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 Novas campanhas do Windows 10 mostram o que o Mac não é capaz de fazer
A Microsoft segue com sua agressiva estratégia de marketing para promover o Windows 10. Desde o lançamento do sistema operacional, a empresa vem apostando em comerciais mais incisivos que destacam suas características e novidades. E, desta vez, a companhia decidiu fazer esse tipo de publicidade ao mostrar como o novo Windows consegue fazer coisas que são impossíveis no Mac. É o bom e velho jeito americano de fazer propaganda: atacando a concorrência. Durante a transmissão do Oscar na noite do domingo (28), a Microsoft trouxe uma série de vídeos que colocavam duas mulheres conversando sobre como o Windows 10 tornou suas vidas mais simples, sobretudo no trabalho. Só que a coisa toda não se resumiu a apenas falar da Cortana, da interface touchscreen ou mesmo do Windows Hello. Mais do que isso, elas apontavam como o Mac não era capaz de oferecer nada equivalente a esses recursos para compensar. E isso é reforçado em vários momentos. Em um dos vídeos, a usuária do Windows 10 demonstra como o sistema funciona com telas sensíveis ao toque, o que deixa a fã da Apple claramente incomodada. Tanto que ela logo completa dizendo estar com inveja da colega, pois não possui esse recurso em seu Mac. Em outra propaganda, a Cortana é a bola da vez. Como a Siri não fez sua estreia nem mesmo nas últimas versões do OS X, a mulher tem de se contentar em ver a amiga usando a assistente de voz e concordar que aquilo é realmente muito útil.
O foco da campanha é exatamente mostrar como o Windows 10 é capaz de fazer muito mais que a concorrência. E a Microsoft não economizou esforços para mostrar que essa concorrência tem nome e logo. Por mais que muita gente não concorde com essa abordagem mais agressiva, a verdade é que ela é necessária, principalmente se levarmos em conta que a empresa pretende fazer com que o sistema dure mais alguns bons anos e que, mais importante, o mercado de PCs segue em constante e preocupante queda. Desse modo, atacar a Apple é a saída mais clara para tentar reverter essa situação e melhorar os números do mercado e, por consequência, de seu produto. Via: The Verge
 
 
 Windows 10 traz anúncios na tela de bloqueio e saiba como desativar
Se você é usuário do Windows 10, pode ser que a Microsoft esteja tentando empurrar algumas propagandas goela abaixo e da maneira mais invasiva possível. Segundo relatos de vários usuários, o sistema passou a exibir anúncios de tela cheia, funcionando quase como um um protetor de tela indesejado que está tentando vender algo que você não quer. E é óbvio que as reações a isso não foram nada positivas. De acordo com o que foi percebido, as propagandas aparecem na tela bloqueada do Windows 10 para aqueles que utilizam a opção Destaques de Windows, um aplicativo do sistema que permite que o usuário personalize o visual desse bloqueio, colocando diversas imagens de sua preferência. Só que, junto com essa liberdade de escolher e definir as figuras, alguns anúncios vêm inclusos no pacote e as pessoas estão sendo obrigadas a lidar com esse material publicitário mesmo contra sua vontade. Essa novidade faz parte de mais uma estratégia da Microsoft que muita gente vê como agressiva e de mau gosto. Desde o lançamento do Windows 10, a empresa criou polêmicas ao inundar o sistema com propagandas, seja nos jogos ou em aplicativos diversos, mas desta vez a coisa vai um passo além ao partir também para a tela de bloqueio, quando o usuário não está efetivamente usando o PC. O lado bom é que, apesar de a companhia não dizer nada sobre isso, é muito fácil desativar o recurso e seguir usando seu computador sem se deparar com um protetor de tela vendedor de serviços. Saiba como.

Passo 1 Dentro do menu Iniciar, procure por configurações e abra o aplicativo.
Passo 2 Na nova janela, selecione a opção Personalização. É lá que você vai definir como as funções do Windows 10 vão ser customizadas, incluindo a tela de bloqueio.
Passo 3 Em seguida, selecione Tela de Bloqueio no menu à esquerda. Nessa área, você pode definir qual imagem vai servir de proteção de tela. Como dito anteriormente, é a opção Destaques do Windows que faz com que os anúncios sejam exibidos, mas você não precisa abrir mão dessas imagens para se livrar das propagandas. Um pouco mais abaixo dessa seleção, desmarque a opção "Receba fatos divertidos, dicas, truques e muito mais na tela de bloqueio".
 
 
 Como filtrar os resultados de buscas no Menu Iniciar do Windows 10
O Windows Vista foi o primeiro Windows a trazer um sistema de busca integrado ao Menu Iniciar. De lá para cá esta função só melhorou — com um leve intervalo durante o Windows 8/8.1, período no qual o Menu Iniciar foi sumariamente limado do sistema operacional. O ápice desta função, porém, é o Windows 10, que o deixou ainda mais preciso e inteligente. Além disso, agora a Barra de Tarefas do Windows conta com um menu desenvolvido especialmente para as buscas, ou seja, é possível pesquisar no sistema sem abrir o Menu Iniciar. Enfim, independentemente do caminho escolhido, o fato é que é possível torná-lo ainda mais preciso para você encontrar o que busca. Isso porque o sistema da Microsoft oferece alguns comandos que filtra os resultados em três grandes grupos: Aplicativos, Configurações e Arquivos. Aprenda agora a utilizá-los. Abra o Menu Iniciar ou o menu de pesquisa do Windows 10. Antes de começar a digitar utilize um dos comandos a seguir: file: para exibir apenas arquivos, settings: para exibir apenas funções de configuração do Windows, e apps: para mostrar somente aplicativos e programas do Windows. Se você costuma utilizar esta ferramenta de busca do Windows, vai notar o quanto este pequeno detalhe é capaz de ajudar. Isso porque quando você vai procurar as configurações de monitor do Windows, a coisa mais óbvia a fazer é digitar “monitor” no Iniciar. Porém, vamos supor que você tenha arquivos com esta palavra no nome ou também programas diversos de monitoramento, que também trazem o mesmo termo no título.
Encontrar o que você procura pode ser mais trabalhoso do que deveria. Assim, se você busca settings: monitor, vai filtrar os resultados apenas no âmbito das configurações do sistema.
É interessante notar que, ao usar um comando de filtro, você pode navegar pelas categorias a partir de botões presentes no topo da tela.
Assim, fica ainda mais fácil visualizar os resultados de suas buscas.
 
 
 Como remover corretamente a pasta windows.old no Windows 10
Ao instalar uma nova versão do Windows sem formatar o disco rídigo, o sistema cria uma pasta com seus arquivos antigos chamada “Windows.old”. É uma maneira inteligente de manter um backup caso a instalação dê errado e uma ferramenta interessante para recuperar arquivos. No entanto, é comum que essa pasta não seja mais útil para o usuário e apenas ocupe espaço no armazenamento do PC. Veja nesse tutorial como remover corretamente a pasta windows.old no Windows 10.

Apagando a pasta windows.old no Windows 10
A pasta Windows.old normalmente fica no disco rígido onde o sistema está instalado. Porém, não basta encontrá-la e deletá-la, como fazemos com outros arquivos no PC; é preciso utilizar a ferramenta de Limpeza de Disco.

– Utilize o atalho de teclado “Win Key + E” para abrir o Explorer;
– No painel da esquerda clique em “Este Computador”;
– Sob “Dispositivos e unidades”, clique com o botão direito sobre o disco rígido em que o sistema está instalado. Em seguida, clique em “Propriedades”;
– Depois, clique em “Limpar arquivos do sistema”;
– Uma nova janela se abrirá. Selecione a opção “Instalação(ões) anterior(es) do Windows para deletar a pasta Windows.old e clique em OK;
– Na janela de confirmação clique em “Deletar arquivos” e complete o processo.

Lembre-se que é seguro deletar a pasta Windows.old e outros arquivos de versões anteriores, mas é preciso levar em consideração que, uma vez que você se desfizer desses arquivos, não será mais possível retornar para estágios anteriores da sua instalação.
 
 
 Quer manter o Edge longe do Windows 10 Há uma app para isso
Com a chegada do Edge, a Microsoft conseguiu cumprir os objectivos a que se propôs. Criar um novo browser, leve e que fizesse esquecer o Internet Explorer.
Mas nem todos o querem usar no novo Windows 10, voltando ao IE ou a outras propostas. A Microsoft não deixa isso acontecer de forma simples e para isso surgiu agora uma ferramenta, o Edge Blocker.
A integração do Edge no Windows 10 é profunda e dificilmente o vão conseguir remover do sistema operativo da Microsoft. Esta foi uma decisão que não agradou a muitos utilizadores, que assim se vêem obrigados a ter de usar o Edge em determinadas situações.
Não é apenas uma obrigatoriedade de utilização no que toca ao acesso à Internet, mas vai mais longe e este browser é o leitor de PDF’s que é usado por omissão, mesmo havendo uma app dedicada dentro do sistema operativo.
Mas como é impossível remover o Edge, surge uma alternativa, desactivá-lo. Para isso existe a app Edge Blocker, que trata do processo de forma directa. Com uma interface simples e com apenas 1 botão, basta carregar para que o Edge fique bloqueado de imediato, nem se conseguindo lançar. Se virem a interface do Edge Blocker azul, então o Edge está acessível. Se por outro lado estiver vermelha, então este browser não vos chateia mais.
Se correrem o Edge Blocker e esta é uma aplicação portátil e sem necessidade de instalação, vão agir directamente na vossa conta. Se o executarem com permissões de admininstração vão estar a criar este bloqueio para todos os utilizadores do Windows 10.
Há alguns problemas reportados com algumas funções do Windows 10, nomeadamente com o OneDrive, mas nada que impeça a utilização normal do Windows.
Se querem ver o Edge bem longe do Windows 10, mesmo não o podendo remover, então o Edge Blocker é a solução. Bloqueia-o e impede que este browser esteja a ser lançado sem que o queiram usar!
 
 
 WhatsApp com live tiles e notificação na Central de Ações no Windows10 é possível com WhatsWrapp
Nos últimos anos, o WhatsApp se tornou uma das principais plataformas de mensagens, e apesar do recente avanço do Telegram, no início deste mês o WhatsApp anunciou em um post de seu blog que já contava com 1 bilhão de pessoas usando o seu serviço.
Pouco tempo depois, o WhatsApp disse que seu web app estava finalmente compatível com o Microsoft Edge. Infelizmente, o WhatsApp Web não integra suas notificações com a Central de Ações do Windows 10, o que pode ser frustrante se comparado com o app móvel nativo para Windows Phone 8.1 e Windows 10 Mobile. Mas um serviço de terceiros pretende resolver esse problema de forma prática.
O WhatsWrapp fornece um wrapper de web para o WhatsApp sob a forma de um aplicativo para o Windows 10. Basta realizar o login através de verificação de código de barras do WhatsApp no seu smartphone, do modo como acontece no serviço oficial para web.
Enquanto a interface do serviço alternativo é idêntica ao WhatsApp Web, as notificações, ao contrário, são canalizadas através da Central de Ações do Windows 10.
"Como você pode ver, a interface é minimalista, limpa e simples, dando-lhe a quantidade certa de que você precisa para completar a imersão no WhatsApp e suas conversas. Todas as opções do WhatsApp Web funcionam tão bem neste app desktop separado [quanto no oficial], então você pode usá-lo confortavelmente como uma alternativa completa."
Além disso, o WhatsWrapp também conta com suporte para live tiles, e se estiver fixado no painel do menu iniciar ele exibirá o total de mensagens não lidas esperando para o bate-papo.
Porém, deve-se notar que as notificações só funcionarão enquanto o aplicativo estiver em execução, então se o usuário fechar o app por qualquer motivo, as notificações e a live tile não funcionarão mais até que a aplicação seja aberta novamente.
Claro, se você não quiser instalar um app de terceiros, você pode continuar a usar WhatsApp Web e receber notificações através do browser de web. No entanto, até que um app Universal Windows seja lançado com suporte para todos os recursos de notificações, o WhatsWrapp pode ser o mais próximo que se pode obter de uma experiência nativa para Windows 10.
 
 
 Top Gear Drift Legends é liberado para Windows 10 em PCs e smartphones
Top Gear já foi um dos jogos de corrida mais populares de todos os tempos, em uma época que existiam poucos títulos do estilo. Na realidade existiam poucos jogos, ponto. Mas dessa vez não falaremos da famosa aventura com a clássica trilha sonora que todos nos lembramos, pois existe um programa no Reino Unido com o mesmo nome. Uma desenvolvedora resolveu fazer um jogo baseado nesse programa, e parece que com muito mais diversão do que é possível ver na TV.
Top Gear: Drift Legends não é o primeiro jogo baseado no programa, e provavelmente não será o último, mas ele é um dos únicos que funciona em diferentes plataformas. Na aventura os jogadores poderão aproveitar das corridas nos computadores e dispositivos móveis.
O jogo ganhou uma versão para Windows 10, e os fãs da franquia só precisarão pagar US$ 1,99 (cerca de R$ 7,96, na cotação atual) para aproveitar da nova. Não é tão barato, mas os amantes da jogatina de carro e do programa gostarão muito do que aproveitarão.
"Com 25 faixas sinuosas através de cinco países, tomar longos circuitos, varrer, voltas empoeirados à Fórmula Slide EUA, Europa Drift Series, Japão Super Dori Deathmatch Battle Monster, campeonato da tração australiano no Outback, e Nova Zelândia Drift Series”, foi publicado na descrição do jogo."
 
 
 Apps universais do Windows 10 chegarão ao Xbox One em breve
A Microsoft está levando a sério a integração de conteúdos e funcionalidades entre o Windows 10 e o Xbox One. A empresa divulgou que vai lançar os aplicativos universais do sistema operacional no videogame.
Isso significa que o console vai oficialmente passar a fazer parte de um ecossistema que engloba todos os produtos com Windows 10 da companhia, além de tornar-se compatível com uma série de aplicativos disponibilizados na loja online do sistema operacional.
A informação foi adiantada por Satya Nadella, o próprio CEO da Microsoft, durante uma conferência na Espanha. O executivo não deu mais detalhes sobre uma data específica ou quais serão os primeiros aplicativos compatíveis com o XOne, mas é seguro afirmar que eles chegarão na próxima grande atualização de sistema do videogame, esperada para o final de julho.
A convergência de conteúdos entre o console da Microsoft e Windows 10 tem se tornado mais frequente nos últimos meses. Phil Spencer, chefe da divisão Xbox, ressaltou recentemente que será cada vez comum usuários das duas plataformas realizarem compras conjuntas de um mesmo game.
"Quantum Break", por exemplo, é um dos protagonistas dessa iniciativa. Além também ser recentemente confirmado para computador, quem realizar a compra antecipada do título na Windows Store receberá uma cópia inteiramente grátis da versão para XOne.
O jogo sai em 5 de abril em ambas as plataformas. No PC, o jogo será comercializado exclusivamente na loja do Windows (sem suporte à Steam).
 
 
 Windows 10 não está aumentando procura por computadores
Esta semana, Dion Weisler, CEO da HP, afirma que a queda de receitas da empresa pode, em parte, ser culpa do Windows 10 e do pouco interesse que dá aos computadores.
A Microsoft tem apresentado a taxa de adoção do seu novo sistema operativo depois do lançamento no último verão. Muitos usuários atualizaram os seus computadores, mas pouco têm interesse na compra de novo hardware.
Apesar das críticas, Weisler elogiou o sistema operativo: “é uma plataforma tremenda”, teria dito o CEO, segundo a Digital Trends.
 
 
 Nove obstáculos que limitam a adoção do Windows 10
Pouco mais de seis meses se passaram desde o lançamento do Windows 10. Nesse intervalo, mais de 200 milhões de pessoas já adotaram o sistema operacional da Microsoft. Não há dúvidas de que ele representa o futuro aos usuários de PCs. Mas, seria ingênuo pensar que trata-se de uma solução perfeita.
Assim, a seguir, listamos nove pontos que poderiam ser melhorados pelos executivos e estrategistas da empresa fundada por Bill Gates para acelerar ainda mais a entrada do produto no mercado. 

1. Contar quais mudanças são feitas. Durante anos, foi possível confiar no Microsoft Knowledge Base para acessar descrições do que mudou na plataforma. Com o advento do Windows 10, o fluxo de informação sobre esses processos de transformação no sistema passou de algo completo para um contexto que pode ser classificado como “inexistente”.
2. Oferecer a possibilidade de bloquear “patches” específicos. Até agora, tivemos sorte. Afinal, mesmo forçando updates, foram poucos os casos de falhas nas instalações ou efeitos estranhos (como perdas de aplicativos ou documentos) reportados pelos usuários. Porém, isso pode ser algo mais comum a partir que o sistema operacional ganha escala e precisará de correções mais constantes. Seria, assim, agradável oferecer um controle maior aos usuários desses processos.

3. Separar atualizações de segurança das demais. Desde o nascimento do Windows Update, há duas décadas, os usuários tiveram a opção de aceitar ou não atualizações opcionais, que não causem um impacto tão grande no desempenho da plataforma, de maneira geral. A versão mais recente do sistema não traz uma distinção clara das atualizações necessárias (de segurança) das gerais.

4. Mostrar como o Windows Update Business realmente funciona. Apesar de alguns esforços da fabricante ao tentar explicar como o mecanismo de fato atua, não há clareza com relação a diversos pontos. Essa questão, reportam algumas notícias e analistas, tem trazido certa dor de cabeça aos administradores de sistemas de empresas ao redor do mundo.

5. Disponibilizar um “interruptor” de privacidade que funcione. Usuários de Windows deveria estar um pouco preocupados com algumas questões referentes a seus dados. Claro, não que a abordagem da Microsoft seja muito diferente da postura adotada por Google ou Facebok. Mas, pensamos que a companhia deveria manter padrões mais elevados. Aqui alguns pontos que a empresa deveria considerar:
a) Contar os usuários o que está armazenando em seus bancos de dados
b) Dar aos usuários um jeito fácil, no Windows, de desligar o processo de coleta de dados
c) Fornecer uma maneira simples para que se examine os dados que coletou e apagar os que vão além da necessidade.

6. Consertar o Surface Pro 4 e o Surface Book. O dispositivo construído propriamente para o sistema operacional revelou-se uma ferramenta bastante interessante, fazendo muitos usuários esquecerem os anos que o software da Microsoft não funcionava lá tão integrado ao hardware produzido por terceiros. Porém, a máquina precisa de alguns ajustes (bem como ser disponibilizada em outros mercados!).

7. Arrumar o OneDrive. Até o Windows 8, o OneDrive era um sistema de armazenamento online bastante útil. Apesar de eventuais deficiências, ao menos operava de maneira bem integrada ao sistema operacional. Agora, essa conexão ainda necessita alguns ajustes fundamentais.

8. Parar de pressionar. A fabricante adotou uma postura agressiva para levar a nova versão do sistema operacional ao maior número de computadores possível. Isso, em alguns momentos, acaba por sendo um tanto inconveniente.

9. Dar alguns detalhes sobre o futuro próximo do Windows 10. Não, não há necessidade de dar detalhes estratégicos. Porém, temas relativos a alguns pontos de evolução do sistema operacional não cairiam nada mal, especialmente para que usuários corporativos possam preparar para realizar movimentos importantes.
 
 
 Apple desenvolve sistema para tornar iPhone inviolável
San Francisco, 24 fev (EFE).- A Apple está desenvolvendo novas medidas de segurança que tornariam impossível o acesso a um iPhone bloqueado com senha, algo que o FBI vem tentando por meios judiciais, informou nesta quarta-feira o jornal "The New York Times".

A publicação nova-iorquina indicou que se Apple tiver sucesso na atualização das medidas de segurança, algo que os especialistas dão por feito, a companhia criaria um enorme desafio técnico para o FBI e outras agências, inclusive se o governo dos EUA ganhar o caso aberto na Justiça contra a empresa.

O governo americano solicitou a ajuda da Apple com um iPhone utilizado por um dos autores do ataque terrorista ocorrido em dezembro na cidade californiana de San Bernardino, no qual 14 pessoas morreram e 22 ficaram feridas.

O FBI tem em seu poder o telefone, mas não conseguiu acessar seus dados e solicitou à Apple que desenvolvesse uma nova versão de seu sistema operacional para poder burlar o bloqueio de segurança do dispositivo.

Uma juíza federal ordenou na semana passada que a Apple colaborasse com o FBI, uma exigência da qual a empresa tecnológica se nega a cumprir, em um caso polêmico que poderia chegar até a Suprema Corte do país.

O executivo-chefe da Apple, Tim Cook, disse hoje, em uma entrevista à rede de televisão "ABC", que a segurança dos americanos é "incrivelmente importante".

Para Cook, no entanto, a proteção das informações dos cidadãos também é extremamente importante e o executivo insistiu que se a empresa acatar os pedidos do FBI, isso abriria um precedente perigoso e tornaria seus usuários "incrivelmente vulneráveis".

"Isso criaria um precedente que ofenderia muita gente", afirmou o responsável da Apple.

O diretor do FBI, James Comey, insistiu que o caso de San Bernardino tem um alcance "reduzido" e afeta um único aparelho de telefone, mas Cook assegura que isso não é correto.

Cook argumenta que a técnica que a Apple deveria desenvolver para atender aos pedidos do FBI "poderia ser utilizada várias vezes em muitos dispositivos".

O executivo alega que isso seria o equivalente a "uma chave-mestra capaz de abrir milhões de fechaduras, desde restaurantes e lojas, até casas".

"Nenhuma pessoa razoável consideraria que isso é aceitável", disse Cook na semana passada.

A Apple pediu na segunda-feira ao governo dos Estados Unidos que retirasse o pedido que exige que a companhia ajude o FBI e que, ao invés disso, criasse uma comissão oficial para avaliar os problemas gerados pelo crescente uso da criptografia.

"Nosso país sempre foi mais forte quando esteve unido", afirmou a Apple em informação publicada ontem em seu site, na qual disse que a melhor forma de avançar nesse caso seria que o governo "retirasse" suas exigências e formasse uma comissão ou algum tipo de painel para avaliar a situação.

"A Apple adoraria participar de um esforço desse tipo", garantiu a companhia. 


Fonte: http://economia.uol.com.br/
 
 
 Veja os argumentos pró e contra o desbloqueio do iPhone para o FBI
Nas últimas semanas a internet tem sido tomada por notícias sobre a polêmica entre Apple e FBI. Enquanto nomes como Tim Cook, Mark Zuckerberg e Edward Snowden se posicionam contra o órgão policial, outros como Bill Gates e John McAffe defendem a necessidade do FBI em descriptografar o iPhone 5C do atirador que matou 14 pessoas no atentado de San Bernardino, na Califórnia.

Entenda o caso

Em 2 de dezembro do ano passado, 14 pessoas foram mortas e outras 22 feridas na cidade californiana. O atentado foi chamado pela mídia como “O massacre de San Bernardino”.

Recentemente, a juíza federal norte-americana Sheri Pym ordenou que a Apple colaborasse com o FBI e desbloqueasse um iPhone 5C que era usado por um dos autores do homicídio em massa. Os investigadores alegam que o smartphone pode contar informações cruciais para a investigação.

A Apple, por sua vez, recusou a ordem judicial alegando que “trata-se de uma medida sem precedentes” e que considera “uma ameaça à segurança de seus usuários”.

Com isso, surgiu uma grande discussão norteada na segurança e privacidade dos usuários contra a necessidade de órgãos públicos de obterem acesso a dados particulares com a intenção de garantir o bem-estar público. Personalidades do mundo da tecnologia se posicionaram dos dois lados. Veja abaixo os argumentos a favor e contra a decisão da Apple.

Argumentos a favor da Apple

Tim Cook, atual presidente da Apple, foi o primeiro nome a se mostrar contra o pedido do FBI que quer incluir uma funcionalidade ao iPhone que permita que códigos de acesso sejam implantados eletronicamente permitindo que o smartphone possa ser desbloqueado eletronicamente usando "força bruta". 

Cook ainda rebate o argumento do governo que diz que esse tipo de recurso só poderá ser utilizado uma única vez por aparelho. "Isso não é verdade. Uma vez criada, a técnica poderia ser usada diversas vezes, em qualquer número de dispositivos.  Seria o equivalente a uma chave mestra capaz de abrir centenas de milhões de fechaduras", explicou.

Além dele, Mark Zuckerberg, do Facebook, afirmou no primeiro dia do Congresso Mundial de Telefonia Móvel (MWC) que é “solidário a causa da Apple” e que considera errada e ineficiente a descriptografia forçada com a intenção de aumentar a segurança. Segundo ele, o acesso a dados de usuários não resolveria o problema da segurança pública.

Segundo o CEO do Facebook, a rede social irá continuar a “lutando agressivamente contra exigências de que as empresas enfraqueçam a segurança de seus sistemas”. Mesmo assim, ele também condenou os atos terroristas e disse que não há lugar para esse tipo de atividade nos serviços que oferece.

Além do Facebook, o Twitter também se posicionou a favor da Apple no caso, conforme escreveu Jack Dorsey, um dos criadores da plataforma.

Já para Edward Snowden esse “é o caso tecnológico mais importante da década”. O ex-agente da NSA e um dos homens mais procurados pelo governo dos Estados Unidos por vazar informações secretas sobre os métodos de vigilância do governo norte-americano a cidadãos do mundo inteiro, disse que o FBI está tomando a decisão incorreta no caso, já que pode dar força para empresas de tecnologia são mais confiáveis do que a própria polícia. 

“O FBI está criando um mundo no qual os cidadãos confiam na Apple para defender seus direitos, em vez de ser o oposto”, escreveu em uma rede social.

Argumentos a favor do FBI

Nesta terça-feira, Bill Gates se posicionou contra a empresa e a favor do FBI. Em entrevista, o ex-CEO da Microsoft afirmou que “este é um caso específico em que o governo está pedindo acesso a informação”. Segundo ele, trata-se de um caso em particular e não algo generalizado que irá afetar todos os usuários, principal argumento de quem se posiciona contra a medida jurídica expedida.

John McAfee, fundador do antivírus McAfee, foi outro nome que se colocou contra a gigante de tecnologia. Com críticas irônicas, o executivo afirmou que a Apple considera que se acatar à decisão judicial será “o começo do fim da América”.

Para apimentar ainda mais a discussão, McAfee se colocou à disposição do FBI para desbloquear o smartphone. “Com todo o respeito a Tim Cook e à Apple, eu trabalho com uma equipe dos melhores hackers do planeta. Então aqui está minha oferta para o FBI: Vou, de forma gratuita, descriptografar as informações no telefone com minha equipe. Assim, a Apple não precisará colocar uma backdoor em seus aparelhos”, disse.

O público norte-americano também mostrou-se mais inclinado ao lado do FBI na disputa. Uma pesquisa realizada pelo Pew Research Center divulgou que 51% dos cidadãos dos Estados Unidos entrevistados acreditam que a Apple deve ajudar o FBI a desbloquear o iPhone de San Bernardino, enquanto apenas 38% defendem a fabricante. Cerca de 11% dos entrevistados não souberam opinar.

Fonte: olhardigital.uol.com.br/
 
 
 Bill Gates está do lado do FBI em caso sobre iPhone e Zuckerberg apoia Apple
O caso judicial envolvendo a Apple e o FBI por conta do iPhone bloqueado de um terrorista responsável por um tiroteio em San Bernardino, nos Estados Unidos, ganhou novos personagens. Dois grandes magnatas da tecnologia se posicionaram sobre o caso.
O primeiro deles é Bill Gates, cofundador da Microsoft. Ao jornal Financial Times, ele afirmou que empresas de tecnologia deveriam ajudar o governo em casos de terrorismo. "Essa é uma situação específica em que o governo pede acesso à informação. Eles não vão perguntar coisas gerais, eles querem um caso particular", disse.

Segundo Gates, o caso não é diferente de você perguntar coisas ao seu banco ou companhia telefônica. "Digamos que você enrolou uma faixa no disco rígido e disse 'não me faça cortar a faixa porque você vai me fazer cortá-la muitas vezes", comparou, apoiando o FBI.
Zuckerberg é contra
Já o fundador e CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, publicizou o apoio à Apple no caso durante a MWC 2016, citando a privacidade como principal argumento. "Acreditamos na criptografia. Eu acredito que não seja a coisa certa tentar bloquear isso dos principais produtos que as pessoas querem usar. E acho que essa não será a regulação ou política econômica correta a se fazer", argumentou.
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Porém, ele ainda confirmou que ajudaria o FBI em casos de terrorismo ou simpatizantes do ISIS "como pudesse", especialmente excluindo esses usuários do site.
O caso "FBI vs. Apple" envolve pedidos da agência para que a empresa instale um backdoor naquele aparelho para permitir o acesso à informações ou forneça o desbloqueio de dispositivos em um caso especia — o de San Bernardino. Porém, a polêmica é que isso seja requisitado mais vezes no futuro, até se tornar um padrão em investigações. Anteriormente, a Google já havia declarado apoio à Maçã, enquanto o candidato à presidência dos EUA, Donald Trump, pediu boicote à Apple.

[Atualizado]
Pouco depois de gerar polêmica com suas palavras, Bill Gates veio novamente a público — dessa vez através do jornal Bloomberg — afirmando estar "desapontado" com os relatos de que ele estaria apoiando o FBI nessa história.

E de que lado ele estaria, nesse caso? Na verdade, Gates preferiu tomar uma posição mais moderada sobre o assunto: sem apoiar nenhum dos lados necessariamente, o magnata disse que era necessária uma maior discussão sobre o caso, em busca de um equilíbrio maior entre ambos.

“Eu acredito que, com as travas de segurança adequadas, existem casos em que o governo, para nosso bem – como parar o terrorismo, que pode se tornar pior no futuro – que isso é valioso”, explicou ele. Quando questionado sobre o lado que ele apoia, porém, Bill preferiu permanecer neutro: “as cortes vão decidir isso”. “Essas questões vão ser decididas no Congresso”, continuou.


Fonte: tecmundo.com.br
 
 
 Facebook libera cinco novos botões alternativos ao curtir
São 5 'reações', emojis em forma botão: 'Amei', 'Haha', 'Uau', 'Triste' e 'Grr'.
Em teste desde outubro em 7 países, novidade chega ao resto do mundo.

Não se assuste se as publicações no Facebook começarem a serem bombardeadas por carinhas amarelas com nomes engraçados como "Uau", "Amei" e "Grr". A partir desta quarta-feira (24), os usuários do Facebook no Brasil poderão fazer mais do que “curtir” um post na rede social. O site começa a liberar as “reações”, botões em forma de emoji que expressam mais do que só a aprovação do “joinha”.

Em inglês, os cinco novos botões se chamavam: "Love", "Haha", "Wow", "Sad" e "Angry". No Brasil, as “reações” passarão a ser "Amei", "Haha", "Uau", "Triste" e "Grr", respectivamente. “As pessoas vão ao Facebook para compartilhar todo tipo de coisa, coisas que as deixam felizes, tristes ou bravas”, diz Sammi Krug, gerente de produto do Facebook, ao G1. A novidade será liberada gradualmente.

'Grr'
Para as novas opções aparecerem, o usuário tem de manter pressionado o ícone do botão “curtir”. Ao passar o dedo sobre as imagens, elas interagem, cada um conforme a sua emoção. O “Triste” olha cabisbaixo e chora enquanto o “Grr”, já vermelho de raiva, mexe a cabeça para o lado em sinal de desaprovação.
“Muitas pessoas compartilhavam com a gente que gostaria de mais formas de se expressarem”, diz Sammy.
 
Ela ecoa o que disse Mark Zuckerberg, presidente-executivo da rede social, quando comentou que o Facebook estava trabalhando em opções ao botão “curtir”. "É importante dar às pessoas mais opções do que apenas o 'curtir' para ajudá-las a expressar empatia", disse, reconhecendo que "nem todos os momentos são bons".
Os novos botões serão usados apenas para avaliar publicações, ou seja, não poderão ser incluídos em comentários, posts ou em conversas pelo bate-papo. Dessa forma, não substituirão as outras opções de imagens animadas da rede.

'Amei'
Lançadas em outubro, as alternativas ao “curtir” eram testadas em sete países (Espanha, Irlanda, Chile, Portugal, Filipinas, Japão e Colômbia). Quando surgiram, eram seis e não cinco “reações”. Antes da expansão mundial, o Facebook eliminou o “Yay”, um emoji com funções parecidas com as do “Haha”. “Não tinha apelo”, explica Sammy. “Nós temos uma comunidade global e gostaríamos que todo mundo se sentisse confortável em usar essas ‘reações’.” O lançamento ocorre para todo o mundo.
Assim como já houve a exclusão de uma “reação”, a inclusão de novas não é descartada. “Uma vez que o mundo inteiro tiver acesso, nós vamos aprender como estão usando e vamos procurar as pessoas e perguntar como podem melhorar”, diz Sammy, comentando que as funções de um botão “não curti” podem ser desempenhadas pelos novos botões “Triste” e “Grr”.
Essas duas opções, no entanto, parecem que não tem tido muita vez. “A reação mais popular no mundo é o ‘Amei’”, conta Sammy.

Fonte: g1.globo.com/
 
 
 Principais novidades e bugs da Build 14271 do Windows 10 Redstone Insider Preview
A Microsoft liberou ontem para Insiders que contam com aparelhos lançados com o Windows 10 Mobile a build 14267.1004 da geração Redstone do sistema, corrigindo uma série de problemas que atrapalhavam a experiência geral de uso. Além dela, foi publicada para Insiders em desktops a compilação de número 14271, demonstrando que temos um nível de estabilidade ainda maior do que nos dispositivos móveis.
De acordo com o que foi liberado por Gabriel Aul no blog oficial do Windows, temos diversas melhorias importantes para os desktops que contam com a versão de testes do sistema, buscando assim fazer com que cada vez mais usuários decidam se inscrever no ciclo rápido de desenvolvimento do programa Insiders para ajudar a coletar os bugs o mais rapidamente possível.

Principais correções
Corrigimos um problema em que as bordas das janelas em aplicações mudavam de cor de destaque para o preto depois de cada upgrade para uma nova build.
Nós atualizamos os ícones de controle de música que são mostrados no preview da barra de tarefas em aplicativos de música como Groove para uma visualização mais limpa e refinada em resoluções mais altas.
Corrigimos um problema em que a barra de tarefas, por vezes, não era ocultada automaticamente e aparecia sobre janelas em tela cheia, como durante uma apresentação do PowerPoint no modo de apresentação de slides.
Corrigimos um problema onde as definições da opção "Ocultar as notificações durante apresentações" são perdidas após a atualização para uma nova compilação.
Todo o cabeçalho dos apps na Central de Ações agora podem ser clicados com o botão direito em vez de apenas o nome do aplicativo ou o ícone "x".
Tornamos mais fácil de ignorar todas as notificações de um aplicativo específico na Central de Ações, aumentando a área alvo para abranger todo o cabeçalho do app.
Corrigimos um problema em que as notificações interativas não exibiam um botão para inserir texto em alguns casos.
Troca rápida de usuário deve funcionar agora com a senha por imagem.
Corrigimos um problema em que alguns programas Win32 estavam ausentes da tela inicial.
Corrigimos um problema em que a cor de destaque não muda automaticamente quando a opção slideshow é escolhido para seu fundo desktop.
É dito ainda que algumas melhorias foram feitas nas ferramentas para desenvolvedores do Windows, otimizando a busca por falhas em aplicativos universais e facilitando consideravelmente o trabalho.

Problemas conhecidos
Estamos monitorando um problema relatado por Insiders onde alguns PCs congelam ou exibem tela azul quando voltam da hibernação. Desativação da hibernação é uma solução em alguns casos, até que isso seja corrigido.
Se você tiver o Kaspersky Anti-Virus ,Internet Security ou o Kaspersky Total Security Suite instalado no seu PC há um bug de driver que impede que esses programas funcionem como esperado em compilações do branch de desenvolvimento. Estamos em parceria com o Kaspersky para corrigir esse problema para um futuro lançamento, mas neste momento não existem soluções conhecidas. Enquanto esta questão está presente, recomendamos a utilização do Windows Defender ou outro produto anti-vírus de terceiros de sua escolha para permanecer protegido.
Ativar a opção "sempre mostrar todos os ícones na área de notificação" interrompe o layout da área de notificação ( "bandeja do sistema").
Ao navegar no Microsoft Edge, gráficos exibidos usando a biblioteca D3.js não serão exibidos corretamente - por exemplo, sendo renderizados como preto ou posicionados incorretamente. Locais afetados conhecidos são Cortana, Bing.com e PowerBI.com.
Estamos vendo relatórios de falhas com aplicativos, onde apps como o QQ deixam de funcionar devido a um problema de confiabilidade do sistema operacional. Este erro também está impactando aplicativos mais antigos, como o Windows Live Mail e Expression Encoder 4.
Como pode ser visto, ainda que tenham sido disponibilizadas várias correções ainda ão encontrados diversos bugs que podem atrapalhar a usabilidade do sistema, não sendo recomendado que o programa Insiders seja assinado em um desktop de uso diário.
 
 
 Nadella confirma que apps universais do Windows 10 chegam em breve ao Xbox One
Com o Windows 10, a Microsoft introduziu a nova plataforma universal para Windows que permite aos desenvolvedores trazerem os seus aplicativos para vários tipos e tamanhos de dispositivos que executam o Windows 10. Por exemplo, se você fizer um app universal desenvolvido para dispositivos móveis, você pode facilmente levá-lo a uma tela grande em um PC executando Windows 10 (e vice-versa). Agora, a Microsoft vem planejando trazer os aplicativos universais do Windows para o Xbox. Essa ideia não vem sendo trabalhada agora, mas o seu desenvolvimento vem acontecendo há um bom tempo, o que pode indicar que estamos mais perto de ver a novidade no console da empresa.
De acordo com o pessoal do Microsoft Insider, o CEO da Microsoft, Satya Nadella, confirmou que os aplicativos da Windows Store estão vindo para o Xbox One "muito em breve" em uma Conferência dotNet em Madrid na Espanha. Com a loja do Windows, o Xbox One vai ter uma grande oferta de aplicativos universais como Aeries, Tweetium, Readit, Newsflow, e muitos outros a caminho.
Além disso, a Windows Store também poderia desempenhar um papel importante dentro do ecossistema de integração do Xbox One com os demais produtos da Microsoft, que será essencialmente permitir aos usuários visualizar o conteúdo da loja de aplicativos, mesmo com conteúdos compatíveis apenas com PCs e dispositivos móveis. Essa novidade será semelhante à Apple TV, permitindo aos usuários jogar games e assistir filmes a partir da Windows Store.
Infelizmente, o chefe da Microsoft não revelou quando as aplicações universais serão integradas na loja do Xbox One, embora seja possível que estas sejam incorporadas na próxima grande atualização do console, o que é esperado para o final do segundo trimestre do ano. De qualquer forma, fica claro que o objetivo de unificar o Windows 10 em todas as plataformas segue avançando em todos os lados.
 
 
 Como formatar um computador com Windows 10
O Windows 10 permite formatar o sistema de maneira simples, sem precisar baixar a plataforma novamente. Com isso, os usuários resolvem diversos problemas como travamentos, erros em funções ou até mesmo situações envolvendo vírus. O procedimento reinstala o software, apaga todos os programas e arquivos salvos na máquina e deixa o visual como novo.
A função de restauração pode ser encontrada nas configurações. Confira no tutorial a seguir como formatar seu computador com Windows 10, atual sistema operacional da Microsoft.

Formatar pelo computador
Passo 1. Clique no botão iniciar no canto esquerdo da tela e selecione “Configurações”;
Passo 2. Escolha a opção de “Atualização e Segurança” na janela que será exibida no computador;
Passo 3. No menu da lateral esquerda clique em “Recuperação” e depois selecione o botão “Introdução” na categoria “Restaurar o PC”;
Passo 4. Será aberta a tela para iniciar a formatação do Windows. Selecione “Remover tudo” para fazer a formatação completa e evitar que programas defeituosos continuem na máquina;
Passo 5. O recurso vai listar os programas que serão apagados. Continue em “Avançar”;
Passo 6. Ao final, clique no botão “Redefinir” para iniciar a formação do computador com Windows 10.

O PC será reiniciado e a reinstalação do Windows 10 irá começar. É fundamental manter a máquina ligada até o fim do processo e caso seja um notebook, mantenha a bateria ligada na tomada. Qualquer interrupção pode gerar erros no sistema.
O procedimento de formatação é automático e o usuário só precisa esperar. Quando finalizar, o computador estará como novo e será necessário preencher informações de acesso, como senha da rede, criar um código de acesso e adicionar idioma e fuso horário.

Formatação limpa
Caso prefira instalar uma cópia nova do Windows 10 no computador, o usuário pode optar pela formatação limpa. Isso evita que vestígios ou erros da plataforma já salva no computador continuem depois da restauração. Para isso, é preciso baixar o Windows 10 novamente para fazer a instalação.
 
 
 Como excluir aplicativos no Windows 10
Por padrão, os aplicativos baixados da Windows Store são instalados automaticamente na raiz da unidade do sistema (em C:Program FilesWindowsApps). No entanto, se você estiver ficando sem espaço em sua unidade principal, o Windows 10 permite mover seus aplicativos para outra unidade. 

