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 Cemitério da Saudade de Campinas
 O Cemitério da Saudade é um cemitério público, municipalizado, que segue o modelo do tipo cemitério secularizado estruturado com quadras e sub-quadras que dão acesso à avenidas, ruas e travessas. Está localizado no bairro Swift. Anteriormente esta era a saída para a cidade de Valinhos. Atualmente encontra-se num estado de superlotação da área: 32.000 sepulturas em 181.500 m ², com aproximadamente 318.000 sepultados. 

No cemitério estão sepultados as principais personalidades da historia da cidade de Campinas. Dentre as famílias destacamos: os jazigos de Eleonor Penteado, de Francisco Glicério, de João Francisco de Andrade Franco, de Barão Geraldo de Rezende e de Hercules Florence (pioneiro da fotografia no Brasil); as capelas de Bento Quirino e do Barão de Atybaia.

nvestiga-se a possibilidade da planta e do edifício da administração do Cemitério da Saudade ter sido construído em 1899, no escritório do arquiteto Ramos de Azevedo, em São Paulo. Sabe-se da importância artística e histórica de seus mausoléus, capelas e túmulos, datados do século XIX e início do século XX. Muitos foram importados da Itália, como os construídos pelos marmoristas/escultores Giuseppe Tomagnini e Filho. Há aqueles construídos por marmoristas instalados na cidade, como os da família Velez, dos Irmãos Coluccini e de Fernando Martinelli e Irmãos. Existem belos exemplos de túmulos que estão vinculados aos estilos neoclássico, art nouveau, art decó e modernista. A riqueza advinda com o ciclo do café foi a mola propulsora desses monumentos, que simbolizam e refletem o gosto da burguesia cafeeira. 
 
 
 Praça Alto do São Bento
 A Praça Alto do São Bento, fica no ponto mais alto da cidade, localizada a 518 metros de altitude. No centro da praça, com face voltada para a região central de Ribeirão Preto, está a escultura de bronze do Sagrado Coração de Jesus, idealizado pelo Monge Beneditino D. Casimiro Mazetti, e inaugurada em 1952. A estátua tem 10 metros e, contada da base de granito, soma-se 20 metros de altura total.
 
 
 História do Cemitério de Campinas
 A origem do povoamento de Campinas está ligada à abertura dos caminhos para o sertão de Goiás e Mato Grosso, feita pelos paulistas. Uma dessas trilhas, aberta entre 1721 e 1730, chamou-se “Caminho dos Goiases”. Logo instalou-se um pouso para descanso dos tropeiros que utilizavam esse caminho entre as vilas de Jundiaí e Mogi-Mirim. Esse pouso ficou conhecido pelo nome de “Campinas do Mato Grosso” em razão da formação de três pequenos descampados em meio à densa mata.

A fundação oficial de Campinas ocorreu efetivamente em 1774, quando o Capitão Geral Dom Antônio Luiz de Souza Botelho Mourão, governador da Capitania de São Paulo, assinou vários atos, dentre eles a efetivação do Distrito de Conceição de Campinas.
O Cemitério da Saudade foi fundado em 10 de outubro de 1880. Este complexo funerário possui cinco cemitérios anexos: Cemitérios Curas D’ars (para vítimas de febre amarela), Cemitério São Miguel e Almas (para os negros católicos), Cemitério Terceira Ordem do Carmo, Cemitério Santíssimo Sacramento (destinados a brancos católicos) e Cemitério São José. Podemos considera-lo como um “museu a céu aberto”.

Hoje, Campinas é uma das cidades que mais cresce no interior do Estado de São Paulo. Tem cerca de um milhão de habitantes e uma renda percapta de US 5.800 dolares, segundo estimativa da Secretaria Municipal de Planejamento (http://www.campinas.sp.gov.br).
 
Cronologia:

1722 – Abertura do caminho que levava às minas de Goiás, “Caminhos dos Goiases”.

