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 Teatro Municipal
 O TEATRO MUNICIPAL inaugurado em 1969 com linhas modernas, tem capacidade para 515 pessoas. O estacionamento fica localizado ao lado do teatro e tem capacidade de aproximadamente 40 carros. Por ser um lugar arborizado e amplo, é usado também para eventos culturais.

Praça Alto do São Bento s/nº
CEP: 14085-450 - Ribeirão Preto
Fone: (16) 3625-6841
 
 
 Palácio do Rio Branco
Inaugurado em 26 de maio de 1917, o Palácio Rio Branco passou por uma reforma em 1992. Todo o madeiramento foi trocado, encanamentos e rede elétrica modernizados e o estilo preservado. O Palácio Rio Branco sedia o Gabinete do Prefeito, Secretaria de Governo, Secretaria da Casa Civil,  Coordenadoria de Comunicação Social, Astel (Assessoria Técnica Legislativa), Seção de Leis e Decretos.

Construção - O Palácio Rio Branco, na época chamado Paço Municipal, foi encomendado pelo então prefeito Joaquim Macedo Bitencourt ao engenheiro Antônio Soares Romeu que elaborou seu projeto com base nas regras estilísticas da belle-époque.

A construção do edifício foi solicitada por deliberação tomada em 24 de Outubro de 1914 pela Câmara, composta pelos vereadores o Coronel Francisco Schimidt, Veiga Miranda, Joaquim Macedo Bittencourt, Major Augusto Junqueira, coronel Saturnino Corrêa de Carvalho, coronel José de Castro, coronel José Martimiano da Silva e João Alves Meira Júnior.

A primeira pedra lançada a 03 de agosto de 1915. O estilo de sua fachada é uma transição do barroco para o moderno, e foi inspirado nas fachadas de Mirie e Meullie - Sur-Seinne e do Hotel de Ville de Suresne.

O edifício consta de dois pavimentos e um porão. No andar térreo foram instaladas salas destinadas à Prefeitura, Procuradoria, Instrução Pública, Contadoria, Repartição de Obras, Secretaria, Biblioteca, Portaria, Pagadoria e Recebedoria, Tesouraria e o vestíbulo de entrada. No andar superior funcionavam as salas de Sessões, das Comissões, do Presidente e do Prefeito, e o Salão Nobre para recepções. O salão, em estilo Luiz XV, foi decorado sob a direção do pintor Torquato Bassi.

A superfície coberta pelo prédio é de 600 metros quadrados, perfazendo nos três pavimentos 1.800 metros quadrados de construção que custaram Rs 174:801$800. As obras foram concluídas em abril de 1917 e sua inauguração foi no dia 26 de maio, sob a administração da Câmara eleita em 30 de outubro de 1916, composta pelos vereadores Francisco Schimidt, Presidente; João Alves Meira Júnior, vice-presidente; Joaquim Macedo Bittencourt, prefeito; coronel Gabriel Junqueira, vice-prefeito; Renato Jardim, coronel José de Castro, coronel Manuel Maximiano Junqueira, major Antônio Ignácio da Costa, coronel José Martimiano da Silva e Veiga Miranda.

O projeto do prédio foi confiado ao engenheiro municipal Antônio Soares Romeu, que o executou tendo como auxiliar na construção José Michelletti. A decoração do vestíbulo foi feita pelo pintor Carlos Baraldi; os serviços de carpintaria foram confiados a José Barbosa e Mario Nakamura e ao estabelecimento de Antônio Diederichsen. A fachada foi executada por José Pontan; o serviço de iluminação, pela Empresa Força e Luz de Ribeirão Preto; o mobiliário todo moderno, a tapeçaria e os resposteiros foram encomendados as oficinas do Lyceu de Artes e Offícios, da Casa Allemã da Casa Coimbra, de Romeu Napoleão & Irmão Puglugi Zocco, de São Paulo e de Domingos Innecchi & Filho, de Ribeirão Preto.

Naquele tempo, Ribeirão Preto não possuía indústrias, arquitetura própria, nem tradição cultural para basear suas construções. Mas, o dinheiro acumulado pela produção do café possibilitava à elite importar modismos europeus e até materiais de construção.

