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bloguei Ribeirão Preto Dicas, Notícias e Muito mais...
 
 Prefeitura de Vitória da Conquista
Prédio histórico de Vitória da Conquista que inicialmente era a Cadeia Pública. Hoje muito bem conservada, abriga a administração municipal inclusive o gabinete do Prefeito. 

Fica aberta à visitação publica. Em seu pátio interno se encontra o mais antiga figueira da Serra do Piripiri.
 
 
 Câmara Municipal de Natal
Em 25 de novembro de 1947 foi promulgada a Constituição do Estado do Rio Grande do Norte que restaurou mais uma vez a autonomia dos municípios. Em 14 de dezembro de 1948, foi decretada e sancionada pelo governador José Augusto Varela a Lei nº.109 que dispunha sobre a Lei Orgânica dos Municípios, contemplando no artigo 12: “O poder Legislativo é exercido pelas Câmaras Municipais, constituídas pelos vereadores, eleitos pelo voto secreto, mediante sistema de representação proporcional, em sufrágio universal e direto, com mandato de quatro anos”. 

Em Natal, na ata de 5 de junho de 1948, ficou registrada a primeira reunião extraordinária para a instalação da Câmara Municipal na sala das sessões da Assembleia Legislativa do prédio situado à avenida Getúlio Vargas, tornando-se esta data significativa para o processo de redemocratização da política municipal.

Ao longo dos seus 400 anos de história, a Câmara Municipal de Natal funcionou em diversos locais da cidade. Há que se notar o seu constante deslocamento físico, pois desde os primórdios administrativos de cidade ela não tem uma sede própria.

A partir de 21 de dezembro de 1975, durante a 8ª Legislatura, na gestão do presidente Érico Hackradt, a Câmara Municipal de Natal instalou-se no prédio onde funcionou a antiga Escola de Serviço Social e, depois, a Faculdade de Serviço Social, situada à rua Jundiaí, n° 546. Uma homenagem prestada ao religioso natalense e líder revolucionário republicano denominou a atual sede de Palácio Padre Miguelinho.
 
 
 Prefeitura Municipal de Blumenau
Blumenau é conhecida em todo o Brasil como uma das cidades com maior influência germânica em sua cultura e história. Fundada em 1850 pelo filósofo alemão Hermann Bruno Otto Blumenau, a cidade guarda fortes características européias, encantando visitantes do Brasil e exterior por sua arquitetura, gastronomia, natureza, indústrias, chope gelado e festas. Localizada estrategicamente próxima as importantes cidades do Mercosul e da estrutura portuária do Estado, é referência na educação, infraestrutura e mão de obra qualificada. 

A cidade é um excelente centro de compras, oferecendo produtos como cristais e artigos têxteis, reconhecidos nacionalmente e internacionalmente. Conhecida como cidade organizadora de grandes eventos e festas populares, com infra-estrutura profissional é sede do maior Centro de Eventos de Santa Catarina, o Parque Vila Germânica. Blumenau é, sem dúvida alguma, em cada atração que organiza, uma festa para os olhos.
 
 
 Prefeitura dos Palmares
 A Prefeitura dos Palmares agora está instalada em um prédio moderno, que poderá atender melhor a todos os munícipes. O nome da sede do governo, é uma homenagem ao ex-Prefeito Luiz Portela de Carvalho, que foi o gestor da cidade por três oportunidades e é tido por muitos como um dos melhores governantes que Palmares já teve.

Participaram da solenidade o Prefeito João Bezerra, vereadores, secretários municipais, líderes religiosos e eclesiásticos, representantes do 10º Batalhão da PM, além de autoridades e população em geral.

Na oportunidade, o Prefeito João Bezerra falou sobre a mudança para a nova sede, afirmando que este lugar será ainda melhor para atender à toda população de nossa cidade. Ele ainda falou que o Governo está num local de grande porte e vai representar futuros avanços em Palmares.

SERVIÇO: O Palácio Luiz Portela de Carvalho está localizado na rua Visconde do Rio Branco, 1388, bairro São Sebastião, onde funcionava o Fórum de Palmares.
 
 
 Câmara Municipal de Ribeirão Preto
Sede da Câmara Municipal de Ribeirão Preto, inaugurada em 27 de dezembro de 1.991.

História de Ribeirão - Origem do nome
Nome do ribeirão que atravessa a cidade chamado de Preto. 
 
Fundadores: Os doadores de terras para a formação do Patrimônio de São Sebastião são considerados os fundadores da cidade de Ribeirão Preto e o dia 19 de junho de 1856 a data oficial de fundação (lei Municipal nº. 386 de 24 de dezembro de 1954). 

Mariano Pedroso de Almeida e Maria Lourenço do Nascimento;
José Borges da Costa e Maria Felizarda;
Inácio Bruno da Costa e Maria Izidora de Jesus;
Severiano João da Silva e Gertrudes Maria Teodora;
João Alves da Silva e Ana Delfina Bezzera;
José Alves da Silva e Pulcina Maria de Jesus. 
 
Santo Padroeiro: São Sebastião
 
Os primeiros habitantes da região de Ribeirão Preto:
A região onde hoje encontramos Ribeirão Preto, São Simão, Batatais e Cajuru foi habitada originalmente pelos índios Caiapós, tribo indígena que pertencia ao grupo lingüístico Jê (chamados de Tapuias pelos índios Tupis do litoral).
No meio das florestas e dos campos imensos, os Caiapós se dispersavam por algumas aldeias onde cultivavam pequenas plantações de milho e mandioca. Como grupo semi-nômade viviam ainda da caça, da pesca, da coleta de mel e frutas nativas como a jabuticaba, o araçá e o maracujá.
Os Caiapós confeccionavam utensílios para o trabalho e objetos de cerâmica, como as igaçabas (urnas funerárias) onde colocavam os mortos para serem enterrados. Cada indivíduo possuía seus próprios objetos para caça (arco e flecha), mas as terras e plantações pertenciam ao grupo. Os homens desbravavam o mato, preparavam a terra para a plantação, construíam as canoas, etc., as mulheres cultivavam a roça, fabricavam a farinha e cuidavam das crianças.
 