1722 – Já existia um Cemitério na região em precárias condições. Faltava, entretanto, uma igreja para os ofícios religiosos que, ao mesmo tempo, atendesse às necessidades do culto e fosse ponto de encontro ou reunião das pessoas que viviam esparsas em sítios da região.

1767 – Segundo o recenseamento, haviam 185 pessoas no bairro rural de “Campinas do Mato Grosso”.

1773 – Houve a autorização para a construção da igreja Matriz, o que significou a emancipação religiosa do local. Todavia, a vila continuava dependente de Jundiaí.

1774 – Morgado de Mateus, o então governador da Capitania de São Paulo, outorgou a fundação do núcleo e estipulou algumas medidas urbanísticas básicas para o local. Francisco Barreto Leme foi tido como fundador, diretor e administrador do Distrito de Conceição de Campinas.

1774 – Em 14 de julho foi celebrada a primeira missa, por Frei Antonio de Pádua, primeiro vigário da nova paróquia. Essa ficou sendo a data oficial da fundação da atual Campinas.

1797 – O Distrito foi elevado à condição de Vila, com nome de São Carlos, surgindo assim um município com o território desmembrado de Jundiaí.

1842 – A Vila foi elevada à categoria de cidade com o nome já tradicional de Campinas, uma vez que o nome São Carlos nunca prevaleceu junto à população.

1879 – A Câmara Municipal resolveu transferir os cemitérios próximos à estrada de ferro para um local distante do centro.

1880 – Inauguração do Cemitério da Saudade. O Cemitério incorporou quatro cemitérios então existentes na cidade, todos eram administrados pela igreja. Tornaram-se assim secularizados, isto é, administrados pela prefeitura municipal.

1880- Havia também o “Campo da Alegria” – local destinado a enterrar os restos mortais dos negros não católicos.

2005 – A SETEC (Serviços Técnicos Gerais de Campinas) administra o referido cemitério. 
 
 
 Cemitério Municipal De Cravinhos
 O Cemitério Municipal de Cravinhos está afastado do centro da cidade em um bairro popular, próximo à Rodovia José Fregonezi que leva à Rodovia Anhanguera. Ele segue o modelo de planta padrão composto por quadras alinhadas e seqüenciadas. Percebe-se que ele passou por ampliações no transcorrer desses anos, inclusive com a instalação de uma nova entrada que adota uma fachada simples e moderna. 

Dentre as pessoas ilustres enterradas no Cemitério Municipal de Cravinhos estão: Antônio de Azevedo Sousa, Cel. João Evangelista Nogueira, João Silvério de Oliveira, Francisco Rodrigues dos Santos Bonfim, José Nogueira Terra; as famílias Fracon, Ruggiero, Rahme, Pagano e Oliveira Moreira, muitos vinculados à monocultura cafeeira, a cana-de-açúcar e ao comércio local. 

Tanto o Cemitério de Cravinhos como o da cidade de Bonfim Paulista receberam doações de terras do português Francisco Rodrigues dos Santos Bonfim (1849 – 1898, Cravinhos). Ele tornou-se um grande fazendeiro da região. Em Cravinhos, deixou cinco fazendas de café: Bonfim, Santa Cruz, Sapecado, Santa Luzia e Liberdade (Martins, 1989). Os túmulos construídos no fim do século XIX e início do século XX são adornados por símbolos cristãos e com imagens de anjos, santos e santas. No auge da monocultura cafeeira construiu-se uma serie de jazigos-capela de estilo eclético. Atualmente, o cemitério também possui túmulos modernos construídos de granito marrom ou preto, adornados com imagens de santos de bronze. Tanto os túmulos vernaculares como os artísticos contribuem para compreendermos o significado histórico da memória daqueles que contribuíram para a formação da cidade de Cravinhos. 
 
 
 2001 - 2010
2005

– É assinado o convênio entre a Coderp, Poupa Tempo e Banco do Povo. 
- A Coderp passa a ser responsável pela limpeza e manutenção dos parques “Luis Roberto Jábali” e “Luís Carlos Raya”.



