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 História do Cemitério de São João Batista
 A cidade de São João da Boa Vista foi fundado em 24 de junho de 1824 por Antônio Machado de Oliveira e os seus cunhados Inácio Cândido e Francisco Cândido que vieram de Itajubá – MG, ocupando a região que supostamente pertencia a Mogi-mirim. Chegaram às vésperas do dia em que se comemorava o culto a São João Batista, juntando-se ao fato da cidade ter sido iniciada nos terrenos da Fazenda Boa Vista daí a origem do seu nome. O Cônego João Ramalho, um português que chegou ao Brasil no ano de 1800, foi quem projetou a localidade de São João da Boa Vista e idealizou seu perfil econômico. 

Ele queria expandir o progresso por toda a região, a partir de São João, atividades como agropecuárias, industriais e rurais. Outras atividades também ploriferaram, dando origem ao comércio local para a venda dos produtos produzidos nas lavouras. Em 1853 ocorreu a missa de inauguração da Igreja Matriz em que o Cônego João Ramalho caiu desfalecido. Em 1859 a lei provincial elevou a freguesia à Vila. Mesmo sem melhoramentos públicos, a Vila ia progredindo graças à exuberância de suas terras, procurada para a plantação de café, cana-de-açúcar, fumo e cereais. Em 24 de abril de 1880 São João da Boa Vista é emancipada e elevada a município. A instalação da estrada de ferro Mogiana tornou a exportação mais intensa na região. A cidade possui um dos cemitérios mais belos da região, entre alamedas arborizadas estão as obras do maior escultor sanjoanense Fernando Furlanetto, “uma galeria de arte a céu aberto”.   

Cronologia     

1824 – Fundação de São João da Boa Vista por Antônio Machado de Oliveira. 

1824 – Celebração da primeira missa pelo Cônego João Ramalho. 

1838 – O povoado de São João é elevado à freguesia. 

1846 – O Cônego João Ramalho torna-se prefeito da cidade pela segunda vez. 

1848 - Início da construção da Igreja Matriz. 

1853 – Inauguração da Igreja Matriz. Morte do Cônego João Ramalho. 

1859 – Lei provincial eleva a freguesia à Vila. 

1880 – São João da Boa Vista recebe emancipação política e é elevada a município. 

Século XIX – Surgimento do primeiro cemitério na Praça Joaquim José. 

1894 – Fundação do Cemitério Municipal João Batista. 
 
 
 História do Cemitério Santo Amaro de Pernambuco
 A História da região nordeste do Brasil iniciou-se em 1534, quando Portugal criou as capitanias hereditárias. A Capitania de Pernambuco coube a Duarte Coelho Pereira. Até o século XVII, a cidade do Recife foi apenas uma pequena aldeia, funcionando como porto para a Vila de Olinda, então capital de Pernambuco. 

Essa situação alterou-se a partir de 1630, quando os holandeses, atraídos pela riqueza da cana-de-açúcar, ocuparam a região. Em 1637, o conde Maurício de Nassau trouxe da Europa grandes arquitetos, engenheiros e paisagistas que conduziram uma revolução urbanística na cidade: ruas foram planejadas e traçadas, várias pontes construídas, dando assim um ar de metrópole à cidade do Recife.

Durante séculos, as pessoas foram enterradas nas capelas. A partir de 1837, o Presidente da província de Pernambuco, Francisco do Rego de Barros, em um plano de modernização e higienização do Recife, propôs a construção do primeiro cemitério publico da cidade, o que foi aprovado apenas em 1850 e inaugurado no ano seguinte, 1851. 

O primeiro cemitério público foi o Cemitério do Senhor Bom Jesus da Redenção de Santo Amaro do Recife que se localiza no caminho entre Recife e Olinda, próximo ao já existente Cemitério dos Ingleses.
Os estudos e projetos do atual Cemitério Santo Amaro provieram de trabalhos consecutivos de uma comissão, deles participando, como autor e idealizador principal, o engenheiro francês Louis Léguer Vauthier (1845-1916). Este projeto é considerado por Gilberto Freire como um dos primeiros e mais bem elaborados no Brasil. Ele foi planejado de tal modo que a paisagem é equanimente distribuída entre os túmulos e as covas-rasas.

Cronologia:
1630 – Ocupação holandesa.

1637 – Maurício de Nassau assumiu o governo das possessões holandesas no Brasil e foi responsável por uma revolução urbanística no Recife.

1654 – Expulsão dos holandeses do Brasil.

1710 – Guerras dos Mascates.

1814 – Escolha do terreno para a instalação do Cemitério dos Ingleses (particular), bairro Santo Amaro.

1817 – Pernambuco tentou proclamar-se independente de Portugal, sem sucesso.

1824 – Confederação do Equador.

1837 – O Presidente da província de Pernambuco, Francisco do Rego de Barros, em um plano de modernização e higienização do Recife, propôs a construção do primeiro cemitério público da cidade.

1848 – Estourou a Revolução Praeira, que questionava a Monarquia e já pregava a República.

1849 – Epidemia de febre amarela.

1850 – Inicio da construção do Cemitério do Senhor Bom Jesus da Redenção de Santo Amaro - 1° Cemitério publico da cidade do Recife.

1851 – Inauguração do cemitério, hoje conhecido como Cemitério de Santo Amaro do Recife.

1856 – Epidemia de cólera Morbus.
 
 
 Cemitério Campo Santo de Salvador BA
 O cemitério Campo Santo está localizado no atual bairro da Federação, um bairro central e populoso onde estão situados importantes cemitérios e unidades da UFBA. O bairro tem limites com a Graça e Canela (a Oeste), o Garcia (ao Norte), Parque São Braz (a Leste) e Alto das Pombas, Ondina e o Engenho Velho da Federação (ao Sul).O cemitério Campo Santo está defronte ao Cemitério dos Alemães, voltado para a comunidade teutônica.Próximo ao Campo Santo está o Hospital das Clínicas e o Instituto de Investigação da Tuberculose. 

No Campo Santo de Salvador estão enterrados uma parcela representativa da sociedade baiana. O seu objetivo inicial era representar “um microsmo da sociedade”(COSTA, 2003). Hoje ele é referência nacional pela grande quantidade de monumentos funerários, pelo seu valor artístico dos mesmos e pelas pessoas ali enterradas. Já no século XIX foram enterrados o Barão de Carayba; o Barão de Camaçari; o Barão de Itapuã. No século XX destacamos os túmulos do Barão de Sarahype; da família do poeta Castro Alves e de políticos como Otávio Mangabeira e Lauro Freitas. Partes do cemitério estão destinados a irmandades religiosas como as do Santissímo Sacramento de São Pedro Velho e Nossa Senhora do Rosário. Jaz neste local, os restos mortais do Senador Antonio Carlos Magalhães. (2007). 

O Cemitério do Campo Santo é o cemitério secularizado mais antigo da cidade de Salvador. Após sua inaguração um segmento da sociedade protestou resultando no manifesto denominado de Cemiterada – houve demolição do muro da frente e parte da capela em construção. Hoje ele agrupa uma série de mausoléus de grande valor artístico e histórico que o transforma em verdadeiro  ´Museu a céu aberto´. 
 