 
 Prefeitura de Antonina PR
Preservar um belo patrimônio histórico e, de quebra, conseguir atrair mais turistas. Este é o objetivo da Prefeitura de Antonina, no litoral do Estado, ao recuperar a fachada de 65 imóveis antigos, alguns deles de suma importância para o município, como o edifício da própria prefeitura - onde há relatos que o então imperador Dom Pedro II passou a noite quando visitou a cidade - e o Teatro Municipal, construído em 1875.

A ação contou com apoio do governo do Estado. Para readequar os casarões, foram gastos pouco mais de R$ 200 mil e o trabalho levou 180 dias para ser concluído.

De acordo com o responsável pelo setor de Cultura da prefeitura, Robison Luiz Marcianiki, outras ações com o objetivo de preservar o Centro Antigo da cidade estão sendo tomadas.

“Entramos com o pedido de tombamento deste espaço como uma maneira de cuidar da nossa história. Já foi feito o inventário. O processo vai demorar um pouco, mas vai sair. Com a ajuda do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Cidades Históricas, vamos fazer o cabeamento subterrâneo para acabar com a poluição visual”, informa.

Arquivo

Além da recuperação e preservação das fachadas históricas, Marcianiki conta que a prefeitura está trabalhando, junto ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), para a construção de um Arquivo Público e de um Parque da Leitura.

“O Iphan já recuperou papéis e documentos antigos e vai investir na construção do Arquivo Público. Também estamos em fase final da construção de um espaço cultural, que vai reunir uma biblioteca, já inaugurada, uma praça de esportes e uma praça para leitura. Falta apenas autorização para licitação. Tudo deve custar R$ 1,4 milhão”, comenta.
 
 
 Dicas de Sustentabilidade
Economizar papel:

Imprima no modo “rascunho” ou “econômico” quando não for necessária grande qualidade na impressão.

Economize papel. Imprima somente o necessário. A produção de papel implica a destruição de recursos naturais, o aumento dos resíduos e da poluição.

Imprima dos dois lados da folha. A maioria das impressoras disponibiliza esta opção.

Reaproveite papéis de fotocópias como rascunho, utilizando o verso para escrita.

Reaproveite os envelopes usados.
 
 
 Cemitério Municipal de Bonfim Paulista
Atualmente, com a ampliação da estrada que atravessa Bonfim Paulista, o cemitério está instalado numa avenida paralela à estrada principal que liga Ribeirão Preto a Bonfim Paulista. Aos poucos a cidade está ocupando o seu entorno, que ainda encontra-se na área suburbana. Nas partes laterais do cemitério deparamos com arvores nativas; na parte posterior, casas de porte popular.

Dentre as personalidades ilustres enterradas no Cemitério Municipal de Bonfim Paulista estão as famílias: Vieira de Almeida, Camargo Pinto, Francisca Isoldina da Costa e de Antonio Paschoal, muitos vinculados à monocultura cafeeira. A grande parte anônima da cidade encontra-se enterrada em carneiras rés ao chão. 

O Cemitério Municipal de Bonfim Paulista está localizado numa posição privilegiada: tem um declive no terreno que nos leva em direção à entrada principal. No seu topo, ou melhor, onde fica instalada a Capela, deparamos com uma bela vista da região. Na alameda principal concentra os túmulos mais antigos. Percebe-se a imensidão das laterais do cemitério, que agrupam fileiras de carneiras cobertas simplesmente por “esporinhas” – folhagens roxas, identificadas com placas brancas. 

Rua Izokiti Menoara, s/nº
Fone: (16) 3972-2704

Inaugurado no ano de 1915
Área de 20.000 m²  - “250x80”

- 1.120 túmulos
- 9.104 pessoas sepultadas até 22/10/2012
- Expectativa de sepultamentos para mais 19 anos
- “Vendas de tumulos somente para sepultamento”
- Missa no dia de “Finados”
8h – Padre Mário Reis da Silveira
 
 
 História do Cemitério de Franca
 O Cemitério da Saudade, fundado em 1855, na cidade de Franca, foi o primeiro cemitério construído após a proibição de enterramentos nas igrejas na cidade de Franca. Nesta época, a população preocupava-se em construir um cemitério que devia estar distante do local de povoamento. Com a expansão da cidade, o referido cemitério encontra-se atualmente localizado bem no centro da cidade com dificuldades de acesso devido ao congestionamento das ruas estreitas que ocupam o seu entorno. Em meados do século XVIII, os enterramentos nesta região eram feitos nas beiras das estradas, onde cruzes indicavam o local do sepultamento das pessoas. Já no inicio do século XIX, eles passaram a ser realizados em cemitérios de sítios, como os cemitérios dos sítios de Laje e da Posse ou nas igrejas do “Arraial do Capim Mimoso”, hoje cidade de Franca.

Cronologia:

Século XVIII – O Arraial do Capim Mimoso nasceu da fixação de um núcleo populacional de origem mineira em território paulista.

1805 – Os enterramentos eram realizados no cemitério da igreja que ficava junto da primitiva “Casa da Oração” que foi, posteriormente, transformada em igreja de Nossa Senhora do Rosário.

1812 – Após a conclusão parcial da Primeira Matriz de Nossa Senhora da Conceição, os sepultamentos passaram a ser feitos no seu interior, conforme o costume da época.

1821 – Criação da Vila Franca Del Rey por D. João VI, vinculada a cidade de Mogi-Mirim.