Como já havia acontecido com o Teatro Carlos Gomes e com muitos palacetes erguidos na cidade, o Palácio Rio Branco foi projetado com mistura de tendências da art-decô ao neo-clássico, com acentuadas características de art-noveau, o que até hoje podem ser observadas em seus contornos arredondados, na predominância de motivos florais nos entalhes e nas pinturas externas. O mesmo estilo é encontrado nos móveis de inspiração francesa que ainda decoram vários cômodos do palácio.

O poder conferido aos "coronéis" da cidade pela produção cafeeira (na época, a maior do mundo) era exercido no interior daqueles salões. Na grande mesa que ainda hoje atravessa o Salão Nobre "Antônio Duarte Nogueira", fazendeiros milionários (nomeados vereadores, sem eleição) fechavam negócios e determinavam os destinos econômicos da cidade e, muitas vezes do país.

No Salão Rosa "Orestes Lopes de Camargo", onde intelectuais debatiam questões da época, literatos e juristas viravam a noite em debates intermináveis. Hoje, este mesmo salão onde aconteciam as antigas e tumultuadas sessões da Câmara Municipal, exibe em suas paredes quadros de artistas locais com pedaços da história da cidade. Fielmente reproduzidos, ali estão as imagens da primeira capela do povoado, dos antigos habitantes em frente ao coreto, das velhas ruas e praças hoje modificadas.

No Salão Nobre "Antônio Duarte Nogueira", que toma a fachada superior do prédio, aconteciam as festas do Império do Café. Ali foi organizado, por exemplo, o baile de gala em homenagem ao então presidente da República Epitácio Pessoa, em suas duas visitas à cidade. A sala, rodeada por janelas com sacadas sobre a praça, mantém intactos os lustres de cristal, as vidraças bisotadas, o impecável assoalho de madeira, as pinturas que adornam as paredes, os móveis da época.

Lá fica também o balcão que costumava acomodar a orquestra durante as festas. Dele era possível aos músicos localizar pelos espelhos, que até hoje ocupam a parede em frente, quem chegava ao baile - de acordo com a importância do convidado, mudava-se o número do musical.
 
 
 Teatro Pedro II
História

Memória - Durante cinco décadas, o Pedro II foi a principal referência cultural de Ribeirão Preto. Foi o centro de acontecimentos políticos e sociais, recebendo grandes companhias teatrais e operísticas do exterior.

Veja os Wallpapers do Theatro Pedro IICinema - Na década de 1960, o prédio passou por reforma que o descaracterizou. Vários elementos decorativos foram destruídos, a plateia foi reduzida e placas de madeira encobriram camarotes, frisas e galerias laterais para transformá-lo em cinema.

Os sinais da decadência na década de 1960 levaram o Pedro II a mudar de proprietários. A Companhia Cervejaria Antarctica adquiriu a Companhia Cervejaria Paulista, antiga proprietária.

“Caverna do Diabo” - Entre as décadas de 1950 e 70, o subsolo do teatro foi transformado em salão de bailes de carnaval. Fora do período carnavalesco, era transformado em sala de jogos. O local ficou conhecido como “Caverna do Diabo”.

Tombamento - Artistas, intelectuais, cidadãos e políticos realizaram campanhas pela preservação do prédio e pelo resgate de sua função cultural. No dia 7 de maio de 1982, os defensores conseguiram uma vitória: o prédio foi tombado pelo Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico Artístico, Arqueológico e Turístico do Estado de São Paulo).

Restauração - Em maio de 1991 teve início a primeira etapa de restauração e modernização do teatro. Em janeiro de 1993 começou a segunda etapa. Um concerto de música erudita em abril de 1994 arrecadou US$ 10 mil para a recuperação. Em 1996, o Theatro Pedro II foi reinaugurado.

O incêndio - Em 15 de julho de 1980 o Theatro Pedro II viveu sua tragédia com o incêndio que destruiu a cobertura, o forro do palco e grande parte do interior. O fogo comprometeu a estrutura.

