronco das vacas, e uma sonda-robô foi enviada a um cometa a centenas de milhões de quilômetros da Terra. 

"Os seres humanos se acostumaram muito rapidamente às inovações", disse Dawson, fundador da Future Exploration Network, que oferece serviços de planejamento de cenários.

Ainda assim, o filme acertou em alguns pontos. Existem telas planas, videochamadas, tablets e aplicativos com previsões meteorológicas. Embora ainda não esteja sendo plenamente usada, é possível contar com a tecnologia biométrica para pagar contas ou destravar portas através das impressões digitais, e óculos inteligentes semelhantes aos utilizados pelos filhos de Marty já estão a caminho.

Mais ciência que ficção
"Eles foram realmente muito visionários ao acertar em tantas coisas", declarou Thomas Frey, do DaVinci Institute, um think tank futurista. "Mostraram isso de uma maneira cômica, apatetada, na verdade, mas acho que eles fizeram um trabalho fenomenal na época ao antecipar coisas que devem ter parecido bastante ridículas na época". 

Algumas previsões estavam à frente do seu tempo. "Há trinta anos, a maioria dos futuristas apontariam uma chance de mais de 50% de existirem carros voadores em 2015, declarou o futurista independente Jack Uldrich por telefone a partir de Minneapolis. "Existem algumas empresas que estão trabalhando em carros voadores, mas o que elas não têm é a decolagem (vertical)", como demonstrado pelo DeLorean de Doc.

Inovadores se inspiraram no filme: a empresa com sede na Califórnia Hendo está criando uma hoverboard que funciona com repulsão magnética. A fabricante de tênis Nike está trabalhando nos sapatos auto-amarráveis como os utilizados por Marty.

O que vem agora
A ficção científica influenciou os avanços científicos através das eras, mas a tarefa pode se tornar mais difícil à medida que o desenvolvimento tecnológico se acelera exponencialmente.

A série original Star trek (1966-1969), por exemplo, é um bom exemplo de antencipação do futuro através das mentes inventivas de seus redatores, pois em seus antigos episódios é possível ver os protótipos do celular, do disquete, do DVD, do tablet e do scanner. Será que os seres humanos se teletransportarão, viajarão no tempo, ou descobrirão o segredo da vida eterna em 2045? Quem sabe, dizem os especialistas. 

"Uma das coisas que poderíamos facilmente ver em 30 anos são... humanoides e outros robôs como uma parte completa do nosso ambiente", disse Dawson. Também é provável que "as pessoas utilizem seus pensamentos para controlar o mundo ao seu redor, até mesmo utilizando seus pensamentos para se comunicar diretamente com outras pessoas", afirma.

Dawson prevê um futuro não com carros voadores, por si só, e sim com casulos anto-conduzidos - uma alternativa mais barata e segura. Uma coisa que o filme errou fortemente: os advogados não foram abolidos. "Acho que um monte de gente gostaria que isso tivesse se tornado realidade", brincou Uldrich - mas então quem resolverá as disputas entre humanos e robôs no futuro?


Fonte: divirta-se.uai.com.br/
 
 
 Semana de Ciência e Tecnologia mostra relação entre luz e conhecimento humano
Com o tema Luz, ciência e vida, foi aberta oficialmente hoje (20), em Brasília, a 12ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia. O evento, que vai até domingo (25), tem mais de 28 mil atividades previstas em 662 municípios de todo o país.

Segundo o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, o objetivo é popularizar a ciência e mostrar à sociedade sua importância no desenvolvimento do país e incentivar a atitude científica e a inovação.

Para a ministra Ciência Tecnologia e Inovação em exercício, Emilia Rodrigues, a semana representa um esforço conjunto do governo e de empresas com o objetivo de expandir o alcance do conhecimento científico no Brasil.

“Sabemos que o país passa por um momento de desafios. Temos toda a consciência de que superar as nossas dificuldades, no longo prazo, somente será possível por meio do desenvolvimento científico e tecnológico”, disse Emília.

A escolha do tema desta edição foi baseada em decisão da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), que proclamou 2015 como Ano Internacional da Luz, com objetivo de celebrar a luz como matéria da ciência e do desenvolvimento tecnológico.

Instituições de pesquisa, agências de fomento e organizações sociais compõem a programação nacional da semana, que reúne também palestras, debates, simpósios, minicursos, exposições e oficinas.

Exposição
Em Brasília, um dos destaques da semana é um espaço de 200 metros, em formato de planetário, onde são projetadas imagens da história da construção do conhecimento humano e a relação com a luz. “A gente pode ver aqui como a luz é importante para as nossas vidas e está presente em várias parte das ciências”, disse a estudante Natália Cunha.

Crianças e jovens podem aproveitar a feira para conhecer equipamentos usados por estudiosos, como a bobina de Tesla. “O equipamento é um transformador, que produz altas tensões elevadas sob elevadas frequências. Com a alta tensão, a bonina transforma o ar em condutor de eletricidade e faz esses raios”, explica o monitor Thiago Soares, de 19 anos.

Em outro estande, crianças e adolescentes desenham, com a ajuda de um ilustador, qual seria a cidade do futuro, com foco na sustentabilidade. “As crianças conseguem, com isso, ver as dificuldades que enfrentamos com o clima e os desafios do futuro”, afirmou a professora Janaína Batista.

No Distrito Federal, as atividades ocorrem no Pavilhão do Parque da Cidade, área central de Brasília. A programação completa está disponível no site da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia.


Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br
 
 
 Marcas de carro pegam carona com 'dia do filme' De volta para o futuro
Em propaganda, Ford anunciou que irá vender capacitor de fluxo.
Já Toyota, reuniu atores para falar das previsões para o 2015 da trama.


É evidente que o carro mais famoso de "De volta para o futuro" é o DeLorean DMC-12, usado pelo personagem Martin McFly para viajar pelo tempo.
Se a montadora americana fechou as portas há quase três decadas, outras marcas aproveitaram a data em que McFly desembarca em "De volta para o futuro 2", 21 de outubro de 2015, e criaram ações homenageando o filme.

Toyota
A Toyota convocou os atores Michael J. Fox (Martin)  e Christopher Lloyd (Dr. Brown), protagonistas do filme, para comentar as previsões do filme que se passa em 1985, para o, na época, longínquo ano de 2015.
Na conversa, em uma lanchonete, eles comentam sobre filmes 3D, uma realidade nos dias de hoje, e sobre trocar mensagens por meio de aparelhos de fax, aparelho já ultrapassado. Em outro vídeo, a montadora japonesa anunciou que irá anunciar uma novidade na data.
Já a marca de luxo do grupo, a Lexus, apesar de não ter relacionado sua criação ao filme, desenvolveu um skate voador, chamado de Hoverboard. Um equipamento similar foi mostrado no filme, como algo comum em 2015.
O skate, que é construído com blocos supercondutores, é apenas um protótipo, e não deve ser comercializado.

Mercedes-Benz
Outra montadora sem relação com o filme, a Mercedes-Benz criou uma série de filmetes para promover o conceito de veículo autônomo F 015. São três vídeos, que mostram algumas previsões do filme para este ano: robôs que passeiam com cães, a trilha de fogo em que o DeLorean chega ao futuro e o skate voador.
Em todos, o F 015 aparece como parte comum da cena, que sempre termina com os créditos da marca alemã agradecendo do Dr. Brown pela inspiração aos engenheiros da montadora.

Ford
A Ford, conterrânea da extinta DeLorean, criou um vídeo no YouTube, no qual anuncia um novo "acessório" para os modelos Fiesta e Focus. Trata-se de um capacitor de fluxo, o mesmo equipamento que faz com que o DMC-12 viaje no tempo.
No vídeo, a marca ainda faz algumas referências ao filme. Uma delas, é a necessidade de 1,21 gigawatts para que o aparelho funcione. A outra, é que, para que a viagem seja completada, o veículo precisa estar a 88 milhas por hora (141 kn/h). Tudo exatamente como em 'De volta para o futuro'.
A propaganda ainda adverte aos possíveis compradores, de que o capacitor deve ser utilizado apenas com fins recreativos, e que, interferir em eventos históricos importantes é ilegal e pode trazer consequências inesperadas para toda a humanidade.


Fonte: g1.globo.com
 
 
 Cidades brasileiras promovem Semana Nacional de Ciência e Tecnologia
A 12ª edição da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia começa hoje (19) e vai até o dia 25 em diversas cidades. O tema deste ano é Luz, Ciência e Vida e tem como base a decisão da Organização das Nações Unidas de proclamar 2015 o Ano Internacional da Luz. A ideia é destacar a importância da luz e das tecnologias ópticas no dia a dia do cidadão, assim como no futuro e no desenvolvimento das sociedades.

Coordenada pelo Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação, a semana conta com a colaboração de secretarias estaduais e municipais, agências de fomento, espaços científico-culturais, instituições de ensino e pesquisa, sociedades científicas, escolas, órgãos governamentais, empresas de base tecnológica e entidades da sociedade civil.

A proposta do evento consiste em aproximar a ciência e a tecnologia da população, promovendo atividades de divulgação científica em linguagem acessível e por meios inovadores, que estimulem a curiosidade e motivem a discussão das implicações sociais da ciência.

De acordo com o coordenador da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, Douglas Falcão, pelo menos 620 cidades já se cadastraram para receber atividades. A expectativa do governo é de que o número ultrapasse mil municípios, superando o total registrado no ano passado: 905 cidades.

Segundo Falcão, mais de 25 mil atividades já foram inscritas para o evento e a previsão é de que o número chegue a 120 mil ou mais, além de 2 mil instituições credenciadas. Em 2014, foram registradas 108 mil atividades inscritas e 924 instituições credenciadas.

“Gostaria de reforçar o convite para que a população em geral acesse o site da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, onde é possível encontrar a programação de todas as cidades. O evento não é só para professor e aluno. Qualquer pessoa curiosa gostará muito do que vai encontrar lá”, afirmou Falcão.


Fonte: ebc.com.br/
 
 
 Tecnologia a favor dos atletas brasileiros nas Olimpíadas 2016
Em uma Olimpíada, a comunicação é fator fundamental para que comissão técnica, atletas e organização otimizem seus trabalhos. Por isso mesmo, a utilização de tecnologia de ponta tornou-se uma das grandes preocupações do COB (Comitê Olímpico do Brasil) para garantir que todos os envolvidos nos jogos de 2016 possam trocar informações em tempo real, com a maior eficiência possível.

O COB conta, já há um ano, com o apoio da Cisco para prover soluções de comunicação e videoconferência (WebEx). Mas, agora, essa parceria deu mais um passo importante. A norte-americana está fornecendo para o Comitê uma estação de colaboração imersiva de última geração, primeira deste modelo a ser instalada no Brasil. a IX5000 possui três telas LCD de 70 polegadas, câmeras 4K de ultra definição e áudio com qualidade de cinema. Para o streaming em Full HD, é necessário uma conexão de 2 a 4 Mbps - nada extraordinário se comparado à realidade das bandas atuais.
Daqui, o Comitê poderá se conectar a outras 54 estações de vídeo colaboração, 30 câmeras HD de vídeo monitoramento, 200 vídeo fones, 25 switches de rede e cinco servidores, além de 200 pontos ligados ao WebEx e Jabber. As licenças, assim como todos os equipamentos, também foram cedidos pela Cisco para os próximos três anos, com possibilidade de renovação da parceria caso a empresa julgue que o COB esteja fazendo bom proveito da estrutura. 

“Estamos vivendo uma verdadeira revolução na gestão esportiva no país e o apoio de iniciativas como esta da Cisco contribui para atingirmos um patamar nunca antes alcançado em termos de organização das entidades esportivas. Estamos muito felizes em ter a oportunidade de utilizar equipamentos de alta qualidade fornecidos pela Cisco em prol do desenvolvimento do esporte nacional”, afirma o presidente do COB, Carlos Arthur Nuzman.
A sala de colaboração imersiva promoverá uma grande economia com custos de viagem - hoje, este orçamento está na casa dos 40 milhões de reais ao ano, que podem ser enxugados bastante com o uso da nova tecnologia cedida pela Cisco. "Essa economia pode representar o que investimos no Diego Hypólito e no César Cielo, por exemplo. É um dinheiro a mais para novos investimentos em atletas promissores", explica Marcus Vinícius Freire, diretor executivo de esportes do COB.

Tecnologia usada na prática


Os equipamentos de telepresença já são usados pelo COB há algum tempo. A diferença, agora, é a qualidade superior dos novos equipamentos. Quando a atleta Laís Souza acidentou-se nos EUA em 2014, seus exames já foram compartilhados com uma junta médica via teleconferência. No Panamericano de Toronto este ano, a videoconferência foi fundamental para a comunicação das 5 sub-vilas que contavam com a presença de brasileiros. "Sempre que estamos em mais de uma vila, a comunicação se torna uma questão mais complicada. Em Toronto, foram 1050 pessoas comunicáveis 24/7 através do WebEx. Isso representa não só uma economia, mas também uma mudança radical da cultura de trabalho", explica Marcus Vinícius. "Às 7 da manhã tínhamos uma reunião com representantes de todos os países envolvidos. Na sequência, tínhamos uma reunião com os times das 5 sub-vilas, também online, para que às 10h já pudéssemos nos encontrar. Ao longo do dia, temos a central de controle para coordenar a movimentação da delegação. Todos têm celular com chip e, assim, é possível saber a localização de todos. Se acontece algum problema, podemos ativar o carro ou a pessoa que estiver mais perto da ocorrência e esse tipo de tecnologia consegue nos ajudar bastante nessa questão".

De acordo com Marcus, em Toronto, mais pessoas puderam trabalhar diretamente com a equipe a partir da sede no Rio, sem necessariamente terem que viajar para o Canadá. "Não é um simples Skype: os atletas podem treinar a distância, os médicos podem acompanhar. Temos muitos treinadores e atletas fora do país e, com os novos equipamentos, podemos compartilhar informações e também apresentações", diz Marcus Vinícius. 
Além dos equipamentos de telepresença cedidos pela Cisco, o COB também conta com o apoio da Microsoft, que fornecerá smartbands e uma infraestrutura em Azure para cruzamento de dados. No banco de dados, há informações de todos os resultados dos atletas de todo o mundo ao longo dos últimos 76 anos e assim, é possível fazer um cruzamento para prever resultados. Por exemplo: é possível saber quem compete melhor de manhã ou à tarde, como se dá a queda de rendimento à medida que a idade daquele determinado atleta avança e como ele vem se desenvolvendo nos últimos meses. Assim, é possível fazer um planejamento esportivo para otimizar os resultados dos atletas - e também definir quem tem mais chances de medalha e, por isso, quem deve levar maiores investimentos. A responsável por fazer este trabalho no COB é a ex-jogadora de vôlei de praia Adriana Behar, que ocupa o cargo de gerente geral de planejamento esportivo na entidade. "Eu vou receber informações em tempo real dos atletas, que usarão a Microsoft Band. Tem algo alterado? Tem stress? Mudou algo? Então, eu posso entrar em contato com aquela pessoa pela video conferência, perguntar se está tudo bem e agir o quanto antes", explica. "A médio prazo, estamos discutido até mesmo o uso do Hololens para treinar virtualmente os atletas", acrescenta Helbert Costa, gerente geral de estratégia do COB.

O que esperar dos Jogos Olímpicos 2016?
"Se tivéssemos acesso às informações que temos hoje, a prata poderia virar ouro facilmente", comenta Behar. O Comitê Olímpico Brasileiro tem uma equipe de 22 profissionais para estudar a chamada "ciência do esporte". Fisiologia, bioquímica, nutrição, preparação mental, até meteorologia e geociência: tudo isso é jogado em um grande banco de dados para otimizar os resultados de cada atleta. "Com a inteligência esportiva e machine learning, conseguimos determinar o padrão do atleta vencedor. Dessa forma, conseguimos até estabelecer uma meta bastante possível para 2016, que é estar em 10º. lugar no quadro de medalhas. Nos Jogos de Londres ficamos em 20. lugar", explica Adriana.


Fonte: canaltech.com.br/
 
 
 Empresa lança software pioneiro para 'piloto automático' em carro elétrico
Programa usado em dois modelos do fabricante Tesla se orienta em estrada, muda de pista e ajusta velocidade conforme trânsito.

A fabricante americana de carros elétricos Tesla lançou uma atualização para o software de seus veículos que possibilita que os carros tenham um modo "piloto automático".
O carro não será totalmente independente, mas o novo software faz com que carro Model S e o novo Model X possam "automaticamente se orientar por uma estrada, mudar de pista e ajustar a velocidade em resposta ao trânsito" à sua volta.

O presidente da Tesla, Elon Musk, afirmou que o modo piloto automático foi criado para aumentar a confiança do motorista.
Mas Musk acrescentou que os motoristas que adotarem o novo software, disponibilizado na América do Norte a partir desta quinta-feira, devem ser cautelosos no uso do programa.

"Esperamos que (o carro) não atropele pedestres. (O software) Deve lidar bem com eles", afirmou Musk para jornalistas.
O presidente da Tesla já esclareceu que, se o carro se envolver em um acidente, o motorista ainda será responsabilizado.

"O motorista não pode abdicar da responsabilidade. Isto virá em algum momento no futuro", disse.

As informações sobre o uso do novo software em outras regiões do mundo serão atualizadas nas próximas semanas, dependendo de aprovação e regulamentação local.


Câmeras e sensores
O novo software da Tesla usa uma combinação de câmeras, radares, sensores e dados de mapeamento para determinar a posição do carro e como deve ser a navegação.

Quando o carro tiver chegado ao destino, poderá escanear o espaço disponível e estacionar sozinho.

Diferente dos projetos do Google, que visam um veículo totalmente autônomo, o plano da Tesla é gradualmente fazer com que o software assuma funções que antes eram do motorista.

Atualmente existem limitações ao software que, segundo Musk, serão resolvidas.

"Se há muita neve será mais difícil o sistema funcionar, então é melhor ter cautela. Essencialmente é como uma pessoa - como uma pessoa pode descobrir que rota deve pegar. Com o tempo, será melhor que uma pessoa", disse.

"No longo prazo será muito melhor que uma pessoa. Nunca fica cansado, nunca bebe nada, nunca está discutindo com outra pessoa dentro do carro. Não tem distrações."

Outros fabricantes de carro, como a BMW e a Volvo, também estão desenvolvendo e implementado funções que concedem graus de autonomia a seus carros.

E o carro totalmente automatizado da Google já percorreu mais de 1,6 milhão de quilômetros, a maior parte na Califórnia.


Fonte: g1.globo.com
 
 
 Atraso na indústria brasileira atinge em cheio a tecnologia
Se na crise a preocupação é com a sobrevivência, elas perdem em eficiência e competitividade

A indústria brasileira está ficando para trás no que se refere à tecnologia. Enquanto 53,8% das indústrias no mundo pretendem investir em segurança da informação, essa média no Brasil é de 46,2%. Enquanto o armazenamento em nuvem já é uma realidade para 55,4% das empresas estrangeiras em questão, no Brasil ele está apenas em 25%, e 50% dos industriais brasileiros não pretendem investir nessa ferramenta. Os dados são da pesquisa Monitor realizada no primeiro semestre deste ano pela auditoria RSM, com 1.660 dirigentes de indústrias em 14 países.

“As indústrias brasileiras, com a crise, estão dirigidas para a própria sobrevivência. Mas com isso, estão ficando obsoletas perdendo em eficiência e competitividade”, afirma o dirigente do Sindicato das Empresas de Informática de Minas Gerais (Sindinfor-MG), Rodrigo Fernandes, que também é sócio da Eteg Technology.

Para Fernandes, a indústria ainda tem uma visão imediatista e muito voltada para custos. “O que os clientes nos dizem é que se a tecnologia não é segura, fácil de usar e cortar custos, trazendo benefício financeiro rápido, nem adianta apresentar proposta”, conta o empresário.

Com isso, algumas oportunidades não são aproveitadas, segundo Fernandes. O armazenamento em nuvem é uma delas. “A maioria dos servidores físicos, dentro das empresas, são menos seguros e eficientes do que a nuvem. E os custos acabam sendo menores. Sem dúvida, não utilizar a dúvida é perder uma boa oportunidade para a indústria”, avalia.

Fernandes, porém, lembra que a falta de utilização da tecnologia pode acontecer por falta de produtos desenvolvidos especificamente para as indústrias brasileiras ou falta de diálogo entre as empresas de tecnologia e os industriais. “Recurso não falta, talvez falte sentar à mesa e apresentar as vantagens. As Federações das Indústrias como a Fiemg ajudam nesse processo”, diz.