 
 Cemitério São João Batista de Rio de Janeiro
 O Cemitério São João Batista está localizado na Rua General Polidoro tendo seu limite leste na Rua Dona Mariana, no bairro Botafogo, zona sul. Existem neste cemitério cerca de 40.000 jazigos distribuídos por uma área de 38.000 metros quadrados. Teve sua ocupação iniciada pelos fundos do terreno. Os túmulos e esculturas mais representativas do local estão no eixo central e em mais duas quadras para a direita e duas para a esquerda. O cemitério foi construído pela Santa Casa de Misericórdia duas décadas após a Santa Casa construir uma necrópole bem maior - o São Francisco Xavier, conhecido como Cemitério do Caju. Dentro da feição católica da superlotação dos jazigos do Cemitério São João Batista, pode-se visualizar locais distintos destinados a sepulturas do século XIX e do século XX.

Ali estão enterradas personalidades comprometidas com a história do Brasil desde 1850 até os dias atuais. Entre pessoas comuns estão nomes célebres como os cantores Carmem Miranda, Cazuza, Vicente Celestino e Clara Nunes; os políticos Luís Carlos Prestes, Floriano Peixoto (presidente), Afonso Pena (presidente), Nilo Peçanha (presidente), Carlos Lacerda (governador); várias figuras históricas; nobres da época do império e burgueses republicanos; os “imortais” da Academia Brasileira de Letras. Destacamos: Tom Jobim; Mausoléu da ABL; Janete Clair; Orville Derby (geólogo); Cláudio de Souza (ator); Rodolfo Bernadelli (escultor); Didi (jogador de futebol); Família Guinle; Família Costa e Silva; Oswaldo Aranha; Paulo de Frontin; Visconde de Moraes; Machado de Assis; Guimarães Rosa; José de Alencar e Nelson Rodrigues.

A portada do cemitério se destaca por ser trabalhada em blocos de belo granito fluminense tipo “olho de tartaruga” ou “granito de galho”, encimada pela tarja da emblemática da Santa Casa de Misericórdia. Outro elemento construtivo de caracterização de época é o gradil de ferro monumental, produzido nas fundições fluminenses. No Cemitério São João Batista há elevado número de jazigos - capela de famílias burguesas inspirados nos estilos híbridos do início do século XX, construídos por marmoristas portugueses, italianos e brasileiros. Existem inúmeras obras de artistas que se dedicaram a feitura de esculturas funerárias, Citamos o caso de Rodolpho Bernadelli, Octávio Corrêa Lima, Heitor Usai, Celita Vaccani, Humberto Cozzo. Destacam-se também obras dos escultores franceses Jean Magrou e Colin George, dos escultores italianos J. Guazzini, B. P. Giusti, Luca Arrighini e A. Canessa. Ali o historiador da arte pode estudar sepulturas inspiradas nos estilos neoclássico, neogótico, art déco, art nouveau, eclético e moderno dotadas de uma tipologia variadíssima de signos antropomorfos, zoomorfos, fitomorfos e de distinção social. Diríamos que este cemitério não é o mais nobre e nem o mais artístico da cidade do Rio de Janeiro, todavia é o mais representativo do período da Primeira República, que é quando o eixo elegante da Zona Norte transfere-se para a Zona Sul.
 
 
 Cemitério Santo Amaro de Pernambuco
 O plano urbanístico do atual Cemitério Santo Amaro é de autoria do engenheiro, arquiteto e urbanista francês Louis Léguer Vauthier que esteve no Brasil de 1840 a 1846 e tornou-se engenheiro da Repartição de obras públicas da cidade de Recife. Foi responsável por várias obras, dentre elas: Teatro Santa Isabel; Mercado São José; Prefeitura de Recife; Fundação Joaquim Nabuco. A planta do cemitério é composta por alamedas que convergem para a praça, onde está sediada uma grande capela. Está sediado na Av. Marquês Pombal nº 1851. Formam-se, assim, quadrados poligonais e triangulares cujas orlas são ocupadas pelo loteamento de jazigos nobres e por mausoléus coletivos de irmandades, ficando as áreas centrais reservadas para as covas rasas. O seu paisagismo geometrizado é composto por arvores nativas e palmeiras imperiais, plantadas de tal forma que se pode detectar o contraste entre as grandes massas de verdes com os túmulos monumentais e as sepulturas caiadas (Valladares, 1972, p.1103). 

Aqui estão enterrados barões, políticos, “novos ricos”, escravos e pessoas menos abastadas do estado de Pernambuco. Dentre estes citamos: Joaquim Nabuco, Barão D´Ouricury, Barão de Itamaracá, Barão de Mecejana, Comendador Manoel Bernardo da Silva, Família Moreira Alves, Manoel Borba, Gaspar de Menezes Vasconcellos de Drummond, Agamenon Magalhães, Othon Bezerra de Mello. 

Trata-se de um dos poucos cemitérios brasileiros instalados no século XIX que seguiu um plano urbanístico bem elaborado, idealizado conforme o padrão europeu. Adotou-se um paisagismo peculiar, plantando por entre as alamedas árvores nativas como a mangueira e o jambeiro. Dentre as várias e belas esculturas datadas do século XIX e XX, atentar para A Virtude – escultura de bronze, mulher altiva, tem como um dos atributos o cacto – planta típica do nordeste. Ela está instalada no tumulo da Família Magalhães. Destacamos também a instalação de vários mausoléus coletivos para atender necessidades de ordens religiosas e civis. Ali existe um “Museu a céu aberto” completo de arte funerária que apresenta desde modelos neoclássicos e góticos importados da Europa , perpassando pelos estilos art nouveau, art déco e moderno, até chegar nos túmulos de feitura simples, decorados com flores de plástico. Diante desta riqueza arquitetônica, urge restaurar e preservar esta memória recifense. 
 
 
 História do Cemitério Santana de Goíás
O Cemitério recebeu este nome em homenagem à mãe de Maria, Santa Ana Padroeira do então Arraial de Sant´Ana, atual cidade de Goiás. A área destinada para a construção do Cemitério Santana foi aos limites do extinto município de Campinas e o município de Goiânia, capital do estado de Goiás. O Cemitério inicialmente foi administrado pelo governo do estado, a quem pertencia a área (Decreto no 90 A/38). Ele constitui exemplo típico de cemitério convencional secularizado, por ser administrado por um órgão secular (municipal) e não religioso, como era costume antes da Proclamação da República.

Cronologia:
1933 - Dia 24 de outubro marca o lançamento da pedra fundamental da Nova Capital do Estado de Goiás, Goiânia.

I935 - Criação do Município de Goiânia e extinção do Município de Campinas.
939 - Início da ocupação da área pública estadual destinada ao cemitério.

1940 - Concluídas as seguintes construções no Cemitério: administração, almoxarifado, a sala de velório, sanitário. Realizado o primeiro sepultamento de Antônio Augusto de Carvalho, em 9 de dezembro.

1945 - Construção do muro e do ossário.

1959 - O governo estadual transfere a propriedade e a administração do Cemitério para a prefeitura de Goiânia, por meio da Lei no 1.637/59.

1960 - O Município aprova o regulamento dos serviços do Cemitério, pelo Decreto no 029/60.

1964 - Intervenções: ampliação da administração, na rede de abastecimento de água, arborização e calçada externa, calçamento das avenidas e dos pátios com bloquetes de concreto.

1991 - Tombamento do túmulo da família de Pedro Ludovico Teixeira, fundador de Goiânia, pela Lei Municipal no 6.962, de 21 de maio. (Qd. F n. 1).

2000 - Estabelece o Tombamento do Cemitério Santana, pelo Decreto no 1.879, de 26 de setembro.