Reconstrução - A reforma durou cinco anos. O restauro das características arquitetônicas originais recuperaram o Pedro II e ampliaram suas funções, transformando-o no segundo maior teatro de ópera do país em capacidade de público. O Pedro II fica atrás apenas do Teatro Municipal de São Paulo.

A reforma - Na fase de reforma, a cúpula metálica da plateia principal foi reconstruída e a caixa cênica rebaixada em seis metros. Foi criado um subsolo com mais dois níveis: espaços para serviços de apoio artístico, oficina de cenário, carpintaria e almoxarifado técnico.

Auditório Meira Junior - O prédio possui um teatro de câmara no subsolo com capacidade para 200 pessoas. O Teatro Meira Júnior tem porte para espetáculos ou palestras.

Sala de balé - O quarto pavimento foi adaptado para abrigar uma sala com infraestrutura para ensaios.

Modernização - As obras ofereceram novos recursos ao teatro, como mecânica cênica e infraestrutura de serviços, como elevadores especiais, painéis acústicos, sistema computadorizado de iluminação e de climatização, camarins e mecanismos de combate a incêndio.

Cúpula - O projeto da cúpula foi assinado por Tomie Ohtake. Para cobri-la foram feitas duas cúpulas de gesso estrutural, uma delas recortada. Entre elas foram afixadas lâmpadas especiais, que fazem varar luz por entre os recortes, criando um efeito escultural. Um lustre de cristal de 1.400 quilos, com 2,70 metros de altura por 2,2 metros de largura completa a obra.

Restauro - Uma equipe de aproximadamente dez especialistas procedentes da região de Ouro Preto e Belo Horizonte (MG) recorreram a plantas do projeto original, fotos de época, documentos textuais e até entrevistaram antigos moradores da cidade para levantar informações para o restauro.

Sala dos Espelhos - O foyer, também conhecido como Sala dos Espelhos, foi recuperado. Ela comporta três lustres de cristal em estilo art déco. Das seis fiadas de espelhos que recobrem as paredes, três foram preservadas e restauradas por serem de cristal bisotê italiano. As demais permanecem em vidro nacional, como à época da construção do teatro.

Uma descoberta na Sala dos Espelhos foi a da extinta técnica do spolvero - considerada uma raridade arquitetônica - na pintura decorativa que emoldura todo o espaço.

A Sala dos Espelhos pode receber apresentações de música de câmara, solos instrumentais e recitais de canto lírico.

Fundação Dom Pedro II - Foi criada para administrar o Pedro II, no dia 19 de julho de 1995 pelas leis complementares nº 465 e 503. Denominada Fundação D. Pedro II, tem como tarefa principal definir a forma de ocupação do teatro.

A Fundação D. Pedro II tem a finalidade de:

orientar, incentivar e patrocinar atividades artísticas e culturais,
promover a defesa do patrimônio histórico-cultural do município e em especial do Theatro Pedro II,
promover cursos, reuniões e congressos visando a realização de objetivos artísticos, culturais e educacionais da cidade e região, atendendo também eventos sem cobrança de ingressos para a população carente.

A Fundação D. Pedro II é constituída por:
Conselho Curador
Conselho Fiscal
Diretoria Executiva
 
 
 Museu do Café Francisco Schmidt
Construído no início da década de 50, o Museu do Café é conhecido por guardar a mais importante coleção de peças do Estado de São Paulo sobre a História do Café. Seu acervo é formado por grandes esculturas, carros de boi, troles, máquinas de beneficiar café, além de fotos do período áureo do café na região de Ribeirão Preto.

Com o objetivo de contar a história do Ciclo do Café em Ribeirão Preto e no Brasil, Plínio Travassos dos Santos começou a recolher e colecionar objetos alusivos a cultura do "ouro verde". No princípio estas peças foram guardadas no Museu Histórico. Em 20 de janeiro de 1955, já com um número significativo de objetos, foi inaugurado o Museu do Café de Ribeirão Preto, instalado provisoriamente, em 3 salas e 3 corpos das varandas que circundam o edifício do Museu Histórico.