Mover o Windows Store Apps para outra unidade
Vá em Iniciar > Configurações > Sistema > Aplicativos e recursos e inicie uma busca, digitando o nome do aplicativo desejado no campo Digite o nome do aplicativo. Uma vez encontrado, selecione o aplicativo na lista e clique em Modificar.
Observação: se o botão Modificar estiver acinzentado, isso significa que o aplicativo não pode ser movido. 
Selecione a unidade de destino e clique no botão Modificar, se ele estiver ativado.
 
 
 Microsoft faz aquisição de startup para o Windows 10
Xamarin, uma startup que ajuda programadores a desenvolver aplicativos, pertence agora à Microsoft
A Microsoft anunciou, através do seu blog oficial, a compra da Xamarin, uma startup que ajuda os  programadores a desenvolver aplicativos e a ter o seu trabalho disponível em qualquer smartphone ou sistema operativo.
Esta é uma compra importante para a empresa de Bill Gates, que tem lutado para ter mais aplicativos na Windows Store, uma parte importante do sistema operativo Windows 10.
Para ir ao encontro do desafio de ter mais aplicativos do iPhone e do Android no Windows 10, a Microsoft tem investido em tecnologias que ajudem os developers a ‘traduzir’ os seus aplicativos para Windows.
 
 
 Windows 10 Mobile chegará em breve ao Xiaomi Mi 5 e dispositivos OnePlus
A Microsoft surpreendeu muita gente ao disponibilizar o Windows 10 Mobile para o Xiaomi Mi 4, criando uma ROM capaz de substituir totalmente o sistema Android pela sua própria plataforma. Agora, novas informações indicam que novos dispositivos podem ser adicionados à esta equação em breve, incluindo o recém anunciado Mi 5 e dois modelos da OnePlus, sendo eles seu flagship para 2015 e o aparelho que ainda chegará ao mercado em 2016.
Infelizmente não foram revelados detalhes sobre quando de fato esta nova ROM do Windows 10 Mobile seria disponibilizada nem qual seria a sua versão, lembrando que o Mi 4 não apenas conta com o sistema totalmente otimizado para ele como é também capaz de participar do programa Insiders, recebendo builds prévias da geração Redstone da plataforma antes mesmo do que temos nos modelos da linha Lumia com Windows Phone 8.1.
Como o Xiaomi Mi 5 ainda demorará um pouco para chegar ao mercado em nível global, é provável que a Microsoft já tenha disponibilizado o Windows 10 Mobile publicamente, garantindo assim que o novo flagship receba o sistema da forma mais estável possível. Além disso, o OnePlus 2 também conta com disponibilidade limitada, enquanto o seu sucessor deve ser anunciado ao final do segundo trimestre, chegando ao mercado entre os meses de julho e agosto.
Caso este projeto da Microsoft realmente dê certo e chegue a mais dispositivos, poderemos ter o fim de modelos como o HTC One M8 for Windows, já que não precisará que a própria fabricante se preocupe em lançar uma versão alternativa de seus produtos, bastando que os usuários interessados realizem a instalação do sistema por conta própria. Vale notar que atualmente o procedimento de troca da ROM é mais complicado do que muitos gostariam, o que significa que a casa de Redmond precisa se esforçar para disponibilizar uma maneira mais simples de substituir o Android com seu próprio sistema.
 
 
 Como iniciar o Windows 10 sem precisar de senha
O Windows 10 deve ser vinculado a uma conta online da Microsoft para o usuário desfrutar todos os recursos que o sistema operacional oferece, como armazenar arquivos no OneDrive e baixar aplicativos na Loja. No entanto, ao fazer isso, o PC (Windows) passa a solicitar a senha da sua conta todas as vezes em que o computador é iniciado.
Para facilitar, o usuário pode criar um PIN de desbloqueio mais simples, mas ainda assim terá que digitar a senha quando ligar o PC. Para entrar no sistema sem precisar colocar seus dados, confira o tutorial a seguir e aprenda a configurar o login automático em computadores e tablets com Windows 10.

Passo 1. Pressione as teclas “Windows + R” para abrir o “Executar” e entre com o comando “netplwiz” (sem aspas);
Passo 2. Na janela seguinte, desmarque a opção “Os usuários devem digitar um nome de usuário e senha para usar este computador” e pressione “OK”;
Passo 3. Por fim, digite a senha da conta de usuário e, para finalizar, clique em “OK” novamente.
Dessa forma, ao ligar o computador, você não precisará digitar a senha da sua conta de usuário para fazer login no sistema.
 
 
 Como prolongar a vida útil da sua bateria no Windows 10
Com o Windows 10, agora é possível prolongar a vida útil da bateria do seu notebook. Para isso, você pode pedir ao Windows para que ele limite a atividade de seus programas abaixo de uma certa percentagem de bateria restante (a ser definido por você). 
Abra as Configurações do seu computador e vá em Sistema.
Em seguida, abra a Economia de bateria (menu esquerdo) e clique no botão Off para ativar o protetor de tela.
Abra as Configurações de economia de bateria (na parte inferior do menu) e marque a opção Ativar a economia de bateria automaticamente se minha bateria estiver abaixo de:. Você poderá, então, definir a % da bateria a partir da qual seu economizador de bateria vai começar!
 
 
 Como saber se há espaço livre no HD do PC com windows 10
Verificar a quantidade de espaço livre no HD do computador (Windows) pode ser útil para descobrir se o seu computador cumpre os pré-requisitos de instalação de algum jogo ou software pesado. O procedimento pode ser bem simples para a maioria dos usuários, mas quem é iniciante em informática pode ter dificuldades e saber como fazer a visualização.
Confira o tutorial e saiba como descobrir a quantidade de espaço livre e usada nas partições do HD do seu computador. O procedimento pode ser realizado com as próprias ferramentas do sistema operacional, sem precisar instalar nada no PC.

Passo 1. Abra o Windows Explorer. Para isso, no menu Iniciar do Windows 10, clique em “Explorador de Arquivos”, na lateral esquerda. Você pode usar o atalho “Windows + E” caso use outra versão do sistema;
Passo 2. Na barra lateral da janela do Windows Explorer, clique em “Este Computador”. Em seguida, à direita, clique com o botão direito do mouse sobre o HD ou a partição que você quer saber o espaço livre e, no menu de contexto, clique em “Propriedades”;
Passo 3. Por fim, basta analisar a informação ao lado de “Espaço livre”. Você também pode observar o gráfico para saber se o HD está muito cheio. Caso liberar espaço, basta clicar em “Limpeza de Disco” para remover os arquivos inúteis.
Você poderá repetir o passo a passo sempre que precisar descobrir a quantidade de espaço livre nas partições do HD do seu computador.
 
 
 Como descobrir o número da build do Windows 10
O Windows 10 foi lançado oficialmente em julho de 2015 com a build 10240. A Microsoft já lançou novas versões estáveis do sistema e distribuiu várias builds de testes pelo programa Windows Insider. Atualmente, a build estável mais recente é 10586, enquanto os usuários que continuaram testando as versões preliminares do sistema têm acesso a build 14251.
Ficou curioso para descobrir qual o número da build do Windows 10 está instalada no seu computador? Confira a dica e aprenda.

Passo 1. Abra o novo painel de controle do Windows 10. Para isso, acesse o menu Iniciar e clique em “Configurações”, na coluna à esquerda;
Passo 2. Em seguida, clique em “Sistema”;
Passo 3. Na lateral esquerda da janela, clique em “Sobre” e, à direita, verifique o número da build do Windows 10 instalada em seu computador no item “Build SO”.
Com essa dica simples, você poderá verificar o número da build do Windows 10 e saber se está usando a última versão estável do sistema.
 
 
 Windows 10 Mobile Redstone chegará em breve para mais modelos Lumia no Insider
Embora a nova build do Windows 10 Mobile que trouxe o Redstone para os dispositivos móveis dos Insiders tenha encontrado um bug no modelo Lumia 550, forçando os usuários a fazer um downgrade para a compilação anterior, a Microsoft parece quase pronta para liberar essa build a mais usuários.

Gabe Aul anunciou esta manhã que o Redstone será prestes a ser disponibilizado para "mais modelos" em breve. Enquanto nem todos os modelos receberão de imediato suporte para a build, já podemos ter alguma posição da Microsoft de que logo outros serão elegíveis para a atualização.

Entre as principais características da primeira build do Redstone no Windows 10 Mobile estão os novos recursos para o Microsoft Edge, que a companhia se comprometeu em dar prioridade este ano, e a chegada dos Skype Mojis.

Atualmente, os únicos dispositivos elegíveis para esta compilação são os Xiaomi Mi4, Microsoft Lumia 550, 650, 950 e 950 XL. A Microsoft tem recomendado que os usuários do Lumia 550 e 650 não instalem a compilação devido ao já mencionado bug, que torna o aparelho incapaz de reconhecer o PC via USB, bem como impossibilita o carregamento da bateria.

Fonte: tudocelular.com
 
 
 Vídeo do Menu Iniciar visto com o Hololens no Windows 10 vaza na web
Um vídeo criado para o aplicativo Actiongram mostra o Menu Iniciar do Windows 10 visto e acessado por um usuário com o HoloLens. Designado como “Shell”, o Menu Iniciar aparece flutuante e holográfico no campo de visão, permitindo que ícones e atalhos sejam acessados a partir de toques na imagem virtual destacada da tela do computador. O vídeo faz parte de um combo de instruções de uso do app, com versão específica para a plataforma de hologramas.

Na versão HoloLens do Menu Iniciar é possível encontrar o novo design aplicado pela Microsoft no Windows 10, com destaque para os aplicativos que podem rodar no headset de realidade virtual.

A interação com o Menu Inciar se dá naturalmente, a partir de toques dos dedos nos itens desejados. Durante a breve demonstração (youtube.com/watch?v=L3_viBxB8Fc) presente no material, é possível ver o Menu Iniciar “flutuando no ar", acompanhando os movimentos da cabeça do usuário.

O processo todo se dá de forma natural e mostra que as promessas da Microsoft em relação à tecnologia não são exageradas.

A existência do vídeo vazado é consequência do processo de amadurecimento do produto que, no momento, conta apenas com versões destinadas a desenvolvedores. A Microsoft ainda não divulgou uma previsão de lançamento de versões voltadas para o usuário comum do HoloLens.


Fonte: techtudo.com.br
 
 
 Samsung alfineta iPhone 6S à vontade em anúncio do Galaxy S7 na MWC 2016
A disputa entre as gigantes da indústria é algo que, a nossos olhos, pode ser conferido de camarote, com um baldão de pipoca à mão, refrigerante e muita emoção. Nesse contexto, Apple e Samsung despontam como dois importantes players do mercado: uma faz parte da liderança do Android, enquanto a outra é dona do iOS. Dois sistemas distintos, visados a públicos diferentes, mas com um único propósito: ser a escolha do consumidor. Eventos como a MWC 2016 mostram o quão acirrada essa disputa é.

Durante a apresentação da Samsung para anunciar os vindouros Galaxy S7 e S7 Edge, a empresa coreana não poupou a dose de alfinetadas e, sem papas na língua, comparou diversos quesitos técnicos de seus novos aparelhos com relação ao iPhone 6S.

A câmera foi o elemento mais citado na comparação - que colocou duas imagens lado a lado para mostrar como a ambientação noturna desfavorece a qualidade das fotos capturadas no iPhones 6S Plus, enquanto aquelas tiradas num S7 mantêm um patamar de luminosidade. A foto no escuro com qualidade foi um dos aspectos mais citados na apresentação da Samsung.

"Isso é o que vocês conseguem ver no Galaxy S7, e isso é o que vocês veem no iPhone 6S Plus", disse o apresentador, sustentado posteriormente por DJ Koh, presidente de negócios de comunicações mobile da empresa. É a imagem que você confere na abertura desta notícia.
Além disso, a empresa falou sobre a resistência à água, algo que o iPhone nunca teve. "O Galaxy S7 pode ficar 30 minutos submerso", afirmou o apresentador. "E o iPhone 6S?", provocou.

O mesmo se aplica ao armazenamento. O Galaxy S7 terá um slot para MicroSD e, assim, dará continuidade à tendência dos aparelhos da família Android: flexibilidade. A natureza mais fechada da Apple também foi alfinetada. "Com o Galaxy S7, você pode ampliar a sua memória, existe essa possibilidade. Não é preciso se preocupar com espaço o tempo todo", pontuou.

Esse cenário só mostra que concorrência sadia nunca é demais, e quem ganha com isso somos nós, consumidores. A apresentação do Galaxy S7 foi parcialmente conduzida no Gear VR, com a presença de Mark Zuckerberg, dono da Oculus e do Facebook.


Fonte: tecmundo.com.br/
 
 
 Zika amplia crise na saúde do Rio e médicos alertam para falhas no atendimento na Olimpíada
O quadro de "calamidade" enfrentado pelos pacientes que dependem do serviço público de saúde do Rio de Janeiro tende a se agravar em decorrência do vírus da zika e pode comprometer o atendimento a milhares de visitantes durante os Jogos Olímpicos, alertam médicos.

"Se hoje já é difícil atender a população moradora do Rio de Janeiro, que dirá durante as Olimpíadas com a chegada de milhares de pessoas que virão assistir aos Jogos", disse à Reuters o presidente do Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro, Jorge Dazre.

A disseminação da zika, transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, deixou o país em alerta no momento em que atletas internacionais e turistas do Brasil e do mundo se preparam para viajar ao Rio para os Jogos de agosto.


Em meio a uma crise de recursos, que levou o governador Luiz Fernando Pezão a decretar estado de emergência no fim do ano passado, os locais de atendimento médico da cidade-sede da Olimpíada têm ficado ainda mais sobrecarregados com os casos de zika.

"O sistema está em situação de calamidade, não tem condições hoje de dar o atendimento necessário, e é claro que com as epidemias em curso a situação piora bastante", acrescentou Dazre.

Desde o início do ano foram notificados 1.499 casos de zika no Rio, de acordo com dados da Secretaria Municipal de Saúde em 10 de fevereiro, enquanto há um ano não se tinha sequer notícia de que o mosquito Aedes transportava o vírus no país.

Soma-se a isso um grande aumento nos casos de dengue, também transmitida pelo Aedes. Em janeiro, segundo dados municipais, foram registrados 1.122 casos, em comparação com apenas 165 um ano atrás.

LONGAS FILAS

Devido ao grande número de casos de dengue e zika no Rio, agentes da Secretaria Municipal de Saúde realizam uma ação de fiscalização e combate ao mosquito no sambódromo
 O aumento expressivo no número de casos se reflete em longas filas em unidades de atendimento médico da cidade por pessoas em busca de tratamento, apesar de a zika ser um vírus que não causa sintomas em quatro de cada cinco infectados.
Segundo relatos de pacientes, médicos de Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) culpam o alto número de pessoas com suspeita de zika pela demora na atenção.

"O médico disse que metade das pessoas na fila era por causa da zika", afirmou a estudante Raiane Oliveira, de 19 anos, que contou ter passado seis horas esperando para ser atendida, e depois foi informada que os medicamentos para coceira na pele e febre tinham acabado devido ao grande número de pacientes.

Os problemas na rede pública de saúde do Rio, no entanto, não devem ter impacto para atletas e delegações dos Jogos, que serão cobertos pelo atendimento médico da organização da Olimpíada, mas muitos dos 500 mil visitantes estrangeiros esperados na cidade, além de um número ainda maior de turistas nacionais, podem ter de recorrer a UPAs e hospitais públicos.

O vírus da zika está causando alarme mundial desde que se alastrou pelas Américas, e a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou emergência global de saúde pública em 1º de fevereiro devido à ligação entre o vírus e milhares de casos de bebês com microcefalia no Brasil.

PREOCUPAÇÃO
Alguns atletas estrangeiros já demonstraram preocupação em vir ao Rio para os Jogos Olímpicos em decorrência do surto, e o Comitê Olímpico dos Estados Unidos (Usoc) chegou a dizer a federações esportivas do país que atletas e funcionários temerosos do Zika vírus deveriam cogitar não disputar os jogos.

Pacientes da rede pública da cidade também reclamaram da falta de medicamentos para tratar os sintomas da doença, para a qual ainda não há vacina ou cura. A coordenação da rede de UPAs negou, em nota, que pacientes não estejam sendo assistidos por falta de medicamentos no local. "Todos os pacientes que buscam a unidade são acolhidos, não havendo desassistência", disse.

Autoridades municipais e os organizadores dos jogos insistem em dizer a quem pretende visitar o Rio na Olimpíada para não ter medo, uma vez que o mês de agosto, no inverno, é uma época em que o clima estará mais seco e mais frio, proporcionando condições menos hospitaleiras para o mosquito que transmite o vírus.

Apesar de o Aedes aegypti ficar menos ativo do que nos meses mais quentes, uma análise da Reuters de registros municipais de saúde de alguns anos mostra que infecção transmitida por mosquitos nos meses de agosto pode ser tão ruim ou até pior do que nos meses de pico usuais para as infecções.

"Nosso papel como sindicato dos médicos é alertar essa população que virá ao Rio de Janeiro, seja ela de outros Estados ou até mesmo de outros países, para que venham, mas venham sabendo que se adoecerem não terão instituições com possibilidades de dar o atendimento necessário", afirmou Dazre, do sindicato dos médicos.


Fonte: noticias.uol.com.br/
 
 
 Educação motora na infância é essencial para resultado olímpico, diz professora
Autora de uma das mais completas obras sobre a história olímpica do Brasil, a professora Katia Rubio, da Escola de Educação Física e Esporte da Universidade de São Paulo (USP), é defensora de uma educação motora durante a infância que coincida com a alfabetização tradicional.

“A educação física no Brasil é tratada como uma disciplina de segunda categoria nos projetos educacionais. Enquanto isso acontecer, nós corremos o risco de ser cada vez mais analfabetos motores”, destaca a especialista.

"Sem essa base inicial, que está na escola, a gente vai viver eternamente de esforços individuais", completa.

Em seu livro Atletas Olímpicos Brasileiros, a autora lista os mais de 1,7 mil atletas que o país enviou aos jogos até a última edição, em Londres, em 2012. Ganhadora da Medalha de Mérito Esportivo do Ministério do Esporte, ela evita eleger um personagem ou episódio que mais lhe impressionou entre tantas narrativas de superação e carências que formam a quase centenária história da participação do país nos jogos – iniciada em 1920, na Antuérpia.

Em entrevista à Agência Brasil, Katia afirma que o país ainda não desenvolveu uma política de Estado para o esporte, aponta reflexos das desigualdades brasileiras no desempenho olímpico e pede que os torcedores não recorram aos atletas olímpicos para compensar suas frustrações com o futebol. "O atleta olímpico não merece passar por isso."


Leia abaixo os principais trechos da entrevista com Katia Rubio:

Agência Brasil: O Brasil é um país muito marcado por diversos tipos de desigualdades. Essas desigualdades também aparecem quando a gente olha a história olímpica?
Katia Rubio: O esporte no Brasil nasce aristocrático, e as brechas que a aristocracia deixava eram preenchidas por atletas ligados às Forças Armadas. Há uma tradição das Forças Armadas de preparar os atletas que chegam ao nível olímpico. Essa realidade se transforma depois da Segunda Guerra Mundial, quando efetivamente as camadas populares começam a ter acesso a instalações esportivas e passam a treinar e conquistar esses lugares. Mas ainda hoje essa desigualdade se coloca em muitas modalidades e dificulta imensamente o desenvolvimento do esporte no Brasil.

Agência Brasil: Há alguma forma de desigualdade que você destacaria? A regional e de renda?
Katia: Certamente. Basta você ver o mapa olímpico brasileiro e quantos atletas temos das regiões Norte e Centro-Oeste em comparação com as regiões Sul, Sudeste e Nordeste. Essa desigualdade econômica obviamente se reflete no mapa olímpico brasileiro.

Agência Brasil: O Diagnóstico do Esporte mostrou no ano passado que há menos incentivos para que meninas pratiquem esporte. Essa desigualdade no início da formação chega até o nível olímpico?
Katia: O resultado olímpico é um reflexo de uma construção histórica. Isso é inegável. As mulheres foram proibidas por lei de praticar algumas modalidades esportivas. A construção de uma atleta olímpica demanda anos de treinamento. Entre as mulheres terem oportunidade de praticar esporte e terem resultado, ainda há um longo caminho a se percorrer. Acredito que esses resultados positivos já alcançados são muito mais a prova de uma luta individual, e de uma luta de pequenos grupos, do que de uma política de Estado.

Agência Brasil: O país cresceu em número de medalhas nos últimos anos, mas ele pode ser considerado uma potência olímpica? O que falta para isso?
Katia: Não. O que falta para o Brasil ser uma potência olímpica é uma política de Estado para o esporte, que ainda não existe. O que o Brasil tem até hoje são algumas políticas de governo que se fortaleceram a partir da criação do Ministério do Esporte. Mas isso ainda não é suficiente para que a gente tenha um desenvolvimento em quantidade e qualidade que possa levar o Brasil a ser considerado uma potência olímpica. O fato de sediarmos os Jogos Olímpicos não representa o desenvolvimento das condições de treinamento do atleta, e é a performance do atleta que vai de fato identificar o país como uma potência olímpica. As potências são aquelas que ao longo dos anos se afirmam entre os dez primeiros colocados nas diferentes edições olímpicas, e isso tem uma relação direta com o desenvolvimento econômico e educacional desses países.

Agência Brasil: Ter uma política de Estado, então, tem a ver com investimentos em educação?
Katia: Claro que sim. A educação motora da criança poderia começar na escola junto com a educação cognitiva, e isso não acontece. A educação física no Brasil é tratada como uma disciplina de segunda categoria nos projetos educacionais. Enquanto isso acontecer, nós corremos o risco de ser cada vez mais analfabetos motores.

Agência Brasil: O que o Brasil pode fazer para conseguir progresso nas próximas edições dos jogos?
Katia: Quatro anos são muito pouco. Você não forma um atleta olímpico em um ciclo olímpico. Para chegar a olímpico, o atleta precisa de 8 a 12 mil horas de treinamento. Não tem magia, não tem milagre. O que eu vejo é a necessidade de termos a educação física nas escolas desde muito cedo, para que a criança tenha a oportunidade de desenvolver suas habilidades motoras, e tendo as demais características que levam uma pessoa a se tornar atleta, chegar aos 14, 15 anos com condições de entrar no treinamento esportivo, que é o início da especialização para se tornar um atleta. Sem essa base inicial, que está na escola, a gente vai viver eternamente de esforços individuais.

Agência Brasil: Quando você diz cedo é na pré-escola mesmo?
Katia: Sim, porque a história do esporte olímpico brasileiro é construída dentro de clubes, que são privados. Alguns atletas que conseguiram furar essa barreira social, chegaram a ser olímpicos. Outros tantos, inúmeros, milhares, ficaram pelo caminho justamente pela falta de apoio.

Agência Brasil: Um dos argumentos para sediar a Olimpíada era que o esporte olímpico do país cresceria e seria beneficiado. Isso aconteceu? Qual é a sua avaliação?
Katia: Não aconteceu e sabíamos que isso não aconteceria. Esse discurso era falacioso. Um projeto de desenvolvimento do esporte exige mais de uma década, e não apenas alguns poucos anos para financiar uma realidade que se mostra difícil, diante de tantos problemas que temos. Foi apenas um discurso para conquistar a condição olímpica e nada mais do que isso.

Agência Brasil: Sediar a Olimpíada vai aumentar a pressão sobre os atletas brasileiros? A proximidade da torcida pode ter algum efeito negativo?

Katia: Isso depende muito do atleta. Tem atleta que é absolutamente acostumado a lidar com esse tipo de pressão. Há também a falta de uma cultura esportiva do povo, que está acostumado a assistir futebol, e acha que o esporte olímpico é como o futebol. O esporte olímpico exige conhecimento e uma educação para ele, e isso não acontece. Querer que os atletas brasileiros olímpicos satisfaçam a todas as frustrações que o futebol tem gerado para o país é absolutamente desprezível. O atleta olímpico não merece passar por isso. Nós, que lidamos com isso, sabemos tudo o que está por trás e toda a falta de incentivo e de condições para os atletas chegarem e desempenharem de igual para igual com os atletas bem preparados do mundo inteiro.

Agência Brasil: Quais expectativas as pessoas herdam do futebol e levam para o esporte olímpico que são injustas?
Katia: O fato de ser um dos melhores do mundo. Mesmo diante de toda a decadência do futebol, ainda há um discurso ufanista, uma crença de que ganharemos de todos e quaisquer times que aparecerem. O esporte olímpico é muito mais do que isso. Há muitos bons atletas em semelhantes condições de rendimento, o que proporciona resultados muitas vezes desejados, mas inesperados na Olimpíada. É preciso estar preparado para isso. Todos os atletas que vem ao Brasil participar são os melhores em suas modalidades. Não existe ali ninguém que esteja em uma condição inferiorizada em relação ao outro. Antes de mais nada é preciso muito respeito com todo mundo.

Agência Brasil: A cultura do país também influencia no perfil de seus atletas? Você identifica algumas características específicas dos atletas brasileiros?
Katia: Cada país tem as suas idiossincrasias, tem as suas características peculiares que levam os atletas a se desempenhar melhor em um ou outro esporte. E o Brasil não é diferente. Ter um número enorme de atletas no atletismo reflete, por exemplo, a falta de condições materiais para essas crianças habilidosas irem para outras modalidades. E o atletismo, por ser uma modalidade que exige basicamente o corpo e nada de equipamentos, justifica o número enorme de atletas tanto no feminino quanto masculino. E também no futebol. O atletismo e o futebol são as duas modalidades com o maior número de atletas na história olímpica do Brasil.

Agência Brasil: Ao longo do século 20, o Brasil teve diversos ciclos políticos diferentes e duas ditaduras. Esses períodos deixaram marcas na participação olímpica?
Katia: O esporte é um microcosmo da sociedade. Toda edição olímpica reflete proximamente aquilo que acontece não apenas no país como no mundo. Se olharmos para a linha do tempo dos Jogos Olímpicos, não é difícil identificar aquilo que acontece não apenas no Brasil, mas no mundo como um todo. Guerras, Guerra Fria, a ditadura militar, a abertura política. Tudo isso se espelha no cenário olímpico brasileiro.

Agência Brasil: Muita gente ficou surpresa com a saudação militar (continência) feita por diversos atletas brasileiros no Pan [de Toronto, em 2015], mas as Forças Armadas sempre foram muito presentes na história olímpica brasileira. O papel delas foi mudando ao longo do tempo?
Katia: Antigamente, quando falo das Forças Armadas, falo realmente do sujeito que entrava soldado e chegava a ser oficial. Hoje, há uma política diferenciada em que as Forças Armadas chamam atletas para se tornarem militares. São dois momentos diferentes do esporte militar. Primeiro, era o militar que se tornava atleta. Hoje, é o atleta que se torna militar. São situações distintas, o que não desmerece em nada o esforço desses atletas. É um reflexo da leitura que as Forças Armadas fazem hoje da importância de se ter um atleta de destaque nas suas corporações.

Agência Brasil: Falta reconhecimento aos atletas que não ganham medalha?
Katia: Claro que sim, porque chegar à condição de olímpico já é um feito absolutamente maravilhoso. Pouca gente sabe a quantidade de atletas que ficaram entre o quarto e o nono lugar na história olímpica brasileira e que deixaram de ganhar uma medalha por uma fração segundo, por um detalhe na preparação e que são tão merecedores de destaque e de elogios quanto são os medalhistas.

Edição: Lílian Beraldo

Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br/
 
 
 Apple pede que EUA anule desbloqueio de iPhone de terrorista
Apple pediu nesta segunda-feira que o governo dos Estados Unidos retire o pedido que exige que a empresa ajude o FBI a acessar um iPhone para uma investigação sobre terrorismo.

O CEO da Apple, Tim Cook, afirmou em e-mail enviado aos funcionários e em uma série de perguntas e respostas no site da empresa que aceitar esse pedido teria consequências "perigosas".

"O que está em risco é a segurança de centenas de milhões de pessoas que cumprem a lei. Isso estabeleceria um perigoso precedente que ameaça as liberdades civis de todo o mundo", destacou Cook.

A Apple se negou na semana passada a proporcionar o acesso do governo americano a um iPhone usado por um dos autores do tiroteio de dezembro na cidade californiana de San Bernardino, no qual morreram 14 pessoas.

A juíza federal Sheri Pym ordenou na terça-feira da semana passada que a Apple ajude os agentes do FBI (polícia federal americana) a acessar os dados do telefone.

O Departamento de Justiça americano foi um passo além na sexta-feira, ao apresentar uma moção para obrigar que a empresa tecnológica cumpra com o solicitado pelos tribunais.

A moção chega antes mesmo do prazo limite de 26 de fevereiro que a Apple tem para responder formalmente à juíza Pym.

A empresa sugeriu à Casa Branca, em uma série de perguntas e respostas publicadas em seu site, criar uma comissão governamental para avaliar os problemas gerados pelo crescente uso da encriptação.

"Nosso país sempre foi mais forte quando unido", declarou a Apple em informação publicada nesta segunda-feira em seu site, no qual diz que a melhor forma de avançar neste caso seria o governo "retirar" suas exigências e formar uma comissão ou algum tipo de painel para avaliar a situação.

"A Apple participaria com prazer de um esforço desse tipo", garantiu a companhia.

A empresa lembra que o pedido do governo se baseia em desenvolver uma nova versão de sistema operacional iOS para driblar as proteções de segurança quando a tela do telefone está bloqueada.

A Apple ressalta que, com isso, seria criada uma função nova ao permitir que se introduzam senhas de forma eletrônica e não manualmente. A gigante tecnológica destaca que atender essa solicitação teria duas repercussões "perigosas".

"A primeira é que o governo faria com que criássemos um sistema operacional completamente novo para seu uso", afirmou Apple, que lembrou que, uma vez feito isso, o FBI poderia desbloquear o telefone mediante o uso de "força bruta", como se chama o sistema eletrônico que usa milhões senhas até acertar a combinação correta.

A segunda das consequências "perigosas" seria, segundo a Apple, a abertura de um precedente legal que ampliaria os poderes do governo.

"Não sabemos aonde isso pode nos levar", alertou a empresa em comunicado.

Fonte: noticias.terra.com.br
 
 
 10 coisas que o novo Galaxy faz que o iPhone não faz
A Samsung anunciou nesta edição do Mobile World Congress dois novos smartphones: Galaxy S7 e Galaxy S7 Edge. 

Os dispositivos, que devem competir diretamente com o iPhone 6s e o iPhone 6s Plus, trazer uma série de novidades, como o carregamento rápido sem fio e melhorias na hora de fotografar. 
Confira 10 coisas que o Galaxy S7 faz que o iPhone não faz:

1. Resistente à água
Apesar dos rumores que surgiram no ano passado, os iPhones não são oficialmente à prova d'água. A Samsung, no entanto, revelou publicamente que os novos celulares são classificados como IP68, ou seja, resistentes à poeira e água em uma profundidade de mais de um metro por até 30 minutos.

2. Carregamento rápido
O Galaxy S7 tem carregamento rápido via microUSB. Ainda não há informações oficiais, mas espera-se que o dispositivo carregue, pelo menos, com a mesma velocidade do Galaxy S6, isto é, duas horas. O iPhone 6s leva cerca de três horas para realizar a mesma tarefa.

Em 30 minutos, o Galaxy S7 pode carregar até 60% da bateria.

3. Carregamento sem fio
Outra vantagem em relação ao carregamento é o fato de o dispositivo conseguir carregar sem fio rapidamente. De acordo com a Samsung, o método chega a ser mais eficiente do que o carregamento com fio.

4. Foco automático mais rápido

5. Fotos melhores no escuro

6. Expansão via cartão microSD

A Samsung voltou atrás e decidiu trazer de volta a possibilidade de expansão de armazenamento. Agora, é possível adicionar até 200GB ao smartphone. A Apple não permite tal manobra.

7. Bateria maior.
O Galaxy S7 tem bateria de 3,000mAh e o S7 Edge tem uma bateria 3,600mAh. O iPhone 6s, por sua vez, tem bateria de 1,715 mAh e o iPhone 6s Plus tem bateria de 2,750 mAh.

8. Samsung Pay funciona em leitores regulares de cartão de crédito.
Enquanto o sistema de pagamentos da Apple funciona apenas em terminais que suportem a tecnologia NFC, o Samsung Pay funciona em máquinas normais de cartão. Com isso, é possível que ele seja aceito em mais locais do que o da Apple.

9. Tela "always-on"
A Samsung tem uma tela que fica sempre ativa, permitindo ao usuário verificar informações básicas, como data, hora e notificações sem precisar "ligar" mesmo o smartphone, como acontece no iPhone. Na prática, isso significa um consumo de bateria a cada vez que clicar na tela.

10. Widgets nas bordas da tela curvada
É possível acessar os apps favoritos, contatos, notícias e até criar novos atalhos para ações, como escrever mensagens de texto, diretamente da tela curvada do dispositivo.


Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/
 
 
 João Santana chega ao Brasil após ter prisão decretada na Lava Jato
Marqueteiro, que estava na República Dominicana, desembarcou em SP.
PF suspeita que ele recebeu recursos oriundos da corrupção na Petrobras.

O marqueteiro João Santana desembarcou nesta terça-feira (23) no Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, Grande São Paulo, um dia depois de ter a prisão decretada pela Justiça por receber US$ 7,5 milhões em conta secreta no exterior. A PF suspeita que os recursos tenham origem no esquema de corrupção na Petrobras investigado na Operação Lava Jato.

Santana e a mulher, Mônica Moura - que também teve a prisão decretada nesta segunda-feira (22) -, estavam na República Dominicana, onde participavam da campanha de reeleição do presidente do país.

Eles chegaram no Aeroporto de Cumbica em um voo da Gol vindo de Punta Cana, na República Dominicana, previsto para chegar às 10h, mas com aterrissagem antecipada para as 9h20. Ele vai ser levado em um avião da Polícia Federal para Curitiba, onde as investigações da Lava Jato se concentram.

Segundo os investigadores, Santana teria recebido US$ 3 milhões de offshores ligadas à Odebrecht, entre 2012 e 2013, e US$ 4,5 milhões do engenheiro Zwi Skornicki, representante oficial do estaleiro Keppel Fels no Brasil, entre 2013 e 2014.  O engenheiro foi preso nesta segunda-feira (22) e é apontado como operador do esquema.

Investigadores suspeitam que os pagamentos foram feitos em troca de serviços prestados pelo publicitário ao PT. Santana foi marqueteiro das campanhas da presidente Dilma Rousseff, da campanha da reeleição do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2006.

"Há o indicativo claro de que esses valores têm origem na corrupção da própria Petrobras. É bom deixar isso bem claro, para que não se tenha a ilusão de que estamos trabalhando com caixa 2, somente", disse o procurador Carlos Fernando dos Santos Lima.

A defesa do publicitário afirmou na noite desta segunda-feira (22)  ao Jornal Nacional que todos recursos em contas do exterior do marqueteiro provêm, exclusivamente, de campanhas feitas em outros países. Segundo a defesa, "nenhum centavo" é de campanha brasileira.

Mais cedo, a defesa de Santana já tinha comunicado ao juiz Sérgio Moro que ele e a mulher já agendaram a volta ao Brasil, mesmo sem ter recebido a notificação oficial sobre os pedidos de prisão. Segundo o advogado, os dois irão se apresentar às autoridades responsáveis pela investigação. A defesa também disse cofiar que serão tomadas todas as medidas para que a chegada do marqueteiro ao país não se transforme em um odioso espetáculo público.

'Origem espúria'
Segundo relatório da PF, João Santana e a mulher ocultaram das autoridades os recursos recebidos no exterior porque tinham conhecimento da "origem espúria" deles. Esse dinheiro foi escondido, conforme o relatório, mediante fraudes e "com a finalidade exclusiva de esconder a origem criminosa dos valores, que, como se viu, provinham da corrupção instituída e enraizada na Petrobras".

De acordo com o delegado Filipe Pace, é “extremamente improvável” que a destinação de valores aos dois, no exterior e em conta de uma offshore, esteja desvinculada dos serviços que os dois prestavam ao PT, uma vez que a fonte de renda de ambos no Brasil vem das atividades de marketing e publicidade que eles prestam ao partido.

Carta indicava caminhos para fazer pagamentos
Segundo o delegado PF Filipe Pace, os fatos relevados na 23ª fase da Lava Lato surgiram de materiais apreendidos na 9ª etapa da operação. Entre eles, estava uma carta de Monica Santana, mulher e sócia de João Santana na Pólis Propaganda & Marketing, endereçada ao engenheiro Zwi Skornicki.

Nela, havia um contrato entre a offshore Shellbill, que tem sede no Panamá e a PF acredita ser de Monica, e a Innovation, ligada à Odebrecht.

A carta indicava caminhos para fazer pagamentos. Havia números de contas do Citibank em Nova York e em Londres, que, na verdade, correspodiam a uma conta na Suíça. O banco permitia operações em dólar e euro por meio de contas conveniadas nos Estados Unidos e no Reino Unido. "O dinheiro foi depositado através dessas contas correspondentes, mas o beneficiário final foi a sua conta na Suiça", disse Filipe Pace.

A PF suspeita que Santana comprou um apartamento de R$ 3 milhões em São Paulo com o dinheiro que recebeu da Odebrecht.

Fonte: http://g1.globo.com/
 
 
 Prévia da inflação oficial é a maior para fevereiro desde 2003, diz IBGE
Na análise em 12 meses, IPCA-15 é o maior desde novembro de 2003. 

O que mais pesou foram altas em alimentação, transporte e educação.

O Índice de Preços ao Consumidor - Amplo 15 (IPCA-15), considerado uma prévia da inflação oficial, acelerou de 0,92% em janeiro para 1,42% no mês seguinte. Considerando apenas fevereiro, a taxa é a maior desde 2003, quando ficou em 2,19%.

O recorde também é registrado no índice acumulado em 12 meses. Nesse período, o índice chegou a 10,84% - o mais alto desde novembro de 2003, quando bateu 12,69%.
De janeiro para fevereiro, o que mais pesou no bolso do consumidor brasileiro foram as altas nos preços de alimentação e bebidas, de transportes  e de educação.

O índice que mede os preços dos alimentos subiu de 1,67% em janeiro para 1,92% em fevereiro. A cenoura, por exemplo, ficou 24% mais cara, a cebola, 14,16% e o tomate, 14,11%.

No caso do grupo de gastos com transportes, cuja variação acelerou de 0,8% para 1,65%, as tarifas dos ônibus urbanos subiram 5,69%, exercendo a maior influência sobre o índice ao refletir os reajustes aplicados em algumas cidades. Mas não foram só os ônibus que ficaram mais caros. Também avançaram os preços de trem (6,12%) e metrô (5,27%).

De acordo com o IBGE, considerando os outros grupos analisados pela pesquisa, os maiores "pesos" foram exercidos, individualmente, por TV, som e informática (3,43%); cigarro (2,61%); higiene pessoal (1,64%); taxa de água e esgoto (1,64%); serviços médicos e dentários (1,45%); artigos de limpeza (1,40%) e plano de saúde (1,06%).


Comida em Salvador
Na análise regional, a maior variação do IPCA-15 partiu de Salvador (2,26%), porque lá os alimentos subiram quase 5%. Na outra ponta, está Brasília (1,01%), influenciado pela queda no preço das passagens aéreas (13,14%).

Expectativas menos pessimistas
Para 2016, a expectativa para o IPCA fechado está em 7,62%, segundo o boletim Focus do Banco Central mais recente. Com isso, permanece acima do teto de 6,5% do sistema de metas do ano que vem e bem distante do objetivo central de 4,5%.

Fonte: g1.globo.com/
 
 
 Médicos, agentes de saúde e de combate a endemias fazem paralisação nesta terça-feira
Profissionais da rede municipal de BH vão participar de atos públicos e passeatas. Paralisação dura 24 horas

Belo Horizonte tem uma terça-feira marcada por mobilizações de trabalhadores da área da saúde, o que pode afetar o atendimento ao longo do dia. Médicos, agentes comunitários de saúde (ACSs) e agentes de combate a endemias (ACEs) começaram uma paralisação de 24 horas nesta manhã. Passeatas e outros atos públicos serão realizados ao longo do dia. 

A partir das 10h, os agentes vão realizar uma manifestação em frente à Secretaria Municipal de Planejamento, no cruzamento da Avenida Augusto de Lima com a Rua Goiás. Na hora seguinte, eles pretendem sair em passeata até a sede da Justiça do Trabalho, na região do Barro Preto, onde será realizada uma audiência sobre a ação do Sindicato dos Servidores Públicos de Minas Gerais (Sindibel) contra a PBH. Conforme a instituição, o Executivo municipal nãopaga o piso da categoria. “Os agentes de saúde recebem R$ 780, abaixo do salário mínimo, que é R$ 880, e ainda muito abaixo do piso, que é de R$ 1.014 desde julho de 2014 e a prefeitura não cumpre em Belo Horizonte”, diz o presidente do Sindibel, Israel Arimar. 

O segundo motivo do protesto, segundo a Arimar, é a atuação dos agentes comunitários de saúde no combate ao Aedes aegypti, função dos agentes de combate à endemias. “Nesse mutirão da dengue, a secretaria colocou os ACSs para agir com os agentes de combate a endemias. Só que as diretrizes nacionais dizem que seria um trabalho complementar. O ACS continuaria fazendo seu trabalho e orientando as famílias. Se visse um foco do mosquito, ia chamar o ACE”, explica Arimar. “Só que em Belo Horizonte as gerências estão colocando eles praticamente para fazer o trabalho dos ACEs e eles não têm EPI pra isso, não têm equipamento. E deixam de fazer o trabalho deles, como o cadastro do Bolsa Família. Se uma família fica sem cadastro, ela perde o benefício”, afirma.  