2001 - Inicia-se o processo de implementação do Sub-Projeto de Educação Patrimonial e Cultural no Cemitério, objetivando o restauro e a conservação preventiva do patrimônio: edificações, paisagismo, drenagem pluvial e iluminação.
 
 
 História do Cemitério Campo Santo de Salvador
 A história da cidade de Salvador começa com a descoberta da Baía de todos os Santos, 48 anos antes de sua fundação oficial. A Baía possuía boas condições portuárias e de localização, passando a ser um dos pontos mais conhecidos e visitados da América Latina, fomentando assim a idéia da construção da cidade. O rei D. João III nomeou o militar e político Thomé de Souza para ser governador geral do Brasil e fundar às margens da Baía a primeira metrópole portuguesa na América. Em 29 de março de 1549, a armada portuguesa aportou no Brasil, comandada por Diogo Álvares o caramuru, assim foi fundada a cidade do São Salvador da Baía de Todos os Santos. Salvador foi a primeira província a cumprir a ordem do príncipe regente que determinava a construção de cemitérios fora dos limites urbanos. Foi marcado o território e dado a uma companhia particular o monopólio dos enterros. 

Com a proibição do sepultamento nas igrejas e por outros fatores políticos, houve uma revolta da população de Salvador em 25 de outubro de 1836, que ficou conhecida como Cemiterada (REIS,2000). Foi uma manifestação de protesto convocados pelas irmandades e ordens terceiras de Salvador contra a secularização dos cemitérios e a proibição de enterros na igreja. Mais de 3000 pessoas se dirigiram ao cemitério portando machados e alavancas. Promoveram a destruição de vários túmulos, jazigos e inclusive a capela do local. O cemitério de Campo Santo foi instituído pela Santa Casa de Misericórdia da Bahia, com implantação definitiva em 1844. 

O primeiro cemitério a não discriminar qualquer categoria social quanto ao sepultamento dos corpos dos seus entes queridos. Estava localizado no Outeiro Grande, fora dos limites da cidade, na estrada para o rio Vermelho. Hoje ele ocupa uma área de 360.000 metros quadrados, sendo um dos cemitérios mais tradicionais da cidade, constituindo-se também num acervo de inestimável valor histórico e arquitetônico. Em 2005 a Santa Casa de Misericórdia lançou um projeto para o Cemitério Campo Santo virar um museu a céu aberto, onde moradores e visitantes podem conhecer os túmulos de personalidades baianas além de saber mais sobre a arte funerária no Brasil. Desde março de 2007, 27 quadras do Campo Santo tiveram as suas estátuas, mausoléus, jazigos e adornos catalogados e abertos á visitação monitorada.
 
Cronologia:

1549 – A Armada portuguesa aporta no Brasil. Fundação da cidade de São Salvador da Baía de Todos os Santos.

1624/25 – A cidade foi invadida pelos holandeses.
1715 – Já existia o cemitério do Campo da Pólvora. Enterravam-se cadáveres de indigentes e de escravos.

1798 – Revolta dos Alfaiates.

1809 – Conde dos Arcos assume a administração da cidade.

1835 – Ocorre a revolta dos escravos muçulmanos Revolta dos Malês.

1835 – Aprovação da lei provincial que vedava os enterramentos nas igrejas e também nas catacumbas.

1836 – Iniciada a construção do Cemitério Campo Santo, local da antiga Fazenda São Gonçalo.

1836 - Revolta Cemiterada, que destruiu parte do cemitério Campo Santo.

1844 – O Cemitério Campo Santo é implantado definitivamente. Obras do engenheiro Bloen – diretor das obras públicas da Província da Bahia. Desativado o Cem. do Campo da Pólvora.

1855 – Os cemitérios públicos foram definitivamente estabelecidos em Salvador.

1856 – Oficializado o Cemitério Público da Quinta dos Lázaros. (1º cemitério da Quinta dos Lázaros).

1856 – Instalação do Cemitério da Venerável Ordem Terceira da Penitência do Seráfico Pe. São Francisco. (2º cemitério da Quinta dos Lázaros).

1857 – Fundação do Cemitério do convento de São Francisco. (3º cemitério localizado na Quinta dos Lázaros).

1857 – Fundação do Cemitério dos Lázaros. (4º cemitério da Quinta dos Lázaros).

1859 – Fundação do Cemitério da Venerável Ordem Terceira do Carmo. (5º cemitério localizado na Quinta dos Lázaros).

1863 – Instalação do Projeto de Regulamento do Campo Santo.

1865 – Adquirida a Estátua da Fé do escultor alemão Johann von Habilg pelo Marechal de Campo Alexandre Gomes Ferrão d´Argolo para o jazigo do seu filho José Joaquim Francisco Gomes d´Argolo.

1870/71 – Arquiteto Carlos Croesy faz o projeto da atual Igreja do Campo Santo, estilo Neogótico.

1874 – Inauguração da Igreja consagrada a Nossa Senhora da Piedade.

1966 – A Estatua da Fé foi tombada pelo IPHAN.
Século XX – Construção do Cemitério dos Israelitas, também localizado na Quinta dos Lázaros.

2005- Projeto para transformar o Cemitério Campo Santo em museu a céu aberto.

2007- Cemitério Campo Santo é aberto à visitação cultural monitorada.
 
 
 Cemitério São Pantaleão de Maranhão
 O cemitério do Gavião, oficialmente Cemitério do São Pantaleão foi instalado no fim da Rua do Passeio, no bairro Quinta do Gavião. No seu interior existe a Capela São José que possui em seu interior ossuários laterais. No frontão triangular da sua fachada estão encimadas três esculturas: a caridade, a fé e a esperança – elas representam os símbolos da misericórdia. Percebe-se que ele passou por ampliações no transcorrer desses anos. A sua última recuperação deu-se em 1997 pela Secretaria Municipal de Terras, Habitação e Urbanismo. Destacam-se os ossuários ricamente decorados, instalados na parte interna do muro que dá para a Rua do Passeio. O muro do Cemitério está intercalado por grades de ferro fundido e pilares que facilitam a visibilidade interna do mesmo. 

Ao visitar o Cemitério São Pantaleão, a pessoa conhecerá muito sobre a história maranhense e ainda poderá observar trabalhos artísticos de escultores e artesãos locais. Dentre as pessoas ilustres enterradas no cemitério destacamos as famílias: Coutinho de Vilhena, José Tinoco Pereira, Marcelino Gomes de Almeida, Almir Feres, Pereira Martins, Antônio José Maria, Nunes Belfort, Dr. Benedito Pereira, Homem de Carvalho Martins, Moraes Rego, Almir Panga Nina, Oliveira Carneiro, Moreira Lima.

Este Cemitério convencional secularizado tem como particularidade o fato de ser fundado pela Irmandade da Misericórdia em 1855 – Cemitério Novo da Misericórdia. Após a Proclamação da República, tornou-se secularidade, isto é, administrado pela prefeitura municipal. Em 1953 passou a se chamar oficialmente Cemitério de São Pantaleão, todavia a população local refere-se a ele como Cemitério do Gavião, vínculo com o bairro onde ele está sediado. 
 
 
 História do Cemitério de São Simão
São Simão é uma cidade pequena e simpática, cercada por serras, no interior do Estado de São Paulo. Inicialmente se desenvolveu mais a margem direita do córrego, estabelecendo naquele lado a zona comercial, Câmara, igreja, cadeia e os melhores prédios. Com a chegada da Estrada de Ferro Mogiana em 1882, a cidade passou a crescer para a margem esquerda que tornou-se a parte principal da cidade, centro comercial, recreativo, bancário, etc.