1824 – Vila Franca Del Rey torna-se Vila Franca do Imperador, uma homenagem a D. Pedro II.

1829 – Em abril, obedecendo as determinações do Imperador D. Pedro I, de outubro de 1828, as autoridades escolhem uma área para a construção do Cemitério da Saudade.
“... o Cemitério adiante do logar da futura Igreja de San Francisco, compre herdendo o mesmo trezentos palmos de longitude, e cento e cincoenta de latitude, vista a capacidade do Terreno, por ser arejado, livre de humildades...” (ATA DA CÂMARA, 1829. M.H. M. JOSÉ CHIACHIRI).

1855 – Dia 9 de dezembro é viabilizado a construção do cemitério pelo vigário de Franca, padre Joaquim Ferreira Teles.

1855 – Primeiro enterramento, em 11 de dezembro.

1869 – Uma comissão de vereadores estuda a ampliação da área destinada ao cemitério.

1884 – Em junho, por determinação do Governador Provincial, o cemitério passou da administração paroquial para administração direta da municipalidade.

Século XIX – Concluída a Capela de São Miguel, o Cruzeiro e o Portal, por Belarmino Lopes Valadão.


Século XX – Instalação das primeiras marmorarias na cidade de Franca: de Natale Frateschi e filhos e de José Visibelli & filhos.

1960 – O Cemitério da Saudade está totalmente integrado à paisagem urbana da cidade de Franca.

Século XXI – O Cemitério da Saudade encontra-se totalmente lotado. Resta a missão de serem mantidas e administradas as carneiras já existentes. Guarda a memória histórica dos francanos.
 
 
 História do Cemitério de Bonfim Paulista
 O povoamento da região de Bonfim Paulista iniciou-se por volta dos anos de 1880, em função da cultura do café e do desdobramento de diversas fazendas locais. O Cemitério Municipal de Bonfim Paulista foi construído em 1897, localizado na entrada do então distrito, para quem vinha da cidade de Ribeirão Preto, cumprindo assim as exigências governamentais de não enterrar ninguém no interior da igreja matriz. Assim, o antigo povoado, conhecido outrora como Viaduto, foi, em 1893, denominado Vila Bonfim, em homenagem ao seu fundador Francisco Rodrigues dos Santos Bonfim. Atualmente, a renda do município é basicamente agrícola, com aproximadamente 10 mil habitantes, 430 mil metros quadrados, localizado a 20 minutos da cidade de Ribeirão Preto. O distrito é muito aprazível, e encontra-se em uma região potencialmente rica em seus recursos naturais.
 
Cronologia
1880 - Iniciou-se o povoamento da região Vila Bonfim, em função da cultura do café.

1883 – Inauguração do serviço telegráfico de Estrada de Ferro Mogiana.

1883/1885 – O povoado era conhecido por “Viaduto” ou “Chave do Viaduto”, em virtude da existência de um viaduto para a passagem de trem.

1894 – Fundação da Vila Bonfim Paulista em 10 de fevereiro.

1894 – Francisco Rodrigues dos Santos Bonfim doou 1 alqueire para a construção do cemitério e 1/2 alqueire para a construção da Estação Ferroviária – Companhia Mogiana de Estradas de Ferro.

1894 – Fundada a primeira Capelinha, tendo como padroeiro da freguesia Bom Jesus de Bonfim.

1895 – Criação do Distrito Policial, pertencente ao município de Ribeirão Preto.

1897 – Assinada a Lei n. 22, promulgando a liberação da Câmara Municipal, transformando a Vila Bonfim em Distrito Municipal. Esta lei também definiu o território do Distrito, fixou o lançamento do imposto predial, o estabelecimento do serviço de iluminação pública e a criação do Cemitério Municipal.

1898 – A Igreja foi elevada à categoria de Paróquia, pertencendo à Diocese de São Paulo.
Final do século XIX ­- a Vila Bonfim contava com aproximadamente seis mil habitantes e quarenta fazendas povoadas.

1904 – Instalação da rede de abastecimento de água.

1906 - Fundada a primeira escola e o primeiro centro telefônico..

1907 – Com a criação da Diocese de Ribeirão Preto, a paróquia de Bonfim deixou de pertencer a Diocese de São Paulo, passando a integrar a de Ribeirão Preto.

1908 – A monocultura cafeeira concentrou fazendeiros de grande porte na região, a saber: Cel. Américo Baptista da Costa; Cel. Emilio Moreno de Alagão, Cel. Furquim, Da. Iria Alves da Cunha Junqueira e Dr. Francisco da Cunha Junqueira.

1935 – O sub prefeito Ricardo Guimarães Sobrinho assinou edital de concorrência para construção do Necrotério Municipal projetado por Cícero Martins Brandão.

1938 – A Vila Bonfim passou a denominar-se Bonfim Paulista.

1957 – Instalação do primeiro matadouro da cidade.

1995 – Instalação do juizado de pequenas causas.
 
 
 História do Cemitério de Jardinópolis
Jardinópolis surgiu de um pequeno povoado, distrito de Batatais, nas proximidades do Rio Pardo. Seu primeiro nome foi Ilha Grande. Em 1896, teve o seu nome mudado para Jardinópolis, em singela homenagem ao precursor republicano Antônio Silva Jardim.
O primeiro prefeito de Jardinópolis, Dr. João Muniz Sapucaia, construiu, em sua gestão, o Cemitério Municipal, mas vindo este a falecer, ele mesmo o inaugurou.

Sua população é originária de imigrantes italianos, sírio-libaneses, japoneses, portugueses e espanhóis. Sendo que a maioria foi para a cidade, dedicando-se principalmente à indústria cafeeira e posteriormente, ao cultivo da cana-de-açúcar. Os que não se dedicavam à agricultura estabeleceram-se principalmente à pratica do comércio. Devido à proximidade com municípios maiores, o processo de desenvolvimento econômico no município é lento.
 