2009

– Implantação do projeto “Ribeirão Digital” – Fibra ótica. 
- A Coderp trabalha na modernização dos equipamentos do Palácio Municipal. 
- Implantação de rede Wirelles em diversos locais públicos, tais como Parque Roberto Jábali (Curupira), Parque Raya, praça XV de novembro, 7 de setembro, Catedral e algumas praças da periferia de Ribeirão Preto. 
- É implantada fibra óptica para interligar a Coderp ao Mercado Municipal, através do acesso à Internet via Wireless para todos os Boxes.
- Implantação do GED - Gerenciamento Eletrônico de Documentos.



2010 - Mudança de Prédio

- O Centro Administrativo da Companhia de Desenvolvimento de Ribeirão Preto – Coderp – inaugura a nova sede localizada na Rua Saldanha Marinho 834.
 
 
 História do Cemitério de Piracicaba
Em 1766, o capitão-general de São Paulo, D. Luís Antônio de Sousa Botelho Mourão, encarregou Antônio Corrêa Barbosa de fundar um povoado na foz do rio Piracicaba. O capitão optou pelo local onde já haviam fixados alguns posseiros e índios Paiaguás. A povoação seria o ponto de apoio às embarcações que desciam o rio Tietê e daria retaguarda ao abastecimento do forte de Iguatemi, fronteiriço do território do Paraguai. 

Oficialmente Piracicaba foi fundada em 1 de agosto de 1767, termo da Vila de Itu, sob o nome de Nossa Senhora dos Prazeres. Em 1877, por petição do vereador Prudente de Moraes, mais tarde primeiro presidente civil do Brasil, o nome da cidade foi oficialmente mudado para Piracicaba. Em 1881 é fundado as margens do rio Piracicaba o Engenho Central, que viria a se tornar o maior engenho de açúcar do Brasil nos próximos anos. Em 1900 a cidade firma-se como um dos maiores pólos do Estado de São Paulo. Durante uma boa parte do século XX, Piracicaba começou a entrar em uma longa estagnação com o fim do ciclo do café e a queda constante nos preços da cana-de-açúcar. 

A partir da década de 1970 são tomadas ações para alavancar a economia piracicabana. São criados distritos industriais e novas empresas chegam à cidade. O Cemitério da Saudade em Piracicaba foi inaugurado em 1872. O cemitério é o segundo na cidade a ser erigido extramuro ecclesiam em substituição ao campo santo da Irmandade de Nossa Senhora da Boa Morte. No inicio do século XX o Cemitério da Saudade foi reformado, seu arruamento foi alterado mantendo-se alguns túmulos na disposição antiga. 

Em 1971 inaugura o Parque da Ressureição, um modelo de cemitério jardim. Em 2006, conforme dados da Secex (Secretaria de Comércio Exterior) Piracicaba é o nono município em valor de produtos exportados. A cidade vem registrando bons índices de desenvolvimento, recuperando áreas degradadas e aposta na biotecnologia e produtos de exportação para o seu desenvolvimento futuro.
 
Cronologia:
 
1766 - Capitão-general de São Paulo, D. Luís Antônio de Sousa Botelho Mourão, encarrega Antônio Corrêa Barbosa de fundar uma povoação na foz do rio Piracicaba.

1767 – Fundado oficialmente o povoado de Piracicaba, como termo da Vila de Itu – Cidade Nossa Senhora dos Prazeres.

1774 – A povoação constitui-se freguesia.

1784 - Piracicaba é transferida para a margem esquerda do rio.

1821 – Piracicaba elevada à categoria de Vila – Vila Nova da Constituição.

1856 – Vila nova da Constituição elevada à categoria de cidade.

1872 – Inauguração do Cemitério da Saudade.

1877 - Nome oficialmente mudado para Piracicaba.

1881 - Fundado o Engenho Central.