Segurança. Quando o quesito é segurança da informação, a cultura brasileira não ajuda. “Nunca achamos que vai acontecer com a gente. E não tem jeito, as empresas são feitas e lideradas por pessoas, isso acaba influenciando na decisão de investimento”, analisa o professor de segurança da informação do Instituto de Gestão em Tecnologia da Informação (IGTI), Paulo Gontijo.

“Temos uma cultura, e isso acontece no resto do mundo também, de só tomar uma atitude quando acontece algum problema muito grande. É comum investimentos em segurança da informação acontecerem depois de alguma invasão e prejuízos decorrentes”, diz.

Entre os problemas mais comuns que a segurança da informação tenta evitar, Gontijo cita a paralisação das atividades, “principalmente em linhas de produção informatizadas” e o risco de vazamento de informações, entre eles, dados de clientes e funcionários. 

Legislação
Rigidez. O especialista Paulo Gontijo lembra que o setor bancário e as empresas de capital aberto são regulados com uma legislação rígida no que se refere à segurança da informação.

Hackers do bem ajudam a prevenir ataques a empresas

Quando uma empresa já tem uma cultura de investir em segurança da informação e segurança cibernética, costuma contratar os serviços de hackers éticos ou “white hat”, que tentam invadir as máquinas utilizadas pela organização e apontar falhas nos sistemas de segurança.

“Essa é uma realidade bem específica das grandes empresas” pondera o professor de segurança da informação do Instituto de Gestão em Tecnologia da Informação (IGTI), Paulo Gontijo. Ele afirma, porém, que no Brasil já existe um mercado consolidado para esses profissionais.

“Eles trabalham como consultores, realizando testes de penetração e de invasão. A equipe interna, que cria a estrutura de segurança da empresa, seja uma indústria ou não, é bem maior e mais cara”, explica Gontijo. 

Fonte: otempo.com.br
 
 
 Nova tecnologia ajuda a encontrar bagagem no aeroporto
Serviço da ReboundTag procura a mala nos bancos de dados de itens extraviados em todo o mundo

Uma nova tecnologia acaba de chegar ao Brasil e promete causar uma transformação em aeroportos: o ReboundTAG. Com ele, as pessoas podem identificar rapidamente onde está a bagagem caso ela tenha sido extraviada.

Em tese, é o fim da dor de cabeça dos usuários ao perder as malas durante uma viagem. O funcionamento é muito simples. É instalado um QR Code na bagagem da pessoa. Se a mala for perdida, quem a encontrar irá apenas realizar uma leitura do código com o smartphone e, em seguida, já identificará o dono. Este, por sua vez, irá receber um SMS e um e-mail, sendo informado de onde ela está.

A tecnologia oferece ainda o sistema de Busca Ativa. É um acordo entre a ReboundTAG e a empresa que efetua gestão de bagagens. O sistema procuraria a mala nos bancos de dados de itens extraviados em todo o mundo. Assim, companhias aéreas teriam uma redução significativa das bagagens que permanecem em seus depósitos, entregando-as imediatamente aos seus donos.

"Basta ao usuário, em vez de preencher as informações dos antigos identificadores físicos presentes nas malas, cadastrar-se no site da ReboundTAG e colocar a etiqueta em sua bagagem, sem ter de se preocupar-se com uso de pilhas e outros inconvenientes", comenta Leon Knopfholz, diretor comercial do Projeto Mala Segura e que distribui a tecnologia no Brasil.

Neste primeiro momento, a tecnologia será oferecida ao mercado corporativo formado por Companhias Aéreas, Operadoras e Agências de Turismo, Seguradoras, Hotéis, Grandes Organizações.

A ReboundTAG pode ser customizada com a logomarca de qualquer empresa para oferecer comodidade e segurança para seus clientes.

Fonte: revistapegn.globo.com
 
 
 Apple é condenada por copiar tecnologia criada por universitários
A Justiça do estado de Wisconsin, nos Estados Unidos, declarou a Apple culpada por utilizar uma tecnologia patenteada por uma universidade local sem permissão. A empresa pode ser obrigada a pagar quase US$ 1 bilhão como indenização.

A patente em questão, registrada em 1998 pela Universidade de Wisconsin-Madison, descrevia um processo para aprimorar a eficiência de processadores de dispositivos móveis. A mesma tecnologia foi usada pela Apple na produção dos chips A7, A8 e A8X, presente nos iPhones 5s, 6 e 6 Plus, além de alguns modelos de iPad.

O tribunal responsável pelo caso ainda precisa definir exatamente a extensão dos "danos" causados pela Apple e, assim, calcular a quantia que a empresa deve à universidade. A exigência inicial registrada nos autos é de US$ 860 milhões.

Paralelamente, a Apple enfrenta um outro processo por utilizar a tecnologia "roubada" também na produção dos chips A9 e A9X (das novas gerações do iPhone e do iPad). Se for condenada, as despesas da empresa com indenizações podem superar a marca do US$ 1 bilhão.

Fonte: olhardigital.uol.com.br/
 
 
 Twitter anuncia demissão de até 336 funcionários e reestruturação
Encargos ficarão em US$ 20 milhões, segundo o CEO, Jack Dorsey.
'Vamos ajudar a conseguir um novo emprego', escreveu ele.

A rede social Twitter anunciou nesta terça-feira (13) que vai demitir 336 funcionários, o que corresponde a 8% de seus efetivos totais, dentro de um plano de reestruturação e economia.

Estes cortes, anunciados depois da confirmação como CEO do cofundador Jack Dorsey, custarão até US$ 20 milhões em função dos encargos trabalhistas, explicou o Twitter em um documento da bolsa.

"Tivemos de tomar esta decisão extremamente difícil: pretendemos demitir até 336 pessoas em toda a companhia. Nós vamos fazer isso com o máximo de respeito por cada uma delas", escreveu Dorsey.

"O Twitter irá até onde for preciso para cuidar de cada indivídulo, garantindo generosos pacotes de saída, e para ajudar a conseguir um novo emprego. Vamos aproveitar este momento para expressar nossa gratidão por todos aqueles que estão nos deixando. Vamos honrá-los fazendo o nosso melhor para servir todas as pessoas que usam o Twitter".

A companhia está trabalhando para retomar o crescimento após resultados em julho mostrarem um aumento mais lento da média de usuários mensais desde que a companhia abriu capital em 2013. A empresa publicará resultados de terceiro trimestre em 27 de outubro.

Fonte: g1.globo.com
 
 
 Game inspirado em Minecraft é principal lançamento da semana
'Minecraft: Story Mode' cria história para universo do game de blocos.
Expansão do RPG 'The Witcher 3' também é destaque nesta terça (13).

"Minecraft" sempre dependeu da criatividade dos seus jogadores para contar suas histórias. Mas da parceria entre o estúdio Mojang e a Telltale Games, responsável por "The Walking Dead" e "Game of Thrones", nasceu "Minecraft: Story Mode", um "Minecraft" com história cujo primeiro episódio é um dos lançamentos de destaque da semana.


Também chegam nesta terça-feira "Hearts of Stone", primeira expansão do RPG "The Witcher 3", e uma edição especial do game de aventura inspirado nos filmes "De volta para o futuro". E quem tem Wii U também pode contar com uma nova aventura do dinossaurinho Yoshi, "Yoshi's Woolly World".


'Minecraft' com história
"Minecraft: Story Mode" traz para o universo do game de construção com blocos os pretextos de jogos da Telltale: histórias com múltiplas escolhas e distribuição em formato de episódios. O jogo conta a história de um grupo de amigos que, diante de uma ameaça destruidora, deve se unir para salvar o mundo.

Nessa mesma linha de games "adventure", esta semana tem outros dois destaques. O primeiro é "Back to the Future: The Game - 30th Anniversary Edition", relançamento do game inspirado em "De volta para o futuro" para PlayStation 4 e Xbox One. E o segundo é "Goosebumps: The Game", um jogo aponte-e-clique baseado nos livros de terror de R.L. Stine.

Mais bruxarias
Já gastou algumas centenas de horas em "The Witcher 3"? Então prepare-se para gastar mais com "Hearts of Stone", primeira expansão do RPG da CD Projekt Red. O pacote traz mais de 10 horas de partida e mostra o bruxo Geralt se aventurando em uma nova área para derrotar o bandido Olgierd von Everec, um homem imortal.

O extra pode ser comprado separadamente ou junto do passe de temporada de "The Witcher 3", que será concluído na primeira metadae de 2016 com o lançamento da segunda expansão, "Blood and Wine".


Veja os games que serão lançados nesta semana:
13/10: "Minecraft: Story Mode - Episódio 1" (PS4, Xbox One, Xbox 360, PS3, PC)
13/10: "Back to the Future: The Game - 30th Anniversary Edition" (PS4, Xbox One, Xbox 360)
13/10: "The Witcher 3: Hearts of Stone" (PS4, Xbox One, PC)
13/10: "Dragon Quest Heroes" (PS4)
13/10: "Wasteland 2: Director’s Cut" (PS4, Xbox One)
13/10: "Goosebumps: The Game" (PS4, Xbox One, Xbox 360, PS3)
13/10: "The Talos Principle" (PS4)
15/10: "Broforce" (PC)
16/10: "Yoshi's Woolly World" (Wii U)
16/10: "WRC 5" (PS4, Xbox One, Xbox 360, PS3, PS Vita, PC)


Fonte: g1.globo.com
 
 
 Dez celulares que eram top quando você era criança
Os celulares tops de linha atuais têm leitor de digitais, tela que mede pressão dos dedos, câmeras com mais de 10 megapixels e sistemas operacionais inteligentes. Mas nem sempre foi assim e os mais velhos sabem disso. Nos já remotos anos 90, um display que mostrava o número de quem ligava, como o do Motorola PT-550, era algo fantástico.

Os antigos “tijolões” não tinham muitos recursos, mas fascinavam com suas funcionalidades até então inovadoras e jogos viciantes, como o Nokia 5120 e o jogo da cobrinha. Confira abaixo uma seleção com dez aparelhos que eram de última geração quando você era criança e se lembre de como eram os celulares antes da transformação em smartphones.


1. Motorola PT-550 (1990)
Quem nasceu na década de 80 provavelmente vai se lembrar do Motorola PT-550. O primeiro celular vendido no Brasil chegou por aqui em 1990 e logo ganhou o apelido de “tijolão”, graças aos seus 348 g e 22,8 cm de altura. Também conhecido como MicroTAC 550, ele vinha com o até então inovador flip para proteger as teclas e estava disponível nas cores cinza claro e cinza escuro.
Câmera? Armazenamento? Esqueça tudo isso. Ele só tinha identificador de chamada e agenda telefônica. A bateria também não apresentava um desempenho muito impressionante: 2 horas de conversação e 15 horas em stand-by.
Apesar das especificações que agora parecem irrisórias, na época a tecnologia custava caro. O Motorola PT-550 era vendido a cerca de US$ 3 mil lá fora, uma pequena fortuna pela qual só podia pagar quem era rico (ou quase isso).


2. Motorola DPC650 (1995)
Cinco anos mais tarde a Motorola lançaria o DPC650, outro integrante da família MicroTAC. Muito mais leve que o irmão mais velho, ele pesava 221 g – nada demais considerando os 192 g do iPhone 6S Plus, por exemplo.
Sua bateria de níquel metal hidreto tinha autonomia um pouco melhor, aguentando as mesmas 2 horas de conversação, mas 36 horas em espera. O design também era do tipo flip, que dividia a frente do aparelho com o display monocromático e as 22 teclas.
O manual do usuário destacava como “características excepcionais” o suporte multilíngue, os nove toques de campainha selecionáveis, o contador de tempo de ligação e a possibilidade de definir chamadas prioritárias. A agenda tinha espaço para 20 contatos.


3. Motorola StarTAC (1996)
Lançado em 1996, o Motorola StarTAC é considerado por muitos o primeiro celular a se preocupar com o design. Ele inaugurou o estilo clamshell (também conhecido como concha) e pesava apenas 88 g, o que o tornava o aparelho mais portátil da época.
Mas seu pioneirismo não parou por aí. O telefone também foi o primeiro a ter modo vibração, até então usado apenas nos pagers. Outra característica marcante era a capacidade de plugar uma segunda bateria, dobrando o tempo de conversação.
Seus recursos incluíam envio e recebimento de SMS, funcionalidade incomum nos celulares de então – e que mesmo no StarTAC só foi adicionada nos modelos digitais, lançados mais tarde. Somando todos as versões, cerca de 60 milhões de unidades do aparelho foram vendidas.


4. Nokia 5120 (1998)
O Nokia 5120 era um telefone que operava com a extinta tecnologia TDMA. Ele é lembrado principalmente por ser um dos primeiros a vir com o “Snake”, conhecido no Brasil como “o jogo da cobrinha”. O game só era possível graças a uma outra novidade para 1998, o ano de seu lançamento: uma tela “grande” de 5 linhas e 84 x 48 pixels de resolução.
O corpo com design em barra media 48 x 132 x 31 mm e pesava 170 g. Nada apelativo ou muito diferente para a época, não fosse pelo fato de o modelo ser o primeiro com carcaças frontal e traseira com diferentes cores e intercambiáveis. A antena fixa completava o visual do aparelho.
O celular conseguia enviar SMS (até 160 caracteres), guardava até 100 números na agenda, tinha chamada em espera, alarme, calculadora e uma impressionante lista de chamadas perdidas/recebidas/realizadas. A bateria de NiMh tinha capacidade de 900 mAh, suportando até 3 horas e 15 minutos de conversa e até 200 horas em espera.


5. Nokia 3310 (2000)
Foi com o Nokia 3310, porém, que o jogo da cobrinha se tornou uma febre. O lançamento de 2000 até vinha com três outros jogos – Pairs II, Space Impact e Bantumi -, mas nenhum deles alcançou a popularidade do Snake.
Mas não foi só por causa do game que o modelo da fabricante finlandesa vendeu cerca de 126 milhões de unidades. O Nokia 3310 tinha outros recursos diferenciais, como a previsão de texto T9 e a capacidade de baixar toques (monofônicos). Ele também tinha conversor de moeda, calculadora e cronômetro, além de enviar SMS.
Já com tecnologia GSM, o telefone ostentava uma tela de 84 x 48 pixels, pela qual era possível visualizar proteção de tela e papel de parede. Havia duas baterias: uma removível, de níquel metal hidreto, de 900 mAh e outra interna de íon-lítio, de 1.000 mAh. Ambas tinham autonomia de 2 horas e 30 minutos a 4 horas e 30 minutos de conversação.
O corpo muito resistente também rendeu fama ao Nokia 3310. Pesando 133 g, o aparelho possuía diversas opções de capas frontal e traseiras coloridas, que podiam ser montadas de acordo com o gosto do usuário.


6. Siemens A40 (2001)
Quem não se lembra do celular da Xuxa? Foi assim que o Siemens A40 ficou conhecido por aqui, graças a uma versão especial comercializada pela Oi que vinha com cores e desenhos voltados para crianças e adolescentes, além da assinatura da apresentadora de TV. O “Oi Xuxa” tinha serviços de SMS de piadas e horóscopo, ringtone da música “Ilariê” e mensagem de voz gravada pela apresentadora, mas não apresentava nenhuma alteração no hardware.
Em termos de funcionalidade, o A40 não se destacava particularmente. O modelo era um GSM dual-band que não contava com jogos ou despertador. Havia registro de chamadas – 10 posições para discadas e cinco perdidas, mas nenhuma para recebidas – e caixa postal. Apesar dos poucos recursos, o tamanho compacto (118 x 46 x 27 mm), leveza (122 g) e preço acessível tornaram-no um sucesso de vendas no Brasil.


7. Nokia 1100 (2003)
O inconfundível teclado de silicone do Nokia 1100 marcou uma geração. Ele dividia espaço com um ecrã monocromático de 96 x 65 pixels, além da saída de áudio. O 1100 foi lançado em 2003 e, assim como os demais modelos da Nokia, já vinha com o clássico Snake.
A possibilidade de mudar as capas traseira e frontal também estava presente neste aparelho, que pesava apenas 86 g e tinha 106 x 46 x 20 mm de dimensões. Nada de câmera ainda; o avanço tecnológico mais significativo estava no material da bateria, já fabricada com íon-lítio (850 mAh).


8. Motorola RAZR V3 (2004)
Foi em 2004 que a Motorola lançava o icônico RAZR V3, logo alçado ao posto "sonho de consumo". O sucesso do aparelho foi motivado em grande parte pelo seu design. Fino, com duas telas coloridas e um teclado prateado imitando aço escovado, o telefone fashion passou das 130 milhões de vendas e deu origem à linha Razr.
Os displays chamavam atenção também pelo tamanho e resolução. O principal tinha 2,2 polegadas e 176 x 220 pixels, enquanto o visor frontal era de 96 x 80 pixels. Como o visual era seu principal apelo, o V3 ganhou rapidamente duas versões rosa, uma mais clara e outra “pink”, em adição aos modelos prata e preto.
Mas não só de aparência viveu o V3. Ele trazia conexão com Internet via WAP, permitindo enviar e-mails, além de SMS e MMS. A presença de uma câmera VGA (640 x 480 pixels) também abriu novas possibilidades aos usuários, que podiam inserir fotos dos contatos na agenda para identificar melhor as ligações.
Outras características até então raras eram as conectividades Bluetooth e mini USB. Fora isso, ele reproduzia MP3 e MP4, tinha compositor de toques, permitia baixar sons polifônicos e dispunha de 5,5 MB de armazenamento.


9. Sony Ericsson K750 (2005)
Um ano depois a Sony Ericsson lançou o K750, outro celular com formato barra que fez a cabeça dos brasileiros. A tela TFT de 1,8 polegadas tinha 176 x 220 pixels de resolução, dividindo espaço com o teclado físico nos seus 10 cm de altura por 4,6 cm de largura.
Seu grande atrativo era a “poderosa” câmera de 2 megapixels com flash LED e focagem automática, que ainda fazia captura de vídeo. Outra novidade presente no Sony Ericsson K750 era a entrada para cartão Memory Stick Duo Pro, que podia estender os originais 38 MB de espaço interno para até 2 GB.
Ele vinha ainda com navegador WAP 2.0, Bluetooth, infravermelho, rádio FM e permitia fazer download de jogos e músicas. A bateria já era de íon-polímero, com capacidade de 900 mAh, que permitia até 9 horas de conversação.


10. Sony Ericsson W200 (2007)
O Sony Ericsson W200 apostou na vocação para o áudio e foi considerado um celular-walkman. Com 27 MB de espaço interno mais 2 GB no cartão de memória, o telefone foi anunciado como uma alternativa ao MP3 player, contando com um botão dedicado que levava o usuário direto para o menu musical. É claro que ele tinha rádio FM, e permitia inclusive definir as 20 estações favoritas.
As demais especificações incluíam tela de 1,8 polegadas com resolução de 128 x 160 pixels, câmera VGA, navegador WAP 2.0, gravador de voz e editor de fotos. Curiosamente, o Sony Ericsson W200 não apresentava Bluetooth, fazendo com que o compartilhamento de músicas tivesse que ser feito via cartão de memória ou infravermelho.


Fonte: techtudo.com.br
 
 
 Nostalgia brinquedos tech dos anos 80 e 90 que estão de volta
Nostalgia: brinquedos tech dos anos 80 e 90 que estão de volta

Lembrar da infância dá uma certa nostalgia e a primeira coisa que vêm à cabeça são os brinquedos e jogos de antigamente. Quem nunca cantarolou com "O Meu Primeiro Gradiente" ou ficou com os dedos doendo de tanto jogar Pac-Man que atire a primeira pedra! Sonhos de consumo que garantiam a diversão nos anos 80 e 90 estão de volta e as “crianças” com mais de 25 anos vão se divertir com os pequenos de hoje em dia. 

Confira a lista que o TechTudo preparou com os brinquedos tech mais nostálgicos:

O Meu Primeiro Gradiente
O design continua o mesmo, mas as funções… O Meu Primeiro Gradiente era objeto de desejo das crianças nas décadas de 1980 e 1990. A primeira versão do brinquedo vinha com entrada para fita cassete, botões de controle pausa, avançar, parar e retroceder e um microfone. Agora a versão high-tech possui display de LCD, entradas USB para pendrive (vem acompanhado de um com 8 cantigas) e um microfone e rádio FM. Além disso, é compatível com MP3, possui entradas para fones de ouvido e conector mini USB e cabo para conectar a computadores e transferir as gravações. A memória interna é de 128 MB para gravação e 512 MB para pendrive.
O brinquedo permite gravar músicas, ouvir e cantar com rádio FM e até criar efeitos de voz. As crianças também podem cantar em dupla, pois possui entrada para dois microfones. E ainda é possível tirar a voz do cantor para gravar a sua voz junto somente com a melodia. O brinquedo funciona alimentação de 6 pilhas AA ou em fonte de energia.