Cronologia

1859 – Os colonos Joaquim José D'Araújo e sua mulher Dona Teodora de Jesus, Antônio Pereira da Silva e sua mulher Dona Maria Florência de Jesus, doaram, respectivamente, 30 alqueires e 18 alqueires de terras, na fazenda Ilha Grande, para a construção de uma capela em seu patrimônio, em louvor à Nossa Senhora Aparecida. Iniciou-se assim a formação do povoado, que recebeu o nome de Ilha Grande, em extensão ao da Fazenda que o originou.

1886 – Instalação da Estação de Ferro Visconde de Paranayba.

1890-1930 – Desenvolvimento da monocultura cafeeira.

1892 – O povoado foi elevado a Distrito por Lei Estadual número 115, de 01 de outubro de 1892, no Município de Batatais. Construção do primeiro Cemitério de Jardinópolis, atual capela de Santa Luzia. O terreno foi doado por José Pereira de Oliveira.

1894 – Instalação da Estação de Ferro Sarandy que ligava Jardinópolis à Franca.

1896 – Foi modificado o nome do Distrito de Ilha Grande para Jardinópolis, por Lei Estadual número 484, de 24 de dezembro.

1898 – Jardinópolis foi elevada à categoria de município por Lei Estadual número 544, de 27 de julho, desmembrado de Batatais.

1899 – Em 18 de fevereiro foi criada a comarca sob Lei Estadual número 5285.

1965 – Em 22 de agosto ocorreu sua instalação sendo que até a presente data todos os assuntos jurídicos eram tratados na comarca de Batatais, de quem fora distrito.

1911 – O município foi constituído Distrito Sede.

1916 – Instalação do entroncamento da Estação Mogiana. Uma seguia para Jaguará (MG) e outra para Igarapava - SP.

1918 – Criou-se o Distrito de Sarandy e incorporou ao Município de Jardinópolis sob a Lei número 1632, de 27 de dezembro.

1919 – Construção do Cemitério Rural no distrito de Sarandy, hoje Jurucê. Foi construído por Luís Vicentini e Antônio Vicentini. As terras eram dos Srs. Minto e Irmãos.

1933 – Em divisão administrativa, o Município de Jardinópolis figura com 2 Distritos: Jardinópolis e Sarandy.

1936-1937 – Em divisões territoriais, bem como no quadro anexo ao Decreto de Lei Estadual número 9073, de 31 de março de 1938, o Município de Jardinópolis pertence ao termo judiciário de Batatais, da comarca de Batatais.

1960 – Em divisão territorial, o município é constituído de 2 distritos: Jardinópolis e Jurucê. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1999.

1990 – Considerada na região como Terra da Manga.
 
 
 Prefeitura de Bento Gonçalves
Bento Gonçalves é um dos mais belos e importantes destinos turísticos da Serra Gaúcha e do Brasil.  A vocação industrial e turística, as paisagens ‘bordadas de parreirais’ e a garra de seu povo fazem da cidade um lugar acolhedor e de natureza exuberante.

Escolhida pelo Ministério do Turismo como um dos 65 polos indutores de turismo do Brasil, a Capital Brasileira da Uva e do Vinho tem na hospitalidade uma de suas características mais marcantes.  Em 2013 a cidade recebeu mais de um milhão de pessoas  visitando os roteiros turísticos, um crescimento de 26,8% em relação ao ano anterior (dados: SEMTUR, SHRBS, Fundaparque e Bento Convention Bureau). 

As  inúmeras feiras e congressos nacionais e internacionais marcam os eventos da cidade. Em 2012 foram realizados mais de 1.000 eventos, com um público total em torno de 340 mil pessoas (Secretaria de Turismo, SHRBS e Bento Convention Bureau). Em 2013 mais de 320 mil pessoas visitaram os eventos realizados no Parque de Eventos. 

Bento recebe também muitos visitantes interessados no clima romântico da serra, no bom vinho e farta gastronomia herdada dos imigrantes italianos e aqueles visitantes que preferem desfrutar do contato direto com a natureza, visitando o interior dos distritos ou praticando atividades de ecoturismo.

Bento Gonçalves, sendo pioneira como  destino enoturístico do país, sedia  eventos de grande importância na área como a Avaliação Nacional de Vinhos, o maior evento do gênero no ramo da vitivinicultura e também  o Concurso Internacional de Vinhos do Brasil, que  em  2014 apresentou  a maior edição da história do evento, com  709 amostras de 18 países,  e premiando vários  vinhos produzidos  pela vinícolas de Bento.  Tanto a Avaliação Nacional  quanto o Concurso Internacional  são eventos  credenciados  pela Organização Internacional da Uva e do Vinho - OIV e pela União Internacional de Enólogos – UIO. 

Em 2014 com a Copa do Mundo da FIFA no Brasil, também se destaca um vinho produzido por uma vinícola de Bento, no Vale dos Vinhedos. O  rótulo ‘Faces’ (vinícola Lídio Carraro) é eleito como o  Vinho Oficial da Copa, representando o vinho brasileiro no maior evento esportivo do mundo.

As temperaturas tipicamente européias, que chegam a até três graus negativos no inverno e trinta e seis graus no verão, proporcionam um espetáculo magnífico da natureza.  As quatro estações bem definidas garantem também uma mescla de paisagens, que incluem os vales bordados de parreirais no verão, o colorido bucólico do outono, as frias manhãs de inverno com os vales cobertos de geada e o exuberante colorido da primavera.  A Prefeitura de Bento , através da Secretaria de Turismo promove uma programação temática  para tornar a sua visita ainda mais interessante: o Bento  em Vindima,  de janeiro a março,  movimenta a atividade da colheita da uva; o  Bento Sensação, de junho a agosto, com a diversidade  e atrativos do inverno na serrra gaúcha e também o  Estação Primavera em Bento, de setembro a novembro, que promove o encontro com a natureza e cultura locais.