1900 – Piracicaba firma-se como um dos maiores pólos no estado de São Paulo.

1906 – Construção do atual portão artístico do Cemitério da Saudade, arquiteto Serafino Corso; engenheiro Carlos Zanotta.

1971 – Cemitério Parque da Ressureição. Inicio do século XX – reforma do Cemitério da Saudade

2006 – Criação do Folder sobre o Cemitério da Saudade, coordenação Eduardo Gabriel.
 
 
 1972 - 1980
1972

– É criada a primeira sociedade de economia mista da região nordeste do Estado de São Paulo – Coderp - Companhia de Desenvolvimento Econômico de Ribeirão Preto. 
- Neste mesmo ano, a Companhia investe em serviços que não existiam na região. São projetados serviços de processamento de dados, microfilmagem e gráfica, com o objetivo inicial de imprimir e administrar o Diário Oficial do município, e a Coderp passa a disponibilizar, aos órgãos públicos e entidades privadas, assessoria técnica em informática. 
- A Coderp recebe a incumbência de projetar, construir e administrar um cemitério. Para elaborar o projeto, a equipe do Departamento Técnico visita vários cemitérios, entre eles o “Morumbi”, “Gethsemoni”, “Alvorada”, as unidades de Campinas e Piracicaba.



1973

– O Ministro do Planejamento e Coordenação Geral afirma que Ribeirão Preto é um dos pólos de melhor perspectiva de descentralização de atividades industriais do interior de São Paulo.

- O Presidente Emílio Médici autoriza destacar parte da verba do Fundo Social dos Planos Nacionais de Desenvolvimento para capacitar e instalar a Coderp. É investido cerca de CR$ 1 milhão (cruzeiros) na Companhia. 
- O Departamento de Planejamento e Engenharia cria a sistemática para o desenvolvimento do município e implantação do Distrito Industrial. 
- É realizado o levantamento econômico do município. Neste período, a prioridade da Coderp está no desenvolvimento agrícola, industrial e comercial. 
- Para atender as necessidades não só da Companhia como também das futuras empresas instaladas no Distrito Industrial, a Coderp passa a oferecer serviços de programação, computação, microfilmagem e gráfica (off-set). 
- É implantado o Departamento de Processamento de Dados da Coderp. 
- As obras do cemitério Bom Pastor são executadas.



1975

– Iniciam as obras do “Parque Presidente Emílio Garrastazu Médici”, atual Parque Permanente de Exposições.



1976

– Em 27 de maio as obras do “Parque Presidente Emílio Garrastazu Médici” são entregues. 
– Reforma do salão térreo do prédio situado na Rua Álvares Cabral, 629 para instalar o novo Centro de Processamento de Dados. 
- O departamento de microfilmagem começa a funcionar. 
- Implanta-se o sistema da folha de pagamento da prefeitura feito através do computador.



1977

- O conselho administrativo da CODERP propõe a organização de uma exposição agropecuária no Parque Permanente de Exposição por ser a única área coberta da cidade que comportaria a implantação e desenvolvimento regional de uma exposição de âmbito nacional. 
- É realizada a primeira edição da Feapam - Feira Agropecuária da Alta Mogiana - no Parque Permanente de Exposições.
 
 
 1981-1990
1981

– A CODERP apresenta um projeto a SEI – Secretaria Especial de Informática – para instalação de equipamento para suprir as necessidades das Secretarias municipais.



1982

– O projeto da CODERP apresentado a SEI – Secretaria Especial de Informática – é aprovado e um novo equipamento é instalado – o IBM 4341 – que permite a implantação de terminais em diversos órgãos públicos. Esta nova máquina permite a agilidade e economia no Daerp – Departamento de Água e Esgoto, COHAB – Companhia Habitacional, ACI – Associação Comercial e Industrial, Dursarp – Departamento de Urbanização e Saneamento e Transerp – Transportes Urbanos de Ribeirão Preto. 
– É instalado um equipamento IBM / 370, modelo 135 na Secretaria da Fazenda de Ribeirão Preto para implantação de terminais de vídeo para consulta dos usuários.