Esta cidade sofreu a influência de vários imigrantes. Os alemães trouxeram a fundição de metais, a arquitetura e a engenharia de construção das casas, das quais muitas ainda permanecem de pé, como a Casa de Cultura Marcelo Grassmann. Os italianos vieram para trabalhar na lavoura do café, substituindo a mão escrava. Os ingleses trouxeram centenas de utensílios e construíram as estradas de ferro que escoavam a safra do café. Além destes, a cidade também recebeu norte-americanos, libaneses, portugueses, franceses e japoneses.

O primeiro cemitério que consta nas referências de São Simão localizava-se no entorno da Matriz Velha. Essa por sua vez foi demolida. Após a demolição foi construído o cemitério da Rua Campos Sales. Surgiu a proposta da construção de um cemitério mais afastado da cidade e assim foi construído o Cemitério Bento Quirino. Consta ainda o Cemitério dos Variolosos, dada a epidemia que durou de setembro a dezembro 1887.

A fase áurea de São Simão foi de 1895 ao começo do século XX e assim sendo, nesse período as famílias abastadas passaram a construir no novo cemitério ricos jazigos e túmulos, razão pela qual muitos estranhavam que naquele cemitério os túmulos fossem mais bonitos dos que os da cidade e ainda estranhavam que várias famílias continuassem enterrando seus entes queridos em Bento Quirino.

Cronologia:  

1671 - Rumo a Goiás, Luis Castenho de Almeida passou por São Simão em uma Bandeira de Preação.

1800 – Acredita-se que a fundação de São Simão se deu por volta dessa década. 

1809 - O Ouvidor Geral da Comarca determinou a numeração das casas para facilitar a cobrança dos impostos.

1833 - Data aproximada dos primeiros cadáveres enterrados no primeiro cemitério oficial, localizado no entorno da Matriz Velha, hoje Praça Jânio Quadros.

1835 - Em 08 de abril, Simão da Silva Teixeira recebeu escritura de doação de terras para o patrimônio do Cartório de Juiz de Paz local. Em 14 de maio, São Simão passou à categoria de "Capela".

1842 - No Religioso, São Simão passa à categoria de "Freguesia" e torna-se "Paróquia", no civil, passa a Distrito, mas ainda pertencente à Casa Branca.

1850 - Criada a primeira escola "Uma Cadeira de Primeiras Letras para o Sexo Masculino".

1865 - Foi criado o Município de São Simão em 22 de abril.

1867 - Instalada a primeira Câmara Municipal, Presidente - Capitão Gabriel de Sousa Diniz Junqueira.

1871 - A cidade de Ribeirão Preto separou-se de São Simão.

1873 – Encontra-se a primeira citação sobre cemitério na cidade na sessão da Câmara Municipal.

1882 – Chegada da Estação de Ferro Mogiana e a construção da estação.

1887 - Criada a Fundação do Cemitério dos Variolosos.

1886 – Foi lançada a pedra fundamental da Nova Igreja Matriz. A cidade recebeu a visita do Imperador do Brasil, D. Pedro II.

1888 - A Câmara Municipal de São Simão propôs a extinção da monarquia e anulou a formação do 3º império. Por esse fato a cidade também é conhecida como o Berço da Proclamação da República.

1892 - Inauguração da Nova Igreja Matriz. Criação da Irmandade "Apostolado da Oração". O Cemitério passou a ser administrado pela prefeitura municipal.

1896 - Início da Construção do Theatro Carlos Gomes. Primeira epidemia da Febre Amarela. Fundada a primeira loja maçônica - "Loja Estrela da Verdade". Inauguração do novo cemitério (onde atualmente é o distrito de Bento Quirino).

1898 - Início da construção da Estrada de Ferro Santos Dumont. Segunda epidemia da Febre Amarela. Inauguração do Altar-Mor da Igreja Matriz.

1902 - Terceira epidemia da Febre Amarela.

1904 - Inaugurada a "Santa Casa de Misericórdia de São Simão".

1911 - A cidade de Santa Rosa de Viterbo separa-se de São Simão.

1919 - Reabertura do Cemitério Municipal de São Simão, que ficou fechado por 23 anos.

1927 - A cidade de Serra Azul separa-se de São Simão.

1947 - Foi eleito prefeito nas primeiras eleições diretas Dr. Francisco Pereira Viana Sobrinho (3-1-1948/1951).

1959 - É criada a Biblioteca Municipal. Em 28 de outubro foi a primeira comemoração do aniversário da cidade, por instituição da Lei n.º63 de 19 de junho de 1959.

1960 - A cidade de Luiz Antônio separa-se de São Simão.

1963 – O Cemitério de Bento Quirino recebeu benfeitorias: calçamento, capela e necrotério.

1964 – Foi lançada a pedra fundamental da primeira estação da via sacra ao longo da subida do Morro do Cruzeiro.

1977 - Criação da Casa de Cultura "Marcelo Grassmann".

1978 - Tombamento da Casa de Cultura "Marcelo Grassmann".

1981 - De acordo com o nosso Censo do IBGE, São Simão tem 10.817 habitantes.
 
 
 Cemitério da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de RS
 O cemitério Santa Casa está localizado na Avenida Oscar Pereira, no bairro da Azenha em Porto Alegre, em área total de 10,4 hectares. O bairro da Azenha representa atualmente um dos mais importantes pólos comerciais da cidade, mas seu conhecimento deve-se por concentrar os principais cemitérios da cidade. 

No cemitério Santa Casa de Misericórdia estão enterradas personalidades que contribuíram com a história do estado do Rio Grande do Sul. Destacamos os monumentos de Júlio Prates de Castilhos, José Gomes Pinheiro Machado, Joaquim Maurício Cardoso e Otávio Rocha; das famílias Chaves Barcellos, Mostardeiro, Pereira da Rosa, José de Carvalho Bastos, Rubbo e comendador Baptista, Barão de Cahy e do Coronel Afonso Emílio Massot. 

Trata-se do primeiro cemitério público da capital. Os muros são com catacumbas destinadas para as Irmandades e grande parte do terreno é destinada para sepulturas abertas ao ar livre. Elas são instaladas seguindo uma ordem espacial do sistema de quadras reguladas conforme o traçado xadrez. Atende todas as categorias sociais, todavia a sua entrada – ala histórica – agrupa túmulos e mausoléus de pessoas ilustres da cidade. Desta feita, tornou-se atração turística da cidade de Porto Alegre. 
 
 
 Cemitério Santana GO
 O Cemitério Santana possui um modelo de planta-baixa com estrutura similar à de uma cidade. As quadras são quadrangulares e subdividem-se, formando malhas através das avenidas, ruas e travessas. A alameda principal conduz à capela. Ela é intermediada por um cruzeiro local de devoção para os fiéis, e por uma grande avenida transversal, formando assim uma planta de cruz latina. 

No Santana estão sepultadas as principais personalidades da história oficial do Estado. Um exemplo é o jazigo da família de Pedro Ludovico Teixeira (†1979), o fundador de Goiânia, onde estão enterrados, sua esposa, dona Gercina Borges Teixeira e seus filhos. Outra sepultura muito conhecida é a do Padre Pelágio (†1961), um religioso de grande prestígio no início da Capital do Estado, que até hoje recebe inúmeras visitas de devotos que atribuem a ele graças milagrosas (seus restos mortais foram transferidos para a Igreja Matriz de Campinas, em 1993). 