Gradiente MPG 2C
Aproveitando o enorme sucesso do gravador, a Gradiente lançou a câmera MPG 2C. Colorida e com sensor de apenas 2 megapixels, o brinquedo é ideal para os pequenos fotógrafos. Além disso, é possível gravar vídeos com áudio em formato AVI de 320 x 240 pixels. A câmera também oferece ferramentas para edição de imagens, como molduras, carimbos, cortar, distorção de rosto e até jogos!
O brinquedo funciona com pilhas AA, a memória interna é de 256 MB e possui entrada para cartões de memória de até 16 GB. A MPG 2C vem acompanhada de um cabo áudio e vídeo para exibição das imagens na TV e um cabo USB para transferir as fotos para o computador.


Genius
O Genius foi o primeiro brinquedo eletrônico comercializado no Brasil. Chamado de “o computador que brinca”, virou febre entre as crianças nos anos 1980 e agora ele está de volta! Com um design repaginado, mas sem fugir do tradicional formato de disco, ele emite sons e acende os painéis de cor e o jogador tem que repetir a sequência dada pelo brinquedo sem errar. São três jogos diferentes e quatro níveis de dificuldade. Uma competição divertida para quem tem boa memória.


Perfil
Saudades dos jogos de tabuleiro? Quem se lembra do Perfil vai adorar saber que agora existe uma versão digital gratuita para dispositivos móveis Android, iOS e Windows Phone. Com opção de jogar sozinho ou em turma, como antigamente, o jogo da Crow traz charadas sobre um lugar, coisa, pessoa ou ano. O aplicativo tem exatamente as mesmas regras do jogo de tabuleiro e traz versão gratuita e pagas.


Master System
O Master System ataca novamente! A nova versão do videogame apresenta um design moderno e atraente, mas sem esquecer o tradicional tom azul escuro e a estampa do memorável porco-espinho Sonic no console com dois joysticks ergonômicos.

Esqueça os antigos cartuchos de jogos, o Master System Evolution conta com 132 jogos com classificação livre na memória incluindo os clássicos como Alex Kidd , Sonic the Hedgehog, Axe, Hang On e Altered Beast.


Mega Drive
O Mega Drive voltou em versão portátil. O videogame foi sucesso há mais de 20 anos e volta para fazer a alegria das crianças e dos adultos de hoje. São 20 jogos na memória incluindo os clássicos, como o Sonic, California Games, Castle of Illusion e Mortal Kombat. E ainda conta com entrada para o MD CARD GAME para jogar mais jogos.
O game tem tela de LCD de 2,8 polegadas e bateria interna recarregável com, aproximadamente, 5 horas de duração. Acompanhado de um cabo de áudio e vídeo é possível jogar na TV.


Furby
O Furby foi lançado no final da década de 1980 e foi sucesso de vendas. O brinquedo eletrônico é um “robô fofo” que interage com as crianças. A nova versão vem com um aplicativo para os pequenos cuidarem do seu Furby: dando comida, banho, fazendo cócegas e brincando e jogando com ele. E ainda, o Furby Boom pode criar ovos! Choque-o para nascer um Furbling, uma pequena e divertida criaturinha virtual. Além da cor tradicional azul, o brinquedo está disponível em outras diversas cores e estampas.


Tamagotchi
O bichinho virtual que era mania entre as crianças na década de 1990 voltou em forma de aplicativo para Android. O jogo é não deixar o Tamagotchi morrer e para isso é preciso alimentá-lo, dar banho e brincar com ele. E agora, o usuário pode obter templates especiais para o jogo. 


Games viraram aplicativos
Os jogos clássicos que fizeram a cabeça da garotada também estão de volta. Um deles é o saudoso Pac-Man. Antes jogados nos fliperamas e no Atari , agora podem ser baixados nos smartphones. O aplicativo do jogo está disponível para Android, iOS e tem versão até para computador Windows.


Outro jogo clássico do Atari que voltou em forma de aplicativo é o Enduro. Game de 1983, produzido para o Atari, está disponível para Android e iOS.

O popular jogo da cobrinha, Snake'97, presente nos celulares Nokia no final da década de 1990 também virou aplicativo. O app desenvolvido pelo mesmo criador da versão antiga está disponível para Android, iOS e Windows Phone.

O tradicional jogo de lógica e raciocínio Tetris também está de volta nos smartphones Android, iOS e Windows Phone. No jogo, o jogador deve empilhar cubos e encaixar em linhas contínuas em uma base sem falhas.

E quem não se lembra do jogo Space Invaders do Atari? Sentiu saudades em destruir ondas de naves com um canhão a laser para ganhar o maior número de pontos possíveis? Agora você já pode baixar o jogo no seu celular. O aplicativo está disponível para Android e iOS.


Fonte: techtudo.com.br
 
 
 Dell anuncia a maior aquisição da história da tecnologia
A Dell acaba de anunciar a aquisição da EMC, empresa de armazenamento de dados. O negócio foi oficializado nesta segunda-feira,12, por US$ 67 bilhões, e deve combinar o domínio da EMC no mercado de armazenamento com a participação da compradora na área de dispositivos.

De acordo com a agência Blooomberg, esta é a maior aquisição já feita no mercado de tecnologia. O montante representa um aumento de 28% nas ações em relação ao dia 7 de outubro, quando o processo de compra era desconhecido.

O negócio vinha sendo discutido diretamente entre os CEOs Michael Dell e Joe Tucci, da EMC. Apenas alguns executivos da Dell foram consultados, mas o plano foi descoberto e informações começaram a aparecer na imprensa no último domingo, 11.

A EMC produz sistemas de armazenamentos de dados, segurança da informação e computação e possui 70 mil funcionários em todo o mundo. No ano passado, a companhia obteve uma receita de US$ 24,4 bilhões.


Fonte: olhardigital.uol.com.br
 
 
 Pai do Android acha que o futuro da tecnologia não é o mobile
Andy Rubin, o "pai do Android", acredita que o futuro da tecnologia não está nos dispositivos móveis. Em um discurso feito nesta semana na Califórnia, Estados Unidos, ele revelou que acredita que a nova plataforma de comunicação não deve ser como conhecemos. "O mobile ainda não está indo embora. Mas acredito que em algum ponto do futuro - não nos próximos 10 ou 20 anos - alguma forma de inteligência artificial, por falta de termo melhor, será a próxima plataforma de comunicação. 

Rubin criou o Playground, um fundo de capital de risco e incubadora que tem como objetivo descobrir qual é a próxima grande coisa, "o que irá além do celular ou do tablet", segundo o desenvolvedor. "Quando você gastar todo o seu tempo interagindo com a tela, você tem que começar a pensar em coisas que não têm uma tela", explicou.

O desenvolvedor aposta ainda que a nova tecnologia será capaz de recolher e analisar todas as informações geradas por dispositivos conectados.


Fonte: olhardigital.uol.com.br/
 
 
 Projeto que une cultura e tecnologia discute ideias para o museu do século 21
Concebido com o propósito de estabelecer pontes entre a cultura, a arte e a tecnologia, o projeto Sesi Cultura Digital abriu hoje (7), no Museu de Arte do Rio (MAR), na revitalizada Praça Mauá, sua terceira edição, que vai até o próximo domingo (11). É a primeira vez que o evento é feito em um museu e a escolha do espaço está relacionada ao próprio tema desta edição: como devem ser essas instituições no século 21.

Feita na Escola do Olhar, o amplo espaço do MAR dedicado à integração entre arte e educação, a programação terá palestras, debates, workshops, performances audiovisuais e uma maratona hacker. Todas as atividades são gratuitas.

Na abertura do evento, no início da noite desta quarta-feira, o público pôde assistir a uma apresentação do artista digital Henrique Roscoe, que com um instrumento que ele mesmo construiu, propõe uma reflexão sobre o aquecimento global. Apesar das performances, o Sesi Cultura Digital não se propõe a ser um espaço expositivo de obras artísticas. “A arte entra no evento como tema de aprendizado, de como usar a tecnologia na criação de obras”, explica o coordenador do projeto, Ivan Pinto.

Segundo Pinto, o objetivo é discutir o impacto da inovação em todo o panorama da aprendizagem, a começar pela educação formal.  Esse é o tema em debate amanhã (8), a partir das 17h, quando os educadores Cláudio Sassaki, da Geekie, e Anna Penido, do Instituto Inspirare, vão mostrar como a crescente dependência dos meios digitais vêm alterando a relação aluno-professor e as diversas possibilidades de construção de conhecimento. Na sexta-feira (9), a programação será dedicada à cultura maker, isto é, o fazer com as próprias mãos.

“A tecnologia hoje permite à pessoa criar ou customizar seu próprio instrumento de trabalho, adaptando-o ao tipo de serviço que deseja executar. É o caso, por exemplo, das impressoras 3D. Muitas coisas poderão ser criadas em casa, em vez de compradas em uma loja”, diz Pinto. Os participantes do Sesi Cultura Digital terão a oportunidade de aprender, por exemplo, sobre a criação e a prototipagem de projetos de eletrônica que podem ser aplicados em automação residencial.

No sábado (10), o evento vai tratar, especificamente, do tema Museu do Século 21. “Vamos discutir as novas maneiras de disponibilizar os acervos dos museus na internet, que não sejam apenas uma galeria de fotos das obras e o uso das novas tecnologias para produzir conteúdo”, diz o coordenador do projeto.  As questões que envolvem o conceito do que deve ser um museu nos dias de hoje, em que já não basta popularizar o acesso a essas instituições, serão debatidas a partir das 10h30 pelos especialistas Luiz Marcelo Mendes, Daniel Morena, Felipe Lavignatti e André Deak, os dois últimos realizadores do projeto Arte Fora do Museu.

Para encerrar o evento, a programação do domingo (11) é voltada para o público infantil. Na véspera do Dia das Crianças, os pequenos poderão participar, junto com os pais, de atividades de robótica e construção de bonecos animados.

Durante todos os dias do Sesi Cultura Digital, uma atividade competitiva movimento o evento, a Hackathon (maratona hacker). A competição reúne grupos de artistas e inventores, que concorrem a prêmios de R$ 10 mil, R$ 8 mil e R$ 6 mil, respectivamente, para primeiro, segundo e terceiro colocados. Este ano o desafio é desenvolver aplicativos, jogos ou dinâmicas que ajudem a enriquecer a experiência de visitação a espaços culturais.

“O hacker aqui é no bom sentido da palavra. São as pessoas, a cultura das pessoas que tem a curiosidade de criar coisas novas no campo digital. Os 50 participantes têm total liberdade de criação, de formar seus grupos para criar soluções digitais para o museu do futuro”, diz Ivan Pinto.

A programação completa do evento está disponível no site www.firjan.com.br/sesiculturadigital .

Fonte: ebc.com.br
 
 
 Internet do celular vai ficar mais rápida graças à nova tecnologia do Google
Se depender da gigante de tecnologia, chega de "agora não consigo ver, estou no celular"

SÃO PAULO – Os celulares e tablets representam uma fatia cada vez maior do tráfego nos principais sites do mundo. A dinamização e a portabilidade contam a favor, mas a experiência de leitura pela internet móvel ainda é muito inferior ao desktop: ao sair de um aplicativo como o Whatsapp ou o Facebook para abrir uma notícia, por exemplo, o usuário pode encontrar dificuldades e até desistir da leitura. Por pouco tempo, se depender do Google.

A tecnologia Accelerated Mobile Pages (AMP) promete melhorar a experiência de links externos a aplicativos utilizando uma ferramenta que otimiza o carregamento das páginas ao utilizar menos scripts e elementos ocultos. “Se o conteúdo for rápido, flexível e bonito, incluindo anúncios atrativos e eficientes, podemos preservar o modelo de publicação da open web e o fluxo de renda tão importante para a sustentação das publicações de qualidade”, diz a página do projeto.

Mas como funciona?
A ideia é que as próprias publicações utilizem a tecnologia em suas páginas, sem dar trabalho algum ao leitor: no anúncio oficial do lançamento feito pelo Google há uma lista de parceiros noticiosos que inclui a Editora Abril, Editora Globo, Folha de São Paulo, UOL, BBC, The Economist, El País, Financial Times, The Guardian, New York Times, entre muitos outros.

Essas páginas serão convertidas a uma nova modalidade de HTML, o “AMP HTML”, que abre páginas com menos elementos ocultos – aqueles que não são vistos pelo usuário, mas dificultam o carregamento. A nova modalidade será lançada em código aberto ainda nesta quarta-feira (7): para atingir o usuário, basta que as páginas sejam programadas com essa linguagem. Os publicadores mais famosos deverão ser atualizados para atender à demanda: inclusive o WordPress já aderiu.

Outra ferramenta apresentada, compatível com o AMP, é o armazenamento de cache. Ele funciona gravando cópias das páginas no próprio servidor do Google, que possui uma entrega mais rápida. Os sites podem usar gratuita e ilimitadamente esse recurso, mas também podem escolher não aderir a ele.

Esse tipo de solução para a velocidade de navegação móvel já havia sido explorada pelo Facebook Instant Articles e pelo Apple News, mas com uma diferença: nas soluções da rede social e da maçã, o conteúdo migrava diretamente às mãos deles: a leitura era feita pelo app e não pela página da publicação. O ganho de velocidade proposto pelo Google é diferente porque não depende de nenhuma migração de conteúdo, só da adesão ao AMP HTML.

De acordo com o vice-presidente de engenharia para pesquisa do Google, David Besbris, que fez uma apresentação sobre o lançamento hoje, a ferramenta é “realmente importante” para os anunciantes: as páginas que utilizarem a nova tecnologia podem limitar algumas modalidades de publicidade, mas “fundamentalmente, elas são páginas da web – e podem monetizar através de anúncios como quaisquer outras”.


Fonte: startse.infomoney.com.br/
 
 
 Tecnologia verde controla praga nas flores
Técnica de combate com controle biológico diminui em 70% a aplicação de acaricidas em gérberas e crisântemos em SP

O ácaro-rajado é um dos maiores inimigos das flores e outras espécies de plantas, como o morango, pêssego, feijão e algodão. Para limitar os danos causados pela praga, os produtores muitas vezes precisam utilizar largamente vários tipos de acacaridas. “A aplicação constante do produto tem tornado as pragas mais resistentes. Alguns produtores de flores, por exemplo, têm obtido níveis de controle abaixo de 20%”, diz o Mário Eide Sato, pesquisador do Instituto Biológico, da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.

O Instituto Biológico realizou uma série de estudos junto a produtores de flores em Holambra e Arujá para avaliar a resistência dos ácaros que mais comumente atacam as flores. A partir dessas análises, realizadas em laboratório, foi desenvolvida uma tecnologia para combater o ácaro que prejudica as plantas. Foram selecionados ácaros-predadores, como o Neoseiulus califormicus, e o Phytoseiulus macropolis, que atacam apenas o ácaro-rajado. Essas espécies se alimentam de ovos de outros ácaros, além de ácaros jovens.

Com a técnica, já foi possível diminuir em 70% a aplicação de acaricidas em gérberas e crisântemos, em produtores do Estado de São Paulo. No caso de rosas e orquídeas, os resultados foram ainda mais promissores: a necessidade de utilização de produtos químicos para combater ácaros praticamente zerou, segundo o Instituto Biológico.

Mas não basta somente realizar a liberação dos ácaros-predadores em campo. É preciso fazer o momento correto para efetuar a operação. “Orientamos os produtores a liberar os predadores quando a infestação da praga está baixa, o que aumenta eficácia do controle biológico”, explica Sato.

As principais vantagens do método, segundo o Instituto Biológico, são o baixo impacto ambiental, a menor necessidade de aplicar produtos químicos e uma redução das horas de trabalho necessárias para o controle de pragas. Em geral, os trabalhadores rurais precisam passar por um treinamento para utilizar os acaricidas e, conforme o nível de infestação, pode ser necessário fazer três aplicações por dia em campo. “O controle biológico dos ácaros também propicia flores mais bonitas, que provocam mais impacto ao chegar ao mercado”, diz Sato.

Hoje, o Brasil possui cerca de 8 000 produtores de flores, que cultivam 3 000 variedades em aproxidamente 15 000 hectares totais de área. O setor gera 215 000 empregos. Em 2014, esse mercado movimentou cerca de R$ 5,7 bilhões.

Fonte: revistagloborural.globo.com
 
 
 Tecnologia da Microsoft quer levar Windows 10 a aparelhos Android
Depois da compra da Nokia e com o desenvolvimento da versão mobile do Windows 10, a Microsoft parece ter planos ousados para se reinventar nesse mercado – ou, pelo menos, mais ousados do que imaginávamos. A empresa já tinha mostrado interesse nos aparelhos Android, inicialmente por conta de uma parceria com a Xiaomi. Agora, uma patente surgida há alguns dias mostra que a companhia parece estar bem adiantada na tarefa de permitir que sua plataforma seja incluída – sem dificuldades – em celulares feitos para o sistema da Google.

Embora não haja nenhuma confirmação oficial por parte da Microsoft, o registro feito em março de 2014 e aprovado pelo USPTO no último dia 1º de outubro revela parte dos objetivos do projeto chamado “User Selectable Operating Systems” – algo como “Sistemas Operacionais Selecionáveis pelo Usuário”. Pelo que é possível conferir na documentação, a ideia é que uma ROM do Windows possa ser pré-instalada pelas fabricantes junto a diferentes versões do Android, trazendo o conceito de dual boot para o setor.

Com a tecnologia, esses softwares ficariam armazenados de uma forma compactada até que o consumidor ligasse o aparelho pela primeira vez. A partir daí, o usuário seria guiado pelo assistente de instalação, podendo escolher quais sistemas rodariam no produto – entre Windows e Android – e quais seriam deletados ao fim do processo para liberar espaço em disco. O recurso parece ser uma mão na roda para indecisos de plantão ou para simplesmente qualquer um que quer aproveitar as vantagens das duas plataformas – sem precisar comprar outro item.

A patente não deixa claro se a Microsoft já está em contato com as empresas que produzem esses dispositivos mobile, quais ROMs Android podem ser incluídas na brincadeira ou como o Windows 10 vai se comportar com uma gama tão variada de gadgets. Apesar disso, é interessante ver que a companhia está levando a “briga” para o terreno do inimigo, mostrando bastante confiança na robustez de sua nova plataforma mobile – nada estranho se levarmos em conta o sucesso do produto para desktops.

Para alguns, esse é um indício de que a dona do Windows pode começar a deixar de lado a fabricação de celulares – um mercado bastante disputado – para se focar apenas no desenvolvimento de sistemas operacionais para o segmento. Seja qual for a decisão do império capitaneado por Satya Nadella, não dá para negar que a estratégia é, no mínimo, uma ótima oportunidade de apresentar o software a um público bem mais amplo de usuários. E você, ficaria interessado em testar o Windows 10 com essa tecnologia?

Fonte: tecmundo.com.br
 
 
 Físicos que descobriram a massa de neutrinos levam Prêmio Nobel
Partículas-fantasma que quase não interagem com matéria desafiavam teoria.

Arthur B. McDonald e Takaaki Kajida conduziram experimentos de detecção.

O Prêmio Nobel de Física de 2015 foi concedido a Arthur B. McDonald, da Universidade Queens, do Canadá, e Takaaki Kajida, da Universidade de Tóquio, Japão pela descoberta de que os neutrinos, um tipo de partícula elementar, mudam de classe e possuem massa.

Os dois pesquisadores dividem os 8 milhões de coroas suecas (US$ 963 mil) do prêmio. Ambos os pesquisadores trabalharam em experimentos importantes que detectaram essas partículas, muito difícieis de capturar por não possuírem carga elétrica e terem massa extremamente leve.

O estudo de neutrinos que são produzidos pelo Sol, se deslocam no espaço e atravessam a terra como fantasmas sempre foi cercado de mistério antes dos trabalhos de McDonald e Kajida. Físicos acreditavam que essas partículas, que existem em três tipos diferentes, estavam sumindo durante a trajetória, pois boa parte delas não estava sendo detectada.