1984

– Construção da “Casa do Criador” no Parque Permanente de Exposição.



1989

– É realizado o desfile das escolas de samba de Ribeirão Preto “Carnaval do Coração”, na passarela do Samba, sob a administração da Coderp.
 
 
 Cemitério Senhor Bom Jesus de Batatais
 O Cemitério Senhor Bom Jesus está localizado na parte central da cidade de Batatais, na Rua Rio Grande do Norte, rodeado por residências, estabelecimentos comerciais e de prestação de serviços. O portão de entrada dá para a Rua Monsenhor Alves, que nos conduz à Matriz da cidade. Na sua topografia plana agrupa monumentos funerários construídos em mármore de Carrara, datados dos séculos XIX e XX. Ele é administrado pela prefeitura municipal de Batatais. 


Este cemitério convencional secularizado tem como particularidade o fato de ter ficado desativado por um longo período, e isso contribuiu para preservar a estrutura dos seus primeiros monumentos funerários. Ao adentrarmos no seu interior percebemos uma hegemonia artística contida nos túmulos instalados na alameda principal. Necessita-se continuar preservando este Campo Santo que expressa sentimentos profundos vinculados à perda dos entes queridos. Registra a memória daqueles que contribuíram para o crescimento da cidade de Batatais. 
 
 
 História do Cemitério de Batatais
Existem algumas hipóteses controvertidas acerca da origem do significado em torno do nome da cidade de Batatais. Um das vertentes diz que a origem do nome Batatais deu-se em função das extensas plantações de batatas, feitas pelos índios e descobertas pelos primeiros habitantes. Outra vertente atribui o nome ao tupi, EMBOITATA (ou Boitatá), que significa cobra de fogo, que na crença dos índios, era o “gênio que protegia os campos contra incêndios” (CARDOSO, 2001:147). Essas definições são, porém, por demais frágeis.

Outra versão, que parece mais consistente, considera que os termos “batatal” ou “batataes” aparecem comumente em documentos setecentistas, referindo-se não a plantações de batatas, mas a locais que se extraia ouro, ou mesmo como método de extrai-lo. Diante de tanta controvérsia em torno do nome da cidade, o que se pode afirmar é que em 05 de agosto de 1728, Antônio da Silva Caldeira Pimentel, Governador da capitania de São Paulo, concedeu carta de sesmaria a Pedro Rocha Pimentel, situada no “campo dos Batataes no Caminho dos Guayazes passando o mato da Corda no primeiro ribeiro entre o rio Pardo e o Sapucahy.” Essa doação de sesmaria é, por assim dizer, a certidão de nascimento de Batatais. O município só foi elevado à categoria de cidade em 1875. O Cemitério Senhor Bom Jesus, fundado no século XIX, foi batizado com o nome do padroeiro da cidade. Ele foi construído no período áureo da monocultura cafeeira da região. Apropriou-se de túmulos de boa feitura artesanal, condizentes com o estilo eclético da época, realizados em sua maioria, por marmoristas oriundos da imigração italiana.

Cronologia:

1726 – Foi oficializada a descoberta de ouro no sertão de Goiás pela bandeira de Anhangüera II. Com isso, a região dos “Campos dos Batataes” torna-se passagem obrigatória para os novos entrantes e principal razão para as primeiras ocupações.

1728 – Concessão de uma sesmaria a Pedro da Rocha Pimentel nos “Campos dos Batataes”.

1810 – O arraial de então possuía um cemitério, quatro chácaras cercadas de tábuas, com pastagens para os animais.

1815 – Campos dos Batataes foi elevado à categoria de freguesia, criado no Município de Mogi-Mirim. Pertencia à Comarca de Itu.