Destacamos ainda túmulos de pessoas famosas como os ex-deputados Alfredo Nasser (†1965) e Jamel Cecílio (†1980); o apresentador de um programa sertanejo da década de 1970, conhecido por Coronel Hipopota (†1981). Podemos ainda citar o poeta e escritor Leo Lynce (†1954); o jornalista, Jaime Câmara (†1989), ex-prefeito de Goiânia, fundador da emissora de TV que leva o seu nome e do jornal “O Popular”, e o primeiro prefeito de Goiânia, Venerando de Freitas Borges (†1994). Dentre os políticos, juristas, intelectuais e artistas, existem muitos túmulos de pessoas anônimas, jovens e crianças, que viveram em Goiânia. Suas vidas, contribuições e memórias deram forma a história da cidade e do estado de Goiás. 

A fachada possui características art déco; o pórtico apresenta elementos geométricos em baixo e alto relevo, com símbolos das estrelas matutina e vespertina, e com frisos verticais. Destaca-se o friso horizontal, que percorre todo muro do cemitério. O portão, de ferro fundido, apresenta desenhos estilizados de cruzes e do signo de peixes, símbolos da cultura cristã. 
 
 
 Cemitério da Saudade de Franca
O Cemitério da Saudade foi construído no Jardim Consolação, próximo ao Asilo São Francisco, na Rua Frederico Ozanan, em frente a Praça Carlos Pacheco, que foi criada pelo prefeito Onofre Gosuen no final da década de 1950. O referido bairro ocupa uma área de 330.859 m², limitado entre as ruas Poraná, Antonio Barbosa Filho e avenida Ismael Alonso y Alonso, rodeado por residências, fábricas, estabelecimentos comerciais e de prestação de serviços. Em torno desta mentalidade urbana moderna, o cemitério agrupa a memória da sociedade francana, imbuída de afetividade, de histórias vividas e apreendidas. 

Dentre os personagens importantes da cidade de Franca sepultados no Cemitério da Saudade, estão: Higino de Oliveira Caleiro, importante comerciante que também exerceu o cargo de vereador e presidente da Câmara Municipal, em 1937; Bonaventura Cariolato, pintor italiano que migrou para o Brasil durante a Primeira Guerra Mundial e retratou várias paisagens da região; Antonio Pereira Lima, vinculado à política, foi líder da extinta UDN e um dos fundadores da Liga Nacionalista e da extinta Guarda Civil. Um dos lideres da Revolução Constitucionalista de 1932; José Luiz dos Santos Pereira, jornalista, fundou e dirigiu a Tribuna de Franca; Barão de Franca, primeiro produtor de café da região, foi vereador e presidente da Câmara Municipal, falecido em 1891; Júlio Cardoso, advogado e jornalista, foi responsável pela criação da Escola Industrial como resultado do seu comprometimento com o ensino e educação da cidade, falecido em 1920; Helio Palermo, prefeito de Franca, fez projetos de capacitação de águas, executou projetos urbanísticos como o alargamento de ruas e reforma de praças, falecido em 1990; Maria Conceição de Barros, que no túmulo contém placas de agradecimento por graças recebidas, assassinada, segundo relatos, pelo pai do namorado em função de uma gravidez.

O Cemitério da Saudade segue o modelo de planta padrão composta por quadras alinhadas umas após as outras dentro de um espaço retangular cuja entrada está voltada para a Praça Sabino Loureiro. Uma das características particulares deste cemitério foi reservar as primeiras quadras, do lado esquerdo, apenas para túmulos de crianças. É essencial penetrar no espaço físico e na alma do cemitério que deu um valor especial para as crianças falecidas no inicio do século XX, em Franca. 
 
 
 Cemitério Municipal de São Simão
 O Cemitério Municipal de São Simão está afastado do centro da cidade, em uma colina, na qual se avista parte da cidade. Ele segue o modelo de planta padrão composto por quadras alinhadas e seqüenciadas.

Dentre as pessoas ilustres enterradas no Cemitério Municipal de São Simão estão: Hettore Montiani, Achilles Reinhardt, Antônio Burin, Fortunato Médici, Capitão Martiniano Antônio de Azevedo, Coronel Luiz A. Junqueira, Manoel Joaquim Ribeiro do Valle e Dr. Antônio Maria Gregório, muitos vinculados à monocultura e ao comércio local. 

O Cemitério ficou desativado por quase 24 anos. Isso propiciou o seu estado de conservação atual. Ainda restam em sua alameda principal uma série de túmulos datados do século XIX. A capela tornou-se referência aos fieis que costumam fazer suas orações às segundas-feiras. O grande destaque do cemitério é o túmulo do Coronel Luiz Antônio Junqueira que está ricamente decorado com painéis em baixo-relevo.
 
 
 História do Cemitério de São João Batista de Rio de Janeiro
Em janeiro de 1502, navegadores portugueses avistaram a Baía de Guanabara. Eles acreditavam que se tratava da foz de um grande rio, dando-lhe o nome de Rio de Janeiro, origem do nome da cidade. O município em si foi fundado em 1565 por Estácio de Sá, com o nome de São Sebastião do Rio de Janeiro, em homenagem ao então Rei de Portugal, D. Sebastião. 

O objetivo da fundação foi dar início à expulsão dos franceses que já estavam instalados na área há 10 anos. Correia de Sá foi o primeiro governador do Rio de Janeiro. Em 1763 a cidade tornou-se a capital do Brasil, título que manteve até 1960, quando foi inaugurada Brasília, a atual capital do país. Devido às guerras napoleônicas, a família real portuguesa transferiu-se, em 1808, para o Rio de Janeiro, onde em 1815 o Príncipe Regente D. João VI foi coroado Rei do Reino Unido do Brasil, Portugal e Algarves, um fato histórico que foi da maior importância para os rumos da Nação Brasileira A economia da cidade foi impulsionada a partir do século XVII pelos ciclos da cana de açúcar, do ouro e do café. 

Hoje, o Estado do Rio de Janeiro é o segundo pólo industrial do Brasil, está entre os primeiros no ramo turístico, além de ser uns dos principais centros culturais do país. Situada em meio a uma paisagem privilegiada pela natureza, entre o mar e as montanhas, a cidade do Rio de Janeiro é uma das mais belas do mundo o que lhe valeu o título de Cidade Maravilhosa. O Cemitério São João Batista foi fundado em 16 de outubro de 1851 e funcionou provisoriamente em terrenos do Hospício D. Pedro II, em virtude das discordâncias entre o provedor da Santa Casa de Misericórdia e o Ministério dos Negócios do Império, quanto ao local mais adequado para a sua instalação. 

O cemitério foi inaugurado oficialmente em 4 de dezembro de 1852, sua sepultura mais antiga data de 1858, embora os ossuários abriguem despojos de anos anteriores. A Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro administra o Cemitério São João Batista e outros cemitérios no Estado do Rio de Janeiro, dentre eles está o Cemitério São Francisco, conhecido como Caju. O Cemitério São João Batista passou por várias ampliações no decorrer dos anos, em 1859 logo após sua instalação, em 1873, em 1903 e em 1939. É uma necrópole superlotada desde as últimas seis décadas. Apesar desse aspecto o cemitério conta com uma grande riqueza estética de túmulos e esculturas. Um lugar de importante visitação turística, propício a inúmeras pesquisas na área de ciências humanas e artes.
 