Seja como destino de  negócios ou de lazer, as opções são bem diversificadas. Consulte o Calendário de Eventos para informações sobre o que está acontecendo atualmente em Bento.  A cidade também possui vários Centros de Informações Turísticas - CAT em pontos estratégicos  e disponibiliza um número telefônico gratuito caso queira esclarecer dúvidas sobre informações turísticas: 0800-979-6866.
 
 
 Cemitério Municipal de Jardinópolis
O Cemitério Municipal de Jardinópolis está situado numa avenida Muniz Sapucaia, paralela que conduz à entrada e saída principal da cidade. Trata-se de um cemitério pequeno com quadras alinhadas e seqüenciadas, conforme o modelo de planta padrão implantado no século XIX em cemitérios brasileiros. O seu interior contém plantações de árvores diversas espalhadas de forma aleatória por entre ruas, quadras e avenidas. 

Ali estão enterrados coronéis de café, políticos, comerciantes bem sucedidos, empregadas domésticas, crianças, jovens, enfim, pessoas que contribuíram para o crescimento da cidade de Jardinópolis como as famílias Tostes, Leite de Assis, Saquy e Pereira Lima. 

Neste cemitério convencional secularizado, construído no século XIX, restam poucos túmulos construídos em mármore de Carrara, conforme costume da época. Isso deve-se à necessidade da sociedade local em modernizar o espaço, refazendo os túmulos com novos materiais como o granito preto e marrom.
 
 
 Palácio Teresa Cristina
 O Palácio Teresa Cristina é a sede da prefeitura da cidade de Teresópolis, no estado do Rio de Janeiro, no Brasil. O palácio está situado em uma das avenidas principais do município, circundado pelo Centro Administrativo, Câmara Municipal e casas comerciais e residenciais. 1

O edifício, em estilo neocolonial e pintado de rosa, foi inaugurado em 1927 e alvo de remodelações até a década de 1950. Além da administração municipal, já foi sede do Fórum, Câmara Municipal de Vereadores, do Tiro de Guerra, Cartório Eleitoral e de inúmeras outras repartições públicas, inclusive da Secretaria de Agricultura do Estado, da Coletoria Estadual e do Ministério da Agricultura.

Na década de 1960, o palácio passou a ser denominado Teresa Cristina em homenagem à Imperatriz que deu nome à cidade.
 
 
 Parque de Exposições - História
História

Em 1975, a Coderp inicia a construção do então “Parque Presidente Emílio Garrastazu Médici”, atual Parque Permanente de Exposições. 
O nome do Parque foi uma homenagem da Coderp ao Presidente da República, Emílio Médici, que havia autorizado destacar parte da verba do Fundo Social dos Planos Nacionais de Desenvolvimento para capacitar e instalar a empresa. 

Em maio do ano seguinte, a obra é entregue.  O conselho administrativo da CODERP propõe a organização de uma exposição agropecuária no Parque Permanente de Exposição por ser a única área coberta da cidade que comportaria a implantação e desenvolvimento regional de uma exposição de âmbito nacional. 
É realizada então a primeira edição da Feapam - Feira Agropecuária da Alta Mogiana - no Parque Permanente de Exposições.


 
Estrutura

Localizado na Av. Orestes Lopes de Camargo, ao lado do aeroporto Leite Lopes, o Parque Permanente de Exposições possui total infra-estrutura para realização de eventos como feiras, exposições, campeonatos de hipismo, rodeios, shows e festas.
 
Numa área de 230 mil metros quadrados, o Parque está distribuído em vários espaços como pistas de rodeio, hipismo, pavilhões de exposições, salão de convenções, salas de apoio, baias, recinto para leilões, quiosques para lanchonetes, prédios para restaurantes e ampla área de estacionamento.



Aluguel de áreas para eventos

O Parque Permanente de Exposições está dividido em setores, e estes em Módulos de Evento, que podem ser alugados em conjunto ou individualmente, para melhor adaptar-se ao espaço necessário a cada evento.
 
 
 Parque de Exposições - Localização
Localizado junto à principal via expressa de Ribeirão Preto que dá acesso à rodovia Anhanguera, o parque também possui facilidade de acesso ao aeroporto Leite Lopes, proporcionando maior segurança para autoridades, executivos e artistas. 
 
 
 História do Cemitério de Ribeirão Preto
 A cidade de Ribeirão Preto destaca-se, atualmente, como um pólo econômico da produção de cana-de-açúcar, com um comércio dinâmico e diversificado, capaz de atender toda uma população local e flutuante. Os primeiros habitantes desta cidade pertenciam à comarca da atual cidade de São Simão e provavelmente muitos deles foram enterrados nas igrejas desta localidade. 

Quando Ribeirão Preto se tornou freguesia, os enterramentos eram possivelmente realizados no interior das Capelas e das próprias fazendas da região. Com a instalação do povoado de São Sebastião do Ribeirão Preto, fundado em 1856, a sociedade obteve condições de construir o primeiro cemitério urbano atrelado à igreja, e deste muitos outros. A cada novo cemitério instalado, vê-se o reflexo da mentalidade e o gesto dominante do grupo social de que procede cuja abrangência foi maior do que se supõe.

Cronologia
1868 – Criação do primeiro cemitério da cidade. Funcionou no local ocupado hoje pelo Monumento ao Soldado Constitucionalista, na Praça XV de Novembro. As covas eram rasas e individuais, marcadas somente com cruzes de madeira. Perdurou provavelmente até o ano de 1880.

1878 – Fundação do segundo, atual Praça da Catedral. Extinto em torno de 1887.