Isso desafiava princípios básicos da física, porque essas partículas elementares não somem sem deixar pista. Elaborando experimentos sofisitcados com detectores ultrassensíveis em cavernas profundas, para evitar interferências externas, os dois pesquisadores levaram à detecção das partículas que pareciam estar sumindo.

Enquanto Kajita trabalhou na Colaboração Super-Kamiokande, no Japão, McDonald trabalhou na Colaboração do Observatório de Neutrinos de Sudbury, no Canadá.

Os resultados dos experimentos de detecção demonstraram não apenas que os neutrinos mudam de identidade durante sua trajetória do Sol à Terra mas também que eles possuem massa. Até então, a maior parte dos físicos acreditava que os neutrinos eram partículas desprovidas de massa, como o fóton, a partícula de luz.

Neutrinos são as partículas elementares conhecidas mais numerosas do Universo depois dos fótons, e atravessam a Terra vindas de todos os lados. Nossos corpos são atravessados por trilhões deles a cada segundo, daí o apelido de partículas-fantasma. Muitos neutrinos são criados por partículas de raios cósmicos que incidem na atmosfera. Alguns são criados em reações nucleares dentro do Sol.

A confirmação de que neutrinos têm massa contrariava aquilo que era sugerido pelo Modelo Padrão, a teoria vigente da física de partículas, sugerindo que ele não é uma descrição completa da física fundamental.


Fonte: g1.globo.com/
 
 
 Semana de Ciência e Tecnologia da UFRN divulga programação cultural
Vanderlei Bagnato fará conferência de abertura no dia 20 de outubro.
A Semana de Ciência e Tecnologia se estende até o dia 23.

A XXI Semana de Ciência, Tecnologia e Cultura (Cientec) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) divulgou nesta segunda-feira (5) a programação cultural de 2015. O evento acontece entre 20 a 23 de outubro. Com o tema “Luz: despertando olhares, acendendo ideias”, a semana pretende destacar em suas atividades a importância da luz e das tecnologias ópticas na vida das pessoas.

A conferência de abertura será no dia 20 de outubro, às 9h, no Auditório da Reitoria da UFRN, com palestra do professor, escritor e pesquisador Vanderlei Bagnato, que falará sobre o tema “Luz, ciência, tecnologia e suporte a vida”. Foram confirmados shows da Orquestra da UFRN, Luiz Gadelha, Maíra Sales, Plutão já foi Planeta e da banda pernambucana Eddie.
De 21 a 23 acontece a Feira da Cientec, organizada em pavilhões nos quais acontecem exposições interativas e transdisciplinares das produções dos centros acadêmicos e dos órgãos especializados e suplementares.

A Cientec compreende também reuniões acadêmico-científicas – congressos, seminários, oficinas, minicursos e exposição de pôsteres – e promove a integração acadêmico-cultural por meio de eventos artísticos como apresentações, exposições e discussões pedagógico-culturais.
A semana tem neste ano mais de 2,2 mil projetos inscritos em diversas áreas do conhecimento.
Programação
Dia 20
Manhã
9h – Conferência de abertura: “Luz, ciência, tecnologia e suporte a vida”
Conferencista: Vanderlei Bagnato
Local: Auditório da Reitoria da UFRN
Tarde
Iniciam as atividades com palestras e oficinas distribuídas no campus da UFRN conforme programação disponível no site.
16h - abertura da praça de alimentação.
Noite
Lançamento de 3 filmes na escola de música da UFRN
18h30 - Lançamento do filme nacional “Sem dentes”, que fala sobre o auge do rock brasileiro dos anos 90.
Dias 21, 22 e 23
A feira da Cientec estará aberta pela manhã, à tarde e à noite.
- São mais de 2,2 mil atividades para serem visitadas, como: Planetário, Fazendinha, Parque da Ciência e Museus.
- Atividades acadêmico-científicas (Palestras, Minicursos, Mesas-Redondas) e eventos paralelos.
- Cientec Cultural: Orquestra da UFRN, Luiz Gadelha, Maíra Sales, Plutão já foi Planeta e Banda 

Fonte: g1.globo.com/
 
 
 Startup leva tecnologia da medicina para setor de alimentos
Scanner de ressonância magnética é capaz de avaliar qualidade de itens de origem animal e vegetal

Já imaginou se fosse possível determinar com exatidão a quantidade de açúcar de uma fruta ainda verde, antecipando a qualidade que ela terá ao amadurecer? Ou quem sabe verificar a presença de gordura intramuscular, para saber se uma peça de carne é realmente macia? Pois é justamente isso que um scanner desenvolvido por uma startup de São Carlos (SP) faz. Lançado em abril, o SpecFit utiliza uma tecnologia de ressonância magnética similar à dos hospitais para mapear a saúde dos alimentos.

O físico Daniel Consalter, sócio da FIT, empresa responsável pelo desenvolvimento da tecnologia, explica que estava desenvolvendo seu doutorado na área de imagens médicas quando tomou conhecimento da aplicação da ressonância no setor alimentício. “São Carlos é um polo de pesquisa nessa área de ressonância, e vimos a oportunidade de trazer tal tecnologia para o mercado. É algo novo no mundo todo, e os nossos concorrentes são todos importados”, diz.

O equipamento funciona com uma onda de rádio, que é direcionada para o alimento a ser analisado. Este reage e envia uma nova onda como resposta. Tal resposta é verificada, e através dela é possível determinar uma série de variáveis. “O scanner consegue, por exemplo, medir a quantidade de óleo dentro de sementes de girassol, soja, canola. Com isso, um produtor de óleo pode comprar as sementes que terão maior produtividade”, revela Daniel.

Para viabilizar a aplicação da tecnologia, a empresa contou com um financiamento de R$ 1,3 milhão concedido pela Desenvolve SP, agência do Governo do Estado de São Paulo que apoia o crescimento sustentável das pequenas e médias empresas. Graças a esse aporte, a FIT conseguiu desenvolver um aparelho com um custo bastante inferior ao encontrado no exterior.

“Nossos concorrentes cobram a partir de 70 mil euros (cerca de R$ 310 mil), enquanto nosso scanner sai por US$ 50 mil (cerca de R$ 200 mil). Além disso, o SpecFit é portátil, realiza uma análise em apenas 30 segundos e pode ser operado por alguém que não entenda nada da área de ressonância”, acrescenta.

Apesar dos valores relativamente altos para pequenos empresários, Daniel afirma que o investimento pode compensar em determinadas áreas. “Como o scanner permite que as compras tenham um rendimento muito maior, vemos um mercado interessante nas cooperativas de pequenos produtores.”

“O equipamento também é muito útil para quem exporta frutas. No caso do mamão, por exemplo, eles precisam sair do país ainda verdes, mas o scanner já consegue ver o seu nível de açúcar e sua qualidade”, afirma.

Fonte: economia.terra.com.br/
 
 
 5 tecnologias reais da Nasa que estão em 'Perdido em Marte'
São Paulo - Dirigido por Ridley Scott e estrelado por Matt Damon, o longa “Perdido em Marte” (The Martian) estreou neste final de semana no Brasil. O filme é baseado no livro escrito por Andy Weir e conta a história de Mark Whatney, um astronauta que é deixado para trás durante uma evacuação de emergência no planeta vermelho. Presumido morto na Terra, ele se vê obrigado a fazer de tudo para sobreviver e tentar, de alguma maneira, voltar para casa.

Embora categorizado como ficção, o longa une sua narrativa a elementos reais da pesquisa científica em torno de Marte. A agência espacial americana (Nasa) avaliou o filme e listou algumas das tecnologias que aparecem nas telonas, mas que já se concretizaram ou estão em pleno desenvolvimento por cientistas. Veja cinco delas abaixo:

1 - O habitat

Abandonado em Marte, Whatney passa a maior parte do seu tempo no “The Hab”, uma espécie de casa que tem como objetivo proteger os exploradores das condições hostis e extremas de Marte. Na vida real, explica a Nasa, o “The Hab”  se chama “Hera” (Human Exploration Reserach Analog) e é desenvolvido no Johnson Space Center.

Segundo a agência, “Hera” é um ambiente de dois andares que conta com espaços para descanso, trabalho e higiene. Lá, os cientistas realizam testes operacionais e cumprem jornadas de 14 dias para simular missões futuras em locais isolados. A pesquisa, continua a Nasa, tem como objetivo avaliar o comportamento humano nestas condições e irá ainda ajudar no desenvolvimento destas operações.

2 - A plantação

A agência explica que, hoje, os astronautas da Estação Espacial Internacional (EEI) recebem mantimentos por meio de naves desenhadas especificamente para este tipo de suporte. “Em Marte, humanos não poderiam confiar em missões para a entrega de suprimentos da Terra”, lembra a Nasa. “Para sobreviver, eles terão de plantar”.

Pois os astronautas da agência já contam com um sistema capaz de produzir vegetais fora da Terra, o “Veggie”. Em agosto, a tripulação jantou um prato de alfaces vermelhas criadas por eles dentro da estação e foi a primeira vez na história que humanos comeram alimentos produzidos no espaço.

“Veggie” usa uma espécie de travesseiro de sementes que é então colocado sob luzes vermelhas e azuis emitidas por lâmpadas LED.O sistema cultiva vegetais desde 2014, mas as plantas eram trazidas de volta à Terra para análise.

A ideia daqui pra frente, explica a agência, é a de que “Veggie” expanda suas capacidades para que seja possível produzir outros tipos de alimentos que venham a atender as necessidades nutricionais dos humanos envolvidos em missões de longa duração.

3 - Trajes espaciais

Hostil que é, o ambiente de Marte exige que seus exploradores estejam vestidos de acordo com suas interpéries. Para tanto, no filme, Whatney passa seus dias no planeta vermelho em um traje bom o suficiente para realizar longas caminhadas. “Por isso, sua vestimenta deve ser flexível, durável e confiável”, avalia a Nasa.

Há diferentes projetos de trajes em desenvolvimento pela agência, mas todos levam em consideração situações que envolvem desde as caminhadas até os movimentos para que o astronauta abaixe para pegar algo do solo.

Um desafio é lidar com a poeira da superfície do planeta. “O solo vermelho de Marte pode afetar os astronautas e os sistemas dentro de uma espaçonave se levado para dentro”. Para tanto, cientistas estudam uma maneira para que uma pessoa consiga entrar dentro da nave, deixando o traje do lado de fora.

4 - Rover

A ideia da missão da Nasa para Marte é que, uma vez lá, a equipe fique por doze meses até que o alinhamento dos planetas permita que a jornada de volta para a Terra seja mais curta. “Isso dará aos astronautas tempo suficiente para que realizem seus experimentos e para que explorem os seus arredores”. Mas a ideia é que eles não fiquem limitados a uma distância certa.

Por esta razão, é necessário um veículo robusto, ágil e versátil, tal qual o usado por Whatney no filme. Hoje, a agência trabalha no Multi-Mission Space Exploration Vehicle (MMSEV), que já foi usado em missões similares. As tecnologias desse rover são desenvolvidas com o objetivo de que ele seja usado em todo o tipo de operação: desde o pouso em asteroides até a exploração em Marte e suas luas.

5 - Água

Há poucas semanas, a agência anunciou ter descoberto evidências de que o planeta vermelho tem água líquida, elemento fundamental para a vida. "A presença de água em estado líquido na superfície de Marte aponta que há ambientes que são mais habitáveis do que se pensava”, disse um pesquisador na época do anúncio.

No filme, a equipe de astronautas não desperdiça uma gota sequer e dependem de uma espécie de estação de tratamento para garantir o abastecimento de água potável. Na vida real, isso é feito na EEI por meio do Water Recovery System.

Com esse sistema, explica a Nasa, suor, urina e até lágrimas são recuperados e transformados em água pronta para o consumo. “O café de hoje será o café de amanhã”, brincou um astronauta da agência à bordo da EEI.

Mas a pesquisa nesse campo está longe de concluída. De acordo com a agência, outras tecnologias de tratamento de água estão em desenvolvimento e a ideia é a de que as tripulações de missões de longa duração sejam independentes do reposição de suprimentos da Terra.


Fonte: exame.abril.com.br/
 
 
 Nova falha de segurança no Android afeta mais de 1 bilhão de aparelhos
Nova falha de segurança no Android pode afetar mais de um bilhão de pessoas no mundo. O bug, que está na forma como o sistema operacional processa arquivos multimídia, pode abrir caminho para ataques de hackers e infectar os aparelhos com vírus. A vulnerabilidade coloca em risco smartphones e tablets com todas as versões do Android até a 5.1.1 Lollipop. Divulgado nesta quinta-feira (1), o problema foi revelado em um relatório da empresa Zimperium, especialista em segurança digital.

Recentemente, o Stagefright, outro bug de grandes proporções no Android, teria afetado cerca de 950 milhões de usuários no mundo.

A nova brecha de segurança, na verdade, se assemelha muito ao Stagefright. Na descoberta, batizada de Stagefright 2.0, os pesquisadores encontraram falhas na maneira com que o Android processa os metadados de arquivos de áudio MP3 e vídeos em MP4, que podem ser explorados quando o usuário abre músicas e gravações em vídeo. A vulnerabilidade pode permitir que hackers enviem links que levem usuários a sites contaminados por malware, ambiente que abre caminho para mais códigos maliciosos no smartphone.

Tanto o bug descoberto em julho quanto o mais recente tiram proveito de falhas na biblioteca de mídia do Android, que já foi alvo de uma larga iniciativa de correções de segurança por parte do Google e grandes fabricantes, como Samsung e LG. Ela é tida como a maior atualização em massa já realizada em smartphones, em um esforço que se mantém até hoje com atualizações mensais. Segundo a Zimperium, uma correção do Stagefright 2.0 já é aguardada para 5 de outubro, apesar de a gigante de buscas ainda não ter se pronunciado publicamente sobre o novo caso.

“À medida em que mais e mais pesquisadores têm explorado as vulnerabilidades que existem dentro da biblioteca Stagefright e outras associadas, esperamos ver mais falhas na mesma área”, disseram os pesquisadores da Zimperium em seu relatório. “Muitos estudiosos dizem que o Google considerou alguns bugs reportados como duplicados, ou afirmou que já teriam sido descobertos internamente” dizem os especialistas.


Fonte: techtudo.com.br
 
 
 É um tempo fantástico para ser estudante, diz presidente da Microsoft
Satya Nadella está em São Paulo para falar com empresários e estudantes.
Tecnologia é 'onipresente' em setores, desde medicina à sociologia, diz.

“Acredito que é um tempo fantástico para ser estudante”, afirmou o presidente-executivo da Microsoft, Satya Nadella, nesta terça-feira (29), durante palestra na Universidade Anhembi-Morumbi, em São Paulo. O executivo líder da dona do Windows está em São Paulo para uma série de conversas com empreendedores e empresários.
À frente da Microsoft desde 2014, o indiano de 48 anos falou a uma plateia repleta de estudantes sobre como a tecnologia pode ajudar a concretizar projetos.
Satya usou sua própria experiência pessoal para comparar como a tecnologia se tornou “onipresente” em setores tão diversos como a medicina e a sociologia desde que ele se formou em engenharia em 1990. “Não é só ciência da computação, mas pensamento da computação aplicada a esses setores.”


Tecnologia
O executivo bateu na tecla de que os sistemas desenvolvidos por empresas como a Microsoft têm a capacidade de dar poder às pessoas para mudar suas realidades. O motor desse movimento são jovens, principalmente os de países em desenvolvimento, como Brasil e Índia. Um dos personagens emblemáticos dessa transformação é um funcionário da própria Microsoft, o brasileiro Alex Kipman.
“O que a tecnologia está fazendo é tornar as oportunidades mais acessíveis em um país como o Brasil.” Kipman é o criador do Projeto Natal, embrião do Kinect, o sensor de movimentos que acompanha os videogames da linha Xbox. “É impressionante o que ele fez”, diz Nadella.
Agora, o brasileiro trabalha em outra aposta da empresa para o futuro, a HoloLens, um óculos de realidade aumentada para fazer que aparelhos conectados não só respondam a gestos mas façam os usuários mergulharem dentro das aplicações que estiverem rodando.
O Kinect, diz Nadella, são um exemplo de como funciona o uso criativo da tecnologia, em que produtos são suporte para a criação de outras aplicações. O presidente citou o uso do sensor de movimentos na medicina para cuidar de pacientes ao mesmo tempo que os dados coletados indicam a eficiência do tratamento. “E o custo dessa tecnologia é mínimo porque você está usando um produto de entretenimento.”


Aprender
Voltando-se aos estudantes, o presidente da Microsoft afirmou que a universidade é o melhor ambiente para aproveitar a interdisciplinaridade e ter novas ideias. Citando outro indiano, ele disse: “Gandhi disse que você deve viver sua vida como se fosse morrer amanhã, mas também aprender como se fosse viver para sempre”.
Durante a palestra, Nadella conversou com empreendedores brasileiros. Entra eles, Bianca Letti e Juliana Pirani, integrante do time brasileiro vencedor da edição 2015 da “Copa do Mundo da Programação”, como é conhecida a competição Imagine Cup, promovida pela Microsoft.
Ao lado de Daniel Tsuha, Bianca e Juliana criaram um serviço que cria automaticamente moldes de roupa personalizadas para todo tipo de corpo. “A gente acredita que não temos mais de servir nas roupas, as roupas é que têm de servir na gente”, diz Juliana. “Eu brinco que é o Uber da moda”, comentou Richard Chaves, diretor de novas tecnologias da Microsoft.
Outro a dividir o palco com Nadella foi João Paulo Oliveira, um dos criadores do Prodeaf, um sistema que faz a tradução de textos do português para a Língua Brasileira de Sinais (Libras). Criado em 2010, o tradutor já é usado por mais de um milhão de pessoas e é apoiado pela Microsoft.
“A gente acredita que o maior impacto que pode gerar para o país está relacionado à educação e ao empreendedorismo”, afirma comenta Chaves.

Fonte: g1.globo.com/
 
 
 Chevrolet lança tecnologia telemática inédita em carros no Brasil
OnStar é um item de série do Chevrolet Cruze 2016 que promete modificar inclusive o modo de interagir com o veículo

nédita em carros nacionais, OnStar estreia no Brasil na linha 2016 do Chevrolet Cruze como item de série em todas as versões. Trata-se de  uma ampla gama de serviços de conectividade, informações, segurança e emergência. Basta pressionar um botão na base do retrovisor interno e o motorista entra em contato com uma central de atendimento humano que funciona 24 horas por dia. Através dela é possível solicitar desde consultas rápidas (como informações sobre a previsão do tempo ou de vias alagadas ao longo do trajeto) até o envio de destinos ao GPS do veículo, bastando informar o endereço ou o nome do estabelecimento.

Dessa forma o condutor é capaz de realizar diversas tarefas ao longo do percurso sem precisar desviar a atenção do trânsito. “O OnStar de certa forma humaniza o automóvel, principalmente porque cria uma forte interação com o usuário e a percepção de que ele nunca está sozinho. Isso muda a experiência que a pessoa tem ao dirigir”, diz Carlos Meinert, diretor de Customer Experience da GM América do Sul.

No quesito segurança, o serviço oferece, entre outras coisas, a assistência na recuperação em caso de roubo. Sensores no veículo são capazes de detectar situações de arrombamento e enviar um sinal à central que, neste caso, entra em contato com o proprietário para verificar o fato e dar sequência na operação de busca. Ainda que o automóvel tenha sido levado, é possível observar seu deslocamento via satélite e enviar um comando remoto de redução gradual da velocidade ou até de bloqueio total do motor para facilitar a recuperação do bem pela polícia.


O serviço também fornece ações por meio de um aplicativo específico para smartphone, incluindo o travamento e o destravamento remoto das portas. Pelo app ainda é possível saber quando o veículo inicia uma nova movimentação, qual é a sua localização em tempo real e pedir para ser avisado quando o velocímetro ultrapassar o limite de velocidade predeterminado.

No Cruze 2016, a Chevrolet oferece como cortesia o OnStar por 12 meses. Para seu funcionamento, os serviços dependem de cobertura da rede celular e da disponibilidade de sinal de GPS.


Fonte: estadodeminas.vrum.com.br/
 
 
 Investir em tecnologia é prioridade para jovens brasileiros, afirma pesquisa
Jovens entre 18 a 29 anos são responsáveis por 57% da movimentação financeira do país, segundo a terceira edição do estudo Radar Jovem, realizada pela B2, empresa especializada em conectar marcas ao público jovem. Isso corresponde a um poder de compra de mais de R$ 32 bilhões ao ano. E gastos com telecomunicações e tecnologia aparecem como prioritários no perfil de compra dos jovens dessa galera.