O prédio do Museu do Café Cel. Francisco Schmidt, construído próximo ao Museu Histórico, foi inaugurado oficialmente em 26 de janeiro de 1957. A construção do prédio foi uma iniciativa da Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto e contou com a colaboração financeira do Instituto Brasileiro do Café – IBC e do Comendador Geremia Lunardelli (3.º Rei do Café).
 
 
 Pinguim Choperia
Em meados da década de 30, Ribeirão Preto, interior de São Paulo, diversificava suas atividades e já mostrava vigor após o crash da Bolsa de Nova York, em 1929, que tirara poder político, mas não o charme da capital do café. Um imponente prédio, o Edifício Diederichsen, um dos principais do interior do Brasil, estava sendo construído no coração da cidade. Antes da inauguração oficial deste marco arquitetônico de Ribeirão, em 1937, um misto de bar com chopperia abria sua portas no térreo do edifício em acabamento, no dia 29 de agosto de 1936, sem grande alvoroço, bem na esquina das tradicionais ruas Álvares Cabral com General Osório.

Nascia naquele momento o Pinguim, uma marca fadada a fazer sucesso e hoje associada em todo o Brasil, e em muitos países, com a arte de se tirar e beber um bom chopp. Aos poucos, o Pinguim foi crescendo e tornando-se conhecido pela qualidade do líquido servido, pelo bom atendimento, por seus pratos especiais, por lendas e pelos personagens que o freqüentavam e ainda o freqüentam. Administrado inicialmente por Clementino, conhecido como Alemão, já em 1943 a chopperia passou para o comando do sr. Nicola de Miranda, que ficou cerca de 20 anos à frente da casa, passando depois o bastão para Albano Celini.

Desde o início, muitos mitos já cercavam o Pinguim, o novo ponto turístico da cidade, que recebia desde artistas e esportistas a políticos e presidentes da República. A marca ampliou seus horizontes passando a ser conhecida também no exterior, difundindo a famosa história do “chopeduto” que ligava a casa até a cervejaria localizada a algumas quadras. Em 1977, nascia a segunda casa, o Pinguim II, localizado na esquina em frente, bem ao lado do majestoso Theatro Pedro II, no chamado “Quarteirão Paulista”.

Em 1984, o Grupo que administra o Pinguim até hoje, com atuação no Brasil e no exterior, comprou as duas chopperias e adotou um modelo mais profissional de gestão. A casa firmou-se também como restaurante e consolidou sua fama como uma das chopperias mais famosas do Brasil, bem como o grande embaixador de Ribeirão Preto para o país e o mundo. Na segunda metade dos anos 90, o Pinguim alçou novos vôos e inaugurou, em 1997, sua unidade no RibeirãoShopping e, em 1999, a casa no Santa Úrsula Shopping, ambas em Ribeirão Preto.

As mudanças não pararam por aí. O Pinguim reformou sua antiga unidade II em 2001, dando a ela os ares das décadas de 30 e 40. Já o Pinguim I, o original, passou por obras em 2002 e foi reaberto em 2003 como Empório, um misto de loja e bar, comercializando desde então centenas de diferentes produtos, entre roupas, presentes, jogos e objetos de decoração, todos com a marca Pinguim. O cliente também ganhou a opção de levar a chopperia para sua casa, festa ou evento através Pingüim Fest, um serviço dinâmico e personalizado.

Expandir para fora de Ribeirão Preto era um antigo sonho. E bons sonhos sempre têm belos horizontes em perspectiva! Foi assim que, no primeiro semestre de 2006, o Pingüim inaugurou uma unidade na vigorosa e charmosa capital mineira, região do tradicional bairro da Savassi, na rua Grão Mogol. A casa logo se transformou em referência em Belo Horizonte, atraindo diariamente centenas de clientes interessados na qualidade do chopp, no cardápio diferenciado, no atendimento exclusivo e no ambiente sofisticado.

Com mais de sete décadas de história, o Pinguim atualmente recebe cerca de 1,5 milhão de clientes por ano e vende neste período aproximadamente 4 milhões de tulipas de chopp. Ontem, hoje e amanhã. O Pinguim continua fazendo verão, agora não somente em Ribeirão Preto, mas também em Belo Horizonte, habitando a memória e o coração de seus clientes.
 