1887 – Instalado o terceiro, ocupou a área da atual Praça 7 de Setembro. Desativado por volta de 1892.

1889 - Com a proclamação da República, criaram-se normas e leis para a secularização dos cemitérios brasileiros.

1892 – Construção do quarto cemitério e do primeiro secularizado de Ribeirão Preto – Cemitério da Saudade. Instalação da primeira marmoraria da cidade: Marmoraria Ítalo-Brasileira de Carlo Barberi

1893 – Tornou-se público pelo então intendente Sr. Arthur de Aguiar Diederichsen. Este cemitério foi o primeiro a ser localizado fora dos limites da cidade, onde quase não existia especulação imobiliária.

1930 – O cemitério continha 16 quadras, com 1597 carneiras.

1933 – A primeira ampliação deu-se com o acréscimo de 6 quadras e a construção do Necrotério.

1934-35 – Construção da Capela e do Portão Monumental. Os projetos são de autoria do arquiteto da prefeitura, Cícero Martins Brandão, que adotou elementos construtivos vinculados ao estilo art-déco.

1952-53 – A segunda grande ampliação ocorreu na administração do prefeito Alfredo Condeixa Filho, que se incubiu de construir o Cruzeiro.

1970 – O Cemitério da Saudade encontrava-se totalmente lotado. Restava a missão de serem mantidas e administradas as carneiras existentes.

1974 – Fundação do Cemitério Bom Pastor que segue o modelo de cemitério-jardim administrado pela prefeitura municipal de Ribeirão Preto.

1983-88 – Ocorreram várias demolições de túmulos antigos de grande valor artístico no Cemitério da Saudade.

1986 – Foram tombados dois túmulos no Cemitério da Saudade pela Secretaria da Cultura Municipal, Decreto no. 067/86.

2005 – Muitos monumentos históricos e artísticos encontram-se em total abandono.
 
 
 Prefeitura do Rio Grande
PRÉDIO HISTÓRICO

De acordo com a arquiteta Jane Borghetti, o prédio da Prefeitura foi construído originalmente em 1824 pelo comerciante Joaquim Rasgado, que residia na parte superior e possuía comércio no pavimento térreo. Mais tarde, foi vendido para o Comendador Antônio da Silva Ferreira Tigre que, por sua vez, no final do século XIX negociou-o com a Intendência Municipal, permanecendo até os dias de hoje como sede da Prefeitura do Rio Grande.

Quando de sua construção, o prédio possuía feições coloniais, mas ao ser adquirido pela Intendência foi contratado o mesmo arquiteto italiano que construiu a Prefeitura de Porto Alegre. Ele fez alterações na fachada que passou a ter estilo neo-clássico.

Na década de 30 do século passado, o prédio foi ampliado em direção à rua General Osório (dependências onde hoje encontram-se a Unidade de Material, Secretaria da Pesca, e Secretaria da Agricultura e a garagem), sendo uma das construções mais antigas da cidade, juntamente com o Hotel Paris e a Catedral de São Pedro.
 
 
 Palácio Barão de Guapi
O Palácio Barão de Guapi é um prédio histórico de Barra Mansa que recebeu pessoas ilustres como a Princesa Isabel. Já sediou a Prefeitura e a Câmara Municipal. Atualmente abriga a Biblioteca.

 
 
 Prefeitura Municipal de Mauá
Mauá tem grande potencial de consumo, localização estratégica, parque industrial com importantes fornecedores de matérias primas e áreas disponíveis para instalação de novas empresas

Formação da cidade O dia 18 de outubro de 1934 é a data da formação administrativa com a criação do Distrito de Mauá, pertencente, até então, a São Bernardo. Em 30 de novembro de 1938, o distrito foi transferido para Santo André, em virtude de sua emancipação. Por meio do decreto estadual nº 2.456, de 30 de dezembro de 1953, a cidade teve sua própria emancipação. Em 1954, é realizada a primeira eleição para prefeito, vice-prefeito e vereadores, empossados no dia 1º de janeiro de 1955, quando é instalado, oficialmente, o município de Mauá.

Denominado Cassaguera, que significa ?Cercados Velhos?, havia aqui um povoado cujo caminho ligava a então Vila de São Paulo ao litoral, passando pelas redondezas do atual leito rodoviário, na margem esquerda do rio Tamanduateí. O povoado se estabeleceu no entorno da capela de Nossa Senhora do Pilar, nos idos de 1800. Os primeiros empreendimentos na localidade foram um engenho de açúcar, um armazém, o comércio de madeira e as olarias.

A cidade sempre esteve no foco de pessoas empreendedoras, como Irineu Evangelista de Souza, o Barão de Mauá, que deu origem ao nome do município: Mauá, e tupi guarani significa elevado, o que se entende como cidade elevada. Em 1882, ele adquiriu uma fazenda na localidade, para acompanhar as obras de construção da ferrovia que atravessaria a Serra do Mar. A região já atraía interesses, no entanto, o impulso veio com a construção da estrada de ferro Santos-Jundiaí, em 1887.

A cidade foi capital nacional da porcelana, com inúmeras indústrias cerâmicas e olarias.

Quem nasce em Mauá é mauaense. O aniversário da cidade é comemorado no dia da padroeira, Nossa Senhora da Imaculada Conceição, em 8 de dezembro.
 
 
 Prefeitura Municipal de Canavieiras
 A Prefeitura Municipal de Canavieiras, no Estado da Bahia, é um prédio de construção neoclássica, de linhas sóbrias e está localizado na Praça da Bandeira, no Centro Histórico, entre as margens do Rio Pardo e a praça da Igreja de São Boaventura.