A pesquisa foi feita com 4 mil jovens de todo o país, entre 18 a 29 anos, e a maioria respondeu que investir em tecnologia é a sua prioridade. Itens como contas de celular e Tv a cabo (55%), e aparelhos eletrônicos em geral (13%), são os que mais recebem dinheiro desse perfil de jovem.

Outro dado de destaque é que, fazendo um recorte da pesquisa por região, o item Telecomunicações aparece bem posicionado em todas as regiões do país. No Centro-Oeste e Sul, os celulares estão à frente, por exemplo, de itens como roupas e alimentação.

Fontes de renda e perfil de consumo
De acordo com a pesquisa, a maioria dos jovens obtém a sua renda através de ajuda financeira familiar (32%), estágio remunerado (27%), trabalho com carteira assinada (22%) e trabalho informal (9%). E quase um terço dos jovens (33%) que possuem trabalho com carteira assinada ou estágio remunerado também recebem mesada dos pais.

Prioridades
Perguntados sobre segmentos prioritários de compras, 57% dos jovens apontaram contas de telecomunicações (celular, WiFi e TV paga) como primeira opção, seguida de transporte (53%), vestuário (48%) e supermercado (47%).

Metodologia
A metodologia do estudo acontece em três fases: Módulos 1 e 2 e acompanhamento. No Módulo 1 o participante responde uma pesquisa etnográfica, dividida em dados pessoais, de consumo (aquisição de informações, relação com política e lazer), bens de consumo (produtos que costuma comprar e marcas que admira), alimentação e transporte. O Módulo 2 abrange intenções de comportamento do participante para um determinado período (rotina). Já o acompanhamento ocorre, em tempo real, por meio de mídias sociais, o que auxilia a compreender e a comparar as intenções e atitudes do jovem, e mostra o que há por trás das pesquisas. A consolidação das informações é realizada com base no cruzamento das intenções de comportamento e das ações efetivamente realizadas.

Criado em 2012, o Radar Jovem teve como finalidade abranger os principais polos universitários, primeiro em São Paulo, posteriormente para todo o país. Em 2014, o objetivo era mapear talentos e proporcionar experiências reais para aproximar os jovens de uma rotina de mercado. O projeto surgiu de uma necessidade de que as empresas reclamavam do despreparo do jovem e esse, por sua vez, achava que a faculdade deveria ser uma base profissional, mas que acabava desistindo no meio do processo. Essas duas expectativas motivaram a pesquisa.


Fonte: idgnow.com.br/
 
 
 No Brasil, CEO da Microsoft fala sobre futuro da tecnologia
São Paulo – Quem esteve presente hoje no auditório da Universidade Anhembi Morumbi, em São Paulo, sentiu-se parte de um talk show. A única diferença é que o apresentador era ninguém menos do que Satya Nadella, CEO da Microsoft.

O executivo esteve hoje em São Paulo para encerrar o Microsoft Insights Week, o maior evento técnico da empresa no Brasil. Além de fazer perguntas aos convidados, ele também respondeu qual seria o seu conselho para jovens interessados no mercado de TI.

Se as pessoas presentes esperavam uma resposta complicada, o indiano surpreendeu. “Você precisa encontrar o que você ama e amar o que você faz. Quanto mais perto você chegar disso, melhor”, simplificou Nadella.

E seus conselhos não pararam por aí. Para o CEO, os estudantes de hoje em dia também têm um compromisso em passar seus conhecimentos adiante, além de aprender.

“Eu encorajo vocês a voltarem para suas comunidades e ensinarem as pessoas as técnicas da tecnologia. Nós precisamos de mais professores nesta área”, incentivou.

Durante o evento, o CEO reforçou o poder da tecnologia na educação de jovens em todo o mundo. “A nossa missão é empoderar as pessoas e organizações para que continuem melhorando. E não há melhor lugar para fazer isso do que dentro do campo da educação.”

Cloud e Microsoft Azure

Em uma segunda palestra, Nadella focou em cloud computing e Microsoft Azure. Azure é, basicamente, a nuvem em grande escala, onde empresas e clientes pagam para ter acesso aos serviços da Microsoft. A empresa já mostrou que chegou neste mercado para ficar. Ela investiu, apenas neste ano, 15 bilhões de dólares no Azure.

No entanto, internamente, não são todos os serviços online da companhia que utilizam a plataforma. Atualmente, apenas o buscador Bing e o Microsoft Office 365 fazem parte desta estrutura.

Aliás, a ideia de migrar o Office 365 para o Azure foi do atual CEO, que antes de chegar ao cargo liderava o programa. Para ele, "o 365 é um software que irá mudar a maneira como as pessoas e as empresas trabalham".

Por isso, a empresa está integrando o Outlook e o Skype a programas do Office, para facilitar a comunicação entre pessoas enquanto desenvolvem um projeto.

O executivo afirmou ainda que a Microsoft trabalha desde o início dos anos 2000 desenvolvendo a infraestrutura da computação em nuvem. Contudo, agora, a companhia acredita que deve atuar como uma empresa de nuvem.

Segundo ele, a transformação do mercado está calcada na nuvem e na internet das coisas, uma tecnologia que promete unir todos os dispositivos em apenas um lugar.

“O real valor da internet das coisas é converter toda a informações que vem das coisas físicas em um serviço digital que facilite a vida do usuário", finalizou. 

Realidade aumentada

Nadella também falou sobre o que ele espera para o futuro da tecnologia. Segundo o CEO, a computação holográfica vai mudar a maneira como as pessoas imaginam os computadores. “Quando você muda como você vê o mundo, você muda o mundo ao seu redor”, profetizou.

Quando o executivo fala sobre computação holográfica, ele está falando de um dispositivo específico: o HoloLens – os óculos de realidade virtual da Microsoft. O aparelho foi criado pelo brasileiro Alex Kipman, engenheiro da empresa e também inventor do Kinect.

Os óculos se conectam via internet sem fio a qualquer dispositivo eletrônico. Para Nadella, o aparelho irá transformar a maneira como as pessoas interagem com seus objetos.

“Imagine que você é um arquiteto e está projetando um arquivo em 3D. Com o HoloLens você poderá ver um holograma do que acabou de desenhar no mundo real”, exemplificou.


Fonte: exame.abril.com.br/
 
 
 Vício em tecnologia requer tratamento com terapia e remédios
Número de pessoas viciadas em smartphones cresceu quase 60% entre 2014 e 2015. Dependência digital já é considerada um transtorno mental.

O vício digital é um problema crescente e preocupante. Países como China, Japão e Coreia do Sul já reconhecem a patologia como um problema de saúde pública, como mostra o GloboNews Especial. No Brasil, existem institutos voltados para a desintoxicação digital - necessária quando o uso é abusivo dependente. Ou seja, quando ele gera prejuízo na vida real. O vício em tecnologia requer tratamento com terapia e remédios.
A dependência digital pode levar ao vício em drogas. Os psiquiatras explicam que é muito comum o dependente químico ter uma interação maior com o mundo virtual.

Um estudo realizado por um instituto americano apontou que o número de pessoas viciadas em smartphones cresceu quase 60% entre 2014 e 2015. Se antes eram 176 milhões de viciados, agora são 280 milhões de pessoas.

O programa mostra ainda o desafio de controlar toda uma geração que está crescendo grudada em tablets e celulares. Quem deveria dar limites ainda está aprendendo a lidar com as novas tecnologias. Um projeto de lei em análise na Câmara dos Deputados prevê a proibição do uso dos celulares nas salas de aula de todo o Brasil. Por enquanto, quem dita as regras são os pais e as escolas. 

A dependência digital já é considerada um transtorno mental. As pessoas que ficam muito ansiosas ou angustiadas quando estão longe dos celulares podem sofrer de nomofobia, um distúrbio que atrapalha a vida social, o desempenho no trabalho e pode até provocar acidentes graves. O Instituto Delete, no Rio de Janeiro, é o primeiro a tratar pessoas dependentes de internet.

O departamento americano, equivalente ao conselho nacional de trânsito constatou: 1 em cada quatro acidentes no país envolve o uso de celular. A atenção do motorista cai pela metade. E gravar mensagem de áudio em vez de digitar não reduz o perigo.
“Quase 80 % dos jovens checam suas redes sociais antes de dormir. A vida virtual está ocupando um espaço que as relações de carne e osso deveriam ocupar. E isso é muito ruim”, explica o psiquiatra da PUC Cristiano Nabuco. Ele defende que o primeiro contato com o mundo digital não deve acontecer antes dos 2 anos de idade.

O neurologista Luciano Ribeiro, da Associação Brasileira do Sono, destaca que o uso exagerado de smartphones e tablets prejudica a qualidade do sono, o que leva a problemas cardiovasculares, doenças endócrinas, como diabetes e obesidade, além de problemas emocionais, mentais e envelhecimento precoce.

Fonte: g1.globo.com/
 
 
 Pesquisadores criam tecnologia que transforma câmeras comuns em 3D
Uma equipe de engenheiros e pesquisadores da Universidade de Duke, nos Estados Unidos, criou um método que permite que câmeras comuns possam produzir imagens em 3D. Usando tecnologias atuais, presentes em diversos modelos, como foco e estabilização de imagens, os pesquisadores criaram lentes capazes de capturar informações de profundidade, que definem uma imagem tridimensional.

A ideia dos engenheiros foi usar os sistemas de estabilização de imagem presentes em diversas câmeras. Esses sistemas funcionam movendo as lentes de forma a compensar as oscilações causadas pelo usuário na hora de fotografar.

Os pesquisadores usaram essa característica das câmeras para, em vez de anular movimentos bruscos na hora de fotografar, capturar variações de luz em objetos a curta distância, expondo diferentes perspectivas e criando uma imagem com campo de profundidade.
O resultado final são imagens 2D que contêm arquivos com mapeamento de profundidade da imagem, que descreve o posicionamento de cada pixel presente na foto. Utilizando motores de renderização gráficos comerciais, como aqueles aplicados em jogos de computador, é possível combinar as informações do mapa e da foto para a geração de uma imagem tridimensional.

O estudo ainda está em fases iniciais, já que todo o aparato necessário para fazer as fotografias 3D precisam estar confinados no laboratório. Mas, no futuro, uma versão amadurecida dessa técnica pode permitir que câmeras DSLR de alta qualidade sejam capazes de registrar imagens tridimensionais com ajustes simples e custos bastante competitivos.

Fonte: techtudo.com.br
 
 
 Joia com chip escondido é nova arma para combater estupros na Índia
Sistema tem GPS e envia alerta por celular se pressionado duas vezes.
País teve mais de 100 casos de agressões sexuais por dia no ano passado.

Um pingente composto por uma pedra preciosa e um microchip é a nova arma para o combate às agressões sexuais na Índia, onde foram registrados mais de 100 casos por dia no ano passado, conforme dados oficiais.
Idealizado por cinco jovens engenheiros indianos que começaram a vender a joia pela internet, o Safer, nome dado ao pingente, possui um sistema oculto na parte posterior de uma gema. Ele é capaz de mandar um aviso de perigo através de um aplicativo para smartphones.

O alerta pode ser localizado pelo Google Maps graças ao sistema de GPS incorporado ao microchip.
Quando o pingente é apertado duas vezes seguidas, os "guardiões" - contatos de emergência escolhidos pela pessoa - recebem uma mensagem pela internet ou SMS alertando sobre a situação de perigo vivido pela possível vítima, assim como sua localização exata.
Dessa forma, as novas tecnologias entram na luta contra o estupro no país com dispositivos vestíveis. O Safer já é uma realidade dentro da lista de acessórios úteis para evitar o crime e que estão disponíveis no mercado indiano.

Entre os itens estão peças íntimas que descarregam 3.800 quilowatts sobre o agressor, sprays de pimenta e até mesmo meias com pelos.
E quem mais fica satisfeito com o desenvolvimento tecnológico aliado à segurança são os pais das jovens, disse à Agência Efe o diretor de Vendas e Marketing da Leaf, empresa que comercializa o Safer, Paras Batra.
"As meninas ficam encantadas com o design, mas os que tiveram melhor reação foram os pais, que se sentem mais seguros", comentou.
O novo dispositivo é uma mistura de pragmatismo, pois vela pela segurança de mulheres e meninas, e estética, sem representar uma carga adicional como muitos dos acessórios disponíveis.

"Pensamos em algo que não fosse uma coisa a mais para a mulher carregar. As indianas gostam de joias, por isso que fomos às joalherias e descobrimos que os pingentes são os mais procurados", disse Batra, acrescentando que o Safer foi um objeto pensado para não ser usado contra a vítima.
"Se você usa um spray de pimenta, por exemplo, o agressor pode roubá-lo e utilizá-lo", considerou o diretor da companhia.
Apesar dos benefícios, Batra ressaltou que o Safer é apenas um sistema de alerta sobre uma potencial situação de risco e não um elemento dissuasório para evitar a agressão sexual.

Os pedidos podem ser realizados pelo site da Leaf por preços especiais por meio de uma campanha de crowdfunding. A empresa espera começar a produção em massa do Safer e começar as vendas em lojas de Nova Délhi, Mumbai e Bangalore até novembro.

"Nosso objetivo é conseguir 50 mil rúpias (US$ 7,5 mil)", disse Batra, ao explicar que já foram obtidos 30% dos recursos necessários para o projeto, que tem até o final de setembro para obter o restante.
Os engenheiros da Leaf já estão pensando em como melhorar o primeiro modelo. Para isso, eles têm tido apoio da polícia para desenvolver um serviço que alerte às forças de segurança em caso de estupro, melhorando a resposta das autoridades às agressões.
"Estamos em contato com a polícia para que possamos gerar uma alerta que também chegue às delegacias, comunicando-os por rádio, para que possam chegar mais rápido à cena do crime", salientou o diretor financeiro da Leaf, Manik Mehta.

Fonte: g1.globo.com/
 
 
 WhatsApp azul, desconto e outras ameaças: conheça os golpes no app
Os golpes no WhatsApp estão se tornando cada vez mais comuns no Brasil. WhatsApp azul ou transparente, downloads de apps falsos e supostos "descontos" de empresas conhecidas estão entre as fraudes mais comuns. O usuário precisa ficar atento para não deixar seus dados pessoais e financeiros vulneráveis ou instalar vírus sem querer no smartphone.

Segundo estudo da Electronic Frontier Foundation (EFF), o WhatsApp está entre os apps mais inseguros do mundo. Para navegar em segurança pelo aplicativo, confira a lista com cinco golpes aplicados no WhatsApp.

Descontos pelo WhatsApp
Um golpe brasileiro começou a fazer vítimas no mensageiro oferecendo descontos nas lojas Extra e Carrefour. De acordo com a Kaspersky Lab, empresa de segurança online, o cibercrime não precisa nem que o usuário instale um app malicioso. Se trata de uma mensagem disseminada usando o nome das lojas famosas.

O golpe induz as pessoas a ligarem para um número de celular e responder um questionário, com a promessa de que irão receber um cupom de R$ 500 de desconto. No entanto, os hackers estão faturando por meio da conta telefônica, pois para concluir a "promoção", é preciso ligar para o número do golpista. A mensagem é comum e parece ser verdadeira, mas contém um link que direciona o usuário para uma página “falsa”. Ao clicar no item, a pessoa também dissemina o golpe no WhatsApp, sem querer.

Golpe com descontos da Zara e H&M
O golpe usa uma mensagem do WhatsApp para prometer descontos nas lojas de roupa Zara e H&M. Nesse caso, para ganhar o suposto cupom é necessário clicar em um link e responder uma pesquisa. No entanto, o intuito é roubar dados pessoais para usar em spam e phishing.

E as próprias vítimas acabam disseminando o golpe entre seus contatos. Isso porque o usuário precisa compartilhar o anúncio com, no mínimo, dez pessoas para obter a vantagem.


Golpe do WhatsApp usando Starbucks
O Starbucks está entre as empresas que utilizadas em golpes. A ação criminosa foi detectada pelas Kaspersky e ESET, desenvolvedoras de segurança online, em agosto deste ano. Na mensagem recebida pela vítima, é indicado que ela pode ganhar um cupom de R$ 500 para usar nas filiais da cafeteria.


Para conseguir o desconto, o usuário precisa enviar dados pessoais. E essas informações são usadas para fins maliciosos, como spam, phishing ou malware. O golpe também acaba sendo espalhado pela própria vítima que, na primeira etapa do processo, precisa compartilhar o link com dez usuários. Apesar de a mensagem exibir um texto em inglês, o desconto aparece em moeda nacional.


Sites com download do WhatsApp
Alguns sites em português que prometem o download do WhatsApp no celular ou computador podem não passar de um grande golpe. Na verdade, será instalado um vírus que permite a entrada de outros apps, além de fazer cobranças indevidas. O crime foi identificado pela Kaspersky em julho deste ano e os links podem até aparecer no topo em buscas do Google.

No celular, quando a vítima aceita fazer download do falso aplicativo, a página é direcionada para um instalador malicioso de trojan SMS. Com isso, o usuário será cobrado por serviços Premium e ainda por ter baixado o app. Vale lembrar que o mais seguro é baixar o WhatsApp nas lojas oficiais do Android, iOS e Windows Phone  ou na própria página do mensageiro.


Golpe do WhatsApp azul
A suposta versão do WhatsApp “azul” tem enganado usuários do aplicativo. Uma mensagem  promete um modelo diferenciado do app: o WhatsApp Trendy Blue. No entanto, se trata de um golpe para roubar dados dos usuários. Durante o falso processo de instalação, o usuário é direcionado para um link malicioso, no qual precisa responder um questionário que promete diversos prêmios.

A disseminação do golpe é feita pelo próprio usuário, já que na primeira etapa é solicitado que ele compartilhe a informação com dez amigos do mensageiro e ainda insira o número de celular.
Uma outra versão que também promete o WhatsApp com uma cor “azul” foi disseminada na rede em abril deste ano. A versão do “WhatsApp Plus” não era oficial e causava diversos problemas para os usuários, como a suspensão da conta do WhatsApp oficial. Não se sabe quais dados o aplicativo coletava para fins maliciosos.


Fonte: techtudo.com.br
 
 
 Brasil financia tecnologia para pessoas com deficiência
Com apoio do MCTI, grupos em universidades criam equipamentos que ampliam habilidades funcionais da pessoa com deficiência

O Brasil tem, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mais de 45 milhões de habitantes com algum tipo de deficiência, seja visual, auditiva, motora ou mental. Mas a rotina desses brasileiros pode ser melhorada com o uso da tecnologia assistiva (TA), como são chamados os equipamentos, recursos e serviços que contribuem para proporcionar ou ampliar as habilidades funcionais da pessoa com deficiência. 

Parte da tecnologia assistiva desenvolvida no Brasil é resultado de pesquisas financiadas pelo Ministério da Ciência Tecnologia e Inovação (MCTI) e órgãos e instituições parceiras. Dentro desse contexto, foram catalogados mais de 1.500 produtos tecnológicos nos últimos anos.

Atualmente, o MCTI, o Ministério da Educação (MEC), o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), a Finep (Financiadora de Estudos e Projetos) e a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH-PR) custeiam 71 grupos de pesquisa em Tecnologia Assistiva.

Juntos, os dois primeiros editais para tecnologia assistiva somam R$ 40 milhões, sendo que um deles distribuiu bolsas para mestrandos e doutorandos em 45 instituições de pesquisa e ensino superior.

Agora, um terceiro edital, que será lançado até o final de 2015, contará com aporte de R$ 25 milhões. “Será priorizado na seleção quem tiver produtos em desenvolvimento”, adianta Eron Bezerra, Secretário de Ciência e Tecnologia para Inclusão Social (Secis/MCTI).

“Não se trata de um assunto marginal, que diz respeito a uma camada minoritária da população”, reforça o secretário sobre a importância do desenvolvimento em assistividade. Tanto que, em julho, foi instituída a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, que visa a igualdade de condições e direitos.

Laboratório

Na Universidade de Brasília (UnB) pode ser encontrado um dos grupos contemplados por edital do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq-MCTI) para a consolidação de Núcleos em Tecnologia Assistiva.

Coordenado pelo Professor Dr. Emerson Fachin Martins, o Núcleo de Tecnologia Assistiva, Acessibilidade e Inovação (NTAAI) é formado por estudantes de diferentes cursos que trabalham numa série de projetos.