MÉDICOS Mobilizados desde a semana passada, os médicos da rede pública de saúde de Belo Horizonte voltam a paralisar o atendimento das 7h desta terça-feira até as 7h de quarta. Somente urgências e emergências serão atendidas. Conforme o Sindicato dos Médicos de Minas Gerais (Sinmed-MG), a categoria reclama da falta de estrutura para receber os pacientes nas unidades de saúde, além da falta de medicamentos básicos, como paracetamol, loratadina e buscopan. 

Além disso, eles pedem a recomposição do salário inicial da carreira, Recomposição dos abonos, adicional de insalubridade, bem como plantão extrajornada pelo índice oficial de inflação do período entre o último reajuste desses abonos e o ano atual, entre outras reivindicações.

Fonte: em.com.br/
 
 
 Butantan estuda vacina e soro antivírus Zika, diz secretário de Saúde de SP
O Instituto Butantan, em São Paulo, está estudando uma vacina e um soro contra o vírus Zika, informou hoje (22) o secretário estadual de saúde de São Paulo, David Uip, após participar de  evento com a presidenta da República, Dilma Rousseff, em que foi assinado um repasse de R$ 100 milhões do Ministério da Saúde para o instituto, para ajudar na fase de testes de uma vacina que está sendo desenvolvida contra a dengue.

O secretário disse que dois tipos de vacina contra o vírus Zika estão sendo estudados. O primeiro deles consistiria em transformar a vacina tetravalente contra a dengue (tetravalente porque combate os quatro tipos de vírus da dengue) em uma vacina pentavalente, incluindo o vírus Zika. O segundo seria uma vacina específica ou isolada contra a doença.

“Além disso, o instituto estuda a fase terapêutica do vírus Zika [um tipo de tratamento ou um soro] e também começa a estudar o protocolo de uma droga [ou remédio] que mata o vírus da Zika, semelhante ao que aconteceu ao vírus da Aids”, disse o secretário. Segundo ele, o Butantan já recebeu 29 propostas de colaboração, principalmente de instituições norte-americanas, para estudar maneiras para combater o Zika.

“Existem muitas perguntas sobre como é o comportamento do vírus [Zika]. Não sabemos se uma vacina de vírus atenuado, que é como fizemos para a dengue, vai funcionar da mesma forma para o Zika. Estamos fazendo vários tipos alternativos de vacina. O que sabemos é que com os estudos que temos com a dengue, e dengue sendo muito parecida com zika, achamos que iremos mais rápido nos estudos”, disse Jorge Kalil, diretor do Instituto Butantan.

Vacina contra a dengue

O contrato firmado hoje (22) pelo Ministério da Saúde com o Instituto Butantan prevê investimentos iniciais de R$ 100 milhões para financiar a terceira e última fase de testes clínicos da vacina contra a dengue em voluntários de todo o país. Esta última etapa da pesquisa, que teve início hoje em São Paulo, servirá para comprovar a eficácia da vacina.

“A fase 2 envolveu 300 voluntários aqui de São Paulo e mostrou uma efetividade superior a 80%, ou seja, ela conferiu proteção, através de anticorpos, contra os quatro sorotipos [da dengue] acima de 80%, o que se mostrou segura. A fase 3 é a mesma coisa que a fase 2, só que estendida, com 17 mil voluntários de 14 centros do país”, explicou Uip.

Segundo o secretário, ainda não é possível estimar quando a vacina contra a dengue já estará disponível para toda a população do país. Mas, de acordo com o diretor do Instituto Butantan, Jorge Kalil, a vacina poderá estar disponível a partir de 2018: “Não sabemos o resultado. Mas é possível que daqui a seis meses ou um ano já tenhamos, tendo em vista o grande número de casos de dengue que se tem atualmente no Brasil e se tivermos um grande número de voluntários, que se prove [a eficácia da vacina]. Se isso acontecer, podemos registrar a vacina e produzi-la”. Kalil disse que o instituto já deu início à construção de uma unidade [uma planta] de vacina onde será “possível produzir doses suficientes para começar o programa de vacinação no país”.

“A população exposta aos quatro sorotipos de dengue no mundo está entre 2 bilhões e 3 bilhões de pessoas. Existem hoje, em estado endêmico no mundo, 113 países. Se o Butantan tiver o sucesso [com a vacina] que nós esperamos, o Brasil tem um compromisso com o mundo de produzir inicialmente 750 milhões de doses de vacinas, sem entrar no mérito da população que ainda vai nascer e vai ficar exposta. Esse é um compromisso mundial extremamente importante”, disse o secretário.


Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br/
 
 
 Como corrigir problema ao ajustar brilho no Windows 10
Problemas de ajuste de brilho do monitor diretamente do Windows são relativamente fáceis de serem resolvidos. Veja algumas dicas para isso no tutorial abaixo.

Como corrigir problema ao ajustar brilho no Windows 10
Como todo outro problema do Windows, a falta de uma opção de brilho ou o não funcionamento dela depende de inúmeros fatores, que vão do tipo de computador a marca da placa de vídeo utilizada.

Usuários de placas de vídeo AMD ou Intel devem primeiramente atualizar os drivers para as versões mais recentes. Existem relatos de que alguns desses drivers, principalmente os iniciais, causam problema no ajuste de brilho no Windows 10.

Já aqueles que estão com problemas nas teclas do laptop ou não conseguem ajustar o brilho diretamente, verifique se o monitor está de fato ativado no Gerenciador de dispositivos.

Para isso, aperte Windows+X e escolha Painel de Controle

Clique em Gerenciador de dispositivos, localizado dentro de Hardware e Sons. Para realizar alterações no gerenciador é preciso estar conectado com uma conta de Administrador.

Verifique se o monitor está como mostrado abaixo. Isso significa que ele está desativado e consequentemente não pode ter seu brilho ajustado.

Clique com o botão direito sobre ele e escolha Ativar.

Se o Monitor aparece com uma marca, talvez a opção Monitor genérico PnP do Windows resolva o problema. Clique com o botão direito sobre ele novamente e escolha Atualizar Driver.

Na próxima janela clique em Procurar software de driver no computador

Selecione Permitir que eu escolha em uma lista de drivers de dispositivo no computador.

Aponte para Generic PnP Monitor ou Monitor PnP genérico. Escolha Avançar e Avançar. Verifique se o controle de brilho voltou a funcionar. Essa solução é especialmente útil para aqueles que possuem programas como o Teamviewer ou de controle remoto instalados no computador e estão com problema de ajuste de brilho.

Agora, se você está com problemas na tecla do laptop, verifique se o driver do seu teclado está correto de acordo com o site da fabricante. No caso de mais dúvidas, hesite em criar um tópico no fórum do BABOO para que a comunidade o ajude. Veja mais dicas na área de Windows do BABOO.

Fonte: noticias.r7.com/
 
 
 Alcatel mostra o seu primeiro convertível com Windows 10
MWC16: Alcatel mostra o seu primeiro convertível com Windows 10

Alcatel apresentou esta manhã no Mobile World Congress o seu primeiro convertível com Windows 10 e também mostrou mais smartphones. Desta vez atualizou a linha POP.

O convertível Plus 10 tem um ecrã de 10,1 polegadas HD IPS, com 1280x800 pixéis e integra um processador Intel de quatro núcleos a 1,92 GHz. Junta-se uma memória de 32 GB, que pode ser reforçada via cartão SD, e uma RAM de 2 GB. Na frente tem integrada uma câmara de 5 megapixéis e nas traseiras de 2 megapixéis.  

O modelo tem suporte Wi-Fi e 4G e pode ser usado em três modos. Com o teclado funciona como um portátil. Sem este acessório converte-se num tablet e para consumo de entretenimento ainda pode assumir uma terceira posição (modo doca). 

Quer o tablet, quer o teclado que compõem o modelo tiram partido de uma bateria (que em combinação assegura 8,410 mAh), permitindo que o modelo pode ser usado durante um dia de trabalho sem precisar de ser carregado, garante a Alcatel. O Plus 10 será lançado na Europa em junho de 2016.

Mais smartphones da Alcatel no MWC

Depois de no sábado já ter revelado dois novos smartphones da linha Idol, a Alcatel esta segunda-feira também apresentou o POP 4, POP 4 Plus e o POP 4S.

Os dois primeiros modelos têm câmaras de 8 e 5 megapixéis e tiram partido de um processador de quatro núcleos. O Pop 4S, duplica o número de unidades de processamento (é um octacore) e tem uma câmara traseira de 13 megapixéis e uma câmara frontal de 5 megapixéis.  Também tem suporte para 4G.


Fonte: http://tek.sapo.pt/
 
 
 HP lança phablet Elite x3 com Windows 10 e autenticação biométrica
MWC | HP lança ‘phablet’ Elite x3 com Windows 10 e autenticação biométrica

A HP apontou baterias à produtividade em ambientes móveis e aproveitou o palco do Mobile World Congress para lançar o Elite x3, um ‘phablet’ com Windows 10 que almeja ser revolucionário.

Eis porquê: o Elite x3 é o centro de “um novo ecossistema móvel” que vai impulsionar a próxima geração de computação. O smartphone de seis polegadas é a estrela, mas o conceito é juntar alguns dispositivos e acessórios para uma “experiência de computação” integrada. Como bónus, o ‘phablet’ vem com leitor de impressões digitais e de íris, funcionalidades de autenticação importantes num dispositivo virado para profissionais, e integra a plataforma móvel  da Salesforce.

Os outros componentes deste novo “ecossistema” são uma dock de secretária que permite ativar a funcionalidade Continuum do Windows 10 num monitor desktop, o ‘Mobile Extender‘, que tem o formato de um portátil de 12,5 polegadas e um quilo de peso, e o software HP Workspace, que dá acesso remoto a uma série de aplicativos Windows virtualizadas. O Mobile Extender parece um portátil mas nele não são armazenados dados: todos os apps, senhas e ficheiros são gerenciados e armazenados a partir do Elite x3.

“A mobilidade profissional é disruptora por natureza, mas nunca foi vista a esta escala”, disse Dion Weisler, presidente e CEO da HP. “O Elite x3 é uma plataforma móvel revolucionária que permite que a mobilidade e a computação se unam de uma forma verdadeiramente significativa. Juntamente com os nossos parceiros, estamos dando um passo em frente na indústria e concretizando a promessa de tornar a produtividade móvel em uma realidade para os nossos clientes.”

A ideia é que os usuários possam mudar o tipo de utilização do Elite x3 de desktop para portátil e para dispositivo móvel, sem precisarem de se preocupar que equipamento usar em cada situação. “Os dados que recolhemos nos mostraram que havia um grupo de clientes empresariais cujas necessidades de mobilidade e de produtividade em termos de PCs não estavam sendo cumpridas”, explicou Michael Park, vice presidente e diretor geral para a área de mobilidade da HP.

O Elite x3 vem com processador Qualcomm (Snapdragon 820) e será lançado no verão, ainda sem preço definido.

Tom Richards, CEO da varejista de tecnologia CDW, caracterizou a estratégia como sendo “altamente inovadora”, para lá das características do aparelho. “A verdadeira inovação do Elite x3 é o seu ecossistema suplementar, que permite uma experiência única nas plataformas de computação e que oferece uma solução Bring Your Own Device adaptável às constantes transformações dos fluxos de trabalho.”


Fonte: bitmag.com.br/
 
 
 Como adicionar um cartão de crédito à sua conta do iCloud
Adicionar um cartão de crédito na sua conta do iCloud pode ser muito útil. Assim, é possível comprar apps e adquirir outros serviços da Apple pelo próprio iPhone ou iPad. O valor cobrado vem registrado no boleto de pagamento do cartão.

Vale ressaltar que a maioria das compras na App Store e no iCloud são calculadas em dólar, o que eleva o preço dos serviços. Veja, no passo a passo abaixo, como cadastrar um cartão de crédito à sua conta pelo iPhone.

Passo 1. Na página inicial do iPhone, acesse “Ajustes”. Depois, selecione “iCloud”;

Passo 2. Toque em cima do seu nome e, na sequência, em “Pagamento”;

Passo 3. Clique na opção abaixo de “Método de pagamento principal” para adicionar um cartão;

Passo 4. Insira os dados do seu cartão e outras informações solicitadas. Ao terminar, selecione “Próximo”.

Pronto. Repita o procedimento sempre que quiser alterar o cartão de crédito cadastrado no iCloud.


Fonte: techtudo.com.br
 
 
 Novo relatório aponta para mudanças no design do iPhone 7
Um relatório divulgado pelo site asiático Digitimes revela que a Apple entrou em contato com várias empresas que podem fazer parte da cadeia de produção do iPhone 7. 

A ordem é que as companhias se preparem para aumentar significativamente sua capacidade produção no terceiro e quarto trimestres deste ano.

Uma das empresas, a Cirrus Logic, deve se beneficiar da suposta decisão da Apple de remover o plug jack de 3,5mm do iPhone 7. 
Segundo os rumores, a Maça e a Cirrus devem trabalhar juntas para definir um novo padrão de design para o smartphone, que poderá ser muito mais fino que os modelos atuais. Vazamentos indicam que o próximo iPhone pode ter apenas entre 6 e 6,5 milímetros de espessura.

Outro dado aponta que a Analog Devices vai fornecer componentes para a possível câmera dupla do iPhone 7 Plus e, por último, o Digitimes fala a respeito da TSMC, que deve ser a encarregada de produzir todos os lotes do próximo chip A10. O padrão a ser utilizado no novo processador deve ser o FinFET de 16nm, o que indica que os novos chips devem ser energeticamente mais eficientes que os modelos atuais (A9 e A9X).

Fonte: tecmundo.com.br/
 
 
 O significado da i de iPhone, iPad, iMac e do resto dos produtos Apple
A resposta está em um vídeo de Steve Jobs, de 1998, que pode ser assistido no YouTube

O escritor Walter Isaacson conta na biografia de Steve Jobs – e os que trabalharam com o gênio confirmam – que o fundador da Apple não deixava escapar um mínimo detalhe. Ele tinha uma obsessão pela perfeição que se traduzia não só no design e nas funções técnicas de seus produtos, mas também na escolha de seus nomes: iMac, iPod, iPhone, iPad, iTunes... Todos eles já fazem parte do nosso vocabulário cotidiano, mas, qual é o seu significado? Por que se repete esse mesmo padrão com uma i minúscula no começo de cada palavra?

Essa é uma pergunta frequente em fóruns de discussão na internet, como o de Quora, que parece ter encontrado a resposta em uma das apresentações marca da casa feitas por Steve Jobs, em 1998. O evento da própria companhia, para apresentar o primeiro modelo de iMac, pode ser visto, mesmo que em baixa qualidade, neste vídeo no YouTube. E nele se encontra a explicação sobre a letra i: “iMac vem da união entre a emoção da internet e a simplicidade do Macintosh”, afirmava seu criador.

“Nosso foco é a necessidade de uso número um que os consumidores dizem querer em seu computador: poder se conectar à internet de forma simples e rápida. Esse é o objetivo desse produto”, explica Jobs durante a apresentação.

Internet: era a esse elemento que Jobs queria que os consumidores associassem seu computador. Mas não era só isso. O iMac, assim como aparece nos slides mostrados por ele durante o evento, também estava baseado em outros quatro conceitos que começam com a letra i: “indivíduo, instruir, informar e inspirar”.

Desde esse primeiro iMac de 1998, quase todos os produtos lançados pela Apple mantiveram a letra i, uma característica particular de seus nomes, e também a conexão com a internet, como forma de identidade: o reprodutor de arquivos em mp3 iPod, o revolucionário smartphone iPhone, o tablet iPad...

Mas também existem exceções. A companhia abriu mão da letra i para lançar, nos últimos anos, seu relógio – que se chama Apple Watch, e não iWatch – e também sua proposta de televisão portátil, a Apple TV.

Fonte: brasil.elpais.com/
 
 
 Como adicionar uma biografia no Facebook pelo iPhone
O app do Facebook para iPhone permite ao usuário acrescentar uma biografia pessoal que fica em destaque no perfil. A descrição pode conter até 101 caracteres e serve como uma forma de mostrar sua experiência de vida ou sua trajetória profissional para seus contatos na rede social.

Apesar de curto, o texto é uma oportunidade de se mostrar um pouco melhor para seus contatos. Veja como encontrar a função pelo aplicativo do Facebook para iPhone.

Passo 1. Abra o Facebook e toque sobre o ícone de três barras no canto inferior direito da tela. Em seguida, toque em seu nome de usuário para acessar seu perfil.

Passo 2. Toque em “Adicionar uma pequena biografia”. Feito isso, escreva um texto de no máximo 101 caracteres no local indicado e toque em “Salvar” para finalizar o procedimento.

Aproveite a dica para falar um pouco sobre você e mostre aos seus contatos suas experiências e habilidades.

Fonte: techtudo.com.br
 
 
 Como criar seu próprio emoji no iPhone
O Emoji Me Face Maker é um app gratuito para iPhone e iPad (iOS) que oferece a você a possibilidade de criar emojis com a sua cara no celular. Para isso, o aplicativo conta com uma grande coleção de rostos, cabelos e detalhes como expressões faciais. Isso tudo permite fazer personagens bem parecidos com você. 

O programa é útil para ganhar mais opções de emojis, principalmente para quem gosta de personalizar o celular. Depois de criar o ícone, ainda é possível editar, para fazer novos emoticons a partir dele. Confira a seguir como criar seu próprio emoji no iPhone. 

Criando o emoji

Passo 1. Na tela inicial do Emoji Me Maker, toque no botão “+”  para começar a criar seu emoji.

Passo 2. A área de edição será aberta. Vale notar que há uma barra vermelha para o usuário selecionar o que deseja mudar na figurinha. É possível escolher rosto, tom de pele, cabelo, olhos, sobrancelhas, boca, ouvidos, bigode e acessórios.

Passo 3. Logo abaixo da barra vermelha, há itens e detalhes para adicionar ao emoji. Toque para escolher ou deslizar os dedos, e ver outras opções.

Passo 4. Na parte inferior, é possível escolher as cores do objeto ou detalhe em edição.

Passo 5. Se quiser comparar o emoji com alguma foto sua ou de amigo, toque sobre o botão de câmera ao lado do personagem.

Passo 6. Nas opções que aparecem, escolha tirar uma foto ou copiar foto da galeria. 

Passo 7. Se escolher a galeria, selecione a imagem desejada. Em seguida, ela será posicionada ao lado do emoji. 

Pronto! Agora seu emoji estará salvo na sua galeria. É possível também compartilhar a imagem diretamente do aplicativo em redes sociais como Twitter e Facebook.


Mudando as emoções ou editando um emoji já pronto

Passo 1. Na tela inicial, toque sobre o emoji que acabou de criar.

Passo 2. Na tela seguinte, arraste os dedos para o lado, para mudar a emoção do personagem.

Passo 3. Se quiser editar a aparência do emoji, toque sobre “Edit”. 

Pronto! Agora você já sabe como editar seus emojis. 


Criando cartões personalizados

Passo 1. Para criar um cartão personalizado, toque sobre o item “Pictures”, na barra inferior do app.

Passo 2. O app exibirá diferentes opções de cartões. Em seguida, escolha algum deles.

Passo 3. Uma tela de exibição será aberta, em que será possível personalizar o cartão.

Passo 4. Quando terminar, toque em “Send” e decida se prefere salvar, enviar por e-mail, SMS ou compartilhar nas redes sociais. 



Fonte: techtudo.com.br/
 
 
 Windows 10 Insider recebe build 14267 com novidades para o Edge, Cortana e Skype
Hoje a Microsoft lançou uma nova compilação do Windows 10 para os Insiders. A empresa divulgou hoje a build 14267 para o fast ring, que não é uma grande atualização daquela de número 14257 lançada no início do mês e não introduz muitas coisas novas. No entanto, como de costume, há algumas melhorias gerais e correções de bugs, e já começamos a ver algumas das promessas que a companhia fez para melhorar o navegador Edge.

Entre as novidades, temos:

Busca de música mais fácil na Cortana: agora ficou mais fácil encontrar a busca de músicas através da assistente. Foi adicionado um ícone de busca de música no topo direito da Cortana; assim, os usuários podem agora abrir no PC e clicar no novo ícone de pesquisa para encontrar a música que está tocando.

Melhorias de barra de Favoritos no Microsoft Edge: quem estiver com a barra de favoritos habilitada no Microsoft Edge, agora pode clicar com o botão direito do mouse nela e optar por apenas mostrar os ícones ou ainda adicionar novas pastas de favoritos.

Limpar dados de navegação quando sair do Microsoft Edge: o usuário agora pode optar por ter seus dados de navegação apagados quando sair do Microsoft Edge. Basta clicar sobre o ícone de três pontos no topo direito do Microsoft Edge e ir em configurações, clicar no botão "Escolher o que limpar" depois em "limpar dados de navegador" e habilitar "Sempre limpar depois que fechar o navegador". Também poderá escolher quais dados quer que sejam limpos.

Melhora no Prompt de Download do Microsoft Edge: conforme prometido pela Microsoft agora os usuários podem configurar o navegador para mostrar um prompt quando um download for iniciado, permitindo que seja escolhido um local onde se deseja salvar o arquivo. Basta abrir o painel de configurações do Microsoft Edge (os três pontos no canto superior direito) e procurar a opção em "Configurações de Downloads".

Mensagens + Skype: agora você pode anexar fotos às suas mensagens do Skype, clicando ou tocando no ícone de clipe de papel no canto inferior esquerdo enquanto estiver compondo uma nova mensagem a um contato. Além disso, também será possível iniciar o app de câmera para tirar uma foto e anexar à mensagem diretamente do Skype.


Fonte: tudocelular.com
 
 
 Como descobrir se Windows 10 está executando programas em segundo plano
Alguns aplicativos do Windows 10 têm permissão para serem executados em segundo plano. Isso é necessário para que possam atualizar seus live tiles (blocos dinâmicos), buscar novos dados e receber notificações online. Mesmo para o usuário que não deseja abri-los, esses softwares podem drenar a energia da bateria do seu computador, além de consumir a memória do PC ou notebook. Mas há como controlar quais aplicativos podem ser executados em segundo plano.

Veja como localizar, desativar e fechar programas que podem e estão sendo usados em segundo plano no Windows 10.

Como descobrir apps executados em segundo plano no Windows 10 e desativá-los
A primeira coisa que você deve fazer é olhar quais programas têm autorização para serem executados em segundo plano. 
Passo 1. Clique no menu Iniciar e depois na opção “Configurações”;

Passo 2. Em “Configurações”, clique no item “Privacidade”;

Passo 3. Em seguida, clique na opção “Aplicativos em segundo plano”;

Passo 4. Escolha os programas que você não deseja que sejam executados em segundo plano e desative-os, mudando de “Ativado” para “Desativado”.

Há uma desvantagem ao desativar alguns aplicativos. Por exemplo, se você impedir que o aplicativo Alarmes seja executado em segundo plano, todos os alarmes que você definiu não irão alertá-lo mais. Se você impedir que o aplicativo Mail seja executado em segundo plano, ele não irá notificá-lo de novos e-mails. 

Como descobrir programas que estão sendo executados em segundo plano 
O processo acima não serve para aplicativos tradicionais, só se aplica aos novos apps estilo mobile, também conhecidos no Windows 8 como aplicativos “Metro”. Para localizar e fechar qualquer aplicativo que esteja sendo executado em segundo plano, você deve seguir essa dica:
Passo 1. Clique com o botão direito em uma área vazia da barra de tarefas. No menu que aparece, clique na opção “Gerenciador de Tarefas”;

Passo 2. Na janela do Gerenciador de Tarefas, clique em “Mais detalhes”;

Passo 3. O Gerenciador de Tarefas exibirá a listagem de todas as aplicações em execução. Procure pelo programa que você quer fechar na lista abaixo de “Processos em segundo plano”, clique nele e depois no botão “Finalizar tarefa”.

Com essas dicas, você pode ter mais controle sobre o que está sendo executado em segundo plano e melhorar o desempenho do seu computador.

Fonte: techtudo.com.br
 
 
 Twitter para Windows 10 recebe atualização
O aplicativo oficial do Twitter para Windows 10 ainda é bastante limitado, apresentava diversas falhas e tem sido negligenciado pelos desenvolvedores; afinal, já fazia um bom tempo que o cliente não recebia uma atualização. O mesmo vale para o app para Windows Phone, que ainda sequer recebeu as últimas mudanças significativas da rede social, como a mudança da opção "favoritos" para "curtir".

O app para Windows 10 é um pouco mais adiantado e já conta com algumas das novidades dos últimos meses, mas não significa que esteja livre de problemas, o que faz com que outros clientes obtenham algum sucesso, como é o caso de alguns apps universais como Fenice, Aeries, entre outros.

Por isso, é uma ótima notícia que o aplicativo oficial tenha recebido uma nova atualização. Infelizmente, não há qualquer changelog na Windows Store, portanto não está muito claro o que mudou no app. Considerando que a plataforma web tem sido atualizada com alguma frequência, como por exemplo o algoritmo que prepara a rede social para receber um novo formato de publicidade, é possível que sejam apenas mudanças estruturais, de API ou ainda melhorias e correções de bugs.

De qualquer forma, vendo que o app está recebendo alguma atenção, vale a pena voltar os olhares para ele e observar como serão as próximas atualizações. Afinal, se o app oficial quiser competir com os clientes alternativos, ainda há muito o que ser feito. Esperamos que em breve o aplicativo consiga acompanhar a plataforma web.

O atual número de versão do app é 4.3.4 e infelizmente a atualização não atinge a versão para Windows 10 Mobile. Os que desejarem podem instalar o aplicativo na página do Twitter na Windows Store.

Fonte: tudocelular.com/
 
 
 Entenda a importância da tecnologia HDR nas TVs e monitores
O HDR é um novo padrão tecnológico que permite ganhos de qualidade de imagem mais sutis do que a alta resolução. A sigla indica "grande alcance dinâmico" e já é conhecida por fotógrafos e quem usa câmeras de maior qualidade. Mas onde encontrá-la e quais as vantagens? 

Para entender melhor a importância da tecnologia, principalmente em TVs 4K e monitores, veja o que o recurso oferece e em quais aparelhos está disponível. As fabricantes criaram um selo especial para certificar os usuários da performance do padrão. 

Qualidade de cor
O HDR é um recurso desenvolvido para que dispositivos eletrônicos gerem ou reproduzam imagens que apresentem cores mais vivas, com melhores níveis de contraste, tons claros com mais brilho e tons pretos mais escuros.

É por esse detalhe – gerar e reproduzir – que o mesmo termo pode se referir à câmeras de foto e vídeo, capazes de registrar imagens com grande alcance dinâmico, ou a televisores e monitores, habilitados em aceitar esse padrão e reproduzir as imagens com maior qualidade de cor.

A ideia, portanto, é que uma tela com suporte a esse padrão, exibindo imagens com HDR, vá apresentar um resultado muito mais bonito esteticamente e com cores mais vivas e próximas à forma pela qual os olhos as veem naturalmente. O HDR funciona preservando detalhes de cor na imagem que, do contrário, acabariam perdidos nos padrões atuais de conversão de imagem.

TV de LED ou OLED?

A princípio, o recurso HDR deverá ser mais comum, ao menos nos próximos anos, em televisores LED. A razão é que a tecnologia OLED ainda é um pouco restritiva a implementação dessa técnica. Com o tempo, isso deve mudar: a LG, durante a CES 2016 , apresentou televisores OLED com HDR. No entanto, não espere que esses produtos sejam baratos e que exista grande oferta de TVs e monitores OLED com HDR no curto prazo.

Como saber se o que assisto é HDR?
Não adianta ter uma TV, ou um monitor HDR se o conteúdo que você assiste não foi produzido com atenção a essas especificações. Atualmente, canais de TV aberta e paga do Brasil não veiculam produtos com essa tecnologia e só é possível encontrar imagem com o recurso em plataformas como o Netflix.  

Há, também, outra opção: games. Jogos de computador já apresentam essa tecnologia há algum tempo e os consoles PS4 e Xbox One são capazes de aproveitar o HDR na hora de reproduzir as imagens de games desenvolvidos para tirar proveito do grande alcance dinâmico.

Selo Ultra HD Premium
Grandes fabricantes de televisores e monitores apresentaram um selo que foi criado para determinar padrões mínimos de qualidade e performance para TVs 4K. Entre os pontos que um produto precisa atingir para ganhar o selo, está o HDR.

Isso significa que, daqui em diante, bastará encontrar TVs e monitores com a certificação para ter certeza de que o dispositivo conta com suporte à reprodução de imagens em HDR.

HDR só em TV 4K?
Como você pode perceber, o HDR está profundamente vinculado com TVs e monitores 4K, já que é esse o caminho que a indústria vem trilhando. No entanto, isso não impede que exista modelos com resolução Full HD e HDR.

Tecnicamente, não há motivos para que isso não ocorra e o argumento para que esse tipo de produto eventualmente surja é bastante sólido, já que TVs Full HD ainda despertam grande interesse e a presença do HDR nessas telas agregaria valor ao produto.

Tendência
Para quem, com alguma razão, ainda não vê motivos para comprar TVs 4K, a má notícia é que na CES 2016 nenhum fabricante apresentou unidades com resolução 1080p e HDR. Como a feira não só antecipa lançamentos do ano todo, mas também aponta tendências para a indústria, o HDR pode não chegar aos televisores Full HD.


Fonte: techtudo.com.br/
 
 
 Tecnologia desenvolvida em BH identifica dengue, zika e chikungunya no mosquito
Na luta contra as epidemias dos vírus transmitidos pelo Aedes aegypti no Brasil, a inovação pode ser uma grande aliada. E uma tecnologia desenvolvida por uma empresa de Belo Horizonte é capaz de identificar a presença desses vírus em mosquitos por meio de uma técnica mais rápida e que fornece informações mais precisas e ágeis do que apenas o diagnóstico em humanos.

Hospedados no Bh.tec, o parque tecnológico de Belo Horizonte, a Ecovec desenvolveu uma 'autópsia' que usa mosquitos mortos capturados em campo para avaliar a presença de um desses vírus. ""Nosso método é assim: colocamos armadilhas para o mosquito adulto. Treinamos o agente de campo para identificar quando o mosquito que queremos é pego nelas. Com isso o material do vírus chega perfeitinho no laboratório. Aqui nós trituramos o mosquito e colocamos uma amostra complementar do vírus que queremos identificar", explicou Cecília Marques, diretora executiva da Ecovec. "Trabalhamos com o mosquito transmissor da dengue nos últimos dez anos. E há dois anos estamos expandindo para outas duas doenças que ele transmite (Chikungunya e Zika)", completou.


O objetivo da técnica é conseguir informações rápidas e precisas para o cliente final, que são secretarias municipais de saúde "Com o nosso monitoramento, é possível para gestores e autoridades de saúde identificar a epidemia, os locais da cidade em que existe contaminação e tomar rapidamente as ações necessárias para combater a doença. A informação é apresentada em gráficos, tabelas e mapas, o que ajuda a tomada de decisão do poder público", explicou Cecília. E apesar de estarem em Belo Horizonte e hospedados no Bh.tec, não houve interesse da secretária de saúde de Belo Horizonte na técnica. "Infelizmente não fazemos nenhum monitoramento em BH", lamentou.


Como a tecnologia da Ecovec permite a identificação dos locais de contaminação, o esforço do poder público seria mais eficaz no combate ao mosquito – muitas vezes o paciente diagnosticado não sabe se foi contaminado em casa ou no trabalho, por exemplo. Ao encontrar o vírus no mesmo local do mosquito, é certeiro afirmar que a área é foco e precisa de atenção especial. Com esse tipo de informação, é possível focar ações de combate onde realmente elas vão fazer a diferença.


Um mesmo mosquito poderia, ao mesmo tempo, transmitir dengue, chikungunya e zika em uma única picada. A boa notícia é que até hoje a Ecovec nunca esbarrou em um caso desses: "Nós nunca vimos, mas é possível sim. Já encontramos uma vez dois tipos de dengue em um mesmo mosquito. O Aedes Aegypti é capaz de transmitir 23 vírus diferentes – com a nossa patente, é possível identificar todas eles, basta adaptar um pouco a metodologia para cada tipo de vírus", disse Cecília.


Fonte: em.com.br
 
 
 Tecnologia e conscientização são armas contra Aedes aegypti, apontam especialistas
Há armas disponíveis na batalha contra o Aedes aegypti, mas investir em mais pesquisa para ganhar a luta é essencial. Essas são algumas das conclusões apresentadas por especialistas e senadores durante audiência pública promovida nesta quinta-feira (18) pelas comissões de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) e Senado do Futuro (CSF). Para o senador Wellington Fagundes (PR-MT), que propôs o debate, o país está diante do maior desafio da saúde pública nas últimas décadas.

Os debatedores apontaram que bioinseticidas, mosquitos geneticamente modificados e bactérias que infectam insetos, são algumas das armas disponíveis no mercado para combater o Aedes aegypti. Mas, segundo eles, para contar com essa artilharia em seu arsenal é preciso que o Brasil invista em pesquisa e estimule parcerias entre universidades, instituições de pesquisa e empresas. Também é fundamental a continuidade dos métodos tradicionais de combate ao inseto e mais ainda: a promoção permanente de ações e campanhas contra o mosquito transmissor da dengue, zika, chicungunha.

O presidente da Comissão Senado do Futuro e outros participantes do debate, como a presidente da CRA, senadora Ana Amélia (PP-RS), criticaram o relaxamento de medidas de contenção do mosquito nos últimos anos, o que teria levado à multiplicação de casos de dengue. Problemas de saneamento básico também foram levantados.

— Precisamos de uma política constante não só hoje, mas de médio e longo prazo de combate ao mosquito — disse Wellington.

Tecnologias

Durante a audiência, a pesquisadora da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia Rose Monnerat apresentou o Inova-Bti,  uma nova geração de bioinseticidas. De acordo com ela, o produto é capaz de matar as larvas do mosquito Aedes aegypti sem prejudicar a saúde das pessoas e dos animais domésticos. Todos os testes laboratoriais e de eficácia já foram concluídos pela Embrapa, mas o produto precisa ainda ser registrado junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) antes de ser produzido em larga escala.

Esse é o segundo inseticida biológico desenvolvido pela Embrapa com o objetivo de combater as larvas do mosquito. Desde 2005, está no mercado o Bt-horus, feito em parceria com a empresa Bthek Biotecnologia. Segundo Rose Monnerat, ambos os produtos são eficazes contra o mosquito.

O Bt-horus foi usado pela primeira vez em 2007 em São Sebastião, no Distrito Federal, em uma campanha que uniu a Embrapa, o governo distrital e a população local no combate ao mosquito transmissor da dengue.

Os resultados de acordo com a pesquisadora foram excelentes: o índice de infestação na região, que era de 4% caiu para menos de 1%, considerado aceitável pela Organização Mundial de Saúde (OMS).  Ela enfatizou, contudo, que o produto em si não resolve o problema: é preciso engajar a população no combate ao vetor das doenças.

— A vantagem do produto é que é específico para matar a larva do mosquito. Ele tenta equilibrar uma praga que está desequilibrada, mas não é só o produto. É preciso trazer a população para perto. Fazer campanhas — apontou.

Esforço conjunto

Para João Manuel Cabral, chefe-geral da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, a audiência pública promovida pelo Senado deixa claro que ferramentas contra o mosquito transmissor da zika existem, mas falta coordenar os esforços.

— Nós temos as ferramentas e podemos desenvolvê-las e integrá-las de forma inteligente para obter o resultado imediato no controle dos vetores. Mas o grande sucesso que foi a experiência em São Sebastião foi devido ao envolvimento da população — avaliou.

Várias frentes

Para Bergmann Morais Ribeiro, pesquisador da Universidade de Brasília, é preciso atacar o mosquito em várias frentes. Além do uso de bioinseticidas, ele defendeu o uso de mosquito transgênico e de uma bactéria como armas contra o zika.

Ele mencionou o sucesso de testes com o mosquito transgênico, tecnologia da empresa britânica Oxitec. A fêmea fecundada pelo inseto geneticamente modificado produz um ovo infértil. A técnica teria conseguido reduzir em mais de 80% a quantidade de larvas do mosquito Aedes aegypti espalhadas por um bairro de Piracicaba (SP). Outros testes já foram feitos no Brasil e no mundo.

O uso de uma bactéria — Wolbachia — também foi exaltado por Ribeiro. Essa técnica faz com que ovos de mosquitos fêmeas infectados não choquem. Mas é preciso dinheiro para desenvolver as tecnologias.

— As várias balas de prata vão aparecer e você pode atacar em várias frentes. Mas precisamos de apoio, de editais competitivos e direcionados para trabalhar com Aedes — argumentou.

O diretor-presidente do Instituto Agronômico do Paraná (Iapar), Florindo Dalberto, elogiou as iniciativas e defendeu o estímulo a parcerias entre instituições públicas de pesquisa, empresas e setor produtivo no combate ao mosquito.

Fonte: senado.leg.br
 
 
 Tecnologia do MIT facilita trabalho colaborativo entre humanos e robôs
Pesquisadores desenvolveram modelo para que humanos e robôs se comuniquem. Tecnologia poderia ser aplicada em situações de resgate

Uma das preocupações sobre o desenvolvimento da inteligência artificial é de que robôs poderiam roubar nossos empregos.

No entanto, uma nova pesquisa do Laboratório de Ciências da Computação e Inteligência Artificial do MIT propõe que esse cenário futuro não precisa ser tão apocalíptico se humanos e robôs "aprenderem" a trabalhar em conjunto. Pesquisadores disseram chegar a um novo modelo de como humanos poderiam se comunicar de forma efetiva com robôs.

Essencialmente, tudo se resume a proteger os seres humanos da sobrecarga de informação, já que robôs podem ser programados para recolher grandes quantidades de dados - muito mais do que qualquer humano poderia processar confortavelmente.

Vamos dizer que há uma emergência como um terremoto e robôs estão trabalhando para coletar informações do cenário. Eles conseguem enviar atualizações contínuas como “eu estou passando através de uma porta e dobrando para a direita em ângulo de 90 graus” ou “estou avançando alguns metros, eu encontrei uma parede”.

É uma informação importante para oficiais de resgate que tentam entender o que está acontecendo em solo.

É aí que o novo modelo para comunicações do MIT entra. Trata-se de um algoritmo que ajuda a determinar a informação que precisa ser compartilhada, gerando uma eficiência na comunicação entre as partes de 60%.

Eventualmente, poderá tornar mais fácil para projetar sistemas que permitem que humanos e robôs trabalhem em conjunto, como em equipes de resposta a emergências.

Os pesquisadores testaram o sistema em mais de 300 simulações de computador para tarefas de resgate em ambientes não familiares. O próximo teste envolverá humanos.

“O que eu poderia apostar é que uma equipe formada de robôs e homens falharia se o sistema apenas disser a pessoa todos os tipos de informações falsas o tempo todo”, disse Julie Shah, professor associado de aeronáutica e astronáutica e um dos autores da pesquisa.

“Para equipes mistas, eu penso que o algoritmo fará a diferença entre uma equipe que consegue funcionar efetivamente contra uma equipe que simplesmente não conseguirá”.

Fonte: computerworld.com.br/
 
 
 Usuários do Windows Phone devem receber Windows 10 no final de fevereiro
Usuários do Windows Phone 8.1 devem receber Windows 10 em 29/2

Página da empresa no Facebook pode ter vazado a data de início dos upgrades: 29/2. Até o momento, a companhia não comentou o assunto.

A Microsoft Mexico pode ter vazado a data oficial de lançamento dos upgrades do Windows 10 Mobile. Ao responder perguntas dos usuários, a página oficial no Facebook da Microsoft Lumia naquele país afirmou recentemente que as atualizações começam a ser liberadas em 29 de fevereiro.

A empresa de Redmond ainda precisa anunciar oficialmente quando os usuários do Windows Phone 8.1 poderão fazer o upgrade para o Windows 10 Mobile.

Até o fechamento da reportagem, a PC World dos EUA não tinha conseguido contato com a assessoria da Microsoft para comentar o assunto.

“Olá, o update para o Windows 10 estará disponível a partir de 29 de fevereiro, mas lembre-se de que nem todos os aparelhos poderão fazer isso. Saudações”, afirmou o comentário em espanhol da página Microsoft Lumia México. 

A história por trás da história

Se isso lhe parece familiar, é porque já vimos essa história antes. Em outubro do ano passado, a página em inglês do Microsoft Lumia afirmou que o Windows 10 Mobile seria liberado em dezembro. Depois, a empresa voltou atrás sobre a afirmação e disse que “nenhuma data específica” tinha sido confirmada. Mas desta vez a Microsoft não fez nenhuma declaração do tipo em sua página do México.


Fonte: idgnow.com.br/
 
 
 Windows 10 guarda dados pessoais das suas fotos, saiba como remover
No Windows 10  e também em versões anteriores do Windows, os arquivos de imagem podem possuir as coordenadas geográficas de onde a foto foi tirada e outros dados pessoais. Isso permite que o sistema operacional organize as fotos por locais e extraia outros detalhes das suas imagens, mas pode ser um inconveniente para quem preza por privacidade.