Cronologia: 
1502 – Navegadores portugueses avistam a baía de Guanabara acreditando ser a foz de um rio.

1565 – Criação do município do Rio de Janeiro por Estácio de Sá.

1582 – Fundação da Santa Casa de Misericórdia por José de Anchieta.

1763 – A cidade transforma-se na sede do governo geral do Brasil, substituindo Salvador.

1772-1830 – Funciona o Cemitério dos Pretos Novos no Valongo que ia da Prainha à Gamboa. Local de sepultamento dos escravos africanos recém-chegados da África.

1808 – Chegada da família real portuguesa ao Rio de Janeiro.

1810 – Instalação do Cemitério dos Ingleses, na Gamboa.

1815 – Coroado Rei do Reino Unido do Brasil o Príncipe Regente D. João VI.

1839 – Fundação do primeiro cemitério público extramuros – Campo Santo da Misericórdia – sepultadas as vítimas de cólera.

1849 – Instalação do primeiro cemitério particular extramuros da cidade – Cemitério da Venerável Ordem Terceira dos Mínimos de São Francisco de Paula – conhecido como Cemitério do Catumbi.

1851 – Fundação do Cemitério de São Francisco Xavier – conhecido como Cemitério do Caju.

1851 – Criada a Junta Central de Higiene Pública. Ela era responsável, dentre outras coisas, fiscalizar os cemitérios.

1852 – Inauguração oficial do Cemitério São João Batista. (decreto imperial nº 842 – 16/10/1851).

1857 – Instalação de mais dois cemitérios particulares – o da Venerável Ordem Terceira de Nossa Senhora do Monte Carmo e o da Venerável Ordem Terceira de São Francisco da Penitência. Ambos no bairro do Caju.

1857 – Compra de terreno para ampliação do Cemitério São João Batista. 
1866 – Instalação da Casa da Moeda.

1873 – Acrescentados mais terrenos para ampliação do Cemitério São João Batista.

1903 – Nova ampliação do Cemitério São João Batista.

1922-1926 – Alaor Prata (prefeito) ampliou o Túnel Velho, ligando Copacabana ao Botafogo, ao lado do Cemitério São João Batista.

1939 – Última ampliação do Cemitério São João Batista.

1953 – A Santa Casa passou a administrar 13 cemitérios da Municipalidade.
 
 
 Cemitério da Saudade de Piracicaba
Cemitério da Saudade de Piracicaba

O Cemitério da Saudade localiza-se na Avenida Piracicamirim com Avenida Independência, numa área de 145.000 m². A ordenação do seu espaço tinha como eixo o portão da Avenida Independência que hoje é secundário, isso explica a singular posição do túmulo do Padre Galvão Paes de Barros, que atualmente está de fora do alinhamento, uma vez que ali seria construída a capela. Hoje sua estrutura conta com 90 quadras com aproximadamente 13.500 sepulturas sendo todas elas concessionadas. Há ainda dois sanitários e a capela central. 

Várias personalidades consideradas importantes estão enterradas no Cemitério da Saudade em Piracicaba. No meio político se destaca o primeiro presidente civil da república Prudente José de Moraes Barros e o senador Manoel Moraes Barros. Estão também sepultados o pintor brasileiro da segunda metade do século XIX, José Ferraz de Almeida Jr. e o arquiteto italiano Serafino Corso que projetou o Portão Artístico do Cemitério da Saudade. Encontra-se enterrado ali Leandro Guerrini que trabalhou na Gazeta de Piracicaba e no Jornal de Piracicaba. Ele é autor do clássico livro “História de Piracicaba em quadrinhos”. Ele foi membro da Sociedade Brasileira de Autores Teatrais, da Academia Piracicabana de Letras e do Instituto Histórico e Geográfico de Piracicaba. Destaca-se também Thales Castanho de Andrade que se tornou secretário de educação do Estado de São Paulo, membro da Academia Paulista de Letras e o fundador da literatura infantil no Brasil com seu livro “A filha da floresta” (1919). Deve-se lembrar ainda daqueles que ajudaram na edificação e manutenção da Santa Casa no século XX, como o caso do Barão de Rezende, do Barão Serra Negra e do mantenedor José Pinto de Almeida.

O Cemitério da Saudade possui um Portão Artístico (1906) que causa grande impacto para os transeuntes que passam pela Avenida Piricicamirim. Ele nos convida a entrar neste cemitério secularizado e dentro deste espaço semi-público deparamos com poucos monumentos funerários construídos no século XIX – (Neoclássicos, ecléticos), e muitos no século XX (art déco e moderno) que nos ajudam a compreender o significado simbólico da morte. Atentar para a beleza do piso da Avenida Central que nos conduz a capela de porte neoclássico e aos inúmeros túmulos com azulejos pintados com cenas sacras que reforçam a proteção dos santos ao local. Muitas marmorarias da região realizaram obras no referido cemitério. Exemplos: Irmãos Longo, de Amparo; Marmoraria Carrara com filiais em Araras, Piracicaba e Laranjal Paulista.
 
 
 História do Cemitério São Pantaleão de Maranhão
 A cidade de São Luís foi fundada por franceses, depois invadida por holandeses e finalmente colonizada por portugueses. O resultado foi uma mistura única de influências que gerou um mosaico histórico como poucos outros no Brasil. Reconhecida pela UNESCO como Patrimônio da Humanidade, esta cidade é um museu ao ar livre, uma viagem de volta ao passado, e a certeza de um passeio memorável.

Até o final do século passado, São Luís era apelidada de Atenas Brasileira, graças ao alto nível cultural de sua população. Ela guarda como herança da forte colonização lusitana a maior área de arquitetura colonial portuguesa existente no Brasil. São mais de 3500 edificações dos séculos XVIII e XIX na parte histórica da cidade.

O primeiro cemitério de São Luís, nos moldes europeus de sepultamentos próximos às igrejas, foi estabelecido pela Irmandade da Misericórdia que era responsável pelo auxilio aos doentes, e pelo sepultamento de negros, escravos, miseráveis e condenados à morte, desde 1623. Os sepultamentos de comerciantes e de pessoas ligadas ao poder administrativo se davam, dentro das igrejas, ou no máximo nas suas proximidades.

A partir do século XIX houve uma sucessão de construções de cemitérios na cidade, administrados por ordens religiosas e pelo município. Somente após a Proclamação da República com a obrigatoriedade da secularização dos cemitérios é que a administração pública assumiu em definitivo o Cemitério do Gavião (1855), oficialmente Cemitério de São Pantaleão.
Pode-se considerar o Cemitério de São Pantaleão como um exemplo de “Museu a céu aberto”. Lá encontramos a Capela São José; uma série de esculturas em mármore de Carrara decorrentes dos estilos Neoclássico, Realismo, Art Nouveau, e Art Déco. O turista atento deve visitá-lo para descobrir o quanto a arte funerária deste local nos ajuda a compreender nossa própria existência de vida.

Cronologia:

1535 - A divisão do país em capitanias hereditárias deu ao tesoureiro João de Barros a primeira oportunidade de colonizar a região.

1550 - Fundada a cidade de Nazaré, provavelmente onde hoje é São Luís, que acabou sendo abandonada devido à resistência dos índios e a dificuldade de acesso à ilha.