Na avaliação do professor, graduado em fisioterapia e com mestrado e doutorado em neurociência, o Brasil tem grande potencial de crescer em Tecnologia Assistiva. “O que temos de melhor é a criatividade e a determinação dos pesquisadores brasileiros”, afirma.

Entres os desafios, conta Emerson, está fazer a manutenção das atividades. “Temos que captar recursos e administrar a gestão para garantir os trabalhos de pesquisa.”

Outra questão é fazer com que essa tecnologia saia dos laboratórios das universidades e chegue às pessoas. “Precisamos de mais parcerias com as indústrias, são elas que transformam os projetos em produtos disponíveis no mercado”, comenta.

Uma das próximas iniciativas da Secretária de Ciência e Tecnologia para Inclusão Social é um seminário, em Brasília, que será realizado entre 23 e 26 de novembro, com local ainda não definido.

“Será uma oportunidade de os pesquisadores se encontrarem e a sociedade conhecer os projetos e produtos que estão sendo desenvolvidos pelos contemplados nos editais”, comenta Eron Bezerra.

Também até o final do ano, será realizada reunião do Comitê Internacional de Tecnologia Assistiva, grupo comandado pela Secis e integrado pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República e pelos ministérios da Saúde, da Educação, da Fazenda, do Desenvolvimento, da Indústria e Comércio Exterior e do Planejamento, Orçamento e Gestão.

Fonte: Portal Brasil com informações do Ministério da Ciência Tecnologia e Inovação e Universidade de Brasília
 
 
 Tecnologia para contaminar sem deixar rastros
Como a Volkswagen criou motores que simulam ser ecológicos em testes mas emitem, nas ruas, quarenta vezes mais poluentes. Suspeita: descoberta é ponta de iceberg; outras marcas praticam fraudes iguais

No mundo mágico da publicidade, os automóveis são tão inofensivos e contemporâneos como era o tabaco, há quinze anos. Os motoristas deslizam por ruas e avenidas sempre vazias. Dirigir nas cidades é relaxante e aprazível. Os carros oferecem potência a seus condutores, mas os convertem, ao mesmo tempo, em defensores da natureza. Porque os motores, tecnologicamente muito avançados, adequam-se a todas as normas de proteção ambientais. Há uma semana, mais um sustentáculo desta narrativa infantilizante está desmoronando.

Descobriu-se que a Volkswagen, segunda maior empresa global em seu ramo, não emprega a tecnologia para aperfeiçoar seus produtos, mas para criar a ilusão de que são bons. Pelo menos onze milhões de motores da marca foram programados para simular, quando submetidos a testes, que emitem entre cinco e quarenta vezes menos poluentes que em condições de tráfego. O artifício – uma espécie de malandragemhigh-tech, com sotaque alemão – permitiu até agora burlar as normas que deveriam inibir a emissão de um composto altamente nocivo, tanto para o equilíbrio climático quanto para a saúde humana. A Volkswagen – cujo presidente mundial acaba de renunciar, numa tentativa de encerrar o caso oferecendo ao público um bode expiatório – não está sozinha. Tudo indica que a indústria automobilística pratica, de modo generalizado, fraudes deste tipo.

Os fatos começaram a vir à tona na sexta-feira, 18/9. A Agência de Proteção Ambiental (EPA, em inglês) norte-americana, anunciou ter descoberto que o motor EA189 a Diesel, utilizado em carros de passeio pela Volks, Audi e possivelmente outras das nove empresas do grupo1, estão equipados com um software que lhes permite, em condições de teste de poluição, emitir níveis abruptamente reduzidos de óxidos de nitrogênio.

Este grupo de compostos gasosos destaca-se, entre as dezenas de contaminantes emitidos pelos motores a explosão, por contribuir de modo especialmente intenso para o aquecimento global, e por favorecer o surgimento de doenças respiratórias como asma, bronquite e mesmo enfizema.

A descoberta foi feita de modo involuntário, quase por acidente – o que reforça a hipótese de que fraudes semelhantes sejam comuns. Há meses, o pequeno braço norte-americano de uma OnG europeia que reivindica automóveis menos poluentes2,verificou que, nas estradas, os carros equipados com o EA189 emitiam entre cinco e quarenta vezes mais óxidos de nitrogênio que nos testes certificados pela EPA.

Imaginando que se tratasse de uma falha ocasional nos motores testados, a OnG pediu que a EPA submetesse os propulsores a novos testes. Surpresa: em condições de laboratório, os motores voltaram a aparentar emissões reduzidas. A disparidade extrema entre os resultados levou a uma investigação mais profunda. Ela constatou: o EA 189 é capaz de detectar que está sendo submetido a testes. Nestas condições, funciona em regime de baixa emissão.

Já na estrada, volta ao padrão normal (veja no diagrama ao lado, produzido pela Reuters, em inglês). Mas é então, poluindo descontroladamente, que realiza o que a propaganda da Volkswagen promete: ser um motor Diesel econômico, porém potente, de alto torque, capaz de proporcionar velocidade e arrancadas. Viril, portanto. Nestas condições, é como se o EA189 resolvesse um dos grandes dramas da alma humana imersa no capitalismo: ele permite desejar potência sem limites, em meio a um planeta finito. Mas atenção: só no modo carochinha, de realidade virtual…

Será uma obsessão restrita à germânica Volkswagen? Tudo indica que não. O escândalo atual é, provavelmente, “a ponta de um iceberg”, diz o siteBusiness Insider. Fraudes idênticas podem ocorrer também com motores a gasolina, completa The Guardian. As regras e checagens, supostamente “rigorosas”, que deveriam limitar os efeitos devastadores da indústria automobilística são frouxas. As norte-americanas, consideradas as mais severas do mundo, foram facilmente dribladas pelo software da Volkswagen. Na Europa, burlá-las é ainda mais fácil, conta Greg Archer, líder do thinktank britânico Transport and Environment, sobre veículos limpos. No Velho Continente, explica ele, os testes são feitos apenas em protótipos, antes de os carros serem produzidos em massa; e por empresas pagas pela própria indústria automobilística. Não surpreende que sempre aprovem os carros. Seria conveniente perguntar: e no Brasil?

A descoberta das fraudes da Volkswagen produziu um pequeno terremoto financeiro. O valor de mercado da empresa – considerada um pilar da economia alemã – reduziu-se em 1/3, em apenas quatro dias. Mas tudo indica, reconhece a própria revistaEconomist, pró-capitalista, que a maior parte das montadoras globais de automóveis promove manipulações idênticas às da VW. Foi certamente esta consciência – e o medo de futuras revelações – que provocaram, ontem, desvalorizações expressivas nas ações da Renault (-4%), Peugeot (-2,5%), Nissan (-2,5%) e BMW (-1,5%).

Os amantes brasileiros da indústria automobilística podem, ainda assim, dormir despreocupados. Embora o escândalo tenha estourado há cinco dias e ocupe deste então muitas páginas, em dezenas de jornais em todo o mundo, nem Folha, Globo ouEstadão haviam dedicado uma linha ao tema até esta tarde – quando ele tornou-se obrigatório devido a renúncia de Martin Winterkorn, presidente da Volks. Agora, os três diários brasileiros mais vendidos, assim como as revistas e TVs aceitam sem críticas a versão segundo a qual tudo se passou de um erro pessoal de Winterkorn. Ao avaliar o volume de publicidade da indústria automobilística nestes meios, você certamente compreenderá as razõe$.

Fonte: cartacapital.com.br
 
 
 Em Holambra, produtor aposta na tecnologia para irrigar vasos
Irrigação por alagamento é uma das técnicas mais avançadas do mundo e economia até 75% mais água que os sistemas convencionais

Novas técnicas de irrigação estão sendo utilizadas por produtores de flores e plantas ornamentais de Holambra, no interior de São Paulo,  para reduzir o consumo de água e aumentar a produtividade da floricultura.

A Jan de Wit Lírios, que tem cerca de 1 500 hectares de estufas de cultivo de flores, adotou o sistema de irrigação por alagamento combinado a um método de piso de cultivo. A tecnologia é uma das mais avançadas do mundo.

Wit conheceu a metodologia quando realizou uma série de visitas a produtores na Holanda, no ano passado. Ao retornar ao Brasil, tratou de adequar a propriedade para implantar o sistema o mais rápido possível. “Em menos de um ano, a economia de água já é de 75% e houve também um expressivo ganho de produção por metro quadrado”, diz Wit.

Para pôr o projeto em prática, o primeiro passo foi construir em um grande reservatório, com capacidade para 30 milhões de litros de água. “Ter um tanque desse tamanho é muito importante porque, mesmo que haja uma estiagem de 10 meses , um ano, a produção não será prejudicada”, diz ele.

Nas estufas da propriedade, Wit investiu na colocação de um piso especial, feito de ráfia, basalto e filme plástico, capaz de represar a água durante o processo de irrigação. 

Os vasos têm pequenos furos, por onde entra a água. Uma série de drenos, controlados por uma máquina, regulam a irrigação nas estufas. A água que sobra é encaminhada para o reservatório, onde é tratada e, em seguida, reutilizada. “É um sistema inteligente e ambientalmente correto, que permite inclusive uma melhor qualidade na produção”.

Fonte: tecnologia.ig.com.br/
 
 
 Jovem cria neto de aluguel para ensinar idosos a usar tecnologia
Através de aulas particulares, ele ajuda essas pessoas a serem independentes digitais

Muitos idosos tem dificuldade em usar o celular touchscreen, o tablet, as redes sociais, tirar fotos, enviar e-mails. Para ajudar essas pessoas a lidar com as novas tecnologias, o professor Ramon Miranda, de 27 anos, se tornou um "neto de aluguel". Com um material didático específico e muita paciência, ele dá aula particulares em Belo Horizonte, com o objetivo de tornar idosos independentes digitais. 

A ideia surgiu quando ele observou a dificuldade de uma tia. 

— Ela me perguntou como salvar números na agenda. Outras pessoas já haviam ensinado, mas ela não conseguiu entender. Então eu sentei, anotei, expliquei direitinho passo a passo e ela aprendeu. 

 artesã Márcia Pompeu,de 60 anos, sentiu necessidade de entrar no mundo digital. 

— Hoje todo mundo só faz contato através da internet, se você não usa, acaba ficando excluído. 

Ela explica que os familiares, muitas vezes, não tem tempo e nem paciência para ensinar os mais velhos como lidar com as novidades tecnológicas. Por isso, ela contratou os serviços do "neto de aluguel". 

— Ele está sempre disponível, é bem-humorado, e nos deixa tranquilos, porque nós não vamos estar ocupando ninguém. Estamos pagando para isso, e podemos ficar à vontade para tirar todas as dúvidas. 

Fonte: noticias.r7.com/
 
 
 Estudo mostra que adolescentes sofrem de dependência de tecnologia
Um estudo realizado na cidade de São Paulo avaliou o perfil dos adolescentes usuários de internet e mídias digitais e a possível influência desse comportamento na qualidade de vida dos jovens. Trate-se de uma tese de mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Educação e Saúde na Infância e na Adolescência da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Para a pesquisa, foram consultados 264 estudantes entre 13 e 17 anos.

Orientado por Denise De Micheli, chefe da disciplina de Medicina e Sociologia do Abuso de Drogas do Departamento de Psicobiologia da Unifesp, o estudo avaliou 159 estudantes de escolas públicas e 95 de colégios particulares sediados na cidade de São Paulo. Para obter as informações, foi utilizado um inventário elaborado na Universidade do Texas e validado para o Brasil, com objetivo de medir a qualidade de vida e saúde de crianças e adolescentes.

Uma das conclusões geradas pelo estudo é a de que a tecnologia foi definitivamente implementada nos hábitos do dia a dia dos jovens. A pesquisa revelou dados bastante interessantes sobre o comportamento dos adolescentes em relação aos seus smartphones e tablets. Cerca de 33% afirmaram que utilizam os aparelhos quando vão ao banheiro; 51% durante as refeições; 90% antes de dormir; e 92% disseram que checam seus eletrônicos assim que acordam, antes de levantar da cama. Além disso, em caso de esquecimento, 80% confessaram que voltam para apanhar o smartphone ou tablet, mesmo que isso cause atrasos em compromissos ou alguma outro prejuízo.
De acordo com as pesquisadoras, 82% dos estudantes se preocupam com o que pode estar acontecendo nas redes sociais enquanto estão ausentes. Isso mostra que tal familiaridade com as tecnologias de hoje podem causar dependência. Cerca de 65% resistem ao sono ou dormem pouco para poderem continuar conectados. Para 61% os aplicativos de mensagens os deixam menos tímidos e mais seguros para conversarem. Quanto estão conectados, 45% dos jovens pesquisados afirmam se sentir aliviados no dia a dia; 30% sentem-se menos ansiosos; e 23% menos sozinhos.

A falta de supervisão dos pais é um grande indicativo para o abuso das tecnologias pelos jovens, segundo mostra a pesquisa. Nas escolas particulares, 82% dos adolescentes mencionaram não ter limites de uso definidos por seus responsáveis. Já nas escolas públicas, 30% do estudantes afirmaram que possuem limites de uso bem definidos. “No entanto, essa limitação imposta aos jovens do ensino público está relacionada mais ao custo do plano de internet do que a uma preocupação genuína com o uso excessivo”, lembra Denise.

Apesar do relacionamento ruim dos jovens com os pais não ter associação muito clara a respeito do uso abusivo da internet e dos eletrônicos, o estudo mostra que todos os adolescentes classificados como dependentes leves mencionaram ter um bom relacionamento com seus pais. Já 44% dos adolescentes avaliados como dependentes substanciais mostraram algum tipo significativo de problema em várias áreas de sua vida, incluindo uma relação regular com seus responsáveis.

Os jovens enquadrados com dependência leve apresentaram média mais alta de qualidade de vida nas áreas sentimental, social e física, do que os demais grupos. Por outro lado, os dependentes substanciais apresentaram menores médias nas áreas sentimental, social, física e escolar. Sendo assim, Denise concluiu dizendo que "as informações auferidas nesse estudo denotam as dificuldades no controle de impulsos entre os jovens; possivelmente, estamos diante de uma geração que utiliza os meios tecnológicos como recurso principal para lidar, superficialmente, com os problemas de relacionamento".

Fonte: canaltech.com.br/
 
 
 Tecnologia permite que pais imprimam ultrassom de bebê em faceta 3D
Novidade permitiu que uma mãe, deficiente visual, conhecesse o rosto da filha dela antes do nascimento

Carlise e Jorge Vieira, a exemplo de outros casais à espera do primeiro filho, se prepararam com ansiedade para receber a pequena Natália, com a diferença de que eles não poderiam ver a filha no ultrassom - os dois têm deficiência visual. Assim, o casal sonhava com a criança com base apenas no relato da médica. Mas, durante o sexto mês de gravidez, eles ganharam uma surpresa. Através do exame de ultrassom impresso em 3D puderam finalmente conhecer o rosto da filha.

“Foi muito importante porque tive noção de como era o rostinho da Natália antes dela nascer e pude ver como ela era parecida comigo e com o pai. Como não posso enxergar como as demais mães, isso me supriu a falta de visão”, relatou a mãe, Carlise, que acredita que o serviço mostra que a inclusão social está chegando à medicina.

“O médico não altera nada do que ele normalmente já faz. A diferença é que ele precisa salvar o exame com um protocolo próprio para trabalharmos com nossa tecnologia”, explica Fernando Flores, fundador da startup 3D Portos. A empresa, que tem sede em Porto Alegre, busca inclusão social para pais com deficiência visual durante a gravidez. Be4Birth é o nome do serviço que converte exames de ultrassom obstétricos em objetos impressos.

Por enquanto, a empresa presta o serviço em duas clínicas obstétricas em Porto Alegre, mas a ideia é ampliar a oferta para outros estabelecimentos do tipo. “Conseguimos atender o país todo daqui”, planeja Flores.

O serviço da empresa não é limitado para o público com deficiência visual e qualquer pessoa pode adquirir artigos decorativos com o ultrassom 3D.

Fonte: em.com.br
 
 
 Carreira de Tecnologia da Informação (TI) cresce no exterior
Países da Europa, América e Oceania buscam profissionais de Tecnologia da Informação com salário médio de R$ 15 mil

Trabalhar fora do Brasil parece um sonho distante. Mas a oportunidade de emigrar para outros países é mais fácil do que muitos imaginam. Tecnologia da Informação é uma das áreas em contínuo crescimento e que mais exporta brasileiros. Formados em ciências ou engenharia da computação e profissionais de sistema da informação têm muitas portas abertas. Os destinos mais escolhidos são: Austrália, Bélgica, Canadá e Nova Zelândia.

O Canadá é um dos países que está no topo da lista de oferta de emprego no exterior para Tecnologia da Informação. Algumas profissões chegam a ganhar 50% acima da média nacional, algo em torno dos R$ 15 mil. Dentre os perfis procurados estão analistas de dados, analistas de informática e gerentes de sistemas de informática.

Há apenas dois meses, Luis Victor Coutinho, 25, deixou Manaus para fazer doutorado em informática, na área de segurança, na cidade alemã de Siegen. Ele conta que entrou no país como turista e, depois, deu entrada na documentação necessária para morar, estudar e trabalhar legalmente. “O processo para entrar foi bem tranquilo. Para obter permissão de residência foi necessário apenas levar os documentos à prefeitura e ao escritório de registro de estrangeiros”, explica.

“Poderia ter escolhido outros países, como, por exemplo, a Bélgica, onde tenho família. Mas optei pela Alemanha por toda a infraestrutura para trabalho e pesquisa, cujo investimento aqui é muito alto”, afirma o bacharel em Ciência da Computação e mestre em informática (ambos pela Universidade Federal do Amazonas - Ufam). “No caso da Alemanha, para áreas com muita demanda, como TI, existe a opção de fazer um visto só para procurar emprego no país, com validade de 6 meses”, completa.

Nascido e criado em Manaus, Filipe Mesquita, 33, chegou em Edmonton, Canadá, para fazer doutorado. Isso foi há sete anos. Hoje, ele é vice-presidente de Ciência de Dados da Mitre Media e está em busca de compatriotas para trabalhar na empresa. “Há uma demanda muito grande por bons programadores. Procuro brasileiros que tenham experiência na linguagem Ruby e queiram vir morar no Canadá. Podem mandar e-mail para mesquita@mitremedia.com”, revela.

Funções diversas

Desenvolvedores de web, analistas de sistemas, web designers e programadores são alguns dos mais procurados pela Austrália, com salários que chegam a R$ 220 mil por ano. Países como a Alemanha, Noruega, Reino Unido e Luxemburgo também.

Das vagas disponíveis, 22% de Tecnologia da Informação serão preenchidas por imigrantes no Canadá, é uma estimativa para os próximos anos. Empresas como Ericsson, IBM, Intel, Kodak, Microsoft e Nokia estão no país.

Bélgica: boa opção para viver

Mestre em informática pela Ufam e cursando doutorado na Université de Mons, na Bélgica,  o amazonense Nilo Menezes, 39, ressalta que é preciso investir no currículo para ter sucesso na carreira internacional. “As empresas exigem um bom conhecimento técnico, curso superior completo — mestrado é importante na Europa — e inglês. A média salarial é de 3,5 mil a 5 mil euros”, enfatiza. “O mais difícil é encontrar uma empresa que financie ou patrocine a permissão de trabalho”, completa.

De acordo com ele, que vive com a esposa e três filhos, desde 2006, na cidade belga de Wasmes, o país tem um processo relativamente simples: basta estar com boa saúde e não ter antecedentes criminais. Este ano, Nilo abriu uma empresa própria e presta consultoria para uma firma norte-americana no ramo de Internet, em Chicago.

Canadá procura brasileiros

Atualmente, a maior demanda de empregos no Canadá é de engenheiros de software, cujo salário cresceu 11% em cinco anos. De acordo com a revista canadense Macleans a área de TI  está entre as 26 mais bem pagas, com salário médio anual é de 82 mil dólares canadenses.

Filipe Mesquita disse que a parte mais difícil do processo foi a burocracia. Bacharel e mestre em Ciências da Computação na Universidade Federal do Amazonas (Ufam), ele passou por um longo processo para ser aceito na Universidade de Alberta. “Precisei publicar artigos científicos, fazer uma série de testes, como o TOEFL [avalia a capacidade de usar e compreender inglês no nível universitário] e o GRE [Graduate Record Examination - critério de admissão] e achar um professor no Canadá disposto a me aceitar como aluno”, lembra.
 