Se esse é o seu caso, confira a dica e aprenda a remover a localização e outros dados pessoais das suas fotos. O passo a passo foi feito no Windows 10, mas a dica também vale para usuários das versões anteriores do sistema.

Passo 1. Selecione as fotos que você deseja remover os dados pessoais e acesse as propriedades dos arquivos;

Passo 2. Na aba “Detalhes”, clique em “Remover Propriedades e Informações Pessoais”;

Passo 3. Você pode escolher entre criar uma cópia das fotos sem os seus dados pessoais ou remover as informações dos arquivos originais. Escolha uma opção, selecione as informações que deseja remover e clique em “OK”.

Dessa forma, você poderá compartilhar a sua foto sem medo. Os seus dados pessoas serão removidos do arquivo e a sua privacidade será mantida.

Fonte: techtudo.com.br
 
 
 Windows 10 usa seus dados pessoais em anúncios; saiba como evitar
A Microsoft coleta dados pessoais de navegação dos visitantes em seus sites e usuários do Windows 10. Essas informações, segundo a desenvolvedora de software, são usadas apenas para oferecer publicidade com maior relevância, mas isso pode incomodar quem se preocupa com privacidade.

Se esse é o seu caso, saiba que uma configuração simples permite desabilitar o “recurso”. Dessa forma, as sites e aplicativos da Microsoft passarão a mostrar anúncios aleatórios, sem se basear nas suas informações pessoais, dados de navegação e etc. Confira a dica e veja como fazer isso.

Passo 1. Acesse o site de gerenciamento de anúncios (choice.microsoft.com/pt-br/opt-out) e faça login em sua conta. Para isso, clique em “Entrar”, no canto superior direito da página;

Passo 2. Por fim, basta desativar os itens “Anúncios personalizados neste navegador” e “Anúncios personalizados sempre que uso minha conta da Microsoft”;

Windows 10
Passo 3. Abra o novo painel de controle do Windows 10. Para isso, acesse o menu Iniciar e clique em “Configurações”;

Passo 5. Por fim, na aba “Geral”, desative o primeiro item da lista.

Pronto! Com essa dica simples, você impedirá que a Microsoft use as suas informações pessoais para exibir anúncios.

Fonte: techtudo.com.br
 
 
 Dilma renomeia Marcelo Castro para o cargo de ministro da Saúde
Ele foi exonerado por um dia para participar de eleição do PMDB na Câmara.
No Congresso, críticos receberam o ministro com 'chuva' de Aedes de papel.

A presidente Dilma Rousseff renomeou o ministro da Saúde, Marcelo Castro, para o cargo. O decreto com a nomeação foi publicado nesta quinta-feira (18) no "Diário Oficial da União". Castro, que tem mandato de deputado federal, havia sido exonerado por um dia para participara da eleição de líder do PMDB na Câmara.

Castro decidiu participar da votação peemedebista, que ocorreu nesta quarta-feira (17), para apoiar o candidato Leonardo Picciani (PMDB-RJ), mais próximo do governo que o rival, Hugo Motta (PMDB-PB). Picciani venceu por 37 votos a 30.

Ao chegar no plenário de votação, na tarde de quarta, Castro foi recebido por um protesto que teve “chuva” de papéis com a estampa do mosquito Aedes aegypti. O ato, organizado pelo Solidariedade, aliado de Cunha, é uma crítica pelo ministro ter deixado a pasta em meio à crise do vírus da zika, transmitido pelo Aedes.

Além de Castro, também deixaram seus postos para participar da eleição os deputados Marco Antônio Cabral (PMDB-RJ) e Pedro Paulo (PMDB-RJ), que são secretários do no Rio de Janeiro. Eles foram acionados em uma articulação do Planalto para garantir mais votos para Picciani.

Fonte: http://g1.globo.com/
 
 
 Ministério da Saúde muda forma de divulgar casos de microcefalia
Antes, pasta divulgava número de casos com relação comprovada com zika.
Agora, Ministério considera que 'maioria' dos casos tem relação com vírus.

O Ministério da Saúde mudou a forma de divulgar os casos de microcefalia no Brasil. Até a semana passada, a pasta divulgava o número de notificações, de casos comprovados e de casos de microcefalia comprovadamente relacionados ao vírus da zika.

A partir do boletim divulgado nesta quarta-feira (17), não será mais divulgado o número de casos que tiveram diagnóstico laboratorial para zika. O Ministério da Saúde passa a considerar que "houve infecção pelo vírus zika na maior parte das mães que tiveram bebês cujo diagnóstico foi de microcefalia", segundo nota divulgada pela pasta.

O boletim desta quarta informa que já houve 5.280 notificações da malformação, das quais 508 foram confirmadas como microcefalia e 837 descartadas. O ministério considera, portanto, que a "maior parte" desses 508 casos estão relacionados ao zika. O boletim anterior, divulgado na sexta-feira passada (12), informava que havia 41 casos de microcefalia comprovadamente relacionados ao vírus da zika.

A nota do ministério afirma ainda que "todos os casos são avaliados individualmente e submetidos a um conjunto de exames laboratoriais" e que "uma proporção muito pequena desses casos, após seguimento e análises específicas, é confirmada para outras causas."

A médica Maria Ângela Rocha, chefe do setor de infectologia pediátrica do Hospital Universitário Oswaldo Cruz da Universidade de Pernambuco, lembra que existe uma quantidade pequena de casos de microcefalia em que é possível constatar laboratorialmente a presença do vírus da zika, devido às limitações dos testes para diagnóstico, e que isso poderia levar a uma interpretação errada por parte do público leigo.
"Isso pode colocar muitas dúvidas sobre se a zika é realmente a causa, embora a gente, enquanto profissional, veja que há evidências que fortalecem cada vez mais a hipótese de a zika estar relacionada à microcefalia", diz Maria Ângela.

Fonte: http://g1.globo.com/bemestar/
 
 
 Estudo propõe edição genética para eliminar fêmeas de Aedes aegypti
Cientistas propõem inserir genes que determinam a masculinidade.
São as fêmeas que picam humanos e transmitem zika, dengue e chikungunya.

A edição genética pode reduzir a população de mosquitos fêmeas e assim ajudar a controlar o Aedes aegypti, vetor de vírus como zika, dengue e chikungunya, segundo um estudo publicado nesta quarta-feira (17) na revista "Trends in Parasitology".

Cientistas da Universidade Virgínia Tech, nos Estados Unidos, propõem a edição de um gene específico nas populações de mosquitos para levar à conversão de fêmeas em machos ou para matar a população feminina.

Qualquer desses dois resultados contribuiria para diminuir as populações total de mosquitos e a expansão dos vírus que eles transmitem, já que as fêmeas são as que necessitam de sangue para reproduzir-se, enquanto os machos se alimentam de néctar.

"Estamos provando a hipótese de que a inserção dos genes que determinam a masculinidade como o 'Nix' no genoma dos mosquitos fêmeas pode produzir machos estéreis ou inférteis ou simplesmente matar as fêmeas, duas coisas que resultariam em menos fêmeas", explicou Zhijian Tu, um dos autores principais do estudo.

"Combinar 'Nix' com a tecnologia de edição genética CRISPR-Cas9 poderia nos ajudar realmente a alcançar objetivos que não se conseguiram com campanhas anteriores para erradicar o mosquito Aedes aegypti, ao introduzir genes masculinos nas populações de mosquitos", afirmou Zach Adelman, outro coautor do estudo.

A edição genética envolve, no entanto, questões éticas, razão pela qual a Academia Nacional das Ciências, Engenharia e Medicina de Estados Unidos estão elaborando atualmente recomendações para a pesquisa responsável nesse âmbito em organismos não humanos.

"A colaboração com os governos e a vontade pública serão cruciais para estabelecer testes de campo nas áreas mais afetadas pelas doenças transmitidas por mosquitos", destacou Adelman.

Fonte: http://g1.globo.com/
 
 
 Tecnologia sem fio substitui chaves por smartphones para abrir portas
Um conjunto de dispositivos e softwares desenvolvidos por pesquisadores egressos da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) dispensa as tradicionais chaves e o intermédio de recepcionistas para permitir acesso de convidados a espaços físicos restritos, bastando que seja enviado um convite por meio de um aplicativo de smartphone e que o aparelho seja aproximado das portas para abri-las.

Desenvolvida com o apoio do Programa FAPESP Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE), no âmbito do projeto Airkey: controle de acesso social utilizando dispositivos móveis, a tecnologia foi batizada comercialmente como Magikey e faz com que smartphones funcionem como “chaves virtuais” para portas, portões, catracas e afins.

O anfitrião usuário do sistema pode controlar o acesso de pessoas ao ambiente remotamente, permitindo que algumas, como funcionários, entrem e permaneçam em horários específicos ou, no caso de visitantes, liberando o acesso na chegada e monitorando sua permanência.

“A partir da autorização feita por meio do aplicativo, é estabelecida uma comunicação direta entre o visitante e o local de acesso, sem intermediários. É possível controlar a porta segundo agendamentos e definir as pessoas que estão autorizadas a entrar e em quais horários, conforme a necessidade do anfitrião. É como se a porta soubesse exatamente quem está passando por ela e, mais importante, quem pode passar”, explica Raul Mariano Cardoso, cofundador da Advance Soluções em Informática Ltda., responsável pelo desenvolvimento do produto.

Compatível com os sistemas Apple iOS e Android, o Magikey possibilita o controle, por exemplo, de portas de escritórios, fazendo com que o usuário saiba em tempo real quando e por quem elas foram abertas. Por meio do aplicativo, são criadas e distribuídas chaves de acesso para visitantes e empregados.

O sistema tem três componentes principais: os smartphones em que são instalados o Magikey, os dispositivos nas portas e um software na nuvem que contém um banco de dados. Os dispositivos embarcados se conectam a esse aplicativo centralizado na nuvem e a interface dos usuários com o sistema é realizada por meio de dispositivos inteligentes.

A comunicação do smartphone com os dispositivos que abrem e fecham as portas é feita por near field communication (NFC), tecnologia que permite a troca de informações sem fio e de forma segura entre dispositivos compatíveis que estejam próximos um do outro. Dessa forma, logo que os dispositivos se aproximam, a comunicação é estabelecida automaticamente, sem a necessidade de configurações adicionais. Também é possível estabelecer a comunicação por bluetooth.

Por meio de notificações de push, enviadas do aplicativo para o celular, o anfitrião pode ainda se comunicar diretamente com o visitante, solicitando, por exemplo, que aguarde ou se dirija a outro ambiente.

Internet das coisas

De acordo com Cardoso, a capacidade de criar e gerenciar chaves virtuais é essencial para novas tecnologias de acesso que têm como base a chamada “Internet das coisas”, conceito utilizado para designar a tendência de objetos inteligentes se comunicarem para executar tarefas específicas, de eletrodomésticos a equipamentos de uso comum espalhados pela cidade. Estima-se que 50 bilhões de dispositivos estarão conectados à Internet até 2020.

“Essa tecnologia permite levar a inteligência a esses objetos para que eles se comuniquem e gerem dados que seus usuários possam utilizar para automatizar processos e aumentar a inteligência dos sistemas. Essa inovação chega agora ao modo como abrimos as portas e acessamos espaços físicos. A tecnologia mais utilizada para controlar esse acesso tem mais de 4 mil anos de idade”, conta, referindo-se às chaves e fechaduras convencionais, utilizadas desde a civilização egípcia antiga.

Mesmo a versão “moderna” das chaves, patenteada em 1841, tem mais de 150 anos no mercado. Desde então surgiram outras tecnologias de acesso, como o controle remoto de portões, em 1970, que usa radiofrequência, e os códigos de barra. Para o pesquisador, as chaves virtuais são o próximo passo.

“O Magikey unifica todas as formas de acesso no smartphone, compartilhando as chaves virtuais num aplicativo social. O objetivo é fazer com que a experiência de acesso seja o mais simples e natural possível.”

Caso não tenha o aplicativo instalado, o usuário convidado recebe uma mensagem solicitando que se cadastre, dispensando o papel do recepcionista. O anfitrião tem todas as informações em uma página na internet, em tempo real e a qualquer momento. 

O protótipo do Magikey foi instalado em quatro empresas de Campinas e os desenvolvedores pretendem lançar o produto comercialmente em julho. Uma nova versão em desenvolvimento deverá contar com novos recursos para monitoramento.

Um artigo com os resultados da pesquisa que deu origem ao produto foi publicado na InternationalJournal of Computer Science and Network Security e pode ser acessado em paper.ijcsns.org/07_book/201508/20150802.pdf.

Mais informações em www.magikey.com.br.


Fonte: ebc.com.br
 
 
 Próximas builds do Windows 10 Redstone devem ter foco em novos recursos para o Edge
A Microsoft há pouco tempo divulgou uma lista com as prioridades do seu navegador Edge para 2016, que inclui recursos há muito aguardados como o de extensões e soluções de problemas de segurança que precisam ser resolvidos. O suporte para extensões já tem sido prometido há bastante tempo, mas a Microsoft mudou os planos originais para se concentrar na estabilidade e o desempenho do sistema operacional.

Agora que ultimamente temos recebido algumas builds sem a introdução de nada de novo além de reparo de erros, parece que a companhia agora poderá trabalhar mais nas características principais que os usuários do programa Insider aguardam há tempos. De acordo com um novo relatório, a Microsoft está pronta para disponibilizar várias atualizações importantes para seu navegador nas próximas compilações de prévia. A empresa está testando internamente algumas destas melhorias, e elas terão foco no Edge.

De acordo com o Winbeta, essas melhorias incluem:


Edge agora apresenta um alerta para salvar downloads, significando que o navegador já não salvará automaticamente downloads.

A Microsoft também está trabalhando na implementação de uma série de novas tecnologias nos bastidores, tais como notificações de Web.

A empresa também está tornando mais fácil abrir abas inPrivate no celular, com a mais recente compilação do Windows 10 Mobile, apresentando um botão que abre uma aba inPrivate diretamente a partir da tela de guias.

A primeira destas melhorias, o aviso de salvar downloads, tem sido um recurso muito solicitado. Antes, ele baixava um arquivo automaticamente sem o consentimento do usuário, o que é fácil de imaginar que pode se tornar um risco de segurança, transferindo tudo o que uma página da Web possa oferecer.

A Microsoft também está testando algumas melhorias do Edge para o Windows 10 Mobile, e como pode ser visto na lista acima, uma delas inclui uma opção para abrir facilmente uma guia inPrivate a partir da tela de guia. Atualmente o recurso está escondido dentro de um menu.

Entre outras melhorias, o Edge também terá suporte para notificações de web, um recurso disponível em outros navegadores mais utilizados. O relatório diz que a "área de flags dentro do Edge inclui uma opção para ativar as notificações de Web." No entanto, ainda não está claro se o recurso já estará funcional e se poderá ser usado na próxima compilação a ser liberada no Fast ring.

As próximas builds do Windows 10 para PC e Mobile são esperadas para ser liberadas aos Insiders esta semana. Enquanto a empresa internamente está realizando os testes dos recursos listados acima e vários outros para seu navegador Edge, ainda não sabemos se veremos todos eles logo de imediato. De qualquer forma, é bom ver que a empresa está focada em novos recursos. Quem sabe as extensões para o Edge não estejam finalmente perto de serem disponibilizadas?

Fonte: tudocelular.com/
 
 
 Entenda a tecnologia radioativa que promete conter o Aedes aegypti
Uma tecnologia que esteriliza mosquitos por meio da exposição à radioatividade é uma nova arma dentro dos esforços para combater o Aedes aegypti, vetor de transmissão dos vírus da dengue, chikungunya e zika no Brasil.

A proposta vêm do órgão das Nações Unidas que coordena energia nuclear, a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), e deverá ser debatida em um encontro em Brasília nos dias 22 e 23 deste mês.

A agência da ONU está oferecendo a transferência de conhecimento e espera ver a aplicação da técnica dar resultado dentro de um ano após sua adoção, explicou à BBC Brasil o vice-diretor da organização e chefe do departamento de Ciências Nucleares e Aplicações, o brasileiro Aldo Malavasi.
Na esterilização proposta pela AIEA, os mosquitos machos do Aedes aegypti são expostos à radiação eletromagnética ionizante de raios gama. A radiação danifica aleatoriamente o material genético contido no sêmen do inseto, gerando infertilidade. Quando os machos irradiados acasalam com as fêmeas, os filhotes gerados são ovos que não vingam.

"Você solta insetos são normais no seu comportamento, só que o esperma não é normal, ele tem pedaços quebrados. Quando o óvulo da fêmea recebe o esperma, o embrião não consegue se desenvolver e esses óvulos são maculados", explicou Jorge Hendrichs, chefe do departamento de controle de pestes da AIEA.

A tecnologia está sendo testada em Fernando de Noronha pela Fiocruz Pernambuco e pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Já foram liberados 27 mil mosquitos na ilha. Com o uso da técnica em testes de laboratório, apenas 30% dos ovos dos mosquitos se tornaram larvas. Os pesquisadores, agora, querem saber se esta diminuição se repetirá na natureza.

Uma pesquisa do Centro de Energia Nuclear na Agricultura (Cena) da USP também iniciou testes com a tecnologia em 2012, mas foi interrompida por falta de verbas. Segundo o pesquisador Valter Arthur, coordenador da pesquisa, ela será retomada neste ano, após aumento do interesse no tema devido à associação apontada entre zika e malformações em bebês.
O método é uma alternativa que faz parte do conceito SIT (Sterile Insect Technique, ou Técnica dos Insetos Estéreis). O SIT é uma definição abrangente, que engloba várias técnicas de esterilização, que em comum empregam a estratégia de combater uma população "inundando" o meio ambiente com indivíduos estéreis.

A AIEA possui há anos um programa em conjunto com a FAO, agência da ONU para alimentação, para desenvolver aplicações de radioatividade contra pragas rurais.

Segurança
Malavasi afirma que a técnica é inofensiva às pessoas, apesar de lidar com radiação. Segundo ele, não se trata de uma radiação com risco de contaminação, mas sim de algo semelhante a uma onda eletromagnética.
"Se você faz um raio-X no dentista, você volta para casa radioativo? O raio passou por você e foi embora. (…) Quando você cozinha com o micro-ondas a comida fica com radiação? Não. Aqui é a mesma coisa. É totalmente seguro", afirma Malavasi.

Existem diversas formas de radiação eletromagnética. Eles apenas diferem em frequência e comprimento de onda. Entre essas formas estão ondas de calor, ondas de rádio, luz infravermelha, luz, luz ultravioleta, raios-X e raios gama.
Somente a alta frequência do espectro eletromagnético é considerada ionizante. É nessa parte da escala que estão os raios gama e "X", capazes de gerar alterações genéticas.

Mas, para o pesquisador Marcelo Firpo, da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, da Fundação Oswaldo Cruz, a nova técnica demanda atenção.
"Eu não conheço a técnica profundamente, mas em princípio todo uso de tecnologia envolvendo radiação ionizante é problemática, porque toda radiação ionizante é potencialmente cancerígena", diz ele.

Firpo, que é coordenador do Grupo de Saúde e Ambiente da Abrasco (Associação Brasileira de Saúde Coletiva), defende que o foco não deve ser a "eliminação do mosquito, mas sim a eliminação contínua dos criadouros do mosquito".

Isso, afirma, passa por medidas de saneamento básico, melhoria de fornecimento de água e redução da pobreza.

Outras críticas ao método passam pela quantidade de mosquitos que devem ser liberados para que a medida seja eficiente.

A técnica SIT requer que o número de machos modificados liberados no meio ambiente seja muito superior à de selvagens. Só com a "inundação" de 20 machos estéreis para cada selvagem é que as fêmeas têm boas chances de copular com o inseto maculado.

Malavasi reconhece que o uso da SIT é um complemento às técnicas de controle de vetor tradicional e sozinho não pode acabar com o Aedes aegypti. Por isso, a AIEA recomenda que ela seja utilizada em comunidades pequenas e em conjunto com os métodos tradicionais de controle sanitário.


Solução limpa
De acordo com Hendrichs, o emprego da SIT é uma solução limpa porque não deixa marcas no meio ambiente, em comparação ao fumacê a aos mosquitos geneticamente modificados.
"Não há persistência no meio ambiente. É o método mais amigável porque na hora em que você quer interromper, (o impacto) acaba. Em algumas outras abordagens, algo permanece na população. Nós, enquanto Nações Unidas, não promovemos isso", disse Hendrichs à BBC Brasil.
Segundo os pesquisadores, outra vantagem em comparação aos pesticidas é que a SIT só impacta uma espécie específica. Com a fumigação, os produtos químicos exterminam diversas espécies ao mesmo tempo.
Malavasi reforçou que os mosquitos transgênicos se diferem da técnica SIT por terem genes externos inseridos no seu código.
Além disso, a aplicação de transgênicos é mais complexa porque envolve legislação e controle. No caso do Brasil, mosquitos geneticamente modificados estão sendo produzidos na Bahia em uma fábrica das empresas Moscamed e Oxitec. Antes de servir nas ONU, Malavasi era diretor dessa operação.

História
A técnica SIT vem sendo estudada há mais de 60 anos e já foi testada em diversas espécies de moscas, borboletas, mosquitos e outros insetos.
Foi aplicada em larga escala pela primeira vez no sul dos EUA em 1950, no combate à Cochliomyia hominivorax, mosca parasitária cuja larva ataca animais vivos de sangue quente, o que gera grandes perdas em rebanhos de gado.
Testes anteriores com o Aedes aegypti ocorreram na Índia, em 1975, e no Quênia, na mesma década.

Em Nova Délhi os mosquitos foram esterilizados por meio da exposição a Thiotepa, um agente alcalino utilizado em quimioterapia, segundo o livro Sterile Insect Tecnique: Principles and Practice in Area-Wide Integrated Pest Management, editado por V.A.Dyck, J.Hendrichs e A.S.Robinson.

À BBC Brasil, a IAEA afirmou que testes com o Aedes aegypti por meio de radiação por raios gama já ocorreram na Indonésia e os resultados foram "encorajadores". Testes com uma espécie semelhante, o Aedes albopictus, e os mesmos raios estão ocorrendo na Itália e nas ilhas Maurício.


Fonte: bbc.com/
 
 
 OMS apoia que países usem tecnologia para conter avanço da zika
Técnicas inovadoras citadas pela OMS já são desenvolvidas no Brasil.
Novas técnicas não eliminam importância dos métodos tradicionais.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) defendeu nesta terça-feira (16) que os países que lutam contra o vírus da zika, como o Brasil, devem buscar novas maneiras para acabar com o mosquito Aedes aegypti. As técnicas inovadoras citadas pela OMS já estão sendo desenvolvidas e testadas no Brasil, e estão sendo debatidas por cientistas e autoridades de saúde no mundo todo.

Um dos testes que a OMS declarou que apoia é o que libera mosquitos geneticamente modificados na natureza. A OMS disse também ser a favor dos testes com uma bactéria que impede o mosquito de chegar à fase adulta e citou, ainda, a esterilização de machos por meio de irradiação nuclear como mais um meio de combate.

No Brasil, todas as técnicas já estão sendo testadas. A filial de um laboratório britânico, em Piracicaba, no interior de São Paulo, já teve sucesso com uma delas. Os cientistas soltaram 23 milhões de mosquitos geneticamente modificados.

Os machos procriam e geram descendentes que morrem antes de chegar à vida adulta, reduzindo assim a população total. As análises em laboratório já mostraram que na região onde os mosquitos transgênicos foram soltos, houve uma redução de 82% nas larvas do mosquito comum.

Mas segundo a OMS, as novas técnicas não eliminam a importância dos métodos tradicionais de combate ao Aedes aegypti. Que, a essa altura, todo mundo já deveria conhecer: a eliminação dos focos de procriação do mosquito e o uso de inseticidas.


Fonte: g1.globo.com/
 
 
 Área de Tecnologia será o futuro das empresas
A relevância da área faz com que a empresa traga todas as soluções de projetos de TI para o Brasil.
Cloud, internet das coisas, big data, business intelligence são alguns dos termos cada vez mais comuns no nosso dia a dia. Para que tudo isso funcione é determinante ter uma área de tecnologia robusta e estratégica. “O investimento em tecnologia tornou-se vital para empresas. Não estou falando somente de equipamentos e sistemas, mas da tecnologia do futuro. Aquela analítica, capaz de transformar uma grande diversidade de dados em diferencial competitivo”, afirma Fabio Saad, Gerente Sênior da Divisão de Tecnologia da Robert Half.

De olho nesse cenário, a Robert Half Technology traz para o Brasil em 2016 sua linha completa de soluções em profissionais de Tecnologia. Para isso, o executivo Fábio Saad, que atua na companhia desde o início da operação brasileira, assume a liderança da divisão, e se dedicará exclusivamente a este negócio, que já conta com sete especialistas. “O potencial de crescimento da divisão é exponencial, pois a demanda por profissionais de tecnologia só tende a aumentar. Agora podemos ajudar os profissionais de TI tanto em sua carreira quanto em seus projetos”, afirma Saad.

A operação brasileira da Robert Half segue o posicionamento global da companhia ao concentrar esforços nas posições de tecnologia. “A divisão já representa um quinto do faturamento global da empresa”, destaca Saad. “As posições de TI são peça chave no nível de digitalização que vivemos e da necessidade de ganho de produtividade, performance e em muitos casos para as transformações dos negócios”, explica.

À frente da Divisão de Tecnologia, Saad tem o desafio de liderar o recrutamento para projetos temporários, consultorias e posições permanentes nas áreas de digital, business transformation, infraestrutura e interim management. No foco de seu time está a busca por talentos aptos a ocupar cargos de CIOs, Gerentes, Coordenadores, Especialistas e Analistas de TI, com agilidade, qualidade, especialização, segurança e flexibilidade, de maneira assertiva. “Nosso propósito é ajudar empresas a terem os melhores profissionais de TI. O mercado é carente de qualidade neste serviço e seremos a melhor solução em pessoas para mercado de Tecnologia”, explica Saad.

Para a divisão de permanentes, a metodologia da Robert Half Technology permite resolver a necessidade do cliente em até 48 horas. “Conseguimos conciliar qualidade pela expertise em recrutamento, velocidade e uma amostragem relevante graças ao constante trabalho de identificação e relacionamento com os melhores candidatos de maneira proativa”, completa. Já para as posições de Projetos de TI a velocidade é ainda maior. A empresa tomadora pode contar com o profissional solicitado em até 24 horas.

Saad acumula em seu histórico os startups das divisões de Mercado Financeiro e de Finanças e Contabilidade com foco em analistas, além da gestão de Finanças e Contabilidade para média e alta gerência. O executivo possui graduação em Engenharia Mecânica, pela Escola de Engenharia Mauá, com extensão em Business Economics, pela Universidade de Toronto.

Sobre a Robert Half
A Robert Half é a primeira e maior empresa de recrutamento especializado no mundo. Fundada em 1948, a empresa opera no Brasil, selecionando profissionais temporários e permanentes nas áreas de finanças, contabilidade, mercado financeiro, seguros, engenharia, tecnologia, jurídico, RH, marketing e vendas e cargos de alta gestão. Ao todo são 340 escritórios na América do Norte, Europa, Ásia, América do Sul e Oceania. A Robert Half foi eleita “A Empresa Mais Admirada do Mundo”, na categoria prestadora de serviço, de acordo com pesquisa 2015 da Revista Fortune. Há 16 anos, a empresa está presente em um dos mais importantes rankings do mundo

Fonte: jornalcontabil.com.br
 
 
 PIB do Brasil terá pior desempenho do mundo em 2016
PIB do Brasil terá 2º pior desempenho do mundo em 2016
Contração esperada é de 3,5%; só a Venezuela deve ter resultado pior.
Levantamento considera últimas previsões do FMI sobre PIB dos países.

A economia brasileira deve fechar 2016 com o segundo pior desempenho do mundo, segundo dados do Fundo Monetário Internacional (FMI). A estimativa é que o Produto Interno Bruto (PIB) do país "encolha" 3,5% este ano – resultado melhor apenas que a contração de 6% esperada para a Venezuela.

O levantamento considera os 188 países com dados disponíveis no FMI, e foi feito pelo G1 com base no relatório Perspectivas para a Economia Global, de outubro, e na atualização do mesmo, divulgada em janeiro.
Além de Brasil e Venezuela, apenas outros seis devem ver suas economias ficarem menores este ano: Bielorrússia (-2,2%), Grécia (-1,3%), Rússia (-1%), Guiné Equatorial (-0,8%), Argentina (-0,7%) e Serra Leoa (-0,7%).

O economista Paulo Figueiredo, diretor de Operações da FN Capital, concorda com a previsão do FMI, e afirma que o resultado previsto para o PIB de 2016 “nada mais é que reflexo de uma política econômica que resultou num desastre”.

“Isso vem se arrastando há alguns anos e culminou nessas taxas que de alguma maneira são até vergonhosas para um país do tamanho do Brasil e com a capacidade que o Brasil teria para crescer, de ser muito mais produtivo e estar muito melhor nesses rankings internacionais.”

Para o especialista, um dos pontos principais da economia brasileira atualmente “é o ajuste fiscal que nunca foi cumprido”, com o governo gastando mais do que arrecada. “E a ‘solução’ do governo é criar mais impostos, estrangulando mais ainda os setores produtivos e a população como um todo.”

Para Pedro Paulo Silveira, economista chefe da corretora Nova Futura, a queda esperada para 2016 é reflexo do resultado do ano anterior. “O FMI está acertando, e a principal causa da queda muito violenta do brasil em 2016 é o efeito da queda de 2015”, diz.

“O PIB de 2016 vem com uma gravidez de um número muito negativo herdado do ano de 2015. Isso é efeito da metodologia de cálculo, e apenas isso”, afirma o especialista, acrescentando que “as variações marginais trimestre a trimestre vão ser melhores em 2016, mas o número vai ser bastante negativo no acumulado do ano”.

Já o economista Gesner Oliveira, da Go Associados, discorda da previsão do FMI e diz que a retração do PIB em 2016 deve ser menor que a prevista pelo órgão: 3%, e não 3,5%. “A nossa previsão é um pouco melhor que a da entidade pela primeira vez na minha vida profissional”, afirma.

“Acho que o FMI pode ter exagerado marginalmente em suas projeções porque vejo algumas chances de aspectos positivos associados ao ajuste do setor externo, que tem sido rápido. O resultado da balança comercial é impressionante. Alguns segmentos industriais estão tendo oportunidade de crescimento, como a indústria petroquímica, que está substituindo importações, mais voltada para o mercado interno.”

Oliveira também aponta que mudanças nas relações comerciais entre Brasil e Argentina podem “atenuar a queda” da economia. “A Argentina tinha uma política comercial muito restritiva com as nossas exportações, em particular de automóvel. O novo governo atenuou um pouco”, diz. “Há uma tendência de reabrir o mercado argentino para exportações industriais brasileiras, isso é positivo, afeta diretamente a indústria.”
Já entre os maiores crescimentos esperados pelo FMI para este ano, nada de China: o Iêmen deve liderar, com alta estimada de 11,6% no PIB, seguido por Turcomenistão (8,9%), Butão (8,4%) e Mianmar (8,4%). Já o gigante asiático deve crescer "apenas" 6,3%. A economia mundial, como um todo, deve crescer 3,6%.

Já em 2017...
Para o próximo ano, a expectativa é que o Brasil caia algumas – poucas – posições no ranking de perdedores. Com previsão de PIB estagnado (0%), o país deve ter resultado melhor que as quedas previstas para Venezuela (-4,5%), Guiné Equatorial (-3%) e Samoa (-0,8%). Isso enquanto o PIB global deve ter uma expansão estimada em 3,8%.

Paulo Figueiredo afirma que “tudo indica que a gente tenha um cenário um pouco melhor em 2017”. “Tido vai depender do decorrer deste ano”, diz. “A gente vê o governo federal e a Câmara em pé de guerra, ninguém no plenário se entendendo. Isso vai dificultar as coisas.”
Já Pedro Paulo Silveira afirma que em 2017 deve haver crescimento positivo da economia brasileira, e não mais retração. “O efeito de herdar crescimentos negativos de um ano para outro em 2017 vai ser menor. Não tem tanto peso quanto teve em 2016 do PIB do ano anterior, e a gente vai estar crescendo um pouquinho mais.”

“Provavelmente o setor privado brasileiro já vai estar olhando para as eleições de 2018, e isso pode fazer com que o otimismo aumente, fazendo a economia ter um impulso”, acrescenta. “Trabalho com viés de alta, mas não muita coisa, entre 1,5% e 2%.”


Fonte: g1.globo.com/
 
 
 No duelo de gigantes, veja o comparativo entre iPhone 6s Plus e Galaxy Note 5.
Tela grande: você ama ou odeia? Parece que muita gente não consegue ficar no meio termo, e ou adora os smartphones gigantes, ou não suporta a ideia de algo que não encaixe tão bem no bolso. O fato é que, gostando ou não, eles são uma tendência. Na Ásia, especificamente, eles são uma realidade, e esta preferência está rapidamente se espalhando pelo globo.

Um exemplo disso é a Apple. Avessa a aumentar a tela do iPhone por tantos anos, viu a oportunidade de criar o iPhone 6 Plus, e agora o 6s Plus, que rapidamente caíram no gosto do público.

No entanto, você não pode falar de tela grande sem citar a Samsung. A empresa mantém a linha Galaxy Note desde 2011, e o aparelho sempre foi notável por trazer o que a coreana tinha de melhor em tecnologia móvel. O Galaxy Note 5 não é diferente.

Mas qual destes gigantes é o mais interessante? Vamos descobri já.

Desempenho
Nós temos batido nesta tecla repetidamente: é muito difícil comparar sistemas diferentes, com base em componentes diferentes com arquiteturas diferentes. Por isso, não é possível dizer “este é dual-core e é inferior a este octa-core” olhando apenas uma lista de especificações.

Por este motivo, recorrer a testes de desempenho, os famosos benchmarks, é importante. Eles tentam estabelecer um comparativo justo, observando o resultado dos aparelhos nos testes e oferecendo uma pontuação. Basta comparar a pontuação para termos um resultado mais próximo da realidade.

 Neste quesito, o teste mais popular é o AnTuTu, que avalia vários critérios de desempenho e dá uma pontuação ao final. Para tristeza dos fãs do Android e da Samsung, o teste classifica o iPhone 6s Plus como o aparelho mais rápido do ano passado, com pontuação de mais de 130 mil. O Galaxy Note 5 é um dos aparelhos mais parrudos, mas ainda não faz frente à pontuação do iPhone, atingindo no máximo cerca de 66 mil pontos.

A vitória é do iPhone 6s Plus, mesmo tendo apenas metade da memória RAM do Note 5.

Câmera
O Galaxy Note 5 e o iPhone 6s Plus tem algumas das melhores câmeras do ano passado, tornando a disputa interessante, mas ainda assim é favorável à Samsung, como aponta o ranking da DxOMark, a principal referência em câmeras no mundo. Os aparelhos do ano passado da empresa, que usam todos os mesmos sensores e softwares, figuram no topo da lista.

A Samsung traz um sensor traseiro de 16 megapixels com abertura de f/1.9 na câmera traseira, que favorece a fotografia em ambiente com iluminação ruim e permite o registro mais veloz de imagens, com estabilização óptica de imagem e câmera frontal de 5 megapixels. Enquanto isso, a Apple conta com uma câmera traseira de 12 megapixels com uma abertura f/2.2; a câmera frontal também era de 5 megapixels. Uma diferença em comparação com o iPhone 6s, é que o Plus tem estabilização óptica, que permite fotos e vídeos melhores em movimento, suavizando o famoso efeito da mão que treme.

Quando falamos em vídeo, os dois aparelhos se aproximam bastante, já que ambos são capazes de registrar imagens em 4K. Mesmo assim, a vitória é do Galaxy Note 5.

Software
Entendemos que haja um empate entre Android e iOS, e quem usa um dificilmente gosta do outro. No entanto, a TouchWiz não é o Android, e ela é, sim, inferior ao equilíbrio que o iOS tem nas plataformas da Apple.

É importante observar que a Samsung tem melhorado em software, mas ainda não está em pé de igualdade. O Note 5 tem algumas peculiaridades boas, as principais referentes à caneta S-Pen, que é incrivelmente responsiva e ótima de usar. No entanto, a TouchWiz ainda é notavelmente conhecida por ser mais pesada, propensa a travamentos e por ser mais confusa e poluída do que a versão limpa do sistema, idealizada pelo Google.

A competição com o iOS fica desbalanceada. O software da Apple pode ter suas restrições em comparação com a liberdade que o Android proporciona, mas ainda assim é um sistema redondo, otimizado para o hardware que o sustenta, possibilitando um excelente desempenho. O iPhone 6s Plus ainda tem o recurso do 3D Touch, que faz diferença em usabilidade e deve se popularizar conforme os desenvolvedores adotarem a ideia em seus apps.

O iPhone 6s Plus é vencedor.

Tela
É a especialidade da Samsung, e é também a vez de a Apple ficar para trás. O iPhone 6s Plus é muito bom com sua tela Full HD (1920x1080) de 5,5 polegadas, e reproduz cores com bastante fidelidade. Em resumo, é excelente olhar para a tela do iPhone.

O problema é que poucas empresas no mundo fazem telas como a Samsung, e a empresa aproveita o momento de lançamento de seus smartphones para propagandear também do que é capaz na área de displays. Isso se reflete no painel de 5,7 polegadas com resolução 2K (2560x1440). Além disso, o fato de usar o AMOLED, que é mais econômico e reproduz a cor preta melhor do que o LCD do iPhone.

Como sempre, é possível questionar-se se tantos pixels em um painel tão pequeno quanto o de um celular realmente faz a diferença. Contudo, apesar da discussão se precisamos ou não de tantos pixels, o fato é que mais deles ainda é melhor, e favorece também o uso como dispositivo de realidade virtual com um Cardboard ou Gear VR.

Vitória, portanto, do Galaxy Note 5.

Preço

Para tristeza dos fãs da Apple, esta é uma categoria que não tem discussão. O Note 5 pode ter sido lançado pelo valor de R$ 3,8 mil, mas já é possível encontra-lo na faixa entre R$ 2,6 mil e R$ 3 mil. Enquanto isso, o iPhone 6s Plus não vai reduzir seu preço até que a próxima versão seja lançada. Por enquanto, ele não é encontrado por menos de R$ 3,8 mil na versão de 16 GB (que ninguém deveria ter).

Vale observar, no entanto, que a diferença se anula se, por um acaso, a pessoa tiver a oportunidade de comprar um smartphone no exterior. Nos Estados Unidos, por exemplo, os dois têm basicamente o mesmo preço.

No entanto, como somos um site brasileiro, e a maior parte de vocês, leitores, também são daqui, a vantagem é do Galaxy Note 5.

Conclusão

Como sempre dizemos nestes comparativos, nós levamos em consideração o critério técnico para dar o parecer final. Se consideramos os aparelhos empatados, aí olhamos para o preço para comparar custo-benefício.

Aí, infelizmente, não dá para o iPhone. A política de preços da Apple faz com que o aparelho não desvalorize ao longo do ano, como acontece com seus competidores. O Note 5 pode ter sido lançado a um preço próximo do iPhone 6s Plus, mas seu custo já caiu demais em várias lojas, tornando-o uma opção de qualidade e muito mais acessível.

Assim, a vitória é do Galaxy Note 5.

Fonte: olhardigital.uol.com.br/
 
 
 Apple se nega a desbloquear iPhone de autor de tiroteio
Washington - A empresa de tecnologia Apple se nega a desbloquear o telefone iPhone usado por um dos autores do tiroteio de dezembro na cidade californiana de San Bernardino (EUA), no qual morreram 14 pessoas.

Em comunicado emitido pelo diretor executivo da empresa, Tim Cook, a Apple afirma que a ordem emitida pelo FBI, que investiga o atentado, teria "graves consequências para a segurança" dos usuários da marca tecnológica.

"O governo dos Estados Unidos pediu à Apple que dê um passo sem precedentes, que ameaça a segurança de nossos usuários", disse Cook no comunicado.

"Nos opomos a essa ordem, que tem implicações além do caso que se elucida", afirma.

Uma juíza federal dos Estados Unidos ordenou na terça-feira à Apple que ajude o FBI a desbloquear e ter acesso ao telefone iPhone usado por um dos dois autores do tiroteio de dezembro em San Bernardino (Califórnia), no qual morreram 14 pessoas.

De acordo com a ordem emitida pela magistrada Sheri Pym, a Apple deverá fornecer ao FBI "assistência técnica razoável" para que os investigadores tenham acesso ao dispositivo móvel, o que fundamentalmente se traduz em "pirateá-lo" para desativar o sistema de segurança que elimina os dados do telefone se não for introduzido o código correto após várias tentativas.

Se a Apple desativar esta função, os investigadores federais poderão testar quantas combinações forem necessárias para o código de segurança pessoal do iPhone sem medo de que os dados sejam perdidos e, quando encontrarem a correta, possam acessar o celular e toda a informação que este contenha.

O telefone era operado por Syed Farook, um dos autores do massacre, embora seja propriedade de seu empregador, a administração do condado de San Bernardino, que já deu seu consentimento para a revista.