1612 - Daniel La Touche, conhecido como Senhor de La Ravardière, acompanhado de cerca de 500 homens, chegou à região para fundar a França Equinocial e realizar o sonho francês de se instalar na região dos trópicos. Uma missa rezada por capuchinos e a construção de um forte marcaram a data de fundação da nova cidade: 8 de setembro.

1615 - Comandada por Alexandre de Moura, a tropa lusitana expulsou os franceses e Jerônimo de Albuquerque foi destacado para comandar a cidade. Dos fundadores restou o nome de São Luís, uma homenagem ao rei francês Luís XIII, estranhamente mantida pelos portugueses.

1620 - Açorianos chegaram à cidade. A plantação da cana-de-açúcar para produção de açúcar e aguardente tornou-se então a principal atividade econômica na região.

1623 – A irmandade da Misericórdia administrava a morte de seus fiéis que eram enterrados próximos à Igreja da Misericórdia, atual Praça Pedro II. Este foi o primeiro cemitério da cidade.

1641 - Foi a vez dos holandeses de Maurício de Nassau, que já comandavam Pernambuco, tomarem a cidade. Preocupado com o isolamento geográfico e os constantes ataques à região, o governo colonial decidiu então fundar o Estado do Maranhão e Grão Pará, independente do resto do país.

1682 - A criação da Companhia de Comércio do Estado do Maranhão integrou a região ao grande sistema comercial mantido por Portugal. As plantações de cana-de-açúcar, cacau e tabaco eram agora voltadas para exportação. Tornou-se viável a compra de escravos africanos.

1690 – Construção da Igreja Matriz.

1699 – Construção da Igreja do Desterro, erguida no mesmo local onde os primeiros colonizadores fizeram uma capela em devoção a Nossa Senhora do Desterro.

1755 - Fundação da Companhia Geral do Comércio do Grão Pará. Com a proibição do uso de escravos indígenas e o aumento das plantações, sobe muito o número de escravos negros.

1755-77 - Canalização da rede de água e esgotos e a construção de fontes pela cidade.

1780 – Construção da Praça do Comércio, na Praia Grande, que se torna centro da ebulição econômica e cultural de São Luís. Tecidos, móveis, livros e produtos alimentícios, como o azeite português e a cerveja da Inglaterra, eram algumas das novidades vindas do velho continente.

1801 – Instalação do segundo cemitério no Canto da Viração, administrado pelos órgãos públicos.

1804 – O Cemitério Municipal Canto da Viração, passou a ser administrado pela Irmandade de Misericórdia.
1805 – Instalação do terceiro cemitério: Cemitério Novo da Misericórdia, atrás da Igreja São José.

1815 – Fechamento do Cemitério Velho da Misericórdia.

1817 – Instalação do quarto cemitério: Cemitério dos Ingleses não-católicos, financiado pela Coroa Britânica.

1841 – Inauguração do quinto cemitério: Cemitério da Santa Cruz dos Passos de Nosso Senhor Jesus Cristo, localizado na Quinta do Machadinho.

1855 – Fundação do sexto cemitério: Cemitério de São José da Misericórdia, na Quinta do Gavião, atual Cemitério de São Pantaleão. Neste mesmo ano foi desativado o Cemitério Novo da Misericórdia.

1997 – São Luis foi reconhecido pela UNESCO (órgão das Nações Unidas) como Patrimônio Histórico da Humanidade.
 
 
 Cemitério Municipal de São João Batista
 O Cemitério Municipal João Batista conta com um riquíssimo patrimônio de arte funerária, porém, pouco conhecido. Isso se deve a produção funerária de Fernando Furlanetto. O cemitério tipo secularizado segue o padrão vigente de época, estruturado por quadras retangulares, ladeadas por alamedas e ruas arborizadas. 

Dentre as personalidades importantes enterradas no Cemitério João Batista está a família do marmorista italiano Antônio Furlanetto. Também estão sepultados lá Carolina Malheiros a “criadora” da Santa Casa de Misercórdia de S. J. da Boa Vista; o primeiro Juiz de direito da cidade Gabriel Pio Loyola; o deputado estadual Joaquim Cândido de Oliveira. 

No Cemitério João Batista e região concentra uma quantidade de obras funerárias produzidas na Marmoraria Sanjoanense, fundada em 1896 por Antonio Furlanetto e irmão. A seguir associaram ao escultor Giuseppe Zarri, parceria que durou de 1896 a 1961. Destaca-se na marmoraria a produção do escultor Fernando (1987 – 1975), filho de Antonio Furlanetto. Fernando fez sua formação artística no Instituto de Belas Artes de Pietrasanta juntamente com seu irmão Jacomo. Tornou-se referência pela quantidade e qualidade de obras que realizou nos cemitérios da região. 
 
 
 História Cemitério Da Irmandade Da Santa Casa De Misericórdia de RS
A cidade de Porto Alegre foi uma região habitada inicialmente pelos índios Guaranis. No século XVII o tropeiro Jerônimo de Ornellas Menezes e Vasconcelos estabeleceu-se em um pequeno sítio às margens da lagoa do Viamão, dando início a formação do povoado. Porto Alegre teve quatro nomes diferentes antes de ser considerada cidade: Porto de Viamão (1732), Porto do Dorneles (1740), Porto dos Casais (1772) e Nossa Senhora Madre de Deus de Porto Alegre (26 de março de 1772). 

Em 1808 foi elevada à categoria de vila e em 1822 à de cidade. O cemitério Santa Casa foi construído em 1843, no “Alto da Azenha” pelo general Luis Alves de Lima e Silva – o Duque de Caxias, devido à necessidade urgente da construção de um novo cemitério, já que o antigo ficava nos fundos da igreja matriz, e estava superlotado. Inaugurado em 1850 coube a Santa Casa assumir a administração do mesmo. Atualmente o cemitério possui onze hectares de área, contado com as galerias para os sepultamentos em gavetas; área nobre para os jazigos e monumentos funerários; local para os sepultamentos comuns e para indigentes. 

Ele reúne um belo e rico acervo de monumentos com esculturas de mármore, de granito e de bronze, realizados por marmoristas e escultores locais e de demais partes do Brasil. Vê-se a forte influência da arte funerária européia na ala histórica do cemitério.

Cronologia:
1732 - o Tropeiro Jerônimo de Ornelas Menezes e Vasconcelos se instala nas terras às margens da lagoa de Viamão.

1740 - Jerônimo de Ornelas recebe a carta de Sesmaria, e traz seus parentes e agregados, formando assim uma comunidade.

1752 - Chegaram sessenta casais açorianos com seus filhos para se instalarem próximos ao povoado de Viamão.

1753 - Notícias do Cemitério de Porto Alegre, localizado na antiga Praça da Harmonia na beira do rio Guaíba.

1772 - A freguesia de Nossa Senhora da Conceição de Viamão é dividida em duas.

1772 - Os sepultamentos passaram a ocorrer no cemitério e dentro da Igreja Matriz. O cemitério se estendia desde os fundos da Matriz, na Rua Duque de Caxias até a rua do arvoredo, hoje Coronel Fernando Machado.

1773 - Novo edital rebatiza a pequena povoação como Madre de Deus de Porto Alegre, houve a transferência da câmara municipal de Viamão para Porto Alegre.

1784 / 1790 - Instalação do primeiro Cemitério junto com a Igreja Matriz, cemitério da Santa Casa de Misericórdia.