 
 Software desenvolvido em Ribeirão Preto ganha premiação da ONU
Sistema CleverCare foi desenvolvido pela Kidopi - empresa ligada ao Supera

Ter uma boa ideia, acreditar nela e investir em inovação. Foi assim que o sistema CleverCare, desenvolvido pela Kidopi - empresa ligada ao Supera Parque de Ribeirão - foi premiado pela Organização das Nações Unidas (ONU) como o melhor software do Brasil.

O World Summit Award (WSA) é uma premiação global que tem como objetivo reconhecer o melhor em conteúdo e aplicativos para celulares e dispositivos móveis. “Investir em tecnologia para impactar na área da Saúde é gratificante, assim como receber esse reconhecimento”, afirma Mário Adolfi Júnior, diretor executivo da Kidopi.

Essa é a segunda premiação concedida pela ONU à empresa. Em 2013, a Kidopi venceu a etapa nacional com o sistema HealthBI, que oferece aos gestores hospitalares o acesso, em tempo real, à indicadores e ferramentas de gestão inteligente.

“O prêmio reforça o compromisso que as empresas ligadas à Supera têm em desenvolver soluções inovadoras”, diz Saulo Rodrigues, gerente da Supera. “Mostra também que o grau de inovação de Ribeirão é muito elevado e a cidade já desponta como polo em tecnologia.”

Etapa mundial

Além de ser eleito como o melhor software de informática em saúde do Brasil, o CleverCare será o representante brasileiro na etapa mundial da premiação, que tem início hoje e segue até domingo, dia 20, em Baku, no Azerbaijão, data em que será divulgado os finalistas.

Para Rodrigues, na etapa internacional a Kidopi é uma forte candidata. “Pelo belo trabalho que vem desenvolvendo”, frisa.

Já Junior afirma que a expectativa de estar entre os finalistas é grande. “Queremos ficar entre os quatro melhores, dentre 86 países, e ir para a China no final do ano para a premiação final”, conclui. 

Ambiente ‘respira inovação’

Segundo levantamento da Associação Brasileira de Startups, o estado de São Paulo é o que mais concentra startups no País, com 28% de participação.

Além disso, há 30 iniciativas para implantação de parques tecnológicos, em que cinco estão em operação. Um deles é Supera Parque Ribeirão, que atende 50 empresas e está em processo de seleção para mais nove. “Estar incubado no Supera é um diferencial, pois é um ambiente que respira inovação e é cercado de empresas e pessoas geniais que nos fazem querer ser melhores”, diz Mário Adolfi Júnior, da Kidopi.


Fonte: jornalacidade.com.br
 
 
 Será que a tecnologia pode ser parceira da natureza?
É muito fácil pensar na natureza e na tecnologia como duas entidades imersas em uma luta de boxe que já dura séculos e que está para terminar em nocaute a qualquer instante.
Selfies atrapalham a vista de um belo pôr do sol. Centenas de milhares de toneladas de "e-lixo" tóxico são despejadas em rios e pântanos a cada ano. Nomes de plantas e animais perdem protagonismo nos dicionários para dar lugar a termos como "banda larga" e… "selfie".

Reclamamos da invasão do wi-fi nos lugares mais remotos, mas declaramos o acesso à internet como um direito humano. Repudiamos a caça ilegal, mas acabamos ajudando bandidos a encontrar animais raros através de nossas postagens nas mídias sociais. Sonhamos em relaxar uma tranquila praia das Maldivas, mas exigimos voos baratos e nada ecológicos para chegar até lá.

Não há dúvidas dos motivos por trás desses conflitos. Como o filósofo científico Christopher Potter afirma, em seu livro How To Make a Human Being (Como fazer um ser humano, em tradução literal): "O ser humano nunca fez parte da natureza. Sempre fizemos parte da tecnologia".

Desejo natural por inovação
A partir do momento em que o homem moderno conseguiu controlar o fogo, ele nos colocou no caminho de dominar o mundo. E nunca mais olhamos para trás.
A tecnologia é simplesmente um conjunto de estratégias que nossa espécie desenvolveu para poder lidar com o fato de ser uma criatura consciente de si mesma em um planeta caótico e frequentemente hostil.
Isso torna nossa vontade de inovar algo tão "natural" quanto a estrutura de nossos cérebros.
Cada vez mais sacrificamos nosso habitat natural em prol da satisfação instantânea da mudança e da solução rápida para problemas econômicos e políticos.

Natureza inspiradora
Mas apesar de muitas de nossas invenções digitais servirem para nos distanciar do mundo que elas deveriam melhorar, a tecnologia e a natureza também estão continuamente se alimentando mutuamente, de maneiras altamente positivas.
Pensemos, por exemplo, no campo da biomimética, em que elementos e processos naturais são usados como modelo para o desenvolvimento de novos materiais, equipamentos e ferramentas.
Um famoso exemplo é a invenção do velcro pelo engenheiro suíço Georges de Mestral, em 1941, depois que ele observou como algumas plantas das montanhas se agarravam a suas roupas e aos pelos de seu cão.
Entre os avanços mais recentes nessa área estão: a criação de um fita adesiva cirúrgica pós-parto que se molda na estrutura das teias de aranha; a imitação do vírus para criar nanopartículas que se rearranjam sozinhas e levam medicamentos diretamente a células cancerígenas; ou ainda uma supereficiente tela para livros eletrônicos, refletiva e colorida baseada na maneira como as asas de borboleta cintilam sob a luz forte.

Tecnologia para preservação
Além disso, a tecnologia é cada vez mais utilizada para ajudar projetos de preservação e sustentabilidade. Um deles é o Technology for Nature, idealizado pela Universidade de Londres, a Sociedade Zoológica de Londres e a Microsoft.
Entre as iniciativas do projeto estão um serviço de "nuvem" digital gratuito e rápido que permite que especialistas acessem dados precisos de mudanças climáticas de qualquer região do mundo, ou ainda o desenvolvimento de novos aparelhos para registrar o comportamento de animais em seus habitats.
Lucas Joppa, um dos gerentes do projeto, admite que ainda há desafios em se unir cientistas de disciplinas tradicionalmente vistas como opostas. "A linguagem, a terminologia e as motivações são diferentes. Praticamente tudo", brinca.
"Mas temos questões de preservação ambiental que precisam ser combatidas imediatamente, como o monitoramento de áreas protegidas, o rastreamento de espécies de alto valor comercial e a detecção online do comércio ilegal de plantas e animais", explica.

Para Joppa, a tecnologia teve mais impacto positivo do que negativo sobre a natureza nos últimos dez anos.
Obviamente, a natureza não é só pandas e florestas, e a tecnologia está também ajudando a domar seu lado mais cruel. Tuítes e fotos do Instagram com hashtags e geotags se tornaram uma maneira valiosa de compartilhar atualizações em tempo real sobre desastres naturais.
O Person Finder, do Google, criado para reunir parentes durante o tsunami de 2011 no Japão, está atualmente ativo no Nepal. E nos Estados Unidos o aplicativo da Agência Federal de Gerenciamento de Emergências permite que comunidades atingidas por catástrofes consigam fazer um financiamento coletivo para obter mantimentos.
Fora tudo isso, ainda temos o conceito das "cidades verdes". Imagine arranha-céus transformados em lavouras verticais, com plantações forrando o teto e as paredes; metros quadrados vazios sendo usados para cultivar biocombustíveis à base de algas; e árvores capazes de iluminar ruas à noite como resultado de genes bioluminescentes.

Apreço pessoal pelo planeta
Claramente, as notícias não são ruins em matéria de unir tecnologia e natureza em grande escala. Mas como esse cabo de guerra está nos atingindo pessoalmente?
Considerando a natureza viciante das plataformas digitais, é difícil às vezes contestar a crença de Potter de que "a tecnologia evolui para uma vida entre quatro paredes". E quando nós finalmente nos aventuramos lá fora, celulares e outros aparelhinhos conseguem nos manter presos em nosso próprio mundo, mesmo diante da mais bela paisagem.
Mas, na realidade, está surgindo todo um ecossistema de softwares que têm por objetivo intensificar nosso apreço pelo planeta em que vivemos: de aplicativos que usam tecnologia de reconhecimento facial para identificar espécies de árvores a outros que nos ensinam a nos reconectarmos com o meio ambiente.
A tecnologia também nos ajuda a contribuir com a preservação ambiental. Serviços de compartilhamento de carros ou aparelhos que monitoram o gasto energético de uma casa são apenas o começo.
O tecnologista Kevin Kelly acredita que a tecnologia é "uma força da natureza", que evolui seguindo os mesmos princípios de qualquer espécie viva.
Talvez ele esteja certo. Ou talvez a natureza, assim como a humanidade, seja uma espécie de tecnologia misteriosa.
De qualquer forma, precisamos parar de ver as duas coisas como rivais e nos concentrarmos em fazer com que eles se tornem parceiros.


Fonte: bbc.com
 
 
 Mouse Diamonback da Razer está de volta com melhorias e tecnologia Chroma
O Diamondback, um dos mouses mais aclamados da Razer, ganhou uma nova versão com sensor mais preciso e tecnologia Chroma. O modelo estará disponível no Brasil a partir de novembro, com o preço sugerido de R$ 699.

O Diamondback Chroma herdou algumas características do seu irmão mais velho, como o design ambidestro e o ajuste de sensibilidade on-the-fly. Mas o periférico ganhou algumas melhorias, como o sensor a laser 5G com 16 mil DPI e a lateral emborrachada.

Desde quando foi lançado em 2004, o Diamondback é considerado um dos mouses mais bonitos de todos os tempos, por conta do seu design e as cores fortes. Agora, o modelo traz iluminação em led de até 16 mil cores - por meio do sistema Chroma, que pode ser configurada via Razer Synapse.

São nove botões customizáveis com a tecnologia Hyperesponse, 1.000 Hz de Ultrapolling, o que garante um tempo de resposta de 1ms, e uma velocidade de 210 polegadas por segundo com 50G de aceleração. Ao todo, o mouse pesa apenas 90g e conta com cabo de 2.1m com reforço em nylon.

Fonte: Techtudo
 
 
 Cinco coisas que você precisa saber sobre o smartphone da Asus, o Zenfone 2
O Zenfone 2 chegou ao Brasil chamando muita atenção. Com configurações para bater de frente com tops de linha como Galaxy S6 e iPhone 6, o celular da Asus se destaca pelo preço baixo: R$ 1.299. Por dentro, ele conta com 4 GB de RAM e bateria de 3.000 mAh. 

Pouca gente sabe que o smartphone não chegou sozinho e foi lançado com outros quatro aparelhos Zenfone no Brasil. Cada um tem um público-alvo distinto e por isso, configurações diferentes. Confira essas e outras informações sobre o celular da Asus. 

1) Modelos 'secretos'
O Zenfone 2 foi lançado no Brasil em agosto de 2015 com design fino e hardware top da Asus. Mas, ele não foi o único: a fabricante revelou detalhes de mais quatro celulares da linha, o Zenfone 2 Deluxe, Zenfone 2 Lasere  Zenfone Selfie. Já o ZenFone Zoom foi anunciado na feira de tecnologia de Berlim, a IFA 2015.
O Deluxe é uma versão aprimorada do celular, com design exclusivo e sofisticado que lembra a superfície de um cristal. A tampa traseira foi projetada ergonomicamente para dar mais conforto para o usuário e está disponível nas cores roxo e branco.

Ele tem tela de 5,5 polegadas com resolução Full HD e câmera traseira de 13 e frontal de 5 megapixels. Por dentro está o processador Intel Atom de 2,3 GHz, 4 GB de RAM e armazenamento interno de até 128 GB. Para concluir, o preço é de R$ 1.999.
Já o Zenfone 2 Laser tem como destaque o preço, bem menor que seus "irmãos". Por R$899, o usuário pode comprar um celular com tela HD de 5,5 polegadas, proteção Gorilla Glass 4 e processador Qualcomm Snapdragon 410, acompanhado de 2 GB de RAM. Ele chega às lojas brasileiras no início de outubro de 2015.

A câmera, que dá o nome do aparelho, tem tecnologia PixelMaster, com foco laser automático e sensor de 13 megapixels. A lente frontal (para selfies) tem 5 megapixels e o armazenamento interno é de 16 GB, com suporte para MicroSD de até 128 GB. O modelo vem nas cores preto, branco e vermelho. 
O Zenfone Selfie, como o nome antecipa, tem destaque para a câmera frontal, que oferece impressionantes 13 megapixels. Ela ainda é equipada com flash duplo LED Real Tone, para ambientes mais escuros. A lente traseira também vem com 13 megapixels, flash duplo de LED e foco automático.

A tela de 5,5 polegadas Full HD vem com Gorilla Glass 4 e no hardware está um processador Qualcomm Snapdragon 615, com 3 GB de RAM e 32 GB de armazenamento. Há suporte para cartão externo MicroSD de até 64 GB e o modelo está disponível nas cores branco, azul e rosa, com preço a partir de R$ 1.299.
Por fim, o Zenfone Zoom é um celular-câmera que vem com sensor (fabricado pela Panasonic) de 13 megapixels, que combina imagens para chegar até 52 megapixels de qualidade, a chamada “Super Resolution”, com zoom óptico.

O modelo vem com tela de 5,5 polegadas Full HD (1080p), 4 GB de RAM e armazenamento de 64 ou 128 GB. O processador é um Atom de 1,3 GHz, mas ainda não há informações sobre preço e disponibilidade no Brasil. 

2) Configurações
O Zenfone 2 chega com configurações que devem agradar tanto os usuários intermediários como os avançados. Por dentro, ele é equipado com um processador Intel Atom quad-core de 2,3 GHz (compatível com 64 bits), acompanhado de uma memória RAM de 4 GB.
A capacidade da memória RAM merece destaque por deixar o funcionamento do smartphone mais fluído e rápido. Principalmente quando comparado com concorrentes como o iPhone 6 que tem apenas 1 GB de RAM e o iPhone 6S, com 2 GB de RAM. Por outro lado, a maior potência pode resultar em um gasto maior de energia. 

No armazenamento interno, o Zenfone 2 oferece opções de 16 GB e 32 GB , com expansão de até 64 GB. O celular tem conexão Wi-Fi, Bluetooth 4.0,  NFC, além do chip 3G/4G. Suas dimensões são de 152,5 mm x 77,2 mm x 10,9 mm e peso de 170 g.
Quando o assunto é foto, o Zenfone 2 vem com duas lentes: uma traseira de 13 megapixels e outra frontal de 5 MP com ângulo maior de visão. A bateria vem com potência de 3.000 mAh e acompanha um carregador rápido, que promete suprir 60% da bateria em cerca de 39 minutos.
3) Preço e disponibilidade
O Zenfone 2 pode ser encontrado em diversas lojas nacionais – tanto físicas quanto online, inclusive no site da própria Asus. O modelo está disponível nas cores preto, dourado, prata, e vermelho. A versão com armazenamento interno de 16 GB tem preço sugerido de R$ 1.299 e o Zenfone 2 com espaço maior, de 32 GB, é vendido por R$ 1.499.

4) Tela e Interface exclusiva
O Zenfone 2 oferece uma tela de IPS Full HD (1080p) de 5,5 polegadas, com tecnologia Corning Gorilla Glass 3, para evitar arranhões ou danos. O celular tem ainda um revestimento para reduzir marcas de dedos durante o uso. O ângulo de visão do display é de 178º, o que permite uma exibição ampla de vídeos e fotos, e a densidade de pixels de 403 ppi.  

O Zenfone 2 roda a interface Asus ZenUI, uma personalização do Android somente para celulares da fabricante. Por isso, o Zenfone conta com algumas ferramentas extras, não disponíveis no Android "puro". Dentre elas está o ZenMotion, tecnologia de gestos intuitivos para acesso rápido de ações recorrentes.

O celular tem também tecnologia de segurança da Trend Micro, tradicional empresa deste setor. Já as atualizações dos aplicativos ficam por conta do ZenUI Instant Updates. A interface também permite personalizações dos usuários com temas, fontes e launchers, além de dois modos de visualização especiais – simplificado e infantil. Entretanto, quem está acostumado com o Android “puro” pode ter dificuldades de se adaptar à interface da Asus. 
5) Smartphones concorrentes
O Zenfone 2 possui algumas configurações potentes, que o colocam no mesmo nível tops de linha, como a sua memória RAM. O Galaxy S6, o Moto X Style, o LG G4 e o  Xperia Z4 oferecem algo aproximado, com seus 3 GB de RAM.

No entanto, esses celulares são mais avançados em outros quesitos, com câmeras mais poderosas, tela com resolução maior e processador top de linha. A câmera do Zenfone 2, por outro lado, tem a mesma qualidade do Moto G 3: 13 na traseira e 5 megapixels na frontal.
Levando em consideração o preço e as configurações, o Zenfone 2 fica na faixa do Moto X Play: o modelo de 32 GB custa R$ 1.499, enquanto o modelo da Motorola fica por R$ 1.489 com mesmo armazenamento.

Fonte: Techtudo
 
 
 Novo recurso para celulares carrega seu smart em alguns instantes
Quick Charge 3.0 carrega 80% da bateria do celular em 35 minutos

A Qualcomm anunciou a chegada da terceira geração do Quick Charge, recurso que permite recarregar a bateria do celular ou tablet com maior velocidade. De acordo com a fabricante, em dispositivos equipados com o Quick Charge 3.0 a bateria vai passar de 0% a 80% em apenas 35 minutos.

O Quick Charge 3.0 é 27% mais rápido que o 2.0, com aumento de 38% na eficiência energética e com redução de 45% na dissipação. Ou seja, quanto menos calor dissipado, menor é o consumo de eletricidade e desgaste dos seus componentes.

Esses saltos de performance foram conquistados empregando um novo tipo de gerenciamento de energia. Se no Quick Charge 2.0 o sistema dependia de voltagens fixas de 5, 9, 12 e 20 volts para funcionar de forma correta, o Quick Charge 3.0 opera com incrementos de 0,2 volts (a partir de 3,6 até 20 volts no total).
Na prática, isso significa que o sistema é capaz de determinar a voltagem de saída do carregador do seu celular e adaptar o modo de carregamento da bateria para aproveitar o máximo dessa energia. O Quick Charge funciona acelerando a recarga para que o seu aparelho “sugue” o máximo de energia que os materiais químicos na bateria podem suportar de forma segura.

Sem o Quick Charge, por exemplo, alguma oscilação na quantidade de voltagem poderia representar energia desperdiçada e demora no processo de carregamento.

O Quick Charge 3.0 deverá estrear nos dispositivos com processadores Snapdragon 820, que deve controlar boa parte dos smartphones top de linha a serem lançados ao longo de 2016. Contudo, a Qualcomm licencia o uso dessa tecnologia para outros fabricantes de processadores, baterias e carregadores, o que deve tornar o padrão de recarga bastante popular.
Via Qualcomm, Android Police

Fonte: techtudo.com
 
 
 Facebook quer tornar impossível se livrar de eventos mostrando quem viu
Uma das desculpas mais comuns para evitar confirmar presença em eventos ou recusar convites criados no Facebook é dizer que não viu a notificação, mas a rede social parece estar disposta a acabar com esta estratégia. Para isto, está testando um novo recurso que permite que os usuários vejam quais amigos visualizaram as mensagens em seus feed de notícias. Sendo assim, vai ficar parecido com o climão do WhatsApp, o famoso "visualizou e não respondeu". 

Nesta terça-feira (15), o Facebook também afirmou que está desenvolvendo o botão Não Curti (Dislike), recurso aguardado há anos por muitos usuários. 

Na versão em inglês, quando um usuário convida os amigos para um evento, a plataforma passa a mostrar quais deles visualizaram o convite. Seu objetivo é fazer com que o criador do link tenha mais controle sobre seu alcance e possa tomar medidas para torná-lo mais popular.

A função é semelhante à que é usada em vários programas de bate-papo, como o WhatsApp e também no próprio Facebook, que o integrou ao Facebook Messenger e ao sistema de grupos. O grande problema é que este recurso é obrigatório e não pode ser desabilitado pelo usuário, o que o deixa pressionado a responder a todas as interações na hora em que acontecem.

Fonte: Techtudo.com
 
 
 Nova câmera 4K lota espaço dos iPhones 6S e 6S Plus em pouco tempo
O iPhone 6S, assim como o iPhone 6S Plus, ganhou uma câmera de 12 megapixels capaz de gravar vídeos em 4K. O formato de alta resolução, porém, gera arquivos muito grandes que podem consumir com facilidade todo o espaço disponível para dados na versão de 16 GB dos novos tops de linha da Apple.