 
 Visão
“Ser a empresa líder em geração de valores de recursos (sistemas, comunicação global, internet, entre outros) para os nossos clientes públicos e privados e aumentar a oferta de produtos dentro da área de segurança eletrônica e monitoramento.”

A CODERP, em constante processo de aquisição e desenvolvimento de novas tecnologias da informação, busca o aprimoramento dos serviços prestados à municipalidade, agregando-lhes maior celeridade e eficiência, com sensível benefício no atendimento das necessidades da população e contribuição aos padrões de qualidade de vida e desenvolvimento do município.
 
 
 Ponto turístico de Ribeirão - Mercado Municipal
O Mercado Municipal começou a ser construído em 1899. 
Inaugurado em 1900, o prédio do Mercadão estava localizado no quadrilátero entre as ruas São Sebastião, José Bonifácio, Américo Brasiliense e avenida Jerônimo Gonçalves.

Exibia uma arquitetura grandiosa para a década. Alto, cobertura envidraçada, feito de tijolos de barro, o prédio original do Mercado Municipal difere muito do Mercado Municipal de hoje.

Assim que passou a funcionar, tornou-se um marco para a cidade. Abastecia muitas famílias de todas as classes sociais da cidade e região. 
No Mercado Municipal encontrava-se de tudo, alimentos, suprimentos, calçados, roupas, tecidos até ferramentas.

Durante oito anos o grupo Folena & Cia, concessionário do imóvel, explorou o local, até que a Prefeitura indenizando o grupo em "120 contos de reis" e tomou posse do imóvel.



Reconstrução

O antigo prédio foi atingido pelas enchentes, características da cidade, mas em 7 outubro de 1942, durante a Segunda Guerra Mundial, um curto circuito foi o motivo do grande incêndio que destruiu o prédio, tornando-o inabitável.

Comerciantes que atuavam no Mercado, viram-se obrigados a se mudarem para barracas na Av. Francisco Junqueira. O mau cheiro e a falta de higiene eram constantes e por isto foram obrigados a desativar seus comércios por falta de espaço adequado ao tipo de serviço.
   
Em 1956, surgiu a proposta da construção de um novo Mercado Municipal. 
Após 16 anos da tragédia, o então prefeito, Constábile Romano inaugura o prédio. A partir do dia 28 de setembro de 1958 o novo prédio do Mercado Municipal retomou impulso econômico e até então se mantém, apesar de desgastado e envelhecido.

Projetado pelo engenheiro Jaime Zeiger, o novo prédio passou a exibir uma arquitetura moderna, inovadora para época. Com 4.150 metros quadrados divididos por um corredor principal, cinco corredores secundários, a parte externa, revestida por pastilhas foi presenteada com a obra do artista Bassano Vaccarini..

Na década de 90, o Mercado Municipal passa a ser responsabilidade da Coderp - Companhia de Desenvolvimento Econômico de Ribeirão Preto.

Conta atualmente com 152 boxes que oferecem os mais diversificados produtos nos
4.150 metros quadrados de área construída. Tombado pelo Condephaat (Conselho de
Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo) em 1993 como Patrimônio Histórico através da lei Municipal nº 6.597 e em 08 de novembro de 2004 a lei municipal 
nº 10.250, declara o Mercado Municipal ponto turístico do município.


Localização

O Mercado Municipal de Ribeirão Preto está localizado na Rua São Sebastião, 130, no centro da cidade, em frente à rodoviária
 
 
 Bosque e Zoológico Fábio Barreto
Inaugurado em 1941, o zoológico ocupa uma área de 19.000 metros quadrados do Parque do Morro de São Bento, com área total de 218.000 metros quadrados. Conta com 120 espécies de animais. Entre elas, algumas encontram-se ameaçadas de extinção, como o tamanduá-bandeira, o lobo-guará, o jacaré-do-papo-amarelo  e a onça pintada.