Desde setembro de 2014, os dados da maioria dos aparelhos da Apple estão codificados e a eles só se pode ter acesso com uma chave. Se for introduzido um código errado por dez vezes, o aparelho apaga automaticamente todos os dados.

"O governo está pedindo à Apple que pirateie nossos usuários e que mine décadas de avanços sobre segurança e proteção", diz Cook no comunicado.

"Opor-se a esta ordem não é algo que fazemos superficialmente. Devemos enfrentar o que achamos que é um excesso do governo dos Estados Unidos", afirmou.

Fonte: exame.abril.com.br
 
 
 Lumia 650 tem tela OLED e roda Windows 10 Mobile
Lumia 650 tem tela OLED de 5" e roda Windows 10 Mobile

O Lumia 650 foi apresentado pela Microsoft nesta segunda-feira (15) e tem como um de seus destaques o sistema móvel Windows 10 Mobile nativo. Com design metálico, fino e leve, o celular está disponível nas cores preta e branca. Os europeus serão os primeiros com a possibilidade de comprar o smartphone: as vendas começam já na quinta-feira (18). O preço sugerido é de US$ 199, equivalente a R$ 792 pelo câmbio de hoje.

O novo smartphone da Microsoft tem uma tela OLED de 5", com promessa de deixar as imagens mais brilhantes. A câmera frontal é ideal para quem gosta de tirar selfies, com lente grande angular de 5MP. Já a câmera traseira registra imagens em 8MP.

Com uso pessoal ou profissional, o celular já vem projetado para rodar o novo Windows 10 Mobile, da Microsoft. 
Lançamento com foco no uso profissional, o Lumia 650 roda o Windows 10 nativo. O sistema operacional inclui a assistente virtual Cortana, capaz de executar comandos de voz – assim como a Siri no iPhone 6S, entre outros modelos. Para completar, dentre os recursos estão apps do pacote Microsoft Office e sincronização de dados com o OneDrive, o serviço de computação e backup na nuvem da empresa.

A fabricante também promete proteção de dados, com tecnologia de criptografia no dispositivo, importante para quem precisa manter a privacidade de informações. O design deve agradar quem gosta de modelos mais elegantes, já que a fabricação é em alumínio polido.

As bordas laterais na parte frontal do smartphone são finas, o que oferece uma melhor experiência de navegação para o usuário. Nas dimensões, o modelo oferece espessura de 6,9 mm com peso de 122 gramas. Por enquanto, não há previsão de venda do Lumia 650 no Brasil nem preço estipulado.

Fonte: techtudo.com.br
 
 
 Cientistas criam tecnologia para superinternet
Conexão pode ficar 100 mil vezes mais rápido do que a tradicional

Cientistas da Universidade de Londres desenvolveram uma tecnologia capaz de criar uma superinternet. Para isso, foram usados cabos de fibra óptica, que permitem atingir a velocidade de 1,1 terabyte por segundo.

Para se ter uma ideia dessa velocidade, a taxa de dados obtida com a tecnologia permite o donwload de uma temporada completa de Game of Thrones em alta definição em cerca de um segundo, como explica o pesquisador Robert Maher. 

O especialista afirma, ainda, que são utilizados equipamentos bastante sofisticados nos laboratórios para projetar a próxima geração de redes e sistemas de comunicação, as quais podem trabalhar com taxas acima de 1 terabyte por segundo - 100 mil vezes mais rápido que a tradicional.

A parte ruim é que, por enquanto, esse sistema ideal só pode ser conseguido no laboratório. Mas o trabalho está sendo desenvolvido para que transmissões de longas distâncias sejam possíveis sem que sinais fiquem distorcidos.

Fonte: itforum365.com.br/
 
 
 Nova tecnologia permite baixar 500 filmes em um segundo
As longas horas de espera para que a sua série preferida seja baixada estão contados. 

Cientistas da Universidade de Londres desenvolveram uma tecnologia que deixa a internet mais rápida. Extremamente mais, na verdade: "Para dar um exemplo, a taxa de dados que nós alcançamos permitiria o download de uma temporada inteira de Game of Thrones em menos de um segundo e em alta definição", diz o pesquisador Robert Maher.

São usados cabos de fibra ótica, que conseguem atingir a velocidade de 1,1 terabyte por segundo. Isso é 100 mil vezes mais rápido que uma conexão convencional (e já bem veloz) de 10 Mbps.

"Estamos trabalhando com um equipamento sofisticado em nosso laboratório para projetar a próxima geração de redes e sistemas de comunicação que podem lidar com sinais de dados a taxas acima de 1 terabyte por segundo", diz Maher. As longas horas de espera para que a sua série preferida seja baixada estão contados.

Atualmente, a velocidade impressionante só pode ser atingida em condições de laboratório, mas os pesquisadores já estão trabalhando para que, em breve, o sistema esteja acessível para boa parte da população. A demanda pelo desenvolvimento de uma internet mais rápida nasceu com a explosão dos conteúdos digitais.

No estudo, o transmissor foi conectado diretamente aos aparelhos para atingir a taxa máxima de dados. Em breve, o sistema será testado em transmissões de longa distância, já que os sinais podem ficar distorcidos enquanto viajam por milhares de quilômetros de fibras ópticas.


Fonte: 24horasnews.com.br
 
 
 PIB do Japão encolhe mais que o esperado em 2015
Queda foi de 1,4% no quarto trimestre do ano passado, pior que o previsto.
Terceira maior economia do mundo registra terceiro trimestre de recuo no PIB.

A economia do Japão encolheu mais que o esperado no último trimestre do ano passado, com a queda nos gastos dos consumidores e nas exportações, levando o Produto Interno Bruto (PIB) da terceira maior economia do mundo ao terceiro trimestre consecutivo de queda.

O PIB contraiu 1,4% entre outubro e dezembro, queda maior que a previsão do mercado (que era de 1,2%), agravando a recessão da economia asiática.
A economia nipônica já havia recuado 0,8% no terceiro trimestre, frente ao mesmo período de 2014, e 0,7% no segundo.

Os dados ressaltam os desafios que o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, continuará enfrentando para fazer o país voltar a crescer, já que as exportações para os mercados emergentes não conseguem ganhar impulso suficiente que compensem a fraca demanda doméstica.
"O consumo privado está especialmente fraco. A economia está em um impasse", disse Junko Nishioka, economista-chefe da Sumitomo Mitsui Banking.
               
"É uma questão de tempo antes que o BOJ [Bank Of Japan] e o governo vai tomar medidas adicionais de estímulo", afirmou e executiva, prevendo que o Banco Central do país vai aliviar a política novamente já no próximo mês.
Com suas políticas de estímulo à economia, que deram a grandes fabricantes lucros excepcionais, Abe tinha a esperança de gerar um ciclo positivo no qual as empresas aumentassem os salários dos funcionários, o que ajudaria a aumentar as despesas das famílias.
Pelo contrário, os dados mostraram que o consumo privado, que representa 60% do PIB japonês, caiu 0,8% - resultado pior que as previsões do mercado, de um declínio de 0,6%.
Esperança
O ministro da Economia, Nobuteru Ishihara, disse a repórteres após a divulgação dos dados que a economia sairá para uma recuperação moderada porque seus fundamentos continuam fortes.
Oferecendo alguma luz no fim do túnel, as despesas de capital subiram 1,4%, contrariando totalmente as expectativas do mercado - que previam um decréscimo de 0,2% do indicador.
               
Mas analistas duvidam que a economia vá ganhar impulso nos próximos meses, com a recente turbulência de mercado e a desaceleração do crescimento na vizinha China, que nubla as perspectivas das empresas e seus respectivos lucros corporativos.
As exportações caíram 0,9% no último trimestre, depois de subir 2,6% no trimestre anterior, indicador que mostra como as empresas já estão sentindo uma demanda mais suave do mercado emergente.
A demanda doméstica tirou 0,5 ponto percentual do crescimento do PIB, enquanto a demanda externa adicionou apenas 0,1 ponto percentual.
Taxa de juros
No mês passado, o BOJ reduziu a taxa básica de juros abaixo de zero, surpreendendo investidores com outro movimento ousado para estimular a economia e superar a deflação.
               
Mas o movimento não foi capaz de impulsionar os preços das ações da Bolsa de Tóquio ou enfraquecer o iene com os mercados japoneses permanecendo à mercê de uma venda de ações global, reforçando a visão entre os investidores de que o Banco Central japonês está ficando sem opções de políticas que estimulem a economia.


Fonte: g1.globo.com/
 
 
 PIB do Japão se contrai em novo revés para o governo
Desde o aumento do IVA, em abril de 2014, o Japão alterna trimestres de crescimento modesto com períodos de contração

A economia do Japão se contraiu no quarto trimestre de 2015, segundo dados oficiais, o que representa um novo golpe para a política de incentivos ao crescimento do primeiro-ministro Shinzo Abe, conhecida por "Abenomics".

O retrocesso intensificará a polêmica sobre as medidas do Banco do Japão (BoJ, banco central), que, no final de janeiro, fixou taxas de juros negativas como uma tentativa desesperada de dinamizar a terceira economia mundial.

A falta de demanda nos principais setores, como a venda de carros ou de aparelhos eletrodomésticos, explicam a contração de 0,4% no período outubro-dezembro.

Desde o aumento do IVA, em abril de 2014, o Japão alterna trimestres de crescimento modesto com períodos de contração.

De fato, foi o segundo exercício em retrocesso de 2015, apesar de o ano fechar com um modesto crescimento de 0,4%.

O governo minimizou o dado, ainda provisório, do quarto trimestre, assegurando que os "fundamentos da economia continuam bons". 

Mas, para os analistas, trata-se de um revés da política econômica de Abe.

A estratégia do premiê já vinha sendo atingida desde o início do ano pela força do iene, que afeta o setor exportador, e pela queda dos mercados financeiros.

"Os últimos dados mostram a dificuldade de afirmar que o governo de Abe conseguiu construir um 'círculo virtuoso' de alta das rendas, dos salários e dos investimentos", afirmou Tobias Harris, analista de riscos da consultora americana Teneo.

"O crescimento do Japão continua dependendo muito das exportações, que se viram afetadas pela desaceleração da China e seus impactos sobre a economia global", acrescentou.

O índice Nikkei 225 da Bolsa de Tóquio pareceu ignorar esses dados e teve uma alta espetacular de mais de 7% nesta segunda, atribuída pelos analistas a compras a preço em conta depois da hecatombe da semana passada, quando os valores perderam mais de 11%.

E mesmo com a disparada desta segunda, o Nikkei registrou um retrocesso de 16% no correr do ano.

Dilemas e rumores

O iene, que na semana passada se fortaleceu 4% em relação ao dólar, voltou a enfraquecer nesta segunda por rumores de que o BoJ prepara novas medidas de flexibilização, o que colocaria dinheiro fresco nos mercados, e de que as autoridades estavam intervindo os mercados para tentar frear a valorização da moeda japonesa.

Abe realizou na sexta uma reunião de emergência com o presidente do BoJ, Haruhiko Kuroda, ante a extrema volatilidade dos mercados mundiais e o fortalecimento do iene.

O BoJ surpreendeu no final de janeiro adotando taxas de juros negativas, uma medida que pretende incentivar os bancos a investir na economia real, invés de reter o dinheiro em depósitos inativos.

Mas com o crescimento fraco e o BoJ em luta para que a inflação se aproxime de sua ambiciosa meta de 2% anual, Abe deve decidir se volta a aumentar o IVA.

O governo esperará o resultado das negociações salariais da primavera (hemisfério norte) para saber se as companhias estão dispostas a pagar mais a seus funcionários, o que daria esperanças de um aumento do consumo.

No último trimestre de 2015, o consumo dos lares diminuiu 0,5% em relação ao trimestre anterior.

Os investimentos não residenciais das empresas, por sua vez, progrediram levemente (+0,2%).

O comércio externo contribuiu, no entanto, positivamente para a evolução do PIB (+0,1), apesar de um retrocesso das exportações (-0,2%).


Fonte: diariodepernambuco.com.br/
 
 
 Entidade de saúde refuta boato que ligaria larvicida a surto de microcefalia
Abrasco pede prudência a pesquisadores e à imprensa para não acentuar incertezas junto à população sobre o tema da microcefalia

A Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) publicou nesta segunda-feira (15) nota em que afirma ter sido mal interpretada e nega ter afirmado que haveria relação entre o uso de um tipo de larvicida e o surto de microcefalia no Brasil.

“Considerando a repercussão de informações veiculadas pela imprensa sobre a relação entre os casos de microcefalia no Brasil e o larvicida pyriproxyfen, a Abrasco esclarece que em momento nenhum afirmou que os pesticidas, larvicidas ou outro produto químico sejam responsáveis pelo aumento do número de casos de microcefalia no Brasil”, afirmou a entidade por meio do comunicado.

Nos últimos dias, alguns veículos de comunicação passaram a veicular informações e boatos citando estudos atribuídos à Abrasco relacionando o uso do larvicida pyriproxyfen à epidemia de má-formação em fetos.

Entre outubro e início de fevereiro, o Ministério da Saúde registrou 5.079 casos suspeitos de microcefalia no Brasil. Em anos anteriores, esses casos não chegavam a 200 ao ano.

Prudência

No comunicado, a Abrasco pede prudência aos pesquisadores e à imprensa em relação ao tema a fim de aprofundar incertezas junto à população.

“É sabido que um cenário de incerteza como este provoca insegurança na população e é terreno fértil para a disseminação de inverdades e de conteúdos sem qualquer (ou suficiente) embasamento científico”, diz a entidade.

“A Abrasco repudia tal comportamento, que desrespeita a angústia e o sofrimento das pessoas em situação mais vulnerável, e solicita prudência aos pesquisadores e à imprensa neste grave momento, pois todas as hipóteses devem ser investigadas antes de negá-las ou de confirmá-las.”

Conforme a entidade, há estudos em curso com o objetivo de estudar a relação causal e/ou a interação entre microcefalia e o zika vírus, agrotóxicos, outras substâncias e infecções (toxoplasma, rubéola, citomegalovirus e herpes simples), mas indicando que os resultados não serão imediatos.

Em relação a informações desencontradas e sem fundamento sobre o tema da microcefalia, o Ministério da Saúde tem dito que boatos que negam a relação entre o aumento dos casos de má-formação do cérebro de fetos, o zika vírus e o mosquito Aedes aegypti atrapalham os esforços de enfrentamento da epidemia.

Fonte: brasil.gov.br/
 
 
 Após vetar larvicida no RS, Secretaria da Saúde discute segurança da água
Larvicida foi vetado no RS após estudos sugerirem relação com microcefalia.
Reunião irá discutir segurança da água para consumo humano no estado.

Após a suspensão determinada pala Secretaria de Saúde do Rio Grande do Sul do larvicida por suspeitas de relação com casos de microcefalia, as autoridades sanitárias realizam, nesta segunda-feira (15), uma reunião para discutir a segurança da água para o consumo humano em áreas remotas do estado em meio ao combate do mosquito Aedes aegypti.

A suspensão ocorreu após médicos argentinos divulgarem um relatório que levanta a hipótese de uma suposta relação entre o uso do larvicida Pyriproxyfen, utilizado na água para impedir o desenvolvimento das larvas, com os casos de microcefalia registrados no Brasil.

No sábado (13), Dia Nacional de Mobilização Zika Zero, o secretário estadual de Saúde do Rio Grande do Sul, João Gabbardo dos Reis, decidiu suspender o uso da substância no estado, por considerar que não é prudente correr o risco, mesmo sem a comprovação de que o larvicida tenha, ou não, relação com casos de microcefalia.

“Se isso é uma dúvida que existe, então nós vamos suspender a utilização no estado do Rio Grande do Sul deste larvicida”, afirmou no sábado.
O Ministério da Saúde disse que não existem estudos epidemiológicos que comprovem a associação do uso do larvicida com os casos de microcefalia, e que os produtos passam por  um rigoroso processo de avaliação, com certificação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, que avalia a segurança do larvicida no Brasil.

Ainda de acordo com o ministério, algumas localidades onde não foi utilizado o larvicida também tiveram casos de microcefalia notificados.

Fonte: globo.com
 
 
 Como inverter a rolagem do mouse no Windows 10
No Mac, por padrão, a tela é deslizada como quando o usuário toca nela – ao deslizar o dedo para cima, a página sobe e ao rolar para baixo, desce. Essa metodologia, batizada pela Apple de ‘rolagem natural’, pode ser ativada em computadores com Windows 10 fazendo uma alteração nas configurações do sistema.

A dica é especialmente útil se você migrou de um computador da Apple e ainda não se acostumou com a rolagem invertida ou costuma usar um Mac e PC ao mesmo tempo. Confira a dica e aprenda a inverter a rolagem do mouse no Windows 10.

Passo 1. Acesse as configurações do Windows 10. Para isso, abra o menu Iniciar e clique em “Configurações”, na lateral esquerda;

Passo 2. Na janela de configurações do sistema, clique em “Dispositivos”;

Feito isso, a rolagem do mouse do seu computador será invertida. Caso queira voltar ao padrão do Windows 10, retorne às configurações e desative a opção.

Fonte: techtudo.com.br/
 
 
 Secretário de Saúde afirma que Recife não utiliza o larvicida pyriproxyfen
Combate na capital é feito com larvicida biológico, assim como em Jaboatão dos Guararapes e Fernando de Noronha

O secretário de saúde do Recife, o médico Jailson Correia, informou que, há muitos anos, a capital não utiliza larvicida químico no combate ao mosquito aedes aegypti, vetor de doenças como dengue, febre amarela, chikungunya e zika virus. A cidade optou por adquirir o larvicida biológico BTI (bacillus thuringiensis israelensis).

O titular da pasta mostrou-se preocupado com a informação que relaciona microcefalia e uso do produto químico pyriproxyfen, como levantou pesquisadores argentinos. “Me preocupa por não ter base científica robusta. Temo por ser um insumo importante na estratégia de combate ao vetor”, disse.

Correia explica que a opção feita la atrás pelo larvicida biológico (que, na época, não era o pyriproxyfen) levou em consideração os riscos laborais, para o trabalhador em especial.

Fora da secretaria no domingo à noite, quando concedeu a entrevista do JC, o secretário não teve como precisar o valor do produto e quanto a pasta gasta mensalmente com a compra. A produção, segundo o titular, é feita internacionalmente e repassada através de representantes no Brasil, escolhidos por licitação.

A gerente de educação ambiental da Secretaria de Saúde do Recife, Liliane Amorim, complementa que Jaboatão dos Guararapes e Fernando de Noronha também fazem uso do larvicida biológico.

PASTORAL DA SAÚDE
A Pastoral da Saúde Nordeste 2 (AL, PE, PB e RN) irá solicitar ao Ministério da Saúde e à Organização Mundial de Saúde todas as informações de pesquisas, empresas envolvidas e estudos em seres humanos sobre a toxicidade do pyriproxyfen e de quaisquer outros larvicidas químicos.

O órgão quer chamar a atenção para a política historicamente fracassada de controle das doenças com foco apenas no vetor, e não no investimento ao acesso à agua e ao saneamento básico, entre outras iniciativas de longo prazo.

No dia 22, haverá um grande encontro para definir as ações. Também será solicitada a participação de outros órgãos, como o Ministério Público Estadual e Federal e entidades da sociedade fora do campo da saúde como a OAB.

"É fato que a forma como o Ministério da Saúde está conduzindo o combate há anos fracassou. Daqui a 80 anos, vamos fazer campanha contra o mosquito de novoEstá virando normal fazer campanha contra o vetor. Temos o ambiente ideal para o mosquito, mas não para as pessoas", critica Vandson Holanda, coordenador da Pastoral da Saúde Nordeste 2.


Fonte: jconline.ne10.uol.com.br/
 
 
 O zika e o descaso na saúde pública
Com epicentro no Brasil, o vírus ameaça tornar-se epidemia global, uma tragédia que poderia ter sido evitada

No Brasil, foram confirmados 270 casos de malformação do cérebro. Outros 3.448 estão sob investigação. E a doença já alcança 23 países

Desde o início do século passado, o Aedes aegypti representa uma grave ameaça à saúde do Brasil. À época, o mosquito era o principal responsável pela transmissão da febre amarela, só controlada após a operação de guerra comandada pelo sanitarista Oswaldo Cruz. O vetor foi erradicado em 1955, mas o relaxamento das medidas de prevenção permitiu o seu retorno poucos anos depois. Em meados dos anos 1980, ele voltaria ao protagonismo ao difundir a dengue pelo território nacional. Desde então, as infrutíferas campanhas governamentais, focadas em apelos à população para eliminar os criadouros domésticos do inseto, jamais conseguiram impedir a repetição de surtos.

A fatura de três décadas de descaso é elevada. Em 2015, um novo recorde: 1,6 milhão de infectados por dengue. Polivalente, o mosquito passou a transmitir a febre chikungunya e, agora, encarrega-se de dar carona ao sexagenário, mas ainda pouco conhecido, zika. Até o momento, o Ministério da Saúde confirmou o diagnóstico de 270 bebês com microcefalia ou malformação do cérebro, seis deles por exposição comprovada ao vírus. Outros 3.448 casos seguem sob investigação.

Em estado de alerta, a Organização Mundial da Saúde estima que o zika pode atingir entre 3 milhões e 4 milhões de habitantes das Américas, onde se espalha por vários países. Epicentro da epidemia, o Brasil deve concentrar 1,5 milhão de infectados.

A doença tem grandes chances de se alastrar por outros continentes. “O zika irá onde o mosquito estiver”, afirma Marcos Espinal, diretor do departamento de doenças transmissíveis da Organização Pan-Americana de Saúde. Estados Unidos, Canadá, França, Reino Unido, Alemanha e o Centro Europeu para Prevenção e Controle de Doenças emitiram alertas para gestantes evitarem viagens ao Brasil.

Uma das 23 nações atingidas pela epidemia, El Salvador decidiu recomendar à população que adie os planos de procriar até 2018. O governo da Colômbia emitiu alerta após a confirmação de 13,8 mil infectados pelo vírus. As autoridades estimam que ao menos 500 crianças colombianas devam nascer com microcefalia. Ao tomar conhecimento de um estudo que revela a presença do Aedes aegypti em regiões populosas dos EUA, o presidente Barack Obama enfatizou a necessidade de dar celeridade às pesquisas para vacinas e tratamentos.

O zika foi descoberto acidentalmente em 1947, durante um estudo com macacos sobre o ciclo silvestre da febre amarela desenvolvido em Uganda, na África. Cinco anos mais tarde surgiram os primeiros relatos de humanos infectados, mas a comunidade científica deu pouca importância, relata o infectologista Rivaldo Venâncio, diretor da Fiocruz em Mato Grosso do Sul.

Eram casos em comunidades rurais pouco habitadas da África e do Sudeste Asiático, e os pacientes apresentavam quadros clínicos menos graves. Febre, manchas vermelhas pelo corpo, coceira e dor nas articulações, sintomas que desapareciam em poucos dias. Somente após epidemias registradas em ilhas do Pacífico a partir de 2007 é que o zika recebeu maior atenção.

À época, descobriu-se que menos de um quarto dos infectados apresentava sintomas da doença. Desses, uma pequena parcela também desenvolvia a síndrome de Guillain-Barré, assim chamada por ter sido descrita pelos médicos franceses Georges Guillain e Jean-Alexandre Barré em 1859.

Tal moléstia leva o sistema imunológico a atacar tecidos nervosos por engano. Em casos leves, a síndrome provoca alterações na sensibilidade e nos movimentos dos membros inferiores. Nos mais agressivos, compromete o funcionamento do aparelho excretor, da musculatura respiratória e pode levar o paciente à morte.

Uma das facetas mais cruéis do zika só emergiu após aportar no Brasil. O Ministério da Saúde confirmou a circulação do vírus apenas em 15 de maio de 2015, mas médicos e especialistas já suspeitavam da presença do novo vírus desde o fim do ano anterior, quando se multiplicaram em estados do Nordeste os diagnósticos de uma “dengue atípica”, na qual as manchas vermelhas pelo corpo apareciam mais cedo, acompanhadas de coceira e uma febre menos intensa.

O virologista Gúbio Soares Campos, da Universidade Federal da Bahia, teve a primazia de identificar a nova ameaça carregada pelo Aedes. Pouco depois, outra pesquisa revelou que sete brasileiros diagnosticados com Guillain-Barré haviam sido infectados anteriormente pelo zika. Enquanto isso, um surto de microcefalia assombrava a população do Nordeste.

Apenas em novembro o Instituto Evandro Chagas, de Belém, confirmou a relação do fenômeno com o zika, ao encontrar o vírus em amostras de sangue e tecidos de um bebê nascido com malformação.

Mais recentemente, a virologista Cláudia Duarte, do Instituto Carlos Chagas, e a patologista Lúcia Noronha, da PUC do Paraná, comprovaram que o vírus é capaz de romper a barreira placentária e atingir o feto. “Recebemos a amostra de uma paciente do Nordeste, que sofreu aborto entre a oitava e a nona semana de gestação, perto de 15 dias após manifestar sintomas de zika”, explica Noronha.

Ela conduziu a análise morfológica que identificou uma inflamação na placenta, por onde o vírus teria acesso ao feto. Sua colega encarregou-se de realizar os testes de RNA viral, que confirmaram a presença do zika. “Estamos diante de uma ameaça muito grave. O Brasil é uma nação continental, com clima propício à multiplicação do vetor, além de ter uma população jovem, com muitas mulheres em idade fértil. Corremos o risco de ter um contingente enorme de crianças com malformação, a um custo social e econômico gigantesco.”

Na melhor das hipóteses, uma vacina eficaz contra o zika levará três anos para ser desenvolvida, estima Jorge Kalil, diretor do Instituto Butantan.  "Em vias normais, com algum atraso que possamos ter, falamos em cinco anos. Isso em termos bastante rápidos”, diz. Diante do tormentoso cenário, o governo decidiu mobilizar 220 mil militares para auxiliar os agentes de endemias no combate aos criadouros do Aedes aegypti.

Dilma Rousseff já havia aprovado, em 15 de janeiro, um orçamento adicional de 500 milhões de reais para o combate ao mosquito. Somados aos recursos já previstos, o gasto pode chegar a 1,87 bilhão em 2016. Durante a reunião de cúpula da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac), realizada em Quito na quarta-feira 27, a presidenta propôs aos países-membros uma ação de cooperação no enfrentamento à ameaça do vírus zika.

O Planalto mantém a aposta em uma mobilização nacional contra o vetor, com apelos à população para eliminar os focos de água parada, onde o Aedes se reproduz. Tem sido cada vez mais difícil, porém, levar a sério as recomendações do ministro da Saúde, Marcelo Castro, médico psiquiatra, deputado licenciado pelo PMDB e notório colecionador de gafes. Há poucas semanas, o ministro disse “torcer” para que mulheres fossem infectadas pelo zika antes do período fértil, como forma de ganhar imunidade enquanto a vacina não está disponível.

Em outra ocasião, observou que as mulheres estão mais vulneráveis por ficarem de “perna de fora”, e prescreveu o uso de calças. Mais recentemente, suas declarações voltaram a causar rebuliço. Desta vez, pelo excesso de sinceridade: “Estamos há três décadas com o mosquito aqui no Brasil e estamos perdendo feio a batalha”. 

Não há como contestar o ministro nesse ponto. Há tempos o Brasil esmera-se em enxugar gelo. Quando o número de infecções por dengue dispara, intensificam-se as ações de combate ao mosquito. As notificações recuam, as medidas de prevenção são afrouxadas, e os surtos voltam a ocorrer com força total. 

Para o sanitarista José Gomes Temporão, ex-ministro da Saúde de Lula e atual diretor do Isags, braço de saúde da Unasul, a estratégia focada na mobilização popular atingiu o limite. “Quem trabalha oito horas por dia perde de duas a quatro horas no trajeto entre a casa e o serviço, e ainda tem que cuidar dos filhos quando retorna ao lar, e não tem tempo para vistoriar todo dia o quintal de sua casa”, observa.

“O Brasil precisa atacar seus problemas estruturais, universalizar o acesso à água tratada, coletar e dar destinação adequada ao lixo, expandir a oferta de saneamento básico. Sem isso, o alcance dessas campanhas de conscientização será sempre limitado.”

Dados do Levantamento Rápido do Aedes aegypti, divulgados pelo governo federal em novembro de 2015, corroboram a argumentação de Temporão. No Nordeste, 82% dos depósitos de larvas de mosquito foram encontrados em reservatórios de água, boa parte deles improvisada para driblar os problemas de abastecimento. O lixo é o depósito predominante nas regiões Sul (49,2%) e Norte (35,8%). Somente no Sudeste, os domicílios correspondem a mais da metade dos focos de reprodução do vetor.

Em dez anos, a geração de resíduos sólidos no Brasil aumentou 29%, porcentual cinco vezes superior à taxa de crescimento populacional verificada no período, revela uma pesquisa da Abrelpe, a associação nacional das empresas de limpeza pública. Segundo o estudo, 20 milhões de brasileiros não dispõem de coleta regular de lixo.

Além disso, dos 78,6 milhões de toneladas de resíduos gerados no País em 2014, 41% tiveram como destinação final lixões e aterros controlados, locais considerados inadequados por oferecer riscos à saúde e ao meio ambiente. 

Ao menos 30 milhões de brasileiros permanecem sem acesso à água tratada e mais da metade da população não tem o esgoto coletado. O Brasil tem a meta de universalizar esses serviços até 2033, mas com o atual ritmo de expansão, isso só deve ocorrer a partir de 2050, revela uma recente pesquisa da Confederação Nacional da Indústria. “A falta de saneamento e água tratada costuma ser associada a verminoses, leptospirose, hepatite e dermatites, mas é inegável que também contribui para proliferação do Aedes”, diz Édson Carlos, do Instituto Trata Brasil.

“As pessoas só usam caixas-d’água ou reservatórios improvisados quando não têm acesso à oferta segura e regular de água tratada. Não por acaso a população de São Paulo correu atrás dessas soluções no ano passado, em meio à crise hídrica. Os municípios também são negligentes na drenagem de água da chuva. Para evitar enchentes, muitas cidades recorrem aos piscinões, mas depois aquela água toda permanece lá, parada por dias.”

Para Venâncio, da Fiocruz, é indispensável rever as estratégias de combate ao Aedes, levando em conta os problemas estruturais do País. “Nos últimos 30 anos, lançamos mão de uma metodologia para resolver um problema que não está dando certo. Essa metodologia foi ótima na época do Oswaldo Cruz, mas para o Brasil atual não dá mais certo. Temos de ter humildade para admitir isso”, afirma.

“O esvaziamento do campo criou essas regiões metropolitanas gigantescas, que cresceram nos últimos 50 anos de forma absolutamente desordenada. Então, criamos um país essencialmente urbano, sem as condições para uma convivência minimamente amigável desse cidadão com o meio ambiente que o cerca.”


Fonte: cartacapital.com.br/
 
 
 Samsung, a gigante de tecnologia abraçou os carros nos anos 90
Samsung SM3
Kun Hee Lee era o presidente da sul-coreana Samsung no começo dos anos 90. Ele percebeu que o mercado automotivo seria uma oportunidade para a gigante de eletroeletrônicos. Para fazer frente aos concorrentes mais proeminentes do país, entre eles Hyundai, Kia e Daewoo, a empresa decidiu alocar recursos e tecnologias de outros setores.

Samsung – fábrica em Busan
Mas, mesmo assim, era quase impossível criar uma divisão de automóveis do zero. Por isso, Hee Lee partiu para a aquisição da Kia Motors. No entanto, a disputa com outros interessados e a burocracia envolvida, acabaram por fazer a Samsung desistir. No final dos anos 90, a Hyundai conseguiu o controle acionário da marca rival.

Samsung Motors – Busan
Samsung Motors
Em 1994, Kun Hee Lee partiu para criar a Samsung Motors para automóveis e uma divisão de veículos comerciais. Um acordo com a Nissan foi estabelecido. Busan era sede da divisão de carros, enquanto os caminhões eram feitos em Daegu. Mas, por volta de 1996, a crise econômica da Ásia bateu forte na empresa.

Samsung SM5
Por conta disso, Kun Hee Lee decidiu vender a divisão de caminhões. A Daewoo eraa principal interessada, mas foi a GM que levou a companhia. Nessa época, o principal produto da marca era o sedã SM5, uma variante dos Nissan Cefiro e Maxima. No entanto, não levou muito tempo para que as dificuldades colocassem a Samsung Motors com a placa de vende-se.

Samsung SM7
Em 1998, começaram as negociações com a Renault, que só encerraram com a compra da Samsung Motors em 2000, mas agora já sob o controle da Renault-Nissan. Cerca de 70% da companhia foi vendida por US$ 560 milhões. A partir daí, todos os carros passaram a ter maior sinergia com o novo controlador, especialmente os projetos da Nissan.

Samsung QM3
Renault Samsung
Dois anos depois, surge o SM3, derivado do Nissan Almera. Em 2004, o SM7 aparece como versão local do Renault Talisman. Mais três anos e o Renault Koleos – feito localmente – passa a ser vendido como QM5.

Samsung SM3 ZE (elétrico)
Com a sinergia entre Renault e Nissan cada vez maior, os sedãs grandes mesclam mais elementos da japonesa, enquanto o médio SM3 (Fluence) tem mais DNA francês. Recentemente o QM3 apareceu como versão local do Captur. Apesar do foco no mercado sul-coreano, a Renault Samsung tem alguns clientes no exterior, com destaque para o Chile.


Fonte: noticiasautomotivas.com.br
 
 
 Por que perdura risco do colapso global
Economia: por que perdura risco do colapso global

Desde 2008, nenhuma das políticas “contra a crise” ousou questionar papel dos bancos e aristocracia financeira. Reforçados, eles ameaçam provocar novos desastres. Há alternativas 

Sete anos depois de irromper a crise financeira global, em 2008, a economia mundial continuou a tropeçar, em 2015. Conforme o relatório da ONU Situação e Perspectivas da Economia Mundial 2016 , a taxa média de crescimento nas economias desenvolvidas teve queda de mais de 54% desde a crise. Cerca de 44 milhões de pessoas estão desempregadas em países desenvolvidos, algo como 12 milhões a mais do que em 2007, enquanto a inflação alcançou seu nível mais baixo desde o início da crise.

Mais preocupante, as taxas de crescimento dos países avançados também tornaram-se mais voláteis. Isso é surpreendente, porque, como economias desenvolvidas, com contas de capital totalmente abertas, elas deveriam ter-se beneficiado do livre fluxo de capital e participação internacional nos riscos – e portanto, experimentado pequena volatilidade macroeconômica. Além disso, os investimentos sociais, incluindo os auxílios aos desempregados, deveriam ter permitido às famílias estabilizar seu consumo.

Mas as políticas dominantes durante o período pós-crise – redução de impostos e flexibilização quantitativa (quantitative easing, ou QE, na sigla em inglês) [1] pelos principais bancos centrais – ofereceu pouco apoio para estimular o consumo das famílias, os investimentos, e o crescimento. Ao contrário, estas medidas tenderam a tornar as coisas piores.

Nos Estados Unidos, a flexibilização quantitativa não estimulou o consumo e o investimento, em parte porque o volume maior de liquidez adicional retornava aos cofres dos bancos centrais em forma de excesso de reservas. A Lei de Desregulamentação dos Serviços Financeiros de 2006, que autorizou o Federal Reserve (banco central norte-americano) a pagar juros sobre as reservas necessárias e em excesso, prejudicou, assim, o principal objetivo do QE.

Em 2008, com o setor financeiro dos EUA à beira do colapso, a Lei de Estabilização Econômica Emergencial ampliou, para três anos, o prazo para que o Tesouro pagasse juros sobre suas reservas. Como resultado, o excesso de reservas controladas pelo Fed disparou, de uma média de 200 bilhões de dólares no período de 2000 a 2008 para 1,6 trilhões durante 2009-2015. As instituições financeiras preferiram manter seu dinheiro com o banco central (Federal Reserve, ou Fed, nos EUA), ao invés de emprestá-lo para a economia real. Lucraram perto de 30 bilhões de dólares – completamente livres de riscos – durante os últimos cinco anos.


Fonte: http://outraspalavras.net/

Equivale a um subsídio generoso – e bem escondido – do Fed ao setor financeiro. Em consequência da alta da taxa de juros norte-americanos, no mês passado, o subsídio irá aumentar cerca de 13 bilhões de dólares, este ano.

Incentivos perversos são apenas uma das razões por que os esperados benefícios de baixas taxas de juros não se materializaram. Dado que o QE conseguiu manter as taxas de juros próximas de zero por quase sete anos, isso deveria ter encorajado os governos nos países desenvolvidos a emprestar e investir em infra-estrutura, educação e área social. O aumento das transferências sociais durante o póscrise teria impulsionado a demanda agregada e sustentado os padrões de consumo.

Ademais, o relatório da ONU mostra claramente que, por todo o mundo desenvolvido, o investimento privado não cresceu como se esperava, diante das taxas de juros ultra baixas. Em 17 das 20 maiores economias desenvolvidas, o crescimento dos investimentos permaneceu mais baixo durante o período pós 2008 do que nos anos anteriores à crise; cinco delas viveram um declínio do investimento durante 2010-2015.

Globalmente, os títulos da dívida emitidos por corporações não-financeiras – supostamente para realizar investimentos fixos – aumentou significativamente durante o mesmo período. Consistente com outras evidências, isso implica que várias corporações não-financeiras tomaram emprestado, aproveitando-se das taxas de juros baixas. Mas, ao invés de investir, usaram o dinheiro para comprar de volta suas próprias ações ou adquirir outros ativos financeiros. Assim, o QE estimulou aumentos acentuados na alavancagem, capitalização do mercado e lucratividade do setor financeiro.

Mas, de novo, nada disso foi de muita ajuda para a economia real. Claramente, manter as taxas de juros próximo de zero não necessariamente leva a níveis mais altos de crédito ou investimento. Quando é dada aos bancos liberdade de escolher, eles escolhem lucro sem risco ou até mesmo especulação financeira, em vez de empréstimos que dariam suporte ao objetivo mais amplo de crescimento da economia.

Por contraste, quando o Banco Mundial ou o Fundo Monetário Internacional emprestam dinheiro barato aos países em desenvolvimento, impõem condições sobre o que pode ser feito com os recursos. Para alcançar o efeito desejado, o QE teria de ter sido acompanhado não apenas de esforços oficiais para restaurar canais de empréstimo prejudicados (especialmente aqueles dirigidos a empreendimentos pequenos e médios), mas também por metas específicas de empréstimos para os bancos. Ao invés de incentivar de forma eficaz os bancos a não emprestar, o Fed deveria estar penalizando os bancos por manter reservas em excesso.

Se as taxas de juros ultra baixas ofereceram poucos benefícios para os países desenvolvidos, eles impuseram custos significativos às economias emergentes e em desenvolvimento. Uma consequência acidental, mas não inesperada, da flexibilização da política monetária tem sido o forte aumento nos fluxos de capital transfronteiriços. O fluxo total de capital para países em desenvolvimento aumentou de cerca de 20 bilhões de dólares em 2008 para 600 bilhões em 2010.

Diversos países emergentes tiveram dificuldades para gerir a repentina explosão de fluxo de capital. Parte muito pequena dele foi para investimentos fixos. Na verdade, o crescimento dos investimentos nos países em desenvolvimento desacelerou significativamente durante o período pós crise. Neste ano, espera-se que o conjunto dos países em desenvolvimento registrem seu primeiro ano de fuga de capital líquido – um total de 615 bilhões de dólares – desde 2006.

Nem a política monetária, nem o setor financeiro estão fazendo o que devem. Parece que a enchente de liquidez foi destinada, desproporcionalmente, à criação de riqueza financeira e a inflar bolhas de ativos, em vez de fortalecer a economia real. Apesar das fortes quedas nos preços das ações em todo o mundo, permanece alta a capitalização do mercado, em percentual do PIB mundial. O risco de outra crise financeira não pode ser ignorado.

Outras políticas, de sentido oposto, poderiam restaurar um crescimento sustentável e inclusivo. Para começar, é preciso reescrever as regras da economia de mercado para assegurar maior igualdade, buscar mais planejamento de longo prazo, e colocar rédeas no mercado financeiro, com regulação efetiva e estruturas adequadas de incentivo.

Mas também será necessário um grande aumento do investimento público em infra-estrutura, educação e tecnologia. Este terá de ser financiado, ao menos em parte, pela criação de impostos ambientais — inclusive sobre a emissão de carbono — e de impostos sobre o monopólio e outras rendas não ligadas à produção — que se disseminaram na economia de mercado e contribuem enormemente com a desigualdade e o crescimento fraco.


[1] Trata-se de um processo de injeção maciça de dinheiro nas economias dos EUA e União Europeia, por iniciativa coordenada de seus governos e bancos centrais. Estes liquidaram antecipadamente grandes quantidades de recursos públicos — ou seja, pagaram em dinheiro aos aplicadores –, num esforço para combater a recessão pós-2008 ampliando o estoque de moeda disponível. No entanto, como explica Stiglitz a seguir, fizeram-no beneficiando os extratos mais ricos. Tais grupos, ao invés de movimentar a economia, ampliando o consumo ou investimento, utilizaram os recursos para novas aplicações financeiras ou aquisição de empresas já existentes — inclusive no exterior. O quantitative easing favoreceu, entre outros processos, a ultra-valorização do real brasileiro, entre 2009 e 2014. [Nota da Tradução]

Fonte: outraspalavras.net/
 
 
 Freada da economia global deve manter o petróleo barato
Londres -- O mundo vive uma nova e surpreendente era do petróleo barato e não há sinais de mudança, pelo menos no curto prazo. O problema é o excesso de oferta, decorrente do aumento da produção, somado à demora na recuperação da economia dos maiores consumidores e à desaceleração da China.