Um minuto de vídeo em 4K, por exemplo, gravado a 30 quadros por segundo, gera um arquivo de, pelo menos, 375 MB. Para comparação, um vídeo com a mesma duração e taxa de quadros, mas com resolução Full HD, consumiria 130 MB. Em 4K, portanto, os vídeos são quase duas vezes maiores.

Ao considerar que o iOS deve consumir cerca de 4 GB do espaço disponível no celular, é possível calcular quanto tempo de vídeo seria necessário para ocupar os 12 GB que restam ao 6S. Se o usuário não tiver nenhum aplicativo ou mídias extras, a conclusão é a seguinte: em apenas 32 minutos de gravação, toda a memória do aparelho é ocupada.
No fim das contas, a ideia de ter uma câmera para gravar vídeos em 4K no celular pode não ser uma opção interessante na versão de 16 GB do novo smartphone da Apple. Vale lembrar que os novos iPhones 6S e 6S Plus têm versões de 64 GB e 128 GB, que podem ser as ideais para quem quer aproveitar bastante a nova câmera.

Via Phonearena


Fonte: Techtudo.com
 
 
 Maior feira tecnologia do mundo reúne 160 mil pessoas
San Francisco - A conferência anual da companhia de software na nuvem Salesforce, o maior evento tecnológico do mundo com cerca de 160 mil participantes, teve início nesta terça-feira na cidade de San Francisco, onde praticamente todos os hotéis estão lotados.

A escassez de quartos levou a Salesforce a contratar um cruzeiro de luxo, ancorado no porto de San Francisco desde o domingo para receber 1.100 pessoas do total de participantes da conferência, que segue até sexta-feira no Centro de Convenções Moscone.

A Salesforce, com sede em San Francisco e conhecida por ter automatizado tarefas recorrentes dos profissionais de vendas e marketing, ajuda também as empresas a lidar com as chamadas dos serviços de atendimento aos clientes.

A companhia quer ir agora um passo adiante e anunciou hoje várias iniciativas, entre elas uma plataforma que procura melhorar a análise dos dados colhidos de dispositivos conectados à rede, a chamada "Internet das Coisas".

O serviço anunciado hoje pela Salesforce - IoT Cloud - oferece a possibilidade de monitorar e obter informações valiosas desses dispositivos conectados à rede mundial de computadores.

"O IoT Cloud conecta bilhões de eventos de dispositivos, sensores e aplicativos da Internet das Coisas ao Salesforce, o que permite aos clientes obter informações para tomar decisões corretas no momento preciso", indicou a companhia em comunicado.

A plataforma da Internet das Coisas é um dos vários esforços da Salesforce para promover o levantamento de dados através da automatização de processos, a análise de dados e o uso de tecnologia inteligente. A previsão é que o cofundador e executivo-chefe da empresa, Marc Benioff, transforme o assunto no tema central do evento realizado nesta semana.

Benioff confia que pode oferecer a empresas que não têm um perfil tecnológico serviços automatizados e recomendações para os clientes, algo que já faz a Amazon. A nova plataforma combinaria informação de sensores e smartphones com os dados já sob controle da Salesforce, como transações financeiras e perfis pessoais.

A Salesforce também apresentou outro produto hoje. Batizado como IQ, ele rastreia todos os contatos de uma companhia com um cliente para manter a equipe de vendas informada sobre reuniões e outros assuntos relevantes.

Se alguém envia um e-mail sugerindo uma possível data para um encontro, por exemplo, o IQ examina o calendário e elimina opções de forma automática à medida que a agenda seja preenchida no programa.

A conferência, que termina na sexta-feira, inclui 1.600 apresentações e participantes de 78 países.

Está previsto que os executivos-chefes do Uber, Travis Kalanich, e da Microsoft, Satya Nadella, participem amanhã do evento, que contará com a presença de um orador principal surpresa.

Na quinta-feira, a conferência falará sobre a liderança feminina e contará com a presença com a diretora-executiva do YouTube, Susan Vojcicki, e as atrizes Jessica Alba e Goldie Hawn.

Entre os eventos paralelos, destaque para a realização de um show na noite de quinta-feira, que terá a participação das bandas Foo Fighters e The Killers.


Fonte: exame.abril.com.br
 
 
 Estereótipo de que 'matemática é para garotos' afasta meninas da tecnologia, diz pesquisador
A crença no estereótipo de que homens têm mais habilidade em matemática do que mulheres pode ser absorvida por meninas mais cedo do que se imaginava – e contribuir para afastar mulheres de campos como engenharia e ciências da computação, segundo o psicólogo americano Andrew Meltzoff.
Meltzoff, Ph.D. em Oxford, é especialista em desenvolvimento infantil e co-diretor do Instituto de Aprendizado e Ciências do Cérebro da Universidade de Washington, nos Estados Unidos. Suas descobertas sobre a memória e a capacidade de imitação de crianças nos primeiros meses de vida revolucionaram estudos científicos sobre o desenvolvimento da personalidade, do cérebro e das capacidades cognitivas humanas.
Ele esteve no Brasil no último mês de julho para participar de conferências sobre estudos do cérebro e de uma mesa redonda da Academia Brasileira de Ciências sobre o aprendizado das disciplinas conhecidas pela sigla em inglês STEM – ciência, tecnologia, engenharia e matemática.
Meltzoff falou sobre o poder dos estereótipos culturais no aprendizado das crianças, o principal tema ao qual sua equipe de pesquisadores tem se dedicado nos últimos anos.
"Nos Estados Unidos, as crianças só começam a aprender as operações de multiplicação e divisão no 3º ano. Mas nossas experiências mostram que, antes mesmo de começar a aprender matemática mais complexa, elas já 'pegaram' o estereótipo cultural de que matemática é para meninos", disse, durante a conferência.

Segundo ele, a ideia de que os garotos seriam melhores nas ciências naturais e as meninas, nas ciências humanas, contribui para a baixa proporção de mulheres nos cursos universitários ligados à área e, principalmente, nas empresas de tecnologia.
"Na Universidade de Washington, 46% do departamento de psicologia é de mulheres, mas só 14% do departamento de matemática. Na Universidade de Stanford é semelhante, só 3% do departamento de matemática é de mulheres. Em Harvard e no MIT, os valores são ainda menores", afirmou.
No Brasil, cursos de engenharia de computação nas principais universidades do país tiveram cerca de 11% de mulheres aprovadas nos vestibulares de 2015. Para Meltzoff, o caminho para impedir que estereótipos sobre homens e mulheres desestimulem meninas a seguir carreira nas disciplinas STEM é manter um diálogo aberto com os filhos desde o início da infância.
Confira os principais trechos da entrevista:
BBC Brasil - O que exatamente são estereótipos culturais? E que tipo de influência eles exercem nas pessoas?
Andrew Meltzoff - Estereótipos são imagens que temos em nossas mentes, que traduzem crenças gerais que temos sobre grupos de pessoas. Eles não são necessariamente verdade, mas, sim, crenças que temos sobre categorias sociais.
É uma tendência natural dos seres humanos formar estereótipos sobre um grupo. Isso simplifica nossa visão de mundo, porque não temos que pensar sobre e responder a cada indivíduo em um grupo, mas formamos uma representação que funciona para todo o grupo.
Isso é simples, mas pode ter efeitos negativos. Um deles é que tendemos a usar o estereótipo para fazer previsões sobre as pessoas. Posso ter um estereótipo de que "homens se interessam por suas carreiras e mulheres, em cuidar da família", por exemplo. Mas mesmo que alguns homens se interessem mais por suas carreiras do que pela família, isso não é verdade para todos eles.

Andrew Meltzoff - Estamos muito interessados em determinar o momento em que o estereótipo começa e quão cedo no desenvolvimento da criança podemos ver os primeiros sinais de estereótipos. Temos uma grande equipe trabalhando nisso no Instituto de Aprendizado e Ciências do Cérebro na Universidade de Washington.

Publicamos um artigo científico mostrando que estereótipos sobre garotos e garotas relacionados com matemática e leitura começam a aparecer surpreendentemente cedo. A maior parte dos adultos mantém o estereótipo de que garotos se identificam mais com matemática e garotas, com leitura.
Em um estudo que publicamos em 2011, descobrimos que crianças do segundo ano escolar (entre seis e oito anos) já têm esse estereótipo. A maioria das meninas e meninos acha que matemática é coisa de homens. No entanto, eles têm desempenho semelhante em matemática na escola nesta idade. Os meninos não se saem melhor do que as meninas.
Por isso, acreditamos que as crianças adquirem essa crença da cultura que as rodeia. Elas absorvem este estereótipo da cultura adulta.

BBC Brasil - Por que estereótipos culturais são tão importantes no desenvolvimento das crianças?
Meltzoff - Eles são importantes porque podem influenciar a maneira como as crianças pensam umas sobre as outras. Se uma criança acredita que meninas não são boas em matemática, ela tende a tratar as garotas como se não gostassem de números, calculadoras, aritmética ou robôs, por exemplo.
Se as meninas são tratadas assim, e há uma expectativa social ampla de que matemática não é para garotas, elas podem começar a internalizar isso. Elas podem escolher jogos matemáticos com menos frequência, ou serem menos persistentes em problemas matemáticos difíceis, porque elas acham que "meninas não são boas em matemática" ou "matemática não é para mim".
Com o tempo, isso pode influenciar o conceito que elas têm de si mesmas e suas aspirações para o futuro.
E se a menina é boa em matemática – e muitas são – terá que dedicar energia e tempo extra para lutar contra o estereótipo dos outros. É trágico quando restringimos os sonhos das crianças sobre o que elas podem fazer, o que podem ser e o que podem alcançar.


BBC Brasil - O senhor disse acreditar que o mesmo estereótipo em relação a garotas e matemática exista na América Latina e na Europa. O que sabe sobre os estereótipos culturais sobre gênero no Brasil?
Andrew Meltzoff - Ainda não fizemos este trabalho com as crianças no Brasil, mas adoraríamos colaborar com educadores e cientistas para abordar esse tema, como estamos fazendo no Chile. Mas se você me pede uma opinião, eu diria que sim, as crianças no Brasil e na América Latina também acham que matemática é para garotos e leitura, para garotas.
Será preciso mais pesquisas para saber quão forte é esta crença na América Latina e como ele pode influenciar a performance delas em matemática. O governo brasileiro, assim como o governo americano, quer que suas crianças se interessem mais pelas disciplinas STEM e tenham notas melhores nos testes internacionais.
O que acredito, no momento, é que os estereótipos da sociedade começam a afetar até a performance acadêmica de nossas crianças muito cedo no desenvolvimento delas (na escola primária ou até antes). Por causa deles, os resultados do Brasil e dos EUA nestes testes não são tão bons quanto poderiam ser. Precisamos realizar estudos para saber se isso é realmente verdade. E se for, precisamos fazer algo a respeito!

BBC Brasil - Mas garotos e garotas demonstram habilidades diferentes em disciplinas STEM desde cedo?
Meltzoff - Muitos adultos acham que as meninas têm resultados piores do que os meninos em matemática, mas, na maioria dos países, elas têm notas maiores do que as dos meninos nos primeiros anos da escola.
Os testes padronizados de muitos países também mostram que não há diferença nas performances de garotas e garotos. Em alguns destes países, na verdade, as meninas se saem melhor do que os meninos nos exames. Este assunto é de grande interesse científico e é, como você pode imaginar, muito controverso.

Quando fui ao Brasil, esta é uma das coisas que mais me perguntaram. Há diferenças biológicas nas habilidades STEM? Existem forças culturais que empurram meninas e mulheres para longe dos campos STEM? Precisamos de estudos objetivos muito bons para responder a estas questões.
BBC Brasil - Como o senhor acha que esses estereótipos influenciam o número de mulheres em campos STEM? Os baixos índices encontrados nos EUA também são comuns em outros países?
Meltzoff - Sim, sabe-se que há muito poucas mulheres em geral nos campos STEM, especialmente na altamente influente indústria das ciências da computação. Estereótipos e expectativas culturais podem levar a um número menor de mulheres na escola ou na universidade entrando em disciplinas que as preparam para carreiras na ciência da computação.
Se as mulheres não se inscreverem nestas aulas tanto quanto os homens, acabaremos com menos mulheres na indústria. Em alguns campos STEM, começamos a perder muitas mulheres cedo em suas trajetórias acadêmicas. Já escrevemos alguns artigos sobre isso. Talvez possamos atrair mais mulheres para a ciência da computação se entendermos melhor o que as está afastando disso.

BBC Brasil – Por que é importante ter mais mulheres nos campos STEM e, especialmente, em ciência da computação?
Meltzoff – Há dois motivos. O primeiro é a equidade social. Ciência da computação é um campo com muitos empregos lucrativos. Não é justo termos tão poucas mulheres neste campo. O segundo motivo é que o próprio campo será beneficiado ao trazer mais mentes criativas e brilhantes com outras perspectivas.
Se desencorajamos muitos estudantes a permanecer neste campo, nos prejudicamos como sociedade. Ao trazer mais mulheres e minorias subrepresentadas no campo, podemos melhorar os tipos de jogos criados, os tipos de software.
BBC Brasil – Que tipo de trabalho o senhor e sua equipe estão desenvolvendo para recrutar mais garotas para campos STEM? Que países se mostraram interessados nestas ideias?
Meltzoff - Nossa pesquisa mostra que o ambiente físico é muito importante para a maneira como as mulheres enxergam a ciência da computação. Publicamos recentemente um estudo que mostra que mais mulheres se interessam por aulas de ciência da computação se a sala de aula não for tão geeky.
Se a sala tinha pôsteres de Jornada nas Estrelas e estátuas de Spock em todos os lugares, menos garotas do ensino médio queriam estar na aula do que se a sala tivesse itens mais neutros na decoração. Usando análises estatísticas, descobrimos que as garotas sentiam que não "pertenciam" ao ambiente mais geeky e achavam que teriam notas menores.
Isso é interessante porque mostra que a decoração de uma sala pode projetar estereótipos que podem afastar as garotas da disciplina. Elas se afastavam porque não sentiam que aquilo correspondia à sua identidade como mulher.
Pessoas tanto na educação quanto na indústria já expressaram interesse nisso. É relativamente barato mudar o ambiente das salas de aula e escritórios. E pode fazer a diferença.
Espanha e Cingapura demonstraram muito interesse em ideias para intervenções que atraiam mais garotas para a matemática nos primeiros anos escolares. Achamos que mais países ficarão interessados quando obtivermos resultados de nossos testes lá.
BBC Brasil – Como os pais podem saber em quais estereótipos sobre gênero seus filhos acreditam?
Meltzoff – Desde a escola primária, os pais podem perguntar aos filhos quem gosta mais de matemática – se meninos ou meninas. Quem gosta de robôs? Quem gosta mais de ler? Estas são questões simples que mostram estereótipos que as crianças podem estar absorvendo.
Falar com os filhos sobre as coisas em que eles acreditam pode abrir os olhos dos pais. E falar sobre essas coisas é útil. Não faz sentido ignorar esses assuntos. Estereótipos existem. As crianças percebem isso. Não dá para fingir que não vemos esses estereótipos, só não temos que apoiá-los!
Há estereótipos nos meios de comunicação, em filmes, em livros, em lojas. Nossas crianças crescerão expostas a eles. Mas podemos ensiná-las a não aplicar estes estereótipos nelas mesmas e não deixar que eles limitem seus sonhos e visões de futuro.
Os estereótipos podem ser difundidos na sociedade, mas não determinam nosso destino. Os pais podem ajudar nisso.


Fonte: bbc.com
 
 
 Tecnologia reciclável
Com a proposta de ser uma “plataforma criativa que associe gambiarra e tecnologia”, o coletivo mineiro Gambiologia sempre trabalhou nesse princípio de combinação de objetos para construir um grande mosaico tecnológico – que, segundo seu próprio coordenador, Fred Paulino, é um “tanto barroco”. Para “Gambiologia Aplicada III”, sua primeira exposição individual em Belo Horizonte, eles tentaram mudar um pouco esse método.

“Para diferenciar um pouco, a gente resolveu trabalhar os objetos mais individualmente, funcionando separados, até porque a proposta de circulação e a topografia do espaço é diferente”, explica Paulino, referindo-se ao foyer do Sesc Palladium. É ali que as 15 telas multifuncionais, realizadas por ele e Paulo Henrique Pessoa, ficarão expostas de hoje até o dia 18 de outubro, com visitação de terça a domingo, das 8h às 21h.

“Nós garimpamos material reutilizado, geralmente eletrônicos, em feiras de segunda mão e mercado das pulgas, e instalamos em uma base ou suporte, também reutilizado”, descreve o coordenador. Segundo ele, esses objetos podem ir desde latas de filme 35mm até tabuleiro, madeira e latas de biscoito.

Numa época em que um novo iPhone, iPad ou i-alguma coisa surge a cada seis meses, a proposta do coletivo é clara e pertinente. “Estamos incentivando uma cultura do reuso do objeto descartado, seja eletrônico, tecnológico ou não”, propõe Paulino.

Nessa mesma linha, o coletivo já está trabalhando em um novo projeto, que o coordenador descreve como um “camelô de controles remotos antigos que vão sendo descartados”. Além disso, eles estão estudando a criação de um ateliê, um “espaço laboratorial”, no centro da capital, a partir do ano que vem.
 
 
 Confira as Smart TVs mais em conta no Brasil e escolha o seu tipo
As Smart TVs são as novas queridinhas do público, mas nem todo mundo tem dinheiro para bancar um modelo top de linha. Porém, temos uma excelente notícia: há sim boas opções no mercado que não custam uma fortuna. Infelizmente nenhuma sai por menos de R$ 1 mil, mas preparamos uma lista que caberá com mais facilidade dentro do seu orçamento.

Confira algumas opções de Smart TV com configuração de respeito para quem não quer gastar muito. 

Samsung UN40F5500
Custando em torno de R$ 1.500, o modelo de 40 polegadas da Samsung oferece bons recursos para quem quer custo-benefício em uma TV de LED. Com resolução Full HD e 120Hz de CMR, ela conta com Wi-Fi embutido, Função Futebol  e o sistema Smart Hub da Samsung, que permite acesso rápido a aplicativos e outras funções. De entradas ela vem com três HDMI, duas USB e uma RJ-45. A TV também permite  reprodução de vários tipos de arquivos de vídeo, como .MOV ou .MKV, pelo pendrive,  além de contar com reprodução via DLNA.


Philco PH32U20DSGW
O modelo de 32 polegadas da Philco oferece um excelente custo-benefício para quem quer TVs menores.Podendo ser encontrada em torno de R$ 1 mil em promoções, ela conta com tela IPS de LED com resolução HD, 120Hz BMR e Wi-Fi embutido. Ao todo são 2 entradas HDMI,  2 USB e uma entrada de rede RJ-45. Ela também tem suporte para reprodução de arquivos pelo pendrive e reprodução via DLNA, além de aplicativos como Netflix e Youtube.


Panasonic Viera TC-32AS600B
Outra ‘baratinha’ de 32 polegadas, o modelo da Panasonic também é uma boa opção para quem precisa de uma smart tv um pouco menor. Com resolução HD, tela de LED LCD e 120Hz de BMR, o modelo conta com Wi-Fi embutido e aplicativos como o Netflix, Facebook e Twitter. Ela possui duas entradas HDMI, duas USB e uma RJ-45. Também oferece reprodução de arquivos via pendrive e DLNA, além de espelhamento da tela do smartphone via Miracast. Ela pode ser encontrada por cerca de R$ 1.100


Semp Toshiba DL 40L5400
Custando cerca de R$ 1.500, o modelo de 40 polegadas da Semp Toshiba tem alguns recursos interessantes. O melhor deles sem dúvidas é o atalho no controle para os aplicativo do Netflix . O outro é a possibilidade de gravar o conteúdo da TV em um pendrive ou HD externo. Ela tem resolução Full HD a 60Hz, Wi-Fi integrado e navegador desenvolvido pela Opera. O modelo conta com três entradas HDMI,  duas USB e saída para fones de ouvido.

LG 42LF6400
Podendo ser encontrada por cerca de R$ 1.800, o modelo de 42 polegadas da LG tem bons atrativos. Ela roda o Web OS, considerado um dos melhores sistemas para TV, tem tecnologia 3D e possibilidade para gravar conteúdo em pendrive ou hd externo. O modelo tem tela IPS com resolução Full HD, Wi-Fi integrado e compatibilidade com dispositivos Miracast. Entre as conexões ela possui três HDMI, três USB e entrada de rede RJ-45.
 
 
 
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