Entre as espécies da flora representadas no bosque estão perobas centenárias, jequitibás, ipês e jatobás, todas nativas. Mas há também espécies exóticas que foram introduzidas para compor a paisagem.
 
 
 Catedral Metropolitana
A Catedral Metropolitana, tendo como padroeiro São Sebastião, teve a pedra fundamental lançada em 3 de março de 1904. A benção e o término da construção foram em 1920. 

Em estilo romântico e linhas góticas, destacam-se os vitrais coloridos no seu interior, os afrescos pintados por Benedito Calixto que datam de 1917. A Catedral Metropolitana de São Sebastião de Ribeirão Preto está localizada na Praça das Bandeiras, região central da cidade.

Fone: (16) 3625-0007

 
 
 Campus da USP
O CAMPUS da USP é um complexo situado em área da antiga fazenda Monte Alegre, formado pelas faculdades de Odontologia, Farmácia, Enfermagem, Administração, Ciências Contábeis, Filosofia, Biologia, Psicologia, Química e de Medicina, que se destaca mundialmente pelas pesquisas.

Fone: (16) 3602-4000

O Campus acomoda também o Hospital das Clínicas, um dos centros de pesquisa mais avançados da América Latina. Um Hemocentro, um lago, conjunto de residências para professores, alojamento para estudantes, agência bancária, pista de atletismo, biblioteca, assessoria cultural, restaurantes, ginásio de esportes, piscina olímpica, agência de correio, editora e parque botânico integram o Campus, além da preservação da colônia de imigrantes italianos do início do século, que integrava a fazenda.

 
 
 Parque Municipal “Dr. Luis Carlos Raya”
Horário de funcionamento: das 6h às 20h, de segunda a domingo.

Localização: Rua Severino Amaro dos Santos entre as ruas Benjamin Staufer e Wladimir Ferreira, no Jardim Botânico.

O Parque Municipal “Dr. Luis Carlos Raya”, inaugurado em dezembro de 2004, foi construído em área institucional pertencente ao loteamento Jardim Botânico, sendo o projeto e execução contratados de terceiros pela Administração Municipal.

Ocupa uma área de aproximadamente 40.0000 m2 de uma antiga área de mineração do basalto, onde se encontram, atualmente, instalados equipamentos destinados ao lazer e a práticas esportivas, sendo estes:

- 1.100 m de pistas asfaltadas;
-  Gramado central com cerca de 1.400 m2;
-  Palco coberto com 600 m2;
- 2 lagos artificiais, com profundidade variável superior a 1,0 m;
- Áreas tratadas paisagisticamente, com recantos destinados à contemplação;
- Sanitário feminino com três cabines;
- Sanitário masculino com duas cabines e três mictórios;
- Área de alimentação composta de instalações para lanchonete, cozinha, depósito e área coberta externa para instalação de mesas e cadeiras;
- Bebedouros;
- Administração e almoxarifado;
- Guarita.

Você está em uma área de conservação municipal, protegida por lei. Aproveite sua visita e colabore para a conservação do parque, seguindo algumas normas de uso e visitação:

Não jogue lixo no chão, gramados e lagos;

- Utilize as lixeiras ou sacos plásticos para coleta dos resíduos;
- Evite retirar qualquer material do parque;
- Apenas observe! Não entre nos lagos. Perigo de afogamento!
- Não se aproxime das bordas da pedreira. Perigo de queda!
- Não se aproxime dos ninhos, tocas ou abrigos, nem alimente os animais;
- Não escreva, rabisque ou danifique edificações, equipamentos e árvores do parque;
- Permitido bicicletas e patinetes apenas para crianças de até 10 anos;
- Proibido o uso de skates, motos e veículos não oficiais;
- Proibido o uso de bebidas alcoólicas, drogas e cigarros;
- Proibida a entrada de animais domésticos;
- Proibido abandonar ou soltar animais no interior do parque;
- As crianças são de sua responsabilidade dos seus pais!
- Eventos devem ser previamente agendados e autorizados pelo Departamento de Gestão Ambiental.
- Dúvidas e sugestões - 0800 77 19 856
 
 
 
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