Ele foi projetado, construído e inaugurado no século XIX, quando a cidade de Canavieiras era a cidade mais rica do Estado da Bahia, devido a conjugação de dois fatores: a cultura do cacau e o garimpo de diamantes no Rio Salobro, afluente do Rio Pardo.

O prédio foi projetado pelo arquiteto e urbanista espanhol Adolfo Morales de los Rios y Garcia de Pimentel, que foi contratado em 1895 especialmente para este fim. Este arquiteto era um dos mais destacados do pais naquele período, com obras em diversas capitais do nordeste e no Rio de Janeiro, então capital federal.

Com o projeto pronto, ficou constatado a inviabilidade  de sua execução, não devido a erro de projeto, mas por falta de recursos do município, já que a maior parte do dinheiro da cidade era drenado para a capital, Salvador, para sustentar a burocracia local.

No ano seguinte, foi contratado o engenheiro Arthur Navarro,  com a incumbência de simplificar o projeto para caber dentro das limitações financeiras do município. Ele pouco mudou no projeto original, deixando-o praticamente igual ao feito pelo arquiteto espanhol. A principal mudança foi feita na cúpula, que foi abolida. Outras modificações foram feitas, conforme a seguir:

Foram abolidos os telhados laterais em cada extremidade frontal do prédio; nas extremidades frontais, ao invés de uma janela estreita no andar térreo e uma larga acima, foram reprojetadas duas janelas largas, tanto no andar térreo como no andar superior; na parte da estrutura entre as extremidades e a porta principal central da construção, onde originalmente foram projetadas três janelas estreitas, tanto no térreo como no andar superior, ficaram no lugar duas janelas largas, em cada um dos dois pavimentos. 

Quando da inauguração da antiga intendência, hoje Prefeitura Municipal de Canavieiras, no final do século XIX, no ano de 1900, a Praça da Bandeira era um imenso descampado, onde o areal era pontilhado por ramificações de capim-cipó, o capim que mais brotava nos areais de Canavieiras.

Em 1979, portanto, antes do colapso do cacau pela vassoura-de-bruxa, o prédio neoclássica da prefeitura teve a sua última grande reforma, quando ele foi praticamente reconstruído, permanecendo, entretanto, com a sua estrutura externa original que, de tão bela, é uma das Sete Maravilhas de Canavieiras.

Hoje em dia, a Praça da Bandeira está totalmente arborizada, emoldurando a prefeitura e encantando todos que olham para o ponto onde está erguida a Prefeitura Municipal de Canavieiras.
 
 
 Câmara Municipal de Varginha
Segundo prédio construído na cidade, em finais do século 18 e símbolo do ecletismo, movimento que traduzia a força e o poder da riqueza gerada pelo café, o edifício teve sua construção iniciada pelo Major Matheus Tavares da Silva, rico cafeicultor local e primeiro presidente da Câmara Municipal da época. A obra atraía a atenção dos passantes pelo seu porte e grande número de janelas. Construído de alvenaria de tijolos, o casarão possuía também paredes divisórias de pau-a-pique.

Em 1905, depois da morte do major Tavares, o imóvel foi adquirido pelo empresário Roque Rotundo, que instalou o térreo uma loja que atendia toda a região até meados dos anos 60. Depois de curto período com outro uso, o imóvel passa a ser sede da Cooperativa dos Cafeicultores de Varginha, até a construção da nova sede da entidade, na Vila Paiva. O velho casarão, então sem uso e abandonado, começou a se deteriorar, culminando, em 1993, com inicio do desmoronamento do telhado e das paredes.

Em 1995, o poder público municipal adquire o imóvel e inicia as obras de adaptação e recuperação, sob coordenação dos arquitetos Valéria e Otávio Gontijo e, em 1996, o casarão é entregue de volta à população. Passados quatro meses, no entanto, seu novo uso ainda não havia sido definido, pondo em risco, uma vez mais, seu estado de conservação. Finalmente, em 1997 passa a funcionar como sede do poder legislativo municipal, abrigando a Câmara de Vereadores.
 
 
 Câmara Municipal de Batatais
Existem pelo menos quatro versões históricas para o significado do nome Batatais. A versão mais aceita é baseada em relatos da época e está ligada a atividade agrícola dos habitantes naturais da região. Os primeiros bandeirantes teriam encontrado por aqui extensas plantações de batatas roxas.

Outra versão seria a que havia índios na região e Batatais deriva de BAITATA, que segundo alguns pesquisadores locais significam em tupi “rio cascateante entre pedras”, referencia às nossas belezas naturais. Acredita-se também que outra origem viesse do tupi MBOITATA – cobra de fogo, que na crença dos índios, era o gênio que protegia os campos contra os incêndios.

Estudos recentes de um historiador local, atenta para mais uma possível hipótese: Batatais ou Batatal era uma expressão usada pelos minerados antigos que designavam o local onde se achava ouro de superfície. Como esta região fazia parte do caminho para Goiás, há a possibilidade que a cidade servia de pouso para esses viajantes.


Reforma do Prédio 

O imóvel de 1925 teve a parte elétrica de telefonia e lógica toda refeita. Segundo o Presidente Juninho Gaspar “As instalações elétricas ainda eram originais e utilizavam antigos fios de cobre revestidos por tecidos, que colocavam em risco a segurança de funcionários e munícipes”. Foram instaladas novas luminárias modernas que reduzem o consumo de energia e ao mesmo tempo equilibram a iluminação dos ambientes do prédio.

As janelas, portas e outros itens do madeiramento foram recuperados propiciando mais funcionalidade e recuperando o visual original da estrutura.

Também foi realizada a troca do telhado, instalação de infra-estrutura para climatização do prédio assim como foram adquiridos equipamentos para este fim e construção de uma copa no térreo.