Com produção diária de quase 2 milhões de barris acima da demanda, o preço do petróleo caiu 75% em pouco mais de 18 meses. Está no menor patamar em 13 anos. Esse cenário, e a necessidade de respostas ambientais, tem levado a questionamentos sobre a possibilidade de o mundo estar vivenciando o começo do fim da era da commodity.

Porém, a resposta não é simples. Até porque o desequilíbrio entre oferta e demanda tem por trás um jogo de poder político e econômico entre produtores, consumidores e países em desenvolvimento que é mais complexo do que foi no passado.

Para a Agência Internacional de Energia (AIE), o excesso de petróleo visto em 2015 continuará em 2016 e, provavelmente, no início de 2017. A superoferta começou a ser construída na década passada, quando o petróleo subia em direção aos US$ 100.

"O preço incentivou novas frentes de exploração. Só nos EUA, a produção diária saltou de 5 milhões de barris em 2008 para mais de 9 milhões em 2015. Também houve alta notável no Canadá, Rússia e Brasil", explica o chefe da divisão de petróleo da AIE, Neil Atkinson.

Dados da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) mostram que 2015 terminou com oferta superior à demanda de 1,94 milhão de barris por dia. Essa sobra equivale ao consumo do México e representa quase 80% da produção brasileira, que está em 2,5 milhões de barris diários. Com isso, o barril de petróleo, que em meados de 2014 era negociado perto de US$ 110, gira, agora, em torno de US$ 30.

O pico, em torno de US$ 140 o barril, foi atingido em 2008, mas o preço recuou ao nível de US$ 43 o barril com a crise financeira de 2008/2009, para depois voltar a reagir. Participantes do mercado têm especulado se o patamar de US$ 20 o barril seria o piso da commodity, mas economistas e analistas do setor começam a ver potencial para uma recuperação, mesmo tímida.

Ainda assim, a expectativa é de que os preços permaneçam bem abaixo de US$ 100 o barril por anos. Estudo do pesquisador Roberto Aguilera, da Curtin University (Austrália), e do professor de economia Marian Radetzki, da Luleå University of Technology (Suécia), indica que o barril deve oscilar entre US$ 40 e US$ 60 nos próximos anos.

Culpados

O mundo já viveu outros momentos de excesso na oferta. No passado, produtores diminuíam a oferta para equilibrar preços. A novidade é que, com novas frentes de exploração, a volta ao equilíbrio implica numa série de intrincadas decisões comerciais e geopolíticas, com consequências no jogo de poder global.

Analistas dizem que a Arábia Saudita seria a maior interessada em manter o preço baixo. Sauditas - que têm mantido a produção próxima do máximo - seriam beneficiados por esse quadro, que atrapalha tipos de exploração cujos custos são superiores aos registrados no Oriente Médio. Assim, o petróleo barato poderia ameaçar a viabilidade comercial do gás de xisto nos EUA, das areias betuminosas do Canadá ou do pré-sal no Brasil.

O secretário-geral da Opep, Abdalla Salem El-Badri, rechaça qualquer responsabilidade e diz que o excesso de oferta vem, basicamente, de fora do grupo de 13 países que conta com Arábia Saudita, Iraque, Kuwait e Venezuela. No fim de janeiro, El-Badri fez uma palestra em Londres e argumentou que, entre 2008 e 2014, a produção de fora da Opep cresceu em 6,29 milhões de barris diários. A Opep, ao contrário, cortou o volume em 310 mil.

Em 2015, produtores de fora da Opep elevaram a extração em 1,24 milhão de barris e a Opep aumentou em 1,07 milhão.

O Brasil é um exemplo dessa nova fronteira do petróleo. Mesmo com os problemas recentes da Petrobras, a produção nacional aumentou em 50% na última década. Com maior volume extraído no País, o sinal da balança comercial do petróleo mudou. Em 2009, o Brasil registrou importação líquida diária de 254 mil barris de petróleo e derivados.

Em 2014, o País já era exportador líquido de 57 mil barris, segundo a Agência de Energia dos EUA.

Muitos riscos

No passado, a queda do petróleo ajudava a economia global, já que sobrava dinheiro no bolso dos consumidores, que passavam a comprar mais. De fato, a gasolina está mais barata no exterior. Mas analistas notam que muitos consumidores em países desenvolvidos têm guardado parte dessa economia ao invés de gastar.

A cautela teria relação com o cenário global ainda incerto, com alguns solavancos na recuperação dos EUA, persistência de problemas na Europa e no Japão, além da desaceleração chinesa.

Outro motivo de preocupação é o congelamento dos planos de investimento, o que pode ameaçar a oferta futura. A Opep reconhece que, com o preço atual, os investimentos necessários para atender à demanda futura não são viáveis.

Exatamente por isso, petroleiras têm cortado em todas as áreas. A Petrobras, por exemplo, reduziu investimentos até 2019 em US$ 32 bilhões e promete vender US$ 15 bilhões em ativos. Grandes petroleiras globais anunciaram medidas semelhantes e as demissões no setor já teriam superado 100 mil trabalhadores.

Para o Brasil, a resultante dessa equação também parece desfavorável. "O petróleo barato mais atrapalha que ajuda o Brasil. O País perde porque o setor é importante na produção e no investimento. Também é preciso ficar atento à situação da Petrobras, porque uma eventual necessidade de capital pioraria ainda mais a situação fiscal", diz Enestor dos Santos, economista para o Brasil do BBVA Research. "É verdade que isso poderia ajudar na inflação, mas o benefício foi apagado pelo aumento de preço da Petrobras e a desvalorização do real."

Geopolítica

Fora do campo econômico, o quadro pode potencializar vulnerabilidades geopolíticas. A Venezuela é um exemplo extremo. Com a queda das receitas geradas pelo petróleo, Caracas tem enfrentado tempos difíceis e faltam até itens básicos para a população, como papel higiênico. O quadro aumenta a tensão social no país.

Olhando ainda mais para a frente, há o temor de que a era do petróleo barato dê sobrevida aos combustíveis fósseis e, assim, atrase planos de países e empresas de migrar para energias limpas.

Carlos Ghosn, presidente de uma das maiores montadoras do mundo, o grupo Renault Nissan, nega atrasos no desenvolvimento das novas tecnologias, como carros elétricos. "É algo irreversível", disse no Fórum Econômico Mundial em Davos.

Algumas das novas frentes de exploração também têm resistido às quedas de preço do petróleo e mostram flexibilidade para redução dos custos de produção, surpreendendo países como a Arábia Saudita pela sua capacidade de se mostrar viáveis mesmo no atual cenário. Por isso, alguns analistas não descartam a chance de o preço do barril seguir ladeira abaixo rumo aos US$ 20 ou até menos.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


Fonte: exame.abril.com.br/
 
 
 Uma nova ameaça para a economia mundial
O "terremoto bancário": uma nova ameaça para a economia mundial
 
Na Europa, os grandes bancos tiveram uma "semana negra", com profundas perdas no mercado

A grave crise que atinge os bancos europeus acendeu o sinal de alerta no mundo: para onde vai a economia do planeta? Diversos fatores, interligados, vêm se acumulando em 2016 para minar a confiança dos investidores e a segurança do mercado internacional. 

A desaceleração econômica da China, país que é o maior consumidor de commodities no mundo, agrava a queda do preço do petróleo, já refém de um mercado saturado, e ecoa do outro lado do planeta, nos Estados Unidos e na Europa, principalmente. 

No Velho Continente, onde os grandes bancos colecionam ativos de petróleo, o sistema financeiro vive seu momento mais delicado desde a crise de 2008. Na última segunda-feira (8), sete dos principais bancos europeus registraram baixas superiores a 5%, afundando as bolsas de seus países. As ações do Deutsche Bank, maior banco comercial alemão, sofreram a maior desvalorização de sua história, -9,5%, e seguiram despencando pela semana, o que torna mesmo a maior economia do continente um alvo de incertezas. 

Na terça (9) e na quinta-feira (11), as ações bancárias voltaram a afundar, confirmando a tendência negativa para o setor. Após recuperação na quarta-feira (10), o Société Générale, na França, retrocedeu 12,57%, e o BNP Paribas, 6,02%. Na Itália, o Ubi Banka caiu 12,11%, e o BMPS, 9,88%. Já na Espanha, o España Bankia teve baixa de 7,64%, e o BBVA, 7,14%. O Deutsche Bank também voltou a cair muito, perdendo 6,14%. 

As ações do sistema financeiro, não só na Europa, mas em todo o mundo, já despencam desde o início de 2016. Na Itália, por exemplo, os bancos já caíram 31% até aqui, na Grécia, 60%. O Japão, adotando o juro negativo (-0,1%) desde o fim de janeiro, registrou queda de 36% de suas ações bancárias. Do outro lado do Pacífico, mesmo os Estados Unidos, que vivem momento de relativa estabilidade econômica, viram as ações de seus bancos sofrerem baixa de 19% em menos de um mês e meio. 

É inegável, contudo, que o sistema financeiro europeu é aquele que mais sofre com o que a imprensa alemã vem chamando de "terremoto bancário". As ações dos maiores bancos da zona do Euro sofrem uma onda de vendas pior que a registrada na crise financeira internacional de 2008, com o Deutsche Bank, o UniCredit e o Credit Suisse, por exemplo, recuando duas vezes mais rápido que há oito anos atrás. Instituições financeiras europeias, somadas, já perderam praticamente 25% de seu valor desde o início de 2016, o equivalente a mais de 240 bilhões de dólares

Apesar de uma recuperação das ações bancárias e das bolsas observada na quarta-feira (10) e nesta sexta-feira (12), as perspectivas seguem sendo as piores possíveis. A situação econômica chinesa deve piorar, com uma eminente desvalorização do yuan, e as commodities, apontam especialistas, continuarão caindo ao longo do ano. 

O gigantesco e preocupante prejuízo que bancos europeus e norte-americanos estão acumulando nas últimas semanas acendeu o sinal de alerta em todo o mundo. Autoridades como a presidente do Fed e representantes do governo alemão vieram a público tentar acalmar os ânimos do mercado, que vive uma sequência de profundas quedas nas bolsas de todo o mundo.

Se nos Estados Unidos e em países desenvolvidos da Europa - que possuem sólida estrutura nos setores de saúde, educação, saneamento e segurança - uma crise como a que se anuncia alarma autoridades e estremece a relação da população com seus governos, uma crise destas proporções num país sem este grau de desenvolvimento tem um potencial muito mais grave.

Em países que não possuem fatores de contenção do radicalismo social, como a religiosidade na Índia, com suas vacas sagradas, ou como os regimes autoritários, nos quais a pobreza é absoluta, os direitos humanos não são respeitados, e os únicos "direitos" da população são de apenas viver, uma crise deste calibre tem proporções catastróficas.

Imaginem o tamanho da convulsão social num país com 200 milhões de habitantes como o Brasil, com seu desemprego, sua falta de hospitais, de escolas e suas condições degradantes nas favelas... Este é o país em que, segundo alguns analistas, uma crise pode trazer melhorias?


Fonte: .jb.com.br/
 
 
 Erro 53 no iPhone entenda o que é e suas consequências
Donos do iPhone 6 e 6 Plus têm sofrido com o Erro 53, problema que se caracteriza como a “morte do aparelho". Os relatos indicam que a falha ocorre com celulares que tiveram o botão home danificado, mas apenas depois que esses smartphones são atualizados para o iOS 9.

Na maior parte dos casos, o bug é gerado em iPhones que passaram por reparos técnicos não oficiais, ou seja, em serviços de assistência técnica que não são da Apple. No entanto, há casos em que não houve conserto de terceiros, e o telefone simplesmente parou de funcionar após o dano no botão. Entenda melhor como o Erro 53 funciona e como ele pode afetar seu iPhone. 

A mensagem de erro aparece segundos após a instalação do iOS 9. Depois de exibida, o celular é desabilitado e fica praticamente inútil. Todas as fotos, arquivos e quaisquer dados são perdidos e não podem ser recuperados. Não há nenhum alerta de aviso sobre o problema, nem correção, por enquanto.


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Antes de fazer a atualização do software, porém, o iPhone funciona normalmente. Essa é uma das razões pelas quais a falta de aviso por parte da Apple se torna mais grave, uma vez que os usuários poderiam não realizar o update, caso soubessem dos riscos. 

Embora trate-se de uma situação bastante específica, já existe muitos relatos na internet. No fórum oficial da Apple, por exemplo, o usuário Arjunthebuster afirma que seu iPhone, comprado em Dubai, caiu no chão em fevereiro de 2015 e a tela ficou levemente danificada. Apesar disso, nove meses depois, em novembro, o cliente foi surpreendido pelo Erro 53, após instalar a versão mais recente do iOS. 

A principal reclamação de Arjunthebuster é a cobrança de 1.240 AED (cerca de R$ 1.340) pelo reparo, já que a garantia não vale para smartphones quebrados. O usuário, porém, alega que não deseja uma nova tela, mas apenas a correção do Erro 53. “Eu ainda não entreguei o iPhone para o serviço [técnico] de fora [da Apple] ainda, então ele está dentro da garantia”, afirma.

Já o fotógrafo do jornal britânico The Guardian, Antonio Olmos, fez o reparo com terceiros. Ele estava na Macedônia quando deixou o iPhone cair, em setembro de 2015. Como estava a trabalho e não tinha tempo, resolveu consertar o iPhone pela região, que não conta com Apple Store. Mas foi somente há algumas semanas, quando fez a atualização para o iOS 9, que o telefone falhou. Ao levar o iPhone à assistência oficial, em Londres, Olmos foi informado que não havia nada a ser feito. 
O fotógrafo pagou £ 270 (aproximadamente R$ 1.500) pela substituição do aparelho. Na versão americana ou inglesa do site da Apple, é possível consultar previamente o valor do conserto em diferentes situações. No Brasil, a tabela está indisponível, criando a necessidade de descrever problemas via email para a fabricante, o que deixa o processo mais lento.

Um porta voz da Apple admitiu em comunicado que o erro é proposital. “Nós levamos a segurança dos clientes muito a sério, e o Erro 53 é resultado de verificações de segurança para proteger clientes. O iOS verifica se o sensor Touch ID corresponde corretamente aos outros componentes do celular. Se o iOS encontra uma incompatibilidade, a verificação falha e o Touch ID é desativado. A medida de segurança é necessária para proteger o iPhone e impedir fraudes no sensor Touch ID. Se um cliente encontra o Erro 53, nós o incentivamos a entrar em contato com o suporte da Apple”, disse.

A resposta, porém, não agradou a todos. O escritório de advocacia PCVA Law, sediado em Seattle, entrou com uma ação coletiva contra a Apple por causa da falha. A alegação é de que a política da empresa viola as leis de defesa do consumidor nos Estados Unidos, já que estaria obrigando os clientes a usarem a assistência técnica da própria companhia, que é muito mais cara que a de terceiros.

“O primeiro objetivo é fazer com que todos os clientes com iPhones afetados sejam equipados com telefones funcionando, sem os esmagadores custos que milhares de pessoas estão enfrentando no momento com o erro 53″, disse o advogado à frente da ação coletiva, Darrell Cochran.


Fonte: techtudo.com.br/
 
 
 Apple vai lançar novos iPhone e iPad em março, afirma blog
Empresa não deve aceitar pedidos antecipados para os novos dispositivos.

A Apple está perto de lançar os novos modelos de iPhone e iPad em 15 de março, e quer começar as vendas dos dispositivos na mesma semana, informou o blog de tecnologia 9to5Mac, citando fontes.

A Apple, que introduzirá um novo telefone de 4 polegadas, apelidado de “iPhone 5se” e um novo iPad Air no evento de lançamento, não deve aceitar pedidos antecipados para os novos dispositivos, diz o blog.

A gigante de tecnologia entrou um teto na demanda por iPhones. O aumento de 0,4% nas vendas no primeiro trimestre fiscal foi o menor aumento da história para as vendas de iPhones desde que o celular foi lançado em 2007.

O novo iPhone 5se é projetado para estimular atualizações de hardware nos iPhones para clientes que buscam dispositivos mais rápidos sem chegar aos tamanhos de tela muito maiores dos iPhone 6s e 6s Plus.

Fonte: ipnews.com.br/
 
 
 Ministério gasta R$ 13 milhões em iPhone 6 e celulares para servidores
Ministério Público Federal abriu um pregão eletrônico para resolver algumas questões que estavam incomodando: o edital "tem como objetivo o atendimento à crescente demanda por serviços corporativos disponibilizados nos sítios institucionais e também outros órgãos, tais como: correio eletrônico institucional, serviço de mensagem instantânea, nuvem de dados corporativa, dentre outros". No momento da abertura, o MPF supostamente esperava gastar R$ 2 milhões em equipamento. Porém, parece que tudo escalou de uma maneira assustadora.

Traduzindo o que foi escrito, já que o linguajar utilizado em editais nem sempre favorece a leitura de todos, o MPF buscava comprar equipamentos eletrônicos de alguma operadora para poder trocar emails, mensagens de textos (seja WhatsApp ou SMS), utilizar a nuvem para armazenar arquivos e "outros serviços".

Atualização: recebemos a seguinte mensagem, de uma suposta servidora do MPF: "Sou servidora do MPF e nós não recebemos celulares funcionais. Os celulares são apenas para os membros , os Procuradores da República. Nós, servidores, na verdade, não concordamos com essa compra e estamos há 10 anos sem reajuste, recebendo exatamente o mesmo salário".

Para isso, o Ministério Público Federal estabeleceu supostamente R$ 2 milhões para comprar 300 acessos móveis de categoria 1, 250 acessos de categoria 2, 150 USB e 200 cartões SIM para iPad. Novamente, traduzindo: 300 iPhone 6 e 250 Sony Xperia ou Moto G para os servidores realizarem serviços corporativos.

Contudo, ao final do pregão eletrônico, que foi vencido pela Claro, o MPF acabou contratando os planos e equipamentos por mais de R$ 13 milhões, como indicou o GuardianDF. A assinatura do edital é do pregoeiro Gilson Jorge Teles Marinho.

Sobre a escolha dos 300 aparelhos iPhone 6, o MPF declarou o seguinte no pregão: "a opção por dispositivos do fabricante Apple (iPhone 6 ou superior) se deu em função do parque já existente, garantindo que o investimento, as pesquisas e as implementações já realizadas permaneçam incorporadas ao patrimônio, tangível e intangível da instituição, além de garantir a entrega de serviços já familiares aos usuários e com níveis de segurança satisfatórios".

Qual foi a estimativa?
O GuardianDF indica que a estimativa inicial era de R$ 2 milhões, como você pode ver no print abaixo. Contudo, olhando o edital, não encontramos essa estimativa, apenas realmente os R$ 13 milhões (Print II) que foram contratados. 

A questão é outra
R$ 252 mil para planos SMS e R$ 129 mil para MMS. São R$ 381 mil para ferramentas obsoletas que, qualquer servidor com um iPhone 6 em mãos, sabe que existem soluções gratuitas para isso — só para citar, WhatsApp e Telegram. Século XXI, amigos. Além disso, se a Claro foi contratada para os planos e o serviço é apenas corporativo, os aparelhos funcionam na mesma rede. SMS para a mesma operadora não costuma ser gratuito, caro leitor?

Fonte: tecmundo.com.br
 
 
 Como descobrir quais apps estão consumindo bateria no Windows 10
A Microsoft incluiu no Windows 10 um relatório detalhado do uso de bateria para os notebooks para facilitar a identificação de apps que gastam muita energia. A funcionalidade estava presente originalmente no Windows Phone e, com a unificação das plataformas, o recurso veio para a nova versão do sistema operacional.
Por esse motivo é possível visualizar também o gasto gerado pelos componentes do computador, como a tela ou o Wi-Fi. Confira abaixo como descobrir quais programas consomes a bateria do seu notebook.

Passo 1. Acesse o menu de configurações do Windows 10 no Menu iniciar, depois na opção “Configurações”. O atalho “Win + I” também pode ser utilizado;
Passo 2. Quando o painel de configurações se abrir, clique na opção “Sistema”;
Passo 3. Selecione a opção “Economia de Energia”, que fica no menu esquerdo no painel;
Passo 4. Do lado direito, o nível atual de bateria no notebook e a estimativa de autonomia são mostrados. Logo abaixo, há o link “Uso de bateria”, clique sobre ele;
Passo 5. Será exibido o uso de bateria das últimas 24 horas, para obter relatórios das últimas 48 horas, ou da última semana, clique no primeiro botão;
Passo 6. Abaixo é possível visualizar o consumo da tela – representada por “Vídeo” –, do sistema e do Wi-Fi. Em seguida são revelados os aplicativos com maior consumo de energia. O relatório detalha a quantidade de bateria utilizada enquanto o app era realmente executado, em azul, e enquanto ele estava em segundo plano, em cinza;
Passo 7. Ao clicar sobre algum aplicativo, o botão “Detalhes” irá aparecer. Nessa opção, é possível visualizar detalhadamente a bateria gasta por um app específico;
Passo 8. No menu de uso da bateria, há a opção para configurar os aplicativos que rodam em segundo plano;
Passo 9. A opção é útil para identificar um app que consume muita energia, mesmo quando não está sendo utilizado, para desativá-lo clique no interruptor azul.

Economizando bateria
É natural que os aplicativos usados com mais frequência gastem mais energia. Além disso, softwares que exigem muito do computador, como jogos ou ferramentas de edição de vídeos e imagens, costumam demandar muito processamento e, consequentemente, mais bateria. A alternativa nesses casos é tentar controlar quais programas podem continuar em execução em segundo plano ou buscar por soluções mais leves e simples. 
Navegadores com muitas extensões e plugins instalados são grandes consumidores de bateria, por exemplo. Outra opção para ganhar autonomia é manter o brilho da tela mais baixo e diminuir o tempo para o computador entrar no modo hibernação.
 
 
 Como desligar um notebook Windows 10 deslizando dedos na tela
Normalmente você pode desligar um dispositivo com Windows 10, indo no botão Iniciar, depois em “Ligar/Desligar”, e finalmente, clica em “Desligar”. Ainda que esse seja o método padrão do sistema, depois de um tempo pode se tornar chato, principalmente em dispositivo touchscreen.
A boa noticia é que esse tipo de aparelho pode ser configurado para ser desligado do mesmo modo que é feito nos smartphones com Windows: deslizando a tela para baixo com os dedos. Fazendo dessa forma, além de mais rápido, o processo fica divertido. Veja como configurar o Windows 10 para ser desligado desse jeito.

Passo 1. Clique em uma parte vazia da área de trabalho do Windows e clique com o botão direito do mouse. No menu que aparece, vá na opção “Novo” e depois em “Atalho”;
Passo 2. Na tela de criação do atalho, coloque o endereço “%windir%System32SlideToShutDown.exe” e depois clique o botão “Avançar”;
Passo 3. Na próxima tela, digite um nome para o atalho e então clique no botão “Concluir”;
Passo 4. Com o atalho criado, arraste-o para a barra de tarefas;
Passo 5. Quando quiser desligar, basta clicar ou tocar no ícone do atalho e então será exibida a tela para ser deslizada para baixo.

Agora que o Windows já está configurado para desligar arrastando a tela com os dedos, você conseguirá encerrar o sistema mais rápido.
 
 
 Como criar e apagar uma partição no Windows 10
Criar uma partição em um HD pode ser útil para usá-lo com mais de um sistema operacional ou organizar os seus arquivos pessoais em uma unidade à parte. Se você está pensando em fazer isso em um PC com Windows 10, saiba como usar as ferramentas nativas do próprio sistema para criar ou excluir unidades.
O processo envolve a redução de uma partição existe para liberar espaço para criar novas unidades no computador. Caso queira excluir uma partição, os gigabytes liberados poderão ser realocados em outra unidade. 

Criando partição
Passo 1. Clique com o botão direito do mouse sobre o Iniciar e, no menu que aparece, clique em “Gerenciamento de Disco”;
Passo 2. Em seguida, clique com o botão direito do mouse sobre uma partição e, no menu de contexto, clique em “Diminuir Volume…”;
Passo 3. Escolha o espaço a ser reduzido na partição e clique em “Diminuir”. É esse espaço que será usado para criar a nova partição;
Passo 4. Feito isso, clique com o botão direito do mouse sobre “Não alocado” e, no menu de contexto, clique em “Novo Volume Simples…”;
Passo 5. O assistente de criação de novas partições será aberto. Nele, clique em “Avançar”;
Passo 6. Escolha o tamanho da partição que você quer criar – ela deve ser igual ao tamanho que foi diminuído no terceiro passo;
Passo 7. Selecione a letra da unidade que você quer usar e clique novamente em “Avançar”;
Passo 8. Agora, escolha o formato e nome da nova unidade e clique mais uma vez em “Avançar”;
Passo 9. Por fim, revise as configurações que você selecionou e, se estiver tudo certo, clique em “Concluir”. Agora é só aguardar até que a nova partição seja criada e formatada;

Apagando partição
Passo 10. Abra o gerenciador de discos do Windows (primeiro passo) e clique com o botão direito do mouse sobre a partição que você quer apagar. No menu de contexto, clique em “Excluir Volume…”;
Passo 11. Agora é só confirmar clicando em “Sim” e aguardar até que a partição seja removida. Lembre-se que todos os arquivos armazenados na unidade serão apagados;
Passo 12. Para que o espaço liberado pela partição não fique inutilizado, vamos mesclá-lo a uma unidade existente. Para isso, clique com o botão direito sobre uma partição à esquerda do espaço não alocado e, no menu de contexto, clique em “Estender volume…”;
Passo 13. O assistente de extensão de volumes será aberto. Nele, clique em “Avançar”;
Passo 14. Por padrão, o espaço total disponível já vem selecionado e tudo que você deve fazer é avançar sem alterar nenhuma configuração;
Passo 15. Por fim, clique em “Concluir” e aguarde até que o espaço não alocado seja mesclado à partição existente do seu HD.

Pronto! Com essas dicas, você poderá criar novas partições em seu HD para organizar seus arquivos ou apagá-las, caso não esteja usando ou precise de mais espaço em outra unidade.
 
 
 Windows Store atualização traz novidades para PCs e smartphones com Windows 10
Microsoft está atualizando sua loja de aplicativos no Windows 10, tanto na versão para PC como para smartphones. Trata-se de uma parte fundamental da nova plataforma e que melhora dia a dia e deve ser assim se a gigante de Redmond deseja realmente alavancar no mercado de dispositivos móveis, já que em computadores a situação já é mais confortável.
Seguindo para os detalhes da atualização, temos na versão para smartphones a mudança do número 2015.25.24.0 para 2016.27.2.0, com poucas mudanças visíveis em recursos ou interface. Mas já se nota que houve uma mudança na seção Music que agora, no topo da seção “Melhores Álbuns”, possui uma sala para exibir uma coleção de músicas.
Na falta de um changelog com todas as mudanças incluídas na atualização da Windows Store, só nos resta observar com atenção em busca de novidades. Assim como na versão mobile, no PC também percebemos pequenas alterações, como é o caso de um novo campo para informar se o aplicativo em questão foi desenvolvido especialmente para o Windows 10 no caso de soluções UWP (apps universais). Também devemos esperar por melhorias no desempenho e correções de bugs.
 
 
 Acesso ao Facebook Beta para Windows 10 é liberado para todos os usuários
No final do ano passado, um novo aplicativo oficial do Facebook Beta foi descoberto na Windows Store, mas embora o download do app fosse liberado, apenas usuários selecionados podiam de fato utilizá-lo – os demais eram barrados na tela de login.
Há algumas horas esta limitação foi finalmente removida e agora qualquer interessado pode acessar o Facebook pelo novo app para conferir os recursos e (principalmente) os bugs, já que trata-se de um aplicativo em fase de testes.
O novo app é compatível com desktops e tablets Windows 10 e provavelmente será convertido em um aplicativo universal no futuro, ou seja, também poderá ser utilizado em smartphones Windows.
Ao contrário dos apps para iOS e Android, o atual – e péssimo – aplicativo do Facebook para Windows Phones não é desenvolvido pela empresa de Mark Zuckerberg, mas pela própria Microsoft, que diz “contar com o apoio” da rede social.
 
 
 Como criar uma pen de instalação do Windows 10 num Mac
O Windows 10 tornou-se o sistema operativo do momento, com todos a quererem instalá-lo nos seus computadores. Oferecido na forma de uma actualização, a sua adopção tem sido rápida e avassaladora.
Mas como nem todos podem ter acesso ao Windows 10 através da actualização, é hora de aprendermos a criar uma pen de instalação, com a diferença de usarmos um Mac para o fazermos.
A criação de uma pen de instalação do Windows 10 num ambiente Windows é algo que é simples, rápido e tem muitas formas de ser feito. A própria Microsoft disponibiliza uma ferramenta para esse efeito, que qualquer um pode usar.
Mas e se tivermos apenas um Mac e quisermos criar uma pen do Windows 10 rapidamente? É tão simples como o podem fazer no Windows, com a vantagem de irem usar uma aplicação nativa do OSX.
Antes de começarem, precisam de se munir de alguns elementos essenciais e que vão precisar ao longo do processo:
- Uma pen com pelo menos 8GB de espaço. Esta pen irá ser formatada e os dados contidos eliminados.
- Uma imagem do Windows 10. Caso não a tenham podem obtê-la directamente da Microsoft, através do seu site dedicado ao Windows 10

Como criar uma pen de instalação do Windows 10 no OSX
Comecem então por lançar a aplicação Assistente do Boot Camp, que está na pasta Utilitários junto da lista de aplicações do OSX.
O primeiro ecrã é apenas informativo e serve apenas para explicar para que serve a aplicação. Numa situação normal seria usado para instalar o Windows ou outro SO ao lado do OSX, mas neste caso servirá apenas para criar a pen de instalação.
É no segundo ecrã que vamos indicar ao Assistente do Boot Camp que pretendem apenas criar um disco de instalação do Windows. Devem obrigatoriamente remover a selecção da opção que indica que querem instalar o Windows, sob pena de estragarem qualquer outra instalação de SO que tenham no Mac.
No passo seguinte devem indicar onde está o ISO que descarregaram e que querem usar para ciar a pen de instalação. Caso esteja na pasta de Descargas o Assistente do Boot Camp irá detectá-la sozinho. Podem também indicar um novo ISO se o detectado não for o correcto
O OSX irá também reconhecer a pen, que entretanto ligaram, e apresentá-la como o local a criar este instalador. Podem também alterar essa pen caso tenham várias ligadas no OSX.
Antes de iniciar este processo, o OSX alerta os utilizadores para o facto da pen ser apagada e que todos os ficheiros se vão perder. Este é o último local onde podem abortar esta criação da pen e não perder ficheiros.
O processo continua com o OSX a eliminar os dados da pen e a preparar a criação do instalador do Windows 10. Este é um processo rápido e que não deve demorar mais que alguns minutos.
O processo de criação termina com o Assistente do Boot Camp a informar que a pen está pronta a ser usada. Este processo fica assim terminado e este assistente pode ser fechado e a pen usada para instalar o Windows 10.
Caso pretendam, podem entrar na pen e ver o que o Assistente fez durante este processo. O nome da pen terá sido alterado para WININSTALL e todos os ficheiros necessários vão estar lá dentro, prontos a serem usados.
O passo seguinte já sabem qual é. Ejectem a pen do OSX e coloquem-na no computador que esteja a aguardar pela instalação do Windows 10. Podem também aproveitar este método para criarem a pen para utilização posterior, estando sempre preparado para a usar mais tarde.
É simples criar esta pen do Windows 10 e o OSX tem todas as ferramentas que precisam, sem terem de recorrer a aplicações exteriores ou comandos de DOS mais complicados. Testem e criem a vossa pen do Windows 10 no OSX.
 
 
 Como atualizar o Windows 10 para a versão Windows 10 Pro
O Windows 10 está disponível nas edições Home e Pro. Enquanto a primeira é a mais básica e indicada para uso domésticos, a segunda possui recursos que podem fazer falta aos usuários avançados ou para pequenas empresas. Se esse é o seu caso, saiba como atualizar o Windows 10 Home para a versão Pro do sistema.
O upgrade pode ser feito por meio do próprio sistema, adquirindo uma licença de uso na loja de aplicativos do Windows 10, ou inserindo uma chave de produto do Windows 10 Pro. Confira as dicas.

Passo 1. Acesse as configurações do Windows 10. Para isso, abra o menu Iniciar e clique em “Configurações”, na lateral esquerda;
Passo 2. Na janela de configurações do sistema, clique em “Atualização e segurança”;
Passo 3. Agora, na barra lateral esquerda, clique em “Ativação” e, à direita, clique em “Ir para a Loja”;
Passo 4. Por fim, basta clicar sobre o preço e confirmar seus dados pessoais e de pagamento para adquirir a atualização;
Passo 5. Caso já tenha adquirido o sistema por outro meio, clique em “Tenho uma chave do produto (Product Key) do Windows 10 Pro” e insira o código.
Passo 5. Caso já tenha adquirido o sistema por outro meio, clique em “Tenho uma chave do produto (Product Key) do Windows 10 Pro” e insira o código.

Com essas dicas, você poderá atualizar o Windows 10 instalado em seu computador para a versão Pro.
 
 
 Como desativar o Microsoft Edge no Windows 10
Em 2015, a Microsoft apresentou ao mundo dois novos softwares: o Windows 10, a versão definitiva do sistema operacional mais usado no mundo; e o Microsoft Edge, um novo navegador que veio para (ao menos tentar) apagar as impressões horríveis deixadas pelo Internet Explorer.
Porém, convenhamos: não será de uma hora para outra que a marca Internet Explorer vai ser esquecida. Além disso, o Edge ainda não tem suporte para complementos, algo que pesa na escolha do navegador para muita gente, especialmente porque seus principais concorrentes têm milhares de extensões à disposição. Enfim, independentemente dos motivos, você pode desativar o Edge em seu computador. Não é possível desinstalá-lo como se faz com qualquer outro programa do Windows, mas há como deixá-lo oculto, longe da sua vista. Aprenda a fazer isso agora.

 Passo 1 Faça o download do programa Edge Blocker.
 Passo 2 Feito isso, abra o arquivo ZIP e extraia o programa para qualquer pasta do Windows. Depois, dê um duplo clique para abri-lo.
 Passo 3 Com a tela do programa aberta, basta clicar em “Block”. Pronto, o Microsoft Edge foi bloqueado.

Para desbloquear o navegador da Microsoft, basta executar o programa novamente e clicar em “Unblock”.
Se a sua conta tiver status de administrador, o bloqueio se estende a todos os demais perfis do Windows. Assim, nenhum aplicativo ou serviço da web poderá abrir o navegador da Microsoft — você já deve ter passado por isso: clica em um link dentro de um software e o navegador que se abre é o Internet Explorer/Edge, mesmo que o browser padrão seja outro.
 O Edge Blocker é uma ferramenta portátil, ou seja, ela dispensa instalação. Isso significa que você pode guardá-la em um pendrive, carregando o dispositivo nos lugares que vai e aplicando a mesma alteração.
 
 
 Windows 10 está determinado a espionar
Um usuário descobriu que, através de várias medidas adotadas, o sistema Windows 10 envia dados para a Microsoft. 

Um usuário do site Voat, CheesusCrust, descobriu que, por mais que desative opções e que desinstale programas para evitar a espionagem no Windows 10, o sistema operacional continua a enviar informações sobre seus usuários para a Microsoft. Este internauta publicou três artigos (em Inglês) que explicam o desenvolvimento de suas pesquisas. 

No primeiro, ele explicou que tinha usado um laptop com Linux Mint onde tinha instalado o Windows 10 Empresa através do serviço de virtualização VirtualBox e, depois de usar este sistema operacional por mais de 8 horas, os dados de tráfego do computador foram atualizados. Durante esse tempo, o novo software da Microsoft tentou conectar-se mais de 5.500 vezes a 51 endereços IP da empresa. No segundo teste, CheesusCrust permaneceu no Windows 10 durante 30 horas e o sistema operacional enviou seus dados a 113 endereços IP. Por último, este usuário desativou as três páginas com opções de controle do sistema e o programa DisableWinTracking, cuja a função é bloquear a espionagem do software da Microsoft. No entanto, embora o número de tentativas de conexão e de endereços IP tenha diminuído, elas não desapareceram completamente. 

No entanto, CheesusCrust reconhece que não é um profissional da informática e convida outros usuários a investigar mais profundamente esta prática da Microsoft. 


Fonte: br.ccm.net/
 
 
 Fhotoroom entra para a lista de apps universais do Windows 10 com suporte ao Continuum
O Fhotoroom é um conhecido aplicativo para edição e compartilhamento de imagens, sendo bastante popular antes do advento meteórico do Instagram. Agora, sua versão presente na Windows Store recebeu uma grande atualização, sendo mais um a ser inserido na importante lista de apps universais do Windows 10.

Com o update, a ferramenta de edição de fotos ficou ainda mais completa, contando com uma interface totalmente reformulada e adaptada para os novos padrões visuais da plataforma. Com isso, temos uma organização muito maior, evitando o excesso de textos visto anteriormente para dar lugar a algo muito mais bonito e prático de ser utilizado, seja em dispositivos móveis ou em desktops com o Windows 10.

Outras novidades destacadas pelo changelog oficial são:

Aplicativo completamente reformulado para a plataforma universal do Windows 10 Mobile
Suporte a +650 RAW Digital Camera
Mais de 30 associações de arquivos
Mais de 30 formatos de arquivos
Suporte completo a metadados
Importar/Substituir metadados de fotos
Suporte ao Modo Continuum (ainda em fase beta)
Desempenho melhorado
Correções de bugs em geral
Como pode ser visto, o que era bom ficou ainda melhor com a nova versão do Fhotoroom, podendo ser visto facilmente como um dos melhores editores de fotos presente na Windows Store atualmente.

Caso não tenha sido notificado pela atualização, basta acessar diretamente a Windows Store e realizar o download de cerca de 8,7MB em dispositivos móveis e 87MB em desktops. O aplicativo é gratuito, porém estão presentes diversas opções de compras internas para permitir uma edição ainda mais completa para suas fotos, com várias alternativas de filtros, molduras e muito mais para a sua escolha.

Fonte: tudocelular.com
 
 
 Acompanhe todas as atualizações do seu PC Windows 10 Update History
A Microsoft lançou uma nova ferramenta que ajuda a acompanhar as atualizações do Windows 10 em ordem cronológica. O site traz um compilado de todas as melhorias e correções incluídas em cada update, separados por versões do sistema operacional em forma de lista com vários detalhes importantes. 

A intenção é oferecer ao usuário um resumo completo de todas as mudanças que o software vem sofrendo desde que se tornou um serviço, com atualizações cumulativas. Segundo a Microsoft, cada pacote liberado para download traz o conjunto completo do Windows 10. 

Com isso, basta o usuário baixar o update mais recente para garantir que seu computador estará devidamente atualizado – no Windows 8.1 ou anterior, era preciso baixar e instalar todas as atualizações prévias separadamente por meio do Windows Update.

A página separa as atualizações em dois grupos. O primeiro deles é a versão do Windows 10 liberada em julho de 2015, no lançamento oficial do sistema, e o segundo é o update de novembro, que trouxe um conjunto de mudanças mais profundas se comparado com outras atualizações menores.
Para ver o histórico de atualizações do seu Windows, e saber exatamente quais melhorias foram implementadas, acesse o Windows 10 Update History (microsoft.com/update-history-windows-10).

Fonte: techtudo.com.br
 
 
 Ministério da Saúde confirma terceira morte relacionada ao vírus da zika
Paciente era uma jovem de 20 anos, do município de Serrinha.
Morte foi em 2015, mas resultado dos exames saiu quase 1 ano depois.

O Ministério da Saúde confirmou a terceira morte relacionada ao vírus da zika, transmitido pelo mosquito Aedes aegypti, no Brasil.
O paciente era uma jovem de 20 anos, do município de Serrinha, no Rio Grande do Norte. Ela ficou internada em Natal durante 11 dias com problemas respiratórios. A morte foi em abril do ano passado, mas o resultado dos exames saiu apenas agora.

A Secretaria de Saúde Pública do Rio Grande do Norte (Sesap) ainda não se pronunciou oficialmente sobre a confirmação do Ministério. De acordo com a assessoria de imprensa da Sesap, o caso desta jovem era tratado como sendo de pneumonia. Uma reunião extraordinária foi convocada para a manhã desta quinta para esclarecer o assunto.
Segundo o Ministéria da Saúde, porém, não há dúvida.
A paciente em questão foi internada no dia 11 de abril de 2015 em seu município com um quadro de tosse seca e contínua.  O quadro evoluiu para tosse com sangramento e, devido à evolução para agravamento, a paciente foi transferida para o Hospital Giselda Trigueiro, em Natal, no dia seguinte (12 de abril).  No dia 23 de abril de 2015, a paciente veio a óbito. Inicialmente a causa base da morte foi tida como pneumonia devido ao quadro de infecção aguda. O caso foi investigado pelo Instituto Evandro Chagas, que constatou a infecção aguda pelo vírus Zika. O Ministério da Saúde já notificou a Organização Mundial (OMS) sobre o tema.
No final de novembro, o Evandro Chagas confirmou o primeiro caso de morte pelo vírus da zika no Brasil. A vítima foi um homem que morava no estado do Maranhão. Segundo os especialistas, o paciente tinha lúpus, uma doença que afeta o sistema imunológico, e por isso não resistiu à zika.