1803 - Lançada à pedra fundamental para a construção da Santa Casa de Misericórdia.

1808 - Porto Alegre elevada à categoria de vila.

1822 - Porto Alegre elevada à categoria de cidade.

1825 – Autorização para a construção de outro cemitério no território da Igreja Matriz, ele seria destinado a enterrar os condenados à pena capital.

1825 - Autorização para fazer a Capela dos Passos ao lado da Santa Casa de Misericórdia. Cemitério no local.

1835 - Guerra da Farroupilha.

1836 - Os imperiais retomam a cidade.

1843 - No alto da colinha Azenha inicia-se a construção do novo cemitério secularizado, o da Santa Casa de Misericórdia, previsão para ocupar uma área de 8,4 ha. de superfície.

1845 - Primeiros imigrantes italianos e alemães desembarcaram na capital do estado do Rio Grande do Sul.

1849 - Instituiu-se o regimento para o Cemitério da cidade de Porto Alegre.

1850 - Inauguração do cemitério Santa Casa.

1856 - Instalação do Cemitério Evangélico Luterano, área contígua ao cemitério da Santa Casa. Possui vegetação de grande porte, por isso denominado também de Cemitério Floresta.

1865 - Guerra do Paraguai.

1888 - Início do cemitério São José I, comunidade alemã católica, Alto da Azenha.

1893 - O cemitério da Santa Casa já continha 43 anos de existência e 50.000 mortos.

1908 – Inauguração do Cemitério da Irmandade São Miguel e Almas. A referida Irmandade se desvinculou do Cemitério da Santa Casa. Foi Instalado no lado oposto da estrada da Cascata.

1915 - Ampliação do cemitério Evangélico, chamado a segunda parte de cemitério São José II.

1931 – Ampliação do Cemitério São Miguel e Almas. Inauguração da primeira parte das galerias com catacumbas. Projeto de Armando Boni.

1936 - Inauguração do cemitério público São João distante do bairro Azenha.

1940 - A cidade assume seu caráter de centro administrativo, comercial, industrial e financeiro do Estado do Rio Grande do Sul.
Final do século XX - Instalação nos Altos da Azenha os cemitérios: Batista, Espanhol e da União Israelita.
 
 
 História do Cemitério da Consolação de São Paulo
 A cidade de São Paulo é a maior do país, uma metrópole com uma área de 1525 km² e mais de 10 milhões de habitantes. O quadro da cidade de São Paulo mudou muito desde quando era um pequeno amontoado de casas feitas de taipa de pilão, de onde partiam bandeirantes rumo a Minas Gerais em busca de ouro e onde os jesuítas fundaram o Real Collegio. São Paulo surgiu através de uma missão jesuíta em janeiro de 1554, passou por uma fase de empobrecimento e esvaziamento devido à corrida do ouro em Minas Gerais, mas recebe novamente fluxo populacional com o esgotamento das jazidas mineiras. 

Foi elevada a cidade em 11 de junho de 1771. Ela passou pelo ciclo do açúcar, a implantação das primeiras fábricas, o período imperial, em que a vinda da família real para o Rio de Janeiro abriu os portos de São Paulo às nações amigas e pelo ciclo do café. A partir de 1880, São Paulo passou a abrigar uma importante posição de crescimento econômico através da exportação do café, da industrialização e do comércio. A cidade é um rico centro cultural, bastante diversificado, com comunidades de italianos, japoneses, espanhóis, libaneses, judeus, dentre outros, que contribuíram significativamente para o seu crescimento e sua expansão. O primeiro cemitério do qual temos notícia foi na Igreja do Colégio dos Jesuítas. Até praticamente finais do século XVIII, os não católicos, judeus, escravos e condenados eram enterrados em campos a céu aberto. Devido às epidemias de doenças como a varíola e a lei que proibia o enterro dentro das igrejas, tornou-se necessário a criação de cemitérios a céu aberto, extramuros. 

Antes do Cemitério da Consolação, já existia o Cemitério dos Aflitos que posteriormente teve seus corpos exumados, transferidos para o Cemitério da Consolação. O Cemitério da Consolação foi instalado em 1858. Sendo um cemitério geral, abrigou no início cadáveres de todos os segmentos sociais. Ocorreram várias dificuldades para a construção deste cemitério, desde a escolha do local até a resistência da comunidade católica em aceitar enterros fora da igreja. Foi instalado no alto da Consolação considerado na época como o local mais afastado da cidade e pouco povoado. A cidade de São Paulo conta atualmente com 40 cemitérios, 22 públicos e 18 particulares.
 
Cronologia:
 
1554 – Em janeiro desse ano, a missão Jesuíta funda São Paulo.

1771 – No dia 11 de junho, São Paulo é elevada a cidade. Século XVIII – Enterros em igrejas.

1774 – Fundação do Cemitério dos Aflitos, denominado também de Cemitério dos Enforcados.

1845 – Fundação do Cemitério do Recolhimento da Luz, que foi dividido e deu origem ao Cemitério dos Alemães em 1851.

1855 – Os moradores da Freguesia do Arouche se manifestavam contra a construção do cemitério no alto da Consolação.

1856 – Aprovação do Primeiro Regulamento para os Cemitérios da cidade de São Paulo. 1856 – Construção do Cemitério de Santo Amaro.

1856 – Houve uma pequena manifestação contra a construção do Cemitério da Consolação. Destruiu-se cem telhas que estavam sobre o muro do cemitério.

1858 – Instalação do Cemitério da Consolação, primeiro cemitério público da cidade.

1858 – Fechamento do Cemitério dos Aflitos.

1864 – Inauguração do Cemitério Protestante de São Paulo.

1868 – Inauguração do Cemitério Venerável da Ordem Terceira de Nossa Senhora do Monte do Carmo de São Paulo.

1868 – O fotógrafo Militão Augusto de Azevedo registrou a primeira capela do Cemitério da Consolação, erguida com bônus dado por D. Domitila de Castro Canto e Melo, Marquesa de Santos.

1880 – Fundação do Cemitério do Brás – “4ª Parada”.

1884 – Cemitério da Consolação foi ampliado.

1887 – Instalação do Cemitério do Araçá, destinado à burguesia emergente de imigrantes enriquecidos.

1890 – O cemitério da Consolação sofre novo ampliamento.

1892 – Inauguração do Viaduto do Chá.

1897 – Instalação do Cemitério de Santana, construído para vítimas da 
epidemia de varíola. 1901 – Inauguração da Avenida Paulista.

1902 – Construção do portão principal do necrotério e da capela do Cemitério da Consolação. Obras neoclássicas realizadas pela empresa Ramos de Azevedo.

1925 – Construção do Mausoléu da família Matarazzo no Cemitério da Consolação, executada por Luigi Brizzolara (Itália). O maior monumento do local.

1926 – Instalação do Cemitério São Paulo, sendo uma prolongação do Cemitério da Consolação, lá estão sepultados os indivíduos oriundos das famílias mais representativas da sociedade paulistana.

1949 – Inaugurado o Cemitério de Vila Formosa, o maior da cidade de São Paulo.

1988 – O Departamento do Patrimônio Histórico da Secretaria Municipal de Cultura levantou jazigos de valor histórico e artístico no Cemitério da Consolação.

2002 – Francivaldo Gomes de Almeida torna-se guia do Cemitério da Consolação.

2008 – O Cemitério da Consolação completou 150 anos. Administrado pelo Serviço Funerário do Município de São Paulo.
 
 
 
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