1821 – Autorização para a transferência da sede da freguesia para outra localidade. Houveram acirradas disputas entre os moradores da freguesia em torno da mudança ou da permanência da sede do arraial nas imediações da “Fazenda dos Batataes”.

1822 – Doação da porção de terras denominadas “Campo Lindo das Araras” feita por Germano Moreira e sua esposa Ana Luiza para patrimônio da igreja; ficando, portanto, com dois núcleos urbanos, desfazendo-se o arraial velho com o tempo.

1839 – O município de Batatais foi elevado à categoria de Vila.

1875 – A sede municipal foi elevada à categoria de cidade. Foi instalada a comarca do município.

1886 – Segundo registros locais, aconteceram em Batatais 304 nascimentos, 176 óbitos e 75 casamentos.

1890 – Já existia o Cemitério Senhor Bom Jesus de Batatais (Dec. 789 de 27 de setembro de 1890, art. 2°, in fine e art. 4° parágrafo único).

1911 – O Município se compunha dos distritos de Batatais, Mato Grosso de Batatais e Brodósqui.

1938 – Os municípios de Batatais, Brodósqui e Jardinópolis constituíam o único termo judiciário da comarca de batatais.

1994 – A cidade de Batatais foi elevada à condição de estância turística.
 
 
 História do Cemitério de Cravinhos
No final do século XIX, as cidades de Parati, Barra Mansa, Rezende e outras regiões do Estado do Rio de janeiro começaram a decair no fator mais importante de sua economia: o café. Os cafeicultores atentaram para os rumores de que em São Paulo havia terras muito férteis, favoráveis à monocultura do café. 

Os membros da tradicional família de cafeicultores Pereira Barreto despertaram para o fato, e para comprovar as informações, prepararam uma caravana rumo ao oeste paulista, que abrangia as terras de Cravinhos, Ribeirão Perto e Bonfim Paulista. Uma vez encantados com a região, instalaram-se ali e os antigos arraias transformaram-se em cidades progressistas. Assim a família Pereira Barreto fundou a cidade de Cravinhos por volta de 1876. 


-A instalação da Companhia Mogiana de Estrada de Ferro favorecia o transporte de arrobas da rubiácea (grãos de café) para o porto de Santos. Hoje, a monocultura cafeeira foi substituída pela cana-de-açúcar e a cidade continua se posicionando na economia do estado de São Paulo.

Cronologia:

1872 – Os irmãos Pereira Barreto chegaram à Fazenda Cravinhos, que possuía uma extensão de 800 alqueires de terras roxas de primeira ordem. Adquiriram a propriedade por seiscentos mil réis. Mais tarde com o trabalho de 60 escravos, foram erguidos os primeiros prédios e abertas as primeiras estradas, o que gerou grande peregrinação para a região;

1876 – Fundação de Cravinhos (Lei n°27/25 de 09 de outubro de 1975);

1881 – Chegada do engenheiro Dr. Santos Lopes a Cravinhos em missão especial: fazer o traçado onde passariam os trilhos da Companhia Mogiana de Estradas de Ferro;

1883 – Ouviu-se pelas matas, entre aplausos, sorrisos, espantos e alegrias, o silvo estridente da primeira locomotiva que uniria Cravinhos ä capital do estado, via Campinas;

1886 – Começaram a chegar outras famílias que também marcaram presença na consolidação da cidade. É o caso especifico das famílias de Feliciano Dias da Costa, Domiciliano Fagundes e Francisco Rodrigues dos Santos Bonfim (fundador da cidade de Bonfim Paulista);

1888 – Francisco Rodrigues dos Santos Bonfim construiu a primeira igreja da comunidade, denominada São Benedito;

1892 – Inauguração do Cemitério Municipal de Cravinhos, em terras doadas por Francisco Rodrigues dos Santos Bonfim;

1897 – Cravinhos torna-se município, sancionada pelo então Presidente do Estado de São Paulo, Dr. Manoel Ferraz de Campos Salles.
 
 
 
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