O segundo caso de morte ligada ao vírus da zika foi o de uma menida de 16 anos, do município de Benevides, no Pará. O comunicado foi feito pelo ministério no dia 28 de novembro.
Ela morreu no final de outubro. Os dados mostram que os sintomas começaram em 29 de setembro, e que a coleta de sangue foi feita sete dias depois, quando o caso foi notificado, em 6 de outubro. Ela apresentou dor de cabeça, náuseas e petéquias (pontos vermelhos na pele e mucosas). "O teste foi positivo para o vírus, confirmado e repetido", disse o ministério na ocasião.
A doença é transmitida pela picada dos mosquitos da família “aedes”, a mesma que transmite dengue e a febre chikungunya. A prevenção é evitar lixo acumulado e não deixar água parada como criadouro de mosquitos.


Casos de microcefalia
O Ministério da Saúde também confirmou no final do ano passado a relação entre o vírus da zika e o surto de microcefalia na região Nordeste. Na época, o Instituto Evandro Chagas, na capital paraense, encaminhou o resultado de exames realizados em uma bebê, nascida no Ceará, com microcefalia e outras malformações congênitas. Em amostras de sangue e tecidos, foi identificada a presença do vírus Zika.
A partir desse achado do bebê, o Ministério da Saúde passou a considerar confirmada a relação entre o vírus e a ocorrência de microcefalia. Essa é uma situação inédita na pesquisa científica mundial. As investigações sobre o tema devem continuar para esclarecer questões como a transmissão desse agente, a sua atuação no organismo humano, a infecção do feto e período de maior vulnerabilidade para a gestante. Em análise inicial, o risco está associado aos primeiros três meses de gravidez.



Veja perguntas e respostas sobre o vírus da zika:

Como ocorre a transmissão?
Assim como os vírus da dengue e do chikungunya, o vírus da zika também é transmitido pelo mosquito Aedes aegypti.

Quais são os sintomas?
Os principais sintomas da doença provocada pelo vírus da zika são febre intermitente, erupções na pele, coceira e dor muscular. A evolução da doença costuma ser benigna e os sintomas geralmente desaparecem espontaneamente em um período de 3 até 7 dias. O quadro de zika é muito menos agressivo que o da dengue, por exemplo.


Como é o tratamento?
Não há vacina nem tratamento específico para a doença. Segundo informações do Ministério da Saúde, os casos devem ser tratados com o uso de paracetamol ou dipirona para controle da febre e da dor. Assim como na dengue, o uso de ácido acetilsalicílico (aspirina) deve ser evitado por causa do risco aumentado de hemorragias.


Qual é a relação entre o vírus da zika e a microcefalia?
A relação entre zika e microcefalia foi confirmada pela primeira vez no mundo no fim de novembro pelo Ministério da Saúde brasileiro. A investigação ocorreu depois da constatação de um número muito elevado de casos em regiões que também tinham sido acometidas por casos de zika.
A evidência crucial para determinar essa ligação foi um teste feito no Instituto Evandro Chagas, órgão vinculado ao Ministério da Saúde no Pará, que detectou a presença do vírus da zika em amostras de sangue coletadas de um bebê que nasceu com microcefalia no Ceará e acabou morrendo.
Como a situação é muito recente, ainda não se sabe como o vírus atua no organismo humano, quais mecanismos levam à microcefalia e qual o período de maior vulnerabilidade para a gestante. Segundo o Ministério da Saúde, as investigações sobre o tema devem continuar para esclarecer essas questões.


Quais são as recomendações para mulheres grávidas?
O Ministério da Saúde orienta algumas medidas para mulheres grávidas ou com possibilidade de engravidar tendo em vista a ocorrência de casos de microcefalia relacionados ao vírus da zika.
Uma delas é a proteção contra picadas de insetos: evitar horários e lugares com presença de mosquitos, usar roupas que protejam a maior parte do corpo, usar repelentes e permanecer em locais com barreiras para entrada de insetos como telas de proteção ou mosquiteiros.
É importante informar o médico sobre qualquer alteração em seu estado de saúde, principalmente no período até o quarto mês de gestação. Um bom acompanhamento pré-natal é essencial e também pode ajudar a diminuir o risco de microcefalia.


Como é feito o diagnóstico da zika?
Ainda não há um teste padrão para diagnosticar a doença. “Como o zika é novo, não temos uma padronização nos testes. Para se ter certeza do diagnóstico, é preciso usar a técnica de PCR, que é complexa e não está disponível no mercado”, diz Rodrigo Stabeli, vice-presidente de Pesquisa e Laboratórios de Referência da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).
No Brasil, somente três unidades da Fiocruz, além do Instituto Evandro Chagas, órgão vinculado ao Ministério da Saúde, têm a capacidade de fazer esse exame. “Esses laboratórios têm a missão de desenvolver um método melhor de diagnóstico para suprir esse problema epidemiológico”, diz Stabeli.
Enquanto não existe um teste padrão, o diagnóstico nas regiões em que já se constatou a presença do vírus vem sendo feito por critérios clínicos.


Quais são as medidas de prevenção conhecidas?
Como o vírus da zika é transmitido pelo Aedes aegypti, mesmo mosquito que transmite a dengue e o chikungunya, a prevenção segue as mesmas regras aplicadas a essas doenças. Evitar a água parada, que os mosquitos usam para se reproduzir, é a principal medida.
Em casa, é preciso eliminar a água parada em vasos, garrafas, pneus e outros objetos que possam acumular líquido. Colocar telas de proteção nas janelas e instalar mosquiteiros na cama também são medidas preventivas. Vale também usar repelentes e escolher roupas que diminuam a exposição da pele. Em caso da detecção de focos de mosquito que o morador não possa eliminar, é importante acionar a Secretaria Municipal de Saúde do município.
Por enquanto, não existe vacina capaz de prevenir a infecção pelo vírus da zika.


Qual é a diferença entre dengue, chikungunya e zika?
Os vírus da dengue, chikungunya e zika são transmitidos pelo mesmo vetor, o Aedes aegypti, e levam a sintomas parecidos, como febre e dores musculares. Zika e dengue são do gênero Flavivirus, já o chikunguna é do gênero Alphavirus.

As doenças têm gravidades diferentes. A dengue, que pode ser provocada por quatro sorotipos diferentes do vírus, é caracterizada por febre repentina, dores musculares, falta de ar e moleza. A forma mais grave da doença é caracterizada por hemorragias e pode levar à morte.

O chikungunya caracteriza-se principalmente pelas intensas dores nas articulações. Os sintomas duram entre 10 e 15 dias, mas as dores articulares podem permanecer por meses e até anos. Complicações sérias e morte são muito raras.

Já a febre pelo vírus da zika leva a sintomas que se limitam a no máximo 7 dias. Apesar de os sintomas serem mais leves do que os de dengue e chikungunya, a relação do vírus com a microcefalia e a possível ligação com a síndrome de Guillain-Barré tem trazido preocupação.
 
 
 Microsoft revela o que têm as atualizações do Windows 10
O novo sistema operativo Windows 10 tem valido muitas críticas à Microsoft, relacionadas com questões de privacidade e com algumas faltas de informação por parte da empresa. Agora, Redmond quer mudar e vai passar a mostrar o que contem cada atualização.

A Microsoft reagiu às críticas da comunidade onde os utilizadores se queixavam de não saber exatamente o que era alterado com cada atualização do Windows 10 e vai passar a divulgar o que os patches trazem. A empresa disponibiliza estes dados num site próprio criado para o efeito e que reflete todo o histórico de atualizações .

A Microsoft diz que escutou o feedback dos utilizadores e que decidiu implementar este meio de comunicação com a comunidade, noticia o The Verge.

O lançamento do site coincide com a Patch Tuesday, o dia marcado pela empresa de Redmond para lançar atualizações de segurança. Embora a maior parte dos utilizadores possa não estar interessada no que contêm as atualizações, esta informação poderá ser bastante útil para os administradores de sistemas ou utilizadores avançados.

http://exameinformatica.sapo.pt/
 
 
 Windows 10 começou a ser baixado automaticamente
Microsoft: Windows 10 começou a ser baixado automaticamente

Os usuários do Windows 7 e 8.1, comerão a ver, nos próximos dias, a atualização para o Windows 10, como um update recomendado que vai ser baixado automaticamente.

A Microsoft disse que o lançamento do Windows 10 como um update recomendado começou nesta segunda-feira.

Os usuários que tiverem seus computadores configurados para baixar e instalar automaticamente as atualizações recomendadas vão começar a ver um instalar para o novo sistema aparecer pedindo que façam o upgrade.

Apesar do instalador ser baixado automaticamente, os usuários terão que executá-lo se realmente querem atualizar para o novo software.

Esse lançamento mais agressivo já era esperado. A Microsoft anunciou em outubro de 2015 o plano de lançar o Windows 10 como um update recomendado, dizendo que isso aconteceria “no começo de 2016”.

A tática também é útil para assegurar que o maior número de usuários do Windows 7 e 8.1 consigam aproveitar a oferta para atualizar o sistema gratuitamente, a oportunidade será encerrada em julho.

Fonte: http://www.teciber.com/
 
 
 iPhone 5se poderá chegar em rosa vivo e cor dourada, eliminada
iPhone 5se poderá chegar em 'rosa vivo'; cor dourada será eliminada [rumor]

Um novo iPhone com tela de 4 polegadas poderá ser lançado a partir de março, sugeriu o site japonês Mac Otakara. Sob o título de iPhone 5se, o aparelho deverá contar com aspectos técnicos semelhantes aos do iPhone 5s; especula-se, porém, que o design do iPhone 6s e iPhone 6s Plus é que poderá adornar o suposto flagship.

O celular, ainda segundo os últimos rumores, deverá chegar às prateleiras também em “rosa vivo” ou “rosa quente” (“hot pink”, em inglês). A edição dourada, contudo, poderá ser eliminada. Esta não é a primeira vez que a tão peculiar tonalidade é sugerida por fontes não oficiais aos lançamentos da Apple (durante o desenvolvimento do iPhone 6S, o anúncio de um smartphone em “rosa vivo” foi cogitado – o que chegou ao mercado, porém, foi a edição em ouro rosa do pomposo dispositivo).

Desta vez, o blog japonês afirma que variações em prata e em space gray (cinza), além do “rosa vivo” do iPhone 5se, vão estar disponíveis – isso se nenhuma confusão quanto à tradução das cores tiver sido feita. O evento que pode resultar no anúncio do iPhone 5se deverá ser realizado no dia 15 de março, conforme especula o 9to5Mac.

São esperadas as apresentações do iPad Air 3 e de novidades ainda desconhecidas relacionadas também ao Apple Watch. Nenhum pronunciamento oficial foi feito até o momento pela Apple. 

Fonte: .tecmundo.com.br/
 
 
 A polêmica do erro 53que desabilita o iPhone 6 que passou por conserto não oficial
A polêmica do ‘erro 53’ que desabilita o iPhone 6 que passou por conserto ‘não oficial’

Seu nome é "erro 53" - e é implacável.
A mensagem aparece após a última atualização do sistema operacional da Apple, o iOS 9, em aparelhos iPhone 6 que passaram por algum reparo "não oficial" (fora dos centros de serviço autorizados). E faz com que o telefone deixe de funcionar.

O erro, na verdade, não é novo. Em informação publicada no site de suporte técnico da Apple e atualizada em 21 de dezembro, a empresa explica: "Quando o iOS encontra um módulo de Touch ID (o sistema de reconhecimento de impressões digitais do iPhone) não identificado ou inesperado, a verificação falha".
E completa: "Por exemplo, uma mudança de tela não autorizada ou defeituosa pode causar um erro na verificação". Neste caso, segundo a empresa, deve-se contatar o suporte da Apple para "informações sobre preços para consertos fora da garantia".
A novidade é que com o iOS 9 não importa se o reparo fora dos serviços autorizados ocorreu há semanas ou meses. O software identifica a operação e desabilita o telefone.
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A Apple informou que o erro é uma medida de segurança para prevenir o uso de sensores fraudulentos de Touch ID.
Quando isso ocorre, dados sem cópias de segurança (como fotos) ficam inacessíveis.
Até agora não há uma forma de reverter esse erro, nem nas lojas oficiais da Apple, e também não se sabe quantos usuários foram afetados.
'Medida de segurança'
Em comunicado enviado à BBC, a Apple informou que o erro 53 é "resultado de revisões de segurança".

"Levamos a segurança dos nossos clientes muito a sério", diz a nota. "O iOS checa se o sensor de Touch ID em seu iPhone ou iPad coincide de forma correta com outros do dispositivo".
"Se o iOS encontra um desajuste, essa checagem falha e o Touch ID, incluindo a função Apple Pay, é desabilitado. Essa medida de segurança é necessária para proteger seu dispositivo e prevenir o uso fraudulento do sensor de Touch ID".
A Apple recomenda a usuários que verificaram esse erro a procurar o suporte oficial da empresa.

Sem alternativa
Usuários costumam recorrer a reparos não autorizados por dois motivos básicos: porque são mais baratos ou pela ausência de empresas autorizadas onde vivem.

O fotógrafo Antonio Olmos, que se diz viciado em produtos Apple, disse ao jornal inglês The Guardian que teve que recorrer a um reparo pirata quando trabalhava na Macedônia durante a atual crise de refugiados.
"Meu telefone caiu, e como precisava dele desesperadamente para trabalhar, mandei consertá-lo numa loja local, pois não há lojas da Apple na Macedônia. Consertaram a tela e o botão Home (início), e funcionou com perfeição", disse. Mas apenas até a atualização do software.
"Como uma companhia pode deixar seus próprios produtos inúteis com uma atualização e nem alertar os clientes sobre isso?", questionou o fotógrafo.
Uma possível solução, segundo especialistas em tecnologia, seria dar a opção aos usuários de recalibrar os aparelhos em uma loja Apple, evitando que os aparelhos deixassem de funcionar.

Fonte: http://www.bbc.com/
 
 
 Vacinas estão em falta nas unidades de Saúde
As UBSs (Unidades Básicas de Saúde) do Grande ABC sofrem com desabastecimento de vacinas por parte do Ministério da Saúde, que não está repassando as doses aos municípios de maneira integral desde novembro. Em alguns postos, os estoques estão zerados.

Os principais problemas são com as vacinas contra hepatite A, hepatite B, dupla adulto (difteria, tétano e coqueluche), tetra viral (sarampo, caxumba, rubéola e varicela) e DTP (Difteria, Tétano e Coqueluche). Para não prejudicar a população, os municípios são obrigados a substituir algumas doses ou priorizar determinados públicos-alvos.

Entre as doses em falta, uma das mais preocupantes para a saúde da população é a vacina contra hepatite B. A doença é sexualmente transmissível e também pode ser passada para o bebê durante o nascimento, caso a mãe esteja infectada, compartilhamento de material para uso de drogas e de higiene pessoal.

“(A falta da vacina) É relativamente grave, principalmente para a população sexualmente ativa. A ausência da imunização significa colocar essas pessoas em alto risco. Entre 5% e 10% dos pacientes que não conseguem se livrar do vírus podem desenvolver cirrose e câncer no fígado”, afirma o infectologista da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) e do Hospital Israelita Albert Einstein Gustavo Johanson.

Quem já conseguiu tomar alguma dose – a imunização completa contra a hepatite B é feita em três etapas – pode esperar até que haja normalização nas unidades de Saúde para receber a próxima. “O que não pode é adiantar, mas atrasar as doses, nesse aspecto, não tem problema. Não vai perder o efeito. O importante é continuar de onde parou. Se a pessoa tomou a primeira dose e atrasou para tomar a segunda, ela não tem que tomar a primeira novamente, por exemplo. A proteção está garantida.”

Para saber quais doses estão indisponíveis em cada cidade da região, acesse o Diário OnLine e leia a reportagem completa.


Pasta cita ausência de imunizações no mercado

O Ministério da Saúde, por meio de nota, informou haver indisponibilidade de algumas vacinas nos mercados nacional e internacional e que está buscando soluções para garantir a proteção da população até a produção estar totalmente normalizada. “Vale ressaltar que os atrasos são pontuais e o Brasil tem mantido, apesar disso, altos índices de cobertura vacinal (cerca de 90%). Para otimizar o uso das doses e minimizar perdas, o Ministério da Saúde orienta gestores locais a agendar a aplicação das vacinas.”

Em relação à dose contra hepatite B, a Pasta afirma que em outubro foram distribuídas 1,2 milhão de imunizações aos Estados e que aguarda o recebimento de 17 milhões de doses, segundo o cronograma de entrega do Instituto Butantan, que deverá ser iniciado ainda neste mês.

Já sobre a dupla adulto, a Pasta diz que em dezembro foram enviadas 240 mil doses ao Estado e lembra ainda que já recebeu cerca de 20 milhões de unidades da vacina, que aguardam liberação e análise para posterior distribuição.

Procurada pelo Diário, a Secretaria da Saúde do Estado confirmou o desabastecimento, afirmou que a aquisição das doses é de responsabilidade do Ministério e disse que aguarda o repasse para depois distribuir aos municípios. 


Fonte: dgabc.com.br
 
 
 Nova Build do Windows 10 esconde subsistema baseado no Linux
Investigando detalhes da Build 14251 do Windows 10, lançada na semana passada, o hacker conhecido como Walking Cat fez uma descoberta bastante interessante. Segundo ele, alguns arquivos presentes na plataforma fazem menção direta à possibilidade de que um subsistema Linux esteja rodando junto ao software da Microsoft.
Walking Cat cogita que isso pode estar relacionado a um ressurgimento do Project Astoria, que pretendia facilitar a conversão de aplicativos do Android para o Windows 10 Mobile. A iniciativa havia sido parada pela empresa devido aos problemas que ela enfrentava em conseguir adaptar os apps do sistema da Google para seu próprio sistema operacional.
Entre os arquivos identificados pelo hacker estão “lxcore.sys” e “lxss.sys”, que já eram conhecidos por quem lidou com o Astoria. O site WMPowerUser cogita que a adição da compatibilidade a certos aplicativos do Linux beneficiaria o Windows 10 principalmente no segmento de servidores, setor em que a plataforma aberta possui grande influência.
Também há a possibilidade de que a Microsoft esteja retomando seu projeto de conversão, seja na tentativa de dar outra chance à adaptação de softwares do Android ou apostando em uma nova solução de aplicativos universais. Independente de qual seja a intenção da companhia, não deve demorar muito até que a verdade venha à tona graças à comunidade ativa de usuários que se dedica a investigar com atenção todos os detalhes do sistema operacional.
 
 
 6 editores de vídeo para você usar no Windows 10
Se você passa muito tempo em frente ao computador, certamente já pensou em como seria poder editar os seus próprios vídeos para fazer vlogs, montagens e outras edições divertidas para compartilhar com os amigos na internet.
Atualmente, há muitos editores de vídeo disponíveis para os computadores com Windows 10, e muitos deles são bem mais simples do que a grande maioria imagina. É claro que também há funções profissionais e complexas, criadas para fazer com que os editores consigam dominar qualquer transição, efeito ou corte de câmera.
Está curioso para conhecer alguns dos editores mais legais da atualidade? Então confira agora mesmo a nossa lista e experimente os softwares para encontrar o que melhor se encaixa em suas necessidades. Será que você pode ser um editor de sucesso?

1. Vegas
Ele já foi chamado de Sony Vegas, mas hoje atende somente pelo segundo nome. Criado para editores profissionais, o software é bem reconhecido pelas possibilidades que traz para quem é fanático por ajustes de áudio — pois ele permite configurações bem avançadas em profundidade de notas, linhas e espectros sonoros. Há até mesmo um equalizador profissional integrado ao software da Sony.
Para o vídeo propriamente dito, o aplicativo traz suporte para altas resoluções e funcionalidades drag-and-drop. Um ponto bem legal do Vegas Pro está no fato de que ele se comunica muito bem com outros editores de vídeo. Dessa forma, ele pode exportar não somente vídeos em diversos formatos, mas também projetos prontos para serem trabalhados em outros softwares — incluindo alguns bem conhecidos que são usados para a criação de efeitos especiais.
Entre no link abaixo para baixar a versão de testes
http://www.baixaki.com.br/download/vegas-pro.htm
Licença: gratuita para testar

2. Cyberlink PowerDirector
Talvez você não precise de efeitos e técnicas tão profissionais, não é mesmo? Pois então você pode se adequar melhor à utilização de softwares um pouco mais simples e que são destinados às edições rápidas e intuitivas. Se esse é o seu caso, existem algumas ferramentas bem legais, e um dos melhores exemplos da atualidade é o PowerDirector da Cyberlink — um programa dividido em duas grandes ferramentas.
Existe a função Full Feature Editor — que reúne grandes ferramentas —, e outra chamada Easy Editor, que é a mais simples. Nesta seção, você encontra uma série de templates e filtros automáticos que podem fazer todo o trabalho pesado por você. Com isso, qualquer pessoa consegue fazer vídeos de apresentação e outras edições básicas com pouco tempo de aprendizado. Um ótimo aliado para quem não precisa de ferramentas profissionais.
Entre no link abaixo para baixar a versão de testes
http://www.baixaki.com.br/download/Cyberlink-PowerDirector.htm
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3. Windows Movie Maker
Outra opção descomplicada e excelente para edições simples, o Windows Movie Maker pode até sofrer um pouco de preconceito, mas é uma grande mão na roda dos usuários. Se você precisa de uma ferramenta para unir dois vídeos criados com uma GoPro, por exemplo, não precisa de mais do que vai encontrar na ferramenta da Microsoft. Ele também é bem competente para a criação de transições e outros ajustes simples.
Vale dizer também que o Windows Movie Maker conta com um bom sistema de compartilhamento direto com redes sociais e serviços de armazenamento — incluindo o Facebook, o OneDrive e o YouTube. Um dos pontos negativos dele está nos formatos suportados para a importação, mas isso não será um problema para os usuários que fizerem a importação a partir das principais câmeras ou smartphones do mercado.
Entre no link abaixo para baixar o software
http://www.baixaki.com.br/download/windows-movie-maker.htm
Licença: gratuita

4. AVI ReComp
Este aplicativo está nessa lista por uma função específica. Ele é tão simples quanto o Movie Maker, mas traz uma ferramenta a mais e que pode facilitar a vida de muitos usuários: a edição e aplicação rápida de legendas. Isso mesmo, um dos grandes destaques do AVI ReComp está no fato de que ele permite a inserção de marcas e legendas com rapidez e qualidade.
Entre no link abaixo para baixar o software
http://www.baixaki.com.br/download/avi-recomp.htm
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5. Adobe Premiere
É impossível fazer uma lista sobre editores de vídeo e não falar sobre o Adobe Premiere. Este aplicativo é completamente profissional e possui muitas ferramentas de alto nível para que os editores consigam fazer seus trabalhos com qualidade e fluidez. É preciso dizer que os recursos disponíveis no Premiere são capazes de fazer qualquer edição profissional com sucesso.
Entre os grandes destaques do software estão recursos que permitem a edição de cores de uma forma bem dinâmica; sistema de transcodificação para mídias de vários formatos e suporte até mesmo para filmagens 8K. Também existe muita facilidade na conexão entre o Premiere e o After Effects — software que permite a adição de efeitos especiais aos vídeos.
Entre no link abaixo para baixar a versão de testes
http://www.baixaki.com.br/download/adobe-premiere-pro.htm
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6. Lightworks
Existem duas versões do Lightworks, mas hoje vamos nos dedicar a falar sobre a gratuita. O software é uma ótima ferramenta para quem precisa editar vídeos de um modo rápido e descomplicado — uma vez que o grande diferencial dele está justamente na otimização para o aumento de velocidade, desde a aplicação de filtros e efeitos até a renderização dos conteúdos criados ali.
O Lightworks traz suporte para a edição multicâmera, permitindo uma melhor interação entre os vídeos capturados com diferentes fontes. Ele ainda garante bons resultados de inserção de textos, integração com um software de efeitos especiais (Boris FX), aplicação de filtros em tempo real e exportação dedicada a serviços online.
Entre no link abaixo para baixar o software
http://www.baixaki.com.br/download/lightworks.htm
Licença: gratuita
 
 
 Como ativar e desativar autoplay de vídeos no Windows 10
Quando você insere um dispositivo removível, como um CD, DVD ou cartão de memória em seu computador, vai aparecer uma pequena janela do “AutoPlay” do Windows 10. A reprodução automática detecta o tipo de disco ou mídia que você inseriu e automaticamente toma qualquer ação que solicitar.
Embora esse seja um comportamento útil, as vezes o recurso pode se tornar irritante ou não fazer aquilo que você realmente quer. Para resolver isso, basta desativar o AutoPlay ou personalizá-lo. Se você ainda não sabe como fazer, veja abaixo como ativar e desativar o autoplay de vídeos no Windows 10.

Passo 1. Acesse as configurações do Windows clicando no menu Iniciar e depois na opção “Configurações”;
Passo 2. Em “Configurações”, clique no item “Dispositivos”;
Passo 3. Ao entrar em “Dispositivos”, acesse a opção “Reprodução Automática”;
Passo 4. Para ativar o AutoPlay do Windows 10, mude a chave presente em “Reprodução Automática” de “Desativado” para “Ativado”;
Passo 5. Para desativar o AutoPlay do Windows 10, mude a chave presente em “Reprodução Automática” de ”Ativado” para “Desativado”;
Passo 6. Se quiser personalizar o que o sistema deve fazer quando o AutoPlay for executado, clique no item abaixo de “Dispositivo removível” e selecione uma opção na lista que será exibida;

Pronto! Agora sempre que precisar você pode ajustar a configuração do AutoPlay do Windows 10 para que a reprodução automática funcione (ou não) como você realmente precisa.
 
 
 Nove obstáculos que limitam a adoção do Windows 10
Pouco mais de seis meses se passaram desde o lançamento do Windows 10. Nesse intervalo, mais de 200 milhões de pessoas já adotaram o sistema operacional da Microsoft. Não há dúvidas de que ele representa o futuro aos usuários de PCs. Mas, seria ingênuo pensar que trata-se de uma solução perfeita.
Assim, a seguir, listamos nove pontos que poderiam ser melhorados pelos executivos e estrategistas da empresa fundada por Bill Gates para acelerar ainda mais a entrada do produto no mercado. 

1. Contar quais mudanças são feitas. Durante anos, foi possível confiar no Microsoft Knowledge Base para acessar descrições do que mudou na plataforma. Com o advento do Windows 10, o fluxo de informação sobre esses processos de transformação no sistema passou de algo completo para um contexto que pode ser classificado como “inexistente”.
2. Oferecer a possibilidade de bloquear “patches” específicos. Até agora, tivemos sorte. Afinal, mesmo forçando updates, foram poucos os casos de falhas nas instalações ou efeitos estranhos (como perdas de aplicativos ou documentos) reportados pelos usuários. Porém, isso pode ser algo mais comum a partir que o sistema operacional ganha escala e precisará de correções mais constantes. Seria, assim, agradável oferecer um controle maior aos usuários desses processos.
3. Separar atualizações de segurança das demais. Desde o nascimento do Windows Update, há duas décadas, os usuários tiveram a opção de aceitar ou não atualizações opcionais, que não causem um impacto tão grande no desempenho da plataforma, de maneira geral. A versão mais recente do sistema não traz uma distinção clara das atualizações necessárias (de segurança) das gerais.
4. Mostrar como o Windows Update Business realmente funciona. Apesar de alguns esforços da fabricante ao tentar explicar como o mecanismo de fato atua, não há clareza com relação a diversos pontos. Essa questão, reportam algumas notícias e analistas, tem trazido certa dor de cabeça aos administradores de sistemas de empresas ao redor do mundo.
5. Disponibilizar um “interruptor” de privacidade que funcione. Usuários de Windows deveria estar um pouco preocupados com algumas questões referentes a seus dados. Claro, não que a abordagem da Microsoft seja muito diferente da postura adotada por Google ou Facebok. Mas, pensamos que a companhia deveria manter padrões mais elevados. Aqui alguns pontos que a empresa deveria considerar:
a) Contar os usuários o que está armazenando em seus bancos de dados
b) Dar aos usuários um jeito fácil, no Windows, de desligar o processo de coleta de dados
c) Fornecer uma maneira simples para que se examine os dados que coletou e apagar os que vão além da necessidade.

6. Consertar o Surface Pro 4 e o Surface Book. O dispositivo construído propriamente para o sistema operacional revelou-se uma ferramenta bastante interessante, fazendo muitos usuários esquecerem os anos que o software da Microsoft não funcionava lá tão integrado ao hardware produzido por terceiros. Porém, a máquina precisa de alguns ajustes (bem como ser disponibilizada em outros mercados!).
7. Arrumar o OneDrive. Até o Windows 8, o OneDrive era um sistema de armazenamento online bastante útil. Apesar de eventuais deficiências, ao menos operava de maneira bem integrada ao sistema operacional. Agora, essa conexão ainda necessita alguns ajustes fundamentais.
8. Parar de pressionar. A fabricante adotou uma postura agressiva para levar a nova versão do sistema operacional ao maior número de computadores possível. Isso, em alguns momentos, acaba por sendo um tanto inconveniente.
9. Dar alguns detalhes sobre o futuro próximo do Windows 10. Não, não há necessidade de dar detalhes estratégicos. Porém, temas relativos a alguns pontos de evolução do sistema operacional não cairiam nada mal, especialmente para que usuários corporativos possam preparar para realizar movimentos importantes.
 
 
 10 obstáculos na adoção do Windows 10
O que o fabricante tem de fazer para tornar a migração mais atractiva.
Já se passaram cerca de seis meses desde o lançamento do Windows 10 e perto de 200 milhões de pessoas (ou mais, dependendo de como se conta) adoptaram o sistema operativo executam agora a “última” versão do Windows. Parece que ela é com efeito o futuro para os utilizadores do referido sistema.
Mas há margens para dúvidas entre aqueles à espera de um Windows  melhor. Há muitas boas razões para manter o Windows 7.
A urgência para os utilizadores passarem para o Windows 10 aumentou para a Microsoft, sem acompanhar aquela de completar e disponibilizar o leque de funcionalidades mais ambicionado pelos utilizadores mais intensivos do sistema operativo.
Há dez pontos nos quais a Microsoft podia aplicar-se para tornar a migração mais atractiva:
‒ dizer que mudanças estão a ser feitas para no Windows;
‒  oferecer a possibilidade bloquear “patches” específicos
‒ separar as actualizações de segurança, de outra área e das opcionais;
‒ mostrar como o Windows Update Business realmente funciona;
‒ disponibilizar um “interruptor” de privacidade  que funcione mesmo;
‒ consertar o Surface Pro 4 e o Surface Book;
‒ terminar o Edge;
‒ concluir o OneDrive;
‒ parar de pressionar;
‒ revelar o que vai acontecer com o Windows no futuro próximo.
 
 
 Windows 10 se transforma em update recomendado para PCs antigos
A Microsoft mudou o status da atualização para o Windows 10 em computadores antigos. A atualização para o sistema operacional, que antes era considerada “opcional”, passou a ser tratado como “update recomendado” para PCs com Windows 7, Windows 8 e Windows 8.1.
A mudança faz parte da estratégia da desenvolvedora de software de fazer com que seus usuários migrem para a nova plataforma o mais rápido possível, o que pode causar alterações não intencionais nos computadores, dependendo das configurações do Windows Update.
A medida começou a ser implantada da segunda (1). Na prática, essa mudança significa que as pessoas que configuraram seus computadores para fazer downloads automáticos de atualizações do Windows Update podem descobrir que o Windows 10 foi baixado "sem sua autorização".
Para evitar que isto aconteça, basta acessar as configurações do Windows Update e desmarcar a opção “Envie-me atualizações recomendadas da mesma maneira como eu recebo atualizações importantes”.
Mesmo que um usuário baixe o sistema operacional "por acidente", o computador não vai ser atualizado sem que seja realizada uma confirmação manual. A medida não altera a política da Microsoft de pré-baixar arquivos do Windows 10 antes de iniciado o processo de atualização, como forma de agilizar o processo. 
Em nota, a Microsoft confirmou a mudança. “Como divulgado no final de outubro nos canais oficiais da Microsoft, temos o compromisso de tornar mais fácil o upgrade para o Windows 10 para os usuários do Windows 7 e do Windows 8.1. Hoje, nós atualizamos a experiência de upgrade para ajudar nossos usuários, que já haviam reservado o upgrade, a agendar um horário para que seu upgrade aconteça”, explica.
A alteração ainda não foi estendida para todos os computadores com versões antigas do Windows, que continuam exibindo o Windows 10 como opcional, mas isto deve ser modificado nos próximos dias.
 
 
 Como ativar o modo de Hibernação do Windows 10
O modo de Hibernação do Windows 10 é uma boa saída para quem deseja desligar o computador sem fechar os programas abertos e recuperar as telas quando voltar a abrir a tampa do notebook. Nela, o sistema salva os dados no disco e desliga a máquina, consumindo menos energia que o modo de Suspensão. Aprenda como ativar a opção Hibernar e incluí-la no menu Iniciar.

Etapa 1. Verificando o suporte à Hibernação e ativando
Passo 1. Pressione as teclas “Windows + X” e, no menu que aparece, selecione “Prompt de Comando (Admin)”;
Passo 2. Na janela que aparece, digite o comando powercfg /availablesleepstates e dê enter;
Passo 3. Observe nos resultados se “Hibernar” aparece como um dos estados disponíveis. Caso sim, pule para a Etapa 2;
Passo 4. Se o modo de hibernação não estiver disponível, digite powercfg /hibernate on e aperte “Enter”.

Nem sempre é possível ativar o modo de Hibernação no computador pois pode haver incompatibilidade dos componentes da máquina ou do BIOS do PC. Verifique isso com o suporte da fabricante, caso não consiga fazer a ativação.

Etapa 2. Adicionando a Hibernação no Menu Iniciar
Passo 1. Pressione novamente a combinação “Windows + X” e clique dessa vez em “Opções de Energia”;
Passo 2. Na tela que se abre, toque em “Exigir senha ao despertar”;
Passo 3. Toque sobre a opção “Alterar as opções não disponíveis no momento”;
Passo 4. Em configurações de desligamento, marque a opção “Hibernar”;
Passo 5. Se quiser editar qual ação seu PC tomará ao fechar a tampa ou pressionar o botão de energia, basta editar as listas destacadas;
Passo 6. Quando terminar tudo, toque em “Salvar alterações”;
Passo 7. Abra o menu iniciar e toque em “Ligar/Desligar” para verificar se a alteração entrou em vigor.

Agora você já pode colocar o seu notebook no modo Hibernação para economizar energia.
 
 
 Especialistas desaconselham patch para Windows 10
A actualização é um mistério, tem semelhanças com o “Get Windows 10 “, e muitos administradores de sistema recusam-se a instalá-la.
Na última quarta-feira, a Microsoft emitiu uma nova actualização, a KB 3123862, para o Windows 10, que surge como opcional. As semelhanças com o problemático “patch” do  ano passado, “Get Windows 10” (KB 3.035.583)l leva muitos especialistas em Windows a desaconselhar a sua instalação.
A actualização, em si, parece inócua. O artigo descrito sobre ela diz apenas que “a actualização adiciona capacidades para alguns computadores permitindo aos utilizadores facilmente aprender sobre o Windows 10 ou iniciar uma actualização para o Windows 10”.
Mas instalando-se o KB 3123862, fica-se  com novas cópias do Explorer.exe do ExplorerFrame.dll, com ficheiros de suporte (ícones e menus, por exemplo); da Shell32.dll, o coração da interface do Windows; e e Authui.dll, que controla processos de autenticação.
Apesar disso ninguém sabe bem para que serve o “patch”.
 
 
 Novo update cumulativo para Windows 10 pode ser liberado na próxima semana sob build 10586.105
A Microsoft liberou recentemente a build 10586.71 do Windows 10 para desktops e dispositivos móveis, fazendo com que os usuários pudessem usufruir de uma série de melhorias e correções de bugs que atrapalhavam a experiência geral de uso. Desde então, começaram os rumores sobre a próxima compilação a ser liberada pela gigante de Redmond, sendo inicialmente especulado sobre a versão de número 10586.104 para smartphones com o Windows 10 Mobile.
Agora, novos detalhes sobre o assunto foram liberados pelo portal Windows Central, demonstrando que a mesma build deve ser liberada também para desktops, o que significa que ela deve fazer parte do novo update cumulativo para o Windows 10. Segundo revelado, na verdade teremos uma edição ligeiramente mais recente do que imaginávamos, sendo comentado sobre a numeração 10586.105 tanto para desktops quanto para dispositivos móveis, garantindo assim uma quantidade ainda maior de melhorias e correções.
Vale lembrar que usuários do programa Insiders estão recebendo compilações do Windows 10 Redstone caso habilitem o ciclo rápido de desenvolvimento em seus computadores, enquanto quem se inscreve nesta opção em smartphones tem recebido a mesma edição liberada pouco tempo depois para os novos Lumia 550, Lumia 950 e Lumia 950 XL. É esperado que a Microsoft comece a disponibilizar builds da geração Redstone do Windows 10 Mobile por meio do programa Insiders em breve, porém isto aconteceria apenas após a liberação pública do sistema para os usuários que contam atualmente com o Windows Phone 8.1.
Ainda não há qualquer comentário oficial sobre a liberação de novas builds, seja por meio do programa Insiders ou como um update cumulativo, restando aguardarmos que mais detalhes sobre o assunto sejam liberados para que possamos saber quando os usuários poderão contar com a novidade e quais serão as melhorias adicionadas pela Microsoft. Considerando que o lançamento público do Windows 10 Mobile é esperado para acontecer durante a MWC 2016, podemos ter uma das últimas compilações antes que a companhia comece a disponibilizar versões voltadas para a geração Redstone dos dispositivos móveis.
 
 
 DailyMotion ganha aplicativo universal para Windows 10
O YouTube é uma das maiores plataformas do mercado de streaming de vídeo, se não a maior. É claro, ela está constantemente competindo com outras gigantes, como a Netflix, Amazon Video e até o Facebook. Porém, o Daily Motion também é um grande concorrente, que infelizmente ficou muito mais popular entre os consumidores dos Estados Unidos. Agora surgiu mais uma opção para os usuários do serviço.
Agora o Daily Motion ganhou uma versão oficial para Windows 10, os consumidores da Microsoft poderão fazer download do aplicativo para computador e dispositivos móveis, já que é um app universal.
Os usuários de ambas plataformas podem usar o aplicativo para assistir vídeos que ficaram populares ao redor do mundo. Aqui no Brasil não são tantos que conhecem a plataforma, mas aqueles que possuem aparelhos da Microsoft podem começar a aproveitar da novidade.
Com o app é possível assistir vídeos em HD e até 4K, seguir os canais favoritos, gerenciar seu canal. O player de vídeos pode ser mudado para seu canto preferido da tela, e é muito simples fazer upload dos seus vídeos na plataforma.
Já é possível fazer download gratuito do aplicativo DailyMotion, os consumidores podem ir na Windows Store. As duas versões estão disponíveis na mesma página, e aproveite que é um aplicativo gratuito.
 
 
 Microsoft trabalha em correção para problema no teclado nativo do Windows 10 Mobile
De uns tempos pra cá usuários do Windows 10 Mobile têm relatado um incômodo bug presente no teclado nativo do sistema quando utilizada a função Word Flow, que nada mais é do que o modo de escrita contínua. De acordo com muitos comentários feitos ao redor do mundo, determinados dispositivos estão apresentando falha na funcionalidade, não sendo incluído um espaço após o término da escrita. Com isso, após realizar os gestos para digitar uma palavra e logo em seguida partir para a próxima, ambas serão unificadas em uma única sentença, fazendo assim com que você precise direcionar o cursor manualmente entre elas para separá-las.

Em nossos testes foi possível perceber o problema ao tentarmos digitar algo no navegador Edge, sendo necessário realizar o movimento de deslizar com o dedo mais uma vez após a inserção da palavra para que seja adicionado o espaço. Para amenizar um pouco a situação, a Microsoft parece já estar ciente do problema, pois um funcionário da empresa foi ao Twitter informar que as devidas correções já estão sendo trabalhadas, devendo chegar aos usuários em pouco tempo. Como não foi dado nenhum prazo concreto para que isto aconteça, contudo, não há como sabermos quanto tempo de fato será necessário esperarmos para que uma atualização com a solução seja disponibilizada.

Fonte: tudocelular.com
 
 
 Como ativar e desativar autoplay de vídeos no Windows 10
Quando você insere um dispositivo removível, como um CD, DVD ou cartão de memória em seu computador, vai aparecer uma pequena janela do “AutoPlay” do Windows 10. A reprodução automática detecta o tipo de disco ou mídia que você inseriu e automaticamente toma qualquer ação que solicitar.

Embora esse seja um comportamento útil, as vezes o recurso pode se tornar irritante ou não fazer aquilo que você realmente quer. Para resolver isso, basta desativar o AutoPlay ou personalizá-lo. Se você ainda não sabe como fazer, veja abaixo como ativar e desativar o autoplay de vídeos no Windows 10.