A praça da Câmara também recebeu cuidados com a troca do calçamento e a colocação de piso podotátil, além da construção de rampas tornando a praça do legislativo uma das mais acessíveis do município. Tudo isso com preocupação ambiental, mantendo as arvores centenárias que sombreiam todo o entorno do jardim.

Além das obras de recuperação do prédio o legislativo investiu em tecnologia com a renovação dos equipamentos de fotocopia e em economia adquirindo um novo veículo em substituição ao antigo que devido ao tempo de uso necessitava de muitos gastos com manutenção.
 
 
 Prefeitura Municipal de Pedreira
 O nome "Pedreira" deve existir em inúmeros locais do Brasil. Em cada lugar onde um dia existiu (ou ainda existe) uma pedreira, este nome acaba por extrapolar os limites do empreendimento em si. Assim, existe um bairro da Pedreira em São Paulo (está one hoje acaba a Marginal do Rio Pinheiros, ou a avenida das Nações Unidas, ao sul do cruzamento desta com a avenida Interlagos), existe o bairro da Pedreira em Cajamar e inúmeros outros.

Lá entre as cidades de Jaguariúna e Amparo, no que antigamente era o ramal de Amparo da Mogiana, existe a cidade de Pedreira. Neste caso, entretanto, o nome foge à regra: os fundadores, pai e filhos, tinham como segundo nome sempre "Pedro": João Pedro, Bento Pedro, Antonio Pedro e José Pedro. Daí nasceu "Pedreira".

A cidade formou-se alguns anos após o surgimento da estação, que fora construída em terras da Fazenda Grande, dos "Pedros", no ano de 1875. Já em 1896, a vila ganhou o status de município, separando-se de Jaguai (hoje Jaguariúna). Às margens do rio Jaguari, quem desembarcava na estação da Mogiana deveria ter uma belíssima vista do rio e dos poucos casarões em volta da linha. O pátio e a plataforma de embarque e desembarque davam frente para o rio.

Com a chegada das fábricas de cerâmica, em 1916, desenvolveu-se o comércio de peças deste material pela cidade, que hoje tem boa parte de sua renda de turistas que vêm a ela para fazer compras. Tal comércio se dá principalmente em volta da rodovia Amparo-Jaguariúna, que passa pela estação, ocupando parte do antigo leito da ferrovia que corria ao longo do rio. Com isto, o velho prédio da estação ficou ilhado no meio da pista, movimentadíssima principalmente durante o final de semana. Pedreira é um dos raros casos de cidades que ainda têm a estrada passando dentro dela.

Diversos casarões dos séculos XIX e início do XX ainda se mantêm na cidade. Um deles, dos "Pedros", é talvez o edifício mais antigo, às margens do rio Jaguari - à outra margem dele, junto à cabeceira da ponte - e que hoje abriga a sede da Prefeitura Municipal.

Curioso na cidade é a quantidade de placas de prefeitos indicando inaugurações de obras. Até o banheiro municipal, construído na lateral da estação (a lateral à direita da antiga plataforma), tem uma - lastimável procedimento de gasto de dinheiro e de propaganda inútil de prefeitos do interior.

Ao contrário do que pode parecer, o centro da cidade não é realmente a região da estação, com suas lojas de cerâmica e a parte mais movimentada, mas sim um pouco mais além, onde a cidade, no mesmo lado do rio, se espicha perpendicularmente à rodovia-avenida. Por ela se espalham outros casarões, alguns muito bonitos. Há, também, muitos bairros rurais pelo município.
 
 
 Prefeitura Municipal de Campo Verde
 A região onde está localizado o município de Campo Verde começou a ser povoada a partir do século XVIII, com a chegada dos primeiros colonizadores vindos de Minas Gerais. Em 1886, as famílias Borges e Fernandes, lideradas por Diogo Borges e José Camilo Fernandes, se instalaram na fazenda que ficou conhecida como Buriti dos Borges.

Em 1896, sob o comando do major Gomes Carneiro, que tinha como seu ajudante de ordens o futuro marechal Cândido Mariano da Silva Rondon, foi inaugurada na comunidade de Capim Branco a estação telegráfica Coronel Ponce que, desativada na década de 1950, acabou destruída pela ação do tempo e do homem. Em 2009 foi inaugurada uma réplica do prédio, construída para abrigar o Museu da História de Campo Verde, e que conta com um acervo formado por utensílios e fotos do período da colonização.
 
 
 Prefeitura Municipal de Cariacica
Cariacica reflete a miscigenação brasileira e sua formação agrega povos indígenas, negros e imigrantes europeus. Segundo os antigos habitantes, o nome surgiu da expressão “Cari-jaci-caá”, utilizada pelos índios para identificar o porto onde desembarcavam os imigrantes. Sua tradução é “chegada do homem branco”.

Embora o município de Cariacica tenha sido criado pelo Decreto Nº 57, em 25 de novembro de 1890, apenas na década de 40 do século passado sua população observou aumento considerável. A característica rural do município também começou a ser alterada de forma importante nesta mesma época, até se tornar um município urbano.

A cidade reúne o urbano e o rural em plena harmonia e de forma sustentável. O centro urbano abriga grande área comercial e cerca de 96% da população, mas a região rural se estende por uma ampla área do território e é marcada pela diversidade natural, principalmente aos pés do Monte Mochuara.

Embora a sede do município esteja localizada à 15,8 Km da capital, trata-se de uma sede histórica de característica rural. Desde o início do século passado, as atividades estritamente agrícolas foram sendo substituídas por atividades de apoio à comercialização a transporte de mercadorias e, consequentemente, localizando-se nas regiões próximas às instalações da VALE. Cerca de 96% da população cariaciquense está concentrada na área urbana, mas por outro lado, possui 56% de suas terras localizadas na área rural onde reúne boa parte do interesse ambiental e turístico, como o imponente Mochuara, símbolo do município de Cariacica.
 
 
 
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