Passo 1. Acesse as configurações do Windows clicando no menu Iniciar e depois na opção “Configurações”;

Passo 2. Em “Configurações”, clique no item “Dispositivos”;

Passo 3. Ao entrar em “Dispositivos”, acesse a opção “Reprodução Automática”;

Passo 4. Para ativar o AutoPlay do Windows 10, mude a chave presente em “Reprodução Automática” de “Desativado” para “Ativado”;

Passo 5. Para desativar o AutoPlay do Windows 10, mude a chave presente em “Reprodução Automática” de ”Ativado” para “Desativado”;

Passo 6. Se quiser personalizar o que o sistema deve fazer quando o AutoPlay for executado, clique no item abaixo de “Dispositivo removível” e selecione uma opção na lista que será exibida;

Pronto! Agora sempre que precisar você pode ajustar a configuração do AutoPlay do Windows 10 para que a reprodução automática funcione (ou não) como você realmente precisa.


Fonte: techtudo.com.br
 
 
 Faça o download do Windows 10 build 14257
Os participantes registrados no Windows Insider Program que optaram pelo canal de distribuição Rápido já podem fazer o download do Windows 10 build 14257 via Windows Update.

Este é o quinto build público da atualização "Redstone".

Nota: Este build não tem uma ISO disponível.

Faça download do Windows 10 build 14257
Os usuários registrados no Windows Insider Program rodando o build 14251 podem fazer o download do Windows 10 build 14257 seguindo as instruções abaixo.

- No menu Iniciar, clique em Configurações:

- Agora clique em Atualização e recuperação:

- Clique no Windows Update para procurar por novas atualizações e o build 14257 aparecerá como disponível:

De acordo com o anúncio da Microsoft, o Windows 10 build 14257 traz principalmente correções de bugs. Entre os bugs corrigidos estão um que faz com que aplicativos apresentem erros periodicamente por causa de algumas mudanças no sistema de gerenciamento de memória do sistema operacional, um que impedia que as ferramentas para desenvolvedores (F12) não fossem carregadas corretamente no Microsoft Edge.

A lista de problemas conhecidos inclui que faz com que o sistema operacional não possa ser usado corretamente depois que o usuário utiliza a opção Restaurar o PC no aplicativo Confiurações e um que faz com que o erro com o arquivo WSClient.dll seja exibido logo após o login. Uma solução é executar o prompt de comando como administrador (clique com o botão direito do mouse no botão Iniciar e selecione a opção) e utilizar o comando abaixo:

schtasks /delete /TN “MicrosoftWindowsWSWSRefreshBannedAppsListTask” /F



Fonte: noticias.r7.com/

 
 
 Microsoft compra SwiftKey, criadora de teclados virtuais inteligentes
Aplicativo roda em mais de 300 milhões de iPhones, iPads e Androids.
Empresa ainda não desenvolveu uma versão para os sistemas da Microsoft.

A Microsoft anunciou nesta quarta-feira (3) a compra da SwiftKey, empresa que desenvolve teclados virtuais inteligentes que funcionam em mais de 300 milhões de iPhones, iPads e smartphones Android.

Harry Shum, vice-presidente de tecnologia e pesquisa da Microsoft, diz que a companhia manterá as versões do aplicativo para os sistemas de Google e Apple. Ironicamente, até a aquisição, a companhia não havia criado uma versão de seu teclado para os sistemas operacionais móveis da Microsoft.

O teclado da SwiftKey aprende a forma dos usuários digitarem e quais as palavras e expressões mais usadas por eles. Para ajudar o sistema a memorizar, é possível salvar termos. Com isso, o aplicativo completa frases antes de os usuários os escreverem até o fim. Segundo a SwiftKey, já foram salvas 10 trilhões de expressões de mais de 100 diferentes línguas.

Segundo o "Financial Times", a transação girou em torno de US$ 250 milhões.

“A tecnologia da SwiftKey se alinha com nossa visão para mais experiências computacionais pessoais que antecipem nossas necessidades ver responder aos nossos comandos e diretamente apoia nossa ambição de reinventar a produtividade ao alavancar a inteligência na nuvem”, afirmou Shum, em nota publicada no blog da Microsoft.

“Nossa missão é aumentar a interação entre pessoas e tecnologia. Nós pensamos que isso é uma combinação perfeita, e nós acreditamos que nos unir à Microsoft é o próximo estágio da nossa jornada”, afirmam Jon Reynolds e Bem Medlock, os fundadores do aplicativo, em uma nota conjunta.


Fonte: g1.globo.com/
 
 
 Ministério da Saúde abre novo canal para auxiliar no combate ao Aedes
O atendimento será por meio de telefone 0800 e servirá para orientar os agentes de endemia, os agentes comunitários e os militares nas atividades de eliminação dos focos.

Os agentes comunitários de saúde, agentes de combate às endemias e os militares têm um novo canal de informações para o combate ao Aedes aegypti: o telefone 0800 645 3308. O serviço, disponível desde esta segunda-feira (1º), oferece suporte para esclarecimento de dúvidas sobre identificação de focos do mosquito transmissor da dengue, chikungunya e zika vírus, além da mobilização da população para o enfrentamento ao vetor.

“A iniciativa visa à expansão dos canais e meios de comunicação entre profissionais e gestores, para oferecer acesso rápido e de qualidade com orientações sobre a assistência à saúde, adoção de práticas para impedir a proliferação do mosquito, ampliando a autonomia das equipes”, ressalta o secretário de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, Alberto Beltrame.

O esclarecimento pelo 0800 ocorrerá de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h30, pela central TelessaúdeRS, que integra o Programa Telessaúde Brasil Redes do Ministério da Saúde. Pelo telefone, os profissionais poderão tirar dúvidas sobre procedimentos a serem adotados pela população, como, por exemplo, o uso de telas em portas e janelas, repelentes, inseticidas e roupas que reduzam a exposição de partes do corpo ao mosquito. Além disso, será possível esclarecer sobre como realizar de forma mais prática e rápida as ações para identificação de focos e para combate ao Aedes.

O contato pelo 0800 já é utilizado por médicos e enfermeiros da Atenção Básica, incluindo os participantes do Programa Mais Médicos. Para esses profissionais, o atendimento é feito pelo 0800 644 6543, por meio do registro de identificação profissional e da Unidade Básica de Saúde que o profissional está vinculado. Pelo telefone, são reforçadas as orientações sobre a utilização de serviços de saúde para o atendimento aos casos suspeitos e demais orientações para população sobre diagnóstico e tratamento das doenças causadas pelo mosquito e a microcefalia, além de outras dúvidas clínicas.

Curso de atualização

Está disponível desde a última sexta-feira (29) um curso de atualização sobre dengue, chikungunya e zika vírus para auxiliar no combate ao Aedes. Além dos profissionais de saúde e membros das Forças Armadas, as pessoas que estiverem interessadas em ampliar os conhecimentos sobre as doenças e como eliminar o mosquito também podem ter acesso ao material. Com linguagem simples e de fácil entendimento, o módulo é realizado pela internet.

O curso tem 16 horas de duração e terá certificação ao final. Para acessar o conteúdo, é preciso fazer um cadastro na página da AVA-SUS ou do Telessaúde do Rio Grande do Sul e começar as aulas virtuais. A expectativa é de que, pelo menos, os mais de 300 mil agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias atualizem-se pela plataforma.

Outras ações

No campo da formação, o Ministério da Saúde vem promovendo ações destinadas à qualificação profissional para diagnóstico e manejo de dengue, chikungunya e, em breve, zika vírus. As ações mais importantes nesta área são os cursos autoinstrucionais ofertados pela Universidade Aberta do Sistema Único de Saúde (UNA-SUS), plataforma de educação a distância formada por universidades de referência e coordenada pelo governo federal. Os cursos de dengue e chikungunya já são oferecidos de forma permanente e têm como público-alvo profissionais de saúde de nível superior.

Para dengue, o enfoque é a identificação do risco de casos suspeitos e a adoção das condutas corretas diante das diferentes situações clínicas, visando à redução de complicações. O módulo de chikungunya, lançado em dezembro de 2015, é composto por informações sobre epidemiologia, quadro clínico, diagnóstico, ações de vigilância e organização dos serviços de saúde, além de abordar casos clínicos, nos quais o profissional é estimulado a refletir sobre a melhor conduta para realizar o manejo de pacientes com suspeita da doença.

Já o curso sobre zika vírus está previsto para ser lançado este mês, com duração de 40 horas. Os módulos são: aspectos epidemiológicos, promoção à saúde e prevenção de infecção por zika vírus; quadro clínico e abordagem a pessoas infectadas com zika vírus; os cuidados com as gestantes com suspeita ou confirmação de infecção por zika vírus e do recém-nascido com microcefalia; e vigilância da infecção por zika vírus e suas complicações.

Fonte: Ministério da Saúde
 
 
 Entenda o que significa uma emergência de saúde pública global
OMS declarou estado de emergência em saúde pública nesta segunda.
Organização já tinha tomado essa decisão para H1N1, pólio e ebola.

A Organização das Mundial da Saúde (OMS) decarou estado de emergência em saúde pública internacional por causa do aumento de casos de microcefalia possivelmente relacionados ao zika vírus nesta segunda feira.

Esta foi a quarta vez que a organização decretou estado de emergencia global para uma epidemia viral. As decisões anteriores foram tomadas para a gripe H1N1, a poliomielite e o ebola. Veja algumas perguntas e respostas sobre as implicações da decisão da OMS:


O que é uma emergência pública internacional?
"Entendemos como 'emergência pública internacional' um evento extraordinário, na qual é determinado que constitui um risco para a saúde pública em outros estados em razão do risco de propagação internacional de doenças e que pode necessitar de uma ação internacional coordenada", explica a OMS.
Supõe uma situação "grave, repentina, incomum ou inesperada, que tem repercussões para a saúde pública além das fronteiras nacionais do estado afetado e que pode exigir uma ação internacional imediata", afirma a organização em sua página na internet.

Esta decisão cabe à direção-geral da OMS, que se apoia habitualmente no aval do Comitê de Emergência do Regulamento Sanitário Internacional (RSI), que compreende especialistas internacionais na luta contra a doença, a virologia, a elaboração de vacinas ou a epidemiologia das doenças infecciosas.



O que envolve concretamente um estado de emergência pública internacional?
Isso depende do contexto de cada pandemia. No caso do zika, cujo estado de emergência sanitária foi declarado na segunda, "as principais motivações (...) são estimular as pesquisas sobre a potencial relação entre o zika vírus e os casos de microcefalia, assim como outras condições neurológicas favorecendo a pesquisa e o desenvolvimento para obter vacinas e diagnósticos", explicou nesta terça à AFP Monika Gehner, da OMS.

O desafio é também padronizar a coleta e o monitoramento dos dados e pesquisas "para que a OMS seja capaz de comparar dados de diferentes países", acrescentou. Este quadro de estado de emergência deve também ajudar a acelerar as ações políticas e permitir que a comunidade internacional preste apoio relevante para epidemias atuais.



Quais foram as decisões anteriores similares?
Antes da epidemia de zika, suspeita de causar malformações congênitas, a OMS decretou três vezes o estado de emergência pública internacional.

- 11 de junho de 2009: a OMS instaura o estado de emergência pública internacional pela epidemia de gripe H1N1 na Ásia. Este vírus contagioso se propaga facilmente de uma pessoa a outra e de um país a outro. O alerta foi suspenso em agosto de 2010 pois o vírus deixou de ser uma ameaça.

O vírus H1N1 de 2009 continua circulando a cada inverno, especialmente no continente europeu (inclusive na Rússia, etc). Faz parte do vírus da gripe comum sazonal, clássica, que a cada ano mata milhares de pessoas.

- 5 de maio de 2014: a OMS decreta um estado "de emergência pública internacional" após a propagação da poliomielite em diversos países - no Afeganistão, no Iraque e na Guiné Equatorial. A poliomielite é uma doença muito contagiosa, provocada por um vírus que invade o sistema nervoso e pode levar a uma paralisia total em algumas horas. Este vírus se propaga de uma pessoa a outra pela via fecal-oral ou, mais raramente, por meio de água ou alimentos contaminados. Febre, astenia, dor de cabeça, vômitos, rigidez na nuca e dores nos membros são os primeiros sintomas. Ela atinge principalmente as crianças com menos de cinco anos. De cinco a 10% dos pacientes morrem já que os músculos respiratórios param de funcionar.

- 8 de agosto de 2014: a OMS decreta uma "emergência pública internacional" para o ebola e pede uma "resposta internacional coordenada". A epidemia de ebola, a mais grave desde a identificação do vírus na África central em 1976, começou no final de 2013 no sul da Guiné. Ela deixou mais de 11.300 mortos sobre 29.000 casos registrados, segundo a OMS, em 99% em três países vizinhos: Guiné, Libéria e Serra Leoa. O vírus se transmite por contato direto com o sangue, os líquidos biológicos ou os tecidos de pessoas ou animais infectados. Ele provoca uma febre seguida de vômitos, diarreias e algumas hemorragias.


Fonte: http://g1.globo.com/
 
 
 Windows 10 se transforma em 'update recomendado' para PCs antigos
A Microsoft mudou o status da atualização para o Windows 10 em computadores antigos. A atualização para o sistema operacional, que antes era considerada “opcional”, passou a ser tratado como “update recomendado” para PCs com Windows 7, Windows 8 e Windows 8.1.

A mudança faz parte da estratégia da desenvolvedora de software de fazer com que seus usuários migrem para a nova plataforma o mais rápido possível, o que pode causar alterações não intencionais nos computadores, dependendo das configurações do Windows Update.

A medida começou a ser implantada da segunda (1). Na prática, essa mudança significa que as pessoas que configuraram seus computadores para fazer downloads automáticos de atualizações do Windows Update podem descobrir que o Windows 10 foi baixado "sem sua autorização".

Para evitar que isto aconteça, basta acessar as configurações do Windows Update e desmarcar a opção “Envie-me atualizações recomendadas da mesma maneira como eu recebo atualizações importantes”.

Mesmo que um usuário baixe o sistema operacional "por acidente", o computador não vai ser atualizado sem que seja realizada uma confirmação manual. A medida não altera a política da Microsoft de pré-baixar arquivos do Windows 10 antes de iniciado o processo de atualização, como forma de agilizar o processo. 

Em nota, a Microsoft confirmou a mudança. “Como divulgado no final de outubro nos canais oficiais da Microsoft, temos o compromisso de tornar mais fácil o upgrade para o Windows 10 para os usuários do Windows 7 e do Windows 8.1. Hoje, nós atualizamos a experiência de upgrade para ajudar nossos usuários, que já haviam reservado o upgrade, a agendar um horário para que seu upgrade aconteça”, explica.

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A alteração ainda não foi estendida para todos os computadores com versões antigas do Windows, que continuam exibindo o Windows 10 como opcional, mas isto deve ser modificado nos próximos dias.


Fonte: techtudo.com.br
 
 
 Windows 10 chega ao final de janeiro rodando em 200 milhões de PCs
Números divulgados pela consultoria Net Applications ficaram muito próximos dos divulgados pela Microsoft no começo do ano

A fatia de usuários do Windows 10 saltou em janeiro, quando registrou seu segundo maior aumento em um intervalo de um mês desde o lançamento no fim de julho de 2015. As informações são da Net Applications.

Durante o primeiro mês do ano, o Windows 10 esteve em aproximadamente 196 milhões de sistemas, segundo cálculos da Computerworld dos EUA, a partir de dados da empresa de métrica, número próximo da alegação de 200 milhões de máquinas feita pela Microsoft no começo de janeiro.

O salto na porcentagem de usuários foi de 1,9 ponto percentual, atrás apenas do ganho de 4,8 pontos registrado em agosto, exatamente o primeiro mês do Windows 10 no mercado.

O crescimento do sistema em janeiro foi quase o dobro do registrado pela empresa em dezembro de 2015.

Apesar de a Net Applications não lista uma causa específica para esse aumento, uma explicação óbvia para o crescimento do Windows 10 seriam as novas máquinas compradas no final do ano passado. Esses novos PCs substituíram sistemas com Windows 7 na maior parte das vezes: a plataforma de 2009 encolheu 3,2 pontos, ficando em 52,5%, o maior declínio registrado pelo relatório com o sistema.

O Windows 10 respondeu por 11,9% de todos os sistemas de computadores pessoais e rodou em 13,1% de todos os aparelhos Windows: o segundo número é maior porque o Windows foi usado em 90,6%, e não 100%, de todos os sistema medidos pela Net Applications.

Esse crescimento do Windows 10 coloca o novo sistema um pouco à frente do ritmo que o Windows 7 exibiu após seis meses no mercado, aponta a consultoria. Na época, o Windows 7 acumulou um total de 12,8% de todos os PCs Windows.

Com cerca de 200 milhões de PCs rodando o Windows 10, a Microsoft ainda precisa correr para alcançar seu objetivo de colocar o sistema em 1 bilhão de aparelhos até 2018.


Fonte: computerworld.com.br/
 
 
 Build 10586.71 do Windows 10 Mobile liberada para Insiders; veja novidades e correções
A Microsoft liberou hoje (01/02) uma nova build prévia do Windows 10 Mobile para membros do programa Insiders, fazendo assim com que os usuários do grupo de testes possam usufruir das correções realizadas antes que elas sejam disponibilizadas para o restante dos dispositivos. De acordo com o que pode ser visto, a nova atualização leva o sistema para sua compilação de número 10586.71, sendo esta a mesma presente em desktops com Windows 10 desde o último update cumulativo liberado recentemente.

Como sempre, é necessário lembrarmos que esta nova versão conta basicamente com toneladas de correções de bugs e melhorias internas para a plataforma, não sendo encontrada nenhuma mudança visual ou nova função. Ainda assim, para quem vem utilizando o Windows 10 Mobile há algum tempo é nítido que o sistema ainda precisa de alguns polimentos, logo este tipo de update é mais do que bem vindo.

De acordo com o que foi disponibilizado no changelog oficial publicado por Gabriel Aul no blog da Microsoft, as principais mudanças desta nova compilação são:

- Melhorias de desempenho e confiabilidade no Windows Update
- Melhorias na migração de perfis de dados e definições de mensagens quando atualizado a partir do Windows Phone 8.1.
- APIs SensorCore agora são atualizados corretamente do Windows Phone 8.1, permitindo que os aplicativos, incluindo muitos aplicativos de fitness, possam acessar corretamente os dados de movimento.
- Detecção de cartão SD foi melhorada na inicialização e após a inserção; File Explorer agora lida com a remoção de um cartão SD quando o padrão para aplicativos ou fotos estão definidas para SD.
- Melhorias no navegador Edge, incluindo renderização PDF.
- Melhorias Bluetooth quando reconexão com dispositivos e carros já emparelhado; direções passo a passo, e ao usar Cortana com a Band.
- Melhorias no menu de configurações quando realizando download de mapas ou alterando definições rápidas.
- A reinstalação Groove Music a partir do Windows Store não causa mais problemas de reprodução de música em segundo plano. Coleções de músicas locais agora são importadas mais rapidamente no Groove Music.
- Melhorias no consumo de energia em dispositivos depois de ouvir música, perder chamadas de telefone quando a detecção de íris é desativada, e ao fazer download de atualizações.
- Compras internas de apps agora funcionam corretamente quando dados de celular está desativado.
- Melhorias para a confiabilidade do Kids Corner.

Ainda não há qualquer previsão para a liberação pública desta versão a usuários que contem com os novos Lumia 550, Lumia 950 e Lumia 950 XL, sendo esperado que demore apenas mais algumas horas até que elas sejam disponibilizadas como um novo update cumulativo. Com relação à liberação do update a quem possua algum dispositivo com Windows Phone 8.1, é provável que a atualização comece a ser disponibilizada em larga escala apenas na segunda quinzena deste mês.

O Microsoft  Lumia 550, Lumia 950 e Lumia 950 XL,  ainda não estão disponíveis nas lojas brasileiras.

Fonte: tudocelular.com
 
 
 Microsoft Edge pode guardar dados de navegação anônima no Windows 10
Qualquer site visitado no modo anônimo do Microsoft Edge pode ficar gravado no computador, mesmo depois de a janela ser fechada. É o que afirma um estudo realizado por Ashish Singh, pesquisador forense que teria encontrado vestígios de páginas acessadas durante a navegação oculta do navegador guardados no PC sem o conhecimento do usuário.

Segundo o especialista, a falha pode deixar o histórico de navegação completo de usuários do Windows 10 na web sob ameaça, inclusive os sites abertos no modo privado de navegação.

O problema está na tabela Container_n, presente no WebCache do navegador e responsável por salvar um registro de todos os sites visitados. Supostamente, o arquivo pode ser explorado para encontrar traços deixados por sites visitados anonimamente, que permitem a reconstrução do histórico do usuário. A tarefa seria difícil de ser realizada por alguém sem treinamento, mas deixa os dados vulneráveis caso ocorra algum ataque de hackers.

Um problema parecido foi identificado por outro grupo de especialistas, em 2010, nos navegadores Firefox, Chrome, Safari e Internet Explorer. Porém, atualmente a brecha de segurança teria sido resolvida. Em nota, a Microsoft admitiu o erro no Microsoft Edge e garantiu que irá resolvê-lo o quanto antes.
“Recentemente tomamos conhecimento de um relatório que afirma que as guias InPrivate não estão funcionando conforme projetado. Nós estamos empenhados em resolver isso o mais rápido possível”.
Enquanto uma atualização de correção não é disponibilizada, não confie 100% na privacidade oferecida pela navegação anônima do browser padrão do Windows 10.

Fonte: .techtudo.com.br
 
 
 Facebook Messenger permite mandar fotos e arquivos para si mesmo
Mandar mensagens para si mesmo no Facebook Messenger é uma maneira prática de salvar fotos, arquivos e links no celular. A situação é comum: você se depara com um link interessante e deseja ver mais tarde. Normalmente, nesse caso, os usuários guardam recados em apps de notas, como Evernote ou Pushbullet.

A funcionalidade do mensageiro do Facebook economiza o tempo das pessoas, salvando notas sem exigir instalação de outros aplicativos no smartphone. Depois de abrir um chat com você mesmo, é possível enviar documentos, fotos, vídeos, links e textos. Veja neste tutorial como mandar mensagem para si mesmo. 

Passo 1. Para os testes, uma foto foi enviada para mim mesmo no Facebook Messenger. O início do procedimento é idêntico ao envio para outras pessoas: abrir a foto, tocar no ícone de compartilhamento e selecionar o app.

Passo 2. Depois de abrir a lista de chats recentes, vá até a lupa no canto superior direito. Em seguida, digite o seu próprio nome e, quando a sua foto de perfil aparecer, marque a caixa dee seleção. 

Passo 3. O aplicativo voltará para a tela anterior, com as conversas recentes. Vale notar que a foto estará no campo de envio. Depois disso, clique na seta azul e veja que a imagem foi enviada para um novo chat de título “Apenas você”.

Passo 4. A partir de agora, a tela principal do Facebook Messenger vai exibir o bate-papo com você mesmo. Caso o atalho se perca, devido às demais conversas, basta tocar na lupa e repetir o processo de busca pelo próprio nome. 

Passo 5. Agora você já sabe como enviar lembretes, links e documentos a si mesmo de uma forma fácil com o Facebook Messenger, sem precisar instalar outros programas. 

Fonte: techtudo.com.br/
 
 
 ICQ chega ao Windows 10 renovado
O WhatsApp, o Skype e o Hangouts já podem voltar a se preocupar com o ICQ, que começou os testes da nova versão do mensageiro para o Windows 10. O destaque desta nova versão é que agora o software está mais leve e mais rápido, nada que lembre o velho mensageiro no Windows 7. O ICQ também oferece os mesmos recursos da versão disponível para dispositivos móveis como celulares e tablets, sejam eles Android, iOS (iPhone) ou Windows Phone.

A interface do ICQ Messenger para desktop ganhou uma repaginada, deixou ter aquele visual de programa para Windows e agora traz um design similar aos aplicativos móveis para celulares e tablets. Isso garante uma experiência mais uniforme para os usuários que também aproveitam o ICQ mobile.

Novo ICQ no PC
A nova interface destaca os novos recursos de chamadas de voz e de vídeo. O visual também foi adaptado para telas de alta resolução, garantindo que a interface não fique quebrada em telas grandes e com resolução Full HD, usadas em PCs com grandes monitores, como no Facebook Messenger.
As chamadas de vídeos feitas em grupo agora contam com uma janela sem bordas e você pode rotacionar a imagem se a gravação ou stream vier na vertical ou horizontal. Mesmo em conexões ruins, as chamadas de vídeo e de áudio mantém a qualidade, pois usam a tecnologia VoIP (Voice over IP).

ICQ no celular
Os aplicativos do ICQ para desktop e dispositivos móveis possuem sincronia total. Tudo que você conversar ou compartilhar no smartphone ou tablet também aparecerá na versão para desktop (PC). 
O programa também possui uma aba específica para os emoticons (emojis). Há emoticons de todos os tipos e para todos os gostos. Os mais usados ficam em uma aba separada. Com a nova versão do ICQ para Windows você pode desligar as notificações e ativar o modo particular.

A nova versão do programa está disponível apenas para usuários do ICQ no Windows 10
 
 
 Windows 10 Build 14251 esconde subsistema Linux
Na versão Redstone do Windows 10 para desktops, um hacker conhecido por Walking Cat observou que alguns arquivos fazem menção direta a uma espécie de subsistema Linux rodando na sua máquina. A sugestão dele, é claro, ainda não fica clara, embora seja válido lembrar que a Microsoft já testou o mesmo com o Projeto Astoria, onde arquivos do subsistema Android foram encontrados numa compilação do Windows 10 Mobile.

Os arquivos LXCore.sys e LXss.sys foram encontrados na build 14251, que foi lançada na semana passada com poucas mudanças no quesito recursos, embora a Microsoft tenha otimizado uma série de características do software.

Como já citamos, ainda não está claro qual o verdadeiro significado da descoberta do hacker, visto que o Windows 10 para computadores não sofre com o mesmo impacto da falta de aplicativos como o Windows 10 Mobile. É provável que esta seja uma jogada para que a plataforma possa se beneficiar com aplicativos de servidor baseados em Linux, sendo isto algo não relacionado para os consumidores finais, e sim para uma nova lacuna de usuários.

Em resposta aos seus seguidores, Walking Cat comenta que, de fato, a jogada por estar ligada com a compatibilidade para aplicativos voltados para Linux, sendo estes desenvolvidos para empresas e afins.

Esta alternativa, porém, também pode indicar que a Microsoft está retomando as atividades com o Projeto Astoria na Build 14251, sendo esta a primeira compilação OneCore do Windows 10 para desktops, Mobile e Xbox One. Uma das razões que fez a Microsoft "congelar" o Projeto Astoria foi o não funcionamento dos aplicativos do Android portados para sua plataforma móvel, embora criar apps universais também seja uma boa solução.

A razão verdadeira, como já sabemos, ainda não foi revelada. Até o momento de publicação deste artigo a Microsoft não havia se pronunciado quanto ao assunto.


Fonte: tudocelular.com
 
 
 Atalhos de teclado no Windows 10
O Windows 10 permite que você use vários atalhos de teclado para ajudá-lo em suas atividades e tarefas repetitivas durante o seu trabalho no PC. As teclas de atalho permitem que você aumente a sua produtividade tornando-se mais eficiente ao usar seu computador. 

Alguns dos atalhos de teclado, entre os mais conhecidos, permitem que você, por exemplo, ative a busca por voz no Cortana, crie e gerencie desktops virtuais e funções de acesso específicas. Quando você dominar a combinação de teclas será muito mais fácil executar as diferentes tarefas no computador. 

Atalhos de teclado no Windows 10

Windows + A: abre o Centro de Ação. 
Windows + C: abre a busca por voz Cortana. 
Windows + S: abre o motor de busca clássico Cortana. 
Windows + D: exibe e oculta o desktop. 
Windows + vírgula (,): espia temporariamente a área de trabalho 
Windows + E: abre o explorador de arquivos. 
Windows + I: abre as configurações do Windows 10. 
Windows + K: ativa ação rápida Conectar. 
Windows + H: abre o botão Compartilhar. 
Windows + L: bloqueia seu computador ou mudar de conta. 
Windows + P: escolher o modo de exibição da apresentação. 
Windows + R: abre a caixa de diálogo do Executar. 
Windows + X: abre o menu Link Rápido. 
Windows + Seta para a esquerda: maximiza a janela do aplicativo ou a área de trabalho no lado esquerdo da tela. 
Windows + Seta para a direita: maximiza a janela do aplicativo ou a área de trabalho no lado direito da tela. 
Windows + Seta para cima: maximiza a janela. 
Windows + Seta para baixo: fecha o aplicativo atual da janela ou minimiza a janela Desktop. 
Atalhos de teclado para gerenciar os desktops virtuais

Windows + Tab: abre a Visão das Tarefas. 
Windows + Ctrl + D: adiciona uma área de trabalho virtual. 
Windows + Ctrl + F4: Fechar a área de trabalho virtual que você está usando. 
Windows + Ctrl + Setas ( Direita ou Esquerda ): alterna entre os desktops virtuais criados à direita ou à esquerda. 
Windows + Shift+ Setas (esquerda ou Direita): move os aplicativos de um desktop virtual para outro. 
Atalhos de teclado para o Xbox

Windows + G: abre a Barra de jogos com um jogo aberto. 
Windows + Alt + G: gravar os últimos 30 segundos 
Windows + Alt + + <bold>R: iniciar gravação (pressionar o atalho novamente para interromper a gravação) 
Windows + Alt + Print Screen: realiza capturas de tela do jogo. 
Windows + Alt + T: mostra ou oculta o timer de gravação. 
Windows + Alt + M: ativa ou desativa a gravação de áudio (microfone). 

Fonte: br.ccm.net/
 
 
 Microsoft disponibiliza atualização para o Windows 10 Mobile Preview
Microsoft teve uma semana difícil após vários números desfavoráveis, primeiro veio a kantar revelando que o Windows Phone/10 Mobile estava encolhendo ainda mais diante dos rivais Android e iOS, depois a AdDuplex publicou como se encontra a fragmentação da plataforma móvel de Redmond, que tem como principal dispositivo o Lumia 520 lançado há quatro anos. Finalmente tivemos os dados liberados pela própria empresa revelando que apenas 110 milhões de Lumias foram vendidos em toda a história da empresa. Mas no finalzinho da sexta-feira (29) Gabriel Aul demonstrou que os trabalhos continuam e anunciou uma atualização que prepara a chegada de um novo pacote cumulativo aos usuários do Windows 10 Mobile.

Como vemos nas mensagens publicadas via Twitter, o “Configuration Update” chegou apenas para os dispositivos inscritos no ciclo rápido do programa de testes da Microsoft. Aul alerta que essa atualização prepara o caminho para a chegada do próximo pacote cumulativo, sem apresentar qualquer outra mudança substancial após a instalação.

Todos os usuários que estivem inscritos no programa Insider e com o Windows 10 Mobile devidamente atualizado para a build de número 10586.63 (e cadastrados no ciclo rápido) podem verificar se há atualizações para a instalação do “Configuration Update”, como vemos nas capturas exemplos abaixo.


Fonte: boainformacao.com.br
 
 
 5 coisas que ainda precisam ser melhoradas no Windows 10
Passados pouco mais de seis meses desde que foi lançado pela Microsoft, o Windows 10 certamente se consolidou como o software mais bem-sucedido na história da empresa e com a maior relevância desde o Windows XP. O último relatório divulgado pela companhia mostra que a plataforma roda em mais de 200 milhões de dispositivos em todo o mundo - um número bastante expressivo se levarmos em conta o pouco tempo de vida da plataforma. No entanto, como qualquer outro serviço eletrônico, o Windows atual carece de melhorias. Claro, aqui estamos falando de um trabalho constante, algo que a gigante de Redmond já provou estar empenhada em aprimorar, seja através de atualizações periódicas ou com programas completamente novos, como o navegador Edge, futuro substituto do Internet Explorer. Em setembro do ano passado, publicamos aqui no Canaltech 10 coisas que esperamos ser mudadas no Windows 10. Contudo, na nossa visão, essa lista aumentou e a Microsoft ainda não deu sinais de que pretende fornecer alternativas para alguns pontos que, de uma forma ou de outra, acabam incomodando milhares de usuários. Veja a seguir.


1. A Cortana ainda não fala português 

Após fazer sua fama nos smartphones com as previsões certeiras na Copa do Mundo de 2014, a Cortana ganhou uma versão para o Windows 10 que expandiu ainda mais suas funcionalidades. Desde então, ela tem se saído muito bem se comparada com outras assistentes virtuais no mercado, como a Siri e o Google Now. Usando apenas o comando "Hey, Cortana", é possível fazer buscas na internet, criar lembretes de eventos que você não pode esquecer e até usá-la como despertador. Isso tudo mesclando respostas diretas com pitadas de humor que só a assistente consegue dizer.

A questão é que todas essas ferramentas não estão acessíveis em várias línguas. Para ser mais preciso, a Cortana, por enquanto, está disponível nos seguintes países: Austrália, Canadá, China, França, Alemanha, Índia, Itália, Japão, Espanha, Reino Unido e Estados Unidos. Embora seja possível alterar a configuração de idioma do seu Windows 10 para alguma das linguagens suportadas no momento, esperamos que a assistente chegue a mais regiões do globo neste ano. Um desses locais é o Brasil, que estava na rota de lançamento em 2015, mas acabou sendo adiado para o início de 2016 - ainda não sabemos quando. Isso não deve demorar, já que o site da Microsoft já possui uma seção dedicada à Cortana totalmente traduzida para o português do Brasil. O jeito é esperar. 


2. Pouco controle sobre as atualizações, que são obrigatórias 

Por ser usado por milhões de pessoas, nada mais justo que o Windows 10 ser atualizado constantemente, certo? Até aí essa mudança na estratégia da Microsoft é mais do que bem-vinda, pois mantém sua máquina sempre em dia com as últimas versões da plataforma. E sejamos francos: ter updates com mais frequência era algo necessário no ecossistema Windows, uma vez que o software precisa lidar diariamente com ameaças e tentativas de burlar sua segurança. A partir de agora, todas essas atualizações, independentemente para quais objetivos elas sejam, são obrigatórias. Quem usa as versões Professional e Enterprise, destinadas para empresas, ainda tem a opção de adiar a instalação de novos patches (com exceção de updates de segurança), mas não é algo definitivo: vai chegar o momento em que será preciso baixar esses pacotes para continuar utilizando o Windows 10. Já para usuários domésticos, essa opção sequer existe, e não há como fugir das atualizações, que são instaladas automaticamente - desde que você esteja conectado à internet. O problema - e é aí que entra um dos tópicos mais polêmicos em relação ao sistema - é que quase não temos controle sobre aquilo que está sendo instalado no nosso PC. Na prática, essa é uma jogada perigosa porque são vários os relatos de pessoas, a maioria donas de computadores com o Windows 10 Home, que tiveram que lidar com o mau funcionamento de aplicativos e drivers após o download obrigatório desses patches. Se por um lado esses updates constantes trazem mais segurança, por outro podem prejudicar o desempenho da máquina, que pode travar ou apresentar pequenos erros.

Para este caso, existem duas soluções. Uma delas é fazer o upgrade para o Windows 10 Pro, que garante mais flexibilidade na hora de decidir qual o melhor momento para instalar as atualizações. A outra é desinstalar manualmente alguns updates acessando o Painel de Controle e depois Programas > Exibir atualizações instaladas. Lembrando que isso elimina os patches temporariamente, sendo que você terá que baixá-los novamente assim que a Microsoft liberar uma nova atualização. Você também pode agendar a restauração de sistema para fazer o download dos arquivos. Basta acessar Configurações > Atualização e Segurança > Windows Update e mudar as opções de acordo com sua preferência. 

Outro detalhe importante é deixar habilitado o recurso de criação automática de um ponto de restauração sempre que novos programas e atualizações são instalados. Isso serve para que o software possa ser recuperado caso ocorra algum problema durante o procedimento. Vá na barra de busca do Menu Iniciar e digite restauração e depois clique em Criar ponto de restauração. Se a opção não tiver ativa, clique em Configurar > Ativar a proteção do sistema, selecione o espaço máximo que os pontos de restauração podem ocupar e clique em OK. Volte à janela anterior, clique em Criar, digite o nome para o ponto de restauração, clique novamente em Criar e aguarde até que o Windows conclua o processo. 


3. Aonde foram parar estes aplicativos? 
Entre os serviços mais populares da Microsoft que não estão disponíveis no Windows 10 está o Windows Media Center. Lançado em 2002, a plataforma reúne player de vídeo e música, visualizador de fotos e outros conteúdos em um só lugar. Apesar de existirem outros programas para cada atividade - Spotify, Netflix, entre outros -, muita gente ainda fazia uso da plataforma por conta de sua gratuidade ou pela interface simples que facilitava a navegação. Só que o Media Center não teve um substituto à altura. As imagens são abertas no visualizador de fotos tradicional do Windows, enquanto músicas e vídeos podem ser acessados no Media Player. Agora, para quem quiser assistir filmes e séries em DVD, será preciso baixar um aplicativo específico para esta função. Além disso, se você é um usuário do Windows 7 ou de versões anteriores, é necessário pagar uma taxa pelo app, que ainda carece de algumas funções.

Obviamente, com a popularização do mercado de streaming (de música e vídeo), ficou um tanto obsoleto usar mídias físicas no PC. Por outro lado, é estranho não ter uma central voltada para a reprodução desses conteúdos - e precisar tirar o escorpião do bolso, dependendo de qual Windows você tem na sua máquina. Contudo, esse problema vai além e atinge também outros aplicativos que fizeram história no Windows, como os jogos Campo Minado e Paciência. Estes ganharam suas versões para Windows 10, mas parecem limitados quando comparados aos games originais, que por sua vez quase não foram alterados em toda a trajetória do sistema operacional. 4. A interface continua confusa Na nossa última lista de coisas que precisam ser melhoradas no Windows 10, algo que incomodava centenas de usuários não mudou até agora: o modo como navegamos por determinados menus da plataforma. É fato que a Microsoft tentou reunir em um único lugar todas as configurações do Windows, como "Contas", "Dispositivos", "Privacidade", entre outras. Só que, na maioria dos casos, ainda temos que recorrer ao velho Painel de Controle para mudar uma ou outra opção. Esse empecilho se aplica principalmente quando precisamos alterar alguma configuração específica. Por exemplo: na hora de mudar sua conexão Wi-Fi, você precisa acessar a opção "Conexão & Internet" no menu Configurações, mas também visitar o Painel de Controle para gerenciar opções avançadas de conexão. Por que não colocar isso tudo em um só lugar? 

5. Problemas de drivers

Como dito anteriormente, o Windows 10 obriga você a instalar atualizações assim que elas são liberadas pela Microsoft. Isso não afeta apenas o software, que reúne os programas e aplicativos usados por você, mas também os últimos drivers baixados no PC. Aqui, novamente reforçamos: mais atualizações significam maior segurança para suas informações, mas também podem causar um conflito na parte de hardware do computador. No ano passado, poucas semanas após o sistema chegar ao mercado, começaram a aparecer os primeiros problemas envolvendo os updates automáticos do Windows 10. Em fóruns e redes sociais, usuários disseram que, por conta dessas atualizações, alguns drivers de suas máquinas simplesmente pararam de funcionar ou causaram erro no desempenho de algumas ferramentas. Não está claro quais itens o Windows 10 leva em consideração na hora de se atualizar, mas tudo indica que o download é universal, ou seja, o mesmo para todos os dispositivos. Se for assim, é de se esperar esse tipo de situação - afinal, cada aparelho possui uma configuração diferente e, na maioria dos casos, um driver mais novo pode ser pior que o mais antigo. 


Fonte: canaltech.com.br/
 
 
 Usuários do Windows 10 Mobile Insider recebem atualização que antecede pacote cumulativo
Microsoft teve uma semana difícil após vários números desfavoráveis, primeiro veio a kantar revelando que o Windows Phone/10 Mobile estava encolhendo ainda mais diante dos rivais Android e iOS, depois a AdDuplex publicou como se encontra a fragmentação da plataforma móvel de Redmond, que tem como principal dispositivo o Lumia 520 lançado há quatro anos. Finalmente tivemos os dados liberados pela própria empresa revelando que apenas 110 milhões de Lumias foram vendidos em toda a história da empresa. Mas no finalzinho da sexta-feira (29) Gabriel Aul demonstrou que os trabalhos continuam e anunciou uma atualização que prepara a chegada de um novo pacote cumulativo aos usuários do Windows 10 Mobile.

Como vemos nas mensagens publicadas via Twitter, o “Configuration Update” chegou apenas para os dispositivos inscritos no ciclo rápido do programa de testes da Microsoft. Aul alerta que essa atualização prepara o caminho para a chegada do próximo pacote cumulativo, sem apresentar qualquer outra mudança substancial após a instalação.

Todos os usuários que estivem inscritos no programa Insider e com o Windows 10 Mobile devidamente atualizado para a build de número 10586.63 (e cadastrados no ciclo rápido) podem verificar se há atualizações para a instalação do “Configuration Update”.



Fonte: http://boainformacao.com.br/
 
 
 
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